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Universidade Federal de Pelotas Centro de Educação a Distância Curso de Licenciatura em Matemática a
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Universidade Federal de Pelotas Centro de Educação a Distância Curso de Licenciatura em Matemática a

Universidade Federal de Pelotas Centro de Educação a Distância Curso de Licenciatura em Matemática a Distância

Introdução à Álgebra Funcional

Olá‼! No Eixo Temático de Álgebra Funcional estudaremos a Álgebra como expressão da variação de
Olá‼!
No Eixo Temático de Álgebra Funcional estudaremos a Álgebra como
expressão da variação de grandezas.
Mas o que é a Álgebra?
A Álgebra é a linguagem da matemática que procura expressar o que é genérico, ou
A Álgebra é a linguagem da matemática que procura expressar o que é genérico, ou seja, aquilo
que se pode afirmar para vários valores independentemente de quais sejam eles exatamente,
como por exemplo, os valores numéricos.

Observe que a escrita t+1 expressa várias ideias, todas de caráter genérico, ou seja, para qualquer valor de t, t+1 pode significar:

A soma de t com uma unidade

Um número que é uma unidade maior que t

O sucessor de um número

O próximo número triangular

Logo t+1 significa a resposta a qualquer situação que exija a soma ou acréscimo de um número com 1. Nesse caso não esperamos como resposta um valor numérico, mas a expressão de um fato genérico. Já na expressão 12+1 esperamos uma resposta numérica. Percebeu a diferença?

Para Diniz e Souza (1998) e Coxford e Shulte (1994) a Álgebra possui quatro funções: como generalizadora da Aritmética, como expressão da relação entre grandezas, como estudo de processos para resolução de problemas e como estudo das estruturas matemáticas.

O Quadro 1 sintetiza as diferentes concepções da Álgebra a serem abordadas no Ensino Fundamental, conforme as indicações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).

as indicações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Quadro 1: Abordagem algébrica no Ensino Fundamental

Quadro 1: Abordagem algébrica no Ensino Fundamental

Os Parâmetros Curriculares Nacionais tem como propósito assegurar um direito estabelecido no artigo 22 da
Os Parâmetros Curriculares Nacionais tem como propósito assegurar um direito estabelecido
no artigo 22 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, também conhecida como LDB
9394/96. Este artigo assegura a todos “a formação comum indispensável para o exercício da
cidadania, fornecendo-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”, através
de um núcleo comum obrigatório em todo o âmbito nacional e de uma parte diversificada
contemplando as peculiaridades locais.

Esta necessidade de propiciar a todos os cidadãos, independente da escola, pública ou particular, urbana ou rural, uma formação básica comum, levou a formulação de um conjunto de diretrizes capaz de nortear os currículos e os conteúdos mínimos. Torna-se importante conhecer o PCN relacionado a Matemática.

O volume 3 dos PCN do Ensino Fundamental é o de Matemática, discute aspectos do ensinar e aprender matemática na contemporaneidade, importância do conhecimento matemático, da resolução de problemas, formas de avaliar, bem como sugestões de objetivos, conteúdos e formas de selecionar e organizar estes conteúdos. Dessa forma é um material de apoio ao professor no momento do seu planejamento.

Os PCN do Ensino Médio são organizados em grandes áreas de conhecimento, dessa forma na III parte encontram-se as Ciências da natureza, Matemática e suas Tecnologias. Nesta parte a matemática é abordada através de conhecimentos matemáticos, competências e habilidades a serem desenvolvidas em Matemática, rumos e desafios e bibliografia.

Foi elaborado pelo MEC um PCN com orientações complementares, devido as reformulações no Ensino Médio, que a partir de agora será ministrado em três grandes áreas de conhecimento. São elas: Ciências da Natureza e Matemática, Ciências Humanas e Linguagens e códigos.

Procure acessar os textos dos PCN de Matemática no portal do Ministério da Educação e
Procure acessar os textos dos PCN de Matemática no portal do Ministério da
Educação e Cultura e leia mais sobre as funções da Álgebra. No Saiba Mais
apontamos alguns textos e os links para os PCN da área de Matemática.
Boa leitura!

Saiba Mais

sobre as Funções da Álgebra:

SOUZA, E. e DINIZ, M. Álgebra: das variáveis às equações e funções. São Paulo: IME-USP, 1998. COXFORD, A. e SHULTE, A. (Org.) As idéias da álgebra. Tradução de Hygino H. Domingues. São Paulo:

Atual, 1994.

sobre PCN:

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf
Neste semestre abordaremos a Álgebra num enfoque funcional (segunda ramificação do Quadro 1). Na Educação
Neste semestre abordaremos a Álgebra num enfoque funcional
(segunda ramificação do Quadro 1).
Na Educação básica algum dos seus professores utilizou o conceito de
função para abordar razão, proporção ou geometria, por exemplo?
Pois estes são alguns exemplos de relações funcionais.
Vejamos como perceber isso …

Neste Eixo ao afirmarmos que numa classe a razão entre o número de meninas e de meninos é de 1/4 (lê-se 1 para 4), nosso entendimento será: para qualquer número de meninos (x), o número

de meninas (y) é dado por 1/4 vezes o número de meninos, ou seja,

y

1

4

x

.

Ao afirmarmos que 70% das mercadorias foram vendidas, nosso entendimento será:

independentemente do número de mercadorias (x), o número das mercadorias vendidas (y) é

dado por

y

70

x

100

.

b.h

2

, onde b é a medida da base

do triângulo e h é a medida de sua altura, nosso entendimento será: estamos relacionando três grandezas, na qual a área A está em função de duas variáveis b e h e a fórmula mostra que, para quaisquer valores de b e de h, é possível obter A a partir do cálculo da metade do produto das variáveis b e h.

Ao afirmarmos que a área de qualquer triângulo é dada por:

A

Dentro desta concepção estaremos expressando relações entre grandezas em que as variáveis variam.

Você sabe definir o que é uma variável?
Você
sabe
definir o que
é
uma
variável?
Variável é qualquer símbolo que represente os elementos de um conjunto, assim os elementos do
Variável é qualquer símbolo que represente os elementos de um conjunto, assim os elementos do
conjunto são os valores da variável e o conjunto é o campo ou domínio de definição da variável.
Você sabia que: As variáveis, em geral, são indicadas por letras minúsculas? A natureza da
Você sabia que:
As variáveis, em geral, são indicadas por letras minúsculas?
A natureza da variável pode ser geométrica, física, química, entre
outras?
A variável real é uma variável matemática que assume valores
num subconjunto de números reais?

Além disso, as variáveis são classificadas em:

Discretas: quando o domínio é um subconjunto de números naturais ou inteiros.

Contínuas: quando o domínio é um intervalo ou união de intervalos reais.

Na Álgebra Funcional a variável é um argumento (representa os valores do domínio de uma função) ou um parâmetro (representa um número do qual outros dependem). Além disso, apenas no contexto funcional existem as noções de variável independente e variável dependente 1 .

Vamos ver o que você entendeu até aqui? Realize as atividades a seguir do Pr@tic@ndo.
Vamos ver o que você entendeu até aqui?
Realize as atividades a seguir do Pr@tic@ndo.
As respostas estarão no final do texto.

Pr@tic@ndo

1. Assinale D para variável discreta e C para variável contínua.

(

) Temperatura num determinado mês do ano na cidade de Pelotas.

(

) Ângulo de inclinação de um terreno.

(

) Contagem de pessoas.

(

) Número de bactérias numa determinada cultura.

(

) Valores das funções trigonométricas.

(

) Número de gols por rodada de um campeonato de futebol.

(

) Comprimento de uma pessoa ao longo da vida.

(

) Número de respostas sim ou de respostas não num questionário.

(

) Tempo decorrido para o cozimento de certo alimento.

(

) Soma do número de pontos no lançamento simultâneo de dois dados.

2. Ao afirmarmos que o comprimento de uma circunferência é C = R, sendo R o raio da circunferência, que entendimento devemos ter desta situação no Eixo Temático de Álgebra Funcional?

3. Ao afirmarmos que a combinação de n elementos de um conjunto tomados p a p é dada

n!

p!(n

p)!

C n,p

por

Álgebra Funcional?

, que entendimento devemos ter desta situação no Eixo Temático de

4. Acesse o link http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/matematica.pdf, leia os parágrafos 4 e 5 da página 118 e responda:

a) Que entendimento você teve sobre o conceito do uso de letras em matemática no Ensino Fundamental?

b) Como as letras estão sendo trabalhadas na Educação Básica?

c) Como a noção de variáveis, que variam, pode ser trabalhada na Educação Básica de forma mais significativa?

1 Posteriormente trabalharemos com tais noções.

na Educação Básica de forma mais significativa? 1 Posteriormente trabalharemos com tais noções. CLMD – UFPel

CLMD UFPel

4

LOGO

Vamos conhecer a SuperLogo 3.0? Explore-a, crie e recrie rotinas nesta linguagem de programação.
Vamos conhecer a SuperLogo 3.0?
Explore-a,
crie
e
recrie
rotinas
nesta
linguagem
de
programação.

1. Conhecendo a Linguagem

LOGO foi a palavra escolhida pela equipe de Seymour Papert e Marvin Minsky para designar um projeto desenvolvido a partir de 1967, no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) sobre Inteligência Artificial, associado às Ciências da Educação.

A palavra LOGO é derivada do grego logos, que contém ao mesmo tempo as noções de razão,

linguagem e cálculo. Para seus idealizadores, a LOGO é simultaneamente uma teoria de aprendizagem, uma linguagem de comunicação e um conjunto de unidades materiais que permite demonstrar os processos mentais empregados por um indivíduo para resolver problemas.

LOGO é uma linguagem de programação interpretada, utilizada com grande sucesso como ferramenta de apoio

LOGO é uma linguagem de programação interpretada, utilizada com grande sucesso como ferramenta de apoio ao ensino regular, aplicada principalmente com crianças e adolescentes. A linguagem LOGO vem embutida em uma filosofia da educação não diretiva, de inspiração Piagetiana, em que a criança aprende explorando o seu ambiente - no caso, também criando "micro-ambientes" ou "micro-mundos" com regras que ela mesma impõe.

ambiente - no caso, também criando "micro-ambientes" ou "micro-mundos" com regras que ela mesma impõe.
ambiente - no caso, também criando "micro-ambientes" ou "micro-mundos" com regras que ela mesma impõe.

A princípio a linguagem de programação LOGO foi desenvolvida para controlar uma tartaruga

mecânica (robô), que possuía rodas associadas a motores e uma caneta retrátil com a qual ela desenhava o caminho que era programado, veja a Figura 1. Com o advento dos micro- computadores, a tartaruga tornou-se virtual e passou a desenhar figuras na tela do computador,

isso ocorreu por questões de preço, facilidade e precisão de movimentos.

questões de preço, facilidade e precisão de movimentos. Figura 1: Seymour Papert e sua tartaruga mecânica

Figura 1: Seymour Papert e sua tartaruga mecânica em meados de 1970

Até o ano de 1977, o uso da LOGO ficou restrito a laboratórios e Universidades, pois eram os únicos ambientes que possuíam computadores capazes de manipular a linguagem. Contudo, em 1977, com o projeto An Evaluative Study of Modern Technology in Education, aplicado na Escola Pública de Brookline ocorreu a primeira investigação da LOGO na área da Informática Educativa, na qual 16 alunos da 6ª série realizaram atividades com a tartaruga-gráfica utilizando um microcomputador 3500 (criado por Minsky) com o interpretador da linguagem instalado.

Na década de 80 com o desenvolvimento de micro-computadores a linguagem começou a ser utilizada em larga escala por escolas de todo o mundo, neste período houve a implementação do projeto LEGO/LOGO, um projeto de robótica educativa na qual o sujeito pode interagir com dispositivos produzidos pelo MIT e pela LEGO, através do Programmable Brick e demais componentes do robô e de uma linguagem de programação simples e poderosa originária da LOGO. Inúmeros projetos educativos surgiram desta parceria tanto nos Estados Unidos, quanto no Brasil. Atualmente, a linguagem LOGO não vem sendo utilizada diretamente nas escolas, mas é a base da linguagem de programação de sistemas robóticos, por exemplo, no projeto LEGO/LOGO.

Vamos dar uma parada para assistir a um trecho do vídeo produzido pela BBC sobre
Vamos dar uma parada para assistir a um trecho do vídeo produzido
pela BBC sobre
Papert
e
a
LOGO?
Acesse
o
link
http://www.youtube.com/watch?v=2lA0QZTbwJs&feature=related
O que você achou do vídeo?
Você percebeu que a LOGO é uma linguagem de programação
interpretada, ou seja, seus comandos escritos são lidos e executados
produzindo algum efeito na tela do computador através de textos ou
desenhos traçados por uma tartaruga-gráfica?
Vamos continuar para conhecermos um pouco mais dessa linguagem…

Uma diferença da LOGO em relação às linguagens de programação tradicionais é seu retorno imediato, podemos dizer que a LOGO é uma programação visual! É exatamente esse retorno que torna divertida e fácil a aprendizagem de programação! Segundo Valente (1993) a LOGO é uma linguagem de programação de fácil assimilação por explorar atividades espaciais, ter fácil terminologia e por permitir criar novos termos ou procedimentos.

Com relação a seu aspecto pedagógico a linguagem tem por base o construtivismo piagetiano, contudo Papert além de estudar e reinterpretar a Teoria Construtivista, estudou teorias de áreas computacionais voltadas para o estudo do conhecimento, como a Inteligência Artificial; assim criou sua própria teoria de aprendizagem, a Teoria do Construcionismo.

Um aspecto importante nesta linguagem é que “o erro não é tido como uma punição,
Um aspecto importante nesta linguagem é que “o erro não é tido como uma punição, mas a busca
de uma verdade, de uma resposta, de uma solução, de um acerto. Vê-se, assim, que o que mais
importa é o raciocínio lógico: pensar, executar, errar, repensar, refazer, acertar” (COSTA, 2008, p.
6). Nesta linguagem o aluno percebe e reflete sobre seu erro imediatamente após a execução
dos comandos.

Uma mensagem de erro frequente é Ainda não aprendi …, tal mensagem para o aluno não sugere um erro, mas como uma possibilidade de ensinar a tartaruga a instrução que deseja que a mesma execute.

Que tal conhecer um pouco mais sobre a LOGO? Assista aos vídeos e acesse a
Que tal conhecer um pouco mais sobre a LOGO? Assista aos vídeos
e acesse a página oficial da LOGO disponibilizados no Saiba Mais.
Saiba Mais sobre a LOGO: Site oficial da LOGO: http://el.media.mit.edu/logo-foundation/index.html Teoria e Prática:
Saiba Mais
sobre a LOGO:
Site oficial da LOGO: http://el.media.mit.edu/logo-foundation/index.html
Teoria e Prática: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qQXmMkJz8AM
Introdução: http://www.youtube.com/watch?v=fRzwX27G214&feature=related
Robótica e LOGO: http://www.youtube.com/watch?v=imLhC6rwY_4&feature=related
Valente,
J.
A.
Diferentes
usos
do
Computador
na
Educação.
Disponível
em:
http://pan.nied.unicamp.br/publicacoes/publicacao_detalhes.php?id=50

2. Construcionismo

Você sabia que o Construcionismo também é chamado de Construtivismo Social, pois nesta teoria o
Você sabia que o Construcionismo também é chamado de
Construtivismo Social, pois nesta teoria o sujeito constrói conceitos
através da realização de experimentos e resolução prática de
problemas? Ou seja, ocorre a aquisição de conhecimento a partir da
ação (experimentação).
Construcionismo é uma reconstrução teórica a partir do construtivismo piagetiano, feita por Seymour Papert, na
Construcionismo é uma reconstrução teórica a partir do construtivismo piagetiano, feita por
Seymour Papert, na qual a criança é um ‘'ser pensante'' e construtora de suas próprias estruturas
cognitivas. Ela é contrária ao pensamento pedagógico baseado na transmissão de conteúdos, no
qual o aluno é considerado um sujeito passivo.
Na sua opinião a imagem da Figura 2 relaciona-se com uma educação bancária ou construcionista?
Na sua opinião
a imagem
da
Figura 2
relaciona-se com uma educação bancária
ou construcionista?
Quais elementos justificam a sua resposta?
construcionista? Quais elementos justificam a sua resposta? Figura 2: Educação Bancária ou Construcionista? Fonte:

Figura 2: Educação Bancária ou Construcionista? Fonte: http://www.google.com.br/

A atitude construcionista implica na meta de ensinar de tal forma a produzir o máximo de aprendizagem, com o mínimo de ensino, alcançar meios de aprendizagem fortes que valorizem a construção mental do sujeito, apoiada em suas próprias construções no mundo.

Dizer que estruturas intelectuais são construídas pelo aluno, ao invés de ensinadas por um professor não significa que elas sejam construídas do nada. A criança se apropria de materiais que ela encontra, de modelos e metáforas sugeridos pela cultura que a rodeia (Papert, 1986).

Para Papert, é muito importante que a construção do conhecimento, no pensamento concreto, seja fortemente solidificada, desenvolvendo-se as entidades mentais relevantes, ampliando-se a capacidade do sujeito operar no mundo, atuando frente a situações de forma flexível e criativa, resolvendo problemas reais e enfrentando situações do cotidiano contemporâneo cada dia mais complexas. A imagem da Figura 3 sugere este tipo de ensino?

complexas. A imagem da Figura 3 sugere este tipo de ensino? Figura 3: Imagem do livro

Figura 3: Imagem do livro Cuidado Escola! Fonte: www.planetaeducacao.com.br

É fundamental para compreendermos e interferimos no desenvolvimento dos processos cognitivos

do sujeito e, por que não dizer também nos processos afetivos, o conceito de Papert que enfatiza

as conexões do novo com o que já se sabe, com o que já se experimentou. Nós nos motivamos a

aprender um novo conhecimento quando ele torna-se significativo para nós mesmos.

Quantas vezes ouvimos ou lemos sobre a importância de valorizar a bagagem cultural do aluno?
Quantas vezes ouvimos ou lemos sobre a importância de
valorizar a bagagem cultural do aluno?
Na sua opinião, a escola atualmente está muito diferente da
imagem da Figura 3?
O papel do professor dentro do construcionismo é o de facilitador criativo, proporcionando um ambiente
O papel do professor dentro do construcionismo é o de facilitador criativo, proporcionando um
ambiente capaz de fornecer conexões individuais e coletivas, como, por exemplo, desenvolvendo
projetos vinculados com a realidade dos alunos, e que sejam integradores de diferentes áreas do
conhecimento.

O processo cognitivo do aluno esta baseado no ciclo: DESCRIÇÃO EXECUÇÃO REFLEXÃO

DEPURAÇÃO DESCRIÇÃO

Para que você compreenda melhor este ciclo apresentaremos um exemplo de pesquisa na internet.
Para que você compreenda melhor este
ciclo apresentaremos um exemplo de
pesquisa na internet.

O sujeito ao utilizar a ferramenta de busca realiza ações, no caso (descreve) para a ferramenta o

tópico a ser pesquisado.

A ferramenta (executa) e apresenta os resultados, se a resposta for satisfatória o aprendiz

considera que sua pesquisa está concluída, como se um problema inicial acabasse de ser

resolvido.

Caso contrário, o aluno (reflete) sobre o resultado e reorganiza suas ideias e seus esquemas mentais de ação a partir dos resultados já obtidos (depura) para então realizar uma nova busca com outros critérios (descreve) para a ferramenta a partir dos resultados já obtidos e assim o ciclo reflexivo se realiza. Nesse processo intermitente de interação entre sujeito, meio e objeto as

estruturas e os esquemas mentais são reorganizados a fim de que o sujeito consiga resolver um problema é nesse momento que a construção do conhecimento ocorre (VALENTE, 1993;2002).

Papert viu na Informática e, principalmente, na metodologia de ensinoaprendizagem no ambiente computacional (metodologia LOGO) a possibilidade de realizar seu desejo de criar condições para mudanças significativas no desenvolvimento intelectual dos sujeitos.

Podemos concluir que a construção do conhecimento envolve a disponibilidade de aprender do aluno, o
Podemos concluir que a construção do conhecimento envolve a
disponibilidade de aprender do aluno, o interesse e o
envolvimento com o tema e principalmente os recursos
disponíveis. Você concorda com tal conclusão?
No Saiba Mais selecionamos materiais que abordam o
Construcionismo.
Esperamos que através deles você possa compreender a
importância desta teoria de aprendizagem.

Saiba Mais

sobre a abordagem construcionista:

Morelatti, M. R. M. A Abordagem Construcionista no Processo de Ensinar e Aprender Cálculo Diferencial e Integral. Disponível em <http://lsm.dei.uc.pt/ribie/docfiles/txt2003729173959paper-258.pdf>

http://www.youtube.com/watch?v=3voPKs6u-6Y&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=9mNrk1X9Gjw&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=9mNrk1X9Gjw&feature=related
3. A SuperLogo A proposta da LOGO é de ensinar pessoas de qualquer idade o
3. A SuperLogo
A proposta da LOGO é de ensinar pessoas de qualquer idade o
que significa programar.
Neste Eixo iremos trabalhar com a versão LOGO para Windows
criada pelo Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED)
da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), chamada de
SuperLogo, na versão 3.0
Vá há página, baixe e instale o software.
O software SuperLogo pode
ser
baixado
através
do endereço

http://pan.nied.unicamp.br/softwares/software_detalhes.php?id=33, após descompactá-lo realize a instalação do mesmo, para abrir a SuperLogo dê um clique-duplo no ícone existente em sua área de trabalho do Windows.

Na Figura 4, temos a interface inicial do software SuperLogo 3.0, perceba que há uma barra de menus, duas janelas e alguns botões de comandos. A tartaruga posiciona-se no marco (0,0) da tela na janela gráfica e orienta-se a 0º em relação a um eixo imaginário. Os menus do SuperLogo

tela na janela gráfica e orienta-se a 0º em relação a um eixo imaginário. Os menus

são auto-explicativos, acesse-os e conheça suas funções. No menu Ajuda opção índice estão listados todos os comandos do software. Ao selecionar um dos comandos pode-se ter acesso à sua sintaxe.

um dos comandos pode-se ter acesso à sua sintaxe. Figura 4: Tela inicial do SuperLogo 3.0

Figura 4: Tela inicial do SuperLogo 3.0

3.1. Comandos Básicos

Para iniciar a manipulação com o software você precisa aprender a comandar a tartaruga. Os comandos mais básicos são: andar para frente, andar para trás, virar para direita e virar para esquerda.

A sintaxe a ser utilizada é comandoespaçocomplemento, este complemento é chamado de parâmetro ou entrada. Há comandos que não precisam de parâmetros, como o tartaruga ou tat, que ao ser digitado limpa a tela e posiciona a tartaruga na sua posição inicial original; contudo, há outros que precisam de mais de um parâmetro como veremos a diante.

Um parâmetro pode ser um número, uma palavra ou uma lista.

Palavra é uma sequência de caracteres precedida por aspas ( " ). Como por exemplo:
Palavra é uma sequência de caracteres precedida por aspas ( " ). Como por exemplo: "Olá
Número é um tipo especial de palavra, que dispensa o uso de aspas para facilitar as operações
aritméticas. Um número é constituído somente por dígitos, podendo ser um valor inteiro ou real
(com ponto decimal). Como por exemplo: 2406 ou 12.6
Lista é um conjunto de palavras, números ou listas escrito entre colchetes ( [ ] ). Como por
exemplo: [Olá seja bem vindo a 2012/1] Esta lista possui 6 elementos. Observe que quando
uma palavra é elemento de uma lista não precisa vir precedida por aspas.
Existe a possibilidade de lista vazia que é denotada por [ ] e palavra vazia que é denotada por
aspas seguida por um espaço em branco: " .
Vejamos a instrução que devemos fazer para movimentar a tartaruga 90 passos para frente.
Vejamos a instrução que devemos fazer
para movimentar a tartaruga 90 passos
para frente.

Para movimentar a tartaruga 90 passos para frente digite na caixa de texto da Janela de Comandos parafrente 90 ou pf 90, a Figura 5 mostra a programação e o rastro deixado pela tartaruga, note que o valor 90 representa o número de passos na janela gráfica, ou seja, um traço de 90 pixels de comprimento (o pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital). A janela gráfica mede 1000 passos na vertical e 1000 passos na horizontal, assim do centro andando 500 passos na horizontal (ou vertical) a tartaruga atingirá os limites da janela. Ao digitarmos, por exemplo, tat pf 650 a tartaruga traçará o segmento de 500 passos para frente (até o limite superior) e aparecerá no limite inferior completando os 150 passos que faltam.

no limite inferior completando os 150 passos que faltam. Todos os comandos dados à tartaruga ficarão
no limite inferior completando os 150 passos que faltam. Todos os comandos dados à tartaruga ficarão

Todos os comandos dados à tartaruga ficarão na janela de comandos em uma lista, sempre do primeiro para o último. Se quiser apagá-los, clique no botão Restaurar janela comandos.

Figura 5: Exemplo do uso do Comando parafrente e sua representação gráfica

Para apagar tudo o que foi feito na janela gráfica, dê o comando tat ou clique no botão Restaurar

janela

anteriormente, basta clicar nele na janela de comandos, que o mesmo aparecerá na caixa de texto.

Os comandos paradireita (pd) e paraesquerda (pe) não produzem deslocamentos apenas mudança de posicionamento da tartaruga, o parâmetro após estes comandos indica o ângulo a ser usado para que a tartaruga gire. Já o parâmetro após os comandos parafrente (pf) e paratrás (pt) indica o valor total a ser movimentado.

Para movimentar a tartaruga sem deixar traços você deve usar o comando usenada (un) seguido de um comando que desloque a tartaruga. Para apagar um traço na tela use o comando useborracha (ub) seguido de um comando que desloque a tartaruga no comprimento que deseja apagar. Para retornar ao traço, digita-se o comando uselápis (ul). O comando desapareçatat (dt) torna a tartaruga invisível e o comando apareçatat (at) faz retornar a sua figura.

digitado

gráfica

nos

botões

de

comandos.

Caso

queira

utilizar

um

comando

Com estes comandos iniciais você já pode criar inúmeras figuras! Vamos verificar?
Com estes comandos iniciais você já pode
criar inúmeras figuras!
Vamos verificar?

Pr@tic@ndo

5. Digite os comandos abaixo no SuperLogo na ordem apresentada e verifique o que será reproduzido ao final pela tartaruga (você pode digitar um comando de cada vez obtendo uma lista com 9 linhas, dando enter ou clicando em Executar a cada comando e assim ver o processo de formação passo a passo ou digitar todos comandos numa mesma linha e ao término dar enter ou clicar em Executar).

tat pf 200 pd 90 pf 50 pd 90 pf 200 pd 90 pf 50 pd 90

Que figura foi formada? Quais suas medidas?

6. Observe as figuras abaixo e ensine a tartaruga a desenhá-las:

40

a)

200

20

120

b)

300

300

100

300

50

7. Com o SuperLogo desenhe um quadrado de lado 100 utilizando apenas os comandos pf e pd, não esqueça de restaurar a janela gráfica antes de digitar os comandos.

8. Com o SuperLogo desenhe um quadrado de lado 150 utilizando os comandos pf, pt, pd e pe, não esqueça de restaurar a janela gráfica antes de digitar os comandos.

9. Digite os comandos abaixo no SuperLogo na ordem apresentada e verifique o que será reproduzido ao final pela tartaruga tat pd 90 pf 60 un pf 40 ul pf 60 un pf 40 ul pf 60 un pf 40 O que foi formado?

10.Tente “executar mentalmente” a lista de comandos a seguir. Com lápis e régua, vá desenhando o que a tartaruga desenharia na tela. Depois dê esses comandos na linguagem Logo e compare o seu desenho com o da tartaruga. tat pf 50 pd 90 pf 50 pd 90 pf 50 pd 90 pf 50 un pd 180 pf 25 pd 90 ul pf 70 pd 30 pf 70 pd 60 pf 5 un pt 5 pd 120 pf 70 pd 120 ul pf 70 pe 60 pf 5 un pt 5 pd 60 pt 70 pd 30 pt 40 ul pe 90 pf 40 un pt 40 ul pt 40 dt Que figura foi formada?

3.2.

Utilizando Repita

Repare que para desenhar a figura da atividade 1 do Pr@tic@ndo anterior você repetiu a

sequência pf 200 pd 90 pf 50 pd 90 duas vezes. Vamos conhecer um comando que efetua uma mesma sequência de ações na quantidade de vezes que quisermos. A sintaxe do comando é repita n [ ], onde n é a quantidade de vezes para repetição da sequência de comandos colocada entre os colchetes. Em nosso exemplo temos repita 2 [pf 200 pd 90 pf 50 pd 90], digite este comando e verifique se o desenho gerado é o mesmo da atividade 1.

O

comando repita auxilia na redução das linhas de execução, tornando os programas mais curtos

e

mais fáceis de descrever.

Dentro da lista de comando repita podem ser utilizados outros repita, execute a programação a seguir: repita 8 [pd 45 repita 6 [repita 90 [pf 2 pd 2] pd 90]]. O que foi obtido? Você conseguiu ver a repetição sendo realizada?

Vamos tentar realizar atividades com este novo comando?
Vamos
tentar
realizar
atividades
com
este
novo
comando?

Pr@tic@ndo

11.Utilizando o comando repita, modifique a lista de comandos da atividade 7 do Praticando anterior.

12.Utilizando o comando repita, modifique a lista de comandos da atividade 9 do Praticando anterior.

3.3. Comandos Mude

Vamos agora aprender como alterar cores, espessura do traçado e a localização da tartaruga.

Para modificar a cor do traço da tartaruga você deve utilizar o comando mudecl n, que significa mude cor do lápis. O valor de n, utilizado para qualquer mudança de coloração do traçado ou na pintura de áreas, pode ser escolhido entre os números de 0 a 15, conforme indicação da Figura 6 ou entre os infinitos valores de cores expressas em RGB decimal, na qual usaremos a sintaxe mudecl [ ], por exemplo para mudar a cor do traço para branca temos que digitar mudecl [255 255 255] 2 .

para branca temos que digitar mudecl [255 255 255] 2 . Figura 6: 16 valores de

Figura 6: 16 valores de cores disponíveis. Adaptado da Apostila Brincando com LOGO.

2 Tabela de cores disponível em http://members.tripod.com/~shibolete/RGB.html.

Brincando com LOGO. 2 Tabela de cores disponível em http://members.tripod.com/~shibolete/RGB.html. CLMD – UFPel 13

CLMD UFPel

13

Para mudar a cor do fundo da janela gráfica você deve usar o comando mudcf n. Para mudar a cor de preenchimento use o comando mudecp n pinte, que significa mude cor do pincel e pinte o interior da região, contudo a tartaruga deve ser movimentada para dentro desta região.

Para modificar a espessura do lápis basta usar o comando mudeel [n n], em que n é a indicação da espessura a ser utilizada, a Figura 7 apresenta exemplos de valores para n. A espessura é uma lista de dois números, largura e altura. O SuperLogo usa somente a largura deles. Portanto basta estabelecer o mesmo valor para ambos.

deles. Portanto basta estabelecer o mesmo valor para ambos. Figura 7: Possibilidades de espessura do traçado

Figura 7: Possibilidades de espessura do traçado

Finalmente para modificar a posição da tartaruga na janela gráfica você deve usar o comando mudepos [x y]. Caso queira apenas deslocar a tartaruga em relação ao ponto origem do eixo x utilize o comando mudex n. Caso a mudança seja apenas em relação ao ponto origem do eixo y use o comando mudey n. Para fazer a tartaruga retornar ao centro, ou seja, posição (0,0), com ângulo 0 (apontando para o norte) use o comando paracentro (pc).

Faz a tartaruga caminhar para a.

Vejamos a utilização dos comando acima em dois exemplos 3 :

Exemplo1. Construção de uma rodovia

dois exemplos 3 : Exemplo1. Construção de uma rodovia Figura 8: Imagem de uma rodovia 4

Figura 8: Imagem de uma rodovia 4

Vamos usar a LOGO e construir uma rodovia de 400 passos de comprimento e 200 de largura.

Digite os comandos abaixo:

tat

mudecf 0

mudeel [20 20] mudecl [255 255 255] pd 90 pf 400 pd 90

un pf 98.5 pd 90

ul mudeel [3 3] mudecl [255 165 0] pf 400 pe 90

un pf 5 pe 90

repita 9 [ul pf 30 un pf 10]

ul pf 40 pd 90

un pf 98.5 pd 90

ul mudeel [20 20] mudecl [255 255 255] pf 400

pd 90  ul mudeel [20 20] mudecl [255 255 255] pf 400 Figura linguagem LOGO

Figura

linguagem LOGO

4:

Rodovia

representada

através

da

3 Exemplo adaptado do texto Computador Tutelado Desenvolvendo o Raciocínio Lógico com o SuperLogo de Fabiano Ramos da Costa. 4 Fonte: http://www.camter.com.br/pt/rodovias.php

com o SuperLogo de Fabiano Ramos da Costa. 4 Fonte: http://www.camter.com.br/pt/rodovias.php CLMD – UFPel 14

CLMD UFPel

14

A Figura 9 mostra a representação gráfica gerada.

Exemplo2: Sinalizador de garagem

gráfica gerada. Exemplo2: Sinalizador de garagem Figura 10: Sinalizador de garagem 5 Vamos simular um

Figura 10: Sinalizador de garagem 5

Vamos simular um sinalizador de saída de veículos, aquele com luzes vermelha e amarela piscando de forma intermitente. Digite os comandos a seguir:

tat

mudeel [3 3]

repita 4 [pf 80 pd 90]

un mudepos [10 10] mudeel [1 1]

ul mudecl 4

repita 4 [pf 60 pd 90]

un mudepos [20 20] mudecp 4 dt pinte

repita 200 [mudecp 14 pinte mudecp 4 pinte]

dt

 repita 200 [mudecp 14 pinte mudecp 4 pinte]  dt Figura 11: Sinalizador representado através

Figura 11: Sinalizador representado através da linguagem LOGO

A figura 11 representa a execução final do comando acima.

3.4. Ensinando Procedimentos

Agora iremos ensinar a tartaruga a executar algumas instruções, por exemplo você pode desenhar vários quadrados sem a necessidade de repetir os mesmos comandos para cada um deles. O conjunto de instruções ensinadas chama-se procedimentos. Há duas maneiras de criar ou editar procedimentos, a primeira é digitando o comando aprenda seguido do nome que se dará ao procedimento. Ao final da sequência de comandos, você deve digitar fim, para que a LOGO entenda que o procedimento acaba aí. Outra possibilidade é através do menu Procedimento, na Figura 12 temos orientações de como ensinar a tartaruga a desenhar um quadrado de lado 50 passos.

a tartaruga a desenhar um quadrado de lado 50 passos. Figura 12: Passos para criação de

Figura 12: Passos para criação de um novo procedimento

5

Imagem

231569.

retirada

de

http://www.solostocks.com.br/venda-produtos/seguranca-protecao/sinalizacao-seguranca/sinaleiro-

de http://www.solostocks.com.br/venda-produtos/seguranca-protecao/sinalizacao-seguranca/sinaleiro- CLMD – UFPel 15

CLMD UFPel

15

Após criar o procedimento a execução do comando se dará através do nome do procedimento,

então digite na caixa de textos da janela de comandos, por exemplo, quadrado50 e a tartaruga

fará o desenho aprendido.

Caso queira desenhar um quadrado cujo lado seja diferente de 50 passos você não poderá usar

o procedimento quadrado50 ensinado, porque esse procedimento apenas desenha

quadrados de lados iguais a 50. Assim precisaremos modificar a edição para trabalharmos com um tamanho de lado variável.

Na janela de edição do procedimento você deve modificar aprenda quadrado50 por aprenda quadrado :lado, observe Figura 13. Essa mudança determina ao LOGO que o quadrado apresentará uma variável chamada lado que determinará o tamanho do lado do quadrado. Para completar a modificação, o comando pf 50 deve ser alterado para pf :lado. Novamente não esqueça de ir em Área de Trabalho e Atualizar o procedimento.

de ir em Área de Trabalho e Atualizar o procedimento. Figura 13: Passos para reedição de

Figura 13: Passos para reedição de um procedimento já criado

A execução deste novo procedimento se dará pelo nome seguido do valor do lado, por exemplo

quadrado 50, quadrado 30 ou pelo comando atribua “lado 100 quadrado :lado

Uma vez definido um procedimento ele pode ser usado na definição de outros procedimentos. Por exemplo, o procedimento quadrado :lado visto anteriormente pode ser reutilizado no seguinte

procedimento:

aprenda catavento :lado

repita 8 [pf 100 quadrado :lado pt 100 pd 45]

fim

Todo procedimento que é utilizado num novo procedimento é chamado de subprocedimento. A LOGO é
Todo procedimento que é utilizado num novo procedimento é chamado de subprocedimento. A
LOGO é uma linguagem procedural, ou seja, permite a criação de um conjunto de comandos
articulados que possibilitam a realização de diversos movimentos da tartaruga de uma única vez,
sem ser necessário escrever todos os comandos repetidamente.

Vamos conhecer um comando útil quando queremos números aleatórios (inesperados), o sorteienúmero n (sortnum n), em que n é o valor de escopo do sorteio, ou seja, quando escrevemos o comando sortnum 7 o computador escolherá um número entre os valores 0 a 6.

Em nosso procedimento anterior podemos usar atribua “lado (sorteienúmero 100) quadrado :lado e verificarmos o que a tartaruga irá desenhar, execute esta linha de comando várias vezes

e observe que cada vez será produzido um quadrado de lado diferente.

Outro comando útil é o espere t, que provoca uma pausa antes da execução do próximo comando em t/60 de segundo. Procure executar o seguinte comando e verifique a ação na janela gráfica: tat repita 4 [pf 100 espere 20 pd 90]

O comando contevezes (cv) que só pode ser utilizado junto a um comando repita, busca usar o número da repetição em questão. No comando abaixo seu uso aparece como o multiplicador ao valor 50 passos, que representa o tamanho do lado do quadrado no procedimento quadrado :lado. Execute o procedimento e tente entender o algoritmo.

mudexy -20 -20 repita 5 [quadrado :lado*contevezes espere 60]

Chegou a hora de verificarmos o que ficou compreendido até aqui.
Chegou a hora de verificarmos o que ficou
compreendido até aqui.

Pr@tic@ndo

13. Crie o procedimento retangulo que recebe duas variáveis: o :comprimento e a :altura do retângulo desejado.

14.Crie um procedimento para construir um triângulo equilátero cujo interior esteja pintado de verde e cuja medida do lado seja genérica. Execute o procedimento.

15.Execute a linha de comandos abaixo várias vezes, não esqueça de restaurar a janela gráfica a cada nova execução. tat repita 500 [pf sortnum 5 pd (30-(sortnum 60))] O que ocorreu com os desenhos produzidos? Por que isso ocorre?

16.Crie um procedimento para desenhar uma casa usando apenas um quadrado e um triângulo eqüilátero de medida genérica. Execute o procedimento.

eqüilátero de medida genérica. Execute o procedimento. 17.Crie um procedimento para desenhar uma vila semelhante à

17.Crie um procedimento para desenhar uma vila semelhante à imagem abaixo, neste procedimento utilize o procedimento anterior da casa.

neste procedimento utilize o procedimento anterior da casa. 18. Agora crie um procedimento que pinte as

18. Agora crie um procedimento que pinte as casas da vila em cores aleatórias.

3.5.

Circunferências e Arcos

No SuperLogo há o comando circunferencia r (circ r), que desenha circunferências com medida de raio o valor do parâmetro r. A tartaruga fica no centro da circunferência construída.

Outro comando útil é o arco c r, em que c especifica a medida ângulo central correspondente ao arco e o valor de r o tamanho do raio da circunferência. A tartaruga fica no centro da circunferência a qual o arco pertence e a referência para o desenho é a parte de trás da tartaruga para a esquerda.

3.6. Escrevendo na Janela Gráfica

O comando rotule permite a escrita na janela gráfica, a referência é o lado direito da tartaruga.

Abaixo temos um exemplo de comandos que produzirão a escrita na janela gráfica:

tat pd 90 rotule “Olá

un pd 90 pf 30 pe 90 rotule [bem vindo ao primeiro semestre de]

pd 90 pf 30 pe 90 rotule 2012

pd 90 pf 30 pe 90

que produzirão na janela gráfica a escrita da figura 14.

que produzirão na janela gráfica a escrita da figura 14. Figura 14: Exemplo de utilização do

Figura 14: Exemplo de utilização do comando rotule

Para alterar a cor do texto, basta alterar a cor do lápis através do comando mudecl n, conforme

já visto anteriormente.

Para alterar a posição do texto, altere a posição da tartaruga, conforme o exemplo anterior.

Para alterar a fonte de texto use o comando mudefontejanelagráfica [ ]. Entre os colchetes escreva o nome da fonte, por exemplo, Georgia, Impact, etc.

Vamos fazer um texto que pisque? Digite o comando: tat pd 90 repita 18 [rotule
Vamos fazer um texto que pisque? Digite o comando:
tat pd 90 repita 18 [rotule [Eixo de Álgebra Funcional]
apaguedesenho] O que ocorreu?
Agora digite este novo comando:
tat pd 90 mudecl 1 repita 18 [rotule [Eixo de Álgebra
Funcional] espere 10 apaguedesenho espere 10]
O
que ocorreu? Qual a diferença da linha de comando
anterior?
Vejamos como colocar um texto horizontal que pisca na tela algumas vezes de forma que
se escolha o texto, a cor inicial e o total de vezes que irá piscar:
aprenda Pisca :texto :cor :vezes  pd 90 repita :vezes [mudecl :cor rotule
:texto espere 60 mudecl 0 rotule :texto espere 60]  fim

3.7.

Operações matemáticas

Várias operações matemáticas estão definidas na linguagem LOGO.

As operações básicas tem por símbolos: adição (+), subtração () , multiplicação (*) e divisão (/). Tais operações podem ser utilizadas para operar parâmetros ou variáveis.

Outras operações matemáticas constam na Tabela 1, para ter uma lista completa acesse o Índice que consta no menu Ajuda do software.

Operação

Descrição

Exemplo de uso

matemática

exponencial n

retorna o algarismo natural (número de euler) elevado a n, ou seja, e n

mo exponencial 3

log 10 n

retorna o logaritmo decimal de n, ou seja, log

mo log 10 200

n

potência a b

retorna a elevado a b, ou seja, a b

ln n

retorna o logaritmo natural (neperiano) de n, ou seja, log e n

mo ln 3

raizq n

retorna a raiz quadrada de n

esc raizq 225

oposto n

retorna o oposto de n, ou seja, n

mo oposto 7

resto a b

retorna o resto da divisão de a por b

esc resto 2457 13

arredonde n

Retorna o arredondamento de n para o inteiro mais próximo

esc arrendonde 1.852

sen n

Retorna o valor de seno de n (n em graus)

esc sen 120

cos n

Retorna o valor de cosseno de n (n em graus)

mo cos 275

Tabela 1: Operações Matemáticas

3.8. Usando condições

O comando se indica uma condição a ser avaliada para que a Logo siga novas instruções

dependendo dessa avaliação. Você deve usar a seguinte sintaxe:

se

predicado lista1 lista 2

O

predicado é aquilo que se deseja avaliar, a lista1 são os comandos a erem executados caso o

predicado for verdadeiro e a lista 2 os comandos a serem executados caso o predicado seja falso. Por exemplo, suponha que vc queira fazer a programação do cálculo do fatorial de um número n, conforme definido no Eixo Temático Tratamento de Informação como: n !n.( n 1)! , para 0! = 1.

Abaixo temos o procedimento para a determinação do fatorial de um número qualquer:

aprenda fatorial :n

se :n=0 [envie 1 pare]

envie :n*fatorial (:n-1)

fim

Para determinar o valor do fatorial para um determinado número, por exemplo 8, basta digitar a operação esc fatorial 8 ou mo fatorial 8. Veja que o procedimento acima é recursivo, pois ele chama a si próprio.

O comando envie devolve um valor para o contexto no qual ele é invocado.

A operação mostre elemento (mo elemento) imprime na janela de comandos o resultado da

operação elemento realizada para determinar n. O comando escreva (esc) irá escrever na janela

de comandos, já o rotule irá escrever na janela gráfica do SuperLogo. Por exemplo, para escrever as coordenadas cartesianas em que está a tartaruga use escreva posição (esc pos), para escrever o ângulo em que a tartaruga está posicionada em à vertical (0 = norte) use esc direção (esc dç).

Vejamos outro exemplo de um procedimento recursivo, que utiliza a condicional:

Aprenda espiral :tamanho :angulo

se :tamanho >100 [pare]

pf :tamanho

pd :angulo

espiral :tamanho +3 :angulo

fim

Na Figura 15 temos exemplos de espirais criadas através do procedimento acima.

exemplos de espirais criadas através do procedimento acima. Figura 15: Exemplo de espirais 3.9. Usando mais

Figura 15: Exemplo de espirais

3.9. Usando mais tartarugas

É possível trabalhar com mais de uma tartaruga, para isso você deve utilizar o comando ativetartaruga n (atat n), n é o número que representa a tartaruga ele varia de 0 a 1023, ou seja, há 1024 tartarugas que podem ser ativadas. Quando você digita atat 18, significa que foram ativadas 19 tartarugas, assim se precisa apenas de três tartarugas apenas ative estas três pelo comando atat 2.

Um exemplo para o uso de mais tartarugas aparece no procedimento abaixo:

aprenda rodagigante

atat 1 repita 90 [pd 1 pf 1]

atat 2 repita 180 [pd 1 pf 1]

atat 3 repita 270 [pd 1 pf 1]

repita 90 [repita 4 [atat cv 1 pf 1 pd 1]]

fim

Está na hora de realizar mais algumas atividades práticas, o que acha?
Está na
hora
de
realizar
mais
algumas
atividades práticas, o que acha?

Pr@tic@ndo

19.Tente “executar mentalmente” a lista de comandos a seguir. Com lápis e régua, vá desenhando o que a tartaruga desenharia na tela. Depois dê esses comandos na linguagem Logo e compare o seu desenho com o da tartaruga, depois responda as questões abaixo. Veja que estamos usando o seu procedimento construído no item 12 do

Pr@tic@ndo.

Aprenda retangulo5 :comprimento : altura repita 5 [retangulo :comprimento*cv : altura*cv] fim

a) O que foi formado?

b) O que há em comum entre as cinco figuras formadas? O que há de diferente entre elas?

c) As figuras formadas guardam proporção de medidas, ou seja, para cada figura existe um número que ao multiplicar o valor das medidas de seus lados chega ao tamanho dos lados de outra figura? Caso guardem proporção, que valor é esse?

20. Desenhe um arco de circunferência cuja medida do ângulo central seja 120º e de raio 100.

21.Sem apagar o arco traçado no item 19, gire a tartaruga 150º para esquerda e desenhe novamente o arco pedido no item acima.

22.Desenhe duas circunferências concêntricas com diferentes espessuras e cores.

23.Determine um procedimento no SuperLogo que reproduza a figura abaixo:

um procedimento no SuperLogo que reproduza a figura abaixo: 24.Crie o desenho de uma escada com

24.Crie o desenho de uma escada com 6 degraus, coloque uma tartaruga no último degrau da escada, outra no antepenúltimo e por fim outra no segundo.

3.10. Salvar, Carregar e Imprimir

Os procedimentos que você definiu após iniciar a sua sessão LOGO estão guardados apenas na memória do computador. Se você fechar o programa todos eles serão perdidos. Para salvá-los em um arquivo em disco vá à barra de menu e selecione Arquivo / Salvar como. Escolha o local onde deseja salvar seus procedimentos e o nome do arquivo que irá contê-los. Note que todos os procedimentos que estão na memória irão para este arquivo de extensão .lgo. Em uma próxima utilização do SuperLogo os procedimentos salvos no arquivo podem ser carregados novamente para a memória, usando o menu Arquivo / Abrir. A imagem não ficará salva, para salvar a figura que você criou vá ao menu Bitmap e escolha a opção Salvar (ou Salvar Como). Concluída esta

ação será gerado um arquivo de extensão .bmp que ocupará bastante espaço no disco, pois toda área do desenho, mesmo em branco, é considerada parte da imagem.

Para imprimir as imagens da Janela Gráfica, você deve selecionar a opção Imprimir do menu Bitmap. Para imprimir os procedimentos de um determinado arquivo .lgo é necessário utilizar um editor de texto para abrir o arquivo Logo para após efetuar a impressão das informações contidas no mesmo.

Este foi um breve passeio pelo mundo do SuperLogo. Esperamos que você tenha gostado e
Este foi um breve passeio pelo mundo do SuperLogo.
Esperamos que você tenha gostado e que busque mais informações
sobre outros comandos e operações dessa linguagem de
programação.
No Saiba Mais disponibilizamos um conjunto de links muito
interessantes sobre o software.
Para finalizar, no Espaço Escolar deixamos o exemplo de dois
projetos que foram vivenciados na educação básica. Leia-os e
refletia sobre as possibilidades do uso dessa linguagem.

Saiba Mais

sobre a SuperLogo 3.0:

Saiba Mais sobre a SuperLogo 3.0: Introdução à Linguagem:

Introdução à Linguagem: http://www.youtube.com/watch?v=fRzwX27G214&feature=related Apresentação dos Menus: http://www.youtube.com/watch?v=aQf0ZDeOEUQ&feature=related Comandos Básicos: http://www.youtube.com/watch?v=WYDVTOnqyHQ&feature=related Editor de Procedimentos: http://www.youtube.com/watch?v=BSkOElbfeLQ&feature=related Outros Comandos: http://www.youtube.com/watch?v=O_cnUf1ZMRs&feature=related

Espaço Escolar

Espaço Escolar

ESTEVAM, Everton José Goldoni e FÜRKOTTER, Monica. (Res)Significando gráficos estatísticos no Ensino Fundamental com o software SuperLogo 3.0. In: Educ. Matem. Pesq., São Paulo, v.12, n.3, pp. 578-597, 2010.

Resumo

Muitas das pesquisas relacionadas à Educação Estatística têm evidenciado dificuldades por parte dos alunos quanto ao desenvolvimento de habilidades no que concerne à construção, leitura e interpretação de dados representados por meio de gráficos. Como alternativa, apresentamos neste trabalho uma discussão quanto às características e contribuições do software SuperLogo 3.0 para a atribuição de sentido a essas representações, bem como para a compreensão e tomada de consciência quanto aos conceitos matemáticos nelas implícitos. Os resultados apontam que a estrutura de linguagem de programação desse software favorece a (res)significação da construção de gráficos e, consequentemente, o desenvolvimento das competências necessárias para a interpretação adequada dessas representações.

das competências necessárias para a interpretação adequada dessas representações. CLMD – UFPel 22

CLMD UFPel

22

VIEIRA, Marcelo Aparecido Freitas. Uso da linguagem Logo na Robótica Educacional (Experimento com materiais alternativos “sucata”) São Paulo, SP : [s.n], 2009. Monografia (Pós-Graduação) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP)

Resumo

Este trabalho é voltado a profissionais que pretendem conhecer novas possibilidades de ensino, com a colaboração das tecnologias da informação e comunicação (TIC´S). O seu enfoque denota uma aplicação de robótica educacional com materiais alternativos, de baixo custo, e programação com Linguagem Logo, através do programa SuperLogo (programa gratuito). Tendo como preocupação a possibilidade de utilizar a Robótica com o menor gasto financeiro possível, possibilitando a sua aplicação em qualquer contexto escolar e social, sendo assim, a dissertação foi finalizada com 7 (sete) projetos que embasam o proposto.

Soluções do Pr@tic@ndo:

1. C C D D C D C D C D Você conseguiu diferenciar uma
1.
C
C
D
D
C
D
C
D
C
D
Você conseguiu diferenciar uma variável discreta de uma variável
contínua?
Em qual item você sentiu mais dificuldade?
Na sua opinião a dificuldade esta relacionada a quais fatores?

2. O entendimento desta situação no Eixo Temático de Álgebra Funcional deve ser da relação entre duas

grandezas, na qual o comprimento da circunferência está em função de seu raio. A fórmula mostra que, para quaisquer valores de R, é possível obter C a partir do produto do número PI pelo dobro do raio, ou seja, pelo diâmetro da circunferência.

3. O entendimento desta situação no Eixo Temático de Álgebra Funcional deve ser da relação entre três

grandezas, na qual a combinação de elementos está em função do número total de elementos de um

determinado conjunto e do número de elementos que se quer tomar deste total.

4.

a) pessoal

b)

Em geral a letra sempre significa uma incógnita.

c)

A partir de situações-problema concretas o aluno pode obter ideias de como resolvê-las e explicá-las.

Além disso, a troca de ideias com os colegas, a escuta e o pensar sobre as mesmas facilita a compreensão

do conceito de variável.

5.

É um retângulo. 200 x 90.

6.

Há várias possibilidades para se construir as figuras, uma delas é:

a)

tat pf 40 pd 90 pf 200 pd 90 pf 20 pe 90 pf 120

b)

tat pd 90 pf 300 un pe 90 pf 50 pe 90 ul pf 300 un pd 90 pf 100 pd 90 ul pf 300

7.

tat pf 100 pd 90 pf 100 pd 90 pf 100 pd 90 pf 100 pd 90

8.

tat pt 150 pe 90 pf 150 pd 90 pf 150 pd 90 pf 150 pe 90

9. três traços espaçados

10. um boneco

pd 90 pf 150 pe 90 9. três traços espaçados 10. um boneco 11. tat repita
pd 90 pf 150 pe 90 9. três traços espaçados 10. um boneco 11. tat repita

11. tat repita 4 [pf 100 pd 90]

12. tat pd 90 repita 3 [pf 60 un pf 40 ul]

13. Uma possibilidade é:

aprenda retangulo :comprimento :altura repita 2 [pf :comprimento pd 90 pf :altura pd 90] fim

14. Uma possibilidade é:

aprenda trianguloverde :n pe 90 repita 3 [pf :n pd 120] un pd 30 pf 30 mudecp 10 pinte fim

15. Os desenhos produzidos são diferentes a cada execução, pois depender do valor sorteado tanto para o

comprimento do lado, quanto para a medida do ângulo de giro.

16. Uma possibilidade é:

aprenda casa :n pe 90 repita 3 [pf :n pd 120] pe 90 repita 3 [pf :n pd 90] fim

17. Uma possibilidade é:

aprenda vila :n repita 6 [casa :n un pf 2*:n + 20 pe 90 ul] fim

18. Uma possibilidade é:

aprenda casacolor :n pe 90 repita 3 [pf :n pd 120] pe 90 repita 3 [pf :n pd 90]

pe 30 un pf 20 mudecp sortnum 15 pinte pt 20 pd 60 pf 20 mudecp sortnum 15 pinte pt 20 pe 30 ul fim

aprenda vilacolor :n repita 6 [casacolor :n un pf 2*:n + 20 pe 90 ul] fim

a) Cinco retângulos com um vértice em comum

pe 90 ul] fim a) Cinco retângulos com um vértice em comum 19. b) Há em

19.

b) Há em comum a forma das figuras, consequentemente mantem-se as medidas dos ângulos e

distâncias entre os pontos destas figuras. De diferente temos as medidas dos lados, consequentemente

áreas, perímetros e diagonais não se mantém, mas tem uma relação proporcinal.

c) São proporcionais. O valor de proporção é o contador de vezes (cv) do laço repetir {1, 2, 3, 4, 5}.

Sejam os retângulos de lados 50x20 e 100x40 passos observe que seus lados duplicaram. E
Sejam os retângulos de lados 50x20 e 100x40 passos observe que
seus lados duplicaram. E seu perímetro? Há uma relação entre
eles? E sua área? Há uma relação entre elas?

20.

21.

22.

eles? E sua área? Há uma relação entre elas? 20. 21. 22. Uma possibilidade é: mudeel

Uma possibilidade é:

mudeel [3 3] mudecl 14 circunferencia 50 mudeel [10 10] mudecl 7 circunferência 150

50 mudeel [10 10] mudecl 7 circunferência 150 23. Uma possibilidade é: circunferencia 200 un mudexy

23. Uma possibilidade é:

circunferencia 200 un mudexy -50 100 ul circunferencia 20 mudecp 7 pinte un mudexy 50 100 ul circunferencia 20

mudecp 7 pinte un mudexy 0 -10 ul arco 100 100 pe 90 arco 100 100 mudecp 14 pinte un mudexy -230 0 ul

24. Uma possibilidade é:

aprenda escada tat ul pd 90 pf 300 pe 90 repita 6 [pf 20 pe 90 pf 50 pd 90] pe 180 pf 120 un pt 120 pe 90 pf 20 atat 1 un pf 80 pd 90 pf 130 atat 2 un pf 40 pd 90 pf 230 fim

Você já conhecia a linguagem LOGO? As informações são suficientes para desenvolver uma experiência na
Você já conhecia a linguagem LOGO? As informações são suficientes
para desenvolver uma experiência na escola?
Em qual atividade você sentiu mais dificuldade?
Na sua opinião a dificuldade esta relacionada a quais fatores?
Caso tenha dúvidas entre em contato com os tutores que atendem a seu
Polo, presencialmente ou virtualmente.
que atendem a seu Polo, presencialmente ou virtualmente. Referências BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.

Referências

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais : Introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. Brasília : MEC/SEF, 1997. BRASIL. Secretaria de Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio : Orientações Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais Brasília : MEC/SEF, 2000 COSTA, Fabiano Ramos. Computador Tutelado desenvolvendo o raciocínio lógico com o SuperLogo (SLogo), 2008 Disponível em: fabianoraco.blogspot.com/2011/12/apostila-computador- tutelado.html <acesso em 02/01/2012> GREGOLIN, Vanderlei Rodrigues. Linguagem Logo: explorando conceitos matemáticos. Disponível em http://tecnologiasnaeducacao.pro.br/revista/a1n1/art8.pdf <Acesso em 10/11/2011> MOLTER, Alexandre e KRIESANG, Vanderlei. Linguagem Logo nas aulas de Matemática:

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