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Ortóptica e Ciências da Visão

Ortóptica e Ciências da Visão Módulo: Ortóptica I – Fisiologia da Visão Binocular e Ambliopia Material

Módulo: Ortóptica I Fisiologia da Visão Binocular e Ambliopia

Material Didático: Músculos Extrínsecos Oculares: nomenclatura e inervação

Profa. Viviam Kazue Andó Vianna Secin Mini Currículo Doutora e Mestre em Educação pelo Programa
Profa. Viviam Kazue Andó Vianna Secin Mini Currículo Doutora e Mestre em Educação pelo Programa

Profa. Viviam Kazue Andó Vianna Secin

Profa. Viviam Kazue Andó Vianna Secin Mini Currículo Doutora e Mestre em Educação pelo Programa de

Mini Currículo

Doutora e Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PROPED/UERJ). Graduada em Ortóptica pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR). Especialista em Neurofisiologia e em Educação Psicomotora pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR). Formação em Posturologia Método Bricot pelo Colège International de Étude de la Statique (CIES/SP).

Experiência como docente (1994-2013) e coordenadora (1997-2013) do Curso Superior de Ortóptica do

IBMR. Experiência clínica há mais de 20 anos na área de Ortóptica

Ortóptica (CBORT), tendo exercido o cargo de Coordenadora da Comissão Científica (2000-2010).

Membro do Conselho Brasileiro de

EMENTA:

EMENTA: Os estudantes da Pós-Graduação serão apresentados aos fundamentos teóricos da Morfologia, Fisiologia da

Os estudantes da Pós-Graduação serão apresentados aos fundamentos teóricos da Morfologia, Fisiologia da Visão Binocular e aos conceitos relacionados aos aspectos introdutórios da Semiologia Ortóptica: conceitos de Percepção Simultânea Retiniana, Fusão Binocular, Estereopsia e Correspondência Sensorial Retiniana. Serão discutidos temas relacionados às Leis Inervacionais

aplicadas ao sistema oculomotor. O controle vergencial e suas disfunções, o controle acomodativo

e suas disfunções, aos principais distúrbios sensoriais da visão binocula. Aspectos ortópticos semiológicos específicos. Conceito de Ambliopia, sua classificação e estratégias terapêuticas principais.

OBJETIVO GERAL:

Conhecer os fundamentos teóricos da Morfologia e da Fisiologia da Visão Binocular aplicados ao estudo da Semiologia Ortóptica.

CONHECIMENTO – Ao final desse módulo você deverá conhecer • O sistema binocular em seus

CONHECIMENTO Ao final desse módulo você deverá conhecer

– Ao final desse módulo você deverá conhecer • O sistema binocular em seus aspectos anatômicos

O sistema binocular em seus aspectos anatômicos e fisiológicos.

Os principais elementos da Semiologia Ortóptica (sensorial e motora).

elementos da Semiologia Ortóptica (sensorial e motora). COMPETÊNCIAS – Ao final desse módulo você deverá ser

COMPETÊNCIAS Ao final desse módulo você deverá ser capaz de

Reconhecer as estruturas anatômicas, a fisiologia básica e as principais disfunções do sistema binocular.

Realizar testes sensoriais e motores oculares básicos da Semiologia Ortóptica.

e motores oculares básicos da Semiologia Ortóptica. ATITUDE – Ao final desse módulo você deverá ter

ATITUDE Ao final desse módulo você deverá ter mudado sua atitude para:

. Empreender estudos semiológicos básicos da área de saúde visual ortóptica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução à conteúdos teórico-práticos relacionados à Fisiologia da Visão Monocular e
Introdução à conteúdos teórico-práticos relacionados à Fisiologia da Visão Monocular e Binocular e da Semiologia
Introdução à conteúdos teórico-práticos relacionados à Fisiologia da Visão Monocular e
Binocular e da Semiologia Ortóptica: os músculos extrínsecos e intrínsecos oculares
(anatomia, inervações e ações), os 3 Eixos de Fick, as rotações oculares (duções) e binoculares
(versões e vergências), Leis inervacionais de Sherrington e de Hering, conceito de Horóptero e
a Diplopia Fisiológica, conceito de Área fusional de Panum, conceito de correspondência
sensorial retiniana, estereopsia, controles vergenciais binoculares, controles acomodativos
binoculares.
Distúrbios vergenciais, acomodativos e sensoriais binoculares: diplopia, supressão, correspondência sensorial anômala
Distúrbios vergenciais, acomodativos e sensoriais binoculares: diplopia, supressão,
correspondência sensorial anômala e a fixação excêntrica.
Definição do conceito de Ambliopia e sua classificação: estrabísmica, anisometrópica, exanópsica, por altas
Definição do conceito de Ambliopia e sua classificação: estrabísmica, anisometrópica,
exanópsica, por altas ametropias. Estratégias terapêuticas em Ambliopia. Discussão e
aspectos práticos semiológicos ortópticos: testes de duções e versões, Luzes de Worth,
Vidros estriados de Bagolini, Ponto Próximo de Convergência, Ponto Próximo de Acomodação,
Estereoteste de Titmus e Frisby).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Básica
Básica
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Básica ALVES, Milton Ruiz (Org.). BICAS, Harley E. A.; SOUZA-DIAS, Carlos R. ; ALMEIDA,
ALVES, Milton Ruiz (Org.). BICAS, Harley E. A.; SOUZA-DIAS, Carlos R. ; ALMEIDA, Henderson C
ALVES, Milton Ruiz (Org.). BICAS, Harley E. A.; SOUZA-DIAS, Carlos R. ; ALMEIDA, Henderson C
Oftalmologia Brasileira. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2013.
ESTRABISMO. CBO - Série
SOUZA-DIAS, Carlos Ramos; GOLDCHMIT, Mauro. OS ESTRABISMOS: teoria e casos comentados. Rio de Janeiro: Cultura
SOUZA-DIAS, Carlos Ramos; GOLDCHMIT, Mauro. OS ESTRABISMOS: teoria e casos comentados. Rio de Janeiro: Cultura Médica:
Guanabara Koogan, 2011.
YAMANE, Riutiro. SEMIOLOGIA OCULAR. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Cultura Médica,2008
YAMANE, Riutiro. SEMIOLOGIA OCULAR. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Cultura Médica,2008
Complementar
Complementar
DIAZ, Julio Prieto; DIAS, Carlos Souza. ESTRABISMO. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2009.
DIAZ, Julio Prieto; DIAS, Carlos Souza. ESTRABISMO. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2009.
SECIN, V.K.A.V.; Pfeiffer, M.L. (Orgs) CADERNOS DE ORTÓPTICA. Goiânia: Ed,PUC, 2009.
SECIN, V.K.A.V.; Pfeiffer, M.L. (Orgs) CADERNOS DE ORTÓPTICA. Goiânia: Ed,PUC, 2009.
VON NOORDEN, G K. BINOCULAR VISION AND OCULAR MOTILITY. Theory and Management of Strabismus. 5
VON NOORDEN, G K. BINOCULAR VISION AND OCULAR MOTILITY. Theory and Management of Strabismus. 5 th Ed. St Louis:
Mosby, 1996.
AULA 03:
AULA 03:
Objetivos: “Entender e Aplicar”
Objetivos: “Entender e Aplicar”
AULA 03: Objetivos: “Entender e Aplicar” - Compreender diferentes conceitos relacionados ao estudo das principais
- Compreender diferentes conceitos relacionados ao estudo das principais alterações da visão binocular (diplopia,
- Compreender diferentes conceitos relacionados ao estudo das principais alterações da
visão binocular (diplopia, confusão sensorial, supressão, correspondência anômala
retiniana, fixação excêntrica,
- Conhecer e aplicar testes específicos ortópticos empregados na avaliação das alterações da visão binocular
- Conhecer e aplicar testes específicos ortópticos empregados na avaliação das alterações
da visão binocular estudadas.
Metodologia:
Metodologia:
- Emprego de metodologias ativas de aprendizagem (aula expositive dialogada e aula prática de aplicação
- Emprego de metodologias ativas de aprendizagem (aula expositive dialogada e aula
prática de aplicação conceitual por meio de testes ortópticos específicos em equipe e
elaboração de cartões de procedimentos ortópticos para avaliação e nota)
TEMAS DA AULA 03: DISTÚRBIOS DA VISÃO BINOCULAR
TEMAS DA AULA 03: DISTÚRBIOS DA VISÃO BINOCULAR
1. Diplopia Fisiológica e Diplopia Patológica
1. Diplopia Fisiológica e Diplopia Patológica
2. Confusão Sensorial
2. Confusão Sensorial
3. Supressão Sensorial
3. Supressão Sensorial
4. Correspondência Sensorial Anômala
4. Correspondência Sensorial Anômala
Supressão Sensorial 4. Correspondência Sensorial Anômala 5. Recursos antissupressivos: queiroscópio, baralho e tela
5. Recursos antissupressivos: queiroscópio, baralho e tela de leitura dissociantes
5.
Recursos antissupressivos: queiroscópio, baralho e tela de leitura dissociantes
Retomando conceitos…
Retomando conceitos…
Retomando conceitos… http://speedoox.com/index.php?page=search/images&search=what+is+binocular+vi

http://speedoox.com/index.php?page=search/images&search=what+is+binocular+vi

sion&type=images

Binocularidade e Monocularidade
Binocularidade e Monocularidade
Binocularidade e Monocularidade Fixação Binocular: quando as duas linhas de direção principais (Ff e Ff’) se
Fixação Binocular: quando as duas linhas de direção principais (Ff e Ff’) se interceptam no
Fixação Binocular: quando as duas linhas de direção principais (Ff e Ff’) se
interceptam no ponto de fixação (F).
Fixação Monocular: se somente uma delas intercepta o ponto de fixação (F).
Fixação Monocular:
se somente uma delas intercepta o ponto de fixação (F).
ponto de fixação (F). Fixação Monocular: se somente uma delas intercepta o ponto de fixação (F).
Von Noorden, p.10
Von Noorden, p.10
Correspondência Retiniana
Correspondência Retiniana
Correspondência Retiniana - As áreas correspondentes retinianas possuem direção visual subjetiva comum. - Cada área
Correspondência Retiniana - As áreas correspondentes retinianas possuem direção visual subjetiva comum. - Cada área
- As áreas correspondentes retinianas possuem direção visual subjetiva comum.
- As áreas correspondentes retinianas possuem
direção visual subjetiva comum.
- Cada área retiniana de um olho possui uma área correspondente no olho contralateral com
- Cada área retiniana de um olho possui uma
área correspondente no olho contralateral com
direção visual relativa subjetiva comum.
- Todas as demais áreas retinianas são díspares ou não-correspondentes em relação a esse ponto
- Todas as demais áreas retinianas são díspares
ou não-correspondentes em relação a esse ponto
retiniano.

http://pt.slideshare.net/GauriSShrestha/sensory-evaluation-of-strabismus-37326027

Conceito de Fusão
Conceito de Fusão
Conceito de Fusão A correspondência sensorial é a base para a visão binocular. Fusão Binocular é
Conceito de Fusão A correspondência sensorial é a base para a visão binocular. Fusão Binocular é
A correspondência sensorial é a base para a visão binocular.
A correspondência sensorial é a base para a
visão binocular.
Fusão Binocular é a unificação das excitações visuais das imagens retinianas correspondentes em uma percepção
Fusão Binocular é a unificação das
excitações visuais das imagens retinianas
correspondentes em uma percepção visual
única, graças a um mecanismo cibernético
sensoriomotor (reflexo de fusão).
Von Noorden, p.13; Dias & Goldschimit, p.76
Von Noorden, p.13;
Dias & Goldschimit, p.76

http://pt.slideshare.net/GauriSShrestha/sensory-evaluation-of-strabismus-37326027

Requisitos para a Fusão Sensorial
Requisitos para a Fusão Sensorial
Requisitos para a Fusão Sensorial A fusão sensorial é um processo central, atribuído aos centros visuais
Requisitos para a Fusão Sensorial A fusão sensorial é um processo central, atribuído aos centros visuais
A fusão sensorial é um processo central, atribuído aos centros visuais no cérebro.
A fusão sensorial é um processo central, atribuído
aos centros visuais no cérebro.
Requisitos:
Requisitos:
-Adequada coordenação binocular (circuitos oculomotores) -Correspondência sensorial retiniana - Imagens similares em
-Adequada coordenação binocular (circuitos
oculomotores)
-Correspondência sensorial retiniana
- Imagens similares em tamanho, brilho e forma.

http://pt.slideshare.net/GauriSShrestha/sensory-evaluation-of-strabismus-37326027

Aspectos motores da Fusão
Aspectos motores da Fusão
Aspectos motores da Fusão “A fusão motora se refere à habilidade de se realizar o alinhamento
Aspectos motores da Fusão “A fusão motora se refere à habilidade de se realizar o alinhamento
“A fusão motora se refere à habilidade de se realizar o alinhamento dos olhos ,
“A fusão motora se refere à habilidade de se
realizar o alinhamento dos olhos , de modo a
manter a fusão sensorial”.
O estímulo para a realização dos movimentos fusionais dos olhos é a disparidade retiniana (fora
O estímulo
para
a
realização
dos
movimentos fusionais dos
olhos
é
a
disparidade retiniana (fora da área fusional
de Panum).
Von Noorden, p.13

http://pt.slideshare.net/GauriSShrestha/sensory-evaluation-of-strabismus-37326027

Fenômeno sensorial e motor da Fusão
Fenômeno sensorial e motor da Fusão
Fenômeno sensorial e motor da Fusão “A fusão sensorial é determinada pela retina central (fóvea), enquanto
Fenômeno sensorial e motor da Fusão “A fusão sensorial é determinada pela retina central (fóvea), enquanto
“A fusão sensorial é determinada pela retina central (fóvea), enquanto a fusão motora é uma
“A fusão sensorial é determinada pela retina
central (fóvea), enquanto a fusão motora é
uma função exclusiva da retina extrafoveal
periférica.”
Na fusão motora, os olhos se movimentam em sentidos opostos (movimentos vergenciais fusionais).
Na fusão motora, os olhos se movimentam
em sentidos opostos (movimentos
vergenciais fusionais).
Von Noorden, p.13
Von Noorden, p.13

http://pt.slideshare.net/GauriSShrestha/sensory-evaluation-of-strabismus-37326027

http://www.vision3d.com/stereo.html ESTEREOPSIA A estereopsia ocorre em condições de estimulação simultânea de

http://www.vision3d.com/stereo.html

ESTEREOPSIA
ESTEREOPSIA
http://www.vision3d.com/stereo.html ESTEREOPSIA A estereopsia ocorre em condições de estimulação simultânea de
A estereopsia ocorre em condições de estimulação simultânea de elementos retinianos díspares horizontalmente.
A estereopsia ocorre em condições de
estimulação simultânea de elementos
retinianos díspares horizontalmente.
Disparidade vertical não produz estereopsia perceptível ao ser humano.
Disparidade vertical não produz estereopsia
perceptível ao ser humano.
Von Noorden, p.23
Von Noorden, p.23
Área Fusional de Panum
Área Fusional de Panum
Área Fusional de Panum Objetos que recaem nessa área são vistos em imagem binocular única e

Objetos que recaem nessa área são vistos em imagem binocular única e

tridimensional (imagem estereoscópica).

nessa área são vistos em imagem binocular única e tridimensional (imagem estereoscópica). Ref. Von Noorden, p.21

Ref. Von Noorden, p.21

Retomando o curso do módulo
Retomando o curso do módulo
“Um começo trabalhoso leva a um final proveitoso.” John Heywood
“Um começo trabalhoso leva a um final proveitoso.”
John Heywood
do módulo “Um começo trabalhoso leva a um final proveitoso.” John Heywood http://i-menthor.com.br/ajuste-a-rota/

http://i-menthor.com.br/ajuste-a-rota/

Diplopia Fisiológica e Diplopia Patológica
Diplopia Fisiológica e Diplopia Patológica
Diplopia Fisiológica e Diplopia Patológica http://www.stantonoptical.com/blog/diplopia-equals-double-vision/

http://www.stantonoptical.com/blog/diplopia-equals-double-vision/

Diplopia Fisiológica
Diplopia Fisiológica
Diplopia Fisiológica Ref. Von Noorden, p. 20
Diplopia Fisiológica Ref. Von Noorden, p. 20

Ref. Von Noorden, p. 20

Vamos retestar nossa percepção da Diplopia Fisiológica?
Vamos retestar nossa percepção da
Diplopia Fisiológica?
Vamos retestar nossa percepção da Diplopia Fisiológica?
Vamos retestar nossa percepção da Diplopia Fisiológica?

http://dejavubytati.blogspot.com.br/2011/08/parada-obrigatoria-volta-esperada.html

PAUSA PARA ATIVIDADE PRÁTICA: Diplopia Fisiológica Ref. Von Noorden, p. 20
PAUSA PARA ATIVIDADE PRÁTICA:
PAUSA PARA ATIVIDADE PRÁTICA:
PAUSA PARA ATIVIDADE PRÁTICA: Diplopia Fisiológica Ref. Von Noorden, p. 20
Diplopia Fisiológica
Diplopia Fisiológica
PAUSA PARA ATIVIDADE PRÁTICA: Diplopia Fisiológica Ref. Von Noorden, p. 20
PAUSA PARA ATIVIDADE PRÁTICA: Diplopia Fisiológica Ref. Von Noorden, p. 20

Ref. Von Noorden, p. 20

http://oftalmo2012.blogspot.com.br/2012_07_01_archive.html

Von Noorden, p. 20 http://oftalmo2012.blogspot.com.br/2012_07_01_archive.html https://www.youtube.com/watch?v=BO3fiT3WeU4

https://www.youtube.com/watch?v=BO3fiT3WeU4

Retomando os conceitos…
Retomando os
conceitos…
Retomando os conceitos…

http://www.careerbuilder.ca/blog/2014/07/22/how-to-go-back-to-work-after-a-long-leave-of-absence/

TIPOLOGIA BÁSICA DOS ESTRABISMOS (Horizontais e Verticais)
TIPOLOGIA BÁSICA DOS ESTRABISMOS
(Horizontais e Verticais)
TIPOLOGIA BÁSICA DOS ESTRABISMOS (Horizontais e Verticais) http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

Método Básico de Avaliação de Estrabismos
Método Básico de Avaliação de Estrabismos
TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Método Básico de Avaliação de Estrabismos TESTE DE HIRSCHBERG http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Avaliação do alinhamento binocular e/ou estrabismo, sendo útil em casos específicos:
Avaliação do alinhamento binocular e/ou estrabismo,
sendo útil em casos específicos:
- Pacientes com pouca cooperação ou que têm dificuldade de manter a fixação sustentada no
- Pacientes com pouca cooperação ou que têm dificuldade de manter a fixação
sustentada no tempo (ex: crianças pequenas).
- Pacientes com cegueira ou baixa visão em um dos olhos
TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Baseado na observação do Reflexo Corneano à Luz (1 a Imagem de Purkinje) Ref. Von
Baseado na observação do Reflexo Corneano à Luz (1 a Imagem de Purkinje)
Ref. Von Noorden, p. 180
do Reflexo Corneano à Luz (1 a Imagem de Purkinje) Ref. Von Noorden, p. 180 http://www.diku.dk/~panic/eyegaze/node9.html

http://www.diku.dk/~panic/eyegaze/node9.html

TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Baseado na observação do Reflexo Corneano à Luz (1 a Imagem de Purkinje) Ref. Von
Baseado na observação do Reflexo Corneano à Luz (1 a Imagem de Purkinje)
Ref. Von Noorden, p. 180
à Luz (1 a Imagem de Purkinje) Ref. Von Noorden, p. 180 https://www.youtube.com/watch?v=pBJcvahjn1E

https://www.youtube.com/watch?v=pBJcvahjn1E

Ref. Von Noorden, p. 180 https://www.youtube.com/watch?v=pBJcvahjn1E http://www.ophthobook.com/chapters/pediatrics

http://www.ophthobook.com/chapters/pediatrics

TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Se baseia na premissa de que 1mm de descentração do reflexo corneano à luz corresponde
Se baseia na premissa de que 1mm de
descentração do reflexo corneano à luz
corresponde a aproximadamente 7 graus
ou a 15 Dp de um desvio do eixo visual.
corresponde a aproximadamente 7 graus ou a 15 Dp de um desvio do eixo visual. http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Se ambos os reflexos estão centralizados: não há desalinhamento binocular .
Se ambos os reflexos estão centralizados: não há desalinhamento binocular .
Se ambos os reflexos estão centralizados: não há desalinhamento binocular . http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Exemplo 1: Paciente com reflexo em OE localizado na margem pupilar (± 2mm do centro
Exemplo 1: Paciente com reflexo em OE localizado na margem pupilar (± 2mm do centro
de uma pupila de ± 4mm ) possui um desvio ocular de ± 15 o ou ± 30 Dp.
de ± 4mm ) possui um desvio ocular de ± 15 o ou ± 30 Dp.

http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

Onde na margem pupilar? . Temporal: Esodesvio de OE de ± 15 o ou ±
Onde na margem pupilar?
. Temporal: Esodesvio de OE de ± 15 o ou ± 30 Dp
. Superior: Hipodesvio de OE
. . Nasal: Exodesvio de OE Inferior: Hiperdesvio de OE
.
. Nasal: Exodesvio de OE
Inferior: Hiperdesvio de OE
TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Exemplo 1: Paciente com reflexo localizado no meio da Íris (± 4mm do centro de
Exemplo 1: Paciente com reflexo localizado no meio da Íris (± 4mm do centro de uma
pupila de ± 4mm ) possui um desvio ocular de ± 30 o ou ± 60 Dp.
de ± 4mm ) possui um desvio ocular de ± 30 o ou ± 60 Dp.

http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

Onde no meio da Íris? . Temporal: Esodesvio de OE de ± 30 o ou
Onde no meio da Íris?
. Temporal: Esodesvio de OE de ± 30 o ou ± 60 Dp
. Superior: Hipodesvio de OE
. Nasal: Exodesvio de OE . Inferior: Hiperdesvio de OE
.
Nasal: Exodesvio de OE
.
Inferior: Hiperdesvio de OE
TESTE DE HIRSCHBERG
TESTE DE HIRSCHBERG
Exemplo 3: paciente com reflexo localizado junto ao limbo, possui um desvio ocular de ±
Exemplo 3: paciente com reflexo localizado junto ao limbo, possui um desvio ocular
de ± 45 o ou ± 90 Dp.
ao limbo, possui um desvio ocular de ± 45 o ou ± 90 Dp. http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2 Onde

http://www.aao.org/image/hirschberg-test-2

Onde no limbo? . Temporal: Esodesvio de OE de ± 30 o ou ± 60
Onde no limbo?
. Temporal: Esodesvio de OE de ± 30 o ou ± 60 Dp
. Superior: Hipodesvio de OE
. . Nasal: Exodesvio de OE Inferior: Hiperdesvio de OE
.
.
Nasal: Exodesvio de OE
Inferior: Hiperdesvio de OE
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens? http://www.allaboutvision.com/conditions/strabismus.htm

http://www.allaboutvision.com/conditions/strabismus.htm

http://www.allaboutvision.com/conditions/strabismus.htm

http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/Humphriss+immediate+contrast+test

Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens? http://www.allaboutvision.com/conditions/strabismus.htm OE: reflexo no

http://www.allaboutvision.com/conditions/strabismus.htm

OE: reflexo no bordo pupilar nasal Exodesvio ± 15 o ou ± 30 Dp
OE: reflexo no bordo pupilar nasal
Exodesvio ± 15 o ou ± 30 Dp
no bordo pupilar nasal Exodesvio ± 15 o ou ± 30 Dp

http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/Humphriss+immediate+contrast+test

OE: reflexo no meio da Íris, à temporal, Esodesvio de ± 30 o ou ±
OE: reflexo no meio da Íris, à temporal,
Esodesvio de ± 30 o ou ± 60 Dp
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens? http://pedsinreview.aappublications.org/content/34/3/126

http://pedsinreview.aappublications.org/content/34/3/126

http://pedsinreview.aappublications.org/content/34/3/126

http://www.gponline.com/basics-strabismus/ophthalmology/article/1055827

Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens? http://pedsinreview.aappublications.org/content/34/3/126 OE: reflexo no

http://pedsinreview.aappublications.org/content/34/3/126

OE: reflexo no meio da Íris, à nasal, Exodesvio de ± 30 o ou ±
OE: reflexo no meio da Íris, à nasal,
Exodesvio de ± 30 o ou ± 60 Dp
meio da Íris, à nasal, Exodesvio de ± 30 o ou ± 60 Dp

http://www.gponline.com/basics-strabismus/ophthalmology/article/1055827

OE: reflexo no bordo pupilar, à temporal, Esodesvio ± 15 o ou ± 30 Dp
OE: reflexo no bordo pupilar, à temporal,
Esodesvio ± 15 o ou ± 30 Dp
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens? http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2352

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2352

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2352

Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens?
Teste de Hirschberg: o que sugerem as imagens? http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2352 OD: reflexo

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2352

OD: reflexo no bordo pupilar superior , Hipodesvio de ± 15 o ou ± 30
OD: reflexo no bordo pupilar superior ,
Hipodesvio de ± 15 o ou ± 30 Dp
bordo pupilar superior , Hipodesvio de ± 15 o ou ± 30 Dp

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2352

OE: reflexo no bordo pupilar inferior Hiperdesvio de ± 15 o ou ± 30 Dp
OE: reflexo no bordo pupilar inferior
Hiperdesvio de ± 15 o ou ± 30 Dp
TESTE DE KRIMSKY (Prism Reflex Test) Von Noorden, p. 181
TESTE DE KRIMSKY (Prism Reflex Test)
Von Noorden, p. 181
Método de estimativa do tamanho do desvio, útil em pacientes cegos em um dos olhos
Método de estimativa do tamanho do desvio,
útil em pacientes cegos em um dos olhos ou amblíopes profundos.
útil em pacientes cegos em um dos olhos ou amblíopes profundos. http://www.aao.org/SearchResults.aspx?q=Krimsky%20test

http://www.aao.org/SearchResults.aspx?q=Krimsky%20test

TESTE DE KRIMSKY (Prism Reflex Test) Von Noorden, p. 181
TESTE DE KRIMSKY (Prism Reflex Test)
Von Noorden, p. 181
O examinador se posiciona em frente ao olho desviado para evitar o efeito de paralaxe.
O examinador se posiciona em frente ao olho desviado para evitar o efeito de
paralaxe.
Prismas são antepostos no olho fixador até conseguir a centralização do reflexo luminoso no olho
Prismas são antepostos no olho fixador até conseguir a centralização do
reflexo luminoso no olho desviado.
conseguir a centralização do reflexo luminoso no olho desviado. http://www.aao.org/SearchResults.aspx?q=Krimsky%20test

http://www.aao.org/SearchResults.aspx?q=Krimsky%20test

Conhecida a tipologia básica dos estrabismos, retomemos os conceitos…
Conhecida a tipologia básica dos estrabismos,
retomemos os conceitos…
Conhecida a tipologia básica dos estrabismos, retomemos os conceitos… http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

Diplopia Patológica (associada aos estrabismos)
Diplopia Patológica
(associada aos estrabismos)
Diplopia Horizontal
Diplopia Horizontal
Patológica (associada aos estrabismos) Diplopia Horizontal https://en.wikipedia.org/wiki/Diplopia Diplopia Vertical

https://en.wikipedia.org/wiki/Diplopia

Diplopia Vertical
Diplopia Vertical
Diplopia Horizontal https://en.wikipedia.org/wiki/Diplopia Diplopia Vertical http://nicetoview.blogfa.com/cat-12.aspx

http://nicetoview.blogfa.com/cat-12.aspx

Diplopia Patológica Torcional (associada aos estrabismos torcionais)
Diplopia Patológica Torcional
(associada aos estrabismos torcionais)
Patológica Torcional (associada aos estrabismos torcionais) https://twitter.com/mattweedmd/status/614261815770529792

https://twitter.com/mattweedmd/status/614261815770529792

Diplopia Patológica (associada aos estrabismos)
Diplopia Patológica (associada aos estrabismos)
Diplopia Patológica (associada aos estrabismos) http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

http://www.improveeyesighthq.com/strabismus.html

http://www.stantonoptical.com/blog/diplopia-equals-double-vision/

Esodesvio (OD): diplopia homônima
Esodesvio (OD): diplopia homônima
Esodesvio (OD): diplopia homônima http://www.slideshare.net/Dottoretpchhangte/sensory-evaluation-of-squint

http://www.slideshare.net/Dottoretpchhangte/sensory-evaluation-of-squint

Exodesvio (OD): diplopia cruzada
Exodesvio (OD): diplopia cruzada
Exodesvio (OD): diplopia cruzada http://www.slideshare.net/Dottoretpchhangte/sensory-evaluation-of-squint

http://www.slideshare.net/Dottoretpchhangte/sensory-evaluation-of-squint

Estrabismos Verticais e Torcionais
Estrabismos Verticais e Torcionais
Como será a diplopia a eles associada?
Como será a diplopia a eles associada?
e Torcionais Como será a diplopia a eles associada?

http://www.todaletra.com.br/2012/09/sexta-sem-duvida-estaessa/

CONFUSÃO SENSORIAL
CONFUSÃO
SENSORIAL
CONFUSÃO SENSORIAL http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

DIPLOPIA E CONFUSÃO SENSORIAL
DIPLOPIA E CONFUSÃO SENSORIAL

Esodesvio em OD

Diplopia

Homônima

Confusão

SENSORIAL Esodesvio em OD Diplopia Homônima Confusão Casa à direita vista pelo OD (no CV temporal)
SENSORIAL Esodesvio em OD Diplopia Homônima Confusão Casa à direita vista pelo OD (no CV temporal)

Casa à direita vista pelo OD

(no CV temporal) (estímulo em retina nasal - ET)

Casa à esquerda vista pelo OE (no CV central)
Casa à esquerda vista pelo
OE (no CV central)

(estímulo foveal)

(no CV central) (Confusão sensorial)
(no CV central)
(Confusão sensorial)

Árvore + Casa vistas por AO

(Confusão sensorial) Árvore + Casa vistas por AO

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2354

SUPRESSÃO SENSORIAL
SUPRESSÃO SENSORIAL
É a inibição ativa intrínseca da informação visual aferente, sendo um fenômeno binocular.
É a inibição ativa intrínseca da informação visual aferente, sendo um fenômeno binocular.
informação visual aferente, sendo um fenômeno binocular. http://www.cybersight.org/bins/content

http://www.cybersight.org/bins/content page.asp?cid=1-2193-2353

SUPRESSÃO SENSORIAL É um fenômeno cortical adaptativo que previne que as imagens provenientes do olho
SUPRESSÃO SENSORIAL
É um fenômeno cortical adaptativo que previne que as imagens
provenientes do olho estrábico alcancem o nível consciente e produzam a diplopia.
alcancem o nível consciente e produzam a diplopia. Ref. Pratt-Johnson: Management of Strabismus and Amblyopia:
alcancem o nível consciente e produzam a diplopia. Ref. Pratt-Johnson: Management of Strabismus and Amblyopia:
alcancem o nível consciente e produzam a diplopia. Ref. Pratt-Johnson: Management of Strabismus and Amblyopia:

Ref. Pratt-Johnson: Management of Strabismus and Amblyopia: a practical guide. Thieme Med Publ: NY, 1994. p. 9

SUPRESSÃO SENSORIAL
SUPRESSÃO SENSORIAL
Estrabismos pequenos (<25Dp): a supressão pode cursar com CRA.
Estrabismos pequenos (<25Dp): a supressão pode cursar com CRA.
Estrabismos maiores (>25Dp): a supressão é dominante , usualmente com CRN.
Estrabismos maiores (>25Dp): a supressão é dominante , usualmente com CRN.
(>25Dp): a supressão é dominante , usualmente com CRN. http://www.cybersight.org/bins/content

http://www.cybersight.org/bins/content page.asp?cid=1-2193-2353

ESCOTOMA DE SUPRESSÃO - Mensuração
ESCOTOMA DE SUPRESSÃO - Mensuração
A. Na ETD : - A imagem do objeto, visto por OE na retina central,
A. Na ETD :
- A imagem do objeto, visto por OE na retina central, recai no OD
na retina nasal.
- A supressão impede a diplopia Homônima da ETD.
B. Prismas de base temporal em OD: gradativamente crescentes até que alcance a borda temporal
B. Prismas de base temporal em OD: gradativamente crescentes
até que alcance a borda temporal do escotoma e inverta a
diplopia (para Cruzada).
C. Prismas de base nasal em OD: gradativamente crescentes até que alcance a borda nasal
C. Prismas de base nasal em OD: gradativamente crescentes até
que alcance a borda nasal do escotoma com percepção da
diplopia Homônima.
nasal do escotoma com percepção da diplopia Homônima.
nasal do escotoma com percepção da diplopia Homônima.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

ESCOTOMA DE SUPRESSÃO - Mensuração
ESCOTOMA DE SUPRESSÃO - Mensuração
O valor total prismático indica o diâmetro horizontal do escotoma de supressão.
O valor total prismático indica o diâmetro horizontal do
escotoma de supressão.
O diâmetro vertical do escotoma de supressão também pode ser medido de forma análoga com
O diâmetro vertical do escotoma de supressão também
pode ser medido de forma análoga com prismas verticais.
pode ser medido de forma análoga com prismas verticais.
pode ser medido de forma análoga com prismas verticais.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Seria o paciente abaixo um fixador bifoveal? Haveria um microestrabismo?
Seria o paciente abaixo um fixador bifoveal?
Seria o paciente abaixo um fixador bifoveal?
Haveria um microestrabismo?
Haveria um microestrabismo?
abaixo um fixador bifoveal? Haveria um microestrabismo?

https://quizlet.com/93212223/9-heent-part-c-external-eyes-flash-cards/

Teste das 4 Dp - Base Temporal (Irvine & Jampolsky) Pseudoestrabismo a esclarecer: avalia a
Teste das 4 Dp - Base Temporal (Irvine & Jampolsky) Pseudoestrabismo a esclarecer: avalia a

Teste das 4 Dp - Base Temporal (Irvine & Jampolsky)

Pseudoestrabismo a esclarecer: avalia a existência de fixação bifoveal.
Pseudoestrabismo a esclarecer: avalia a existência de fixação bifoveal.
Teste realizado em duas etapas de observação.
Teste realizado em duas etapas de observação.
de fixação bifoveal. Teste realizado em duas etapas de observação. http://www.aapos.org/terms/conditions/88

http://www.aapos.org/terms/conditions/88

Teste das 4 Dp BT: duas etapas
Teste das 4 Dp BT: duas etapas
Se o sujeito é fixador bifoveal…
Se o sujeito é fixador bifoveal…
Etapa 01: Se OE fixa com a fóvea…
Etapa 01: Se OE fixa com a fóvea…
Prisma BT em OE desloca a imagem do objeto para sua retina temporal, gerando disparidade.
Prisma BT em OE desloca a imagem do objeto
para sua retina temporal, gerando disparidade.
Essa disparidade produz uma adução para que a fixação retorne à fóvea.
Essa disparidade produz uma adução para que
a fixação retorne à fóvea.
Pela lei de Hering, esse estímulo é enviado para OD também, gerando uma dextroversão.
Pela lei de Hering, esse estímulo é enviado para
OD também, gerando uma dextroversão.
é enviado para OD também, gerando uma dextroversão. (From Noorden GK von: Present status of sensory

(From Noorden GK von: Present status of sensory testing in strabismus. In Symposium on Strabismus: Transactions of the New Orleans Academy of Ophthalmology. St Louis, MosbyYear Book, 1978, p 51.)

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Teste das 4 Dp BT
Teste das 4 Dp BT
Se o sujeito é fixador bifoveal…
Se o sujeito é fixador bifoveal…
Teste das 4 Dp BT Se o sujeito é fixador bifoveal… (From Noorden GK von: Present

(From Noorden GK von: Present status of sensory testing in strabismus. In Symposium on Strabismus: Transactions of the New Orleans Academy of Ophthalmology. St Louis, MosbyYear Book, 1978, p 51.)

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Etapa 01: Se OE fixa com a fóvea…
Etapa 01: Se OE fixa com a fóvea…
Prisma BT em OE desloca a imagem do objeto para sua retina temporal, gerando disparidade.
Prisma BT em OE desloca a imagem do objeto
para sua retina temporal, gerando disparidade.
Essa disparidade produz uma adução para que a fixação retorne à fóvea.
Essa disparidade produz uma adução para que
a fixação retorne à fóvea.
Pela lei de Hering, esse estímulo é enviado para OD também, gerando uma dextroversão.
Pela lei de Hering, esse estímulo é enviado para
OD também, gerando uma dextroversão.
Nesse caso, não há escotoma de supressão foveal em OE.
Nesse caso, não há escotoma de supressão foveal
em OE.
Teste das 4 Dp BT
Teste das 4 Dp BT
Paciente é fixador bifoveal?
Paciente é fixador bifoveal?
Etapa 02: Observação do olho direito (OD)
Etapa 02: Observação do olho direito (OD)
A dextroversão iniciada na etapa anterior produz nova disparidade, agora em OD.
A dextroversão iniciada na etapa anterior produz
nova disparidade, agora em OD.
A imagem do objeto passa a recair na retina temporal de OD.
A imagem do objeto passa a recair na retina
temporal de OD.
Desencadeia-se em seguida um movimento lento de adução de OD para fovear novamente.
Desencadeia-se em seguida um movimento lento
de adução de OD para fovear novamente.
um movimento lento de adução de OD para fovear novamente.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

.
.
Teste das 4 Dp BT
Teste das 4 Dp BT
Paciente é fixador bifoveal?
Paciente é fixador bifoveal?
Etapa 02: Observação do olho direito (OD)
Etapa 02: Observação do olho direito (OD)
A dextroversão iniciada na etapa anterior produz nova disparidade, agora em OD.
A dextroversão iniciada na etapa anterior produz
nova disparidade, agora em OD.
A imagem do objeto passa a recair na retina temporal de OD.
A imagem do objeto passa a recair na retina
temporal de OD.
Desencadeia-se em seguida um movimento lento de adução de OD para fovear novamente.
Desencadeia-se em seguida um movimento lento
de adução de OD para fovear novamente.
um movimento lento de adução de OD para fovear novamente.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Indica que também não há escotoma . supressão em olho direito.
Indica que também não há escotoma
.
supressão em olho direito.
Teste das 4 Dp BT - Resumindo
Teste das 4 Dp BT - Resumindo

Se o paciente fixa com a fóvea de OE…

Etapa 1: Prisma BT em OE Observa-se Dextroversão

Etapa 2:

Observa-se em OD adução para

refixação com a fóvea.

2: Observa-se em OD adução para refixação com a fóvea.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Teste das 4 Dp BT - Resumindo
Teste das 4 Dp BT - Resumindo

Se paciente fixa com a fóvea de OD…

Etapa 1: Prisma BT em OD Observa-se Levoversão

Etapa 2:

Observa-se em OE adução para

refixação com a fóvea.

Se as respostas são semelhantes em AO, pode-

se afirmar que o indivíduo é FIXADOR BIFOVEAL.

, pode- se afirmar que o indivíduo é FIXADOR BIFOVEAL .

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Teste das 4 Dp - Base Temporal (Irvine & Jampolsky) Haveria um Microestrabismos (ET até
Teste das 4 Dp - Base Temporal (Irvine & Jampolsky) Haveria um Microestrabismos (ET até

Teste das 4 Dp - Base Temporal (Irvine & Jampolsky)

Haveria um Microestrabismos (ET até 8Dp)?
Haveria um Microestrabismos (ET até 8Dp)?
Haveria um escotoma de supressão foveal no olho estrábico?
Haveria um escotoma de supressão foveal no olho estrábico?
Haveria um escotoma de supressão foveal no olho estrábico?

https://quizlet.com/93212223/9-heent-part-c-external-eyes-flash-cards/

Teste das 4 Dp BT no Microestrabismo (Exemplo: microETD) O paciente não será fixador bifoveal
Teste das 4 Dp BT no Microestrabismo (Exemplo: microETD) O paciente não será fixador bifoveal

Teste das 4 Dp BT no Microestrabismo (Exemplo: microETD)

O paciente não será fixador bifoveal e possuirá um escotoma de supressão em OD
O paciente não será fixador bifoveal e possuirá um escotoma de supressão em OD

Etapa 1: Prisma BT em OE Observa-se Dextroversão

Etapa 2:

Não se observa adução em OD,

permanecendo abduzido sem diplopia.

Observação:
Observação:

Hipótese 1: escotoma de supressão presente.

Hipótese 2: correspondência anômala presente.

presente. Hipótese 2: correspondência anômala presente.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

No mesmo paciente (microETD)… O que deveria ocorrer ao antepor a lente sobre OD e
No mesmo paciente (microETD)…
O que deveria ocorrer ao antepor a lente
sobre OD e não em OE?
deveria ocorrer ao antepor a lente sobre OD e não em OE? Etapa 1: Prisma BT

Etapa 1: Prisma BT em OD Haveria a levoversão?

Etapa 2: Ocorreria a adução em OE de refixação?

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Teste das 4 Dp BT no Microestrabismo (Ex. microETD)
Teste das 4 Dp BT no Microestrabismo (Ex. microETD)
Outra possibilidade de resposta na segunda etapa: DIPLOPIA
Outra possibilidade de resposta na segunda etapa: DIPLOPIA

Etapa 1: Prisma BT em OE Observa-se Dextroversão

Etapa 2:

Não se observa adução em OD, permanecendo abduzido com percepção de diplopia.

Observação:
Observação:

Hipótese 3: mecanismo fusional compensatório enfraquecido, havendo diplopia até conseguir refusionar.

enfraquecido, havendo diplopia até conseguir refusionar.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

SUPRESSÃO OU NÃO PERCEPÇÃO DA DIPLOPIA?
SUPRESSÃO OU NÃO PERCEPÇÃO DA DIPLOPIA?
- Diplopia presente mas não percebida:
- Diplopia presente mas não percebida:

Alguns pacientes ignoram a segunda imagem, mais

periférica, mas se indagados passam a dar atenção e

informam a diplopia.

Ou então, ao antepor um filtro vermelho em um

e

dos olhos, perceberá

vermelha).

duas

luzes

(branca

em um e dos olhos, perceberá vermelha). duas luzes (branca

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

SUPRESSÃO OU NÃO PERCEPÇÃO DA DIPLOPIA?
SUPRESSÃO OU NÃO PERCEPÇÃO DA DIPLOPIA?
- Diplopia presente mas não percebida:
- Diplopia presente mas não percebida:
A ausência de percepção espontânea da diplopia pode confundir o ortoptista, levando-o a pensar ser
A ausência de percepção espontânea da diplopia
pode confundir o ortoptista, levando-o a pensar
ser um caso de estrabismo precoce ou presente
desde o nascimento com CRA.
Se o estrabismo é recente, sem percepção de diplopia, encaminha-se o paciente para avaliação neuroftalmológica.
Se o estrabismo é recente, sem percepção de
diplopia, encaminha-se o paciente para avaliação
neuroftalmológica.
o paciente para avaliação neuroftalmológica.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA (CRA)
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA (CRA)
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA - CRA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA - CRA
Na existência de um estrabismo manifesto de início precoce, o sistema visual se adapta a
Na existência de um estrabismo manifesto de início
precoce, o sistema visual se adapta a essa condição
motora anormal criada pelo desvio ocular.
A CRA seria uma adaptação sensorial na tentativa de restaurar alguma forma de cooperação binocular.
A CRA seria uma adaptação sensorial na tentativa de
restaurar alguma forma de cooperação binocular.
de restaurar alguma forma de cooperação binocular.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA - CRA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA - CRA
Segundo DIAZ E DIAS, 2002, p.26.
Segundo DIAZ E DIAS, 2002, p.26.
Na CRA, o paciente apresenta visão binocular única na existência de estrabismo manifesto, com fusão
Na CRA, o paciente apresenta visão binocular única
na existência de estrabismo manifesto, com fusão
anômala e alguma estereopsia.
“Não é um fenômeno exclusivamente retínico e, sim, o resultado das interrelações dos circuitos retino-
“Não é um fenômeno exclusivamente retínico e, sim,
o resultado das interrelações dos circuitos retino-
geniculocorticais de ambos os olhos.”
circuitos retino- geniculocorticais de ambos os olhos.”

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA - CRA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA - CRA
Segundo DIAZ E DIAS, 2002, p.26.
Segundo DIAZ E DIAS, 2002, p.26.
Os principais sistemas neuronais “modificam dinamicamente a arquitetura retinotópica primitiva de uma área
Os principais sistemas neuronais “modificam
dinamicamente a arquitetura retinotópica
primitiva de uma área extramacular do olho
desviado, estabelecendo novas relações
funcionais com o sistema geniculocortical do
olho fixador.”
com o sistema geniculocortical do olho fixador.”

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
Segundo DIAZ E DIAS, 2002, p.27.
Segundo DIAZ E DIAS, 2002, p.27.
A CRA implica a possibilidade de fusão binocular de elementos não correspondentes retinianos em estrabismos
A CRA implica a possibilidade de fusão binocular
de elementos não correspondentes retinianos
em estrabismos manifestos precoces / infantis.
Quanto menor o desvio, a área extrafoveal apresenta melhor resolução espacial e maior a possibilidade
Quanto menor o desvio, a área extrafoveal
apresenta melhor resolução espacial e maior a
possibilidade de fusão cortical em CRA.
espacial e maior a possibilidade de fusão cortical em CRA.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA Movimentos Anômalos de Fusão (MAF) Semelhantes aos reflexos de fusão, são
Movimentos Anômalos de Fusão (MAF)
Movimentos Anômalos de Fusão (MAF)
Semelhantes aos reflexos de fusão, são movimentos de reposicionamento binocular, em CRA, quando se alteram
Semelhantes aos reflexos de fusão, são
movimentos de reposicionamento binocular, em
CRA, quando se alteram as relações sensoriais
pelo uso de prismas (redução de desvio).
Ou seja, os MAF’s retomam o desvio original.
Ou seja, os MAF’s retomam o desvio original.
Diaz e Dias, 2002, p.27.
Diaz e Dias, 2002, p.27.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA

Exemplo: na ETD

Mudança na direção visual subjetiva do olho não fixador (OD), em relação ao contralateral fixador (OE).

Obs. - As fóveas passam a ter direções visuais diferentes (não correspondentes).

- O elemento retiniano nasal de OD passa a apresentar um direção visual comum e anômala à fóvea de OE.

comum e anômala à f ó v e a d e O E .

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

TERMINOLOGIA: ÂNGULO OBJETIVO
TERMINOLOGIA: ÂNGULO OBJETIVO
É o ângulo de desvio mensurado pelo examinador com testes específicos, podendo ser em graus
É o ângulo de desvio mensurado pelo examinador com testes específicos,
podendo ser em graus ou em dioptrias prismáticas.
A = 100 . Tan α
A = 100 . Tan α
A = desvio em graus
A = desvio em graus
α = desvio em Dp
α = desvio em Dp
Em termos clínicos:
Em termos clínicos:
Para desvios de até 30Dp, a relação é de 4 graus = ~ 7 Dp
Para desvios de até 30Dp, a relação é de 4 graus = ~ 7 Dp
TERMINOLOGIA: ÂNGULO SUBJETIVO
TERMINOLOGIA: ÂNGULO SUBJETIVO
É o ângulo de desvio informado pelo paciente, mensurado a partir da observação da separação
É o ângulo de desvio informado pelo paciente, mensurado a partir da
observação da separação das imagens diplópicas.
da observação da separação das imagens diplópicas.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

Em CRN e CRA …
Em CRN e CRA …
-CRN: ângulo objetivo = ângulo subjetivo -CRA: ângulo objetivo > ângulo subjetivo Ângulo de anomalia:
-CRN: ângulo objetivo = ângulo subjetivo
-CRA: ângulo objetivo > ângulo subjetivo
Ângulo de anomalia: ângulo objetivo - ângulo subjetivo
Diaz e Dias, 2002, p.28.
Diaz e Dias, 2002, p.28.
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA ( HARMÔNICA )
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA ( HARMÔNICA )
A adaptação sensorial é bem sucedida: A fóvea do olho fixador adquire uma direção visual
A adaptação sensorial é bem sucedida:
A fóvea do olho fixador adquire uma direção visual comum
com a área extrafoveal do olho estrábico e o desvio é
totalmente neutralizado sensorialmente.
A mudança da direção visual subjetiva engloba toda a
dimensão do desvio.
Desvio Objetivo = Desvio Subjetivo
(O)
(S)
Ângulo de desvio objetivo = Ângulo de Anomalia
(A)
(a)

http://pt.slideshare.net/rajukaiti/detail-of-suppression-and-ac

CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA ( NÃO-HARMÔNICA)
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA ( NÃO-HARMÔNICA)
Mas a adaptação sensorial pode não ser completa:
Mas a adaptação sensorial pode não ser completa:
A mudança da direção visual subjetiva não compensa totalmente a dimensão do desvio .
A mudança da direção visual subjetiva não compensa
totalmente a dimensão do desvio .
Ângulo de desvio objetivo ≠ Ângulo de Anomalia
Ângulo de desvio objetivo ≠ Ângulo de Anomalia
visual subjetiva não compensa totalmente a dimensão do desvio . Ângulo de desvio objetivo ≠ Ângulo
Em CRA …
Em CRA …
ÂNGULO DE ANOMALIA
ÂNGULO DE ANOMALIA
“É a distância angular que no olho desviado separa a fóvea da área extramacular correspondente
“É a distância angular que no olho desviado separa a fóvea da área extramacular
correspondente com a fóvea do olho fixador. “
correspondente com a fóvea do olho fixador. “ Diaz e Dias, 2002, p.28.
Diaz e Dias, 2002, p.28.
Diaz e Dias, 2002, p.28.
Diplopia Paradóxica
Diplopia Paradóxica
Exemplo: Paciente Esotrópico com CRA
Exemplo: Paciente Esotrópico com CRA
Após cirurgia do estrabismo, o paciente refere diplopia cruzada. Pela CRA, a fóvea se mantém
Após cirurgia do estrabismo, o paciente refere diplopia cruzada.
Pela CRA, a fóvea se mantém no pós-operatório como um ponto nasal, com percepção do
campo temporal e não central.
nasal, com percepção do campo temporal e não central.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

O uso do filtro vermelho no estrabismo com CRN…
O uso do filtro vermelho
no estrabismo com CRN…
O uso do filtro vermelho no estrabismo com CRN…
ESTRABISMO COM CORRESPONDÊNCIA RETINIANA NORMAL - Teste do filtro vermelho
ESTRABISMO COM CORRESPONDÊNCIA RETINIANA NORMAL
- Teste do filtro vermelho
Antepor o filtro vermelho no olho não estrábico (OE)
Antepor o filtro vermelho no olho não estrábico (OE)
Antepor o filtro vermelho no olho não estrábico (OE) Se ETD: paciente percebe diplopia homônima Se

Se ETD: paciente percebe diplopia homônima

Se XTD: paciente percebe diplopia cruzada.

Obs. distância entre as luzes terá a dimensão do desvio e pode ser medida pelo teste da Cruz de Maddox.

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

O uso do filtro vermelho na diferenciação entre Supressão e CRA…
O
uso
do
filtro
vermelho
na
diferenciação entre Supressão e CRA…
O uso do filtro vermelho na diferenciação entre Supressão e CRA…
SUPRESSÃO OU CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA? Diagnóstico Diferencial pelo teste do prisma vertical de base
SUPRESSÃO OU CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA?
Diagnóstico Diferencial pelo teste do prisma vertical de base superior (10Dp BS)
Exemplo: ETD
Exemplo: ETD

Antepor no olho não estrábico (OE) um filtro vermelho. Antepor no olho estrábico (OD) um prisma de 10Dp BS .

Antepor no olho estrábico (OD) um prisma de 10Dp BS . Se Supressão de OD o

Se Supressão de OD o prisma moverá a luz branca acima

do escotoma de supressão retiniano e o paciente perceberá a localização da diplopia corretamente no espaço, com a luz branca abaixo e à direita da luz vermelha (diplopia homônima).

abaixo e à direita da luz vermelha (diplopia homônima).
abaixo e à direita da luz vermelha (diplopia homônima).

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

SUPRESSÃO OU CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA? Diagnóstico Diferencial pelo teste do prisma vertical de base
SUPRESSÃO OU CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA?
Diagnóstico Diferencial pelo teste do prisma vertical de base superior (10Dp BS)
Exemplo: ETD
Exemplo: ETD

Antepor no olho não estrábico (OE) um filtro vermelho. Antepor no olho estrábico (OD) um prisma de 10Dp BS .

Antepor no olho estrábico (OD) um prisma de 10Dp BS . Se CRA: o paciente perceberá

Se CRA: o paciente perceberá a diplopia no espaço, mas a luz branca se localiza incorretamente diretamente abaixo da luz vermelha (diplopia vertical).

diretamente abaixo da luz vermelha (diplopia vertical).
diretamente abaixo da luz vermelha (diplopia vertical).

http://www.cybersight.org/bins/content_page.asp?cid=1-2193-2353

05 GRUPOS DE TRABALHO…
05 GRUPOS DE TRABALHO…
05 GRUPOS DE TRABALHO… http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2013/04/maos-obra.html

http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2013/04/maos-obra.html

Atividades e Recursos Necessários Atividade 1: Filtro vermelho para avaliação de fusão, diplopia, supressão, CR.

Atividades e Recursos Necessários

Atividades e Recursos Necessários Atividade 1: Filtro vermelho para avaliação de fusão, diplopia, supressão, CR.
Atividade 1: Filtro vermelho para avaliação de fusão, diplopia, supressão, CR. Recursos: Lente filtro vermelho,
Atividade 1: Filtro vermelho para avaliação de fusão, diplopia, supressão, CR.
Recursos: Lente filtro vermelho, foco luminoso, lanterna de teste e lente prismática de 10 Dp BS
Atividade 2: Teste de 4Dp BT para Microtropias Recursos: Lanterna de teste e lente prismática
Atividade 2: Teste de 4Dp BT para Microtropias
Recursos: Lanterna de teste e lente prismática de 4 Dp
Atividade 3: Recursos antisupressivos Recursos: Queiroscópio
Atividade 3: Recursos antisupressivos
Recursos: Queiroscópio
Atividade 4: Recursos antisupressivos Recursos: Tela Dissociante de Leitura, Baralho Dissociante e óculos verm/verde,
Atividade 4: Recursos antisupressivos
Recursos: Tela Dissociante de Leitura, Baralho Dissociante e óculos verm/verde, Cartão de
Diplopia Fisiológica, etc.
Tarefa Domiciliar Individual (Avaliação Parcial do Módulo)
Tarefa Domiciliar Individual (Avaliação Parcial do Módulo)
Tarefa Domiciliar Individual (Avaliação Parcial do Módulo) Escolher dois procedimentos para descrição no modelo de

Escolher dois procedimentos para descrição no modelo de Cartão de Procedimentos.

para descrição no modelo de Cartão de Procedimentos. Escolher: 1 ou 2 (todos) e depois 1
Escolher: 1 ou 2 (todos) e depois 1 antisupressivo
Escolher: 1 ou 2 (todos) e depois 1 antisupressivo
Aula Prática 1:
Aula Prática 1:
FILTRO VERMELHO (isolado e associado a prisma 10Dp BS)
FILTRO VERMELHO
(isolado e associado a prisma 10Dp BS)
FUSÃO, DIPLOPIA, SUPRESSÃO
FUSÃO, DIPLOPIA, SUPRESSÃO
Aula Prática 1: FILTRO VERMELHO (isolado e associado a prisma 10Dp BS) FUSÃO, DIPLOPIA, SUPRESSÃO
Aula Prática 2 : TESTE DE 4Dp BT
Aula Prática 2 : TESTE DE 4Dp BT
Fixador Bifoveal? Microtropias?
Fixador Bifoveal?
Microtropias?
2 : TESTE DE 4Dp BT Fixador Bifoveal? Microtropias?

http://www.healio.com/ophthalmology/journals/jpos/1964-1-1-1/%7B3cf33314-b932-4c4e-aa7e-

2deaa4fbc7ff%7D/the-prism-test-for-strabismus-screening

Aula Prática 3: Antisupressivos
Aula Prática 3: Antisupressivos
QUEIROSCÓPIO
QUEIROSCÓPIO
Aula Prática 3: Antisupressivos QUEIROSCÓPIO
Aula Prática - Grupo 4A: Antisupressivos
Aula Prática - Grupo 4A: Antisupressivos
DIPLOPIA FISIOLÓGICA
DIPLOPIA FISIOLÓGICA
Prática - Grupo 4A: Antisupressivos DIPLOPIA FISIOLÓGICA http://www.bernell.com/product/BC109/233 ELABORAÇÃO DE
Prática - Grupo 4A: Antisupressivos DIPLOPIA FISIOLÓGICA http://www.bernell.com/product/BC109/233 ELABORAÇÃO DE
Prática - Grupo 4A: Antisupressivos DIPLOPIA FISIOLÓGICA http://www.bernell.com/product/BC109/233 ELABORAÇÃO DE

http://www.bernell.com/product/BC109/233

ELABORAÇÃO DE RECURSOS:
ELABORAÇÃO DE RECURSOS:

http://www.kaypictures.co.uk/dotcard.html

-Cartão de Convergência e Diplopia Fisiológica para perto
-Cartão de Convergência e Diplopia Fisiológica para perto

http://www.oepf.org/product/convergence-3-dot-card

-Cartão de Convergência e Diplopia Fisiológica para perto http://www.oepf.org/product/convergence-3-dot-card
-Cartão de Convergência e Diplopia Fisiológica para perto http://www.oepf.org/product/convergence-3-dot-card
Aula Prática – Grupo 4B: Antisupressivos
Aula Prática – Grupo 4B: Antisupressivos
TELA DE LEITURA
TELA DE LEITURA
Aula Prática – Grupo 4B: Antisupressivos TELA DE LEITURA BARALHO DISSOCIANTE Exploração dos recursos terapêuticos
BARALHO DISSOCIANTE
BARALHO DISSOCIANTE
Aula Prática – Grupo 4B: Antisupressivos TELA DE LEITURA BARALHO DISSOCIANTE Exploração dos recursos terapêuticos
Exploração dos recursos terapêuticos
Exploração dos recursos terapêuticos
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
CORRESPONDÊNCIA RETINIANA ANÔMALA
Sugestão de Leitura Complementar:
Sugestão de Leitura Complementar:
Fonte para conceitos e bases neurofisiológicas:
Fonte para conceitos e bases neurofisiológicas:
Fonte para reflexão sobre tratamentos: DIAZ, J P; DIAS, C S. Estrabismo. 4a Ed. Santos:
Fonte para reflexão sobre tratamentos:
DIAZ, J P; DIAS, C S. Estrabismo. 4a Ed. Santos: São Paulo, 2002 (p.22-33)
C S. Estrabismo. 4a Ed. Santos: São Paulo, 2002 (p.22-33)

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