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Instituto de Matemática e Estatística – USP

MAT1500 – Projetos de

Estágio

“Construções

geométricas com

régua e compasso.”

Juliana de Barros Silva

Ligia Medeiros Nunes

Rani Souza de Oliveira

Rodrigo Tadashi

INTRODUÇÃO

Nós, alunos da graduação do curso de Licenciatura em Matemática da Universidade de São Paulo, elaboramos o projeto “Construção com régua e compasso” para a disciplina Projetos de Estágio (MAT1500), ministrada pela professora doutora Cláudia Cueva Cândido. O mesmo será aplicado em uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Professor Emygdio de Barros, localizada no Jardim Bonfiglioli, com a professora Atsuko, professora regente da classe envolvida. Terá duração de aproximadamente quatro meses, sendo realizado periodicamente em duas aulas semanais.

O projeto tratará basicamente de alguns objetivos pré-estabelecidos que pensamos

ser básicos para construções de desenho geométrico utilizando régua e compasso, como construção de paralelas, perpendiculares, entre outros.

A turma de alunos que trabalhamos é bem participativa e entrosada, participaram

no ano anterior de um projeto da mesma disciplina, o que a nosso ver facilitou nosso relacionamento com eles. Um dos motivos pelos quais escolhemos trabalhar com construções geométricas utilizando régua e compasso, foi por que a professora Atsuko sugeriu e nos apontou que este conteúdo não faz parte do currículo de ensino fundamental arrebatando a possibilidade dos alunos de praticar geometria. Quando abordado, geralmente este assunto não é trabalhado de forma eficaz. Segundo Atsuko, “não tem a menor condição de uma pessoa sozinha ensinar 30 alunos a manusear compasso, por exemplo”, de fato é uma atividade que exige bastante atendimento individual.

Dessa forma ficam lacunas no ensino de Geometria e perde-se a pratica. “Com os brinquedos tecnológicos a criança desenvolve várias habilidades cognitivas, sem dúvida, mas muito pouco da parte motora.”, segundo o doutor em educação física com pós- doutorado em filosofia pela USP, Luiz Roberto Rigolin (11/09/2012 – Folha de São Paulo). Acreditamos que além de todas as justificativas já apresentadas, o uso dos instrumentos geométricos ajudam as crianças a fazerem relações importantes no ensino de geometria

e a desenvolverem a coordenação motora. Observamos através das atividades diagnósticas aplicadas, que os alunos não

reconhecem figuras geométricas com facilidade, na sua maioria não sabem como utilizar

o compasso, tampouco manusear a régua adequadamente.

INTENÇÃO E OBJETIVO DO PROJETO

Os conceitos geométricos constituem uma parte importante do currículo de Matemática no ensino fundamental, tais conceitos possibilitam ao aluno “desenvolver um tipo de pensamento particular para compreender, descrever e representar, de forma organizada, o mundo em que vive” (Parâmetros Curriculares Nacionais – Brasília/1998).

É necessário explorar o potencial crescente de abstração do aluno, fazendo com

que ele descubra regularidades e propriedades numéricas, geométricas e métricas. Com isso criam-se condições para que o mesmo perceba que a atividade matemática estimula o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade

de resolver problemas. O estudo da Geometria é um campo fértil para trabalhar com situações-problema e é um tema pelo qual os alunos costumam se interessar naturalmente. O trabalho com noções geométricas contribui para a aprendizagem de números e medidas estimulando o aluno a observar, perceber semelhanças, diferenças e etc.

Temos como objetivos específicos que os alunos:

estabeleçam relações entre figuras espaciais e suas representações planas, envolvendo a observação das figuras sob diferentes pontos de vista, construindo e interpretando suas representações;

resolvam situações-problema que envolvam figuras geométricas planas, utilizando procedimentos de decomposição, composição e transformação;

aprendam a utilizar de forma adequada a régua e o compasso;

manuseiem esses instrumentos de medida, de modo que consigam fazer conjecturas sobre algumas propriedades das figuras geométricas;

consigam resolver problemas geométricos usando as construções básicas ensinadas durante o projeto;

E desenvolvam as seguintes habilidades:

predisposição para usar os conhecimentos matemáticos como recursos para interpretar, analisar e resolver problemas em contextos diversos;

predisposição para alterar a estratégia prevista para resolver uma situação-

problema quando o resultado não for satisfatório;

compreender que pode haver diversas formas de resolução para uma

mesma situação-problema e conhecê-las;

valorização e uso de instrumentos matemáticos para criar representações

com clareza e precisão;

valorização do trabalho coletivo, colaborando na interpretação de situações-

problema, na elaboração de estratégias de resolução e na sua validação;

PLANOS DE AULA

Propusemos sete atividades de forma a abranger o que havíamos planejado no

início do projeto, como:

discutir as principais diferenças e características dos polígonos, não

polígonos, poliedros e não poliedros;

construção da circunferência usando régua e compasso;

construção e classificação de triângulos;

traçar uma reta perpendicular a uma reta dada;

traçar a mediatriz de um segmento;

traçar uma reta paralela a uma reta dada;

traçar o ângulo congruente a um ângulo dado;

construir a bissetriz de um ângulo;

ângulos notáveis;

ATIVIDADES

o

Diagnóstica:

A atividade diagnóstica foi realizada em duas etapas. A primeira etapa, individual,

tinha o intuito de conhecer melhor cada aluno, seus interesses, quais atividades

realizavam em sua hora de lazer, o nível de relação com a cultura e a arte, entre outras

questões individuais. Também pretendíamos verificar se dominavam relação de ordem,

através de exercícios onde os alunos deveriam apontar quais os maiores números entre

inteiros e racionais, relacionar frases usadas no nosso cotidiano com as quatro

operações, localizar números na reta real e por fim, calcular operações contendo números

inteiros, decimais e frações.

A segunda etapa foi divida em duas partes: individual e grupo. Pretendíamos saber se possuíam algum conhecimento prévio de Geometria, se dominavam o uso de régua e compasso, como se organizavam e trabalhavam em grupo. Individual: como a professora da turma, Atsuko, alegou que a maioria dos alunos não sabia manusear a régua, elaboramos um exercício, no qual tinham que medir segmentos de reta. Os demais exercícios foram elaborados com o intuito de verificar se os alunos sabiam diferenciar figuras planas de espaciais e seus elementos. Em grupo: essa atividade possuía um caráter mais descontraído para podermos analisar como os alunos trabalhariam em grupo. Os exercícios cobravam representações de figuras geométricas, como: círculo, quadrado, triângulo, trapézio, losango, cubo, paralelepípedo e uma pirâmide, usando régua e compasso. Para testar seus conhecimentos, a cerca dos elementos da geometria espacial, levamos alguns sólidos geométricos para identificarem o número de: vértices, arestas e faces, bem como o tipo de face. Também levamos objetos do nosso cotidiano, como caixa de pasta de dentes, lata de achocolatado, entre outros, com o propósito que identificassem formas geométricas.

o Atividade 1

Tema: Circunferências. Confeccionar o jogo “Twister” utilizando régua e compasso. Duração da atividade: 2 aulas/1h40min

Introdução

Elaborada para alunos do oitavo ano que ainda não fizeram qualquer trabalho envolvendo o uso de régua e compasso, esta atividade tem a finalidade de ensinar em níveis básicos o uso do compasso para traçar circunferências e a utilização da régua graduada para medir. Deste modo, acreditamos que este é um bom aprendizado inicial para familiarização com esses instrumentos. A partir desta primeira atividade o projeto dará continuidade com outras construções básicas da geometria. Levamos para a sala de aula o tabuleiro já confeccionado e o tecido do jogo faltando 34 peças (bolinhas), justamente o número de alunos previsto em sala, para que cada aluno confeccionasse uma bolinha. Disponibilizamos um pedaço de papel cartão para cada aluno, de modo que coubesse uma circunferência com raio de 6 cm. Após

desenhar, recortar e colar, os levamos ao pátio para que jogassem.

Objetivos

Iniciar o desenvolvimento de habilidade no uso do compasso;

Traçar segmento de reta com régua graduada e medida pré-determinada;

Construir uma circunferência com régua e compasso;

Materiais

Lápis e borracha;

Compasso;

Régua;

Tesoura;

Cola;

Papel cartão;

Tecido TNT;

Folha Sulfite;.

Metodologia

Como o objetivo do projeto é a construção geométrica com régua e compasso, após uma aula teórica com a participação dos alunos em lousa, pedimos a eles, nesta atividade e atendendo aos objetivos dela, que construam um círculo de raio igual a 6 cm no pedaço de papel cartão que receberam. Cada pedaço de papel cartão é quadrado de lado igual a 15 cm. Cabe ao aluno desenhar a circunferência de raio igual a 6 cm neste espaço, recortar e colar no tecido. A régua será utilizada para medir a abertura do compasso.

Roteiro do aluno

Assistir a aula teórica que precede a atividade e focar nos conhecimentos básicos sobre circunferência. Ao receber o pedaço de papel cartão, com o auxilio dos estagiários, traçar a circunferência com o compasso, recortar e colar no tecido. Após todas as circunferências conferidas e coladas no tecido vamos ao pátio jogar Twister.

Roteiro do professor

Inicialmente utilizamos a folha sulfite para mostrar a ideia de plano, reta e ponto. Cada aluno recebe uma folha para seguir a orientação do professor e marcam com canetinhas coloridas estes conceitos. A partir de diferentes sólidos já utilizados em sala, trabalhamos o conceito de aresta/semirreta, segmento/vértice, ponto, plano e reconhecimento das faces. [Neste momento, pedimos aos alunos que identifiquem dentro da sala de aula aresta/semirreta, vértice/ponto e plano.] Com o objetivo de ensinar construção geométrica, ainda utilizando os sólidos, é possível mostrar aos alunos o que é um polígono e também o que é um poliedro. Para introduzir, intencionalmente, a ideia de um não polígono e de um não poliedro, estimulamos o pensamento pedindo exemplos de figuras que não é possível construir a partir de triângulos. * Fala-se um pouco mais dos não poliedros como esfera, cone e cilindro. Para introduzir a atividade, focamos em circunferência: raio e diâmetro. A partir de um ponto fixo na lousa, pedimos para um aluno voluntariamente marcar outro ponto a partir deste a uma de três unidades. O objetivo é que vários voluntários façam a mesma coisa e todos compreendam a circunferência como lugar geométrico.

o Atividade 2

Tema: Polígonos Duração da atividade: 2 aulas/1h40min

Introdução

Esta atividade foi elaborada com intuito de tornar os alunos capazes de reconhecer e classificar os diferentes tipos de polígonos. Porém, não pretendemos que decorem as

nomenclaturas, mas sim as associe, fazendo analogia ao número de lados ou ângulos.

Objetivos

Sejam capazes de distinguir um polígono de um não polígono;

Saibam classificar polígonos, quanto ao número de lados e ângulos;

Sejam capazes de identificar poliedros, não poliedros, polígonos e não polígonos;

Materiais

Lápis e borracha;

Folha de caderno;

Metodologia

Nesta atividade decidimos utilizar recursos de multimídia. Através de slides e animação, apresentamos de maneira interativa a definição de polígono, tipos e classificação.

Mostramos aos alunos imagens de obras de artes e esculturas, com o intuito deles identificarem e classificarem as figuras geométricas presentes.

Por fim, para fixar o conteúdo dado, dividimos a turma em cinco grupos de quatro pessoas, e distribuímos um “Jogo da memória de polígonos”. O baralho possuía 22 cartas, e eles deveriam relacionar o polígono com seu respectivo nome/classificação.

Roteiro do professor

Retomando o que foi abordado na atividade anterior, focamos esta aula em apenas ensiná-los a nomenclatura dos diferentes tipos de polígonos. Preparamos uma sequência de slides para nos auxiliar a tratar do assunto de uma forma mais descontraída. Trabalhamos com a ideia de um polígono convexo e não convexo, em seguida trabalhamos com a classificação dos polígonos quanto ao número de lados e ângulos. Desde a primeira atividade, procuramos sempre explicar a morfologia de cada palavra envolvida, por exemplo, polígono vem do grego “poli” que significa “muitos” e “gono” que significa “ângulos”. Pois acreditávamos que dessa forma seria fácil associar o nome a

figura, e foi desse modo que ensinamos a nomenclatura dos principais polígonos.

Ao término da aula expositiva, pedimos para que identificassem dentre as obras de arte que levamos figuras geométricas e as classificassem. Por fim, foi dado a cada grupo de no mínimo cinco pessoas um baralho com 22 cartas, se tratava de um “Jogo da memória dos polígonos”, a ideia era que associassem cada figura ao seu respectivo nome.

o Atividade 3

Tema: Triângulos Duração da atividade: 2 aulas/1h40min

Introdução

Temos como finalidade, apresentar alguns conceitos a respeito de triângulos. Como a soma dos ângulos internos, condição de existência, e sua classificação quanto aos lados e ângulos. Pois os triângulos, principalmente o isósceles será de extrema importância para as demais atividades.

Objetivos

Determinar que a soma dos ângulos internos de um triângulo é igual a 180º;

Notar que não é possível construir um triângulo com qualquer medida;

Classificação dos triângulos quanto aos lados;

Materiais

Folha sulfite;

Tesoura;

Cola;

Lápis de cor;

Lápis e borracha;

Régua;

Canudos;

Metodologia

Optamos por uma aula expositiva, acompanhado de atividades que complementassem e facilitassem o entendimento dos conceitos abordados.

Roteiro do professor

Para demonstrar que a soma dos ângulos internos de um triângulo é igual a 180º, daremos uma folha sulfite para cada aluno, e proporemos que construam um triângulo arbitrário destacando seus ângulos internos. Em seguida, pediremos que recortem esses ângulos e os unam de modo a formar uma semicircunferência. Com o intuito de mostrar que não é possível construir um triângulo com qualquer medida. Dividiremos os alunos em grupos de cinco, e distribuiremos diferentes tamanhos de canudo. A ideia é que a partir de tentativa e erro, tentem construir triângulos utilizando os canudos e, por fim percebam que é necessário que a soma da medida de qualquer lado seja menor que a soma dos outros dois. Por fim, com a finalidade de classificar os triângulos quanto ao número de lados, daremos uma folha de sulfite com alguns triângulos distintos para que os alunos separem- os em grupo usando um critério de classificação qualquer (criado por eles).

o Atividade 4

Tema: Triângulos (parte 2) Duração da atividade: 1 aula/50min

Introdução

Trata-se de uma atividade dirigida por um roteiro, com o intuito de que os alunos descubram por si só algumas propriedades de um triângulo e suas classificações quanto aos ângulos. Para isso eles utilizam conhecimentos já adquiridos, como a construção do triângulo utilizando régua e compasso e a noção de ângulo e ângulo reto.

Objetivos

Praticar a construção de um triângulo com régua e compasso;

Verificar a propriedade da soma dos ângulos internos de um triângulo;

Conhecer a classificação dos ângulos;

Classificar os triângulos quanto aos ângulos;

Materiais

Lápis e borracha;

Lápis de Cor;

Compasso;

Régua;

Tesoura;

Cola;

Folha Sulfite;

Metodologia

Faremos o uso de um roteiro, onde os alunos seguirão diversos passos que os levarão a descobrir as propriedades esperadas. Além disso, o roteiro tem diversos exercícios do estilo “complete a frase” que também farão com que adquiriram os conhecimentos necessários.

Roteiro do professor

Pediremos aos alunos que construam em uma folha sulfite um triângulo com régua e compasso, um triângulo qualquer, com medidas de sua escolha, com o intuito de obtermos muitos triângulos diferentes no total da classe. Feito isso, pediremos para que pinte os ângulos do triângulo cada um de uma cor, recorte essas pontas e cole-as sobre uma reta suporte, uma do lado da outra. Após isso, pediremos que comparem o resultado obtido com o resultado de seus colegas. O objetivo é que eles percebam que todos os alunos obtiveram o mesmo resultado, que mesmo os triângulos sendo diferentes, a junção dos seus ângulos sempre será igual.

Então fixaremos com eles, pedindo para que anotem no caderno, a propriedade descoberta, “a soma dos ângulos internos de um triângulo é sempre igual a

180°”.

A seguir pedimos para que analisem cada ângulo separadamente, observando se aquele ângulo é maior, menor ou igual ao ângulo reto. E a partir de uma sequência de frases que eles terão que completar no roteiro, conhecerão a classificação de cada tipo de ângulo, agudo, obtuso e reto. Sabendo isso, utilizando a mesma metodologia, pediremos para que classifiquem seus triângulos quanto aos ângulos, obtusângulo, acutângulo e retângulo.

Tema: Triângulos (parte 3) Duração da atividade: 1 aula/50min

Introdução

Trata-se de uma atividade dirigida por um roteiro, com o intuito de que os alunos explorem o triângulo isósceles, descobrindo algumas de suas propriedades além de introduzir a construção de retas perpendiculares. Para isso eles utilizam conhecimentos já adquiridos, como a construção de um triângulo utilizando régua e compasso e noções de ângulos.

Objetivos

Praticar a construção de um triângulo isósceles com régua e compasso;

Verificar que os ângulos da base de um triângulo isósceles possuem a mesma medida;

Conhecer um ponto médio de um segmento;

Perceber que o segmento formado a partir do ponto médio da base de um triângulo isósceles e o vértice oposto é perpendicular a essa base;

Materiais

Lápis e borracha;

Compasso;

Régua;

Tesoura;

Cola;

Folha Sulfite;

Metodologia

Faremos com que os alunos percebam as propriedades de uma forma mais palpável e visual, utilizando recortes, dobradura de papel e medições com régua, além de um roteiro com diversos passos que farão com que eles cheguem ao resultado esperado.

Roteiro do professor

Pediremos aos alunos que construam em uma folha sulfite um triângulo isósceles qualquer e recortem. Tendo em mãos seus triângulos pedimos para que dobrem de forma que os ângulos da base sobreponham um ao outro e pedimos para que observem esses ângulos, a intenção é que percebam que os ângulos são “iguais”, que possuem a mesma medida. A seguir pedimos para que marquem o ponto formado pela dobra, e observem que esse ponto divide o segmento na metade e por isso é chamado de ponto médio. Após isso, que observem a marca formada pela dobra, o segmento que liga esse ponto médio da base ao vértice oposto a ela, perguntamos qual ângulo esse segmento forma com a base. O intuito é introduzir retas perpendiculares, dessa forma, queremos que fique claro que sempre podemos construir uma reta perpendicular através de um triângulo isósceles.

o Atividade 5

Tema: Perpendicular e mediatriz. Duração da atividade: 2 aulas/1h50min

Introdução

Essa atividade foi elaborada com o intuito de introduzir o conceito de perpendicular e mediatriz, a partir de relações feitas com o triângulo isósceles.

Objetivos

Obter o ponto médio de um segmento;

Construir uma reta perpendicular a um ponto dado, por um de seus pontos;

Construir uma reta perpendicular a um ponto dado, por um ponto fora da reta;

Mediatriz;

Materiais

Lápis e borracha;

Compasso e régua;

Metodologia

Por meio de uma aula expositiva com a participação dos alunos a todo o momento, revisamos alguns dos conceitos adquiridos na aula anterior e abordamos novas ideias. Após cada explicação era feito uma atividade relacionada ao assunto junto com os alunos, em seguida era dado uma atividade similar com intuito que tentassem realizar sozinhos.

Roteiro do professor

A partir das ideias trabalhadas na atividade anterior e das relações feitas no triângulo isósceles, retomamos e ampliamos o conceito de reta perpendicular e mediatriz. Cada aluno recebeu um roteiro dirigido, o qual explicava passo a passo como traçar uma reta perpendicular a uma reta dada por um de seus pontos, e por um ponto fora da reta. Fizemos na lousa passo a passo cada construção com a intervenção dos alunos a todo o momento. Em seguida, demos a cada um uma folha de exercícios, na qual continha exercícios similares ao que havíamos resolvido e outros que precisavam dos conhecimentos adquiridos nessa e nas aulas anteriores para resolver. Os dois primeiros exercícios deveriam construir uma reta perpendicular a uma reta dada por um de seus pontos e por ponto fora da reta dada, o terceiro tinham que determinar o ponto médio de um segmento sem usar a régua, e sim as construções que foram ensinadas, o quarto e último exercício deveriam construir um triângulo qualquer e

traçar as mediatrizes referentes a cada um de seus lados.

o Atividade 6

Tema: Perpendiculares e construção de paralelas. Duração da atividade: Duas aulas/1h40min

Introdução

Pretendemos familiarizar os alunos com recursos da construção geométrica, no caso uso de perpendiculares e paralelas, a fim de solucionar situações problema onde mais de uma construção pode ser feita. O intuito é estabelecer uma maior intimidade com os recursos, estimular a criatividade e liberdade nos métodos de construção. Objetivos

Ponto médio para dividir segmentos em partes iguais;

Somar segmentos;

Fixar o conceito de perpendicular com ponto pertencente e não pertencente a uma reta;

Rever o fixar o conceito de mediatriz;

Construir a reta paralela que passa por determinado ponto;

Fixar os conceitos dados com a construção do primeiro polígono.

Materiais

Folha sulfite;

Lápis e borracha;

Régua;

Compasso;

Metodologia

Será ministrada uma aula expositiva utilizando a lousa para ilustrar os métodos de construção. As atividades serão entregues em folhas separadas e servirão para a fixação dos conceitos aplicados.

Roteiro do professor

Aplicaremos o primeiro exercício que consiste em dividir um segmento em quatro partes iguais, incentivando os alunos a pensarem em como resolver este problema. É esperado que optem por três divisões iguais, assim faremos uma breve revisão de como obter o ponto médio de um segmento. Com este conceito revisto partiremos para uma etapa mais avançada, somando dois segmentos com auxilio do compasso para transportar a medida e em seguida acharemos o ponto médio desta soma. Para exemplificar a reta perpendicular que passa por um ponto que não pertence a reta pediremos para que os alunos achem a altura de um triângulo que contem um de seus ângulos com a medida maior que 90 graus, ou seja, pediremos a altura que não está contida no triângulo, a construção utilizada neste exercício será a de traçar um triângulo isósceles com um dos vértices no ponto que coincide com o vértice do triângulo do exercício e os outros dois contidos na projeção da “base” do triângulo do exercício, em seguida traçaremos altura deste triângulos isósceles. Revisaremos o conceito de mediatriz com um exercício onde os alunos construirão um triângulo, utilizando o método feito em aulas anteriores e então construirão as mediatrizes em relação os lados deste. A construção da reta paralela com ponto não pertencente à reta será feita traçando uma semicircunferência com centro na reta e que passa por este ponto, assim obteremos um terceiro ponto sendo a intersecção desta semicircunferência com a reta, transportando essa semicircunferência para o outro lado da reta, obtemos o triângulo isósceles semelhante ao primeiro obtido ao traçar a primeira semicircunferência, transportamos a distância do ponto e do ponto de intersecção com a reta para obter o ponto que ligaremos ao primeiro traçando a reta perpendicular. Com todos esses recursos passaremos ao último exercício que é a construção de um quadrado, esperamos que os alunos utilizem de forma livre os conceitos aplicados e revistos nesta aula. Será uma construção monitora e auxiliada pelos estagiários e que servirá para tirar as dúvidas que os alunos mantiverem.

o Atividade 7

Tema: Ângulos congruentes e bissetrizes. Duração da atividade: 2 aulas/1h40min

Introdução

Nesta atividade o aluno aprende o transporte de ângulos e portanto o traçado de ângulos congruentes. No caso das bissetrizes são ensinados os ângulos notáveis de 30 e 45 graus.

Objetivos

Traçar um ângulo congruente a um ângulo dado.

Soma e diferença de ângulos conhecidos.

Bissetrizes, conceito e construção.

Construção de ângulos notáveis a partir de bissetrizes

Materiais

Lápis e borracha;

Compasso;

Régua;

Metodologia

As atividades são entregues aos alunos, uma breve explicação da construção é feita na lousa com a participação da turma e justificamos o procedimento com os conhecimentos que temos acumulado. As questões são lidas e são resolvidos os problemas propostos, individualmente, com a ajuda dos professores presentes na sala de aula.

Roteiro do aluno

O aluno deve ter somente o material que será utilizado na atividade em cima da carteira, deve prestar atenção na explicação, tentar realizar a tarefa proposta e esclarecer

toda e qualquer duvida.

Roteiro do professor

Começamos a aula distribuindo as atividades e apresentando o novo conteúdo.

Utilizando dos conhecimentos acumulados na turma o professor deve estimulá-los à

intuição da construção e justificar o método.

o Revisão e entrega das atividades

Nesta aula, revisamos o que foi trabalhado durante o projeto e entregamos as

atividades corrigidas para que pudessem estudar para a avaliação que seria aplicada na

aula seguinte, além de tê-las como devolutiva com correção comentada.

o Avaliação

Duração da atividade: 2 aulas/1h40min

Introdução

Da mesma forma que a atividade diagnóstica, a avaliação final vem como ferramenta para análise e quantização do conteúdo compreendido ao longo do projeto. Em nenhum momento do projeto tivemos a avaliação como objetivo, pensamos que este seria um incentivo para os alunos revisarem o conteúdo ensinado durante o segundo semestre. A pedido da professora Atsuko, atribuiríamos nota para cada aluno e esta comporia suas médias finais. No decorrer dos dias, o grupo decide que a avaliação final passa a ser um dos componentes de uma média antes formada por: participação nas atividades, participação nas aulas e desenvolvimento das atividades.

Objetivos

Individual e tradicional, a avaliação tem como principal objetivo verificar o desenvolvimento e o aprendizado da turma ao longo do projeto, comparados ao desempenho na atividade diagnóstica. Alguns do objetivos aparecem na Metodologia descrita adiante.

Materiais

Lápis e borracha;

Régua;

Compasso;

Metodologia

A avaliação deve ser feita individualmente a fim de podermos observar se os

conteúdos tratados em sala de aula foram compreendidos. O aluno deve ler e resolver

sozinhos as questões propostas, pois deste modo é analisada também a capacidade de compreensão do que se pede; a interpretação do enunciado.

Do conteúdo da avaliação

Como foi observado na atividade diagnóstica, muitos alunos tinham dificuldade com

relação às ferramentas que usaríamos, a régua e o compasso. No caso da régua, este foi

um dos focos no início do projeto e retomado durante todo o processo. O uso do

instrumento para traçar e medir segmentos integrou o corpo da avaliação final no primeiro

exercício.

Todo o ensino de construção foi baseado em sólidos geométricos, polígonos e

suas regularidades. Durante todo o projeto os alunos tinham apoio da geometria espacial

concreta. Deste modo, assim como também foi trabalhado na atividade diagnóstica, no

segundo exercício, avaliamos o reconhecimento dos sólidos e suas características.

Classificação de triângulos em relação aos lados e ângulos também aparece na

avaliação. Os triângulos foram objetos de estudo durante grande parte do projeto

principalmente por suas propriedades e importância na decomposição de figuras planas.

Soma dos ângulos internos do triângulo, trabalhado na Atividade 4, também é de grande

importância e compõe a prova numa questão de alternativa propositalmente elaborada.

A condição de existência dos triângulos é apresentada de modo a exigir bastante

raciocínio e compreensão, também numa questão de alternativas com justificativa.

Para o uso do compasso foram cobradas as diversas construções feitas em sala,

conforme podemos observar nas atividades: perpendiculares, que passa por um ponto da

reta e por um ponto fora dela (aparecendo como exercício para determinar a altura de um

triângulo obtusângulo no segundo caso), construção de paralela com medida conhecida

(aparecendo como exercício, a construção de um quadrado), mediatrizes e transporte de

ângulo.

Roteiro do Aluno

Os alunos sentam somente com os materiais necessários em suas carteiras

e respondem as questões propostas. Algumas de prática, outras de raciocínio. Não será

permitido consultar as atividades de sala ou consultar o colega.

Roteiro do Professor

No caso da avaliação, o professor deve garantir apenas a organização bem sucedida da avaliação e da sala, o silêncio e a boa condição dos materiais utilizados.

o Atividade final

Tema: Construção de sólidos regulares ou irregulares usando régua e compasso. Duração da atividade: Duas aulas/1h40min

Introdução

Num dos primeiros contatos que tivemos com a turma, fizemos a atividade diagnóstica e o mais interessante da atividade foi que eles adoraram manusear aqueles sólidos geométricos e saber que nós mesmos os havíamos construído. Naquele momento os alunos decidem o rumo do nosso projeto e querem ao final do curso ser capazes de construir sólidos como aqueles. Acreditamos que ao longo do projeto demos subsídios suficientes para que os alunos fizessem qualquer construção geométrica das propostas nesta atividade. Então para finalizamos o projeto conforme havíamos planejado, expusemos diferentes tipos de sólidos geométricos no fundo da sala de aula, agrupados e com suas respectivas planificações. Entre os 29 sólidos, tínhamos o cilindro, as pirâmides com bases hexagonais e quadradas, os prismas de base triangulares, quadradas e hexagonais, o cuboctaedro e os cinco sólidos regulares de Platão: tetraedro, hexaedro (cubo), octaedro, dodecaedro e icosaedro. Todos em diversos tamanhos de base, altura e cores.

Objetivos

Fixar e principalmente materializar o aprendizado são dois dos objetivos da atividade de encerramento. Acreditamos na importância do resultado concreto da evolução. Com esta atividade o aluno se sente capaz de criar e é estimulado pelo sentido visual do seu trabalho. Outros objetivos aparecem com menos força, como o possível interesse de alunos que até aquele momento não estavam interessados e portanto a oportunidade de ensiná- los a pratica do conteúdo.

Materiais

Lápis e borracha;

Régua;

Compasso;

Folhas grandes de papel cartão (várias cores);

Sólidos geométricos de diferentes tipos;

Planificação impressa dos sólidos que serão expostos;

Tesoura;

Fita adesiva;

Metodologia

No fundo da sala de aula são colocadas algumas carteiras e nelas estão os sólidos agrupados e expostos. Cada carteira tem uma planificação no conjunto e sólidos daquele tipo em diversos tamanhos. Juntos, os alunos observam a exposição, naturalmente tocam nos objetos, conversam sobre como seriam as construções e escolhem o que farão no papel cartão. Tivemos alunos que escolheram pirâmide de base hexagonal, icosaedro, prismas, entre outros. Os pentágonos, e portanto o dodecaedro, era feito em origami para quem tivesse interesse e curiosidade. Boa parte dos alunos pôde escolher mais de um sólido para construção, conforme o interesse. Em alguns casos quiseram ir além e aprender a construção com régua e compasso do pentágono mas logo desistiam da ideia e queriam aprender a dobradura. Naquele dia ensinamos o que eles nos pediam, não ensinamos algo planejado. A atividade é de recreação e não é uma atividade obrigatória, poucos alunos decidiram não fazer mas mesmo assim observaram a exposição.

Roteiro do aluno

O aluno observa a exposição, recolhe a planificação, o papel cartão e constrói com

régua e compasso à luz do modelo, o sólido escolhido.

É permitido consultar as atividades, os colegas ou qualquer professor presente na

sala de aula.

Roteiro do professor

Nesta atividade o professor deve estar bem preparado quando às construções necessárias para cada objeto e retomar o conteúdo da maneira como foi abordado ao longo das atividades. Sendo assim, os alunos não terão grandes dificuldades na realização das tarefas. O professor deve também cuidar de observações simples com questões pertinentes que estimulem a estratégia e o raciocínio.

CRONOGRAMA

Planos de aula

Datas

Atividade diagnóstica

27/05/2013

Atividade diagnóstica 2

10/06/2013

Atividade 1

23/08/2013

Atividade 2

30/08/2013

Atividade 3

20/09/2013

Atividade 4

27/09/2013

Atividade 5

16/10/2013

Atividade 6

25/10/2013

Atividade 7

01/11/2013

Revisão e entrega de atividades

08/11/2013

Avaliação

22/11/2013

Atividade final

29/11/2013

CONCLUSÃO

O objetivo primeiro de todo projeto de ensino é que seja intencional e concretize um aprendizado. Obtivemos sucesso no seu decorrer e desenvolvimento com relação a estes objetivos primeiros e todos os outros objetivos planejados ao longo do semestre, expostos na descrição deste trabalho. Deixou a desejar a praticidade das atividades e acreditamos que o problema inicial sobre um único professor atender 30 alunos e ensiná-los desenho geométrico, não foi solucionado. O projeto foi muito bom para os alunos mas pouco pudemos ajudar a professora da turma na praticidade deste ensino. Se fez realmente necessário o atendimento individual ao longo de todo o projeto, variando entre coisas simples como segurar e posicionar as ferramentas de trabalho até dúvidas conceituais. Entre outras coisas, o projeto foi bom por ser elaborado com atenção aos objetivos planejados, por ter sido reformulado e repensado conforme os resultados das atividades, passando por várias versões até a versão final apresentada. Apesar dos vários problemas encontrados na unidade escolar, como falta de materiais e até mesmo um grande número de aulas vagas, obtivemos sucesso. Temos resultados concretos de desenvolvimento da turma nos conteúdos abordados em sala e vimos este como um resultado positivo. Temos certeza que disciplinas que tenham como objetivo a pratica do ensino são fundamentais num curso de formação de professor. A oportunidade de trabalhar um projeto anual tem um ganho imensurável no desenvolvimento da profissão dos alunos de licenciatura. Junto com toda a oportunidade da experiência, o professor da escola pública divide suas experiências, aprende e ensina, enquanto o professor da graduação, responsável pelo projeto nos orienta e compartilha sua larga experiência.

Referências bibliográficas:

1. ABRANTES, P. Trabalho de Projecto e Aprendizagem Matemática. Avaliação e Ed. Matemática. GEPEM-UFRJ, 1995.

2. ABRANTES, P. Avaliação e Ed. Matemática. GEPEM-UFRJ, p. 6-39, 1995.

3. MARMO, Carlos; MARMO, Nicolau. Desenho Geométrico 1 – Marmo, ed. Scipione, São Paulo, 1995.

4. Caderno do Aluno, vol.1- Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

5. ITACARAMBI, R. R,; BERTON, B. Ivani da Cunha. Geometria, Brincadeiras e Jogos: 1º ciclo do Ensino Fundamental. ed. Livraria da Física, vol. 1, 2008.

6. Parâmetros curriculares nacionais, 1998, usado como referência no desenvolvimento dos objetivos.

7. RPM, Revista do professor de Matemática.

8. Módulos didáticos e aulas disponíveis na internet em sites como Brasil Escola e Só Matemática, foram também pesquisados e usados como referência do mesmo modo que os livros didáticos supracitados.

APÊNDICE

Atividade diagnóstica (primeira etapa):

Nome:

Idade:

Escreva as atividades que você mais gosta de fazer.

Marque com um “x” as atividades que lhe interessam.

(

)Videogame

 

( ) Desenhar

(

) Esporte

( ) Pintar

(

)Música

( ) Cinema

(

) Internet

( ) Teatro

(

) Dança

( ) Cantar

(

) Poesia

( ) Sair com amigos

(

) Montagem de maquete

(

) Estudar

(

) Ler

( ) Recortes e colagens

(

) Assistir TV

( ) Dobradura

(

) Brincar

( ) Viajar

Cite uma pessoa que você admira muito e escreva o que ela representa em sua vida.

Circule o número maior de cada alternativa.

a) -2

-8

-10

b) -1

0

-5

c) 1,33

1,333

1,2003

Ligue cada frase à operação correspondente.

Repartir em partes iguais •

• Multiplicação

Meu salário triplicou •

• Subtração

Acumular objetos •

• Divisão

Perder peso •

• Soma

Marque a localização de cada número abaixo na reta real.

 
  1,33 -1 2,5  

1,33

-1

2,5

  1,33 -1 2,5  
 

Calcule.

 

a)

194 + 28 =

b) 2 +

=

c) 1001 – 328 =

d)

19,7 – 2,25 =

e) 180 ÷ 2 =

 

f)

=

g)

0,9 ÷ 0,3 =

h) 17 x 81 =

 

i) 5 x

=

Atividade diagnóstica (segunda etapa):

Nome:

Idade:

1 Utilize a régua para medir os seguintes segmentos abaixo:

Utilize a régua para medir os seguintes segmentos abaixo: 2 − a) Qual a diferença entre

2 a) Qual a diferença entre um quadrado e um cubo?

b) Quantas dimensões têm as figuras abaixo?

entre um quadrado e um cubo? b) Quantas dimensões têm as figuras abaixo? c) Altura, largura
entre um quadrado e um cubo? b) Quantas dimensões têm as figuras abaixo? c) Altura, largura

c) Altura, largura e comprimento são o quê?

3 Qual a diferença entre volume, área e comprimento?

ATIVIDADE EM GRUPO Nomes:

1 Utilizando régua e compasso, construa:

a) Um círculo com raio de 2,0 cm.

b) Um quadrado com lados medindo 3,7 cm.

c) Um triângulo com lados medindo 3,0 cm.

d) Um triângulo com lados medindo: 3,0 cm x 4,0 cm x 5,0 cm.

e) Um trapézio com a base maior medindo 4,0 cm, base menor 3,0 cm e altura 2,0

cm.

f) Um losango com diagonais de 3,0 cm e 4,0 cm.

g) Um cubo com arestas medindo 4,0 cm.

h) Um paralelepípedo com medidas: 3,0 cm x 4,0 cm x 5,0 cm.

i) Desenhe livremente uma pirâmide de base triangular, outra de base pentagonal e

um cone.

2 Observe os sólidos e anote o que é pedido abaixo:

SÓLIDOS

VÉRTICES

FACES

ARESTAS

TIPO DE FACES

TETRAEDRO

       

CUBO

       

OCTAEDRO

       

DODECAEDRO

       

ICOSAEDRO

       

CUBOCTAEDRO

       

3 Tente identificar as formas geométricas presentes nos objetos dados:

1:

2:

3:

4:

5:

6:

Resultados dos Interesses dos alunos

Atividade

Freqüência

Porcentagem

Internet

27

96%

Música

25

89%

Assistir TV

24

86%

Cinema

24

86%

Sair com Amigos

21

75%

Viajar

21

75%

Vid eogame

20

71%

Esporte

18

64%

Ler

17

61%

Cantar

13

46%

Estudar

13

46%

Desenhar

12

43%

Teatro

11

39%

Brincar

10

36%

Pintar

10

36%

Dança

6

21%

Recortes E Colagens

6

21%

Dobradura

5

18%

Montagem de Maquete

3

11%

Poesia

2

7%

Representação Gráfica

6 21% Dobradura 5 18% Montagem de Maquete 3 11% Poesia 2 7% Representação Gráfica

Resultados da 1° Atividade Diagnóstica

Número maior

Acertou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

a

20

0

8

0

 

b

21

0

7

0

c

7

0

20

1

Quatro

       

operações

Acertou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

Adição

26

0

2

0

Subtração

25

0

3

0

Multiplicaçã o

24

0

4

0

Divisão

25

0

3

0

Reta Real

Acertou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

Raiz de 2

8

3

10

7

1,33

11

3

6

8

-

1

17

0

1

10

2,5

17

1

4

6

1/4

9

0

9

10

-

5/2

7

0

12

9

Calcule

Acertou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

a

22

6

0

0

 

b

3

18

2

5

c

18

5

3

2

d

9

15

1

3

e

17

6

1

4

f

5

5

2

16

g

10

6

3

9

h

15

10

1

2

i

7

12

1

8

j

18

5

2

3

Resultados da 2° Atividade Diagnóstica

Questão 1

Acertou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

a

 

20

1

9

0

b

 

23

0

7

0

c

 

21

2

7

0

Questão 2 - a)

A

certou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

Diferença quadrado e cubo

 

10

11

6

3

Questão 2 - b)

Acertou

Tentou mas errou

Errou

Não tentou

Segmento

 

12

0

16

2

Quadrado

 

22

0

7

1

Paralelepípedo

 

23

0

6

1

Triângulo

 

21

0

8

1

Pirâmide

 

25

0

4

1

Esfera

 

27

0

2

1

Questão 2 - c)

Sabe

Não sabe

 

Altura, largura e comprimento

 

5

25

Questão 3

Sabe

Não sabe

Volume, área e comprimento

 

5

25

ATIVIDADES

Nome:

Atividade 3

Projeto MAT1500 – Triângulos 1) Cole os três pedaços de canudo abaixo para formar um triângulo:

2) Você conseguiu? Seus pedacinhos formaram um triângulo?

( ) Sim

( ) Não

Se não, porque acha que isso aconteceu?

3) Meça com régua os três pedacinhos de canudo (lados do triângulo) e preencha com as medidas abaixo:

Lado 1:

cm

Lado 2:

cm

Lado 3:

cm

4) Assinale com um “X” em qual das situações abaixo o seu triângulo se encaixa:

(

) Três lados iguais

(

) Dois lados iguais e um diferente

(

) Três lados diferentes

( ) Não consegui montar um triângulo

Nome:

Atividade 4

Projeto MAT1500 – Triângulos parte 2

1)

Construa com régua e compasso um triângulo qualquer na folha sulfite dada.

2)

Pinte os ângulos dos vértices, um de cada cor e numere-os de 1 a 3.

3)

Recorte as pontas do triângulo e cole um ao lado do outro sobre a reta abaixo.

4)

Compare o seu resultado com os dos seus colegas. Foi parecido?

5)

Portanto, o que você pode concluir a respeito da junção dos ângulos de um triângulo?

6)

De acordo com os ângulos do seu triângulo, complete com uma das palavras entre parênteses as

sentenças a seguir:

a) O meu ângulo número

Ele é chamado de

b) O meu ângulo número

Ele é chamado de

c) O meu ângulo número

Ele é chamado de

(1/ 2 /3) é (obtuso

/ agudo / reto).

(1/ 2 /3) é (obtuso

/ agudo / reto).

(1/ 2 /3) é (obtuso

/ agudo / reto).

(maior / menor / igual) que o ângulo reto.

(maior / menor / igual) que o ângulo reto.

(maior / menor / igual) que o ângulo reto.

7)

Assinale em qual das situações abaixo o seu triângulo se enquadra:

(

) Um dos seus ângulos é obtuso. (Triângulo Obtusângulo)

(

) Todos os seus ângulos são agudos. (Triângulo Acutângulo)

(

) Um dos seus ângulos é reto. (Triângulo Retângulo)

Portanto o meu triângulo é classificado quanto aos ângulos de Triângulo

Nome:

Projeto MAT1500 – Triângulos parte 3

1) Construa com régua e compasso um triângulo isósceles na folha sulfite dada.

2) Nomeie o ângulo formado pelos lados iguais de ângulo a e os outros ângulos de b e c na ondem em que preferir e depois recorte o triângulo.

3) Dobre o triângulo ao meio de forma que o ângulo b fique sobre o ângulo c.

4) O que você pode concluir a respeito dos ângulos b e c?

5) Abra o triângulo e com uma régua trace o segmento formado pela marca da dobra.

6) Marque o ponto de encontro entre o segmento traçado e a base do triângulo, esse será o ponto M

.

7) Meça com régua a distância do ponto M aos vértices da base do triângulo, o que essas medidas tem em comum?

Portanto, o ponto M é chamado de

8) Observe o segmento traçado, que ângulo esse segmento forma com a base do triângulo?

Conclusão: Em um triângulo base e o vértice oposto é sempre

o segmento formado a partir do ponto a base.

Cole aqui o seu triângulo

da

Nome:

Atividade 5

Projeto MAT1500 – Construção da reta perpendicular

1) Construa uma reta perpendicular à reta r no ponto P.

Construa uma reta perpendicular à reta r no ponto P . 2) Construa uma reta perpendicular

2) Construa uma reta perpendicular à reta r que passa pelo ponto P.

3) Obtenha o ponto médio do segmento AB, sem usar régua.

4) Construa um triângulo qualquer ABC, e trace a mediatriz referente a cada lado.

Nome:

Atividade 6

ATIVIDADE 6 – Projeto MAT1500 – IME/USP

1)

2)

3)

Divida o segmento abaixo em quatro partes iguais.

Q P Dados os segmentos e , construa um segmento .
Q
P
Dados os segmentos
e , construa um segmento
.

A

C B D
C
B
D

Determine a altura do triângulo

Q P Dados os segmentos e , construa um segmento . A C B D Determine

relativa ao lado

A B
A
B

C

.
.

4)

Construa um triângulo ABC qualquer e trace a mediatriz dos segmentos AB, BC e CA.

5)

6)

e trace a mediatriz dos segmentos AB, BC e CA. 5) 6) Construa uma reta paralela
e trace a mediatriz dos segmentos AB, BC e CA. 5) 6) Construa uma reta paralela

Construa uma reta paralela à reta , pa ssando pelo ponto .

.
.

Construa um quadrado de lado igual a

.
.
AB, BC e CA. 5) 6) Construa uma reta paralela à reta , pa ssando pelo

Nome:

Atividade 7

Projeto MAT1500 ̶Atividade 7

1)

Transporte o ângulo AÔB, de modo que o vértice O esteja sobre a reta s.

2)

Dado dois ângulos com medidas, α e β , respectivamente, faça o que se pede a seguir.

a)

Construa um ângulo, cuja medida seja igual a α + β .

b)

Construa um ângulo, cuja medida seja igual a α - β .

c)

Construa um ângulo, cuja medida seja igual a 2 α .

3) Construa um triângulo ABC, cujos lados AC e AB medem 3 cm e 5cm, respectivamente, e o

ângulo BÂC tem medida igual a α .

4)

Construa a bissetriz do ângulo reto. E marque a medida do par de ângulos encontrado.

5)

Construa um triângulo equilátero. Em seguida, construa a bissetriz de um de seus ângulos, e

marque a medida do par de ângulos encontrada.

Nome:

Avaliação

AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO – Projeto MAT1500 – IME/USP.

1)

Utilizando a régua, responda quanto mede o segmento abaixo:

A

B

Reposta: o segmento

Reposta: o segmento mede centímetros.

mede

centímetros.

2)

Observe o exemplo, relacio ne as colunas abaixo e responda o que se pede.

relacio ne as colunas abaixo e responda o que se pede. Octaedro faces, vértices e arestas.

Octaedro

faces,

vértices e

arestas.

Icosaedro

faces,

vértices e

arestas.

Tetraedro

faces,

vértices e

arestas.

Dodecaedro

faces,

vértices e

arestas.

Cubo (Hexaedro)

6 faces, 8 vértices e 12 arestas.

a) Os lados do segundo triângulo são duas vezes maiores do que os lados do

a) Os lados do segundo triângulo são duas vezes maiores do que os lados do primeiro triângulo, por isso, a soma dos ângulos internos t ambém será o dobro.

b) A soma dos ângulos internos do primeiro e do segundo triângulos são iguais e valem

c) Nada podemos dizer sobre a soma dos ângulos internos dos triângulos, faltam dados no exercício.

d) Nenhuma das alternativas anteriores está correta.

.
.

4)

Assinale a(s) alternativa(s) incorreta(s) , ou seja, aquela(s) onde o triângulo sugerido não existe:

a) Triângulo de lados 13, 12 e 5.

b) Triângulo de lados 6, 7 e 8.

c) Triângulo de lados 4, 4 e 4.

d) Triângulo de lados 3, 6 e 10.

e) Triângulo de lados 5, 5 e 8.

Justifique:

5)

Faça o que se pede:

b) Construa uma reta perpendicular à reta r que passa pelo ponto P . c)

b) Construa uma reta perpendicular à reta r que passa pelo ponto P .

reta perpendicular à reta r que passa pelo ponto P . c) Construa uma reta paralela
reta perpendicular à reta r que passa pelo ponto P . c) Construa uma reta paralela

c) Construa uma reta paralela à reta que passa pel o ponto .

d) Construa um quadrado de lado igual a 5 centímetros.

e) Trace as mediatrizes dos segmentos

no triângulo abaixo.e) Trace as mediatrizes dos segmentos f) Trace as mediatrizes dos segmentos no triângulo abaixo.

e) Trace as mediatrizes dos segmentos no triângulo abaixo. f) Trace as mediatrizes dos segmentos no

f) Trace as mediatrizes dos segmentos

no triângulo abaixo.e) Trace as mediatrizes dos segmentos no triângulo abaixo. f) Trace as mediatrizes dos segmentos

e) Trace as mediatrizes dos segmentos no triângulo abaixo. f) Trace as mediatrizes dos segmentos no

FOTOS

FOTOS Atividade 1 Atividade 2 Atividade final Atividade 3
FOTOS Atividade 1 Atividade 2 Atividade final Atividade 3

Atividade 1

Atividade 2

Atividade final

Atividade 3