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15/04/2016

CiênciaeCultura­Asgrevesantesda"grève":asparalisaçõesdotrabalhofeitasporescravosnoséculoXIX

CiênciaeCultura On­lineversion ISSN 2317­6660

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CiênciaeCultura On­lineversion ISSN 2317­6660 Cienc.Cult.vol.65no.2SãoPauloApr./June2013
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Cienc.Cult.vol.65no.2SãoPauloApr./June2013

ISSN 2317­6660 Cienc.Cult.vol.65no.2SãoPauloApr./June2013 Asgrevesantesda"grève":as

Asgrevesantesda"grève":as

paralisaçõesdotrabalhofeitaspor

escravosnoséculoXIX

AntonioLuigiNegro

FláviodosSantosGomes

escravosnoséculoXIX AntonioLuigiNegro FláviodosSantosGomes MySciELO Customservices ServicesonDemand Article

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Diaensolarado.OitalianoPascoalseaproximadobrasileiroJustino.Apelidadode

"missionário",oitalianousavaumdesseschapeletesdemilitantesocialista.Comumapána

mão,ooperário—umnegro—fezumapausanobatenteparaolharPascoalnosolhos,

ouvindo­oatento.Gesticulandocomasmãos,compensandoosotaquecarregado,oitaliano

vieraatearfogo:criticousalários,incitoutodosalargaremoserviçoeafazerarevolução.

"Você,seuPascoal"—argumentouJustino(tambémcomseusotaquepróprio)—"está

perdendoseutempo.Eunãocompreendoalínguaestrangeira".

TalcomonachargedeJ.Carlos(publicadanarevistaCaretaem1917),imprensa,novelase

textosdidáticosdivulgaramparaograndepúblicoessa—fictícia—figuradoitaliano anarquista.Celebravamomitodoimigranteradical,umafantasiaemparteutópicae preconceituosa.Utópicaporqueostrabalhadoreseuropeusnãoeramemsuamaioriarebelde nemsesentiamitalianos.Ouseja,nemsempreeramanarquistasetampoucosedeclaravam italianos.Naverdade,umagrandeparteeradeorigemrural,nãoeracompostadeartesãos radicaisoutrabalhadoresdefábrica.Essesimigrantesnãotraziamconsigo,emsegundo lugar,umamaciçaexperiênciadeenvolvimentoscompartidos,grevesesindicatos.Havia,e acréscimo,divisõesétnicasentreosimigrantes.Consequentemente,adesconcertante conclusãodeMichaelHalléadeonascenteoperariadoindustrialdeSãoPaulodeorigem imigrantetercontribuídoparamanteraclasseoperáriaemsituaçãorelativamentefracae desorganizada.Muitosabraçavamidentidadesétnicasantesdemaisnada,poislhes asseguravaumsensoimediatodecomunidade.Outroseramcatólicoseconservadores.

Tambémaceitaramserviçoscujaremuneraçãoosbrasileirosrecusavam(1).

Omitodoimigranteradicalétambémumpreconceitoporque,entresilênciose

esquecimentos,impedequeotrabalhadorlocal(acomeçarpeloescravo)apareçacomo

protagonistadaslutasoperárias.FigurascomoadeJustino,queaparecetrabalhandomasé

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pintadocomoalheioàpregaçãoinflamadadoitalianoradical,personificaramoanti­herói

conformista.EnquantoquePascoaldesembarcaprontoparalutar,ooperariadoformadoem

solobrasileirodeve,nessaótica,ouaceitaraliderançadoimigranteouficardefora;quase

umfura­greve.Destemodo,asimagensdotrabalhadorestrangeiro,branco,anarquistae

rebelde,assimcomoadotrabalhadorbrasileirolongedaslutas,nãopassamdeuma

representaçãocaricatadooperariadodoiníciodoséculoXX.

Alémdisso,deacordocomessemitodoimigranteradical,aparalisaçãocoletivadotrabalho

seriaalgotãoinéditonoBrasilquesequerhaveriaumtermodisponívelnalínguaportuguesa

paranomearofenômeno.Nafaltadessapalavra,éramosobrigadosatomardeempréstimo

aosfrancesesapalavragrève!Noentanto,aparalisaçãodotrabalhocomoformadeprotest

ebarganhafoisempreumaconsequênciatãoespontâneaelógicadaexperiênciados

trabalhadoresqueboapartedaslínguaseuropeiaspossuiumapalavraprópriaparadesignar

ofenômeno.Assim,inglesesfazemstrike.Jáosespanhóisentramemhuelga,enquantoque

italianos,quandoparamoserviço,estãoemsciopero.NoBrasildoséculoXIX,asprimeiras

formasdesuspensãocoletivadasatividadesficaramconhecidascomoparedes.Semessa,

portanto,deumPascoalrebeldeeumJustinoquenãofalaoidiomadalutaoperária.Para

nós,aemergênciadaclassetrabalhadoranãopodeestarvinculadaapenasàimigração.

QUANDOAFINALSURGIRAMASGREVESNOBRASIL?

QUANDOAFINALSURGIRAMASGREVESNOBRASIL?Háquemtenhaindicadoquea

grevedostipógrafosde1858foiaprimeiragrevedoRiodeJaneiro.Será?Sabemoshoje

que,umanoantes,ostrabalhadoresescravizadospertencentesaoViscondedeMauá pararamoserviçodafábricadaPontad'Areia.Estaeraumdosmaioresestabelecimentosda

cidade,comcercade10oficinase600operários,sendo150delesescravos.Contudo,apesa

denoticiadanaimprensa,nãoexistemmaioresinformaçõessobreasreivindicaçõesdos

escravos.

Eracomumhavercativoselivresnomesmoespaçodetrabalho.Dosoperáriosregistrados

nasmanufaturasdoRiodeJaneiroentreosanosde1840a1850—emparticularnas

fábricasdevidro,papel,sabão,couros,chapéusetêxteis—,45%eramescravos.Além

disso,orecenseamentode1872apontouque,noRiodeJaneiro,haviamaisde2milcativos

empregadoscomotrabalhadoresempequenasfábricas.

Sãováriasasevidênciasdeparalisaçõesfeitasporescravos.Nofinaldadécadade1820,

cativos,africanoslivreseoutrostrabalhadorespararamaFábricadePólvoraIpanema, controladapelamonarquia.Reivindicavammelhoriasnascondiçõesdetrabalho,incluindo

diáriasedietaalimentar.NoRiodeJaneiro,emabrilde1833,umlevantenumacaldeiraria

trouxeapreensãoquandoosescravosenfrentaramaforçapolicial,sucedendotirosemortes

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Em1854,JoaquimdaRochaPaivafoitestemunhaevítimadaaçãocoletivadosseus

escravos.Tudoaconteceunaterça­feira,5desetembro.FoinaFábricadeVelaseSabão,su

propriedadenaGamboa.Umgrupodeescravos"armadosdeachasdelenhasefacas"

paralisouasatividadesereivindicousuaimediatavendaparaoutrosenhor.Adecisãodeles

aoqueparece—nãotinhamotivodeclarado.HáinformaçõesdequeRochaPaivatentou

negociar,propondodiscutiroassuntonodiaseguinte,enquantoalegavasertardedanoite.

Criouloseafricanos,nasuaresposta,dirigiram­seaoproprietário"emtomalto".

Esclareceram"quenãoqueriamesperarporqueaquiloeranegóciodeserdecididologo".A

decisãofinaldoproprietárioapareceunãonumacordo,massimnarápidarepressãopolicial

dequasecemhomens,queassustouosmoradoresdaCorte,echamouaatençãoda

imprensa.Chegandoaforçapolicialàfábrica,osescravosseentregaramàsautoridadessem

oporresistência.Talvezjulgassemque,sendopresos,ficariamtodosjuntos,afastados

daquelafábricaporalgumtempoedepoispoderiamservendidos,comodesejavam.

Em1858,naruadaSaúde,umoutrogrupodeescravosquetrabalhavanumarmazémde

caféseinsurgiucontraseuproprietário,ManuelFerreiraGuimarães.Igualmente,paralisaram

otrabalhoesefizeramouvir:nestecaso,nãoqueriamservendidos.Sabedoresdas

dificuldadesfinanceirasdeseusenhorcomoarmazém,osescravosnãoconcordavamemse

vendidos,talvezprevendoqueseudestinopoderiaserasfazendasdecafénointeriorda

província.Experientesnotrabalhourbano,rejeitavamavendaparaasáreasrurais.

Permanecernacidadepoderiasignificarnãosimplesmenteficarlongedoscafezais,mas

manterarranjosfamiliareselaçosdeamizade.Queriampermanecerjuntos.Porcausadisso

oarmazémparou.Comoresultado,osescravossofreramrepresáliaimediata:foramlevados

paraaCasadeDetenção.

Quandodeixamosdeladoagrèveemitodoimigranteradicalenosdedicamos,emseguida,

àpesquisa,encontramosparedesfeitasportrabalhadoresescravosoutrabalhadoreslivres

nascidosecrescidoemsolonativo.Dessemodoalargamosnossavisãoepercebemosoutras

formasdeprotestodostrabalhadores.Antesdagrève,aparededosescravosconseguia

pressionarpormelhorescondiçõesenquantosuspendia,temporariamente,osserviços;

negociandotambémoretornoaotrabalho.Porissomesmo,algumasfugas—inclusiveas

escapulidascurtaseindividuais—erameficazescomoformadenegociaçãoentresenhores

escravos.Aquieali,sumindopelasfalhasdosistema,masdeixandosuaspistasemanúncio

dejornalpagosporsenhoresquereclamavamoseuretorno,oscativosfugiam.Emtais

anúncios,haviainformações,queeramfornecidaspelossenhores,sobreaidentidadeeos

costumesdosescravosemfuga(sinaisemarcasespecíficas,osseushábitos,possíveis

paradeiros).Revela­se,assim,amútuapercepçãodepoderes,devereseestratégias,

senhoriaiseescravas,decontroleeprotesto.Quandocalculavamqueerahoradepararde

trabalhar,osescravosfugiam.Eram,àsvezes,escapadasqueduravamdias,ouumfinalde

semana.Mesmoprovisórias,eramcheiasdetensões,castigos,concessõeseriscos(para

senhoreseescravos).Eracomumproprietáriosesperaremalgunsdiasparaanunciarfugidos

oucontratarcapitãesdomato.Temposuficienteparaquealgunsfujõesvoltassem

apadrinhadosporsenhoresinfluentesevizinhosdeseussinhôs.Aumpadrinhocabia

intercederinvocandogenerosidadeetolerância.Sepossível,oescravoganhavaoque

desejava:umamelhorianascondiçõesdocativeiro.Nomínimo,oescravoqueregressava

queriaevitarcastigosouvinganças.Políticasdossenhoresepolíticasdosescravosacabam

assimredefinidas:umarelaçãoatépoucotempoatrásbempoucoconhecida.

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Episódiosaparentementesemmaiorexpressãocomofugastemporárias,bebedeiras, desordens,ofensasfísicastalvezescondamaspectosdecisivosdaculturaescrava,guardand expectativasrelacionadasaoritmodotrabalho,aocontrolesenhorial,àdisciplinaeaolazer. Emépocasqueantecediamasfestasreligiosas,aumentavaaincidênciadasfugas.No emaranhadodapolêmicadefiniçãosobreacriminalidadeescrava,podemosveragestaçãod umaidentidadegrupalcoletiva.NumaamostradecativosrecolhidosnaCasadeDetençãoe

1863,podemosverificar,entresuasmotivações,aprisãotanto"apedido"quantopor

"insubordinar­se",oumesmo"queixar­se".Estamos,talvez,diantedaformaçãodeuma

culturadeclasseurbanaentreosescravos,hajavistaoaltonúmerodecativosdomésticos,

cozinheiros,lavadeirasetc.Podiamsercativosqueseinsurgiam,noâmbitodoméstico,contr

seussenhores(eassimeramremetidosàDetenção).Mastambémpodiamsercativosque

procuravamasautoridadespoliciaisparadefenderocostumedealgumarelaçãodetrabalho

queconsideravamdesrespeitado.AlavadeiracrioulaLudovina,porexemplo,procurouas

autoridadespoliciaistrêsvezesnomesmoano.Noregistroprisionalfeito,estámarcadoseu

crime:"queixar­se".Reclamar,nocasodeLudovina,poderiaseratentativadeprotestar

contraoseusenhorouseusclientes.Istoeracrucial,emparticularnocasodeescravos

urbanos,muitosdosquais"aoganho",istoé,aquelesque,porsimesmos,alocavamosseu

serviçosnomercado.Erecebiamporisso,transferindoumapartedeseuganhoaosenhor,

quenadafazia.Eramoscarregadores,asquitandeiraseosvendedoresambulantes.Depois

detrabalhar,tinhamdedaraoseusenhorumapartedeseusganhos.Entreaquelespresos

por"queixar­se"(certamenteacusadosdeinsolentes),temosumgrandenúmerode

mulhereslavadeiras.

Incluindoafricanos,índios,brasileiroseimigrantes,juntarasexperiênciasdetrabalhadores

livreseescravoséomelhorcaminhoparacontornarpreconceitos.Podemoschamá­lasde

invençãodaliberdade,nummundomarcadopelaescravidão.

GREVENEGRAComcerteza,osmotivosdasqueixas,protestoenegociaçãodosescravos iamalémdoambienteedalidadomésticos.Estudandorevoltasemovimentossociaisem

Salvador,JoãoReisrevelouumagrevedecarregadoresem1857.Emrespostaamudanças

legaisqueinterferiramnasrelaçõesentresenhoreescravoenaformadeorganizaçãodo

trabalho,oqueestavaemjogoeraumaintensadisputacomopoderpúblico:ocontroledas

práticasecostumesdotrabalhourbanodeescravoselibertosaolongodoséculoXIXpela

administraçãomunicipal.Nãoporacaso,JoãoReisachamoude"grevenegra".Centenasde

africanos"aoganho"—amaiorparteafricanosocidentais:os"nagôs"—paralisarampor

duassemanasoportoeosetordeabastecimentoetransporte.Lutavamnãoporsalários

nempelofimdecastigos.Opunham­seaumalegislaçãoquevisavacontrolarsualida,com

dispositivosqueinterferiamnaorganizaçãodeseusespaçosdetrabalho—oscantos.Os

grevistasseopunhamàdeterminaçãodaCâmaraMunicipalqueexigiaousodechapasde

identificaçãoindividual.Estas,comcerteza,foramvistascomomaisumaestratégiade

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controlesobreseuscostumes,seusvalores,suasvidas,seutrabalho.Foramduassemanas detensõeseexpectativas,comossenhoresinclusivedivididos.Amplamenteacompanhada

pelaimprensa,aparedefoimarcadapelorecuodasautoridades(2).

PROTAGONISTASNALUTADETRABALHADORESSehaviagrevesantesdachegadados imigrantes,tambémnãoforamumfenômenourbanoapenas.Naverdade,nãosóhouve paralisaçõesnaárearuralcomotambémpodiamdarcontinuidadealutasanteriores,que prosseguiamsobnovasformas—eemnovascondições—semparaissodependerda

militânciadeimigranteseuropeus.EmPernambuco(em1919),mesmosubmetidosàmais

agudaexploração,ostrabalhadoresdazonaaçucareirasustentaramumagrevemaciça. Aindaquenãoexistamreferênciasàssuasidentidades,eramdescendentesdeescravose libertos,mestiçosenegros.Sobreessacorajosainiciativa,ojornalClartépublicouanotícia "OtrabalhadoragrícolaemPernambuco".Nesta,afirmouque,emboradetratadocomo indolenteeestúpido,otrabalhadorruralera"oprimeirofatordasfortunasdosusineiros".A grevemostrouaforçadessestrabalhadoressofridosehumilhados.Trabalhavamemfarrapos tinhamdívidascomoarmazémdosengenhos,suadietaalimentarerapobreepraticamente nãorecebiamassistênciadospoderespúblicos.Queriamjornadadeoitohorasdetrabalho, aumentosalarial,reconhecimentosindicalefimdepunições.Osusineirosfecharamsuas

associaçõesàmãoarmada(3).

FicaclaroassimquenemsódeitalianosviveramasprimeiraslutasoperáriasdoBrasil.Os

negrosvieram,antesdemaisnada,paratrabalharepodiampossuirouadquirirofício.Eram

vitaisemseulocaldetrabalho,nocampoounacidade.Suarebeldia,igualmente,eracrucia

paramobilizaçõeseprotestosdaclassetrabalhadora.Alémdasmanifestaçõesculturaispela

quaissãoconhecidos(comoaarteeareligiosidade),ostrabalhadoresnegroseseus

descendentesprotagonizaramexperiênciasdegreveque,felizmente,sãocadavezmais

reveladaspelapesquisahistórica.

AntonioLuigiNegroéhistoriador,professorassociadodoprogramadepós­graduaçãoem

históriadaUniversidadeFederaldaBahia(UFBA).

FláviodosSantosGomeséhistoriador,professordoDepartamentodeHistóriada

UniversidadeFederaldoRiodeJaneiro(UFRJ).

REFERÊNCIASBIBLIOGRÁFICAS

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vonstaat,wirtschaftundgesellschaftLateinamerikas,12,1975.

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3.ArquivoEdgardLeuenroth."OtrabalhadoragrícolaemPernambuco".In:Clarté,1,1921,

p.21­23.Estamatériaencontra­setranscritanolivrodeMichaelHallePauloSérgioPinheiro

AclasseoperárianoBrasil.Vol.2.SãoPaulo,Brasiliense,1981.

BIBLIOGRAFIACONSULTADA

Castellucci,A.Industriaiseoperáriosbaianosnumaconjunturadecrise(1914­1921).

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Gomes,F.dosS.Históriasdequilombolas.MocambosecomunidadesdesenzalasnoRiode

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Mattos,M.B.Escravizadoselivres:experiênciascomunsnaformaçãodaclassetrabalhador

carioca.RiodeJaneiro,BomTexto,2008.

Negro,A.L.;Gomes,F.dosS."Alémdesenzalasefábricas:umahistóriasocialdotrabalho"

In:TempoSocial.RevistadeSociologiadaUSP,18,1,2006.

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(séculosXIXeXX).SãoPaulo,Edusp,2010.

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