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SUMÁRIO

SUMÁRIO......................................................................1
1 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................3
2 UMA BREVE INTRODUÇÃO AO MUNDO DA INFORMÁTICA......................4
3 ENTENDENDO COMO FUNCIONA O COMPUTADOR.....................................4
3.1 O CÉREBRO HUMANO...........................................................................................................................4
3.2 O CÉREBRO ELETRÔNICO......................................................................................................................5
3.3 O COMPUTADOR..................................................................................................................................6
4 HARDWARE BÁSICO DE UM COMPUTADOR...................................................6
4.1 UNIDADES DE ENTRADA........................................................................................................................7
4.1.1 O Teclado............................................................................................................................................7
4.1.1.1 Funções das teclas............................................................................................................................................7
4.1.2 O Mouse................................................................................................................................................8
4.1.3 O Scanner..............................................................................................................................................8
4.2 UNIDADES DE SAÍDA.............................................................................................................................8
4.2.1 O Vídeo ou Monitor de Vídeo...............................................................................................................8
4.2.2 As Impressoras......................................................................................................................................8
4.3 MEMÓRIA............................................................................................................................................8
4.3.1 Memória RAM......................................................................................................................................9
4.3.2 Memória ROM......................................................................................................................................9
4.3.3 Discos....................................................................................................................................................9
4.3.3.1 Disquetes ou Discos Flexíveis (Floppy Disk).................................................................................................9
4.3.3.2 Disco Rígido (Hard Disk ou Winchester)........................................................................................................9
4.3.3.3 CD-ROM.......................................................................................................................................................10

5 SOFTWARES.............................................................................................................10
5.1 SISTEMAS OPERACIONAIS.....................................................................................................................10
5.2 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO...........................................................................................................10
5.3 PROGRAMAS APLICATIVOS...................................................................................................................11
Editores de Texto: Word, WordPerfect, AmiPro........................................................................................11
Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo: Excel, Lotus 1-2-3, Quatro Pro, Supercalc........................11
Editores Gráficos: Paint (Paintblush), Corel Draw, Auto Cad, 3D Studio.................................................11
Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados: Paradox, MS-Access, Fox Pro, dBase V.............................11
6 VÍRUS ELETRÔNICO DE COMPUTADOR.........................................................11
7 ERGONOMIA............................................................................................................11
8 CUIDADOS NA UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS....................................12
9 SISTEMAS OPERACIONAIS: CONCEITOS BÁSICOS ....................................13
9.1 CONCEITOS BÁSICOS DO “DOS”.........................................................................................................13
9.1.1 Drives e Arquivos................................................................................................................................13
9.1.2 Regras da Nomenclatura de Arquivos .................................................................................................14
Sumário II

9.1.3 Entendendo o Prompt do DOS ...........................................................................................................15


9.1.4 Entrando com Comandos a Partir do Prompt do DOS ......................................................................15
9.2 CONCEITOS BÁSICOS DO MS WINDOWS-ME.........................................................................................15
9.2.1 Armazenando Dados em um Computador...........................................................................................16
9.2.2 Nomes de Arquivos e Pastas................................................................................................................16
9.2.3 Extensões Padrões...............................................................................................................................16
9.2.4 Conceitos Eletrônicos..........................................................................................................................16
9.2.5 Ligando o Micro..................................................................................................................................17
9.2.6 Desligando o Computador...................................................................................................................17
1 APRESENTAÇÃO

Seja bem-vindo ao mundo da qualidade e da


produtividade. É isto mesmo, utilizar a informática significa
alcançar melhores resultados com economia de esforços.
Imagine então, se nós transpormos toda esta
produtividade para a educação, auxiliando-nos no
processo de ensino-aprendizagem, por exemplo.
Praticamente, teríamos muitas vitórias.

Neste contato inicial (talvez o primeiro) com o mundo


maravilhoso da informática, esperamos poder transmitir-lhe, da maneira mais simples possível,
conceitos suficientes para que você entenda a utilidade e o funcionamento dos
microcomputadores.

Reunimos esforços e idéias para oferecer-lhe o melhor material possível. Contamos com
sua colaboração, no sentido de apresentar-nos críticas e sugestões, para que possamos evoluir
sempre.

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2 UMA BREVE INTRODUÇÃO AO MUNDO DA INFORMÁTICA
Informática, de uma maneira geral, é tudo aquilo que envolve o uso de computadores. Como
você já deve ter notado, tudo hoje em dia depende da informática: desde a produção de uma apostila
como esta, até uma retirada de dinheiro num caixa de banco.
Com o surgimento da Internet, com a baixa dos preços dos produtos de informática e a facilidade de
uso dos novos programas, a informática tornou-se, atualmente, a área de maior desenvolvimento
tecnológico e a mais comum em nosso dia-a-dia.
Você não precisa entender tudo sobre como um Computador funciona para começar a trabalhar
com a Informática em suas aulas, mas alguma coisa é necessário saber para fazê-lo trabalhar para você.
Mãos à obra.

3 ENTENDENDO COMO FUNCIONA O COMPUTADOR


Para um melhor entendimento do funcionamento do computador, vamos fazer uma analogia
entre o cérebro humano e o cérebro eletrônico, o nosso computador.

3.1 O CÉREBRO HUMANO


O cérebro é a parte do corpo utilizada para processar dados, isso quer dizer, armazenar e
organizar informações na memória, tomar decisões em função dessas informações e fazer cálculos.
Vamos imaginar uma situação do nosso cotidiano...

Andando pela rua você encontra um amigo e cumprimenta-o dizendo “Bom-dia”.

Agora vamos analisar quais os passos seguidos para resultar no cumprimento:

Situação “BOM DIA”:

Fase 1: Ao avistar o amigo, você recebeu a imagem enviada através dos olhos;
Fase 2: Procurou em sua memória uma imagem parecida com aquela;
Fase 3: Ao encontrar a imagem, capturou todas as informações referente àquela pessoa;
Fase 4: Diante das informações, tomou a decisão de cumprimentá-la; e
Fase 5: Mandou uma ordem para a boca dizer “Bom-dia”.

Como vimos, um simples processo envolve várias fases. Diante disto, encontramos importantes
conceitos do processamento de dados:

Entrada: Envio de uma informação para o cérebro


Processamento: Análise e tomada de decisão diante das informações
Saída: Resposta do cérebro à informação recebida

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Percebemos que ocorre um fluxo da informação e poderá ser representada pelo diagrama abaixo:

ENTRADA PROCESSAMENTO SAÍDA

Substituindo pelas partes do corpo envolvida no processo, temos:

OLHOS CÉREBRO BOCA

Analisando o exemplo, percebemos que executar uma atividade, não importa de que tipo ou
nível de complexidade, é seguir uma série ordenada de passos para atingir um objetivo, portanto, o
cérebro, desde que nascemos, vem sendo programado a executar uma seqüência lógica de passos, e
acionamos um determinado programa (guardado em nosso banco de dados) no momento apropriado.

3.2 O CÉREBRO ELETRÔNICO


O computador é composto, dentre outros componentes, de uma Unidade Central de
Processamento e de Periféricos (componentes que estão na periferia). A Unidade Central de
Processamento é chamada da CPU (Central Processing Unit em inglês) ou UCP, e os Periféricos mais
utilizados são: monitor de video, teclado, impressora, disco flexível e disco rígido ou winchester.

Dispositivos de Dispositivos de
Entrada Saída
computador

UCP

MEMÓRIA

Podemos dizer que, analógicamente, assim como o cérebro eletrônico, nosso cérebro é uma
Unidade Central de Processamento, e os órgãos internos e externos são vistos como periféricos, isto é,
os olhos funcionaram como periférico de entrada, e a boca como periférico de saída.

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Unidade
3.3 O COMPUTADOR Monitor de
Central de

Vídeo exibe Processament


a saída o, Memória e
Disco Rígido
Um computador, conjunto de
Teclado per-
componentes e equipamentos mite a Mouse é um
adequadamente estruturado, tem entra-da de dispositivo
duas partes diferentes que dados. de entrada
funcionam em conjunto:

• Hardware, que em inglês significa equipamento pesado, é a parte física do computador, ou seja,
seu equipamento, suas peças, enfim, tudo no computador que seja palpável. Componentes de memória,
periféricos, cabos, placas e chips fazem parte dele; e

• Software são os programas que, utilizando o hardware computador executam as diferentes tarefas
necessárias ao processamento de dados.

4 HARDWARE BÁSICO DE UM COMPUTADOR

A CPU (Unidade de
processamento central) é onde
fica o “coração” do
computador. Para reconhecer
facilmente é so olhar para o
seu micro onde você coloca
os diquetes (drives) ou liga a
máquina. O gabinete, como é
conhecida a caixa que envolve
a CPU, pode ser, dentre
outros, do tipo Mini-torre, do
tipo Horizontal (onde o
monitor fica em cima),
gabinetes acoplados ao
monitor, como alguns
modelos da Compaq, etc.
Dentro da CPU, encontram-se a fonte de energia (pequena caixa que distribui a energia elétrica
para todos os componentes internos), a placa-mãe (também conhecida como Motherboard, é a
principal placa do computador), o Winchester (HD ou disco rígido, que permite armazenar dados), e
demais placas que permitem a utilização dos componentes do computador. A placa-mãe é muito
importante, pois é nela que ficam acopladas as demais placas - como a placa de modem - e os chips
principais do seu computador: o processador, os chips de memória RAM, etc.

Atenção! Não abra o gabinete de seu computador se o micro ainda estiver na garantia e se você não
tem bons conhecimentos de hardware, para evitar problemas. O simples encostar de um dedo seu em
um chip da placa-mãe poderá queimá-lo e o simples encostar de um dedo seu na fonte de energia com o
computador ligado poderá queimar você!

Os periféricos, como o nome já vimos, são as partes que ficam na periferia da CPU e podem ser
de entrada (teclado, mouse, etc.) e de saída (impressora, monitor, etc.).

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4.1 UNIDADES DE ENTRADA

Para se comunicar com o Computador você precisa utilizar um teclado, um mouse ou outro dispositivo
de entrada.

4.1.1 O Teclado
É o dispositivo de entrada mais utilizado nos computadores. O teclado possui um conjunto de teclas
alfabéticas, numéricas, de pontuação, de símbolos, de controles. Quando uma tecla é pressionada, o
teclado envia um código eletrônico à CPU, que interpreta-o, enviando um sinal para outro periférico
que mostra na tela o caractere correspondente. O teclado de um computador é muito semelhante ao de
uma máquina de escrever, com algumas teclas especiais:

4.1.1.1 Funções das teclas

TECLA FUNÇÃO
Tecla utilizada para a entrada de dados (encerrar um comando).

Tecla usada para alterar o estado de outras teclas: se estiver em maiúsculo inverte
para minúsculo e vice-versa.
Liga ou desliga a opção de maiúsculas do teclado. Só afeta as letras.

Combinando-a com outras teclas, obtemos algumas funções e caracteres especiais.

Tecla de controle alternativo. Proporciona uma função alternativa a qualquer outra


tecla.
Movimenta-se entre as paradas de tabulação automaticamente.

É usado para abandonar uma tela, um programa ou um menu.

No WINDOWS - envia as informações do vídeo para a área de transferência.

Provoca o retrocesso do cursor, apagando os caracteres à esquerda.

Seleciona a opção numérica ou de movimento do cursor no teclado numérico,


localizado ao lado direito do teclado principal.
Move o cursor para a primeira coluna à esquerda da tela, na mesma linha.

Move o cursor para o final da linha.

É usada quando se está editando um texto na tela para se fazer a inserção de


caracteres.
Apaga o caractere à direita do cursor e puxa a linha uma coluna para a esquerda. No
WINDOWS serve para apagar itens de grupo, grupos de programa e arquivos.
Rola o texto uma página acima na tela (mostra a página anterior).

Rola o texto uma página abaixo na tela (mostra a próxima página).

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4.1.2 O Mouse
Dispositivo de entrada equipado com dois ou três botões. O mouse é utilizado para posicionar uma seta
nas opções da tela, executando-a em seguida com um clique de seu botão facilitando a operação.

4.1.3 O Scanner
Dispositivo de entrada que captura imagens, fotos ou desenhos transferindo-os para a tela, onde podem
ser trabalhados (editados) e depois impressos de volta para o papel ou armazenados em disco.

4.2 UNIDADES DE SAÍDA

Apresentam os resultados finais do processamento, através dos monitores de vídeo, impressoras, etc.

4.2.1 O Vídeo ou Monitor de Vídeo


Dispositivo de saída que apresenta imagens na tela, incluindo todos os circuitos necessários de suporte
interno. Os monitores de vídeo devem ser cuidadosamente escolhidos, pois são um dos maiores
causadores de cansaço no trabalho com o microcomputador. Eles têm sua qualidade medida por
PIXELS ou pontos. Quanto maior for a densidade desses pontos (quanto menor a distância entre eles),
mais precisa será a imagem. Ex.: 800 x 600, 1024 x 768, etc.

4.2.2 As Impressoras
Dispositivos de saída que passam para o papel o resultado do trabalho desenvolvido no
microcomputador, como textos, relatórios, gráficos. Para diferentes tipos de impressão existem
diferentes impressoras: Matriciais, Jato de Tinta e a Laser.

4.3 MEMÓRIA

Da mesma forma que o cérebro humano, o Computador também possui uma memória aonde, enquanto
ele está ligado, são armazenadas as informações.
A menor unidade utilizável para representação de informações em um computador é o BIT. Como este
único bit é insuficiente para representar um caractere eles são reunidos em conjuntos de oito. Estes
conjuntos de 8 bits recebem a denominação de BYTE.
Quando nos referimos às informações armazenadas em um computador utilizamos portanto o termo
byte, correspondendo a um caractere. Tendo em vista que a unidade byte é consideravelmente pequena
quando indicamos valores mais extensos, utilizamos múltiplos do byte:

Bit Menor unidade (pode representar 0 ou 1)

Byte Unidade equivalente a 8 bit’s (1 caracter)

Kbyte Unidade equivalente a 1.024 bytes

Mbyte Unidade equivalente a 1.024 kbytes

Gbytes Unidade equivalente a 1.024 Mbytes

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4.3.1 Memória RAM
Para efetuar os cálculos, comparações, rascunhos e outras operações necessárias ao seu
funcionamento, os microcomputadores possuem uma memória de trabalho.
Essa memória de trabalho é chamada de RAM (Random Access Memory ou memória de acesso
aleatório). A informação armazenada nessa memória é apenas temporária. Se você quiser preservar o
seu conteúdo, que pode representar horas de trabalho, deve movê-lo da Memória do Computador para
um DISCO de armazenamento, operação conhecida como SALVAR.

Atenção: Quando você desliga o computador, a informação que não foi SALVA em um
desses DISCOS é PERDIDA.

4.3.2 Memória ROM


Um outro tipo de memória existente nos microcomputadores é uma que permite apenas a leitura das
informações nela contidas. É a ROM (Read Only Memory).
Esta memória não perde as informações ao ser desligado o equipamento, portanto nela estão contidos
os códigos básicos de operação do equipamento, suas rotinas de inicialização e auto-teste. Este
conjunto de códigos de operação/funcionamento forma o sistema básico de entrada e saída (BIOS) da
máquina.

4.3.3 Discos
Os Discos são usados para armazenar as informações, como as memórias. Podem ser lidos, gravados e
regravados, como uma fita de áudio ou vídeo. São considerados a MEMÓRIA DE MASSA do
equipamento, devido ao alto volume de informações que podem armazenar.

4.3.3.1 Disquetes ou Discos Flexíveis (Floppy Disk)


Os Disquetes devem ser inseridos nos acionadores (DRIVES: normalmente determinado como unidade
A:) situados no painel frontal do Computador. Não armazenam tantas informações quanto o
Winchester (Disco Rígido) mas são removíveis e transportáveis. Em geral já são preparados para
utilização, operação a que se dá o nome de FORMATAÇÃO.

4.3.3.2 Disco Rígido (Hard Disk ou Winchester)


O Winchester interno (normalmente determinado como unidade C:) está dentro do gabinete da CPU e
portanto não é visível e a princípio não é transportável (existem as “gavetas” que acopladas aos
micros, permitem a troca e o transporte de HD´s). Permite um acesso rápido e armazenamento de uma
grande quantidade de Informações. É importante lembrar que estes discos podem ser danificados por
excesso de trepidação no local de instalação.
Dado a grande quantidade de informações que serão armazenadas em um disco rígido, e considerando-
se que, devido a desgastes naturais durante o funcionamento, é inevitável que ocorra uma avaria algum
dia, é importantíssimo prevenir-se quanto à perda dessas informações realizando periodicamente
cópias de segurança de seus arquivos, o que é conhecido tecnicamente como BACK-UP.

Um winchester é uma caixa lacrada onde não entra sequer um grão de areia. A distância
entre o
cabeçote de leitura e o disco de alumínio é menor que a espessura de um fio de cabelo.
Por isso é lacrado, já que um fio de cabelo numa das chapas poderia causar um dano
irreparável. Atualmente encontramos HD’s de 20, 40, 80 gigabytes, e superiores...

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4.3.3.3 CD-ROM
Os CD-ROM’s prestam-se ao armazenamento de grandes volumes de informação, tais como
enciclopédias. A tecnologia utilizada nos acionadores encontrados nos microcomputadores já permite
sua regravação (CDR-W).

5 SOFTWARES
O termo software é utilizado para indicar a parte funcional de um computador, e refere-se aos
programas.
Podemos dividir os softwares em: sistemas operacionais, linguagens de programação e programas
aplicativos.

5.1 SISTEMAS OPERACIONAIS

Diferentes tipos de softwares realizam diferentes tipos de tarefas. Há uma imensa gama de tipos
de softwares, incluindo processadores de textos, como o WORD, planilhas eletrônicas, como o
EXCEL, jogos, editores gráficos, etc... Entretanto, todos esses programas trabalham conjuntamente
com outro tipo de software que todo computador obrigatoriamente deve ter, que é o sistema
operacional.
Sistema Operacional (SO) é o programa principal de um computador. É ele que controla todo o
funcionamento do equipamento e dos demais programas e arquivos. O Sistema Operacional provê ao
usuário e aos outros tipos de programas meios para usar os recursos básicos do computador, incluindo
a memória, tempo de processo, discos, etc.. Ele supervisiona todo o funcionamento do computador, e
também nos dá as ferramentas para organizarmos nossas informações no computador.
Sem um SO, um computador não executa qualquer tarefa. O Windows é o sistema mais
popular, mas existem outros. O Linux hoje é o seu maior concorrente. Os programas desenvolvidos
para funcionar em um sistema, dependendo de sua versão, não funcionam em outro. Se você usa o
Windows, não se preocupe, pois a esmagadora maioria dos programas aos quais o usuário comum tem
acesso é desenvolvida para Windows.
Após você ter inicializado o computador, o Sistema Operacional irá supervisionar e prover o
usuário de todos os recursos necessários para trabalhar com o computador.

5.2 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

São programas que interpretam e traduzem para a linguagem binária do computador um conjunto
específico de verbos e instruções, os quais usamos para dar ordens e comandar o funcionamento da
máquina. Através das linguagens de programação são construídos programas diversos que dão ao
computador diferentes aplicações. Exemplos: Fortran, Delphi, Visual Basic, C, C ++, Java, HTML.

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5.3 PROGRAMAS APLICATIVOS

Os programas aplicativos, ou simplesmente aplicativos, ajudam você a fazer seu trabalho. Por
exemplo, escrever uma carta, fazer um balanço ou um gráfico.
Diversos são os tipos de aplicativos existentes. Vejamos alguns:
• Editores de Texto: Word, WordPerfect, AmiPro.
• Planilhas Eletrônicas ou Planilhas de Cálculo: Excel, Lotus 1-2-3, Quatro Pro, Supercalc
• Editores Gráficos: Paint (Paintblush), Corel Draw, Auto Cad, 3D Studio.
• Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados: Paradox, MS-Access, Fox Pro, dBase V

6 VÍRUS ELETRÔNICO DE COMPUTADOR


Um vírus eletrônico é um programa ou fragmento de programa que se instala em uma máquina sem
que o usuário perceba, e nela começa a mostrar a que veio e/ou a reproduzir-se (gerar cópias de si
mesmo) a fim de infectar outros computadores via disquetes, internet, etc.
Em geral atuam apagando o conteúdo dos discos, formatando-os, misturando arquivos e trocando o
valor dos símbolos (por exemplo trocando os "as" por "esses"), entre outras funções.
Existem vários utilitários para procurá-los e retirá-los de seu sistema, como o ViruScan, o MSAV, o
NAV, e o FPROT, mas o melhor mesmo é evitá-los. Para isso, siga os seguintes passos:
• Não utilize programas piratas.
• Sempre que for utilizar um programa novo pesquise antes a existência de vírus, e, se for o caso,
remova-o.
• Proteja seus disquetes contra gravações indevidas (com etiquetas para o caso dos de 5 1/4", ou
com a trava no caso dos de 3 1/2").
• Faça sempre cópias de segurança (backup) de seus arquivos, pois assim você terá como
recuperá-los em caso de ataque de vírus ou de danos ao disco.
• Controle seu sistema quanto ao seu uso por pessoas estranhas ou não autorizadas.

Sempre verifique seu sistema logo após terem sido nele efetuadas apresentações de novos
programas/sistemas, ou após a intervenção do pessoal da assistência técnica.

7 ERGONOMIA
Existem alguns procedimentos que devem ser tomados para que a operação dos equipamentos seja
feita da maneira mais confortável, e menos nociva, ao corpo humano. Dentre eles, destacamos:

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Alinhe seu equipamento de tal maneira que a
iluminação do ambiente não reflita na tela do
monitor de vídeo ou em seus olhos.

Caso o equipamento fique próximo a


janelas, ou quaisquer outras fontes
de luz, reduza o ofuscamento através
de cortinas ou painéis.

Observe que existem distâncias e


ângulos adequados a serem respeitados.
A correta utilização dos equipamentos
reduz o cansaço e minimiza a ocorrência
de doenças profissionais.

Por fim, lembre-se de que ao adotar uma postura correta você estará preservando seu corpo.

Evite torcer o corpo.


Não dobre o corpo para trabalhar.
Mantenha uma boa postura.

8 CUIDADOS NA UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS


Alguns cuidados básicos devem ser observados quando da utilização dos recursos de informática:
• Evite ligar/desligar os equipamentos a todo o instante. Prefira ligá-los ao início do
expediente e desligá-los ao final.
• Não deposite objetos, livros, cadernos, grampos de papel, etc., nos módulos do
equipamentos, evitando assim que a ventilação do mesmo seja prejudicada, ou que objetos
caiam no interior dos módulos e provoquem danos.
• Não fume, não faça nenhum tipo de refeição, nem tome cafezinho, refrigerante, etc.,
próximo aos equipamentos instalados.
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• Evite que o equipamento fique exposto a poeira; use as capas de proteção, sempre.
• Conserve o equipamento em um local com o piso firme, de maneira a evitar quedas e
balanços.
• Em caso de queda de energia, desligue o estabilizador de voltagem, caso exista, desligue o
microcomputador e a impressora, e retire os disquetes das unidades de acionamento.

9 SISTEMAS OPERACIONAIS: CONCEITOS BÁSICOS

A partir de agora veremos um pouco sobre o DOS e depois sobre o WINDOWS.

P: Se com o Windows tudo fica mais fácil, porque eu tenho que saber DOS?
R: Hoje em dia você não tem a obrigação de saber tudo sobre MS-DOS. É por isso mesmo
que esta apostila aprofunda-se mais em explicações sobre o Windows. Mas apesar das facilidades que
o Windows trouxe para os usuários, ainda hoje existem programas que rodam exclusivamente em
DOS!! E é interessante conhecer o DOS para que, se vier acontecer algo, como travamentos,
formatações, entre outros, você possa vir a tentar dar um BOOT e por si só tentar arrumar seu HD.

9.1 CONCEITOS BÁSICOS DO “DOS”

O “DOS” foi bastante utilizado nos primórdios da informática, tendo alcançado várias versões
até que foi absorvido pela gigante Microsoft, que a partir do Windows 98 utilizava o seu próprio MS-
DOS. Veremos alguns tópicos básicos, visto que, ainda hoje, muitos técnicos e curiosos o utilizam
através de Boot com um disquete preparado, para, através do DOS: restaurar, formatar, deletar,
solucionar problemas, dentre outras funcionalidades.

9.1.1 Drives e Arquivos

Os drives, como já visto, são os locais onde pode-se ter acesso às informações armazenadas.
O DOS nomeia os drives através de letras. Estas letras vêm sempre seguidas de dois pontos (:),
sem espaço entre a letra e os dois pontos.
Exemplo: A: B: C: Z:
Assim, cada drive de seu computador ganhará uma letra para representá-lo.

Normalmente o drive de disquete é chamado pelo DOS de “A:” ou drive A, assim como o
Winchester normalmente ganha a letra “C” para representá-lo, sendo chamado de drive C
ou simplesmente “C:”.

Os arquivos são uma forma inteligente de se organizar as informações de um disco. Dentro de


um arquivo, você poderá colocar textos, figuras, som, etc.
O DOS controla a gravação dos arquivos e permite, através de seus comandos, editá-los, rodá-
los (quando forem arquivos executáveis), visualizar seu conteúdo, mudar seu nome, entre outras ações
que serão vistas mais adiante.

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9.1.2 Regras da Nomenclatura de Arquivos

O arquivo tem uma estrutura básica, no que diz respeito à sua nomenclatura e é composto de 3
partes:
Nome_do_arquivo . extensão

• Nome_do_ arquivo: aceita até no máximo 8 caracteres. Os caracteres permitidos para os nomes de
arquivos são as letras A até Z (maiúsculas ou minúsculas), os algarismos variando de 0 a 9 e os
caracteres especiais $ & @ ! % ` ( ) - < > ^ { } _ .

Como você não poderá nomear seus arquivos:

R M P.DOC - Os nomes de arquivos não podem ter espaços.


“Report”.txt - Os nomes de arquivos não podem conter aspas.
A,B,C,D.EXE - Os nomes de arquivos não podem ter vírgulas.
.TXT - Não existe arquivo sem um nome.
Arquivo-da-palestra-96.DOC - Exitem muitos caracteres neste nome de arquivo.

• . (ponto): divide o nome do arquivo de sua extensão.


• extensão: é uma série de até 3 caracteres que complementam o nome do arquivo. A extensão é
geralmente usada para indicar as características do arquivo. Por exemplo, RESUMO.TXT indica
que o arquivo é do tipo TeXTo, BW.EXE indica um programa EXEcutável, APOSTILA.DOC
representa um arquivo de DOCumento do Word e assim por diante. As regras de caracteres para a
nomeação de arquivos também são válidas para a nomeação das extensões.

Abaixo segue-se uma lista das terminações mais usadas (estas terminações seguem uma tendência
mundial da indústria de microinformática, mas não constituem um padrão oficial):

Extensão Descrição
.BAT um arquivo de lote (BATch)
.BAK um arquivo de BAcKup
.BMP um arquivo de figura BitMaP do Windows
.COM um arquivo de COMandos executáveis
.DAT uma arquivo de dados (DATa)
.DOC um arquivo de DOCumentos
.EXE um arquivo EXEcutável
.GIF um arquivo de figura (sigla em inglês)
.HLP um arquivo de ajuda (HeLP)
.INI um arquivo de configurações INIciais de um programa
.SYS um arquivo de sistema (SYStem)
.TMP um arquivo TeMPorário
.TXT um arquivo de TeXTo

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9.1.3 Entendendo o Prompt do DOS

Admitindo-se que o que você está vendo na tela do computador é C:\>, vamos entender esta
sequência estranha de caracteres:

Drive corrente: o prompt do DOS sempre nos apresenta o drive em


que as ações estão sendo feitas. Logo que se liga o computador, o
padrão é o prompt estar representando o drive C.
Diretório atual: o diretório atual mostrado na figura é o chamado
diretório raiz, que será abordado mais adiante.
Símbolo divisor: é um símbolo que tem como função separar as
informações mostradas no prompt do que é digitado pelo usuário.
Cursor: pequena barra horizontal piscante.

9.1.4 Entrando com Comandos a Partir do Prompt do DOS

Será pelo prompt do DOS que entraremos com os comandos. Os comandos são ordens que
daremos ao DOS para executar uma determinada tarefa:

COMANDOS INTERNOS DO DOS COMANDOS EXTERNOS DO DOS


COPY DIR FORMAT DELTREE
MD RD SYS UNDELETE
CLS RENAME XCOPY TREE

Para entrarmos com os comandos, é só digitar um desses comandos citados acima e depois
teclar ENTER (sempre depois de digitado um comando é necessário teclar ENTER para o DOS
executá-lo). Vale salientar que o DOS não faz restrições quanto ao uso de letras maiúsculas ou
minúsculas no comando.

Para mudar de um drive para outro, digita-se o nome do drive e depois, tecla-se ENTER
(dependendo do teclado, ENTER pode ser chamado de RETURN). Por exemplo, para ir
para o drive E, você deve digitar: “E: [ENTER]” (o “E” não precisa ser maiúsculo e as palavras que
aparecerem entre colchetes não devem ser digitadas).

9.2 CONCEITOS BÁSICOS DO MS WINDOWS-ME

Como já visto, o Windows é um software e ao mesmo tempo um sistema operacional e, é um


dos primeiros programas a serem inicializados pelo computador. Sua função é operacionalizar o
computador. Sua versão é atualizada periodicamente: Win 3.1, 3.11, 95, NT, 98, ME e o mais novo
lançamento “ Windows XP”. Nesta apostila veremos um pouco sobre o Windows ME (Millenium
Edition).

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9.2.1 Armazenando Dados em um Computador

Quando você produz um trabalho em um computador, tal como um texto ou um desenho, é como se
você tivesse produzido este texto ou este desenho usando papel, canetas, lápis de cor, e depois
guardado-o (seus DADOS) em um envelope, ou em uma pasta (o ARQUIVO), que seria, então,
guardada em um arquivo de aço (a PASTA), conforme exemplifica o esquema abaixo:

TRABALHO DADOS ARQUIVO PASTAS

ou

Quando trabalhamos com um computador será necessário armazenar as informações nele produzidas,
ou introduzidas, para reutilização posterior. Isto é chamado de SALVAR. O computador é
extremamente vantajoso, já que, uma vez salvo o trabalho, ele poderá ser impresso e/ou alterado
quantas vezes você quiser, facilmente, o que não ocorre com os trabalhos comuns.
O computador salva o conteúdo de sua memória em um disco magnético (Disco Rígido), numa
estrutura lógica chamada de ARQUIVO. Por uma questão de organização, os arquivos ficam
organizados em PASTAS (DIRETÓRIOS), que podem ser comparados às diferentes gavetas de um
armário.

9.2.2 Nomes de Arquivos e Pastas

Todos os Arquivos e Pastas possuem nome e/ou extensão. O nome é obrigatório e pode possuir até 256
caracteres (no Windows); a extensão é opcional. Exemplo de nome de arquivo:
Professor.txt
Extensão

Nome do Arquivo

9.2.3 Extensões Padrões

Todo arquivo ou diretório deve conter um nome. A extensão não é obrigatória para compor um nome
de arquivo, pois a maioria dos programas já as colocam automaticamente. Os nomes de arquivos
normalmente são convencionados pelo próprio usuário e embora as extensões também possam ser, é
melhor procurar utilizar os nomes de extensões que já foram padronizadas.

9.2.4 Conceitos Eletrônicos

Antes de avançarmos, necessitamos esclarecer alguns conceitos. Por exemplo:

• Apontar – colocar o ponteiro do mouse em cima do objeto a ser determinado;


• Clicar – após apontar, clicar com o botão esquerdo do mouse;
• Arrastar – após apontar, clicar com o botão esquerdo e deixá-lo apertado, movendo o objeto para
qualquer lugar.

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9.2.5 Ligando o Micro

Agora que aprendemos o básico sobre o Microcomputador, vamos aprender a ligá-lo.

1o passo: Verifique se o Micro está conectado em um estabilizador. Caso positivo, ligue o


estabilizador, senão passe direto para o 2o passo;
2o passo: na CPU, acione o botão Liga e Desliga;
3o passo: verifique se o monitor também está ligado, caso contrário, acione-o. (normalmente, os
monitores são ligados automaticamente);
4o passo: Aguarde. O Windows ME será inicializado.

9.2.6 Desligando o Computador

Para desligar o computador certifique-se que todos os aplicativos estejam fechados. A partir
daí, clique em iniciar, desligar e o computador lhe perguntará se você tem certeza que deseja desligá-
lo. Clique em sim. Espere alguns segundos. Aparecerá uma mensagem que o seu computador já pode
ser desligado com segurança. Então o Windows desligará automaticamente a força na CPU restando-
nos apenas desligar o estabilizador.

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