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PROSPECÇÃO

MINERAL
MINERAL
Depósitos Minerais Brasileiros e Histórico da Mineração
Depósitos Minerais Brasileiros e
Histórico da Mineração
Fonte: CPRM

Fonte: CPRM

Fonte: Biondi

Fonte: Biondi

Fonte: Biondi
Fonte: Biondi

Fonte: Biondi

Faixa Brasília
Faixa Brasília
 Arqueano:  Maciço de Goiás  Crixás – Au em veios de quartzo, Ni,
Arqueano:
 Maciço de Goiás
 Crixás – Au em veios de quartzo, Ni, U
 Pilar – Au em filito grafitoso
 Guarinas – Au em veios de quartzo
 GB – Almas – Dianápolis:
 Au em veios de quartzo
Pós-arqueano: U em paragnaisses associado a zonas de migmatização
Paleoproterozóico:
Sedimentos com esmeralda em Santa Terezinha.
Brechas de quartzo com esmeralda, intrusão de corpos graníticos.
 Corpos M-UM de Cana Brava-Niquelândia-
 Barro Alto: mineralização em EGP e amianto (além de Ni laterítico)
Faixa Brasília
Faixa Brasília
 Mesoproterozóico:  Corpos graníticos paleo e meso com greisens mineralizados em topázio (inclusive azul)
Mesoproterozóico:
 Corpos graníticos paleo e meso com greisens mineralizados em topázio (inclusive azul) e
também fluorita e cassiterita. (encontrado Yanomanita com Índio)
Seqüência Vulcano-sedimentar de Palmerópolis: rica em Cu-Pb-Zn
Neoproterozóico:
Seqüência vulcano-sedimentare em Mara-Rosa:
Au em granitos cisalhados. Cu e Au na parte básica.
Carbonatos ricos em Pb-Zn. Minas de grande porte.
Intrusão M-UM: Cu
Sedimentos do grupo bambuí: Pb-Zn
Morro de ouro: ouro em zonas de cisalhamento
Faixa Ribeira
Faixa Ribeira
 Depósitos de ouro associado a seqüências vulcano-sedimentares paleoproterozóicas.  Depósitos de Pb-Zn-Ag-Ba
Depósitos de ouro associado a seqüências vulcano-sedimentares paleoproterozóicas.
Depósitos de Pb-Zn-Ag-Ba do tipo Perau, nos complexos Perau e Água Clara, do
mesoproterozóico;
Depósitos de Pb-Zn-Ag do tipo Panelas, nos subgrupos Lageado e Itaiococa, geralmente
strata-bound, em rochas do meso e neoproterozóico;
Depósitos strata-bound de fluorita no valedo Rio Ribeira em Sete Barras, Volta Grande e
Mato Dentro.
Depósitos W, Sn e Au associado a intrusões de granitos Brasilianos.
Depósitos associados a zonas de cisalhamento brasilianas (Pb-Zn-Ag (CU) e talco)
Faixa Dom Feliciano
Faixa Dom Feliciano
 Ocorrências Pb-Zn do tipo VMS na seqüência vulcano- sedimentar Vacacaí
 Ocorrências
Pb-Zn
do
tipo
VMS
na
seqüência
vulcano-
sedimentar Vacacaí
 Depósitos do tipo pórfiro de Au em Lavras do Sul.  Depósitos Sn associados
Depósitos do tipo pórfiro de Au em Lavras do Sul.
Depósitos Sn associados a granitos tipo S
 Depósitos Cu-Pb-Zn da região de Camaquã associados a
conglomerados e arenitos tipo red beds do membro Vargas
da Fm Arroio dos nobres, grupo bom jardim.
Faixa Paraguai
Faixa Paraguai
 Filitos do grupo Cuiabá apresentam numerosas ocorrências e pequenos depósitos de ouro associados a
 Filitos do grupo Cuiabá apresentam numerosas
ocorrências e pequenos depósitos de ouro
associados a veios hidrotermais, além de
concentrações superficiais de origem laterítica
 Jazidas de Fe-Mn em conglomerados e arcósios
da Fm Urucum na região de Corumbá
Faixa Araçuaí
Faixa Araçuaí
 Depósitos de cromita e ouro associados às seqüências vulcano-sedimentares de tipo greenstone belt, equivalentes
Depósitos de cromita e ouro associados às seqüências vulcano-sedimentares de tipo
greenstone belt, equivalentes do supergrupo rio das velhas
Depósitos de itabirito das seqüências sedimentares-exalativas equivalentes do supergrupo
minas.
Depósitos de diamante e fosfato associados ao supergrupo espinhaço
Depósitos de Fe tipo SEDEX em diamictitos do Grupo Macaúbas
Depósitos de grafita da província Minas Bahia, associados a xistos e gnaisses afetados
por zonas de cisalhamento.
Província pegmatítica oriental do Brasil, minerais de coleção pedras semipreciosa,
associada ao magmatismo granítico da zona interna da faixa
Provincía Borborema
Provincía Borborema
 Depósito de cobre da seqüência vulcanosedimentar de martinópole, origem SEDEX  Depósitos de magnesita
 Depósito de cobre da seqüência vulcanosedimentar de
martinópole, origem SEDEX
Depósitos de magnesita de Alencar, na Faixa Orós (CE)
 Depósitos de ouro associados a zonas de cisalhamento na
Província Seridó
Província de Scheelita do Seridó
Província Pegmatítica do Seridó
Depósito de Urânio da região de Itatiaia
Cobertura Fanerozóica
Cobertura Fanerozóica
 Paleozóico  Fe Oolítico: ambiente lagunar, oólitos de goethita e as vezes de charnosita,
Paleozóico
Fe Oolítico: ambiente lagunar, oólitos de goethita e as vezes de charnosita, não viáveis
economicamente teor de 31-37%, ocorrência em TO (parnaíba) e MT (Paraná)
Potássio (K): evaporitos, KCL silvinita, reservas na Bacia do Solimões (fazendinha e Arari)
teor de 15-30%
Carvão: bacia do Paraná, formação no Carbonífero Permiano, FM Rio Bonito, sob Fm
Palermo, teor de cinzas de 50-65%, U em arenitos. Ocorrência de folhelhos
pirobetuminosos na Fm Irati
Diamante: depósitos fluviais e glacias na bacia do Paraná, depósitos secundários
Cobertura Fanerozóica Mesozóico
Cobertura Fanerozóica
Mesozóico
Cobertura Fanerozóica Mesozóico Depósitos associados ao vulcanismo: ametista e ágata no RS. Depósitos de opala no

Depósitos associados ao vulcanismo: ametista e ágata no RS. Depósitos de opala no Piauí

ametista e ágata no RS. Depósitos de opala no Piauí Depósitos associados a complexos M-Umcarbonatíticos:
Depósitos associados a complexos M-Umcarbonatíticos: neoformação de minerias de níquel, alumina e titânio.
Depósitos associados a complexos M-Umcarbonatíticos: neoformação de minerias de
níquel, alumina e titânio.
Concentração de resistatos no manto lateerítico: apatita pirocloro e barita. Fosfato em Jacupupiranga, U em
Concentração de resistatos no manto lateerítico: apatita pirocloro e barita. Fosfato em
Jacupupiranga, U em Poços de Caldas
Diamante de intrusões cretácicas kimberlíticas: Juina e Batoví (MT)
Depósitos hidrotermais: fluorita em SC, ametista em Alto Bonito, gipsito no NE
Cobertura Fanerozóica
Cobertura Fanerozóica
 Cenozóico  Depósitos de origem laterítica: bauxita na Província Amazônica, Centro- Leste e Alcalina;
Cenozóico
 Depósitos de origem laterítica: bauxita na Província Amazônica, Centro-
Leste e Alcalina;
 Caulim na região amazônica; níquel laterítico (morro do níquel e outros);
ouro laterítico.
 Depósitos tipo Placer: Depósitos aluvionares: de ouro e cassiterita
principalmente na região amazônica; diamantes em Diamantina, Alta
Parnaíba, MT e Rondônia.
Margem costeira: ETR-Ti na BA, ES e RJ
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
Depósitos no Brasil
HISTÓRICO
HISTÓRICO
1500-1700
1500-1700
 Brasil colônia. Exploração de Ouro, Ferro e Diamantes. Em 1603, primeira referência à legislação
 Brasil colônia. Exploração de Ouro, Ferro e
Diamantes. Em 1603, primeira referência à
legislação mineral no Brasil. Incentivo ao
desbravamento, pelos bandeirantes, para
descoberta de jazidas de ouro. Descoberta de
ouro em abundância, na região das Minas de
Ouro, atualmente Estado de Minas Gerais.
1700-1800
1700-1800
 Intensificação das descobertas e extração de ouro. Adoção do quinto do ouro, sistema de
 Intensificação das descobertas e extração de ouro. Adoção
do quinto do ouro, sistema de tributação previsto na
legislação de 1603. Em 1702, descoberto ouro em Jacobina,
Bahia, além de diversas jazidas em Minas Gerais.
 Descobertos diamantes em Minas Gerais e na Bahia. A coroa
portuguesa adota medidas drásticas para controle, exige
cotas de tributação mínima e a "derrama" (cobrança violenta
de impostos). Em 1789, surge o movimento da Inconfidência
Mineira.
1800-1822
1800-1822
 Elaborado um conjunto de medidas no Governo de D. João VI, em que se
 Elaborado um conjunto de medidas no Governo de D. João VI, em
que se pretendia recuperar a economia mineral brasileira. Em 1808,
ocorre a transferência da Corte portuguesa para o Brasil.
Primeiras descobertas e explorações de carvão no sul do Brasil.
 Criação das primeiras fábricas, empreendimentos e companhias de
mineração.
 Descobre-se manganês
em
Nazaré,
na
Bahia.
Em 1822 é proclamada a Independência do Brasil.
1822-1889
1822-1889
 Uma nova Constituição foi introduzida, contendo as primeiras noções de direito de pesquisa e
 Uma nova Constituição foi introduzida, contendo as primeiras noções de
direito de pesquisa e lavra de jazidas minerais.
Fornecida a primeira concessão de pesquisa de petróleo no Brasil.
São obtidas as primeiras concessões para exploração de ferro, chumbo,
carvão e outros minerais na Bahia, nas regiões de Ilhéus, de Iporanga e da
Chapada Diamantina.
 Primeiras investigações de registros fósseis.
 Criada, em 1874, a Associação Brasileira de Mineração. Em 1875, criada a
Comissão Geológica do Império, extinta em 1877.
Descobertas de ferro, ouro e manganês. Surgimento de diversas
companhias de mineração e crescimento da atividade de mineração.
Em 1889, foi proclamada a República.
1889-1930 (República Velha)  O Governo Federal, em 1890, nomeia comissão para estudo do carvão.
1889-1930 (República Velha)
O Governo Federal, em 1890, nomeia comissão para estudo do carvão.
Em 1891, foi promulgada a Constituição republicana, que vinculava a propriedade do subsolo à do solo.
Primeiras explorações de manganês no Brasil. O Brasil exporta tungstênio em quantidade comercial.
Em 1907, foi criado e instalado o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil.
Criação de diversas companhias e desenvolvimento da mineração de ferro, no Brasil.
Descoberta uma jazida de manganês em Saúde, na Bahia.
Em 1918, o Governo Federal estabelece decretos de proteção ao carvão nacional.
Explorado amianto no Brasil, na mina de Pedra da Mesa, em Itaberaba, Bahia.
O Ministro Simões Lopes, da Agricultura, Indústria e Comércio, incentiva a exploração do carvão.
Em 1924, Lei de 9 de janeiro autoriza o Governo Federal a construir três usinas siderúrgicas em Santa
Catarina, no Vale do Paraopeba, Minas Gerais, e no Vale do Rio Doce, Espírito Santo.
1930-1945 (Estado Novo)
1930-1945 (Estado Novo)
 Em 1930, foi criada a Companhia Petróleos do Brasil.  1931 - O Presidente
Em 1930, foi criada a Companhia Petróleos do Brasil.
1931 - O Presidente Getúlio Vargas defende a necessidade de se nacionalizarem as reservas minerais do Brasil.
Decretos suspendem alienação ou oneração de qualquer jazida mineral. Estabelecida pelo Governo Federal lei de
proteção à indústria carbonífera.
Em 1933, foram criados a Diretoria-Geral de Pesquisas Científica, subordinada ao Serviço Geológico e Mineralógico
do Brasil; o Instituto Geológico e Mineralógico do Brasil, em 20 de janeiro, entidade que substituía o Serviço
Geológico e Mineralógico do Brasil; e a Diretoria-Geral de Produção Mineral, vinculada ao Ministério da Agricultura.
Em 1934, nova Constituição e o Código de Minas separam as propriedades do solo e do subsolo. Através do Decreto
23.979, de 08/03/34, é criado o Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), sendo extinta a Diretoria-Geral
de Pesquisas Científicas.
Em 1937, pela Constituição outorgada no Estado Novo, o aproveitamento de jazidas minerais passa a ser autorizado
somente a brasileiros ou empresas constituídas por brasileiros.
1938 - Criado o Conselho Nacional do Petróleo (CNP). Até então, era livre a iniciativa de pesquisa e exploração de
petróleo e gás natural. Nacionalização do refino de petróleo e regulação da importação e do transporte.
1939 - Primeira descoberta de petróleo comercial no País, em Lobato, a 30 km de Salvador, na bacia do Recôncavo.
1941 - Criada a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
1942 - Criada a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD).
1946-1964 (República Populista)  1946 - A nova ordem constitucional reabre a mineração à participação
1946-1964 (República Populista)
1946 - A nova ordem constitucional reabre a mineração à participação do capital estrangeiro.
1949 - Começa a funcionar o primeiro oleoduto brasileiro, no Recôncavo Baiano.
1950 - Entra em funcionamento a refinaria de Mataripe, para refinar o petróleo baiano. É lançado o
primeiro navio petroleiro brasileiro.
1953 - Criada a Petrobrás. Fica estabelecido o monopólio estatal do petróleo. Instituída a sociedade por
ações Petróleo Brasileiro Sociedade Anônima, e dá outras providências. Descoberto ouro no Pará.
1960 - Criado O Ministério das Minas e Energia - MME. O DNPM é incorporado à estrutura do novo
Ministério.
O interesse em minerais energéticos resultou na criação de órgãos reguladores, tais como a Comissão
Nacional de Energia Nuclear (CNEN), e de prospecção e pesquisa mineral, como a Companhia de
Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) e a Nuclebrás, e leis relacionadas à energia nuclear, bem como
parcerias internacionais com Estados Unidos, França e Alemanha, para treinamento de pessoal e
desenvolvimento de tecnologias.
1964-1985 (Ditadura Militar)  1964 - Aprovada pelo Governo Militar a proposta, do Ministro das
1964-1985 (Ditadura Militar)
1964 - Aprovada pelo Governo Militar a proposta, do Ministro das Minas e Energia, de priorização
política do setor mineral brasileiro.
1967 - Descoberto minério de ferro na Serra dos Carajás. Promulgado o Código de Mineração,
caracterizado, entre outros aspectos, por criar a oportunidade para pessoas físicas e jurídicas não
proprietárias de exercer atividades de exploração mineral em terras de terceiros. O monopólio sobre a
pesquisa e a lavra de petróleo passa a ser exigência constitucional.
1969 - Criada a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM).
1970 - Inicia a implantação do Projeto RADAM, um dos mais importantes projetos de cartografia
geológica e de recursos naturais na região amazônica.
1976 - O DNPM - 7º Distrito da Bahia, através do Projeto Urandi descobre o urânio de Lagoa Real.
1979 - Transferência do 7º Distrito do DNPM, na Bahia, para o endereço atual, em prédio próprio situado
no Centro Administrativo de Salvador, Área Federal.
1981 - Promulgada a lei 6.938, dispondo sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e
mecanismos de formulação e aplicação, que aportou profundas modificações nas atividades minerais do
País.
1985- (Nova República)
1985- (Nova República)
 1988 - A Constituição, promulgada em 5 de outubro, restabelece em parte restrições à
1988 - A Constituição, promulgada em 5 de outubro, restabelece em parte restrições à
participação estrangeira na exploração e aproveitamento de recursos minerais.
1990 - A lei 8.028 extingue o Ministério das Minas e Energia e cria o Ministério da Infra-
Estrutura. O DNPM é incorporado a estrutura do Ministério da Infra-Estrutura.
1992 - A Medida Provisória 302 extingue o Ministério da Infra-Estrutura e cria o Ministério
de Minas e Energia. O DNPM é incorporado à estrutura do récem criado Ministério de
Minas e Energia.
1992 - Através do Decreto nº 1.324, o Governo institui como Autarquia o Departamento
Nacional de Produção Mineral - DNPM.
1994 - Pela Lei nº 8.876, o Poder Executivo foi autorizado a instituir como Autarquia o
Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM. Pelo Decreto 1.324, o
Departamento Nacional de Produção Mineral é reformulado organicamente e instituído
como autarquia.
1985- (Nova República)
1985- (Nova República)
 1995 - Através da portaria nº 42, o Ministro de Minas e Energia aprova
1995 - Através da portaria nº 42, o Ministro de Minas e Energia aprova o novo Regimento Interno do
Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM. A CPRM, transformada em empresa pública,
passa a ser considerada o Serviço Geológico do Brasil. Emenda constitucional suprime os
impedimentos ao capital externo na pesquisa e lavra de bens minerais. Outra emenda permite a
contratação de empresas públicas ou privadas na exploração, comércio e transporte de petróleo, gás
natural e outros hidrocarbonetos, o que abranda o monopólio da União no setor.
2000 - O Decreto nº 3.576 aprova a nova Estrutura Regimental, o Quadro Demonstrativo dos Cargos em
Comissão e das Funções Gratificadas do Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM.
2003 - O Decreto nº 4.640, de 21 de março de 2003, DOU de 24/03/2003, aprova a Estrutura
Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do DNPM -
Departamento Nacional de Produção Mineral, e dá outras providências.
2003 - Portaria Nº 385, de 13 de agosto de 2003, DOU de 14 de agosto de 2003 - Aprova o Regimento
Interno do Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM.
2004 - Pela Lei nº 11.046, criação de Carreiras e do Plano Especial de Cargos do Departamento
Nacional de Produção Mineral - DNPM.
PROSPECÇÃO MINERAL Princípios da Legislação Mineral
PROSPECÇÃO MINERAL
Princípios da Legislação Mineral
Legislação
Legislação
 Código da Mineração de 1934  Concessão de lavra por prazo indeterminado  Competência
 Código da Mineração de 1934
 Concessão de lavra por prazo indeterminado
 Competência aos estados para autorização e
fiscalização
aos estados para autorização e fiscalização  Constituição de 1988  100% brasileiro  Emenda

Constituição de 1988

 100% brasileiro
 100% brasileiro
fiscalização  Constituição de 1988  100% brasileiro  Emenda nº 6 de 1995  Aberto
 Emenda nº 6 de 1995  Aberto a capital estrangeiro
Emenda nº 6 de 1995
 Aberto a capital estrangeiro
Aproveitamento, Autorização e Concessão  Propriedade dos Recursos Minerais
Aproveitamento, Autorização e
Concessão
Propriedade dos Recursos Minerais
e Concessão  Propriedade dos Recursos Minerais  Regimes  Autorização e concessão Licenciamento
 Regimes
Regimes
 Propriedade dos Recursos Minerais  Regimes  Autorização e concessão Licenciamento Lavra
 Propriedade dos Recursos Minerais  Regimes  Autorização e concessão Licenciamento Lavra
 Propriedade dos Recursos Minerais  Regimes  Autorização e concessão Licenciamento Lavra

Autorização e concessão Licenciamento Lavra Garimpeira Extração

  
Recursos Minerais  Regimes  Autorização e concessão Licenciamento Lavra Garimpeira Extração   
Fases
Fases
Fases Requerimento de pesquisa  Autorização de pesquisa   2 a 3 anos dependendo do

Requerimento de pesquisa Autorização de pesquisa

Requerimento de pesquisa  Autorização de pesquisa   2 a 3 anos dependendo do bem

Requerimento de pesquisa  Autorização de pesquisa   2 a 3 anos dependendo do bem
 2 a 3 anos dependendo do bem mineral  Requerimento de Lavra  Um
 2 a 3 anos dependendo do bem mineral
Requerimento de Lavra
 Um ano após aprovação do relatório final
do bem mineral  Requerimento de Lavra  Um ano após aprovação do relatório final 

Concessão de Lavra

do bem mineral  Requerimento de Lavra  Um ano após aprovação do relatório final 
do bem mineral  Requerimento de Lavra  Um ano após aprovação do relatório final 
Requisitos e Documentação  Área livre
Requisitos e Documentação
Área livre
Requisitos e Documentação  Área livre  Requerente: Pessoa física ou jurídica  Documentação e

Requerente: Pessoa física ou jurídica

Área livre  Requerente: Pessoa física ou jurídica  Documentação e procedimento  Artigo 16 do
 Documentação e procedimento
Documentação e procedimento
física ou jurídica  Documentação e procedimento  Artigo 16 do código mineral  Bloqueio: Área

Artigo 16 do código mineral

e procedimento  Artigo 16 do código mineral  Bloqueio: Área de utilidade pública; Área das
 Bloqueio: Área de utilidade pública; Área das forças armadas; Aeroporto; Área de proteção ambiental
 Bloqueio: Área de utilidade pública; Área das forças
armadas; Aeroporto; Área de proteção ambiental
Requerimento de Lavra
Requerimento de Lavra
Requerimento de Lavra  Requerente: pessoa jurídica  Documentos:     Plano de aproveitamento


Requerente: pessoa jurídica Documentos:

de Lavra  Requerente: pessoa jurídica  Documentos:     Plano de aproveitamento econômico
de Lavra  Requerente: pessoa jurídica  Documentos:     Plano de aproveitamento econômico
de Lavra  Requerente: pessoa jurídica  Documentos:     Plano de aproveitamento econômico
   

Plano de aproveitamento econômico Projetos ou anteprojetos referente a dinâmica da mina

Projetos ou anteprojetos referente a dinâmica da mina  Plano de resgate e salvamento Plano de
 Plano de resgate e salvamento
Plano de resgate e salvamento
a dinâmica da mina  Plano de resgate e salvamento Plano de controle dos impactos ambientais

Plano de controle dos impactos ambientais Plano de fechamento de mina

controle dos impactos ambientais Plano de fechamento de mina  Licença de instalação pela Feema 
 Licença de instalação pela Feema  Iniciar em 6 meses após a concessão
Licença de instalação pela Feema
Iniciar em 6 meses após a concessão
Regimes
Regimes
 CFEM – Contribuição financeira pela exploração mineral  DNPM  Autorização de pesquisa 
CFEM – Contribuição financeira pela exploração mineral
DNPM
Autorização de pesquisa
Concessão de lavra
 Autorização de pesquisa  Concessão de lavra Licenciamento (conjunto a Prefeitura Municipal) Lavra

Licenciamento (conjunto a Prefeitura Municipal) Lavra Garimpeira

 
(conjunto a Prefeitura Municipal) Lavra Garimpeira    Extração (Federais, Estaduais e Municipais)
 Extração (Federais, Estaduais e Municipais)
Extração (Federais, Estaduais e Municipais)
Licenciamento
Licenciamento
 Objetivo:  Registrar no DNPM licença expedida pela prefeitura do município  Área 50
Objetivo:
Registrar no DNPM licença expedida pela prefeitura do município
Área 50 hectares
Campo de atuação
Prazos
A partir da data de expedição
Menor prazo dentre: municipal; proprietário e órgão público
 Renovação
30
dias
antes
do
vencimento
(não
pode
haver
descontinuidades)
Deveres
Deveres
 Recolher CFEM  Pagar indenização ao proprietário  Responder pelos danos ao meio ambiente
Recolher CFEM
Pagar indenização ao proprietário
Responder pelos danos ao meio ambiente
 Apresentar
relatório
simplificado
das
atividades ao DNPM
ESTÁGIOS
ESTÁGIOS
Investimento
Investimento
 Comprovação da existência, dimensionamento da jazida;  Aproveitamento econômico  Impactos Ambientais
 Comprovação da existência,
dimensionamento da jazida;
Aproveitamento econômico
Impactos Ambientais
Plano de aproveitamento econômico
Plano de aproveitamento
econômico
Método de mineração
Método de mineração
Beneficiamento
Beneficiamento
Dimensionamento de equipamentos e de pessoal
Dimensionamento de equipamentos e de pessoal
Sistema de transporte
Sistema de transporte

Energiade equipamentos e de pessoal Sistema de transporte Abastecimento de água Higiene da Mina  Moradia

Abastecimento de água
Abastecimento de água
Higiene da Mina  Moradia  Impacto Ambiental  Fechamento da Mina  Plano de
Higiene da Mina
Moradia
Impacto Ambiental
Fechamento da Mina
Plano de Emergência
Estudos ambientais
Estudos ambientais
 Empreendimento pequeno  Relatório de impacto RCA e PCA  Empreendimento médio e grande
Empreendimento pequeno
Relatório de impacto RCA e PCA
Empreendimento médio e grande
EIA e RIMA
 PRAD (Plano de recuperação de área
degradada)
Implantação da Mina
Implantação da Mina
 Montagem e operação  Licenciamento  Cuidados com controle operacional de todo o ciclo
Montagem e operação
Licenciamento
 Cuidados com controle operacional de
todo o ciclo de produção
Águas Minerais  Comissão de Crenologia
Águas Minerais
Comissão de Crenologia
Águas Minerais  Comissão de Crenologia  Propriedade medicamentosa da água Membros: DNPM; Anvisa; Sociedade

Propriedade medicamentosa da água

de Crenologia  Propriedade medicamentosa da água Membros: DNPM; Anvisa; Sociedade Brasileira de Termoalismo
de Crenologia  Propriedade medicamentosa da água Membros: DNPM; Anvisa; Sociedade Brasileira de Termoalismo

Membros: DNPM; Anvisa; Sociedade Brasileira de Termoalismo

Membros: DNPM; Anvisa; Sociedade Brasileira de Termoalismo   Estâncias hidrominerais  Infraestrutura para

 Estâncias hidrominerais  Infraestrutura para turismo; Laboratório para análise; diversos tipos de água;
Estâncias hidrominerais
 Infraestrutura para turismo; Laboratório para análise;
diversos tipos de água; porto meteorológico; fontes; locais
de banho; medico para orientação
etc
Diamante
Diamante
 Implantado no Brasil em 2003, o Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (SCPK)
 Implantado no Brasil em 2003, o Sistema de Certificação do Processo de
Kimberley (SCPK) é um mecanismo internacional que visa evitar que
diamantes ilegais possam financiar conflitos armados e desacreditar o
mercado legítimo de diamantes brutos. Para atender aos objetivos do
SCPK, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) instituiu o
monitoramento e o controle do comércio e da produção de diamantes
brutos em território nacional por meio do Cadastro Nacional do Comércio
de Diamantes (CNCD) e do Relatório de Transações Comerciais (RTC).
 O sistema CNCD visa o cadastramento de produtores e comerciantes de
diamantes brutos em território nacional, o controle das declarações de
produção e venda no mercado interno e o gerenciamento dos
requerimentos de Certificado do Processo de Kimberley (CPK).