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Modeling Elastic Properties in Carbonate Rocks Autores: Publicação: Aluno: Disciplina: Professor: Período: Shiyu Xu,
Modeling Elastic Properties in Carbonate Rocks Autores: Publicação: Aluno: Disciplina: Professor: Período: Shiyu Xu,
Modeling Elastic Properties in Carbonate Rocks Autores: Publicação: Aluno: Disciplina: Professor: Período: Shiyu Xu,

Modeling Elastic Properties in Carbonate Rocks

Autores:

Publicação:

Aluno:

Disciplina:

Professor:

Período:

Shiyu Xu, Michael A. Payne - ExxonMobil

Janeiro 2009, ‘The Leading Edge’

Maximiano Kanda Ferraz

Interpretação Integrada

Wagner Lupinacci

8º - 2013/02

Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro

Sumário

Introdução

Modelo de física de rochas

Efeito do tipo de poro

Modelando efeito de fratura

Conclusões

Introdução  Reservatórios carbonáticos ◦ Calcário ◦ Dolomita  50% Produção de Petróleo no mundo
Introdução  Reservatórios carbonáticos ◦ Calcário ◦ Dolomita  50% Produção de Petróleo no mundo

Introdução

Introdução  Reservatórios carbonáticos ◦ Calcário ◦ Dolomita  50% Produção de Petróleo no mundo 

Reservatórios carbonáticos

Calcário

Dolomita

50% Produção de Petróleo no mundo

Sísmica difícil, DHI e AVO pouco

aplicáveis

Solução: Modelo físico

 Introdução Dificuldade: ◦ Distribuição de poros complexa afetando a relação porosidade x velocidade 
 Introdução Dificuldade: ◦ Distribuição de poros complexa afetando a relação porosidade x velocidade 


Introdução

Dificuldade:

Distribuição de poros complexa afetando a

relação porosidade x velocidade

Tipos de Porosidade

a relação porosidade x velocidade  Tipos de Porosidade ◦ Móldica ◦ Vugular ◦ Intrapartícula ◦

Móldica

Vugular

Intrapartícula

Interpartícula

Microporos/cracks

Arrendondados, + estáveis

Vugular ◦ Intrapartícula ◦ Interpartícula ◦ Microporos/cracks Arrendondados, + estáveis Enfraquece a rocha 4

Enfraquece a rocha

Introdução  A substituição de fluidos de Gaussman é uma ferramenta de análise AVO e
Introdução  A substituição de fluidos de Gaussman é uma ferramenta de análise AVO e

Introdução

Introdução  A substituição de fluidos de Gaussman é uma ferramenta de análise AVO e sísmica

A substituição de fluidos de Gaussman é uma ferramenta de análise AVO e

sísmica 4D, mas requer muitas hipóteses, falhando em alguns casos.

Fraturas estão mais presentes em

carbonatos, sendo caminhos de fluxo de fluido, dificultando modelagem sísmica

(principalmente em baixa frequência).

Introdução  Modelo desenvolvido ◦ Adaptação do modelo Xu-White para carbonatos ◦ Procedimento para estimar
Introdução  Modelo desenvolvido ◦ Adaptação do modelo Xu-White para carbonatos ◦ Procedimento para estimar

Introdução

Introdução  Modelo desenvolvido ◦ Adaptação do modelo Xu-White para carbonatos ◦ Procedimento para estimar

Modelo desenvolvido

Adaptação do modelo Xu-White para

carbonatos

Procedimento para estimar tipo de poros a

partir de porosidade x velocidade

Discussão do efeito dos poros no modelo de Gassmann de subst. de fluidos

Inclusão de anisotropia de fraturas e folhelhos

Foco no efeito nas propriedades elásticas

Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro

Sumário

Introdução

Modelo de física de rochas

Efeito do tipo de poro

Modelando efeito de fratura

Conclusões

Modelo de Física de Rochas  Volume poroso dividido em: ◦ Poros referentes à argila
Modelo de Física de Rochas  Volume poroso dividido em: ◦ Poros referentes à argila

Modelo de Física de Rochas

Modelo de Física de Rochas  Volume poroso dividido em: ◦ Poros referentes à argila ◦

Volume poroso dividido em:

Poros referentes à argila

Poros interpartículas

Microcracks

Poros stiff = móldicos e vugulares (redondos)

◦ Microcracks ◦ Poros stiff = móldicos e vugulares (redondos) Dominante Muito sensíveis à tensão 8

Dominante

Muito sensíveis à tensão

◦ Microcracks ◦ Poros stiff = móldicos e vugulares (redondos) Dominante Muito sensíveis à tensão 8
◦ Microcracks ◦ Poros stiff = móldicos e vugulares (redondos) Dominante Muito sensíveis à tensão 8
◦ Microcracks ◦ Poros stiff = móldicos e vugulares (redondos) Dominante Muito sensíveis à tensão 8
◦ Microcracks ◦ Poros stiff = móldicos e vugulares (redondos) Dominante Muito sensíveis à tensão 8

8

FIG. 1. Diagrama do modelo de física de rochas de carbonatos 9
FIG. 1. Diagrama do modelo de física de rochas de carbonatos 9
FIG. 1. Diagrama do modelo de física de rochas de carbonatos 9

FIG. 1. Diagrama do modelo de física de rochas de carbonatos

1) Modelo de Física de Rochas Matriz sólida de rocha com minerais misturados 2a) Microporos
1) Modelo de Física de Rochas Matriz sólida de rocha com minerais misturados 2a) Microporos
1) Modelo de Física de Rochas Matriz sólida de rocha com minerais misturados 2a) Microporos

1)

Modelo de Física de Rochas

Matriz sólida de rocha com minerais misturados

2a)

Microporos com água presa são adicionados à matriz.

2b)

Adiciona-se todos os poros usando a teoria de efeito do

meio para prover propriedades elásticas da rocha seca.

3) Água remanescente misturada aos HC usando o

modelo de suspensão de Wood.

4) Equações de Gassmann para adicionar a mistura de

fluidos no sistema de poros e obter as propriedades elásticas

finais da rocha saturada.

Modelo de Física de Rochas  A abordagem assume que macroporos estão ligados e sua
Modelo de Física de Rochas  A abordagem assume que macroporos estão ligados e sua

Modelo de Física de Rochas

Modelo de Física de Rochas  A abordagem assume que macroporos estão ligados e sua k

A abordagem assume que macroporos estão ligados e sua k é elevada para que as diferenças de pressão entre os

poros seja equilibrada dentro de meio ciclo de uma onda sísmica.

Por outro lado, os microporos irão

comportar-se como isolados, devido às

suas dimensões pequenas

Modelo de Física de Rochas  Previsão da onda de cisalhamento ◦ Inverter (obter) porosidade
Modelo de Física de Rochas  Previsão da onda de cisalhamento ◦ Inverter (obter) porosidade

Modelo de Física de Rochas

Modelo de Física de Rochas  Previsão da onda de cisalhamento ◦ Inverter (obter) porosidade de

Previsão da onda de cisalhamento

Inverter (obter) porosidade de logs de ondas P e volume de argila usando o modelo

Calcular logs de ondas P, S e densidade utilizando a porosidade invertida. A P será a

mesma da medição.

Relação Vp-Vs bem definida.

FIG. 2. Ilustração da relação Vp – Vs para arenitos (acima) e calcários (abaixo). À
FIG. 2. Ilustração da relação Vp – Vs para arenitos (acima) e calcários (abaixo). À
FIG. 2. Ilustração da relação Vp – Vs para arenitos (acima) e calcários (abaixo). À

FIG. 2. Ilustração da relação Vp Vs para arenitos (acima) e calcários

(abaixo). À Esquerda estão as medidas laboratoriais (Castagna et. al.)

e na direita, as predições.

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Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro

Sumário

Introdução

Modelo de física de rochas

Efeito do tipo de poro

Modelando efeito de fratura

Conclusões

FIG. carbonáticas e como modelá-los. A terceira seção fina foi feita a de poros em
FIG. carbonáticas e como modelá-los. A terceira seção fina foi feita a de poros em
FIG. carbonáticas e como modelá-los. A terceira seção fina foi feita a de poros em

FIG.

carbonáticas e como modelá-los. A terceira seção fina foi feita a

de poros em rochas

partir de Wang (1997).

3.

Ilustração

de

diferentes

tipos

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FIG. 4. Efeito previsto do tipo de poros na velocidade da onda P. Assume-se que
FIG. 4. Efeito previsto do tipo de poros na velocidade da onda P. Assume-se que
FIG. 4. Efeito previsto do tipo de poros na velocidade da onda P. Assume-se que

FIG. 4. Efeito previsto do tipo de poros na velocidade da onda P. Assume-se que a matriz sólida é calcita. α é a relação de aspecto. A curva de referência

representa um sistema apenas com poros interpartículas. As curvas abaixo da

referência representam sistemas com o aumento das frações de poros do tipo crack e aqueles acima representam crescentes frações de poros stiff. 16

Efeito do tipo de poro e  Poros arredondados aumentam a velocidade microcracks diminuem. 
Efeito do tipo de poro e  Poros arredondados aumentam a velocidade microcracks diminuem. 

Efeito do tipo de poro

Efeito do tipo de poro e  Poros arredondados aumentam a velocidade microcracks diminuem.  Teoricamente,

e

Poros arredondados aumentam a velocidade

microcracks diminuem.

Teoricamente, todos os dados devem estar

entre o limite inferior de 100% de micro-

cracks e o limite superior de 100% de stiff,

contudo, pontos que são encontrados além

desses limites possuem mineralogia distinta,

o que pode ser modelado.

Pode-se utilizar o método para Vs.

FIG. 5. Ilustração de um possível efeito do tipo de poros na velocidade das ondas
FIG. 5. Ilustração de um possível efeito do tipo de poros na velocidade das ondas
FIG. 5. Ilustração de um possível efeito do tipo de poros na velocidade das ondas

FIG. 5. Ilustração de um possível efeito do tipo de poros na velocidade das ondas P usando dados laboratoriais por Wang et al. (1991). Como na Figura 7, as curvas tracejadas acima da curva de referência de calcário, indica crescentes frações de poros stiff e aqueles abaixo indicam um aumento das frações de poros do tipo crack. 18

FIG. 6. Ilustração da inversão dos poros arredondados stiff (azul) e microcracks (vermelho) de dados
FIG. 6. Ilustração da inversão dos poros arredondados stiff (azul) e microcracks (vermelho) de dados
FIG. 6. Ilustração da inversão dos poros arredondados stiff (azul) e microcracks (vermelho) de dados

FIG. 6. Ilustração da inversão dos poros arredondados stiff (azul)

e microcracks (vermelho) de dados da Universidade de Miami.

Efeito do tipo de poro  Substituição de fluidos ◦ A Fig. 7 é uma
Efeito do tipo de poro  Substituição de fluidos ◦ A Fig. 7 é uma

Efeito do tipo de poro

Efeito do tipo de poro  Substituição de fluidos ◦ A Fig. 7 é uma crossplot

Substituição de fluidos

A Fig. 7 é uma crossplot de valores de Vp medida nas

amostras molhadas e o calculado a partir de propriedades

da rocha seca usando equações de Gassmann.

Nota-se

que

Gassmann

tende

a

predizer

baixas

velocidades da onda P em amostras com mais microcracks.

Isso ocorre pois a hipótese de que a pressão de poros é

equilibrada em meio ciclo da onda sísmica é violada por fatores como k, µ, compressibilidade, molhabilidade, forma

dos poros.

FIG. 7. (à esquerda) Ilustração do efeito de microcracks na substituição de fluidos de Gassmann
FIG. 7. (à esquerda) Ilustração do efeito de microcracks na substituição de fluidos de Gassmann
FIG. 7. (à esquerda) Ilustração do efeito de microcracks na substituição de fluidos de Gassmann

FIG. 7. (à esquerda) Ilustração do efeito de microcracks na substituição de fluidos de

Gassmann em rochas carbonáticas. (à direita) Crossplot usando substituição de

fluidos tanto Gassmann (para macroporos) e não-Gassmann (para cracks). Os

pontos de dados são codificados por cores usando estimativas de porosidade micro-

crack do método de inversão do tipo de poros.

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Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro

Sumário

Introdução

Modelo de física de rochas

Efeito do tipo de poro

Modelando efeito de fratura

Conclusões

Modelando efeito de fratura 1) O Modelo é preciso, uma vez que considera a interação
Modelando efeito de fratura 1) O Modelo é preciso, uma vez que considera a interação

Modelando efeito de fratura

Modelando efeito de fratura 1) O Modelo é preciso, uma vez que considera a interação mecânica

1) O Modelo é preciso, uma vez que considera a interação mecânica

entre fraturas e poros da matriz.

2) O uso da aproximação anisotrópica de rocha seca melhora significativamente a eficiência computacional.

3) O modelo é capaz de lidar com as interações de fluidos com

fraturas e poros e, portanto, é consistente com a teoria de Gassmann

em baixas frequências.

4) O modelo pode simular tanto anisotropia de fratura e de folhelho

5) O modelo pode suportar até dois conjuntos de fraturas.

6) As fraturas não precisam ser perfeitamente alinhadas.

FIG. 8. Ilustração do efeito de uma única fratura vertical, definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR
FIG. 8. Ilustração do efeito de uma única fratura vertical, definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR
FIG. 8. Ilustração do efeito de uma única fratura vertical, definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR

FIG. 8. Ilustração do efeito de uma única fratura vertical, definido em anisotropia

sísmica. Vsh_GR é o volume de argila estimada do registro de raios-gama, CDENX é a densidade de fratura na direção x, C11 (azul), C22 (vermelho) e C33 (verde) são constantes elásticas em X, Y e Z, respectivamente. 24

FIG. 9. Ilustração do efeito de duas fraturas verticais definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR é
FIG. 9. Ilustração do efeito de duas fraturas verticais definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR é
FIG. 9. Ilustração do efeito de duas fraturas verticais definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR é

FIG. 9. Ilustração do efeito de duas fraturas verticais definido em anisotropia sísmica. Vsh_GR é o volume de argila estimada do registro de raios-gama, CDENX e CDENY

são densidades de fraturas nas direções x e y; C11 (azul), C22 (vermelho) e C33 (verde) são constantes elásticas em X, Y e Z , respectivamente. 25

Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro
Sumário  Introdução  Modelo de física de rochas  Efeito do tipo de poro

Sumário

Introdução

Modelo de física de rochas

Efeito do tipo de poro

Modelando efeito de fratura

Conclusões

Conclusões  Extensão do modelo de Xu-White para incluir tipos de porosidade.  O modelo
Conclusões  Extensão do modelo de Xu-White para incluir tipos de porosidade.  O modelo

Conclusões

Conclusões  Extensão do modelo de Xu-White para incluir tipos de porosidade.  O modelo prediz

Extensão do modelo de Xu-White para incluir tipos de porosidade.

O modelo prediz as relações Vp e Vs corretamente tanto para carbonatos quanto para siliciclásticos.

Conclusão de que um modo misto de subst. de fluido

(Gaussmann e não-Gaussmann) é mais preciso.

O uso dos logs de onda S obtidos podem ser utilizados para quantificar invasão de lama em perfis sônicos.

Anisotropia sísmica azimutal para detecção de fraturas é mais efetivo no caso de um único set fraturas.