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TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1

TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG)

TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1
TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1

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TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1
TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1
TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1
TREINAMENTO TÉCNICO UNIDADE DE ÁGUA GELADA (UAG) 1

ÍNDICE

ÍNDICE 1. APLICAÇÃO DOS CHILLERS KRA/KRW E SEUS CONCEITOS BÁSICOS 01 2. REFRIGERAÇÃO BÁSICA   2.1.

1. APLICAÇÃO DOS CHILLERS KRA/KRW E SEUS CONCEITOS BÁSICOS

01

2. REFRIGERAÇÃO BÁSICA

 

2.1.

Ciclo da refrigeração por compressão

 

3.

PRINCIPAIS COMPONENTES DAS UNIDADES DE REFRIGERAÇÃO KÖRPER

 

3.1.

Compressor

 

3.1.1.

Compressores Scroll

 

3.1.2.

Compressor Alternativo

 

3.2.

Condensador

 

3.2.1.

Shell Tube

 

3.2.2.

Serpentina aletada

 

3.2.3.

Condensador de micro canal

 

3.2.4.

Condensadores a placas brasadas

 

3.3.

Dispositivos de expansão

 

3.3.1.

Válvula de expansão termostática

 

3.3.2.

Válvula de expansão eletrônica

 

3.4.

Evaporadores

 

3.4.1.

Evaporador casco e tubo

 

3.4.2.

Feixe evaporador

 

3.4.3.

Placas brasadas

 

3.5.

Bombas Hidráulicas

 

3.6.

Reservatórios

 

4.

SUPERAQUECIMENTO / SUB RESFRIAMENTO

 

4.1.

Medição e ajuste do superaquecimento

 

4.1.1.

Válvula de expansão

 

4.2.

Consequências com problemas no superaquecimento e no sub resfriamento

 

4.2.1.

Superaquecimento muito baixo

 

4.2.2.

Superaquecimento muito alto

 

4.2.3.

Como medir o sub resfriamento

 

5.

INTERPRETAÇÃO DE CURVAS DE BOMBAS

 

6.

BALANCEAMENTO DO SISTEMA (PROCESSO)

 

6.1.

Exemplos e tipos de processo

 

6.1.1.

Como ajustar a vazão de um processo

 

7.

FOLHA DE TESTES

 

7.1.

Campo de identificação e células

 

7.2.

Ajustes dos sensores de temperatura

 

7.3.

Hidráulica

 

7.4.

Conclusão da folha de testes

 

8.

PRINCIPAIS ANÁLISES DE DEFEITOS

 

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1. APLICAÇÃO DOS CHILLERS KRW/KRA E SEUS CONCEITOS BÁSICOS Chillers são denominados como equipamentos de

1. APLICAÇÃO DOS CHILLERS KRW/KRA E SEUS CONCEITOS BÁSICOS

Chillers são denominados como equipamentos de refrigeração de água. Os termos comerciais para Chillers especificam que são equipamentos de refrigeração de processo, onde não se utiliza gabinete. Os equipamentos que tem gabinete são simplesmente referenciados como Unidades de água gelada (UAG). Tais equipamentos são utilizados em processos onde se aplicam o uso de água gelada como: trocadores de calor secundários, ar condicionado, refrigeração de moldes de injeção, calibradores de extrusão, bem como a banheira da extrusora, onde se resfria o produto extrusado. Encontramos estes equipamentos em aparelhos hospitalares, alimentícios e outros processos onde se necessita de água gelada. Um chiller nada mais é que, uma unidade de refrigeração que trabalha em paralelo com o sistema de bombeamento do fluído de trabalho. É de extrema importância ter o fluxo e a pressão de água corretos para o perfeito funcionamento destas unidades (as quais vamos conversar um pouco adiante).

2. REFRIGERAÇÃO BÁSICA

Compreende-se por refrigeração o fenômeno da troca de calor. Toda matéria, composta por átomos, necessita de troca de cargas (negativas e positivas), buscando um equilíbrio elétrico molecular, quando existe esta troca, existe também a movimentação dessas moléculas gerando e trocando calor umas com as outras. O calor sempre é transmitido do quente para frio. Assim quando resfriamos algum tipo de matéria, dizemos que RETIRAMOS calor desta matéria.

de matéria, dizemos que RETIRAMOS calor desta matéria. Figura representando a troca de calor em corpos

Figura representando a troca de calor em corpos com temperaturas diferentes

2.1. Ciclo da refrigeração por compressão

Entende-se como refrigeração por compressão de vapor, a realização do fenômeno de refrigeração por compressão de vapores com propriedades de condensação e evaporação em diferentes situações termodinâmicas.

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Por exemplo: Os gases refrigerantes que conhecemos, evaporam a temperaturas baixíssimas e condensam a temperaturas

Por exemplo: Os gases refrigerantes que conhecemos, evaporam a temperaturas baixíssimas e condensam a temperaturas altas.

A água evapora a 100°C ao nível do mar, e congela a 0°C.

Como é possível o R22, 410, 134ª e outros gases, virarem líquido numa temperatura mais quente, e evaporarem numa temperatura mais baixa? Isso se dá ao fato de termos diferentes PRESSÕES.

A pressão num sistema de refrigeração é o fator determinante da capacidade

de troca de calor. Quanto maior é a pressão, maior será a temperatura de mudança de estado. Quanto menor é a pressão, menor será sua temperatura de mudança de

estado. Por isso, nossos equipamentos funcionam com alguns componentes que iremos estudar. Cada um com sua importância, e sua correta situação de trabalho.

Ciclo de refrigeração por compressão, e seus principais componentes:

por compressão, e seus principais componentes: 3. PRINCIPAIS COMPONENTES DAS UNIDADES DE REFRIGERAÇÃO

3. PRINCIPAIS COMPONENTES DAS UNIDADES DE REFRIGERAÇÃO KÖRPER.

Como dizíamos no capítulo anterior, vamos estudar um pouco um ciclo de refrigeração por compressão de vapor. Já sabemos que, para conseguirmos realizar tal fenômeno, precisamos de uma máquina com um gás, onde se expande e condensa em diferentes pressões. Este por sua vez, consegue “transportar” o calor

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de forma mais eficiente que os elementos naturais que conhecemos. Sendo assim, vamos conhecer estes

de forma mais eficiente que os elementos naturais que conhecemos. Sendo assim, vamos conhecer estes equipamentos que podem nos fornecer tal feito.

3.1. Compressor

É o responsável pela movimentação de todo fluído refrigerante pelo circuito selado. Tem também, a função de saturar o vapor que está comprimindo, elevando sua temperatura e por compressão, sua pressão. Temos diversos tipos e conceitos de compressores para refrigeração. O hermético rotativo, o hermético scroll, o semi-hermético e o aberto. Em nosso campo de atuação, 98% dos compressores são do modelo hermético SCROLL, devido a seu baixo consumo, maior rendimento, menor nível de ruído e melhor relação custo x benefício. Encontramos também, o compressor do tipo rotativo, que conta com pistões, este com um consumo de energia maior, menor durabilidade e maior nível de ruído.

3.1.1. Compressor scroll

e maior nível de ruído. 3.1.1. Compressor scroll Compressores usados em refrigeração – Scroll (esquerda)

Compressores usados em refrigeração – Scroll (esquerda) e alternativo (direita).

No compressor scroll, o gás refrigerante é comprimido de forma balanceada e continua. O gás refrigerante é captado por uma câmara de sucção e através dos caracóis é comprimido e direcionado para a descarga, de forma homogênea e contínua. Sua vedação é realizada pelas paredes dos caracóis e seus bolsões de gás.

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Funcionamento compressor Scroll 3.1.2. Compressor Alternativo Já no compressor hermético alternativo, o gás é

Funcionamento compressor Scroll

3.1.2. Compressor Alternativo

Funcionamento compressor Scroll 3.1.2. Compressor Alternativo Já no compressor hermético alternativo, o gás é

Já no compressor hermético alternativo, o gás é comprimido através de pistões/virabrequim.

Desta forma, o gás se submete a uma condição alternada, onde se existe

a sucção-descarga.

A vedação é feita por palhetas, que quebram facilmente, ou

“despalhetamento” que é o entortamento das palhetas, geralmente

causadas por golpes de líquido.

das palhetas, geralmente causadas por golpes de líquido. Funcionamento de compressor alternativo (pistão) Nenhum

Funcionamento de compressor alternativo (pistão)

Nenhum desses compressores pode admitir a compressão de líquidos. Todo sistema deve ser perfeitamente balanceado pelo superaquecimento

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e pelo sub-resfriamento. Condições como vapor de sucção altamente superaquecido ou líquidos, causam danos

e pelo sub-resfriamento. Condições como vapor de sucção altamente

superaquecido ou líquidos, causam danos irreparáveis aos compressores

como queima, travamentos, perda de capacidades ou queima do óleo lubrificante.

3.2. Condensador

Este é o responsável pela dissipação do calor admitido no processo. Num sistema de refrigeração, o condensador é o responsável pela dissipação de calor do processo e do calor gerado pelo compressor. Temos diversos tipos de condensadores: Shell & Tube, Aletados, Microcanais e Placas brasadas.

3.2.1. Shell Tube

Aletados, Microcanais e Placas brasadas. 3.2.1. Shell Tube O condensador do tipo shell and tube consiste

O condensador do tipo shell and tube consiste de uma carcaça cilindrica, na qual é instalada uma quantidade de tubos horizontais e paralelos, conectados a duas placas de tubos dispostas em ambas extremidades. O gás refrigerante circula por dentro da carcaça em volta dos tubos, ao passo que a água circula por dentro dos tubos. Estes condensadores funcionam com um sistema de água industrial, proveniente de uma torre de resfriamento de sistema aberto, fechado ou dry coolers.

A temperatura de condensação gira em torno de seus 35°C até 40°C,

levando em consideração a temperatura da água de 25°C, podendo chegar a 30°C. As pressões do gás dependem das condições de trabalho, como temperatura de evaporação e condição climática externa.

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3.2.2. Serpentina aletada

3.2.2. Serpentina aletada Este tipo de condensador foi utilizado por muitos anos em sistemas de refrigeração
3.2.2. Serpentina aletada Este tipo de condensador foi utilizado por muitos anos em sistemas de refrigeração

Este tipo de condensador foi utilizado por muitos anos em sistemas de refrigeração fracionários, refrigeradores domésticos, comerciais, ou em instalações onde não se dispõe de uma instalação de água industrial. Seu conceito proporciona a troca de calor em diversas situações como a disposição ou não de convecção forçada (ventiladores). Hoje em dia, estão sendo substituídos por trocadores de micro canal, onde se economiza gás refrigerante e tem maior resistência de pressão. (veremos a seguir)

3.2.3. Condensador de micro canal

economiza gás refrigerante e tem maior resistência de pressão. (veremos a seguir) 3.2.3. Condensador de micro

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Com sua alta eficiência de troca, os trocadores de micro canal prometem ser uma tendência

Com sua alta eficiência de troca, os trocadores de micro canal prometem ser uma tendência no mercado de refrigeração, por utilizarem menos gás refrigerante. Sua resistência mecânica, bem como sua leveza, tem sido grandes fatores para a utilização deste produto. Fabricado totalmente em liga de alumínio, o trocador a placa pode ser utilizado até mesmo com gases refrigerantes com alta pressão de condensação, como o R410A.

3.2.4. Condensadores de placas brasadas

como o R410A. 3.2.4. Condensadores de placas brasadas Os condensadores de placas brasadas são fabricados em

Os condensadores de placas brasadas são fabricados em inox. As placas

são unidas com lâminas de cobre ou níquel e brasadas em forno a vácuo.

A cada segunda placa subsequente, é virada 180°C para criar canais de

fluxo de dois fluidos em contracorrente. O projeto das placas cria uma grande turbulência, resultando numa excelente transferência de calor mesmo com baixas velocidades dos fluídos.

O ponto negativo desse tipo de trocador de calor está na fragilidade deste

conceito para o uso sob pressões baixas em baixas temperaturas (no caso dos evaporadores, que veremos em breve). Outro cuidado significativo que devemos ter com este conceito de trocador de calor, está na qualidade da água utilizada. Deverá ser de extrema limpeza, sem quaisquer resíduos sólidos em suspensão. Este tipo de trocador não oferece nenhum tipo de condições de limpeza, por isso se houver algum entupimento ou perfuração, o mesmo só poderá ser descartado.

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3.3. Dispositivos de expansão

3.3. Dispositivos de expansão Entende-se por dispositivos de expansão, dispositivos que oferecem grande resistência a

Entende-se por dispositivos de expansão, dispositivos que oferecem grande resistência a passagem do fluido refrigerante. Com esta resistência, quando o fluido consegue passar pelo orifício, tem sua pressão rebaixada de forma instantânea, alterando sua característica termodinâmica, fazendo o gás absorver o calor no evaporador. Temos diversos tipos de dispositivos que proporcionam a queda da pressão do gás refrigerante. Ao nosso uso, se aplica somente a válvula de expansão termostática, e a válvula de expansão eletrônica.

termostática, e a válvula de expansão eletrônica. 3.3.1. Válvula de expansão termostática Trabalha sob a

3.3.1. Válvula de expansão termostática

eletrônica. 3.3.1. Válvula de expansão termostática Trabalha sob a influência da dilatação de um gás

Trabalha sob a influência da dilatação de um gás existente na câmara de dilatação que exerce uma força de balanceamento sobre a mola, essa

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mola impulsiona a abertura do orifício de expansão. Quando maior for a dilatação deste gás,

mola impulsiona a abertura do orifício de expansão. Quando maior for a dilatação deste gás, maior será a força exercida sobre a mola que tende a

abrir o orifício, proporcionando maior passagem em quantidade do gás refrigerante. Dispõe de um parafuso para o ajuste de superaquecimento, controlando assim o fluxo de gás superaquecido na saída do evaporador.

3.3.2. Válvula de expansão eletrônica

do evaporador. 3.3.2. Válvula de expansão eletrônica Esta, por sua vez, tem a mesma função da

Esta, por sua vez, tem a mesma função da válvula termostática, porém, ao invés de fazer o controle pela dilatação do gás da câmara de dilatação, ela capta informações de pressão de evaporação por um transdutor de pressão e de temperatura de evaporação por um sensor de temperatura. Um controlador, faz o ajuste da abertura da válvula através de um drive. A medida que as informações de temperatura x pressão se alteram, a válvula abre ou fecha o fluxo de gás refrigerante que vai para o evaporador, controlando automaticamente o superaquecimento no evaporador.

3.4. Evaporadores

Assim como nos condensadores, temos várias concepções de evaporadores. Vamos estudar alguns, que são utilizados em nossas linhas. São estes, Evaporador casco e tubo, Feixe evaporador, e Placas brasadas.

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3.4.1. Evaporador casco e tubo

3.4.1. Evaporador casco e tubo Ao contrário dos condensadores casco e tubo, no evaporador casco e
3.4.1. Evaporador casco e tubo Ao contrário dos condensadores casco e tubo, no evaporador casco e

Ao contrário dos condensadores casco e tubo, no evaporador casco e tubo, o gás circula por dentro dos tubos e a água por fora. As serpentinas são confeccionadas em cobre e contam com chicanas que promovem o fluxo de água de forma alternada, proporcionando a troca de calor da água, nos tubos com o gás refrigerante. Já a carcaça, assim como no condensador é cilíndrica, e provém de isolamento térmico, para não haver perda de capacidade por radiação.

3.4.2. Feixe evaporador

perda de capacidade por radiação. 3.4.2. Feixe evaporador Este produto é do mesmo conceito que o

Este produto é do mesmo conceito que o evaporador mencionado acima, porém, é instalado dentro do reservatório para sistemas abertos. Os tipos de sistemas (abertos ou fechados), serão explicados em breve, pois se diferem por tipos de processo. Aberto, como em injetoras e fechados para extrusoras.

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3.4.3. Placas brasadas.

3.4.3. Placas brasadas. Estes componentes, assim como os condensadores, tem seus pontos positivos e negativos. Porém,
3.4.3. Placas brasadas. Estes componentes, assim como os condensadores, tem seus pontos positivos e negativos. Porém,

Estes componentes, assim como os condensadores, tem seus pontos positivos e negativos. Porém, os evaporadores em particular tem um ponto que exige muito mais cuidados: O congelamento. O congelamento no evaporador a placas se deve a vários motivos. Falta de pressão de evaporação, falta de água, vazão de água comprometida e entupimentos na linha hidráulica são os principais fatores que resultam no rompimento do evaporador causando um dano gravíssimo no sistema frigorígeno, por causa da inundação do sistema com água. Sistemas de proteção dedicados a este uso devem ser aplicados. Pressostatos, sistemas de gás quente, sistemas de controle de temperatura de segurança e pressostatos diferenciais são alguns deles.

3.5. Bombas hidráulicas

Componente de extrema importância num sistema de refrigeração industrial, a bomba hidráulica é responsável pelo bombeamento da água no circuito. A bomba, que geralmente é do tipo centrífuga, deve estar na curva de funcionamento. As bombas utilizadas na Körper funcionam geralmente numa pressão de 30mca, correspondente a 3Kgf/cm². Algumas linhas, geralmente em evaporadores com feixe, podem trabalhar com uma pressão de até

2Kgf/cm².

As bombas são divididas em quatro partes cruciais:

Motor elétrico, selo de vedação, rotor de bombeamento e voluta da bomba.

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Muitos cuidados extremamente necessários à bomba, muitas vezes passam desapercebidos. O sentido de rotação, a
Muitos cuidados extremamente necessários à bomba, muitas vezes passam desapercebidos. O sentido de rotação, a

Muitos cuidados extremamente necessários à bomba, muitas vezes passam desapercebidos. O sentido de rotação, a cavitação, alta temperatura, e alta amperagem, muitas vezes resultante de má condição de bombeamento são alguns destes cuidados que passam desapercebidos. A escorva da bomba depende do conceito de instalação. Geralmente priorizamos a instalação da bomba numa condição afogada, proveniente de uma coluna d´água de um reservatório. Toda bomba tem uma condição específica de funcionamento. A pressão na cabeça da bomba é necessária. Cada bomba, cada processo exigem uma pressão e vazão específica. É muito importante conhecermos a carta da curva de cada bomba hidráulica.

exigem uma pressão e vazão específica. É muito importante conhecermos a carta da curva de cada

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3.6. Reservatórios

3.6. Reservatórios Os reservatórios podem ter várias finalidades. A principal é manter a bomba afogada para
3.6. Reservatórios Os reservatórios podem ter várias finalidades. A principal é manter a bomba afogada para

Os reservatórios podem ter várias finalidades. A principal é manter a bomba afogada para evitar a cavitação. Encontramos também a finalidade de um “banco de frio”. O acúmulo de água fria ou gelada num reservatório oferece ao processo de refrigeração certa agilidade no controle da temperatura, tendo-se em vista que, para a mudança de temperatura é necessário vencer a inércia térmica, para depois vencer a mudança de temperatura. Com o banco de frio,

a água quente do retorno de processo cai no reservatório, dissipando seu calor

e pré-resfriando a água. Outra finalidade é coletar a água de retorno, se acaso tiver uma coluna d’água depois do processo e antes da bomba. Muitas vezes, tendo um circuito aberto, a água de retorno pode transbordar o reservatório. Neste caso, um reservatório maior pode conter este problema.

Quando os reservatórios não são necessários. Em situações onde o ponto aberto é no processo, como no caso de extrusoras, ou no caso onde o sistema seja hermético. Se por acaso o reservatório não for usado, deverá dispor de um mecanismo de purga do ar do sistema. No reservatório se encontra o sensor de nível e o sensor de temperatura de saída para processo, tendo em vista que, do reservatório, a bomba o pressuriza para o processo sem alguma interferência de troca de calor. Os reservatórios podem ser de vários materiais. Utilizamos o aço inox, e a fibra para a fabricação destes componentes.

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4. SUPERAQUECIMENTO / SUBRESFRIAMENTO

4. SUPERAQUECIMENTO / SUBRESFRIAMENTO Este ponto do treinamento exige muita atenção. Existem muitas dúvidas em torno

Este ponto do treinamento exige muita atenção. Existem muitas dúvidas em torno deste processo portanto, não hesite em perguntar.

5.1 Medição e ajuste do superaquecimento

Superaquecimento útil

Primeiro, vamos conhecer o principal componente, responsável pela dosagem do fluido refrigerante em estado liquido dentro do evaporador.

5.1.1. Válvula de expansão

A válvula de expansão tem a função de manter o evaporador com

quantidade suficiente de gás refrigerante para satisfazer todas as condições de carga térmica prevista para o sistema, controlando também

a temperatura de evaporação e o que chamamos de superaquecimento.

de evaporação e o que chamamos de superaquecimento. De acordo com a figura 1, antes do

De acordo com a figura 1, antes do ponto “X” o evaporador está cheio de refrigerante líquido e gasoso, esta parte do evaporador é efetiva para o resfriamento. No ponto “X” o líquido está totalmente evaporado, caso a válvula for regulada para 6K de superaquecimento, o gás que passa pelo

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bulbo remoto deve estar 6K mais quente do que a temperatura do refrigerante em evaporação.

bulbo remoto deve estar 6K mais quente do que a temperatura do refrigerante em evaporação.

a) Como medir o superaquecimento útil

Instale um manômetro de baixa pressão na saída do evaporador. Converta a pressão lida no manômetro de temperatura (temperatura de evaporação), para isso deverá ser utilizada uma tabela ou régua de “pressão x temperatura” na escala equivalente ao tipo de refrigerante que está sendo utilizado na instalação

Através de um termômetro confiável, medir a temperatura de sucção próxima ao bulbo sensor da válvula de expansão termostática.

O valor do superaquecimento será igual: Temperatura de sucção (obtida através do termômetro) – Temperatura de sucção (obtida através da pressão de sucção, convertida em temperatura saturada)

5.2. Consequências com problemas no superaquecimento e no sub- resfriamento

5.2.1. Superaquecimento muito baixo

Pode resultar em retorno de líquido ao compressor, que poderá causar quebra mecânica prematura do compressor devido à diluição do óleo no refrigerante, ocasionando falha nos mancais, travamento das bielas no virabrequim, travamento dos anéis nos pistões, travamento dos pistões nos cilindros, quebra de biela, quebra de caracol móvel ou fixo, travamento de rolamento nos mancais, etc

5.2.2. Superaquecimento muito alto

Resultará em altas temperaturas de descarga, o que poderá causar a carbonização do óleo, danos aos anéis dos pistões, paredes dos cilindros e camisas. De modo geral causará desgaste prematuro em todas as partes móveis do compressor reduzindo sua vida útil.

Falta de resfriamento do motor elétrico do compressor, podendo causar a queima prematura do enrolamento do estator (os compressores herméticos têm seu motor resfriado pelo próprio gás de sucção).

Diminuição da capacidade frigorífica do evaporador e aumento da potência consumida do compressor

5.2.3. Como medir o sub-resfriamento

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∑ Medir a pressão de condensação na válvula de serviço na linha de descarga e

Medir a pressão de condensação na válvula de serviço na linha de descarga e transformar em temperatura na tabela ou régua de pressão

e temperatura, atento ao tipo de refrigerante que está sendo utilizado no equipamento.

Medir a temperatura na linha de líquido antes do filtro secador utilizando um termômetro confiável.

Subtrair a temperatura da linha de líquido da temperatura de condensação, essa diferença é o sub-resfriamento natural. (Temp. de condensação – Temp. linha de líquido)

É desejável ter um sub- resfriamento em torno de 3 a 5K, para evitar perdas de rendimento por causa do “flash gás” (evaporação instantânea

do

líquido) na linha de líquido.

O

flash-gás na linha faz com que a válvula de expansão entre em

“hunting” (flutuação do ponto de equilíbrio de operação), ou seja, a ação modulante da válvula ficará comprometida com a presença de vapor refrigerante.

Esta ação modulante é conseguida quando a válvula de expansão recebe

o refrigerante na condição de líquido sub-resfriado, ocasião onde à pressão do bulbo (que age no lado externo do diafragma) e com um

aumento da pressão tende a abrir a válvula. É igual à soma da pressão

do evaporador (que age no lado interno do diafragma através do furo de

equalização no corpo da válvula), com um aumento da pressão a válvula tende a fechar, mais a pressão da mola (que tende a fechar a válvula),

porém esta pressão pode variar aumentando ou diminuindo a pré-carga

da mola agindo na haste rosqueada que se encontra embaixo da válvula

e que possibilita o ajuste da calibragem da mesma.

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Tabelas de pressão x temperatura dos principais gases refrigerantes. 20
Tabelas de pressão x temperatura dos principais gases refrigerantes. 20

Tabelas de pressão x temperatura dos principais gases refrigerantes.

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6. INTERPRETAÇÃO DE CURVAS DE BOMBAS

6. INTERPRETAÇÃO DE CURVAS DE BOMBAS Neste capítulo, aprenderemos sobre balanceamento de redes e análise de

Neste capítulo, aprenderemos sobre balanceamento de redes e análise de rendimentos de uma unidade de água gelada. Quando estamos tratando de troca térmica, independente do fluido, a pressão e a vazão são extremamente importantes para um correto funcionamento.

Toda troca térmica se baseia em uma fórmula bem simples de se entender:

Q°= m . c . T

Onde:

Q° = Quantidade de calor (Kcal/h)

M = Massa de produto, em vazão (M³/h)

C= Calor específico do produto (cal/(g.°C) para água, utilize 1) T= Delta T ( diferença de temperatura, em°C)

Nesta parte, é onde se aplica a VAZÃO da bomba, que determinará a quantidade de calor a ser trocada no trocador de calor. Projetamos os equipamentos da Körper para rodar em uma pressão de 3,0 Kgf/cm², ou 30 mca, e um T de 4°C.

A pressão de 3 Kgf/cm² é um dado de “convenção coletiva” na qual supre as perdas

de cargas que geralmente um equipamento de processo se submete (principalmente em trocadores a placas brasadas). Sendo assim, em um selecionamento de bombas, precisamos de uma bomba que atenda a pressão e a vazão do meu processo (chiller).

Vamos simular um equipamento de 75000Kcal/l. Aplicando a fórmula, saberei qual é a vazão necessária para a troca dessa capacidade em uma hora.

Q°= m . c . T 75000= m . 1 . 4 75000 = m . 4

m = 75000 / 4

m = 18750 Lts/h ou 18.75 M³/h

Sendo assim, nossa bomba terá que suprir a pressão de 3 Kgf/cm² e a vazão de

18,75M³/h.

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Primeiro, utilizaremos uma tabela de curvas para obtermos o tamanho da bomba, e depois selecionaremos

Primeiro, utilizaremos uma tabela de curvas para obtermos o tamanho da bomba, e depois selecionaremos o rotor e o motor elétrico. Neste primeiro exemplo, utilizaremos as curvas da fornecedora KSB. Adiante mostraremos outros modelos de tabelas de seleção e curvas de outras bombas como Thebe, Grundfos, etc.

Outro detalhe importante é fazer a seleção sempre com rotação de 3500 RPM

é fazer a seleção sempre com rotação de 3500 RPM Para nosso exemplo, o modelo da

Para nosso exemplo, o modelo da bomba selecionada, é uma 32-125.1.

Reparem nas linhas de pressão e de vazão, e no ponto de cruzamento dessas duas informações.

Á partir disso, utilizaremos outra tabela, esta, da curva da bomba propriamente dita, onde teremos os dados de potência do motor elétrico, rendimento da bomba, NPSH (pressão de sucção até a cavitação da bomba), etc.

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No quadro superior, encontramos as linhas curvas onde, cruzando com a linha de pressão, achamos
No quadro superior, encontramos as linhas curvas onde, cruzando com a linha de pressão, achamos

No quadro superior, encontramos as linhas curvas onde, cruzando com a linha de pressão, achamos o ponto de seleção do rotor da bomba. Para nosso caso, utilizaremos um rotor de Ø138mm.

No quadro inferior, temos a potência necessária, cruzando a linha do rotor, com a linha de pressão, onde teremos horizontalmente a potência necessária de 3,5CV. Neste caso, o motor será de 5CV

Portanto, nossa seleção ficaria da seguinte forma:

Bomba KSB 32/125.1

Rotor - Ø138mm

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Motor – 5 CV Quando estamos fazendo a análise de rendimento do equipamento, utilizamos este

Motor – 5 CV

Quando estamos fazendo a análise de rendimento do equipamento, utilizamos este gráfico de curva, para ajustarmos a pressão de projeto, e assim, fazer os cálculos e saber quanto de rendimento nosso equipamento está dando efetivamente.

7. BALANCEAMENTO DO SISTEMA (PROCESSO)

O principal motivo de “falta de rendimento” encontrados na rua é o desbalanceamento de rede de processo. Principalmente onde se tem uma troca indireta, o desbalanceamento causa muitos problemas, até parada de processos, acarretando prejuízos consideráveis ao cliente.

A fórmula de carga de eficiência do nosso equipamento é utilizada em diversos momentos e casos em nossa trajetória profissional.

7.1. Exemplos e tipos de processo

A primeira coisa a ser obervada num processo é: A carga térmica do processo.

A partir desta carga saberemos se nosso equipamento atenderá ou não o

processo de nosso cliente.

Vamos supor que o processo seja o pior caso para um processo de refrigeração, onde se trabalha com um sistema aberto, com bombeamento auxiliar.

Exemplo para obtenção da vazão correta para processo:

Carga térmica do processo: 20.000 Kcal/h Processo: Extrusão Vazão do processo: ? Equipamento instalado: KRW22UPM Vazão do chiller: 6M³/h, 3.0 Kgf/cm² de pressão Bomba do chiller: Thebe TH16AL 1.5CV Ø136mm Rendimento aprox da bomba: 0,8

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Curva de bomba como a da KSB, representado a seleção da bomba Outro modelo de
Curva de bomba como a da KSB, representado a seleção da bomba Outro modelo de

Curva de bomba como a da KSB, representado a seleção da bomba

de bomba como a da KSB, representado a seleção da bomba Outro modelo de curva, com

Outro modelo de curva, com os mesmos resultados, de fácil compreensão.

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Este processo deverá ser realizado na parte de processo do cliente, afim de colocar o

Este processo deverá ser realizado na parte de processo do cliente, afim de colocar o processo na vazão correta. Sendo um processo de 20.000 Kcal, teríamos uma vazão de 5M³/h. Portanto o balanceamento seria de 5M³/h no processo e 6M³/h na água gelada.

Um ponto importantíssimo é a vazão do processo, que deverá sempre ser mais baixa do que a vazão do chiller. Se for o contrário, o equipamento estará retirando menos calor do que está ganhando numa mesma quantidade de tempo, o que fará a temperatura subir.

No caso de reservatórios comunicantes, onde se utiliza transbordo, o transbordo executa um papel de by-pass, e sempre será feito da água gelada para a água quente e sempre do tanque de processo para o tanque de circulação.

O by-pass executa um papel fundamental num processo, seja ele aberto, ou fechado.

Para a refrigeração o by-pass possibilita uma “quebra” na inércia térmica da água, o que favorece a troca térmica, e o rendimento do equipamento.

7.1.1. Como ajustar a vazão de um processo

Primeiro, faça o ajuste de vazão do chiller, garanta um T de 4°C entre a saída para processo e o retorno do processo.

Se for um processo com uma bomba independente para processo, ajuste a vazão da mesma, tendo em consideração deixar menor que a vazão da bomba de água gelada. Se houver mais bombas de processo, garanta que a soma das vazões de todas não seja maior que a vazão da bomba de água gelada do chiller.

7.2. Ajustes dos sensores de temperatura

No offset dos sensores a primeira coisa a ser avaliada deve ser o correto funcionamento. Vamos exemplificar um erro de sonda e o que pode interferir na leitura do rendimento da máquina.

Sabemos que Q=m.c.T

Supondo que temos uma máquina de 15.000 Kcal e sua vazão seja calculada para 3,75 M³/h, o T será de 4°C, pois 15000 dividido por 3750 litros, resulta em 4 que será o delta T.

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Vamos supor que tenha um erro de 0.5°C no sensor, o delta que seria de

Vamos supor que tenha um erro de 0.5°C no sensor, o delta que seria de 4, passa para 4.5°C, se multiplicarmos pela vazão de 3750 litros por hora (3.75M³/h), a capacidade iria para 16.875 Kcal/h. Uma diferença de 1.875 Kcal/h, pode comprometer um processo, e colocar a perder um dia de manutenção. Por isso, é de extrema importância o ajuste do offset dos sensores do equipamento. A instalação destes sensores, também é de extrema importância para que obtenhamos uma leitura correta da temperatura.

Na parte de testes relacionada à refrigeração, o técnico responsável fará acerto do equipamento. Os itens de superaquecimento, sub-resfriamento são extremamente importantes para o funcionamento, para a eficiência e para a garantia do nosso produto.

Cada item deve ser seguido rigorosamente, respeitando as pressões, os tempos e principalmente os resultados dos testes e ajustes na parte de refrigeração.

Percebam que, alguns itens de teste estão conjugados à parte de refrigeração, como por exemplo, o item de pressurização, do método de análise de vazamento e a coloração dos visores de líquido. Isso é para que cada técnico acompanhe todos os campos, revisando cada dado que possa interferir no processo de fabricação.

8. PRINCIPAIS ANÁLISES DE DEFEITOS

Neste capítulo, vamos fazer alguns comentários sobre defeitos bastante encontrados em campo. Primeiro, vamos comentar sobre os alarmes encontrados em nosso equipamento, e depois alguns problemas onde nosso sistema supervisório não indica, porém cabe a nós resolvermos. Lembrem-se sempre, nosso cliente depende totalmente da nossa capacidade. Nós representamos e apresentamos a imagem da empresa. Durante toda a história da Körper, o bom atendimento e a qualidade no atendimento foram fatores cruciais para chegarmos onde estamos e nossa meta é crescer. Atendimento de manutenção não deve de forma alguma ter uma terceira visita. O problema deverá ser solucionado na primeira visita. A segunda só poderá existir, no caso de uma falta de componente de grande relevância, ou por tempo para execução.

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TABELA DE FALHAS IDENTIFICADAS PELO FABRICANTE FALHA MOTIVO CORREÇÃO AFA SEQUÊNCIA OU FALTA DE FASE

TABELA DE FALHAS IDENTIFICADAS PELO FABRICANTE

FALHA

MOTIVO

CORREÇÃO

AFA

SEQUÊNCIA OU FALTA DE FASE

MEDIR AS TENSÕES NA ENTRADA DO EQUIPAMENTO. HAVENDO AS TENSÕES CORRETAS, INVERTER DUAS DAS FASES NA ENTRADA DO EQUIPAMENTO.

A50

FALHA NO VENTILADOR

VERIFICAR O FUNCIONAMENTO DO VENTILADOR. POSSÍVEL DESARME POR ALTA CORRENTE, OU TEMPERATURA NO DISJUNTOR. VERIFIQUE POSSÍVEIS MAUS CONTATOS, TRAVAMENTO OU CURTO- CIRCUITO NO VENTILADOR.

A03

BAIXO NÍVEL OU FLUXO DE ÁGUA

CHECAR O NÍVEL DE ÁGUA NO RESERVATÓRIO. NO CASO DE EQUIPAMENTO SEM RESERVATÓRIO, VERIFICAR O ACIONAMENTO DO FLUXOSTATO OU DA CHAVE DE NÍVEL. SE NÃO HOUVER FLUXO, VERIFIQUE REGISTROS, FILTROS E A EXISTÊNCIA DE ÁGUA NO CIRCUITO, BEM COMO O FUNCIONAMENTO DA BOMBA DE CIRCULAÇÃO.

AH0

PRESSÃO ALTA NO COMPRESSOR (para equipamento com 1 compressor)

Para condensação à água: VERIFIQUE A CIRCULAÇÃO DA ÁGUA NO CONDENSADOR. SE NECESSÁRIO, REALIZAR A MEDIÇÃO DE VAZÃO COM UM BALDE E CRONÔMETRO. Para condensação à ar: VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO E A ROTAÇÃO DO(S) VENTILADOR(ES). VERIFIQUE A TEMPERATURA DA ÁGUA

DO PROCESSO (não pode estar superior

a

35°C)

VERIFIQUE AS CONDIÇÕES DO LOCAL

DE INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO, VERIFIQUE A CARGA DE GÁS, REALIZANDO A LEITURA DE SUB- RESFRIAMENTO E VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO PRESSOSTATO

AH1

PRESSÃO ALTA OU FALHA COMPRESSOR 1 (para sistemas com mais de um compressor)

Para condensação à água: VERIFIQUE A CIRCULAÇÃO DA ÁGUA NO CONDENSADOR. SE NECESSÁRIO, REALIZAR A MEDIÇÃO DE VAZÃO COM UM BALDE E CRONÔMETRO. Para condensação à ar: VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO E A ROTAÇÃO DO(S) VENTILADOR(ES). VERIFIQUE A TEMPERATURA DA ÁGUA DO PROCESSO (não pode estar superior

a

35°C)

VERIFIQUE AS CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO, A CARGA DE GÁS, REALIZANDO A LEITURA DE SUB-RESFRIAMENTO, VERIFIQUE ALGUM DESARME DA PROTEÇÃO DO COMPRESSOR 1 E VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO PRESSOSTATO DE ALTA, OU DO DISJUNTOR-MOTOR

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AH2 PRESSÃO ALTA OU FALHA COMPRESSOR 2 (para sistemas com mais de um compressor) Para

AH2

PRESSÃO ALTA OU FALHA COMPRESSOR 2 (para sistemas com mais de um compressor)

Para condensação à água: VERIFIQUE A CIRCULAÇÃO DA ÁGUA NO CONDENSADOR. SE NECESSÁRIO, REALIZAR A MEDIÇÃO DE VAZÃO COM UM BALDE E CRONÔMETRO. Para condensação a ar: VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO E A ROTAÇÃO DO(S) VENTILADOR(ES). VERIFIQUE A TEMPERATURA DA ÁGUA DO PROCESSO (não pode estar superior a 35°C) VERIFIQUE AS CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO, VERIFIQUE A CARGA DE GÁS, REALIZANDO A LEITURA DE SUB- RESFRIAMENTO, VERIFIQUE ALGUM DESARME DA PROTEÇÃO DO COMPRESSOR 2 E VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO PRESSOSTATO DE ALTA,OU DO DISJUNTOR-MOTOR

AL0

PRESSÃO BAIXA NO COMPRESSOR (para equipamento com 1 compressor)

BAIXA PRESSÃO DE FUNCIONAMENTO. FAÇA OS TESTES DE VAZAMENTO. SE NECESSÁRIO FOR, RECOLHA O GÁS REFRIGERANTE, PRESSURIZE O

SISTEMA COM 350lbs DE NITROGÊNIO,

E

REFAÇA O TESTE COM ESPUMA DENSA, COM A AJUDA DE UMA

ESPONJA. (o pincel proporciona uma espuma muito rala) VERIFIQUE A TEMPERATURA DO PROCESSO, E A TEMPERATURA NA SAÍDA DA VÁLVULA DE EXPANSÃO.

A

FALTA DE FLUXO TAMBÉM PODE

OCASIONAR A QUEDA DE PRESSÃO. SE NECESSÁRIO, VERIFIQUE A VAZÃO DE ÁGUA. VERIFIQUE A TEMPERATURA DE CONDENSAÇÃO VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO FILTRO SECADOR, MEDINDO O T NA ENTRADA E SAÍDA DO FILTRO. (a diferença não pode ser superior a 0.7°C)

AL1

PRESSÃO BAIXA COMPRESSOR 1 (para equipamentos com mais de um compressor)

BAIXA PRESSÃO DE FUNCIONAMENTO. FAÇA OS TESTES DE VAZAMENTO. SE NECESSÁRIO FOR, RECOLHA O GÁS REFRIGERANTE, PRESSURIZE O

SISTEMA COM 350lbs DE NITROGÊNIO,

E

REFAÇA O TESTE COM ESPUMA

DENSA, COM A AJUDA DE UMA ESPONJA. (o pincel proporciona uma espuma muito rala) VERIFIQUE A TEMPERATURA DO PROCESSO, E A TEMPERATURA NA SAÍDA DA VÁLVULA DE EXPANSÃO.

A

FALTA DE FLUXO TAMBÉM PODE

OCASIONAR A QUEDA DE PRESSÃO. SE NECESSÁRIO, VERIFIQUE A VAZÃO DE ÁGUA. VERIFIQUE A TEMPERATURA DE CONDENSAÇÃO VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO FILTRO SECADOR, MEDINDO O T NA ENTRADA E SAÍDA DO FILTRO. (a diferença não pode ser superior a 0.7°C)

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AL2 PRESSÃO BAIXA COMPRESSOR 2 BAIXA PRESSÃO DE FUNCIONAMENTO. FAÇA OS TESTES DE VAZAMENTO. SE

AL2

PRESSÃO BAIXA COMPRESSOR 2

BAIXA PRESSÃO DE FUNCIONAMENTO. FAÇA OS TESTES DE VAZAMENTO. SE NECESSÁRIO FOR, RECOLHA O GÁS REFRIGERANTE, PRESSURIZE O SISTEMA COM 350lbs DE NITROGÊNIO, E REFAÇA O TESTE COM ESPUMA DENSA, COM A AJUDA DE UMA ESPONJA. (o pincel proporciona uma espuma muito rala) VERIFIQUE A TEMPERATURA DO PROCESSO, E A TEMPERATURA NA SAÍDA DA VÁLVULA DE EXPANSÃO. A FALTA DE FLUXO TAMBÉM PODE OCASIONAR A QUEDA DE PRESSÃO. SE NECESSÁRIO, VERIFIQUE A VAZÃO DE ÁGUA. VERIFIQUE A TEMPERATURA DE CONDENSAÇÃO VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO FILTRO SECADOR, MEDINDO O T NA ENTRADA E SAÍDA DO FILTRO. (a diferença não pode ser superior a 0.7°C)

AC0

FALHA NO COMPRESSOR

VERIFIQUE SE O COMPRESSOR NÃO ESTÁ EM CURTO-CIRCUITO COM O AUXÍLIO DE UM MULTÍMETRO, SE ESTIVER EM CURTO SUBSTITUA-O. VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO CONTATO NO DISJUNTOR-MOTOR, QUANTO AO SEU RE-ACIONAMENTO. FAÇA O REAPERTO DE TODOS OS BORNES DO QUADRO ELÉTRICO E DO CONECTOR DO COMPRESSOR

Alr

TEMPERATURA MUITO BAIXA

VERIFIQUE A TEMPERATURA DO FLUIDO DE PROCESSO VERIFIQUE A TEMPERATURA DO GÁS REFRIGERANTE NA SAÍDA DA VÁLVULA DE EXPANSÃO, ATRAVÉS DA PRESSÃO DE SUCÇÃO X TEMPERATURA (tabela de pressão x temperatura)

A09

TEMPERATURA MUITO ALTA

VERIFIQUE A TEMPERATURA DO PROCESSO, SE ESTIVER ACIMA DE 35°C, SUBSTITUA A ÁGUA DO PROCESSO. APÓS ESTE PROCEDIMENTO, VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO EQUIPAMENTO, COM RELAÇÃO A ALARMES, RENDIMENTO, E CARGA TÉRMICA DE PROCESSO

A7A

FALHA SENSOR TEMPERATURA DE RETORNO

VERIFIQUE SE O SENSOR DE TEMPERATURA ESTÁ DEVIDAMENTE CONECTADO, E POSICIONADO NO LOCAL CERTO PARA A MEDIÇÃO. VERIFIQUE SE O MESMO NÃO ESTÁ ROMPIDO VERIFIQUE O AJUSTE DE OFFSET NO CONTROLADOR

A7h

FALHA SENSOR DE TEMPERATURA DE SAÍDA

VERIFIQUE SE O SENSOR DE TEMPERATURA ESTÁ DEVIDAMENTE CONECTADO, E POSICIONADO NO LOCAL CERTO PARA A MEDIÇÃO. VERIFIQUE SE O MESMO NÃO ESTÁ ROMPIDO VERIFIQUE O AJUSTE DE OFFSET NO CONTROLADOR

AE1

VÁLVULA HOT GÁS (alarme de anti- congelamento da placa) (para equipamento com 1 compressor)

SE HOUVER O ACIONAMENTO DA VÁLVULA HOT GÁS, VERIFIQUE A PRESSÃO DE BAIXA DO GÁS REFRIGERANTE VERIFIQUE A VAZÃO DE ÁGUA NO EVAPORADOR

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AX1 VÁLVULA HOT GÁS (alarme de anti- congelamento da placa) (para equipamento com 2 compressores)

AX1

VÁLVULA HOT GÁS (alarme de anti- congelamento da placa) (para equipamento com 2 compressores)

SE HOUVER O ACIONAMENTO DA VÁLVULA HOT GÁS, VERIFIQUE A PRESSÃO DE BAIXA DO GÁS REFRIGERANTE VERIFIQUE A VAZÃO DE ÁGUA NO EVAPORADOR

 

VÁLVULA HOT GÁS (alarme de anti- congelamento da placa) (para equipamento com 2 compressores)

SE HOUVER O ACIONAMENTO DA VÁLVULA HOT GÁS, VERIFIQUE A PRESSÃO DE BAIXA DO GÁS REFRIGERANTE VERIFIQUE A VAZÃO DE ÁGUA NO EVAPORADOR

PRINCIPAIS PROBLEMAS NUM CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO, RELACIONADOS À DESBALANCEAMENTO DO SISTEMA.

FALHA

CAUSA

CONSEQUÊNCIA

PROVIDÊNCIA

RETORNO DE REFRIGERANTE LÍQUIDO

EXCESSO DE GÁS BAIXO SUPERAQUECIMENTO VÁLVULA TRAVADA ABERTA BAIXO RENDIMENTO NO EVAPORADOR

QUEBRA DO COMPRESSOR

AJUSTE A CARGA DE GÁS. FAÇA O AJUSTE DE SUPERAQUECIMENTO, SE NECESSÁRIO, SUBSTITUA A VÁLVULA DE EXPANSÃO VERIFIQUE A VAZÃO DE GÁS E A TROCA NO EVAPORADOR

ALTA TEMPERATURA DE DESCARGA

PRESSÃO DE DESCARGA MUITO ALTA PRESSÃO DE BAIXA MUITO BAIXA SUPERAQUECIMENTO MUITO ALTO SUB RESFRIAMENTO MUITO BAIXO

QUEIMA DO COMPRESSOR QUEBRA DO COMPRESSOR

FAÇA O BALANCEAMENTO DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO

ALTA PRESSÃO DE DESCARGA

EXISTÊNCIA DE VAPORES INCONDENSÁVEIS, OU INCOMPATÍVEIS NO SISTEMA CONDENSADOR SUJO EXCESSO DE GÁS REFRIGERANTE OBSTRUÇÃO NA LINHA DE DESCARGA

QUEIMA DO COMPRESSOR DESARME DO PRESSOSTATO DE ALTA DESARME DA PROTEÇÃO DO COMPRESSOR TRAVAMENTO DO COMPRESSOR

FAÇA O BALANCEAMENTO DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO

 

VAZAMENTO NO SISTEMA SELADO

   

QUEIMA DO COMPRESSOR

PROCURE VAZAMENTOS DE

OBSTRUÇÃO NO FILTRO SECADOR BAIXA TEMPERATURA NO PROCESSO VÁLVULA DE EXPANSÃO TRAVADA NA POSIÇÃO FECHADA

]

GÁS REFRIGERANTE SUBSTITUA O FILTRO SECADOR SUBSTITUA A VÁLVULA DE EXPANSÃO

BAIXA PRESSÃO DE SUCÇÃO

DESARME DO PRESSOSTATO DE BAIXA

CONGELAMENTO DO TROCADOR A PLACAS

CONTAMINAÇÃO DO SISTEMA POR UMIDADE OU ACIDEZ

QUEIMA DE COMPRESSOR UMIDADE NO SISTEMA MISTURA DE GÁSES REFRIGERANTES MISTURA COM NITROGÊNIO USO DE ÓLEO LUBRIFICANTE INCORRETO

QUEIMA DO COMPRESSOR OBSTRUÇÃO DA VÁLVULA DE EXPANSÃO VARIAÇÃO NAS MEDIÇÕES DE PRESSÃO DE ALTA/BAIXA PRESSÃO FALTA DE RENDIMENTO

FAÇA A LIMPEZA DO SISTEMA COM 141-B SUBSTITUA O FILTRO SECADOR FAÇA O PROCEDIMENTO DE VÁCUO CORRETAMENTE FAÇA NOVA CARGA DE ÓLEO LUBRIFICANTE

FALHAS ELÉTRICAS

FALTA DE FASE INVERSÃO DE FASE DESBALANCEAMENTO DE FASES MAU CONTATO CONSEQUÊNCIA POR QUEIMA DO COMPRESSOR

OUTROS PROBLEMAS ELÉTRICOS ALARMES

ANÁLISE DE CONTINUIDADE EM CONTATOS TROCA DE CONTATOR EM CASO DE QUEIMA DO COMPRESSOR REAPERTAR CONEXÕES ELÉTRICAS

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FALTA DE RENDIMENTO DESBALANCEAMENTO DE PROCESSO FALTA DE GÁS REFRIGERANTE CONDIÇÕES EXTERNAS EDVERSAS

FALTA DE RENDIMENTO

DESBALANCEAMENTO DE PROCESSO FALTA DE GÁS REFRIGERANTE CONDIÇÕES EXTERNAS EDVERSAS DESBALANCEAMENTO DO CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO

ALARMES DE ALTA TEMPERATURA ALTA TEMPERATURA DO PROCESSO PARALIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

VERIFICAR AS VAZÕES DE PROCESSO, E DO CHILLER TROCA DA ÁGUA DE PROCESSO, E VERIFICAÇÃO DE FUNCIONAMENTO AJUSTE DE SUPERAQUECIMENTO E SUB-RESFRIAMENTO

 

ENTUPIMENTO DO TROCADOR BAIXA TEMPERATURA DE EVAPORAÇÃO FALTA DE GÁS

 

LIMPEZA DO SISTEMA COM

ROMPIMENTO NO EVAPORADOR INUNDAÇÃO DO SISTEMA COM ÁGUA

R141b

ROMPIMENTO DE PLACAS

ALTO VÁCUO VERIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PROTEÇÃO

FALTA DE VAZÃO DE ÁGUA

SUJEIRA NA BOMBA CAVITAÇÃO ENTUPIMENTO DE FILTRO SENTIDO INVERSO DE FUNCIONAMENTO

ALARMES DE FALTA DE FLUXO CONGELAMENTO DO EVAPORADOR

REALIZAR A LIMPEZA NOS FILTROS, E NO ROTOR DA BOMBA ESCORVA DO AR DA BOMBA INVERSÃO DAS FASES, E SINCRONIA COM RELÉ DE FALTA E INVERSÃO DE FASES

TEMPERATURAS ERRADAS

OFFSET DE SENSORES ROMPIMENTO DE SENSORES MAU CONTATO NOS SENSORES

LEITURA ERRADA DA TEMPERATURA ALARME DE SENSORES

FAZER A MEDIÇÃO DE CONTINUIDADE FAZER COMPARAÇÃO DE LEITURA COM PENTA, E AJUSTAR OFFSET SUBSTITUIÇÃO DO SENSOR

RUÍDO EXCESSIVO NA BOMBA

ROLAMENTOS

TRAVAMENTO DA BOMBA DESGASTE E COMPROMETIMENTO DO ROTOR

SUBSTITUA OS

DESGASTADOS

ROLAMENTOS

VAZAMENTO NA BOMBA

DESGASTE DE VEDAÇÃO SELO MECÂNICO AVARIADO

VAZAMENTO DA ÁGUA DO PROCESSO

SUBSTITUA A GUARNIÇÃO, E/OU SELO MECÂNICO DE VEDAÇÃO

AVARIA NO SELO MECÂNICO

INVERSÃO NA ROTAÇÃO DA BOMBA FUNCIONAMENTO DA BOMBA SEM ÁGUA PRODUTO QUÍMICO REAGENTE SÓLIDOS ABRASIVOS EM SUSPENSÃO

RESSECAMENTO, OU ROMPIMENTO DA VEDAÇÃO DO SELO

TROQUE O SELO MECÂNICO, E AVALIE AS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA BOMBA.

Esperamos que este treinamento tenha ajudado a esclarecer alguma dúvida com relação aos nossos equipamentos de água gelada. Para outros esclarecimentos, não deixem de perguntar e levar ao seu encarregado, ou ao departamento de engenharia. Sua dúvida pode ser a dúvida de outros.

Neilor Paiva

Depto de Engenharia UAG

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