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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Antônio Augusto Junho Anastasia Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Antônio Augusto Junho Anastasia Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Antônio Augusto Junho Anastasia Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Antônio Augusto Junho Anastasia

Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior-SECTES

Nárcio Rodrigues Secretário

Evaldo Ferreira Vilela Secretário Adjunto

Neif Chala Superintendente de Captação de Recursos e Suporte a Projetos

Gilberto Caixeta Coordenador Especial de Relações Institucionais

José Roberto Tavares Branco Coordenador do Bioerg

Embrapa Florestas

Antônio Francisco Jurado Bellote

Universidade Federal de Viçosa

Angélica de Cássia Oliveira Carneiro Coordenadora Geral do Projeto

Aylson Costa Oliveira Coordenador Executivo do Projeto

Aylson Costa Oliveira Coordenador Executivo do Projeto Equipe técnica executora Bárbara Luísa Corradi Pereira

Equipe técnica executora

Bárbara Luísa Corradi Pereira - UFV Benedito Rocha Vital - UFV Danilo Barros Donato - UFV João Câncio de Andrade Araújo - ASIFLOR José Roberto Pereira Gonçalves - APLCVM Márcio Aredes Martins - UFV Rosimeire Cavalcante dos Santos - UFRN Sálvio Teixeiras - UFV Thiago Rodrigo Marcelino Pereira - APLCVM

Martins - UFV Rosimeire Cavalcante dos Santos - UFRN Sálvio Teixeiras - UFV Thiago Rodrigo Marcelino
Martins - UFV Rosimeire Cavalcante dos Santos - UFRN Sálvio Teixeiras - UFV Thiago Rodrigo Marcelino
Martins - UFV Rosimeire Cavalcante dos Santos - UFRN Sálvio Teixeiras - UFV Thiago Rodrigo Marcelino
APRESENTAÇÃO A produção brasileira de carvão vegetal corresponde a cerca de 30% da produção mundial,
APRESENTAÇÃO A produção brasileira de carvão vegetal corresponde a cerca de 30% da produção mundial,
APRESENTAÇÃO A produção brasileira de carvão vegetal corresponde a cerca de 30% da produção mundial,

APRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO A produção brasileira de carvão vegetal corresponde a cerca de 30% da produção mundial, e

A produção brasileira de carvão vegetal corresponde a

cerca de 30% da produção mundial, e somente no Brasil, este insumo é utilizado industrialmente, no caso, na redução do minério de ferro e produção de aço, ferro-liga e ferro-gusa.

A utilização da madeira de eucalipto reduziu a pressão

sobre os remanescentes orestais, no entanto, a produção de carvão, em grande parte, é realizada em fornos rudimentares sem as preocupações básicas com o meio ambiente e com a saúde do trabalhador.

O desenvolvimento de tecnologias que permitam a

recuperação dos gases gerados durante a carbonização da madeira possibilita a redução de impactos ambientais negativos e representa uma alternativa econômica. Estas tecnologias devem ser eficientes e de baixo custo, para que sejam implantadas pelos produtores de carvão vegetal.

Atualmente, as fornalhas para a combustão dos gases da carbonização mostram-se como a melhor alternativa para acoplamento aos fornos para promover uma melhoria do ambiente de trabalho, devido à eliminação dos compostos poluentes presentes na fumaça.

O objetivo principal do Manual da Produção

Sustentável de Carvão Vegetal é apresentar um sistema de quatro fornos circulares acoplados a uma fornalha, que possibilite máxima produção de carvão vegetal, com elevada qualidade e com baixa emissão de gases poluentes, além de apresentar as boas práticas da produção de carvão vegetal.

e com baixa emissão de gases poluentes, além de apresentar as boas práticas da produção de
e com baixa emissão de gases poluentes, além de apresentar as boas práticas da produção de
e com baixa emissão de gases poluentes, além de apresentar as boas práticas da produção de
e com baixa emissão de gases poluentes, além de apresentar as boas práticas da produção de
CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS UNIDADES PRODUTORAS DE CARVÃO VEGETAL Realizar o registro dos empregados; Não
CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS UNIDADES PRODUTORAS DE CARVÃO VEGETAL Realizar o registro dos empregados; Não
CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS UNIDADES PRODUTORAS DE CARVÃO VEGETAL Realizar o registro dos empregados; Não

CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS UNIDADES PRODUTORAS DE CARVÃO VEGETAL

Realizar o registro dos empregados;DE TRABALHO NAS UNIDADES PRODUTORAS DE CARVÃO VEGETAL Não empregar menores de 18 anos; Respeitar a

Não empregar menores de 18 anos;DE CARVÃO VEGETAL Realizar o registro dos empregados; Respeitar a carga horária diária e semanal; Fornecer

Respeitar a carga horária diária e semanal;o registro dos empregados; Não empregar menores de 18 anos; Fornecer transporte e alimentação de qualidade;

Fornecer transporte e alimentação de qualidade;de 18 anos; Respeitar a carga horária diária e semanal; Fornecer os equipamentos de proteção individual

Fornecer os equipamentos de proteção individual (EPI's);e semanal; Fornecer transporte e alimentação de qualidade; Disponibilizar água de qualidade; Garantir condições

Disponibilizar água de qualidade;os equipamentos de proteção individual (EPI's); Garantir condições mínimas de higiene e conforto

Garantir condições mínimas de higiene e conforto (sanitários, pontos de coleta de lixo, local para as refeições, etc);individual (EPI's); Disponibilizar água de qualidade; Manter no local uma caixa de primeiros socorros; Fazer

Manter no local uma caixa de primeiros socorros;pontos de coleta de lixo, local para as refeições, etc); Fazer exames médicos admissional, periódico e

Fazer exames médicos admissional, periódico e demissional;etc); Manter no local uma caixa de primeiros socorros; Promover palestras sobre higiene, segurança no trabalho

Promover palestras sobre higiene, segurança no trabalho e prevenção de acidentes;socorros; Fazer exames médicos admissional, periódico e demissional; Promover treinamentos/atualização periódicos. 2

Promover treinamentos/atualização periódicos.periódico e demissional; Promover palestras sobre higiene, segurança no trabalho e prevenção de acidentes; 2

sobre higiene, segurança no trabalho e prevenção de acidentes; Promover treinamentos/atualização periódicos. 2
sobre higiene, segurança no trabalho e prevenção de acidentes; Promover treinamentos/atualização periódicos. 2
sobre higiene, segurança no trabalho e prevenção de acidentes; Promover treinamentos/atualização periódicos. 2
sobre higiene, segurança no trabalho e prevenção de acidentes; Promover treinamentos/atualização periódicos. 2
A MADEIRA A madeira a ser utilizada como matéria-prima na produção sustentável de carvão vegetal
A MADEIRA A madeira a ser utilizada como matéria-prima na produção sustentável de carvão vegetal
A MADEIRA A madeira a ser utilizada como matéria-prima na produção sustentável de carvão vegetal

A MADEIRA

A madeira a ser utilizada como matéria-prima na

produção sustentável de carvão vegetal deve ser originada de plantios orestais, normalmente compostos por espécies e/ou clones de eucalipto.

ATENÇÃO! A biomassa empregada para a produção do carvão vegetal deve ser originaria de orestas plantadas e/ou de outras fontes vegetais devidamente autorizadas pelos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA).

As toras de madeira devem ficar empilhadas e expostas

ao ar livre durante 90 a 120 dias para alcançar um teor de umidade ideal, em torno de 35%. Esse período pode variar conforme as condições climáticas da região.

A madeira com umidade acima deste valor é

considerada “verde” e não é recomendada para a produção de carvão vegetal.

É importante a manutenção de um estoque adequado de madeira para atender a demanda dos fornos, evitando paralisações das atividades e consequente prejuízo econômico devido à redução da produção de carvão. Atentar para o período de chuva!

Em relação ao diâmetro, madeiras com maiores diâmetros (madeira grossa, com diâmetro variando de 20 a 30 cm) demoram mais a carbonizar do que madeiras de pequeno diâmetro (madeira fina, com diâmetro variando de 10 a 20 cm), além de produzir um carvão mais friável.

Sugere-se que seja feita a separação da madeira pelo diâmetro (grossa e fina) para a produção de carvão vegetal. O comprimento das toras de madeira está relacionado com as dimensões do forno, para o sistema fornos-fornalha o comprimento médio da madeira é de 1,5 metros.

relacionado com as dimensões do forno, para o sistema fornos-fornalha o comprimento médio da madeira é
relacionado com as dimensões do forno, para o sistema fornos-fornalha o comprimento médio da madeira é
relacionado com as dimensões do forno, para o sistema fornos-fornalha o comprimento médio da madeira é
relacionado com as dimensões do forno, para o sistema fornos-fornalha o comprimento médio da madeira é
UNIDADE PRODUTORA DE CARVÃO VEGETAL Escolha do Local A Unidade de Produção de Carvão Vegetal
UNIDADE PRODUTORA DE CARVÃO VEGETAL Escolha do Local A Unidade de Produção de Carvão Vegetal
UNIDADE PRODUTORA DE CARVÃO VEGETAL Escolha do Local A Unidade de Produção de Carvão Vegetal

UNIDADE PRODUTORA DE CARVÃO VEGETAL

Escolha do Local

A Unidade de Produção de Carvão Vegetal deve ser

construída em local com disponibilidade de água, próximo à oresta plantada e distante de residências. Os fornos devem estar distantes dos alojamentos dos carbonizadores, a pelo menos 100m.

Deve-se ficar atento com as distâncias estabelecidas por lei das áreas de preservação permanente, como nascentes, margens de rios, lagoas ou córregos.

As estradas devem estar em boas condições, permitindo o transporte de lenha para os fornos e do carvão produzido durante todo o ano para seu destino final.

O local de construção dos fornos e fornalha deve ser

preferencialmente uma área plana.

e fornalha deve ser preferencialmente uma área plana. Figura 3. Localização da área para instalação da

Figura 3. Localização da área para instalação da praça de carbonização:

longe da cidade, de Áreas de Preservação (APP), e de casas e próximo à estradas bem conservadas e aos plantios orestais.

cidade, de Áreas de Preservação (APP), e de casas e próximo à estradas bem conservadas e
cidade, de Áreas de Preservação (APP), e de casas e próximo à estradas bem conservadas e
cidade, de Áreas de Preservação (APP), e de casas e próximo à estradas bem conservadas e
cidade, de Áreas de Preservação (APP), e de casas e próximo à estradas bem conservadas e
Preparo da Área para Construção Antes de iniciar a construção do sistema fornos- fornalha, deve-se
Preparo da Área para Construção Antes de iniciar a construção do sistema fornos- fornalha, deve-se
Preparo da Área para Construção Antes de iniciar a construção do sistema fornos- fornalha, deve-se

Preparo da Área para Construção

Antes de iniciar a construção do sistema fornos- fornalha, deve-se realizar o nivelamento do solo.

Depois, realiza-se a marcação de toda a área a ser destinada para a construção do sistema fornos-fornalha, além da área destinada ao estoque de madeira e carvão vegetal.

Para que enxurradas não atinjam os fornos, recomenda-se que sejam feitas canaletas ao redor da unidade de produção de carvão vegetal.

O terreno deve ser bem aplainado, compactado, encascalhado e possuir inclinação para escoamento da água das chuvas.

CONSTRUÇÃO DO SISTEMA FORNOS-FORNALHA

Descrição Geral do Sistema

Optou-se pelo forno circular de superfície de alvenaria, devido seu baixo custo, facilidade de construção e por ser bastante difundido entre os produtores de carvão vegetal, principalmente no estado de Minas Gerais.

O sistema fornos-fornalha consiste em quatro fornos circulares com diâmetro de 3 m, interligados a uma fornalha central para queima dos gases da carbonização, sendo a mesma construída com tijolos comuns (barro queimado), em formato circular .

com tijolos comuns (barro queimado), em formato circular . Figura 5. Esquema da disposição dos fornos

Figura 5. Esquema da disposição dos fornos com queimador central

comuns (barro queimado), em formato circular . Figura 5. Esquema da disposição dos fornos com queimador
comuns (barro queimado), em formato circular . Figura 5. Esquema da disposição dos fornos com queimador
comuns (barro queimado), em formato circular . Figura 5. Esquema da disposição dos fornos com queimador
comuns (barro queimado), em formato circular . Figura 5. Esquema da disposição dos fornos com queimador
Materiais Necessários Tabela 1 - Materiais necessários para construção do Sistema Forno-Fornalha INSUMOS FINALIDADE
Materiais Necessários Tabela 1 - Materiais necessários para construção do Sistema Forno-Fornalha INSUMOS FINALIDADE
Materiais Necessários Tabela 1 - Materiais necessários para construção do Sistema Forno-Fornalha INSUMOS FINALIDADE

Materiais Necessários

Tabela 1 - Materiais necessários para construção do Sistema Forno-Fornalha

INSUMOS FINALIDADE
INSUMOS
FINALIDADE

Tijolo maciço de barro queimado (5 x 10 x 20 cm)

Construção dos fornos, dutos, fornalha, chaminé

Cinta metálica (3/8”de diâmetro, comprimento de 9,95 m) Evitar a expansão dos fornos
Cinta metálica
(3/8”de diâmetro, comprimento de 9,95 m)
Evitar a expansão dos fornos

Roscas e porcas (3/8" de diâmetro)

Travamento da cinta dos fornos

Barra de ferro rosqueada (3/8” de diâmetro, comprimento de 40 cm) Travamento da cinta dos
Barra de ferro rosqueada
(3/8” de diâmetro, comprimento de 40 cm)
Travamento da cinta dos fornos

Cantoneira (chapa de ferro, tipo U, comprimento de 1 m, largura 12 cm)

Suporte da cúpula do forno sobre

o vão da porta

Chapa metálica (chapa de ferro, 40 x 40 cm) Guilhotina para controle da vazão de
Chapa metálica
(chapa de ferro, 40 x 40 cm)
Guilhotina para controle
da vazão de saída de gases
dos fornos

Manta de fibra cerâmica

Isolamento térmico da fornalha e chaminé

Pinos lisos com ponta de prego e arruela de pressão redonda (3/16” AISI 304) Fixação
Pinos lisos com ponta de prego e arruela
de pressão redonda (3/16” AISI 304)
Fixação da manta cerâmica no
interior da fornalha e chaminé

Grelha metálica (ferro fundido, 89 cm de diâmetro)

Suporte para queima combustível auxiliar na fornalha

Chapa metálica (galvanizada, zincada, 1,8”, 0,4 x 0,4 m) Controle do uxo de gases nos
Chapa metálica
(galvanizada, zincada, 1,8”, 0,4 x 0,4 m)
Controle do uxo de gases
nos dutos para a fornalha

Portas metálicas (galvanizada, zincada)

Controle das entradas de ar na fornalha

Solo argiloso e água Confecção da argamassa para assentamento dos tijolos e barrelamento
Solo argiloso e água
Confecção da argamassa para
assentamento dos tijolos
e barrelamento

Cilindros metálicos (3 por forno; diâmetro de 5 cm, comprimento de 20 cm)

Medição de temperatura do forno

Medidor infravermelho de temperatura – “Pirômetro” Medição de temperatura do forno
Medidor infravermelho de
temperatura – “Pirômetro”
Medição de temperatura
do forno
de temperatura do forno Medidor infravermelho de temperatura – “Pirômetro” Medição de temperatura do forno 6
de temperatura do forno Medidor infravermelho de temperatura – “Pirômetro” Medição de temperatura do forno 6
de temperatura do forno Medidor infravermelho de temperatura – “Pirômetro” Medição de temperatura do forno 6
de temperatura do forno Medidor infravermelho de temperatura – “Pirômetro” Medição de temperatura do forno 6
Construção dos Fornos Para a marcação da base, levantamento das paredes e da cúpula dos
Construção dos Fornos Para a marcação da base, levantamento das paredes e da cúpula dos
Construção dos Fornos Para a marcação da base, levantamento das paredes e da cúpula dos

Construção dos Fornos

Para a marcação da base, levantamento das paredes e da cúpula dos fornos utiliza-se um cintel de madeira ou outro material. Dimensões do cintel: Haste central (comprimento: 2 m; diâmetro: 2 cm); Haste lateral (comprimento: 1,5 m e diâmetro de 2 cm). Para a composição do cintel, a haste lateral é amarrada horizontalmente a haste central, conforme figura abaixo.

horizontalmente a haste central, conforme figura abaixo. Figura 6. Confecção do cintel Após a confecção do
horizontalmente a haste central, conforme figura abaixo. Figura 6. Confecção do cintel Após a confecção do

Figura 6. Confecção do cintel

Após a confecção do cintel, inicia-se a marcação dos fornos.

a confecção do cintel, inicia-se a marcação dos fornos. Figura 7. Marcação da base do forno

Figura 7. Marcação da base do forno

À medida que se caminha em círculo, faz-se uma marcação no solo da base de cada forno. Sobre esta marcação são colocados os tijolos na direção perpendicular demarcando os fornos.

da base de cada forno. Sobre esta marcação são colocados os tijolos na direção perpendicular demarcando
da base de cada forno. Sobre esta marcação são colocados os tijolos na direção perpendicular demarcando
da base de cada forno. Sobre esta marcação são colocados os tijolos na direção perpendicular demarcando
da base de cada forno. Sobre esta marcação são colocados os tijolos na direção perpendicular demarcando
Abaixo segue um passo a passo da construção dos fornos circulares de alvenaria para produção
Abaixo segue um passo a passo da construção dos fornos circulares de alvenaria para produção
Abaixo segue um passo a passo da construção dos fornos circulares de alvenaria para produção
Abaixo segue um passo a passo da construção dos fornos circulares de alvenaria para produção

Abaixo segue um passo a passo da construção dos fornos circulares de alvenaria para produção de carvão vegetal.

a)
a)

Acompanhando a marcação de tijolos feita sob o solo,

realiza-se a construção da base das paredes do forno com o assentamento de uma fileira de tijolos com argamassa.

com o assentamento de uma fileira de tijolos com argamassa. Figura 8. Construção das paredes do
com o assentamento de uma fileira de tijolos com argamassa. Figura 8. Construção das paredes do

Figura 8. Construção das paredes do forno

b)
b)

Sobre a base deve ser construída a parede em camadas

simples de tijolo de barro (10 cm), porém próximo à porta, a parede é construída em camada dupla (20 cm).

à porta, a parede é construída em camada dupla (20 cm). Figura 9. Construção das paredes

Figura 9. Construção das paredes do forno, com destaque para os «tatus»

c)
c)

Na parte inferior do forno são deixadas quatro aberturas

(“tatus”) de 20 cm, para entrada de ar e controle da carbonização.

do forno são deixadas quatro aberturas (“tatus”) de 20 cm, para entrada de ar e controle
do forno são deixadas quatro aberturas (“tatus”) de 20 cm, para entrada de ar e controle
do forno são deixadas quatro aberturas (“tatus”) de 20 cm, para entrada de ar e controle
do forno são deixadas quatro aberturas (“tatus”) de 20 cm, para entrada de ar e controle
d) A porta do forno consiste em uma abertura de formato trapezoidal: com base maior
d) A porta do forno consiste em uma abertura de formato trapezoidal: com base maior
d) A porta do forno consiste em uma abertura de formato trapezoidal: com base maior

d) A porta do forno consiste em uma abertura de formato trapezoidal: com base maior de A porta do forno consiste em uma abertura de formato trapezoidal: com base maior de 90 cm, base menor de 80 cm e altura de 150 cm. Pode ser feito também um gabarito de madeira nestas dimensões para facilitar a construção.

e)
e)

Na direção oposta da porta, uma abertura de 30 x 30 cm é

deixada para a saída dos gases gerados durante a carbonização.

para a saída dos gases gerados durante a carbonização. Figura 10. Destaque da porta e saída

Figura 10. Destaque da porta e saída dos gases da carbonização

f)
f)

Finalizada a construção das paredes do forno, cobre-se a

abertura da porta com uma cantoneira metálica em forma de “U” para auxiliar no suporte da cúpula.

em forma de “U” para auxiliar no suporte da cúpula. Figura 11. Cantoneira sobre o vão
em forma de “U” para auxiliar no suporte da cúpula. Figura 11. Cantoneira sobre o vão

Figura 11. Cantoneira sobre o vão da porta

g)
g)

Inicia-se a construção da cúpula do forno, sendo os tijolos

da parede e da cúpula colocados com as juntas desencontradas. Após a deposição das primeiras camadas de tijolos da cúpula, instala-se, externamente ao forno, a cinta metálica unida por roscas e porcas. A cinta é instalada para dar reforço ao forno.

externamente ao forno, a cinta metálica unida por roscas e porcas. A cinta é instalada para
externamente ao forno, a cinta metálica unida por roscas e porcas. A cinta é instalada para
externamente ao forno, a cinta metálica unida por roscas e porcas. A cinta é instalada para
externamente ao forno, a cinta metálica unida por roscas e porcas. A cinta é instalada para
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno
Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno

Figura 12. Detalhes da instalação da cinta metálica e do fechamento da cúpula do forno

h) Externamente ao forno, na saída de gases para o duto foi instalada uma guilhotina feita Externamente ao forno, na saída de gases para o duto foi instalada uma guilhotina feita de chapa de ferro com 55 x 50 cm e 3 mm de espessura, para controle da vazão de saída dos gases através da sua movimentação vertical durante a carbonização e vedação do forno durante o resfriamento.

carbonização e vedação do forno durante o resfriamento. Figura 13. Instalação da guilhotina na parte externa
carbonização e vedação do forno durante o resfriamento. Figura 13. Instalação da guilhotina na parte externa

Figura 13. Instalação da guilhotina na parte externa do forno, na saída dos gases

i) Após o término da construção do forno, deve ser feito o “barrelamento”, ou seja, aplicar Após o término da construção do forno, deve ser feito o “barrelamento”, ou seja, aplicar uma mistura de água e solo argiloso sobre o forno, numa textura bem fina para que a mesma permaneça aderida ao forno depois de seca.

e solo argiloso sobre o forno, numa textura bem fina para que a mesma permaneça aderida
e solo argiloso sobre o forno, numa textura bem fina para que a mesma permaneça aderida
e solo argiloso sobre o forno, numa textura bem fina para que a mesma permaneça aderida
e solo argiloso sobre o forno, numa textura bem fina para que a mesma permaneça aderida
Instalação dos Cilindros Metálicos Para monitoramento da temperatura interna dos fornos durante a carbonização e
Instalação dos Cilindros Metálicos Para monitoramento da temperatura interna dos fornos durante a carbonização e
Instalação dos Cilindros Metálicos Para monitoramento da temperatura interna dos fornos durante a carbonização e

Instalação dos Cilindros Metálicos

Para monitoramento da temperatura interna dos fornos durante a carbonização e resfriamento, devem-se instalar cilindros metálicos para medição da temperatura por meio de um sensor de infravermelho (pirômetro).

Estes cilindros apresentam uma extremidade fechada voltada para a parte interna do forno e a outra extremidade aberta, para inserção do medidor de temperatura.

aberta, para inserção do medidor de temperatura. Figura 14. Cilindros metálicos e sensor infravermelho Para
aberta, para inserção do medidor de temperatura. Figura 14. Cilindros metálicos e sensor infravermelho Para

Figura 14. Cilindros metálicos e sensor infravermelho

Para o sistema fornos-fornalha são instalados três cilindros metálicos por forno, sendo um posicionado na cúpula sobre o vão da porta e outros dois nas paredes laterais, instalados entre os controladores de ar (“tatus”).

Os cilindros da parede são instalados a uma altura de 65 cm acima do solo. O cilindro da cúpula é instalado a 1,90 m acima do solo ou 40 cm acima do vão da porta.

a 1,90 m acima do solo ou 40 cm acima do vão da porta. Figura 15.
a 1,90 m acima do solo ou 40 cm acima do vão da porta. Figura 15.

Figura 15. Posição dos cilindros metálicos para monitoramento da temperatura

solo ou 40 cm acima do vão da porta. Figura 15. Posição dos cilindros metálicos para
solo ou 40 cm acima do vão da porta. Figura 15. Posição dos cilindros metálicos para
solo ou 40 cm acima do vão da porta. Figura 15. Posição dos cilindros metálicos para
solo ou 40 cm acima do vão da porta. Figura 15. Posição dos cilindros metálicos para
Construção da Fornalha A fornalha para a queima dos gases da carbonização é composta por
Construção da Fornalha A fornalha para a queima dos gases da carbonização é composta por
Construção da Fornalha A fornalha para a queima dos gases da carbonização é composta por

Construção da Fornalha

A fornalha para a queima dos gases da carbonização é composta por um sistema de alimentação dos gases dos fornos (dutos ou canais), câmara de combustão, entrada de ar, câmara de limpeza e chaminé.

Nas Figuras 16a e 16b, abaixo, são apresentadas as dimensões para construção da fornalha.

apresentadas as dimensões para construção da fornalha. Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal Figura

Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal

da fornalha. Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal Figura 16b. Dimensões da fornalha -

Figura 16b. Dimensões da fornalha - Vista Lateral

da fornalha. Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal Figura 16b. Dimensões da fornalha -
da fornalha. Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal Figura 16b. Dimensões da fornalha -
da fornalha. Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal Figura 16b. Dimensões da fornalha -
da fornalha. Figura 16a. Dimensões da fornalha - Vista Frontal Figura 16b. Dimensões da fornalha -
A construção da fornalha de formato circular, com diâmetro interno de 80 cm, inicia-se com
A construção da fornalha de formato circular, com diâmetro interno de 80 cm, inicia-se com
A construção da fornalha de formato circular, com diâmetro interno de 80 cm, inicia-se com

A construção da fornalha de formato circular, com diâmetro interno de 80 cm, inicia-se com a marcação da base e a partir desta, realiza-se a construção das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total.

das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes

Figura 17. Detalhes da construção da fornalha

das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
das paredes com camada dupla de tijolos (20 cm) até a altura total. Figura 17. Detalhes
A fornalha apresenta duas aberturas, ambas com dimensões de 50 x 50 cm, sendo uma
A fornalha apresenta duas aberturas, ambas com dimensões de 50 x 50 cm, sendo uma
A fornalha apresenta duas aberturas, ambas com dimensões de 50 x 50 cm, sendo uma

A fornalha apresenta duas aberturas, ambas com

dimensões de 50 x 50 cm, sendo uma no nível do solo para admissão de ar e cinzeiro e outra para alimentação de combustível auxiliar (resíduos), sendo essa última localizada a 70 cm do solo. Sob estas aberturas são colocadas portas metálicas para controle da entrada de oxigênio.

portas metálicas para controle da entrada de oxigênio. Figura 18. Detalhes da abertura para admissão de

Figura 18. Detalhes da abertura para admissão de ar e cinzeiro

Próximo à transição da fornalha para chaminé, com altura de 1,6 m, duas aberturas, em lados opostos, são instaladas. A finalidade destas aberturas é a liberação de pressão do interior da fornalha (questões de segurança).

A chaminé, também com parede dupla de tijolos, é

construída sobre a fornalha, apresentando diâmetro interno inferior de 0,80 m, superior de 0,30 m e altura total de 3,25 m, considerando a altura da fornalha (2 m).

total de 3,25 m, considerando a altura da fornalha (2 m). Figura 19. Vista frontal e
total de 3,25 m, considerando a altura da fornalha (2 m). Figura 19. Vista frontal e

Figura 19. Vista frontal e posterior da fornalha e chaminé, evidenciando a abertura para alimentação de combustível auxiliar

Vista frontal e posterior da fornalha e chaminé, evidenciando a abertura para alimentação de combustível auxiliar
Vista frontal e posterior da fornalha e chaminé, evidenciando a abertura para alimentação de combustível auxiliar
Vista frontal e posterior da fornalha e chaminé, evidenciando a abertura para alimentação de combustível auxiliar
Vista frontal e posterior da fornalha e chaminé, evidenciando a abertura para alimentação de combustível auxiliar
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15

Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé

Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
Figura 20. Detalhes da construção da fornalha e chaminé 15
A grelha metálica que será utilizada para manter suspenso o combustível auxiliar (resíduos) deve ser
A grelha metálica que será utilizada para manter suspenso o combustível auxiliar (resíduos) deve ser
A grelha metálica que será utilizada para manter suspenso o combustível auxiliar (resíduos) deve ser

A grelha metálica que será utilizada para manter

suspenso o combustível auxiliar (resíduos) deve ser instalada a 70 cm do piso, conforme ilustram as Figuras 19 e 20.

O interior da fornalha e chaminé (desde as primeiras

fileiras de tijolos até a última fileira de tijolo da chaminé) é revestido com manta cerâmica para elevar a durabilidade e manter o calor interno durante a combustão dos gases.

As mantas são fixadas através de pinos metálicos presos por arruelas de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21.

de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e
de pressão redonda, conforme ilustrado na Figura 21. Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e

Figura 21. Detalhes dos pinos para fixação e instalação da manta cerâmica no interior da fornalha e chaminé

DICA: Se preferir pode construir toda a fornalha e chaminé com tijolos refratários. Assim, não será necessário o uso de manta cerâmica. Uma avaliação dos custos deve ser realizada.

refratários. Assim, não será necessário o uso de manta cerâmica. Uma avaliação dos custos deve ser
refratários. Assim, não será necessário o uso de manta cerâmica. Uma avaliação dos custos deve ser
refratários. Assim, não será necessário o uso de manta cerâmica. Uma avaliação dos custos deve ser
refratários. Assim, não será necessário o uso de manta cerâmica. Uma avaliação dos custos deve ser
Construção dos Dutos Os dutos ou canais de transporte dos gases da carbonização dos fornos
Construção dos Dutos Os dutos ou canais de transporte dos gases da carbonização dos fornos
Construção dos Dutos Os dutos ou canais de transporte dos gases da carbonização dos fornos

Construção dos Dutos

Os dutos ou canais de transporte dos gases da carbonização dos fornos até a fornalha apresentam formato de “T”, e são construídos com tijolos maciços, em camada simples (10 cm), assentados com argamassa.

Os dutos têm 40 cm de largura, 40 cm de altura e comprimento médio de 150 cm. As dimensões e formato do duto são apresentados na Figura 22.

dimensões e formato do duto são apresentados na Figura 22. Figura 22. Dimensões dos dutos para

Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases

Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução
Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução
Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução
Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução
Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução
Figura 22. Dimensões dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução

Figura 23. Construção dos dutos para condução dos gases da carbonização

dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução dos gases da
dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução dos gases da
dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução dos gases da
dos dutos para condução dos gases Figura 23. Construção dos dutos para condução dos gases da
Nos dutos de condução de gases de cada forno são instalados os controladores de uxo
Nos dutos de condução de gases de cada forno são instalados os controladores de uxo
Nos dutos de condução de gases de cada forno são instalados os controladores de uxo

Nos dutos de condução de gases de cada forno são instalados os controladores de uxo de gases, compostos por duas chapas metálicas com dimensões de 40 x 40 cm para controle do uxo de gases e vedação de possíveis entradas de ar para o forno durante o resfriamento.

entradas de ar para o forno durante o resfriamento. Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo
entradas de ar para o forno durante o resfriamento. Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo
entradas de ar para o forno durante o resfriamento. Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo
entradas de ar para o forno durante o resfriamento. Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo
entradas de ar para o forno durante o resfriamento. Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo
entradas de ar para o forno durante o resfriamento. Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo

Figura 24. Detalhes dos controladores de uxo de gases de carbonização

dos controladores de uxo de gases de carbonização Operação do Sistema Fornos-Fornalha Antes do enchimento do

Operação do Sistema Fornos-Fornalha

Antes do enchimento do forno, deve-se realizar a limpeza dos controladores de ar (“tatus”), dos dutos, da fornalha e da chaminé, retirando atiços, finos, tijolos, argamassa, etc.

O carregamento do forno é realizado manualmente, sendo as toras de madeira posicionadas verticalmente, até a altura de 1,5 m, evitando-se espaços vazios.

As toras de maior diâmetro (grossas) devem ficar próximas aos controladores de ar e também da porta (áreas

vazios. As toras de maior diâmetro (grossas) devem ficar próximas aos controladores de ar e também
vazios. As toras de maior diâmetro (grossas) devem ficar próximas aos controladores de ar e também
vazios. As toras de maior diâmetro (grossas) devem ficar próximas aos controladores de ar e também
vazios. As toras de maior diâmetro (grossas) devem ficar próximas aos controladores de ar e também
mais quentes do forno), enquanto as toras de menor diâmetro (finas) devem ser posicionadas na
mais quentes do forno), enquanto as toras de menor diâmetro (finas) devem ser posicionadas na
mais quentes do forno), enquanto as toras de menor diâmetro (finas) devem ser posicionadas na

mais quentes do forno), enquanto as toras de menor diâmetro (finas) devem ser posicionadas na parte central. O ideal é que se faça a carbonização separada da madeira com diferentes diâmetros.

separada da madeira com diferentes diâmetros. Na região de ignição, o forno deve ser preenchido com
separada da madeira com diferentes diâmetros. Na região de ignição, o forno deve ser preenchido com
separada da madeira com diferentes diâmetros. Na região de ignição, o forno deve ser preenchido com

Na região de ignição, o forno deve ser preenchido com toras de menor diâmetro (finas) e algumas cascas para facilitar o acendimento.

Figura 25. Enchimento do forno: Posicionamento vertical da madeira

Na parte superior do forno, as madeiras de menor comprimento devem ser colocadas de modo a reduzir os espaços vazios e aproveitar todo o espaço interno do forno.

vazios e aproveitar todo o espaço interno do forno. Finalizado o enchimento do forno, tem início

Finalizado o enchimento do forno, tem início o fechamento da porta, construindo-se uma parede simples (10 cm) com tijolos maciços e argamassa de solo argiloso e água (massa).

Uma abertura de 30 cm de comprimento e 5 cm de espessura deve ser deixada na parte superior da porta, para ignição do forno.

Ao fim da construção da porta, antes da ignição, deve- se realizar o “barrelamento – mistura de terra e água” para melhorar a vedação e evitar possíveis entradas de ar, não controladas, para o interior do forno.

entradas de ar, não controladas, para o interior do forno. Figura 26. Fechamento da porta –
entradas de ar, não controladas, para o interior do forno. Figura 26. Fechamento da porta –

Figura 26. Fechamento da porta – Detalhe da abertura para ignição do forno

controladas, para o interior do forno. Figura 26. Fechamento da porta – Detalhe da abertura para
controladas, para o interior do forno. Figura 26. Fechamento da porta – Detalhe da abertura para
controladas, para o interior do forno. Figura 26. Fechamento da porta – Detalhe da abertura para
controladas, para o interior do forno. Figura 26. Fechamento da porta – Detalhe da abertura para
No momento de ignição do forno, os controladores de ar ( tatus ), a guilhotina
No momento de ignição do forno, os controladores de ar ( tatus ), a guilhotina
No momento de ignição do forno, os controladores de ar ( tatus ), a guilhotina
No momento de ignição do forno, os controladores de ar ( tatus ), a guilhotina

No momento de ignição do forno, os controladores de ar (tatus), a guilhotina da saída de gases e os controladores de uxo de gases no duto devem estar totalmente abertos.

Deve-se colocar fogo através da abertura deixada na porta, seja através de um chumaço, uma pá de brasa ou outro processo mais fácil.

um chumaço, uma pá de brasa ou outro processo mais fácil. Figura 27. Detalhe da ignição
um chumaço, uma pá de brasa ou outro processo mais fácil. Figura 27. Detalhe da ignição

Figura 27. Detalhe da ignição do forno de produção de carvão vegetal

Depois de aproximadamente 30 a 60 minutos, verifica- se brasa no local onde se ateou fogo, iniciando a carbonização. Neste momento, a abertura deixada na porta para ignição deve ser fechada com tijolos e argamassa.

para ignição deve ser fechada com tijolos e argamassa. Juntamente com a ignição do forno, realiza-se

Juntamente com a ignição do forno, realiza-se o acendimento da fornalha. Para isto, ela deve estar abastecida com biomassas (madeira não enfornada, cascas e/ou atiços) colocadas sobre a grelha da fornalha.

cascas e/ou atiços) colocadas sobre a grelha da fornalha. Figura 28. Detalhe da ignição da fornalha

Figura 28. Detalhe da ignição da fornalha para queima dos gases da carbonização

da fornalha para queima dos gases da carbonização Neste momento, a entrada de ar da fornalha

Neste momento, a entrada de ar da fornalha deve estar aberta para que haja oxigênio suficiente para a combustão dos resíduos, mantendo a chama acessa e a temperatura em seu interior elevada.

oxigênio suficiente para a combustão dos resíduos, mantendo a chama acessa e a temperatura em seu
oxigênio suficiente para a combustão dos resíduos, mantendo a chama acessa e a temperatura em seu
oxigênio suficiente para a combustão dos resíduos, mantendo a chama acessa e a temperatura em seu
oxigênio suficiente para a combustão dos resíduos, mantendo a chama acessa e a temperatura em seu
A carbonização da madeira deve ser conduzida de forma constante, controlando a elevação da temperatura
A carbonização da madeira deve ser conduzida de forma constante, controlando a elevação da temperatura
A carbonização da madeira deve ser conduzida de forma constante, controlando a elevação da temperatura
A carbonização da madeira deve ser conduzida de forma constante, controlando a elevação da temperatura

A carbonização da madeira deve ser conduzida de

forma constante, controlando a elevação da temperatura para que a produção de carvão vegetal seja maximizada.

O controle da carbonização no sistema fornos-fornalha

é realizado a partir da temperatura interna do forno e não mais por critérios subjetivos como a coloração da fumaça.

As temperaturas para controle devem ser obtidas na

cúpula do forno, através de sua medição no cilindro metálico, com o auxílio do pirômetro. Para maiores rendimentos em carvão vegetal, as temperaturas da parede do forno devem estar próximas ao medido na parte superior.

do forno devem estar próximas ao medido na parte superior. Figura 29. Medição de temperatura no
do forno devem estar próximas ao medido na parte superior. Figura 29. Medição de temperatura no

Figura 29. Medição de temperatura no cilindro metálico com o sensor infravermelho

A temperatura deve ser monitorada através dos três

pontos de medição, em intervalos de 4 horas.

O carbonizador deve estar atento a evolução da

temperatura e realizar as intervenções necessárias no tempo certo.

A carbonização neste sistema tem duração média de

três dias. Para auxiliar no controle, estabeleceram-se faixas de temperatura e tempo (Tabela 2).

Se a madeira estiver com mais de 40% de umidade, ou seja, mais “verde” a primeira fase da carbonização deve ser mantida por mais tempo (20 a 22 horas).

ou seja, mais “verde” a primeira fase da carbonização deve ser mantida por mais tempo (20
ou seja, mais “verde” a primeira fase da carbonização deve ser mantida por mais tempo (20
ou seja, mais “verde” a primeira fase da carbonização deve ser mantida por mais tempo (20
ou seja, mais “verde” a primeira fase da carbonização deve ser mantida por mais tempo (20

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Temperaturas para Controle da Carbonização Tabela 2. Faixas de temperatura para controle da carbonização Faixa
Temperaturas para Controle da Carbonização Tabela 2. Faixas de temperatura para controle da carbonização Faixa
Temperaturas para Controle da Carbonização Tabela 2. Faixas de temperatura para controle da carbonização Faixa

Temperaturas para Controle da Carbonização

Tabela 2. Faixas de temperatura para controle da carbonização

Faixa de Tempo de Fase Fenômeno Temperatura Temperatura
Faixa de
Tempo de
Fase
Fenômeno
Temperatura
Temperatura

I

100-150ºC

15-16 horas

Liberação de vapor de água – secagem da madeira, fase endotérmica

II 150-270ºC 11-12 horas Degradação das hemiceluloses, eliminação de gases, fase endotérmica
II
150-270ºC
11-12 horas
Degradação das hemiceluloses,
eliminação de gases,
fase endotérmica

III

270-380ºC

23-24 horas

Degradação da celulose, grande produção de gases, fase exotérmica. Formação do carvão vegetal

IV 380-400ºC 17-18 horas Redução da emissão de gases, fase exotérmica. Aumento da concentração de
IV
380-400ºC
17-18 horas
Redução da emissão de gases,
fase exotérmica.
Aumento da concentração
de carbono no carvão vegetal

No início da carbonização, para manter o forno em temperaturas mais baixas (100-270ºC) os controladores de ar (“tatus”) devem permanecer parcialmente fechados.

Deve-se manter uma pequena abertura (fenda), o que permitirá uma entrada mínima de oxigênio, evitando que a carbonização seja encerrada antes do tempo.

A redução da entrada de ar é realizada mediante a colocação de tijolo maciço rejuntado com argamassa.

Os controladores de uxo de gases devem ser parcialmente fechados.

de uxo de gases devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos
de uxo de gases devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos
de uxo de gases devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos

Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos controladores de ar (“tatus”).

devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos controladores de ar (“tatus”).
devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos controladores de ar (“tatus”).
devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos controladores de ar (“tatus”).
devem ser parcialmente fechados. Figura 30. Detalhes da abertura e fechamento dos controladores de ar (“tatus”).
Para evolução da carbonização e elevação da temperatura do forno, que deve ser no máximo
Para evolução da carbonização e elevação da temperatura do forno, que deve ser no máximo
Para evolução da carbonização e elevação da temperatura do forno, que deve ser no máximo

Para evolução da carbonização e elevação da

temperatura do forno, que deve ser no máximo igual a 400ºC,

a abertura dos controladores de ar (“tatus”) deve ser aumentada.

À medida que a frente de carbonização atinge cada um dos controladores de ar e alcança-se a temperatura máxima e tempo definido, estes devem ser totalmente fechados e vedados.

Durante todo o período de carbonização, o carbonizador deverá vedar as possíveis trincas que apareçam nos fornos. Assim, evita-se o vazamento de gases e entrada de oxigênio não controlado.

Após os quatro controladores de ar do forno serem fechados com tijolo e vedados com argamassa, deve-se

aguardar de 1 a 2 horas para que não haja mais uxo de gases

do forno para a fornalha.

Os controladores de uxo de gases devem ser fechados totalmente e vedados com argamassa, impedindo a entrada de oxigênio para dentro do forno. Este é o fim da carbonização.

para dentro do forno. Este é o fim da carbonização. No início da carbonização (Fases I

No início da carbonização (Fases I e II), há grande liberação de vapor de água e os gases gerados apresentam baixo poder calorífico. Portanto, para manter o funcionamento da fornalha, realizam-se abastecimentos periódicos de resíduo (qualquer biomassa) para que a chama no interior da câmara de combustão da fornalha permaneça acesa.

Depois com o avanço da carbonização (Fases III e IV), os

gases gerados são capazes de manter a combustão no interior

da fornalha e o abastecimento com resíduos é suspenso. Neste

o

momento os gases de saída do forno ultrapassam 110 C.

fornalha e o abastecimento com resíduos é suspenso. Neste o momento os gases de saída do
fornalha e o abastecimento com resíduos é suspenso. Neste o momento os gases de saída do
fornalha e o abastecimento com resíduos é suspenso. Neste o momento os gases de saída do
fornalha e o abastecimento com resíduos é suspenso. Neste o momento os gases de saída do

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Durante a combustão dos gases são obtidas temperaturas que variam de 800 a 1000°C, na
Durante a combustão dos gases são obtidas temperaturas que variam de 800 a 1000°C, na
Durante a combustão dos gases são obtidas temperaturas que variam de 800 a 1000°C, na

Durante a combustão dos gases são obtidas temperaturas que variam de 800 a 1000°C, na fornalha. Estas temperaturas são suficientes para a destruição térmica dos componentes poluentes presentes nos gases da carbonização.

A entrada de ar da fornalha deverá ser aberta ou fechada em função da percepção da combustão dos gases. Ela deve ser mantida parcialmente fechada para reduzir a entrada de oxigênio, mantendo a queima mais lenta, obtendo assim uma combustão completa.

Liberação de e CO 2 , vapor água calor de fornalha pela
Liberação
de e CO
2 ,
vapor
água
calor
de fornalha
pela
de e CO 2 , vapor água calor de fornalha pela Figura 31. Fornalha em funcionamento

Figura 31. Fornalha em funcionamento

de fornalha pela Figura 31. Fornalha em funcionamento Ao final da carbonização, inicia-se o resfriamento dos

Ao final da carbonização, inicia-se o resfriamento dos fornos. É feita a vedação completa dos fornos, fechando-se os controladores de ar (tatus) e fechando os controladores de uxo de gases na saída do forno e nos dutos, evitando a entrada de oxigênio para o interior dos fornos.

evitando a entrada de oxigênio para o interior dos fornos. Possíveis trincas ou rachaduras devem ser

Possíveis trincas ou rachaduras devem ser vedadas aplicando sobre todo o forno uma mistura de solo argiloso e água (“barrela”).

forno uma mistura de solo argiloso e água (“barrela”). Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento
forno uma mistura de solo argiloso e água (“barrela”). Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento

Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento das chapas nos dutos

de solo argiloso e água (“barrela”). Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento das chapas nos
de solo argiloso e água (“barrela”). Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento das chapas nos
de solo argiloso e água (“barrela”). Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento das chapas nos
de solo argiloso e água (“barrela”). Figura 32. Forno completamente vedado e posicionamento das chapas nos
O resfriamento dos fornos deve ocorrer de maneira natural, com a simples troca de calor
O resfriamento dos fornos deve ocorrer de maneira natural, com a simples troca de calor
O resfriamento dos fornos deve ocorrer de maneira natural, com a simples troca de calor

O resfriamento dos fornos deve ocorrer de maneira

natural, com a simples troca de calor do forno com o ambiente. Neste período, a temperatura interna deve ser monitorada através dos três pontos de medição, pelo menos duas vezes ao dia. O tempo médio de resfriamento é de três dias.

ao dia. O tempo médio de resfriamento é de três dias. Após o forno atingir temperatura

Após o forno atingir temperatura inferior a 50ºC, deve- se proceder com a abertura e descarregamento do mesmo. Esta temperatura garante a não ocorrência de incêndios no interior do forno no momento da abertura. Assim, torna-se desnecessária a utilização de água para controle de focos de incêndio, o que diminuiria a qualidade do carvão.

A porta construída com tijolos maciços e argamassa

deve ser derrubada, tomando cuidado com a separação destes materiais para não se misturarem ao carvão vegetal.

destes materiais para não se misturarem ao carvão vegetal. Figuras 33. Descarregamento do carvão vegetal O
destes materiais para não se misturarem ao carvão vegetal. Figuras 33. Descarregamento do carvão vegetal O
destes materiais para não se misturarem ao carvão vegetal. Figuras 33. Descarregamento do carvão vegetal O
destes materiais para não se misturarem ao carvão vegetal. Figuras 33. Descarregamento do carvão vegetal O

Figuras 33. Descarregamento do carvão vegetal

O descarregamento do forno é realizado de forma

manual, utilizando um garfo metálico apropriado. Durante o descarregamento deve-se realizar a separação dos finos, atiços e carvão. Os atiços devem ser empilhados para sua reutilização na fornalha ou forno.

O carvão vegetal será colocado numa área da Unidade

de Produção previamente demarcada, próximo aos fornos. Recomenda-se o uso de uma lona para recobrimento do

carvão, evitando contato com água.

para recobrimento do carvão, evitando contato com água. Figura 34. Carvão lonado armazenado na praça de

Figura 34. Carvão lonado armazenado na praça de carbonização

recobrimento do carvão, evitando contato com água. Figura 34. Carvão lonado armazenado na praça de carbonização
recobrimento do carvão, evitando contato com água. Figura 34. Carvão lonado armazenado na praça de carbonização
recobrimento do carvão, evitando contato com água. Figura 34. Carvão lonado armazenado na praça de carbonização
recobrimento do carvão, evitando contato com água. Figura 34. Carvão lonado armazenado na praça de carbonização
ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE DO CARVÃO A qualidade do carvão vegetal é dependente das características da
ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE DO CARVÃO A qualidade do carvão vegetal é dependente das características da
ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE DO CARVÃO A qualidade do carvão vegetal é dependente das características da

ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE DO CARVÃO

A qualidade do carvão vegetal é dependente das características da madeira utilizada como matéria-prima e do modo de condução da carbonização, principalmente relacionada a temperatura e velocidade de carbonização.

Para os diversos usos do carvão vegetal, especialmente na siderurgia, deseja-se:

Baixa umidade: < 4%do carvão vegetal, especialmente na siderurgia, deseja-se: Baixo percentual de cinzas: <1% Elevada densidade a

Baixo percentual de cinzas: <1%na siderurgia, deseja-se: Baixa umidade: < 4% Elevada densidade a granel: > 200 kg/m Carbono fixo:

Elevada densidade a granel: > 200 kg/mBaixa umidade: < 4% Baixo percentual de cinzas: <1% Carbono fixo: 70-78% 3 Tamanho uniforme das

Carbono fixo: 70-78%cinzas: <1% Elevada densidade a granel: > 200 kg/m 3 Tamanho uniforme das peças Livre de

3

Tamanho uniforme das peças densidade a granel: > 200 kg/m Carbono fixo: 70-78% 3 Livre de contaminação por terra Peças

Livre de contaminação por terra200 kg/m Carbono fixo: 70-78% 3 Tamanho uniforme das peças Peças grandes, preferencialmente Elevada resistência Baixa

Peças grandes, preferencialmenteuniforme das peças Livre de contaminação por terra Elevada resistência Baixa geração de finos

Elevada resistênciacontaminação por terra Peças grandes, preferencialmente Baixa geração de finos RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA Os

Baixa geração de finosterra Peças grandes, preferencialmente Elevada resistência RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA Os Equipamentos de Proteção

RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) devem ser utilizados pela equipe de trabalho conforme determina a legislação em vigor e de acordo com a atividade a ser realizada na produção de carvão vegetal.

Tabela 3. Relação de EPI´s por Atividade

Atividade EPI´s
Atividade
EPI´s

Construção do Sistema

Capacete de segurança, Botina de borracha, Luva de borracha

Preparo da Madeira Capacete de segurança, Óculos de segurança, Protetor auricular, Botina de segurança, Luva
Preparo da Madeira
Capacete de segurança, Óculos de segurança,
Protetor auricular, Botina de segurança,
Luva de vaqueta, Calça e Perneira de segurança

Enchimento do forno

Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar, Luva de vaqueta

Fechamento da porta Capacete de segurança, Botina de segurança, Luva de borracha
Fechamento da porta
Capacete de segurança, Botina de segurança,
Luva de borracha

Ignição do forno e fornalha

Capacete de segurança, Botina de segurança

Controle da carbonização Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar
Controle da carbonização
Capacete de segurança, Botina de segurança,
Respirador purificador de ar

Operação da fornalha

Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar

Abertura e Descarregamento do forno Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar,
Abertura e Descarregamento do forno
Capacete de segurança, Botina de segurança,
Respirador purificador de ar, Luva de vaqueta
Descarregamento do forno Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar, Luva de vaqueta
Descarregamento do forno Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar, Luva de vaqueta
Descarregamento do forno Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar, Luva de vaqueta
Descarregamento do forno Capacete de segurança, Botina de segurança, Respirador purificador de ar, Luva de vaqueta
CONSIDERAÇÕES FINAIS A combustão dos gases da carbonização em queimadores (fornalhas), visando à redução das
CONSIDERAÇÕES FINAIS A combustão dos gases da carbonização em queimadores (fornalhas), visando à redução das
CONSIDERAÇÕES FINAIS A combustão dos gases da carbonização em queimadores (fornalhas), visando à redução das

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A combustão dos gases da carbonização em

queimadores (fornalhas), visando à redução das emissões gasosas, significa uma sensível contribuição ambiental, além da possibilidade da obtenção de energia térmica e elétrica nas unidades produtoras de carvão vegetal.

Contudo, ressalta-se que ainda existem algumas barreiras tecnológicas e financeiras ligadas à queima dos gases da carbonização. Tais barreiras se mostram presentes já na concepção da simples combustão, sobretudo, na fase inicial da secagem da madeira, onde os gases emitidos são de difícil combustão devido à maciça presença de água, como também, quando se propõe o aproveitamento termoelétrico do calor gerado.

Embora estas fornalhas estejam sendo construídas com tijolos comuns, portanto mais baratos, o custo desta tecnologia não é totalmente acessível aos pequenos e médios produtores de carvão vegetal, que representam mais de 80% da produção, necessitando ainda de muitas pesquisas adicionais para redução dos custos e aumento da eficiência do processo, além de linhas de financiamento.

A cadeia produtiva está avançando, porém, é

necessário mais tempo e investimentos para evolução e consolidação das melhores técnicas para a produção sustentável do carvão vegetal.

para evolução e consolidação das melhores técnicas para a produção sustentável do carvão vegetal. 27
para evolução e consolidação das melhores técnicas para a produção sustentável do carvão vegetal. 27
para evolução e consolidação das melhores técnicas para a produção sustentável do carvão vegetal. 27
para evolução e consolidação das melhores técnicas para a produção sustentável do carvão vegetal. 27
para evolução e consolidação das melhores técnicas para a produção sustentável do carvão vegetal. 27
AGRADECIMENTOS Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
AGRADECIMENTOS Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
AGRADECIMENTOS Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

AGRADECIMENTOS

Governo do Estado de Minas Gerais

Secretaria de Estado, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Sectes

Polo de Excelência em Florestas

EMBRAPA FLORESTAS

Fazenda e Granja América - Rodrigo Augusto Ribeiro

REALIZAÇÃO

Universidade Federal de Viçosa - UFV

Laboratório de Painéis e Energia da Madeira - LAPEM

Arranjo Produtivo Local do carvão vegetal - APLCVM

Grupo Temático em Carvão Vegetal “G6”

Sociedade de Investigações Florestais - SIF

Grupo Barcellos & Camara

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AUTORIA

Angélica de Cássia Oliveira Carneiro

Aylson Costa Oliveira

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