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02/03/2016

FACULDADE MINEIRENSE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ESTRUTURAIS MORFOLOGIA II DESENVOLVIMENTO DO CRÂNIO Prof. Me. Silas

FACULDADE MINEIRENSE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ESTRUTURAIS MORFOLOGIA II

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ESTRUTURAIS MORFOLOGIA II DESENVOLVIMENTO DO CRÂNIO Prof. Me. Silas Antonio Juvencio

DESENVOLVIMENTO DO CRÂNIO

Prof. Me. Silas Antonio Juvencio de Freitas Filho

RELEMBRANDO

RELEMBRANDO
Me. Silas Antonio Juvencio de Freitas Filho RELEMBRANDO RELEMBRANDO • O crânio se desenvolve a partir

RELEMBRANDO

RELEMBRANDO
• O crânio se desenvolve a partir do mesênquima ao redor do encéfalo em desenvolvimento.
O crânio se desenvolve a partir do mesênquima ao redor do
encéfalo em desenvolvimento.
O crânio consiste no:
NEUROCRÂNIO
• Ossos do crânio que envolvem o encéfalo
(caixa craniana)
VISCEROCRÂNIO
• Os ossos do esqueleto da face derivados
dos arcos faríngeos
1. NEUROCRÂNIO CARTILAGINOSO
(CONDROCRÂNIO)
Primeiras cartilagens a se formarem
Base do crânio (sustentação)
Formato de barra
Fusão de várias cartilagens
Ossificação endocondral

02/03/2016

Base do crânio Importante!!!

Base do crânio Importante!!!

Base do crânio Importante!!!
02/03/2016 Base do crânio Importante!!! 2. NEUROCRÂNIO MEMBRANOSO Sítios de ossificação intramembranosa

2. NEUROCRÂNIO MEMBRANOSO

Sítios de ossificação intramembranosa

Mesênquima do lado e superior ao encéfalo Calvária (calota craniana)
Mesênquima do lado e superior ao encéfalo Calvária (calota craniana) Calvária (calota craniana)

8ª semana Frontal Parietal Parte do occipital Nasal e lacrimal*

* Literatura apresenta controvérsias

Nasal e lacrimal * * Literatura apresenta controvérsias Crista neural Mesoderma paraxial (esclerótomos) 2
Nasal e lacrimal * * Literatura apresenta controvérsias Crista neural Mesoderma paraxial (esclerótomos) 2
Crista neural Mesoderma paraxial (esclerótomos)
Crista neural Mesoderma paraxial (esclerótomos)

Crista neural

Crista neural Mesoderma paraxial (esclerótomos)

Mesoderma paraxial

(esclerótomos)

Nasal e lacrimal * * Literatura apresenta controvérsias Crista neural Mesoderma paraxial (esclerótomos) 2

02/03/2016

Membranas de tecido conjuntivo denso

Suturas da calvária

Membranas de tecido conjuntivo denso Suturas da calvária
Membranas de tecido conjuntivo denso Suturas da calvária

SUTURAS E FONTANELAS

SUTURAS E FONTANELAS Anterior: 18 meses de idade Posterior: 1º-2º mês de vida

Anterior: 18 meses de idade

Posterior: 1º-2º mês de vida

BOLSAS FARÍNGEAS Sulcos Formação da face e pescoço
BOLSAS
FARÍNGEAS
Sulcos
Formação da face e pescoço
REVESTIMENTO EXTERNO • Ectoderma
REVESTIMENTO
EXTERNO
• Ectoderma
REVESTIMENTO INTERNO • Endoderma
REVESTIMENTO
INTERNO
• Endoderma
PREENCHIMENTO • Mesoderma
PREENCHIMENTO
• Mesoderma

6º mês

6º mês Fontanelas 1. Permite a sobreposição de ossos durante o parto 2. Crescimento do cérebro

Fontanelas

6º mês Fontanelas 1. Permite a sobreposição de ossos durante o parto 2. Crescimento do cérebro

1. Permite a sobreposição de ossos durante o parto

2. Crescimento do cérebro

=

MODELAGEM DO CRÂNIO FETAL

3. VISCEROCRÂNIO CARTILAGINOSO

Migração de células da crista neural para os arcos faríngeos

Regulação: genes homeobox (Hox)

Esqueleto cartilaginoso

1º e 2º arcos faríngeos

ARCOS FARÍNGEOS

Composição:

Eixo de mesênquima revestido externamente por ectoderma e internamente por endoderma Uma artéria (tronco arterioso do coração) Cartilagem de suporte (esqueleto do arco)

Um componente muscular (origina músculos da cabeça e do pescoço) Nervosos sensoriais e motores (mucosa e músculos de cada arco)

02/03/2016

02/03/2016 2ª ATM Fenda sobre a cartilagem condilar (compartimento mandibular) Formação de fenda no tecido
02/03/2016 2ª ATM Fenda sobre a cartilagem condilar (compartimento mandibular) Formação de fenda no tecido

2ª ATM

2ª ATM Fenda sobre a cartilagem condilar (compartimento mandibular) Formação de fenda no tecido conjuntivo

Fenda sobre a cartilagem condilar (compartimento mandibular)

Fenda sobre a cartilagem condilar (compartimento mandibular) Formação de fenda no tecido conjuntivo (compartimento

Formação de fenda no tecido conjuntivo (compartimento temporal)

ARCOS FARÍNGEOS

DERIVADOS DAS CARTILAGENS

1º AF

Martelo e bigorna Pericôndrio forma: ligamento anterior do martelo e ligamento esfenomandibular Porção ventral: primórdio da mandíbula (Cartilagem de Meckel)

Mas, é apenas um guia!!!

1ª ATM

1ª ATM 8ª - 16ª semana Cartilagem de Meckel – Martelo – Bigorna

8ª - 16ª semana

1ª ATM 8ª - 16ª semana Cartilagem de Meckel – Martelo – Bigorna

Cartilagem de Meckel – Martelo – Bigorna

ARCOS FARÍNGEOS

DERIVADOS DAS CARTILAGENS

2º AF

Derivados da Cartilagem de Reichert

1. Estribo

2. Processo estilóide

3. Corno menor e parte superior do corpo do osso hióide

Ligamento estilo-hióide

02/03/2016

02/03/2016 ARCOS FARÍNGEOS DERIVADOS DAS CARTILAGENS 3º AF Corno maior e parte inferior do corpo do

ARCOS FARÍNGEOS

DERIVADOS DAS CARTILAGENS

3º AF

Corno maior e parte inferior do corpo do osso hióide

4º AF

4º e 6º AF se fundem para formar as cartilagens da laringe

Cartilagem tireóidea

formar as cartilagens da laringe Cartilagem tireóidea   4. VISCEROCRÂNIO MEMBRANOSO Processo maxilar do
formar as cartilagens da laringe Cartilagem tireóidea   4. VISCEROCRÂNIO MEMBRANOSO Processo maxilar do
 

4. VISCEROCRÂNIO MEMBRANOSO

Processo maxilar do primeiro arco faríngeo

Pré-maxila Maxila Zigomático Parte escamosa do Temporal (*torna-se parte do neurocrânio)

Mesênquima lateral a cartilagem de Meckel – ossificação intramembranosa

Forma o corpo mandibular Formação do côndilo (formato de cenoura) – cartilagem 13ª semana: fusão entre corpo e cartilagem

 

FORMAÇÃO DO PALATO

Início: 6ª semana Período crítico: 6ª-9ª semana Palato primário

Forma aspecto anterior e linha média da maxila No adulto representa uma pequena parte do palato duro Abriga dentes incisivos

Palato secundário

Primórdios das partes dura e mole Processos palatinos laterais Encarregado de separar a cavidade nasal da oral (6ª-12ª semana) Fusão dos processos palatinos – 9ª semana

02/03/2016

02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial
02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial
02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial
02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial
02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial
02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial
02/03/2016 ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial

ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana)

MEROENCEFALIA: ausência parcial do encéfalo

ACRANIA: ausência completa ou parcial do neurocrânio (caixa craniana) MEROENCEFALIA: ausência parcial do encéfalo

02/03/2016

CRANIOSSINOSTOSE: fechamento prematuro de uma ou mais suturas

Etiologia desconhecida

Mutações Uso de anticonvulsivante

fechamento prematuro de uma ou mais suturas Etiologia desconhecida Mutações Uso de anticonvulsivante

QUESTÕES

1. Porque as suturas do crânio são importantes? Elas estão envolvidas em alguma anomalia?

2. Um menino apresentava crânio alongado e delgado. Sua mãe estava preocupada que seu filho pudesse se tornar mentalmente deficiente.

a) O que significa o termo craniossinostose?

b) O que resulta dessa alteração do desenvolvimento?

c) Dê um exemplo comum e descreva-o.

CRANIOSSINOSTOSE

CRANIOSSINOSTOSE Trigonocefalia: fechamento prematuro da sutura frontal Área central proeminente na testa

Trigonocefalia: fechamento prematuro da sutura frontal

Área central proeminente na testa

REFERÊNCIAS

1. MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia Básica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

2. ADLER, T.W. LANGMAN: Embriologia Médica. 12 Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2013.