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Decisão: O Tribunal, por maioria de votos, julgou procedente a ação penal quanto ao delito previsto no inciso IV do art.

crimes de

do

Decreto-lei nº 201/67

(Art.

São

responsabilidade dos Prefeitos Municipal, sujeitos ao

julgamento

do

Poder

Judiciário,

independentemente

do

pronunciamento da Câmara dos Vereadores: IV - empregar

subvenções, auxílios, empréstimos ou recursos de qualquer

natureza, em desacordo com os planos ou programas a que se

Ministro Marco

Aurélio (Revisor), que a julgava improcedente; por votação unânime, julgou procedente a ação penal concernente ao crime tipificado no inciso V do art. 1º do Decreto-lei nº 201/67

destinam;),

vencido,

no

ponto,

o Senhor

(V - ordenar ou efetuar despesas não autorizadas por lei, ou realizá-Ias em

desacordo

também por

unanimidade, julgou improcedente a ação penal e absolveu o réu quanto à conduta inscrita no inciso XIV do art. 1º do Decreto-lei nº 201/67 (XIV - Negar execução a lei federal,

com

as

normas

financeiras

pertinentes;);

e,

estadual ou municipal, ou deixar de cumprir ordem judicial,

sem

dar

o

motivo da recusa ou da impossibilidade, por

escrito, à autoridade competente);

Passando à dosimetria penal,

condenou o réu à pena de 03 (três) meses de detenção, pela

prática do delito previsto no inciso IV, e à pena de 03

crime

tipificado no inciso V, ambos do art. 1º do Decreto-lei nº

o

Tribunal, por maioria,

(três) meses

de detenção, pelo cometimento

do

201/67, vencidos, no ponto, os Senhores Ministros Ricardo

Lewandowski e Cármen Lúcia, que impunham, ao réu, a pena de 04 (quatro) meses e 15 (quinze) dias de detenção para cada

um dos crimes referidos, e o Presidente, que fixava a pena

de 02 (dois) anos e 02 (dois) meses de detenção.

O Tribunal, por maioria, vencido o Presidente, declarou extinta a pretensão punitiva do Estado, pela consumação da

prescrição penal, com base no art. 109, inciso VI,(Art. 109.

A prescrição, antes de transitar em julgado a sentença final, salvo o disposto no § 1o do art. 110 deste Código, regula-se pelo máximo da pena privativa de liberdade cominada ao crime, verificando-se: VI - em 3 (três) anos, se o máximo da pena é inferior a 1 (um) ano) c/c o art. 110, § 1º, e o art. 119, todos do Código Penal, na redação anterior à Lei nº 12.234, de 05/05/2010. Falou pelo Ministério Público o Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, Procurador- Geral da República. Ausentes o Senhor Ministro Cezar Peluso (Presidente), em representação do Tribunal na Primeira Assembléia da Conferência das Jurisdições Constitucionais dos Países de Língua Portuguesa, em Portugal, a Senhora Ministra Ellen Gracie, convidada pelo Escritório Econômico e Comercial da Embaixada da China no Brasil para participação na Exposição Universal World Expo 2010, em Shangai, o Senhor Ministro Gilmar Mendes, acompanhando o Presidente, e o Senhor Ministro Joaquim Barbosa, licenciado. Presidiu o julgamento o Senhor Ministro Ayres Britto (Vice-Presidente). Plenário, 20.05.2010.