Sei sulla pagina 1di 7

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) FRAGILIDADE E QUEDAS EM IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA

FRAGILIDADE E QUEDAS EM IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA RESUMO Objetivo de investigar a influência da síndrome de fragilidade em relação às quedas em idosos, por meio de uma revisão bibliográfica. A revisão da literatura sistemática utilizou artigos publicados em bases de dados entre 2008 a 2013. Os dados revelam que os idosos frágeis apresentam mais incapacidade para atividades rotineiras, a fragilidade está mais relacionada ao sexo feminino e à idade avançada. As quedas são possivelmente mais afetas pela sarcopenia, indicador de fragilidade. Verificado que idosos considerados pré-frágeis e frágeis têm mais propensão a quedas e necessitam de cuidados sistematizados. Há importância dos cuidados interdisciplinares para a população idosa em situação de fragilidade e propensa a quedas recorrentes. Conclui-se que o engajamento dos profissionais de saúde na implementação de intervenções direcionadas, minimiza os efeitos da fragilidade orgânica e funcional. Descritores: Idoso; Longevidade; Atividade motora.

FRAILTY AND FALLS IN ELDERLY: A LITERATURE REVIEW

ABSTRACT To investigate the influence of the frailty syndrome in relation to falls in the elderly, through a literature review. The systematic review of the literature used articles published in databases from 2008 to 2013. The times show that the frail elderly have more inability to routine activities; the weakness is more related to women and the elderly. The falls are possibly more affect by sarcopenia, frailty indicator. Found that considered pre-frail and frail elderly are more prone to falls and require systematic care. Their importance of interdisciplinary care for elderly people in fragile and prone to recurrent falls situation. We conclude that the participation of health professionals to implement targeted interventions minimizes the effects of organic and functional weakness. Descriptors: Aged; Longevit; Motor activity.

LA FRAGILIDAD Y CAÍDAS EN ANCIANOS: UNA REVISÓN DE LITERATURA
LA FRAGILIDAD Y CAÍDAS EN ANCIANOS: UNA REVISÓN DE LITERATURA

RESUMEN Para investigar la influencia del síndrome de fragilidad en relación a las caídas en las personas mayores, através de una revisión de la literatura. La revisión sistemática de los artículos publicados en la literatura se utiliza bases de datos desde 2008 a 2013. Los datos muestran que los ancianos frágiles tienen más incapacidad para las actividades de rutina, la debilidad se relaciona más con las mujeres y los ancianos. Las cataratas son posiblemente más afectas por sarcopenia, indicador de fragilidad. Encontró que consideran pre - frágil y frágil ancianos son más propensos a las caídas y requieren atención sistemática. Hay importancia del cuidado interdisciplinario para las personas mayores en frágiles y propensos a caídas recurrentes situación. Llegamos a la conclusión de que la participación de los profesionales de la salud para implementar intervenciones focalizadas, minimiza los efectos de la debilidad orgánica y funcional. Descriptores: Anciano; Longevidad; Activdad motora.

ALESSANDRA FEITOSA PINTO 1 , FILIPE TADEU SANTANNA ATHAYDE 2

1 Fisioterapeuta. Especialista em Saúde Coletiva pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. E-mail fisiofeitosas@gmail.com 2 Mestre em Ciências da Reabilitação. Professor do Instituto de Educação Continuada da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

INTRODUÇÃO

envelhecimento

populacional é considerado um fenômeno

O

processo

de

mundial que vem acontecendo de forma

rápida e significativa no Brasil (1) . Em 2025 será

considerado o sétimo país do mundo em

números de idosos ( ² ) . Segundo os dados

apresentados pelo Instituto Brasileiro de

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de idosos no
- ISSN1983-1617 ( on line ) Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de idosos no

Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de idosos no Brasil aumentou de 9,89% para 10,77% entre os anos de 2008 e 2012 nos grupos etários de 60 anos a 80 anos ou mais (3) . O envelhecimento é acompanhado por diversas mudanças, sendo elas funcionais, bioquímicas e psicológicas, que trazem como resultado a diminuição da reserva funcional dos órgãos. (4) Devido a essas modificações, o idoso perde a sua capacidade de adaptação ao ambiente, apresentando vulnerabilidade e incidências de doenças decorrentes do estado de fragilidade; ocorre, dessa forma, mudança no perfil de morbimortalidade dessa população, provocando preocupação com a qualidade de vida (2,5) . Em relação à fragilidade, o conceito varia consideravelmente entre os autores. Existem duas vertentes de estudos sobre o tema na literatura. Um deles é o dos Estados Unidos, que propõe como característica da fragilidade os seguintes marcadores:

Embora as definições de fragilidade do idoso se permutem em diferentes estudos, o conceito mais usado na literatura descreve-a como uma síndrome de natureza multifatorial, caracterizada por um estado vulnerável, devido à diminuição das reservas fisiológicas e desequilíbrio de múltiplos sistemas. O embasamento dessa definição está relacionado à tríade de alterações do envelhecimento, tais como: alterações neuromusculares, desregulação neuroendócrina e disfunção imunológica (5,7) . As manifestações clínicas mais comuns são:

fraqueza muscular, exaustão, redução da atividade, perda de peso de forma involuntária, diminuição da velocidade da marcha e equilíbrio (8) . Essa síndrome geralmente prediz desfechos adversos à saúde, tais como:

geralmente prediz desfechos adversos à saúde, tais como: incapacidade, mensuração da mobilidade, fenótipo de cinco

incapacidade, mensuração da mobilidade, fenótipo de cinco indicadores, entre eles, perda de peso, exaustão, diminuição da força de apreensão da mão dominante e baixo nível de atividade e lentidão, sendo medida pela velocidade da marcha em segundos. O outro conceito vem do grupo de pesquisadores do Canadá, que atua juntamente com outros países da Europa, Israel e Japão, que estabelecem tais domínios como conceito e história natural, prevalência, fatores de risco, conduta terapêutica e tecnologias, cujas interações resultam em déficits individuais em determinado contexto (6) .

quedas, hospitalização e morte, podendo ser um precursor etiológico da incapacidade, independentemente de comorbidades, gerando aumento dos gastos financeiros que custeiam a saúde do idoso (9) . Entre as consequências ocasionadas pela fragilidade, verifica-se o risco elevado de quedas, que se mostra como fator importante para a redução da função, perda da independência e até mesmo morte (5) . A queda é um evento não intencional, resultando em uma mudança da posição do indivíduo para um nível inferior à posição inicial, com incapacidade de correção em tempo hábil e apoio no solo, tornando-se frequente no processo de envelhecimento, podendo estar associada a fatores intrínsecos, como alterações fisiológicas do processo de

70

Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4, Número 1, 2015.

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) envelhecimento ou dos fatores extrínsecos, tais como
- ISSN1983-1617 ( on line ) envelhecimento ou dos fatores extrínsecos, tais como

envelhecimento ou dos fatores extrínsecos, tais como circunstâncias ambientais (10,11) . Os idosos restringem suas atividades cotidianas, por medo de cair novamente, ter fraturas que os incapacitem, associando-se a prejuízos físicos e psicológicos (12) . No nível psicológico, as quedas têm consequências negativas, conduzindo o idoso a ter a síndrome pós-queda e gerando sintomas de insegurança e ansiedade com a possibilidade de uma nova queda. Além dessa consequência, podem-se citar também os gastos com a saúde do idoso, expressos pela utilização de vários serviços especializados e aumento das hospitalizações (13) . As alterações psicológicas pós-quedas mostram-se problemáticas e incapacitantes, levando à disfunção do equilíbrio, depressão, alterações no controle postural, ansiedade e restrição do convívio social. Esse idoso torna- se mais propício à baixa autoconfiança nas atividades de vida diária, o que pode torná-lo mais propenso a quedas recorrentes (14) . Nessa perspectiva, considerando-se que os idosos apresentam elevado risco de quedas que podem provocar incapacidade funcional e hospitalizações, a presente revisão sistemática tem como objetivo descrever a influência da síndrome de fragilidade em relação às quedas em idosos.

MÉTODO Trata-se de estudo de revisão sistemática que constitui uma forma de síntese das informações disponíveis na literatura. Foi realizado levantamento bibliográfico nacional e internacional nas bases de dados em saúde. Como estratégias de busca, foram incluídos

estudos das bases de dados Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciência da Saúde (LILACS), além de outros trabalhos adicionados isoladamente, por referência de outros estudos. Realizou-se seleção de artigos publicados no período de 2008 a 2013, à exceção de dois trabalhos tradicionais e de extrema relevância para o tema, que datam de 2001 e 2002. Foram utilizados como palavras- chave: idoso, idoso frágil, síndrome de fragilidade e quedas. Os critérios de inclusão estabelecidos para a seleção dos estudos foram: artigos disponibilizados na íntegra, publicações nos idiomas português, espanhol e inglês, indexados na base de dados da pesquisa. Como critério de exclusão designou-se retirar todos os manuscritos eletrônicos das bases de dados que não atendiam os critérios de inclusão. Foi encontrado o total de 633 artigos na pesquisa inicial. Após rastreio pelos títulos e apresentações gerais, restaram 94 e posteriormente 42, pela verificação de seus resumos. Ao final, pela leitura integral, foram selecionados 26 artigos para revisão.

RESULTADOS E DISCUSSÃO A fragilidade não se caracteriza como

evento unidirecional, mais sim como ciclo, que é representado por uma espiral de vários sistemas orgânicos, como neuromusculares, imunológico, neuroendócrino, que quando alterados desencadeiam a vulnerabilidade do

idoso (7, 15,16)

.

desencadeiam a vulnerabilidade do idoso (7, 15,16) . 71 Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4,

71

Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4, Número 1, 2015.

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) No sistema neuromuscular pode-se dizer que a sarcopenia é
- ISSN1983-1617 ( on line ) No sistema neuromuscular pode-se dizer que a sarcopenia é

No sistema neuromuscular pode-se dizer que a sarcopenia é altamente prevalente em idosos frágeis, com atrofia das fibras musculares de contração rápida (tipo II), trazendo como consequência a perda da força muscular (17) . A associação entre a fragilidade e quedas é resultante da sarcopenia, ocasionando fadiga, alterações na marcha e redução da velocidade, por condições subclínicas da síndrome (7) . A fraqueza muscular torna-se importante atributo da fragilidade, principalmente quando acomete membros inferiores, com exaustão da marcha e risco de quedas. Estima-se que no processo de envelhecimento a perda da massa muscular acentua-se de forma progressiva e após a sexta e sétima décadas de vida verifica-se perda de 30% por década (9.18) . Em relação às alterações nos sistemas imunológico e neuroendócrino na fragilidade, é possível ter como associação mudanças nesses sistemas que geram vulnerabilidade. Há disfunção imune generalizada, por influências patológicas de outros sistemas e também pelo declínio hormonal, que resulta em manifestações clínicas que são identificadas no idoso (7) . Não existe definição consensual ou classificação nosológicaunificada no diagnóstico da fragilização (19) . Na tentativa de padronizar, um grupo de pesquisadores descreveu o fenótipo da fragilidade em um estudo da saúde cardiovascular (20) . Definiram cinco critérios, sendo eles: a) perda de peso não intencional; b) diminuição da força de preensão palmar; c) exaustão; d) baixo nível de atividade física; e) diminuição da velocidade da marcha. Consideraram como

frágil caso apresentasse três ou mais desses aspectos; pré-frágil, um ou dois; e não frágil, nenhum. Outro grupo propôs um índice simples de fragilidade, usando três componentes: a) perda de peso; b) incapacidade de se levantar de uma cadeira cinco vezes sem o uso dos membros superiores; c) o nível baixo de energia. Foi identificado como frágil na presença de dois ou mais dos critérios avaliados (21) . Ambos os instrumentos fornecem informações úteis que auxiliam na identificação do idoso em estado de fragilidade (19,21) . Os estudos analisados para esta revisão revelam que os idosos frágeis apresentam mais incapacidade para atividades rotineiras e que a fragilidade está mais relacionada ao sexo feminino que ao masculino, com idade avançada (22,23) . Assim também pode ser observado no estudo da Rede de Estudos sobre Fragilidade em Idosos Brasileiro (Rede FIBRA) que a prevalência de fragilidade nos idosos comunitários foi 8,7% e pré-frágil de 46,3% em uma amostra de 601 idosos com a média de idade de 74,3 anos constituída por maioria de mulheres. (7) Nos idosos pré-frágeis prevaleceram a diminuição do peso corporal, redução da velocidade da marcha e baixo nível de atividade física; enquanto que nos frágeis, a diminuição da força muscular e velocidade da marcha. O sexo feminino foi um dos determinantes da fragilidade (6,7,23) ,que pode ser explicado pelo fato de que a expectativa de vida do sexo feminino é maior na comparação com o masculino, por questões sociais, viuvez e com alto nível de dependência (6,7,23) .

com alto nível de dependência ( 6 , 7 , 2 3 ) . 72 Revista

72

Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4, Número 1, 2015.

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) Um dos agravos mais importantes nessa faixa etária é a
- ISSN1983-1617 ( on line ) Um dos agravos mais importantes nessa faixa etária é a

Um dos agravos mais importantes nessa faixa etária é a ocorrência de quedas, que aumenta com o avançar da idade, trazendo como consequências morbidades e perda de independência funcional, tornando-se um ciclo vicioso, composto de alteração de equilíbrio, imobilidade, medo de quedas e declínio funcional (4,24,25) . Esses fatores podem repercutir no ambiente familiar, com demanda de uma nova rotina nos cuidados a esse idoso, para sua adaptação após a queda (5) . A Tabela 1 (Anexo 1) descreve os achados de estudos relevantes sobre a relação entre fragilidade e queda em idosos. Nesse contexto, estudo de prevalência de quedas em idosos ressaltou que o idoso frágil tem mais propensão a quedas e necessita de cuidados, além de apresentar riscos de hospitalização. Os idosos com quedas recorrentes podem ser considerados um grupo de alto risco, com elevados níveis de dependência funcional 24 . Sendo assim, fragilidade e risco de quedas transpõem a relação de associação e predição. A queda incorpora-se ao modelo da fragilidade como um subciclo dele, que pode desencadear ou acelerar essa síndrome, configurando-se como um indicador de falha nesse sistema (7) . Estudo observacional realizado com 63 idosos cadastrados no Serviço de Geriatria e Gerontologia de um hospital universitário apresentou como resultado 13(20%) de idosos frágeis, pré-frágeis 29(46,7%) e não frágeis 21(33,3%), sendo encontradas diferenças significativas entre os grupos frágeis e pré- frágeis e frágeis e não frágeis em relação à funcionalidade a partir da escala de Lawton e a escala internacional de quedas Falls Efficacy

Scale International (FES-I). A escala de Lawton, que avalia independência em atividades instrumentais da vida diária, demonstrou relação entre a incapacidade e fragilidade nos idosos pré-frágeis e frágeis, enquanto que na FES-I foi detectado medo em relação à queda nos que foram classificados como frágeis, com evidência de quanto maior o medo, maior o risco de sofrer quedas recorrentes (26) . Grande parcela da amostra de 147 idosos residentes em município do interior de Minas Gerais, 132(90%) idosos revelou o medo de cair em no mínimo uma das 16 tarefas propostas pela escala FES-I (4) . Estudo realizado em uma unidade básica de saúde do Paraná salientou a velocidade da marcha como um indicador útil de pré-fragilidade, visto sua relação de prevalência com essa condição. Este trabalho não demonstrou associação significativa entre a redução da velocidade da marcha e quedas, relacionando esse evento negativo às variações temporais e espaciais da passada e não à redução isolada da velocidade da deambulação (27) .

CONCLUSÃO As quedas na população idosa são frequentes e interferem negativamente na sua qualidade de vida. A ocorrência desses eventos pode associar-se ao nível de fragilidade, sendo evidenciado neste estudo que idosos considerados pré-frágeis e frágeis apresentam a sarcopenia como possível determinante de quedas na fragilidade e mais incapacidade para as atividades funcionais, sendo mais prevalente no sexo feminino e em idades mais avançadas.

prevalente no sexo feminino e em idades mais avançadas. 73 Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume

73

Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4, Número 1, 2015.

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) A investigação clínica da fragilidade possibilita melhor
- ISSN1983-1617 ( on line ) A investigação clínica da fragilidade possibilita melhor

A investigação clínica da fragilidade

possibilita melhor adequação dos cuidados

aos idosos em declínio funcional, visando à

redução das quedas e do medo de cair.

A atuação interdisciplinar em equipe

pode garantir a implementação de

intervenções mais específicas e direcionadas

para esse público, minimizando os efeitos de

fragilidade e suas consequências na saúde do

idoso.

do Estudo FIBRA. Cad Saúde Pública.

2013;29(8):1631-43.

8. Linck CL, Crossetti MGO. Fragilidade no idoso: o que vem sendo produzido pela enfermagem. [Internet]. Rev Gaúcha Enferm. [acesso 20 ago 2014]. 2011;32(2):385-93.

Disponível

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1983-

14472011000200024&script=sci_arttext

9. Carmo LV, Drummond LP, Arantes PMM. Avaliação do nível de fragilidade em idosos participantes de um grupo de convivência. Fisioterapia e Pesquisa. 2011;18(1):17-22. 10. Ribeiro AP, Souza ER, Atie S, Souza AC, Schilithz AO.A influência das quedas na

qualidade de vida de idosos. Ciência saúde coletiva. 2008; 13(4):1265-73. 11. Nicolussi AC, Fhon JRS, Santos CAV, Kussomota L, Marques S, Rodrigues RAP. Qualidade de vida em idosos que sofreram quedas: revisão integrativa da literatura. Ciênc saúde coletiva. 2012:17(3):723-30.

em:

REFERÊNCIAS

1. Veras R. Envelhecimento, demandas, desafios e inovações. Rev Saúde Pública.

2009;43(3):548-54.

2. Mallmann DG, Hammerschmidt KSA, Santos SSC. Instrumento de avaliação de quedas para idosos (IAQI):
2. Mallmann DG, Hammerschmidt KSA,
Santos SSC. Instrumento de avaliação de
quedas para idosos (IAQI): enfermeiro
analisando vulnerabilidade e fragilidade.
RevBrasGeriatrGerontol. 2012;15(3):517-27.
12. Gama ZAS, Gómez-Conesa A. Factores
de riesgo de caídas em ancianos: revisión
sistemática. Rev Saúde Pública.
2008;42(5):946-56.
13. Perracini MR, Ramos LR. Fatores
3. Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística. População residente. Censo
demográfico (2010). [Interneet]. Projeções e
associados a quedas em uma coorte de
idosos residentes na comunidade. Rev Saúde
Pública. 2002;36(6):709-16.
estimativas demográficas (2008, 2009, 2011,
2012). [acesso 20 jun 2014].
Disponível em:
14. Carvalho EMR, Garcês JR, Menezes RL,
Silva ECF. O olhar e o sentir do idoso no pós-
http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.p
queda. [Internet]. Rev bras. geriatr gerontol.
[acesso 22 ago 2014]. 2010; 13(1):7-16.
hp?area=0206&VObj=http://tabnet.datasus.go
Disponível
em:
v.br/cgi/deftohtm.exe?ibge/cnv/pop
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1809-
4.
Lopes KT, Costa DF, Santos LF, Castro
98232010000100002&script=sci_arttext

DP, Bastone AC. Prevalência do medo de cair

em uma população de idosos da comunidade e sua correlação com mobilidade, equilíbrio dinâmico, risco e histórico de quedas. RevBrasFisioter. 2009;13(3):223-9.

5. Cruz DT, Ribeiro LC, Vieira MT, Teixeira

MTB, Bastos RR, Leite ICG. Prevalência de

quedas e fatores associados em idosos. Rev Saúde Publica. 2012;46(1):138-46.

6. Fhon JRS, Diniz MA, Leonardo KCL,

Kusumota L, Hass VJ, Rodrigues RAP.

Síndrome de fragilidade relacionada à incapacidade funcional no idoso. Acta Paul Enferm. 2012;25(4).

7. Veira RA, Guerra RO, Giacomin KC,

Vasconcelos KSS, Andrade ACS, Pereira LSM, et al. Prevalência de fragilidade e fatores associados em idosos comunitários de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil: dados

15. Macedo C, Gazzola JM, Najas M.

Síndrome da fragilidade no idoso: importância da fisioterapia. Arq Bras Ciênc Saúde.

2008;33(3):177-84.

16. Pinedo LV, Saavedra PO, Jimeno HC.

Síndrome de fragilidad en adultos mayores de la comunidad de Lima Metropolitana. Rev Soc Peru Med Interna. 2008;21(1):11-5. 17. Silva TA, Frisoli Jr. Alberto, Pinheiro MM,

Szejnfeld VL. Sarcopenia associada ao

envelhecimento: aspectos etiológicos e opções terapêuticas. Rev Bras Reumatol. 2006; 46(6):391-97.

18. Andrade NA, Fernandes MGM, Nóbrega

MML, Garcia TR, Costa KNF. Análise do

conceito fragilidade em idoso. Texto Contexto Enferm. 2012;21(4):748-56.

19. Ensrud KE, Ewing SK, Cawthon PM, Fink

HA, Taylor BC, Cauley JA, et al. A comparison of frailty indexes for the prediction of falls,

74

Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4, Número 1, 2015.

REVISTA ELETRÔNICA ESTÁCIO SAÚDE

http://revistaadmmade.estacio.br/index.php/saudesantacatarina/index - ISSN1983-1617 (on line)

- ISSN1983-1617 ( on line ) fractures and mortality in older men. J Am Geriatr Soc.
- ISSN1983-1617 ( on line ) fractures and mortality in older men. J Am Geriatr Soc.

fractures and mortality in older men. J Am Geriatr Soc. 2009;57(3):492-98.

20. Fried LP, Tangen CM, Walston J, Newman

AB, Hirsh C, Gottdiener J, et al. Frailty in older adults: evidence for a phenotype. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2001;56(M1):46-57.

21. Ensrud KE, Ewing SK, Taylor BC, Fink HA,

Cawthon PM, Stone KL, et al. Comparison of 2 frailty indexes for prediction of falls, disability, fractures, and death in older women. ArchIntern Med. 2008;168(4):82-389.

22. Tribess S, Oliveira RJ. Síndrome da

fragilidade biológica em idosos: revisão

sistemática. Rev Salud Pública.

2011;13(5):853-64.

23. Fhon JRS, Rossel I, Freitas CP, Silva AO,

Santos JLF, Rodrigues RAP. Prevalência de

quedas de idosos em situação de fragilidade. Rev Saúde Pública. 2013;47(2):266-73.

24. Gonçalves LG, Vieira ST, Siqueira FV,

Hallal PC. Prevalência de quedas em idosos

asilados do município de Rio Grande, RS. Rev Saúde Pública. 2008;42(5):938-45. 25. Borges CL, Silva
asilados do município de Rio Grande, RS. Rev
Saúde Pública. 2008;42(5):938-45.
25. Borges CL, Silva MJ, Clares JW, Bessa
ME, Freitas MC. Avaliação da fragilidade de
idosos institucionalizados. Acta Paul Enferm.
2013;26(4):318-22.
26. Silva SLAS, Vieira RA, Arantes P, Dias
RC. Avaliação de fragilidade, funcionalidade e
medo de cair em idosos atendidos em um
serviço ambulatorial de Geriatria e
Gerontologia. Fisioter Pesqui. 2009;16(2):120-
5.
27.
Lenardt MH, Carneiro NHK, Betiolli SE,

Ribeiro DKMN, Wachholz PA. Prevalência de pré-fragilidade para o componente velocidade da marcha em idosos. [Internet]. Rev. Latino- Am. Enfermagem. [acesso 23 set 2014]. 2013;21(3):[2 telas]. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_artte

xt&pid=S0104-11692013000300734

75

Revista Eletrônica Estácio Saúde - Volume 4, Número 1, 2015.