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Aug ∴ Resp ∴ Loj ∴ Simb ∴ FRATERNIDADE JARAGUAENSE – Nº 3620 Fundada em

AugRespLojSimbFRATERNIDADE JARAGUAENSE – Nº 3620

Fundada em 20 de Agosto de 2004

Orde Jaraguá do Sul - SC

em 20 de Agosto de 2004 Or ∴ de Jaraguá do Sul - SC C ∴

CM- 3ª Instrução

Painel do Grau de COMPANHEIRO MAÇOM do RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO

do Sul - SC C ∴ M ∴ - 3ª Instrução Painel do Grau de COMPANHEIRO
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Fundada em 20 de Agosto de 2004

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em 20 de Agosto de 2004 Or ∴ de Jaraguá do Sul - SC Meus IIr

Meus IIr, a instrução de hoje, refere-se ao painel da Loja de Companheiro, isto é, ao traçado dos meios postos a sua disposição, para que atinjam a perfeição exigida para seus trabalhos.

Como no 1º Grau, as Obediências Maçônicas do Brasil, utilizam dois painéis para o Grau de Companheiro do Rito Escocês Antigo e Aceito:

1º - O painel elaborado pelo irmão Jonh Harris para o Rito de Emulação; e 2º - O inspirado no painel do Rito Escocês Antigo e Aceito em uso nas lojas francesas.

Voltamos a lembrar que, a Tábua de Delinear (painel) elaborada pelo irmão Jonh Harris especificamente para o Rito de Emulação, é utilizada indevidamente pela maioria das potências maçônicas brasileiras no Rito Escocês Antigo e Aceito. Isto é um grave erro, pois cada Rito tem as suas peculiaridades, as suas nuanças, muitas vezes impossíveis de serem conciliadas.

OS ELEMENTOS

vezes impossíveis de serem conciliadas. OS ELEMENTOS Painel de C ∴ M ∴ de Harris p/

Painel de CMde Harris p/ o Rito de Emulação

O pavimento mosaico;

Os sete degraus;

As colunas “B” e “J” e os seus capitéis;

O pórtico e o delta;

A corda de nove nós;

As três janelas;

O maço e o cinzel;

A régua de vinte e quatro polegadas e a alavanca;

A pedra bruta;

A pedra cúbica;

A prancheta

O esquadro e o compasso

O nível;

O prumo;

O sol, a lua e as estrelas; e

A estrela e a letra “G”.

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em 20 de Agosto de 2004 Or ∴ de Jaraguá do Sul - SC Como metodologia

Como metodologia para o estudo dos símbolos contidos no presente trabalho, os dividiremos em três grupos:

1º - Os símbolos já estudados e que requerem apenas uma síntese para efeito de fixação:

• A orla de denteada;

• O pavimento mosaico;

• O pórtico e o delta;

• As três janelas;

• A prancheta;

• A lua e

2º - Os símbolos já estudados que demandam um aprofundamento:

• O maço • O esquadro; • O compasso; • O nível; • A espada ; • As estrelas

• O prumo • O cinzel; • A régua de 24 pol. • A pedra bruta; • O sol

• As colunas “B” e “J” e os seus capitéis; e

• A pedra cúbica.

3º - Os elementos novos:

• Os degraus;

• A corda com nós;

• A alavanca;

• O esquadro e o compasso;

• A estrela; e

• A letra “G”.

Geralmente, o grau de companheiro é considerado um grau intermediário e talvez por isso pouquíssimas vezes são as sessões abertas diretamente no 2º grau. Daí decorre que esse importante grau maçônico é descurado e relevantes conhecimentos por ele preconizados não são devidamente estudados e assimilados.

Um aprendiz que trabalho na pedra bruta com entusiasmo e dedicação, se não levar esse mesmo entusiasmo e essa mesma dedicação para o trabalho na pedra cúbica, no 2º grau, poderá não estar suficientemente instrumentalizado para a grande transformação que deverá se processar no 3º grau e que leva alguns maçons a se transformarem em verdadeiros maçons, construtores sociais que atingiram um tal estágio de compreensão dos mistérios maçônicos que os poderá levar à descoberta do grande e intransmissível segredo da Maçonaria.

Faremos agora algumas observações sobre cada elemento que compõe os painéis do grau de companheiro, sem a presunção de excluí-los ou de considerá-las as mais corretas, posto que a verdade é algo tão complexo que seria temeroso alguém se julgar como seu detentor.

O simbolismo maçônico é muito rico em interpretações e cada um deve buscar aquela que

melhor se coaduna com seus princípios intelectuais, morais, filosóficos e religiosos.

O objetivo principal é o de estimular os irmãos do quadro de nossa Loja a uma reflexão mais

aprofundada sobre os símbolos e alegorias de nossa Ordem.

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em 20 de Agosto de 2004 Or ∴ de Jaraguá do Sul - SC 1º -

1º - OS ELEMENTOS JÁ ESTUDADOS NO 1º GRAU

Sinteticamente, o significado dos símbolos presentes nos painéis de companheiro e já estudados no 1º grau é o seguinte:

I

-

Orla denteada: - Simboliza a atração universal, através da fraternidade;

II

-

Pavimento mosaico: - Simboliza a harmonia dos contrários;

III

-

Pórtico: - Representa o umbral da luz;

IV

-

Delta: - Representa a Divindade;

V

-

Três janelas: - Representam as três luzes da loja: o Venerável Mestre, o 1º Vigilante e o 2º Vigilante;

VI

-

Maço: - Simboliza a vontade;

VII

-

Cinzel: - Simboliza a inteligência;

VIII - Régua de 24 polegadas: - Representa a divisão do dia entre trabalho, repouso e

estudo;

IX

-

Pedra bruta: - Representa os aprendizes;

X

-

Prancheta: - Representa os mestres;

XI

-

Esquadro: - Simboliza a retidão, a moralidade e a matéria;

XII

-

Compasso: - Simboliza a justiça, o espírito;

XIII - Nível: - Simboliza a igualdade;

XIV - Prumo: - Simboliza o equilíbrio, a prudência e a retidão.

XV -

Espada: - Simboliza a igualdade e também o poder e a autoridade. Simboliza ainda a coragem, a lealdade e a honra;

XVI - Sol e a lua: - Simbolizam o antagonismo da natureza que gera o equilíbrio, pela

conciliação dos contrários; XVII - Estrelas: - Quando em número de sete representam o número mínimo de irmãos que deverão estar presentes para se abrir uma loja e ainda as sete Artes e Ciências Liberais da antiguidade. Quando em número superior representa a universalidade da Maçonaria.

2º - OS SÍMBOLOS JÁ ESTUDADOS QUE DEMANDAM UM APROFUNDAMENTO

I - As colunas “B” e “J” e os seus capitéis devem ser observadas as seguintes

características:

• A ordem de arquitetura utilizada é a coríntia;

• Apresentam as letras “B” e “J” em seus respectivos fustes, em caracteres latinos; e

• Nos capitéis estão representadas três romãs em cada.

II - A pedra cúbica: - No trabalho anterior atinente a o painel de aprendiz, vimos que a pedra cúbica representa o companheiro, simbolizando o homem desbastado, educado, polido, instruído e conseqüentemente pronto para ocupar o seu lugar na construção social a que o maçom se propõe.

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em 20 de Agosto de 2004 Or ∴ de Jaraguá do Sul - SC 3º -

3º - OS ELEMENTOS NOVOS

Os cinco degraus: - Em todas as religiões as escadas com seus degraus funcionam como uma escala, relacionada sempre à evolução, à iniciação e a luz do conhecimento, razão pela qual são sempre representadas em direção ao alto, em sentido ascendente.

A corda com nove nós: - Uma corda com nove nós emoldura o painel do Rito

Escocês Antigo e Aceito utilizado pelas lojas francesas e adotado por algumas potências maçônicas brasileiras. Alguns estudiosos da cultura maçônicos interpretam a cada um de nove nós como sendo: trabalho, caridade, família, união, espiritualidade,

igualdade, sinceridade, saber e sigilo. As duas borlas pendentes significariam a força e

a beleza e todos esses atributos ou virtudes, seriam necessários pare se chegar à

verdade. Porém, ao nosso ver a corda de nove nós representa na verdade, a corda de oitenta e um nós, elemento já estudo no trabalho referente ao 1º grau, que simboliza a cadeia de união, o profundo e indissolúvel sentimento de união fraterna que une todos os maçons.

A alavanca: - Alavanca é uma barra de ferro ou madeira, bem rígida, empregada para

mover ou levantar grandes pesos e que necessita, para operá-la, de um ponto de apoio ou fulcro e de uma força ou potência, para que possa vencer a resistência. A alavanca é símbolo da força, da firmeza da alma, da coragem inquebrantável do homem independente, do poder invencível que desenvolve o amor pela liberdade e do poder do trabalho, serve para vencer a resistência da inércia e possibilita o desempenho de grandes tarefas. Mesmo nos casos em que a resistência é grande, com o emprego de uma alavanca adequada é possível vencer aquela com um mínimo de esforço, razão pela qual se pode dizer que esse instrumento é muito poderoso e, para bem empregá- lo, há que se dosar a força e a inteligência. Sob o ponto de vista intelectual, a alavanca exprime a segurança da lógica e a força da vontade, que se tornam irresistíveis quando emanam da inteligência isenta e da justiça. É também a imagem da filosofia, cujos princípios invariáveis não permitem fantasias nem superstições.

O esquadro e o compasso: - O esquadro e o compasso no 2º grau devem

apresentar-se entrelaçados, com o ramo direito do esquadro sobre a haste direita do compasso, tal como no grau de aprendiz, mas com a haste esquerda do compasso livre, sobre o ramo esquerdo do esquadro. Essa posição entrelaçada simboliza que ao contrário do aprendiz, em que a matéria ainda prevalecia sobre o espírito, o companheiro já alcançou um estágio evolutivo de equilíbrio entre materialidade e espiritualidade. A haste livre do compasso pretende demonstrar que a mente turvada por preconceitos e convenções que impediam o aprendiz de livremente pesquisar e procurar a verdade, começa a se abrir e o companheiro, já com certa liberdade de raciocínio, encontra-se no caminho para se tornar um verdadeiro livre-pensador, que lhe possibilitará a encontrar a verdade.

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em 20 de Agosto de 2004 Or ∴ de Jaraguá do Sul - SC A estrela

A estrela: - Antes de tudo, consideremos a divergência existente entre os diversos rituais, quanto ao nome mais apropriado para a estrela: O ritual do R.E.A.A. adotado pela GLME/PB usa unicamente o termo “estrela flamejante”; O ritual do R.E.A.A. adotado pelo GOB usa unicamente o termo “estrela flamígera”; O ritual do R.E.A.A. adotado pela GLME/RJ usa unicamente o termo “estrela flamejante”; O ritual do R.E.A.A. do GOE/RJ usa alternadamente o termo “estrela flamejante ou “estrela flamígera”. Destarte, utiliza-se quatro diferentes adjetivos para a estrela: flamejante, rutilante, brilhante e flamígera. Brilhante é o adjetivo empregado pelo Rito de Emulação para descrever a estrela do painel do grau de aprendiz. Rutilante é o adjetivo utilizado pelo Rito Adonhiramita para descrever a estrela de cinco pontas presente painel de companheiro. Flamejante e flamígera derivam, respectivamente, do latim flammantis, que significa “que expele chamas” e flammigerus, “que gera chamas”. Destarte, no ponto de vista deste articulista, tanto faz que se chame a estrela de flamejante ou de flamígera. É simplesmente uma questão de gosto pessoal e, como dia à sabedoria popular, “gosto não se discute”. Desde 1.898 a estrela é chamada de flamígera nos rituais do G.O.B. A estrela flamígera é o símbolo distintivo do grau de companheiro, que conhece a fórmula “E.v.a.e.f.”. Esse símbolo, conquanto esteja presente em todos os Ritos, não tem um significado uniforme, variando a sua interpretação em função do Rito.

A letra “G”: - Para os maçons operativos britânicos, a letra “G” significava apenas Geometry (Geometria), ciência que tinha importância capital na construção dos edifícios, razão pela qual era um dos grandes segredos da arte de construir e, por conseguinte, não acessível aos iniciados, podendo-se dizer que Geometria era uma espécie de sinônimo de Maçonaria. Quando da transformação da Maçonaria operativa em especulativa, todos os instrumentos utilizados na construção passaram a ter um significado simbólico, de cunho moral. Assim, associou-se a construção de edifícios através da Geometria com a construção do universo através da ciência divina. Os maçons operativos construíam edifícios; os maçons especulativos construíam a sociedade; e Deus tudo construiu. Dessa forma, “G” de Geometry (Geometria) passou a significar também God (Deus), mas com um único sentido, o de Deus, pois d mesma forma que os maçons eram os geômetras das construções, Deus era o Grande Geômetra do Universo, forma pela qual a divindade é denominada até os nossos dias pela Maçonaria inglesa, através do Rito de Emulação. Como sabemos, o Rito Escocês Antigo e Aceito foi criado na França, onde a Maçonaria inglesa foi alterada não só em sua dinâmica mas, sobretudo, em sua filosofia, o que resultou na criação de inúmeros Ritos. Na França, a letra “G” ganhou novos significados além de Deus e Geometria, passando a ser chamada primeiramente de Gênio, depois de Geração e Gnose e por último Gravitação ou Gravidade, significados atualmente empregados pelas potências maçônicas brasileiras para o Rito Escocês Antigo e Aceito. Para o Rito Moderno ou Francês, a letra “G” possui esses mesmos significados, exceto Deus, por se tratar de um Rito agnóstico.

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FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

O

Companheiro Maçom – Heitor Botelho

O

Companheiro Maçom – Assis Carvalho{Chico Trolha}

O Companheiro Maçom – Assis Carvalho{ Chico Trolha } Curso de Ritualística e Liturgia do 2º

Curso de Ritualística e Liturgia do 2º Grau – José Castellani; Simbologia Maçônica dos Painéis – Almir Sant ´Anna; Símbolos Maçônicos e suas Origens – Assis Carvalho{Chico Trolha}; Curso de Maçonaria Simbólica 2º Grau – Theobaldo Varolli Filho;

Ritual de Companheiro Maçom do R.E.A.A. – Grande Loja Maçônica do Estado da Paraíba; Companheiro Maçom - Assis Carvalho{Chico Trolha}; Simbolismo do 2º Grau – Rizzardo Da Camino; Os 33 Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito – Mário Leal Bacelar;

O Grau de Companheiro por um Companheiro – Frederico Guilherme Costa.

ARLS Fraternidade Jaraguaense nº 3620 – APJ – 27/03/2007