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Existem situaes complicadas que obrigam pessoas inocentes a

recomear uma nova vida. este o caso da multido que aparece na


imagem. Esta multido, partida, sem ter para onde ir, resultado da fuga
do conflito no seu pas: a guerra civil, na Sria. Trata-se de uma crise
humanitria que requer que ponhamos em prtica os princpios ticos que
defendemos, no esquecendo a situao e condio do pas que se
interessa em ajudar.
Primeiramente, a meu ver, esta situao no passa de uma injustia
para os pases que nada tm a ver com este conflito. Pases como Portugal,
por exemplo, no se encontram em condies financeiras para receber uma
quantidade exorbitante de refugiados. certo que estas pessoas precisam
de muita ajuda, mas h que olhar condio da nao, antes de oferecer
acolhimento. Existem, atualmente, tantos sem-abrigo que lutam uma vida
inteira para conseguir uma vida estvel, mas nunca recebem ajuda do
governo. No seria mais justo apoiar os nativos e, s depois, perceber se h
margem para prestar ajuda aos de fora?
Por outro lado, estes refugiados no deixam de ser seres humanos,
merecedores de uma vida to estvel como a nossa. facto que h sempre
quem ache que os srios no merecem ajuda. Mas e se, um dia, formos ns
a precisar de acolhimento? Para entender a situao, h uma certa
necessidade de nos pormos no lugar dos que hoje so refugiados e perceber
que, caso fossemos ns a passar por uma situao semelhante, tambm
gostaramos que nos estendessem a mo, a fim de prestar socorro.
Assim, facto que estas pessoas tm de ser ajudadas,
preferencialmente por pases que tenham maior margem para acudir os que
vm de fora, isto , no privilegiar os de fora e esquecer que existem
nativos a precisar de ajuda, provocando uma situao injusta. No final de
contas, os refugiados, como j referi, so seres humanos e devem ser
ajudados, mas, na minha opinio, ningum pode dar mais que aquilo que
tem.