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Caderno

de

Atividades

eNsiNO MéDiO

LÍNGUA PORTUGUESA

2 a . série

Caderno de Atividades eNsiNO MéDiO LÍNGUA PORTUGUESA 2 a . série
Caderno de Atividades eNsiNO MéDiO LÍNGUA PORTUGUESA 2 a . série

Dados Internacionais para Catalogação na Publicação (CIP) (Luciane M. M. Novinski /CRB 9/1253 /Curitiba, PR, Brasil)

D541

Dias, Nathalia Saliba Caderno de atividades: língua portuguesa 2 a . série do ensino médio / Nathalia Saliba Dias — Curitiba : Positivo, 2010

Sistema Positivo de Ensino ISBN 978-85-385-4460-9

1. Língua portuguesa. 2. Ensino Médio – Currículos. I Título

CDU 82.081

© Editora Positivo Ltda., 2010

Diretor-Superintendente

Ruben Formighieri

Diretor-Geral

Emerson Walter dos Santos

Diretor Editorial

Joseph Razouk Junior

Gerente Editorial

Maria Elenice Costa Dantas

Gerente de Arte e Iconografia

Cláudio Espósito Godoy

Autoria

Nathalia Saliba Dias

Edição

Fernanda Rosário de Mello, Solange Gomes

Edição de arte

Angela G. de Souza

Projeto gráfico e capa

Roberto Corban

Editoração

Expressão Digital

Pesquisa iconográfica

Madrine Eduarda Perussi, Sabrina Ferreira e Susan Rocha de Oliveira © Imagem da capa: P.Imagens/Pith

Produção Editora Positivo Ltda. Rua Major Heitor Guimarães, 174 80440-120 – Curitiba – PR Tel.: (0xx41) 3312-3500 – Fax: (0xx41) 3312-3599

Impressão e acabamento Gráfica Posigraf S.A. Rua Senador Accioly Filho, 500 81310-000 – Curitiba – PR Fax: (0xx41) 3212-5452

E-mail: posigraf@positivo.com.br

2012

Contato

editora.spe@positivo.com.br

– Curitiba – PR Fax: (0xx41) 3212-5452 E-mail : posigraf@positivo.com.br 2012 Contato editora.spe@positivo.com.br

Leitura | Resenha

Língua Portuguesa

Crepúsculo

Por Rodolfo Lima – jornalista, ator e crítico de cinema

Dificilmente algum autor superará a história de “Romeu e Julieta”, escrita por William Shakespeare. Há histórias de amor tão interessantes quanto. Porém o “amor impossível” cunha- do pelo autor inglês serve de inspiração para milhares de roteiristas, dramaturgos e autores.

“Crepúsculo”, escrito por Stephenie Meyer, foi traduzido para mais de 37 países, vendeu 17 milhões de cópias pelo mundo todo e se tornou um fenômeno adolescente. “Harry Potter” e sua namoradinha mestiça já virou passado.

Bella (Kristen Stewart) e Edward (Robert Pattinson) se apaixonam na primeira vez que se olham. Ela fica instigada pela figura exótica, apática e misteriosa do colega de sala, ele louco para beber o sangue da “Bella” e novata mortal.

Estabelecido o “conflito”, “Crepúsculo” se mostra um filme atraente, sedutor e voyerístico.

A possibilidade de um namoro tradicional não é realizável. Edward é um vampiro, que se esforça

para não precisar de sangue humano. Mas o cheiro de Bella o entorpece e faz com que, entre a sedução e o medo de falhar, se aproxime da amada.

Em “Crepúsculo”, não há beijos ardentes, cenas quentes de sexo, corpos nus e música pop. No filme o sugerido tem mais espaço do que é mostrado e torna idílica a relação de amor entre Bella e Edward.

Ele não pode tocá-la, pois tem medo de não resistir e “literalmente” sugar o amor que sente por ela. Bella quer ser amada na sua plenitude, nem que para isso precise virar uma imortal como Edward. Quer dar seu sangue como símbolo maior do seu amor.

Em certo momento, ela diz querer viver com ele para sempre. Ele responde: “– Uma vida longa e intensa não basta?”

Eis ai o grande “segredo” de “Crepúsculo”: como evitar a atração que os jovens sentem pelo perigo e para o impossível?

A cena em que assumem um para o outro seus sentimentos é retratada numa floresta e nada mais clichê – e por que não romântico? – que duas pessoas em meio à natureza derretendo-se um para o outro.

“Crepúsculo” seduz, mescla romantismo com imaturidade, estabelece conflitos, trabalha com

o imaginário do amor impossível, os atores criam empatia na primeira cena e, tirando alguns

trechos que de tão improváveis soam inverossímeis, dá conta do recado e põe a plateia do cinema para suspirar. O público não se importa que a história seja adolescente, tudo o que quer é um amor inebriante, impulsivo e passional.

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Caderno de Atividades

Se o amor é uma espécie de droga, “Crepúsculo” é um exemplo – mesmo que prematuro – dos efeitos que ela pode vir a causar. Resgate aquele amor adolescente dentro de ti e se divirta.

Ficha Técnica Direção: Catherine Hardwicke Gênero: Romance/Aventura Duração: 120 min. Distribuidora: Paris Filmes Elenco: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Michael Welch, Justin Chon, Peter Facinelli, Kellan Lutz, Cam Gigandet, Anna Kendrick.

LIMA, Rodolfo. Crepúsculo. Disponível em: <www.cranik.com/crepusculo.html>. Acesso em: 03 ago. 2010.

Acesso em: 03 ago. 2010. 1. O texto que você acabou de ler é uma resenha

1. O texto que você acabou de ler é uma resenha jor- nalística. Sobre esse gênero, O texto que você acabou de ler é uma resenha jor- nalística. Sobre esse gênero, é correto afirmar que:

a) faz uma crítica sobre um objeto artístico somente com o intuito de divulgar diferentes pontos de vista.

b) tem a intenção de vender um bem, levantando informações positivas para levar à compra do produto.

c) levanta dados positivos e negativos de um deter- minado bem artístico, para apresentá-lo a pesso- as especializadas.

d) apresenta o ponto de vista de um especialista, com o objetivo de ensinar as pessoas a fruírem um bem cultural.

e) procura divulgar um bem cultural, apresentando informações técnicas e críticas sobre o produto.

2. Identifique os elementos principais que compõem essa descrição: Identifique os elementos principais que compõem essa descrição:

a) Nome do artista:

b) Título da obra:

c) Ano de lançamento:

d) Distribuidora:

e) Duração:

f ) Preço:

g) Avaliação:

3. Analise os seguintes trechos e encontre outros ter- mos para substituir os que estão em Analise os seguintes trechos e encontre outros ter- mos para substituir os que estão em destaque:

a) Porém o “amor impossível” cunhado pelo autor inglês serve de inspiração para milhares de rotei- ristas, dramaturgos e autores.

para milhares de rotei- ristas, dramaturgos e autores. b) Ela fica instigada pela figura exótica, apática

b) Ela fica instigada pela figura exótica, apática e misteriosa do colega de sala, ele louco para beber o sangue da “Bella” e novata mortal.

c) Estabelecido o “conflito”, “Crepúsculo” se mostra um filme atraente, sedutor e voyerístico.

d) Mas o cheiro de Bella o entorpece e faz com que, entre a sedução e o medo de falhar, se apro- xime da amada.

e) No filme o sugerido tem mais espaço do que é mostrado e torna idílica a relação de amor entre Bella e Edward.

f ) Alguns trechos, que de tão improváveis soam in- verossímeis.

g) Tudo o que quer é um amor inebriante, impul- sivo e passional.

Língua Portuguesa

4. As resenhas podem ser críticas (aquelas em que predomina a opinião do autor) ou técnicas (aquelas que apre- sentam objetivamente as características do produto). O texto sobre o filme “Crepúsculo” é crítico ou técnico? Justifique:

5.
5.

Afinal, devemos assistir ao filme? A crítica do filme é positiva ou negativa? Faça uma pequena lista com os argu- mentos apresentados:

6. A resenha possui trechos argumentativos e descritivos. Encontre um exemplo para cada uma das
6. A resenha possui trechos argumentativos e descritivos. Encontre um exemplo para cada uma das sequências
discursivas:
ArgumentA ção
Descrição
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Caderno de Atividades

Leitura | aRtigo de divulgação científica

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Você pode ser imortal

Nascer, reproduzir, morrer – eis o ciclo da vida. Mas isso é só por enquanto. A ciência está trabalhando para que ninguém mais morra de velho. E é possível que dê tempo de você entrar nessa

Por João Vito Cinquepalmi

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água- -viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a Turritopsis vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células se mantêm em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva. Parecida com a do Sebates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de “envelhecimento desprezí- vel”. Suas células ficam sempre jovens, por motivos que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa boquinha. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos – ficamos grisalhos, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Numa sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir fun- ções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina numa pane geral. E nós morremos.

Para impedir que o corpo definhe desse jeito, o homem já tentou de tudo: de mumificação, no Egito antigo, a injeções feitas a partir de testículos de animais, na França do século 19. Só que agora estamos mais próximos do que nunca do sonho da imortalidade. Por causa dessas espécies highlanders, cientistas do mundo todo acreditam que nós também podemos ser imortais. E já têm propostas para isso, divididas em duas linhas: remédios – feitos para aprimorar nossa defesa contra a morte – e inovações tecnológicas que nos tornarão quase robôs. Sabe aquela expressão “de certo na vida, só a morte”? Parece que ela vai perder o sentido em breve. “Em 50 anos não vai mais existir definição para expectativa de vida. Teremos um controle tão completo do envelheci- mento que as pessoas viverão indefinidamente”, diz Aubrey de Grey, geneticista da Universidade de Cambridge.

Não é uma tarefa fácil. Essa pesquisa está diretamente relacionada ao estudo do envelheci- mento, que a ciência ainda não conseguiu destrinchar completamente. Pelo que se sabe, o corpo funciona como um carro. Depois de muito rodados, ambos acumulam defeitos. A diferença é que,

quando quebra, nosso corpo dá um jeito de se consertar. Se você sofre um corte, o sangue estan- ca em minutos, não é? O problema é que essa manutenção segue bem enquanto somos jovens, mas vai perdendo a eficácia. Com o tempo, células param de se reproduzir, o corpo vai sofrendo

e a nossa máquina não dá conta de reparar tudo. Ficamos velhos, fracos,

ataques do ambiente vulneráveis.

Língua Portuguesa

Para que possamos viver para sempre, esse sistema de reparos não pode parar. E já

Para que possamos viver para sempre, esse sistema de reparos não pode parar. E já apareceu proposta de todo tipo pra isso. Se antes essas ideias eram tidas como fringe science – algo como “ciência marginal”, que tem mais de especulação do que de fato –, agora elas começam a ser vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel.

vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel. CINQUEPALMI, João Vito. Você pode ser
vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel. CINQUEPALMI, João Vito. Você pode ser

CINQUEPALMI, João Vito. Você pode ser imortal. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/voce-pode-ser-imortal-535997.shtml>. Acesso em: 04 ago. 2010.

. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/voce-pode-ser-imortal-535997.shtml>. Acesso em: 04 ago. 2010.
. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/voce-pode-ser-imortal-535997.shtml>. Acesso em: 04 ago. 2010.
. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/voce-pode-ser-imortal-535997.shtml>. Acesso em: 04 ago. 2010.

1. O texto Você pode ser imortal , possui um caráter jornalístico, didático e científico. Explique: O texto Você pode ser imortal, possui um caráter jornalístico, didático e científico. Explique:

2. Faça um resumo das informações principais de cada parágrafo: 1º. pA rágr A fo
2. Faça um resumo das informações principais de cada parágrafo:
1º. pA rágr A fo
2º. pA rágr A fo
3º. pA rágr A fo
4º. pA rágr A fo
5º. pA rágr A fo
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Caderno de Atividades

3.
3.

O autor utiliza diversos recursos para tornar a leitura mais didática e agradável ao leitor. Retire três exemplos do texto:

4. A qual gênero pertence o texto que você acabou de ler?

a) É um artigo de opinião, porque apresenta o pon- to de vista de um especialista sobre um assunto de interesse geral.

b) É uma reportagem, porque levanta dados de for- ma aprofundada para um público especializado.

c) É uma notícia, pois informa a população sobre fatos recentes e notórios.

d) É uma crônica, já que comenta criticamente fatos do cotidiano, com o intuito de fazer o leitor refle- tir sobre o assunto.

e) É um texto de divulgação científica, porque apre- senta informações sobre o mundo da ciência para leigos.

Quais dos elementos a seguir estão, comumente, presentes nesse gênero?senta informações sobre o mundo da ciência para leigos. anotações ) Título e linha-fina ( (

anotações

) Título e linha-fina(

(

(

) Linguagem subjetiva e informal

(

) Linguagem acessível e objetiva

(

) Uso de termos técnicos

(

) Temas científicos

(

) Temas cotidianos

(

) Publicado em livros de literatura

(

) Publicado em suportes de ampla divulgação

6. A expressão do texto “Morte morrida” faz referência ao texto Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto. Qual é o nome dado a esse recurso?

a)

Intertextualidade

b)

Ironia

c)

Metáfora

d)

Antítese

e)

Metonímiae)

Língua Portuguesa

Leitura | aRtigo de divulgação científica

Nova superbactéria preocupa os cientistas

Ela é resistente a antibióticos, afirmam os pesquisadores em estudo

As bactérias NDM-1 são resistentes até ao carbapenem, um grupo de antibióticos utilizado como última tentativa em tratamentos de emergência contra bactérias resistentes a muitos re- médios.

Turistas que viajaram ao sul da Ásia com o objetivo de fazer cirurgias estéticas levaram para a Grã-Bretanha um novo tipo de bactéria mutante, resistente a antibióticos. O alerta foi feito por cientistas que assinam um artigo publicado na revista Lancet nesta quarta-feira.

Muitas infecções hospitalares, que já eram combatidas com dificuldade, tornaram-se ainda mais resistentes aos medicamentos em consequência de uma enzima descoberta recentemente e que deixa a bactéria muito resistente. A enzima, conhecida como NDM-1, foi identificada pela primeira vez ano passado por Timothy Walsh, da Universidade de Cardiff, em dois tipos de bac- téria – Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli (E.coli) - em um paciente sueco internado em um hospital da Índia.

As bactérias NDM-1 são resistentes até ao carbapenem, um grupo de antibióticos utilizado como última tentativa em tratamentos de emergência contra bactérias resistentes a muitos remé- dios. Os cientistas afirmaram que as bactérias foram levadas à Grã-Bretanha por pacientes que viajaram à Índia e ao Paquistão.

“Se essas infecções continuassem sem o tratamento apropriado, com certeza poderíamos es- perar algum tipo de mortalidade”, declarou Walsh, professor de microbiologia, à rádio BBC. “Vai ser muito difícil tratar as infecções nos pacientes com esse tipo de bactéria”, acrescentou. No estudo, coordenado por Walsh e pela Universidade Karthikeyan Kumarasamy de Madras, os cientistas tentaram determinar a presença da NDM-1 no sul da Ásia e no Reino Unido.

Examinando pacientes com sintomas suspeitos em hospitais, eles detectaram 44 casos - 1,5% dos pesquisados - em Chennai, e 26 (8% dos pesquisados) em Haryana, cidades da Índia. Também encontraram a superbactéria em Bangladesh e no Paquistão, assim como 37 casos na Grã-Bre- tanha, alguns em pacientes que haviam retornado recentemente de cirurgias estéticas na Índia e Paquistão. “Como a Índia também é responsável por cirurgias estéticas de outros cidadãos euro- peus e americanos, e é provável que a NDM-1 se espalhe pelo mundo”, alerta o estudo.

Disponível em: < http://veja.abril.com.br/noticia/saude/nova-superbacteria-preocupa-os-cientistas>. Acesso em: 12 ago. 2010.

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Caderno de Atividades

Caderno de Atividades 1. O texto que você acabou de ler é um artigo de divulgação

1. O texto que você acabou de ler é um artigo de divulgação científica em que predominam:

a) sequências expositivas, pois a intenção é informar de modo imparcial e objetivo.

b) sequências narrativas, já que o autor conta para o leitor sobre as novas descobertas da ciência.

c) sequências argumentativas, pois o jornalista apresenta a sua opinião sobre os dados e informações apre- sentados.

d) sequências injuntivas porque ensina quais são as novas descobertas do mundo da ciência.

e) sequências descritivas, uma vez que apresenta o que acontece no mundo em um determinado momento.

2.
2.

Com base no texto que você acabou de ler e nas informações que você tem, explique o que é um texto de divulgação científica e qual o seu objetivo:

3.
3.

Utilizando o texto Nova superbactéria preocupa os cientistas, assinale quais são as características dos textos de divulgação científica:

(

) Objetividade no tratamento do tema

(

) Apresentação da opinião do jornalista sobre o assunto

(

) Explicação de termos e dados para o leitor não especializado

(

) Presença de termos técnicos

(

) Linguagem técnica e compreensível somente para quem é da área

(

) Uso de linguagem clara e vocabulário técnico, porém de fácil acesso

(

) Parágrafos curtos, que sintetizam e concentram uma única ideia

4. Faça um resumo das informações principais de cada parágrafo: 1º. pA rágr A fo
4. Faça um resumo das informações principais de cada parágrafo:
1º. pA rágr A fo
2º. pA rágr A fo
3º. pA rágr A fo
4º. pA rágr A fo
5º. pA rágr A fo
6º. pA rágr A fo
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Língua Portuguesa

Um dos parágrafos do texto pode ser suprimido sem prejuízo à sua compreensão do texto.Língua Portuguesa a) Qual é? Explique: b) Pode-se dizer que este fato é um problema da

a) Qual é? Explique:

b) Pode-se dizer que este fato é um problema da composição textual?

6. O artigo de divulgação científica deve ser objetivo e, por esse motivo, em momento algum o jornalista explicita o perigo que é a descoberta dessa nova bactéria superpotente. Porém, sugere essa ideia por diversos meios: esco- lha vocabular, citações, etc. Retire três trechos do texto em que essa ideia pode ser inferida:

Qual é a importância da divulgação das informações científicas apresentadas no artigo?esco- lha vocabular, citações, etc. Retire três trechos do texto em que essa ideia pode ser

anotações

Caderno de Atividades

Leitura | Poema

Ismália

Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu, Banhou-se toda em luar Queria subir ao céu, Queria descer ao mar

E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar Estava perto do céu, Estava longe do mar

E como um anjo pendeu As asas para voar Queria a lua do céu, Queria a lua do mar

As asas que Deus lhe deu Ruflaram de par em par Sua alma subiu ao céu, Seu corpo desceu ao mar

GUIMARAENS, Alphonsus de. Ismália. São Paulo: Cosac&Naify, 2006.

1. Com base numa primeira leitura, sobre o que fala o poema? Com base numa primeira leitura, sobre o que fala o poema?

2. Como sabemos, os poemas sugerem novos significados por meio do trabalho com a linguagem. Além Como sabemos, os poemas sugerem novos significados por meio do trabalho com a linguagem. Além do que pode ser apreendido com a primeira leitura, podemos dizer que o poema fala implicitamente sobre o quê?

Língua Portuguesa

3. O poema de Alphonsus de Guimaraens procura criar musicalidade por meio de diversos recursos,
3.
O poema de Alphonsus de Guimaraens procura criar musicalidade por meio de diversos recursos, entre eles ali-
terações, rimas e repetição de estruturas sintáticas. Encontre e transcreva do texto um exemplo para cada uma
delas:
AL iter A ç Õ es
rim A s
repetiç Õ es

4. Além da musicalidade, a repetição de estruturas representa formalmente o tema abordado pelo poema. Explique.

Analise o uso das reticências no poema e explique qual é sua função:representa formalmente o tema abordado pelo poema. Explique. 6. Analise a seguinte escolha vocabular e assinale

6. Analise a seguinte escolha vocabular e assinale a opção que indica quais os sentimentos que elas sugerem:

   

Torre

Lua

Banhou

Voar

 

Sonhar

Cantar

Anjo

Asas

(

) melancolia

 

(

) alegria

(

) euforia

(

) solidão

(

) tristeza

7.
7.

O texto anterior é um poema porque :

a) é um texto em prosa que procura discutir temas grandiosos, como a morte e a vida, por meio de uma lingua- gem elaborada.

b) está organizado em versos e estrofes, além disso, procura explorar as potencialidades da linguagem, criando novos efeitos de sentido.

c) está estruturado em forma de versos, com estrofes, rimas intercaladas e acento tônico na 6ª. e 8ª. sílabas poéticas.

d) é um texto em prosa que procura explorar as potencialidades da linguagem, criando novos efeitos de sentido.

e) é um texto organizado em versos e estrofes que procura discutir temas grandiosos, como a morte e a vida, por meio de uma linguagem simples e corriqueira.

estrofes que procura discutir temas grandiosos, como a morte e a vida, por meio de uma

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Caderno de Atividades

8. A produção de vários sentidos no poema depen- de em grande parte do trabalho com a linguagem. Analise, então, a sua composição formal e complete com as informações correspondentes:

então, a sua composição formal e complete com as informações correspondentes:   (c) Ruflaram de par
 

(c)

Ruflaram de par em par

(

)

Estar pendurado ou suspenso; estar pendente.

(

) Agitar, encrespar (as asas, as penas), para alçar voo.

 

Número de estrofes:

 

(

)

Ato de loucura; delírio, alucinação, desacerto; desatino, extravagância.

   
 

Rimas:

 

10. Nos dois últimos versos de cada estrofe, há repeti- ção dos termos céu/ mar. Qual figura de linguagem está presente nesse jogo de palavras?

Número de sílabas poéticas:

 
 
 

a) Metáfora

9. Faça a ligação entre a palavra em destaque e o seu sinônimo:

9. Faça a ligação entre a palavra em destaque e o seu sinônimo:

 

b) Eufemismo

c) Hipérbole

 

(a)

E, no desvario seu,

 

d) Antítese

(b)

E como um anjo pendeu

 
(b) E como um anjo pendeu   e) Paradoxo

e) Paradoxo

anotações

Leitura | editoRial

Língua Portuguesa

 

“O ladrão que furta para comer não vai, nem leva ao inferno; os que não só vão, mas levam,

 

de que eu trato, são outros ladrões, de maior calibre e de mais alta esfera”, escrevia no século 18

o

padre Antonio Vieira num de seus “Sermões”. Os ladrões de que falava eram aqueles que “rou-

bam e despojam os povos”. Passados já mais de três séculos, continuam válidas as imprecações que o pregador jesuíta fazia contra os que, servindo-se das facilidades do poder e da posição so- cial, esbulham em proveito próprio os recursos que deveriam ser destinados ao bem-estar coletivo.

Pois é o que infelizmente continuamos vendo. Multiplicam-se Brasil afora denúncias contra desvios de toda ordem e montante, sob as mais diversas modalidades, de recursos públicos – um caudal sem-fim de acontecimentos que, de tão frequentes, já quase não despertam indignação.

Anestesiada, a opinião pública acomoda tais fatos no rol das banalidades – mesmo porque seus autores mantêm-se impunes, acima da lei. “Quantas vezes se viu Roma ir a enforcar um ladrão, por ter furtado um carneiro, e no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província”, exclamava o padre Vieira.

 

Inclui-se nessa visão o rumoroso caso do desvio de diárias da Secretaria de Estado da Educa-

ção fartamente noticiado durante a semana. Seriam, de acordo com os primeiros cálculos, R$ 800 mil que saíram dos cofres públicos que, em vez de pagar despesas legítimas de viagens a trabalho de servidores da pasta, serviam para custear gastos tão alheios à finalidade quanto, por exemplo,

de pagar por serviços de babá. Grande parte das despesas irregulares era coberta pelo uso dos tais cartões corporativos.

o

 

As investigações estão sendo dificultadas: nada menos de 17 toneladas de documentos que po-

deriam levar à comprovação dos desvios e à responsabilização dos agentes públicos que os comete- ram – quer os que abusaram diretamente do uso do cartão, quer seus superiores que não exerciam

o

controle devido – simplesmente foram roubados de um depósito da Secretaria da Educação. A

polícia foi acionada para investigar o paradeiro de tais documentos (se é que eles ainda existem) e descobrir os autores e que interesses os moveram para surrupiá-los do arquivo. [ ]

As auditorias ainda superficiais feitas na Secretaria da Educação e outras iniciadas em dife- rentes setores já são suficientes para comprovar a existência e a persistência de irregularidades. O que se espera agora das autoridades é que, ao contrário do que lamentavelmente ocorre no país da impunidade, sejam devidamente identificados e punidos os responsáveis. E não apenas isso, que sejam criadas maneiras mais eficientes de fiscalização dos gastos do dinheiro público para evitar que abusos como esse voltem a ser cometidos em qualquer esfera dos poderes da República.

 

Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=1033692&tit=Ladroes-de-alta-esfera>. Acesso em: 09 ago. 2010.

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Caderno de Atividades

Caderno de Atividades 1. O texto que você acabou de ler é um editorial do jornal

1. O texto que você acabou de ler é um editorial do jornal Gazeta do Povo. Qual das opções a seguir define melhor esse gênero?

a) É um texto de opinião assinado por um jornalista renomado, cujo objetivo é apresentar e debater a opinião dessa pessoa ilustre sobre um tema de relevância social, política ou econômica.

b) Trata-se de uma reportagem mais elaborada, pois, além de apresentar os fatos de forma extensa e aprofunda- da, oferece também a opinião do veículo de comunicação.

c) É uma notícia mais detalhada, uma vez que apresenta fatos relevantes para a sociedade de forma mais de- morada, o que envolve a apresentação de gráficos e tabelas, porém, valendo-se sempre de uma linguagem objetiva e imparcial.

d) Como as crônicas, os editoriais apresentam um ponto de vista único sobre o objeto em discussão, portanto, trata-se de um texto de caráter ficcional cuja intenção é divulgar a opinião do jornal.

e) É um texto de caráter opinativo, geralmente não assinado, cuja intenção é apresentar a opinião do veículo de comunicação acerca dos fatos mais relevantes no ambiente político, social e econômico.

2.
2.

Faça a relação entre as palavras em destaque e as suas definições:

(

a ) “continuam válidas as imprecações que o pregador jesuíta fazia”

(

b ) “esbulham em proveito próprio os recursos que deveriam ser destinados ao bem-estar coletivo”

(

c ) “um caudal sem-fim de acontecimentos”

(

d ) “Anestesiada, a opinião pública acomoda tais fatos no rol das banalidades”

(

e ) “no mesmo dia ser levado em triunfo um cônsul, ou ditador, por ter roubado uma província”

(

) Privar de alguma coisa ilegitimamente, por fraude ou violência; roubar, despojar, esbulhar.

(

) Pedir (a Deus ou a poder superior) que envie sobre alguém males ou bens.

(

) Grande abundância ou fluência; torrente.

(

) Lista; relação de nomes de pessoas ou de coisas; relação, listagem.

(

) Vitória, grande alegria; satisfação plena; regozijo.

3.
3.

Identifique, no texto, os parágrafos que correspondem à introdução, ao desenvolvimento e à conclusão:

4. Qual é o assunto do editorial e qual o posicionamento do jornal em relação ao assunto?

Língua Portuguesa

Para convencer o leitor, o editorial se vale de vários recursos. Encontre, pelo menos, três, explicando a função de cada um deles:Língua Portuguesa 6. A linguagem dos editoriais tem as seguintes características. Explique cada uma delas e

6. A linguagem dos editoriais tem as seguintes características. Explique cada uma delas e exemplifique com trechos do texto:

a) Busca pela impessoalidade:

b) Topicalidade:

c) Condensabilidade:

d) Plasticidade:

Na conclusão do texto, o editorial apresenta o objetivo último. Que objetivo é esse?exemplifique com trechos do texto: a) Busca pela impessoalidade: b) Topicalidade: c) Condensabilidade: d) Plasticidade: 17

Caderno de Atividades

Leitura | caRtum/chaRge

Caderno de Atividades Leitura | caRtum/chaRge SOLDA. Doações de campanha. O Estado do Paraná. 10 ago.

SOLDA. Doações de campanha. O Estado do Paraná. 10 ago. 2010.

Doações de campanha. O Estado do Paraná. 10 ago. 2010. 1. Faça a correspondência entre o

1. Faça a correspondência entre o gênero e a sua respectiva definição:

(

1

)

Charge

(

2 )

Cartum

(

) Representação gráfica de caráter caricatural que pode se valer do exagero de determinada característica, a fim de chamar atenção do leitor. Geralmente, é composta somente por imagem e encontra-se ligada a fatos e situações de determinada época e região.

(

)

Apresenta uma situação humorística universal e atemporal, cujos temas podem ser reconhecidos por qual- quer leitor.

Apresenta uma situação humorística universal e atemporal, cujos temas podem ser reconhecidos por qual- quer leitor.

18

2.
2.

O texto de Solda é uma charge ou um cartum? Justifique:

Língua Portuguesa

Faça uma paráfrase explicando o significado das frases:é uma charge ou um cartum? Justifique: Língua Portuguesa Todo homem tem seu preço. Poucos, porém,

Todo homem tem seu preço. Poucos, porém, têm valor.

4. Explique qual é a relação entre a imagem e o texto. Explique quem são as pessoas representadas:

5.
5.

O texto tem a intenção de provocar humor? Explique quais recursos o autor utiliza para chamar a atenção do leitor:

6. Assinale a opção que define adequadamente a intenção do texto:

a) Fazer um elogio aos homens de valor que doam dinheiro para as campanhas eleitorais.

b) Criticar as doações para campanhas políticas cujo intuito é obter algum benefício próprio no futuro.

c) Criticar os altos valores doados irregularmente para os homens de valor, que são os políticos.

d) Criticar os políticos que se vendem para instituições sem fins lucrativos.

e) Apenas apresentar a situação muito recorrente nas eleições: as doações para campanhas políticas.

lucrativos. e) Apenas apresentar a situação muito recorrente nas eleições: as doações para campanhas políticas. 19

19

Caderno de Atividades

7.
7.

A frase do texto poderia ser reescrita, sem prejuízo para o sentido, da seguinte forma:

(

) Todo homem está à venda; no entanto, poucos merecem/podem ser comprados.

(

) Todos os homens podem ser comprados por uma quantia de dinheiro; mas poucos são objeto de desejo.

(

) Todos os homens têm o mesmo preço; contudo uns valem menos, outros valem mais.

(

) Todos os homens podem ser comprados; entretanto muitos não valem nada.

8. Quantas vozes você identifica no cartum lido? Explique quais são elas.

anotações

Leitura | diáRio de viagem

Língua Portuguesa

Incidente em Antares

O mais antigo documento escrito que se conhece, referente ao lugar onde mais tarde viria a ser fundada essa comunidade da região missioneira do Rio Grande do Sul, encontra-se no livro do na- turalista francês Gaston Gontran d’Auberville, intitulado Voyage pittoresque au Sud du Brésil (1830-1831). Escreveu o ilustre cientista em seu diário de viagem:

 

24 de abril – Cruzamos esta manhã o rio Uruguai, numa balsa, e entramos em território do Brasil. Estes campos verdes, duma beleza idílica, lembram os da nossa Provence. Aqui as pasta- gens são boas e o gado bovino, abundante. Os primeiros homens que encontramos, tanto os bran- cos como os índios, me olham com uma curiosidade meio desconfiada, que acho justificável, pois devem estranhar a minha indumentária, o meu aspecto físico e principalmente a minha bagagem:

as gaiolas em que trago os pássaros vivos que apanhei no Paraguai e na Argentina, e os sacos e caixas cheios das plantas e pedras que venho colecionando desde o momento em que pisei terras do Novo Mundo.

 

Cerca das dez horas da manhã, chegamos a um lugarejo pertencente à comarca de São Borja

e

conhecido como Povinho da Caveira, formado por uma escassa dúzia de ranchos pobres, perto

da barranca do rio. A pouca distância deles, situa-se a casa do proprietário destas terras, que me recebeu com certa cortesia. É um homem ainda jovem, de compleição robusta, cabelos e barbas castanhos e pele clara. Tem um ar autoritário, costuma falar muito alto, parece habituado a dar ordens e a ser obedecido. Chama-se Francisco Vacariano, nome provavelmente derivado da pala- vra vaca e que não me parece legítimo, mas adotado. A casa da estância de gado do sr. Vacariano

é

apenas um rancho maior que os outros da povoação. Comunico-me com esse senhor no meu

precário espanhol, e ele me responde na mesma língua mas usando, uma vez que outra, palavras

portuguesas.

 

Almoçamos ao meio-dia e o estancieiro nos serviu, numa grande marmita de ferro, pedaços de carne-seca (aqui chamada “charque”) com farinha de mandioca, tudo misturado com gordura animal. O sr. Vacariano imaginava que eu era uma espécie de mascate. Ficou desapontado quando verificou que eu não trazia tabaco, açúcar nem sal, gêneros de que carece no momento. Expliquei- -lhe que sou um cientista e o meu hospedeiro pareceu não me dar crédito, pois acha impossível que um homem empreenda uma tão longa e penosa viagem apenas para apanhar bichos e juntar plantas e pedras.

Percebi que o sr. Vacariano não confia nos “homens do outro lado do rio” nem parece gostar deles. Tal coisa não é para estranhar-se, se levarmos em conta que recentemente o Brasil esteve envolvido numa guerra com a Argentina pela posse da chamada Banda Oriental.

 

VERISSIMO, Erico. Incidente em Antares. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

 
   
21
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Caderno de Atividades

Caderno de Atividades 1. O trecho que você acabou de ler foi retirado do romance Incidente

1. O trecho que você acabou de ler foi retirado do romance Incidente em Antares, de Erico Verissimo, mas se apresen- ta como um diário de viagem de Gaston Gontran d’Auberville. Por se tratar de um romance, podemos suspeitar de sua veracidade, mas existem inúmeros elementos linguísticos que procuram recriar a organização própria desse gênero. Pensando nisso, assinale as opções que indicam as características do gênero diário de viagem presentes no trecho:

(

) Relato em 1ª. pessoa do singular;

(

) Linguagem lírica;

(

) Presença de dados, como data, local e hora;

(

) Descrição pessoal;

(

) Descrição de cenas, pessoas e costumes;

(

) Relato dos fatos vivenciados;

(

) Defesa de um ponto de vista pessoal;

(

) Apresentação do trajeto e nome dos envolvidos.

2.
2.

Assinale a opção que melhor define o gênero diário de viagem:

a) De caráter pessoal, o diário de viagem revela o ponto de vista do autor diante de novos lugares, por meio de descrições de cenários, costumes e de seus sentimentos em relação a eles.

b) De caráter objetivo, os diários de viagem apresentam uma análise imparcial e fria sobre os fatos que acontece- ram durante uma viagem.

c) Como nos artigos de opinião, os diários de viagem defendem uma tese sobre um determinado acontecimen- to, por meio de argumentos e dados.

d) Ao apresentarem ficcionalmente cenários imaginados, os diários de viagem se aproximam dos contos e crônicas.

e) O romance e o diário de viagem não se distinguem, porque em ambos há um trabalho elaborado com a lin- guagem, garantindo a literariedade do texto.

3.
3.

Alguns termos do texto podem trazer dúvidas ao leitor. Assinale a opção que indica o seu significado:

“ [

]

formado por uma escassa dúzia de ranchos pobres”[

]

a)

pobre

b) vazia

c) pouca

“[

]

É um homem ainda jovem, de compleição robusta”[

]

a) físico forte

b) gordo

c) alto

“[

]

A casa da estância de gado do sr. Vacariano[

a) fazenda

b) casa

c) pasto

]

“[

]

imaginava que eu era uma espécie de mascate”[

a) estrangeiro

b) comerciante

c) ladrão

]

4. Os diários de viagem apresentam um ponto de vista pessoal e subjetivo sobre o cenário e as pessoas. Em qual das opções a seguir as impressões do narrador acerca do que descreve não estão evidentes?

a) “Estes campos verdes, duma beleza idílica, lembram os da nossa Provence”.

b) “É um homem ainda jovem, de compleição robusta, cabelos e barbas castanhos e pele clara”.

Língua Portuguesa

c) “Tem um ar autoritário, costuma falar muito alto, parece habituado a dar ordens e a ser obedecido”.

d) “Ficou desapontado quando verificou que eu não trazia tabaco, açúcar nem sal, gêneros de que carece no momento”.

e) “Cruzamos esta manhã o rio Uruguai, numa balsa, e entramos em território do Brasil”.

Com base no relato e nas descrições do narrador, que imagem nós leitores podemos formar dele?Uruguai, numa balsa, e entramos em território do Brasil”. 6. Nos diários de viagem, prevalecem as

6. Nos diários de viagem, prevalecem as sequências narrativas e descritivas. Encontre um exemplo para
6. Nos diários de viagem, prevalecem as sequências narrativas e descritivas. Encontre um exemplo para cada uma:
nA rr A ção
Descrição

Faça um levantamento das descrições feitas pelo narrador e descubra quais foram os aspectos mais relevantes para ele:as sequências narrativas e descritivas. Encontre um exemplo para cada uma: nA rr A ção Descrição

anotações

Caderno de Atividades

Leitura | ensaio

 

A paixão e a gastrite

   

Poucas coisas são mais cultuadas que a paixão romântica. É bonito, dizem, estar apaixonado. Você volta a ser um adolescente sonhador, iconoclasta, mesmo que já tenha passado dos 30 ou mes- mo dos 40. Você retoma a criatividade embolorada. É capaz até de mandar flores e, mais ainda, de

escrever versos lindamente medíocres. Você se olha com renovado interesse no espelho. Capricha no penteado depois de anos de desleixo. Refaz o guarda-roupa. Considera até a possibilidade de se

depilar para ficar na moda ou parecer mais atraente para ela. [

]

Alguns pensam até na hipótese

de aprender a tocar violão para impressioná-la com um dedilhado que será inevitavelmente tosco. E todos com certeza cantam alto em seu carro as músicas adocicadas prediletas que colocam para ouvir e se inspirar neste momento mágico de deslumbramento.

A

paixão é linda, é o que dizem. E é também horrível. Uma das aberturas de romance mais

aclamadas da história da literatura diz o seguinte: “Era o melhor dos tempos, e também o pior”. O autor é Dickens.

O

mesmo se aplica para a paixão. Ela nos eleva e nos rebaixa ao mesmo tempo. Vou ser direto: a

paixão nos faz burros, ridículos, irresponsáveis. O mais complicado é que ela faz tudo isso e além do

mais nos engana: temos a convicção de que ela nos torna o oposto. Charmosos, quase irresistíveis.

O

apaixonado é um sofredor. Ele não dorme. Ele come mal. Se ela telefona, ele tem uma crise de

euforia. Se o telefone emudece obstinadamente, é motivo de aguda depressão. Se ela corresponde, ele é o rei do mundo. Se não, ele pensa alternadamente em matar ou morrer. Às vezes, nas duas al- ternativas. Ou numa terceira, se ela estiver interessada em outro cara.

Nenhum apaixonado de verdade escapa da gastrite. A gastrite é a prova definitiva do amor ver- dadeiro. E não qualquer gastrite, mas aquela que leite nenhum ameniza ou cura. Porque o problema está na mente insana, e não no estômago castigado.

Os filósofos discordam uns dos outros em quase tudo. Montaigne disse que não há nada que alguém diga, nem o seu contrário, que não tenha sido defendido por algum pensador. Um dos raros pontos em que os sábios concordam é exatamente na paixão: se você conseguir se livrar dela, se você for forte e perseverante o suficiente para dominá-la, você vai ser um cara feliz. Não será escravo de antidepressivos e de calmantes. Não vai acordar seus amigos e amigas durante a madrugada para desabafos intermináveis. Nem se deixará entrar no egocentrismo insuportável do apaixonado, para quem a vida se resume a ela e ela. Só falamos. Não conseguimos escutar nada e ninguém fora dos limites do nosso amor. Tente conversar com um apaixonado. Ele não vai registrar nada do que ouvir. Ele não vai derramar uma mísera lágrima pela história mais triste que você lhe contar.

Uma paixão está rondando você? Chute.

 

E

trocará uma eternidade de angústia por um minuto de desalento. Mas – como Montaigne

escreveu – eu poderia estar aqui defendendo o contrário, com a mesma convicção.

     
 

HERNANDEZ, Fábio. Disponível em: < http://fabiohernandez.wordpress.com/2008/04/>. Acesso em: 11 ago. 2010.

Língua Portuguesa

Língua Portuguesa 1. O texto que você acabou de ler pode ser considerado um ensaio porque:

1. O texto que você acabou de ler pode ser considerado um ensaio porque:

a) apresenta o ponto de vista do autor sobre um determinado assunto de modo coerente e embasado em dados e argumentos científicos.

b) apresenta a opinião do autor sobre temas fundamentais da vida, como o amor, a morte e a perda, por meio de uma linguagem objetiva e científica.

c) discorre sobre um tema de modo livre, expondo a opinião do autor, sem se preocupar com a comprovação dos fatos, a objetividade ou a linguagem científica.

d) discorre tecnicamente sobre um tema científico, com o objetivo de divulgar novas ideias inusitadas sobre assuntos já debatidos.

e) comenta livremente um tema acadêmico, de forma impessoal e subjetiva, com o objetivo de convencer as pessoas a mudarem de atitude.

2.
2.

Explique, resumidamente, qual é o ponto de vista do autor sobre o amor:

3.
3.

Os ensaios se caracterizam pela apresentação livre das ideias. Encontre no texto elementos que expressam essa liberdade:

4. Encontre três informações apresentadas que não possuem embasamento científico, técnico ou formal:

5.
5.

Ao final do texto, o autor intencionalmente contrapõe o seu argumento dizendo que “poderia estar aqui defen- dendo o contrário, com a mesma convicção”. Sabendo disso, responda:

a) Essa postura seria possível em artigos de opinião ou textos acadêmicos? Por quê?

Caderno de Atividades

b)

Qual é a intenção do autor ao dizer isso?

c) Qual a relação entre essa última afirmação e o gênero ensaio?

6. Sobre o texto, é correto afirmar que:

I. a paixão deve ser evitada porque causa uma série de transtornos físicos e psicológicos. II. a paixão também pode nos elevar e ser o melhor dos tempos.

7.
7.

III. o texto se aproxima de um tratado científico porque examina as consequências físicas da paixão sobre o corpo humano. Estão corretas:

a) somente I.

A linguagem utilizada é informal e leve. Em quais das opções a seguir essas características estão evidentes?

b) somente II.

c) I e II.

d) II e III.

e) todas.

(

) Vou ser direto: a paixão nos faz burros, ridículos, irresponsáveis.

(

) Eu poderia estar aqui defendendo o contrário, com a mesma convicção.

(

) O resto, dane-se. A paixão fecha nossos ouvidos.

(

) Os filósofos discordam uns dos outros em quase tudo.

(

) E trocará uma eternidade de angústia por um minuto de desalento.

(

) Ele não vai derramar uma mísera lágrima pela história mais triste que você lhe contar.

anotações

Leitura | aRtigo de oPinião

Língua Portuguesa

Castigos físicos

O castigo físico acaba com a autoridade de quem castiga, pois revela que seu argumento é a força

Uma recente pesquisa Datafolha (Folha, 26/7) mostra que, no Brasil, 69% das mães e 44% dos pais admitem ter batido nos filhos.

Parêntese. Os pais são tão violentos quanto as mães: simplesmente, eles passam menos tempo em casa e lidam menos com o “adestramento” dos filhos.

A pesquisa constata também que 72% dos adultos sofreram castigos físicos quando crianças.

Como se explica, então, o fato de que 54% dos brasileiros se declaram contrários ao projeto de lei que proíbe os castigos físicos em crianças? Há várias hipóteses possíveis. 1) Talvez quem apanhou quando criança não queira perder o direito de se vingar em cima dos filhos. 2) Talvez não aceitemos a ideia de que os nossos pais tinham sobre nós uma autoridade maior do que a que nós temos ou teremos sobre nossos filhos. 3) Na mesma linha, talvez estejamos dispostos a apanhar dos superiores sob a condição de sermos autorizados a bater nos subalternos. Nota: aceitar apanhar dos mais poderosos para poder bater nos mais fracos é a caraterística que resume a personalidade burocrático-autoritária do funcionário fascista. 4) A autoridade, dizem alguns com razão, sempre tem um pé na coação e recorre à força quando seu prestígio não for suficiente para ela se impor. Hoje, a autoridade simbólica dos adultos é cada vez menor. É provável que os próprios adultos sejam responsáveis por isso (principalmente, por eles se comportarem cada vez mais como crianças); tanto faz, o que importa é que o prestígio dos adultos não lhes garante mais respeito e obediência. Portanto, a palavra aos tabefes.

É um erro: o castigo físico acaba com a autoridade de quem castiga, pois revela que seu argu-

mento é apenas a força. A reação mais sensata da criança será: tente de novo quando eu estiver com 15 anos e 1,80 m de altura.

Esses e outros argumentos a favor da palmatória não encontram minha simpatia. Até porque verifico que os rastos desses castigos não são bonitos. Mesmo um simples tapa é facilmente traumá- tico tanto para o pai que bateu como para o filho: ele paira na memória de ambos como uma traição amorosa que não pode ser falada por ser demasiado humilhante (para os dois).

Resumindo:

1) sou absolutamente contra qualquer castigo físico; 2) sou também contra a extensão do poder do Estado no campo da vida privada, por temperamen- to anárquico e porque sou convencido que, neste campo, as famílias erram muito, mas o Estado, quase sempre, erra mais.

CALLIGARIS, Contardo. A coragem do amor que dura. Disponível em:< http://contardocalligaris. blogspot.com/2010/05/coragem-do-amor-que-dura.html>. Acesso em: 13 ago. 2010. (adaptado)

Caderno de Atividades

1. Com base no texto, preencha a tabela a seguir: A linguagem utilizada é objetiva,
1. Com base no texto, preencha a tabela a seguir:
A linguagem utilizada é objetiva, ou deixa
margem a diferentes interpretações?
Pode-se dizer que o texto foi escrito de acor-
do com a norma-padrão?
Há expressões que fogem às normas da lín-
gua escrita ou são típicas da oralidade?
O ponto de vista é explicitado já no início do
texto? Onde?
Há argumentos consistentes em defesa do
ponto de vista?
2.
2.

O texto de Contardo Calligaris é um artigo de opinião. Qual é a tese defendida por ele?

3.
3.

Qual é o argumento utilizado pelo autor para defender o seu ponto de vista?

4.

Encontre os referentes dos seguintes elementos de coesão.

a) “Esses e outros argumentos a favor da palmatória não encontram minha simpatia.”

b) “ele paira na memória de ambos como uma traição amorosa que não pode ser falada por ser demasiado hu- milhante (para os dois).”

c)

“É provável que os próprios adultos sejam responsáveis por isso.”

Língua Portuguesa

sejam responsáveis por isso .” Língua Portuguesa 5. Além da argumentação, é comum encontrarmos

5. Além da argumentação, é comum encontrarmos estratégias textuais para convencer o leitor do seu ponto de vista. Quais estão presentes no texto Castigos físico?

(

) Repetição de termos e informações.

(

) Retomada de informações.

(

) Argumentos de autoridade.

(

) Contra-argumentação.

(

) Explicação didática em forma de tópicos.

6. Analise as afirmações a seguir sobre o texto e assinale a opção correta:

I. Os pais são contra a lei que proíbe o castigo físico porque não querem perder o direito de se vingar dos casti- gos que sofreram quando pequenos. II. 69% dos pais admitem bater nos filhos com frequência. III. O autor não tem uma opinião definida, pois é contra os castigos físicos, mas acredita que o Estado não deve regular a vida privada.

Estão corretas as afirmações:

a) I

b) II

c) III

d) II e III

e) Todas

anotações

Caderno de Atividades

Leitura | dePoimento

E fazer do nosso sonho uma casa

Eu venho de muito longe e trago aquilo que eu acredito ser uma mensagem partilhada pelos meus colegas escritores de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné- Bissau e São Tomé e Prínci- pe. A mensagem é a seguinte: Jorge Amado foi o escritor que maior influência teve na gênese da literatura dos países africanos que falam português.

A nossa dívida literária com o Brasil começa há séculos, quando Gregório de Matos e Tomás Gonzaga ajudaram a criar os primeiros núcleos literários em Angola e Moçambique. Mas esses ní- veis de influência foram restritos e não se podem comparar com as marcas profundas e duradouras deixadas pelo baiano.

Deve ser dito (como uma confissão à margem) que Jorge Amado fez pela projeção da nação brasileira mais do que todas as instituições governamentais juntas. Não se trata de ajuizar o trabalho dessas instituições, mas apenas de reconhecer o imenso poder da literatura. Nesta sala, estão outros que igualmente engrandeceram o Brasil e criaram pontes com o resto do mundo. Falo, é claro, de Chico Buarque e Caetano Veloso. Para Chico e Caetano, vai a imensa gratidão dos nossos países que encontraram luz e inspiração na vossa música, na vossa poesia. Para Alberto Costa e Silva, vai o nosso agradecimento pelo empenho sério no estudo da realidade histórica do nosso continente.

Nas décadas de 50, 60 e 70, os livros de Jorge cruzaram o Atlântico e causaram um impacto extraordinário no nosso imaginário coletivo. É preciso dizer que o escritor baiano não viajava so- zinho: com ele chegavam Manuel Bandeira, Lins do Rego, Jorge de Lima, Erico Verissimo, Rachel de Queiroz, Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto e tantos, tantos outros. Em minha casa, meu pai — que era e é poeta — deu o nome de Jorge a um filho e de Amado a um outro. Apenas eu escapei dessa nomeação referencial.

Recordo que, na minha família, a paixão brasileira se repartia entre Graciliano Ramos e Jorge Amado. Mas não havia disputa: Graciliano revelava o osso e a pedra da nação brasileira. Amado exaltava a carne e a festa desse mesmo Brasil.

COUTO, Mia. Disponível em: <http://www.jorgeamado.com.br/professores2/07.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2010.

Acesso em: 15 ago. 2010. 1. O texto de Mia Couto é um depoimento. Quais são

1. O texto de Mia Couto é um depoimento. Quais são as características desse gênero?

a) Caracteriza-se pela apresentação, em verso e em primeira pessoa, da subjetividade do artista sobre um tema pessoal.

b) Apresenta um fato do cotidiano com o intuito de fazer uma reflexão sobre a vida.

c) Trata-se de um texto formal com o intuito de colher a versão de uma pessoa sobre um fato relevante para confrontar opiniões.

Língua Portuguesa

d) É um texto ficcional de cunho subjetivo, cuja intenção é apresentar o ponto de vista de um autor sobre um assunto específico.

e) Trata-se de um texto em primeira pessoa, em que o autor apresenta uma visão pessoal sobre um aconteci- mento, pessoa ou objeto artístico.

2.
2.

Sobre o depoimento, é correto afirmar que:

 

I. Jorge Amado ajudou a divulgar a cultura brasileira no continente africano, em especial, o aspecto mais festivo da nossa cultura. II. Mia Couto faz um depoimento do período em que conviveu e teve contato com Jorge Amado. III. a divulgação da literatura brasileira foi beneficiada pela aceitação de Jorge Amado no continente africano. Estão corretas as afirmações:

a)

I

b) I e II

c) II e III

d)I e III

e) Todas

3.
3.

Analise o seguinte trecho e assinale a opção que indica a figura de linguagem presente nele.

Nas décadas de 50, 60 e 70, os livros de Jorge cruzaram o Atlântico e causaram um impacto extraordinário no nosso imaginário coletivo.

a) Metáfora

c) Paradoxo

b) Metonímia

d)Antítese

e) Prosopopeia

4. Sobre o que é o depoimento dado por Mia Couto?

5.
5.

Explique o sentido das expressões em destaque nos trechos a seguir:

a) Jorge Amado foi o escritor que maior influência teve na gênese da literatura dos países africanos.

b) Não se trata de ajuizar o trabalho dessas instituições, mas apenas de reconhecer o imenso poder da literatura.

c) Apenas eu escapei dessa nomeação referencial.

6. Nos depoimentos, é comum encontrarmos marcas de subjetividade. Assinale a única opção em que isso não está evidente:

a) Mas esses níveis de influência foram restritos e não se podem comparar com as marcas profundas e duradou- ras deixadas pelo baiano.

b) Recordo que, na minha família, a paixão brasileira se repartia entre Graciliano Ramos e Jorge Amado.

c) Para Chico e Caetano, vai a imensa gratidão dos nossos países que encontraram luz e inspiração na vossa mú- sica, na vossa poesia.

d) Não se trata de ajuizar o trabalho dessas instituições, mas apenas de reconhecer o imenso poder da literatura.

e) Gregório de Matos e Tomás Gonzaga ajudaram a criar os primeiros núcleos literários em Angola e Moçambique.

e) Gregório de Matos e Tomás Gonzaga ajudaram a criar os primeiros núcleos literários em Angola

31

Caderno de Atividades

aNÁLise LiNGuÍstiCa | conjunção

Caderno de Atividades aNÁLise LiNGuÍstiCa | conjunção 1. O que são conjunções? 2. Qual é a

1. O que são conjunções?

2.
2.

Qual é a diferença entre as conjunções coordenativas e as subordinativas?

3.
3.

Complete o quadro com as relações que as conjunções coordenativas e subordinativas podem estabelecer:

c oor D en Ativ A s ubor D in Ativ A 4. Nos seguintes
c oor D en Ativ A
s ubor D in Ativ A
4. Nos seguintes trechos, substitua as conjunções em destaque por outras, sem alterar o sentido das orações:

a) Porém o “amor impossível” cunhado pelo autor inglês serve de inspiração para milhares de roteirista, drama- turgos e autores.

b) Ele não pode tocá-la, pois tem medo de não resistir.

c)

Língua Portuguesa

Mas o cheiro de Bella o entorpece e faz com que, entre a sedução e o medo de falhar, se aproxime da amada.

5.
5.

Releia os seguintes trechos e indique qual conjunção estabeleceria a relação de sentido entre as orações:

a) Dificilmente algum autor superará a história de “Romeu e Julieta”, escrita por William Shakespeare. Há histórias de amor tão interessantes quanto.

b) Estabelecido o “conflito”, “Crepúsculo” se mostra um filme atraente, sedutor e voyerístico. A possibilidade de um namoro tradicional não é realizável.

c) Crepúsculo” é um exemplo – mesmo que prematuro – dos efeitos que ela pode vir a causar. Resgate aquele amor adolescente dentro de ti e se divirta.

6. Analise as expressões em destaque e continue as frases de modo que elas façam sentido:

a) A alegria prolonga a vida e

b) Foi ao baile, porém

c) O dinheiro ou

d) Trabalha muito, logo

e) Não chore porque

f ) É preciso que

g) Estou certo de que

h) O ciumento é como

i) Foi à praia, embora

j) Se tudo correr bem

k) Como todos sabem

l) Viva de modo que

m) Quando estiveres irado

n) A criança entregou o presente para que

o) À medida que a civilização progride

Caderno de Atividades

aNÁLise LiNGuÍstiCa | oRações cooRdenadas

1. Analise as seguintes orações coordenadas e classifique as conjunções ou locuções conjuntivas em destaque: Analise as seguintes orações coordenadas e classifique as conjunções ou locuções conjuntivas em destaque:

(

) Entre logo porque preciso sair imediatamente.

(

) Não estivemos lá nem nos interessamos por saber de nada.

(

) Não negou nada, mas também não afirmou coisa nenhuma.

(

) Estudou muito, portanto irá bem no exame.

(

) Tudo para ele era vencer ou perder.

(

) Camila não só trabalha, mas estuda.

(

) Entre, que está muito frio.

2. Analise o seguinte período e assinale a opção em que o sentido não se mantém Analise o seguinte período e assinale a opção em que o sentido não se mantém o mesmo:

A capital da República Popular da China contém, em seu arranjo espacial, o acúmulo histórico de mais de oito séculos de várias camadas de urbanização. Todavia, foi apenas nas últimas décadas que a cidade efetivamente apresentou acelerado crescimento demográfico, associado a um processo de modernização sem precedentes.

a) A capital da República Popular da China contém, em seu arranjo espacial, o acúmulo histórico de mais de oito séculos de várias camadas de urbanização. Contudo, foi apenas nas últimas décadas que a cidade efeti- vamente apresentou acelerado crescimento demográfico, associado a um processo de modernização sem precedentes.

b) A capital da República Popular da China contém, em seu arranjo espacial, o acúmulo histórico de mais de oito séculos de várias camadas de urbanização. Porém, a cidade efetivamente apresentou acelerado crescimento demográfico, associado a um processo de modernização sem precedentes apenas nas últimas décadas.

c) A capital da República Popular da China contém, em seu arranjo espacial, o acúmulo histórico de mais de oito séculos de várias camadas de urbanização. Entretanto, foi apenas nas últimas décadas que a cidade efe- tivamente apresentou acelerado crescimento demográfico, associado a um processo de modernização sem precedentes.

d) A capital da República Popular da China contém, em seu arranjo espacial, o acúmulo histórico de mais de oito séculos de várias camadas de urbanização. Por conseguinte, foi apenas nas últimas décadas que a cidade efe- tivamente apresentou acelerado crescimento demográfico, associado a um processo de modernização sem precedentes.

e) A capital da República Popular da China contém, em seu arranjo espacial, o acúmulo histórico de mais de oito séculos de várias camadas de urbanização. No entanto, foi apenas nas últimas décadas que a cidade efe- tivamente apresentou acelerado crescimento demográfico, associado a um processo de modernização sem precedentes.

3. Neste trecho de uma propaganda, qual é a relação implícita entre as orações? Neste trecho de uma propaganda, qual é a relação implícita entre as orações?

“A vida oferece oportunidades a todos. É a formação que faz a diferença.”

a) adição

b) conformidade

c) oposição

d) explicação

e) concessão

4. Assinale a opção correspondente ao período em que a conjunção que expressa o valor semântico de causa:

a) Espero que sejas feliz.

b) É feio que dói!

c) Comia que era uma lástima.

d) A rã inchou tanto que estourou.

e) A fruta caiu do pé que estava madura.

5. (UESPI) – Analise o emprego do conector no se- guinte trecho: “A participação de todos (UESPI) – Analise o emprego do conector no se- guinte trecho: “A participação de todos é o princípio básico de seu desempenho; contudo, a participação direta raramente acontece.” O conector marca uma relação semântica de:

a) oposição – ou seja, é feita uma contraposição de argumentos.

b) conclusão – os argumentos apresentados são en- caminhados na mesma direção.

c) condição – ou seja, se o argumento anterior é verdadeiro, o consequente também será.

anotações

Língua Portuguesa

exemplificação – o segundo argumento exempli- fica o primeiro.d)

d)

e)

explicação – ou seja, reformulação do que foi dito anteriormente.

6. (UFMT)

reformulação do que foi dito anteriormente. 6. (UFMT)   Revista ÉPOCA, 02/01/2006. O trecho O trabalho
 

Revista ÉPOCA, 02/01/2006.

O

trecho O trabalho não tira só a escola das crianças

tira a infância também pode ser reescrito, sem alterar

o

sentido, de diversas maneiras. Assinale a reescritu-

ra

que NÃO conserva o sentido:

a)

O trabalho não tira só a escola das crianças, mas também a infância.

b)

O

trabalho, além de tirar a escola das crianças, tira

a

infância também.

c)

O

trabalho tira não só a escola das crianças, como

também a infância.

d)

O trabalho tira a escola das crianças, logo tira a infância também.

trabalho tira a escola e a infância das crianças. e) O

e)

O

Caderno de Atividades

aNÁLise LiNGuÍstiCa | oRações suboRdinadas

1. Faça o mesmo do exercício anterior, mas, agora, com as orações subordinadas: Faça o mesmo do exercício anterior, mas, agora, com as orações subordinadas:

(

) Seria mais poeta, se fosse menos político.

(

) Mal saíra o trem, as crianças já estavam agitadas.

(

) Falou tanto na reunião que ficou rouco.

(

) Quanto mais conheço os homens, mais aprecio a sua arte.

(

) É preciso rezar para que não estoure nova Guerra Mundial.

(

) Espero que você não demore.

(

) Segundo o que disseram, não haverá aulas.

(

) Enquanto todos estavam fora, nada fez de útil.

(

) Estou mais feliz hoje do que ontem.

(

) Ainda que chegues a viver cem anos, nunca deixarás de aprender.

(

) Os balões sobem porque são mais leves que o ar.

2. (UEPG – PR) (UEPG – PR)

Arte e artes da crônica política

Todo jornalismo é político, no sentido amplo da palavra. Se política é a ciência dos fenômenos relacionados com o Estado, e se o Estado é a nação politicamente organizada, quando um repórter escreve sobre qualquer fato ocorrido no país, mes- mo sobre um assassinato no morro da Mangueira, está fazendo jornalismo político. Ainda que passional, um assassinato sempre envolverá relações entre indivíduos e autoridade. Vale a imagem para o esporte, pois ao reportar um jogo do Flamengo com o Vasco o jornalista estará, antes de mais nada, referindo-se a uma prática regulada em leis, portarias e sucedâneos, bem como a algo que apaixona a população inteira.

(Carlos Chagas apud Koch, 1991, p. 55)

Pode-se notar no texto “Arte e artes da crônica política” que a progressão é sucessiva, assinalada por uma série de conectivos pelos quais se estabelecem determinados tipos de relação. No que respeita aos tipos de relação estabelecidos pelos conectores, assinale o que for correto.

” com o conse-

01) “Se” estabelece uma relação de implicação entre antecedente “todo jornalismo é político quente “quando um repórter escreve

02) “E” indica encadeamento de ideias, acréscimo.

04) “Quando” opera com a localização temporal dos fatos a que se alude no enunciado.

08) “Ainda que” introduz uma restrita oposição ou contraste ao que se mencionou anteriormente.

16) “Pois” apresenta uma justificativa ou explicação sobre o mencionado anterior.

3.
3.

Língua Portuguesa

(UFAM) Assinale a opção correspondente ao valor semântico da conjunção como no período abaixo:

Se eu usasse lentes de contato, eu poderia ter um olho vermelho-sangue e outro amarelo-canário, como um inseto.

a) consequência

b) condição

c) comparação

d) conformidade

e)causa

4. (UFAM) – Considerando a relação de sentido entre os enunciados abaixo, assinale a opção correspondente à con- junção ou expressão equivalente que poderia ser usada para reuni-los em um período composto por subordinação:

Não se veem desde o século passado. Eles ainda muito se estimam.

a) a despeito de

b) porquanto

c) entretanto

d)por conseguinte

e) em razão de

Complete os espaços em branco com as informações corretas:b) porquanto c) entretanto d)por conseguinte e) em razão de a) Oração b) Oração c) Orações

a) Oração

b) Oração

c) Orações

d) Orações

é aquela que exerce uma função sintática em relação a uma outra.

é aquela que não exerce nenhuma função sintática em outra oração do período.

cumprem uma função sintática própria de um adjetivo.

são sempre iniciadas por um pronome relativo.

6. Preencha o quadro com os pronomes relativos que você conhece:

o quadro com os pronomes relativos que você conhece: 7. Assinale com um “x” as orações
7.
7.

Assinale com um “x” as orações adjetivas:

(

) Fez sinal para que todos se aproximassem em silêncio.

(

) Você é um dos poucos alunos que eu conheço.

(

) Os idosos que gostam de dançar se divertiram muito.

(

) Fiz-lhe sinal que se calasse.

(

) Meu tio, que era advogado, prestou serviços ao réu.

(

) Eu, que não sou perfeito, já cometi alguns erros graves.

(

) O jornal que você trouxe é velho.

(

) Choveu tanto que as ruas estão todas molhadas.

(

) Falou tanto na reunião que ficou rouco.

Caderno de Atividades

8. Classifique as seguintes orações adjetivas em (E) explicativas ou (R) restritivas:

(

) As histórias que o viajante contou causaram espanto geral.

(

) Os pedreiros, que estavam exaustos de tanto trabalho, abandonaram suas pás e picaretas sobre o chão em- poeirado.

(

) Passamos a pesquisar um ponto que nunca foi antes explorado.

(

) Após as declarações que o técnico deu, concluímos que seria comprado um novo ponta-esquerda.

(

) Os professores, que se reuniram hoje, vão divulgar as notas.

(

) São poucos os amigos em quem confiamos de verdade.

Preencha as lacunas com o pronome “cujo” e suas variantes. Lembre-se de utilizar a preposição quando o verbo exigir:( ) São poucos os amigos em quem confiamos de verdade. a) A espécie extinta é

a) A espécie extinta é aquela

b) O pintor

c) O vinte e um é o jogo

d) Foi uma festa

e) O lançamento foi em uma livraria

f ) Eis o texto

existência não possuímos prova.

tela nos referimos foi premiado recentemente.

regras nunca aprendi direito.

resultado não gostei.

sobreloja se pode conversar.

interpretação houve controvérsia.

10. (UNIOESTE – PR) – Em “voltou a assombrar o acordo ortográfico que visa a unificar a escrita do português nos países que o adotam como língua oficial”, a oração “que o adotam como língua oficial“ funciona como:

a)

adverbial causal.

b) adjetiva restritiva.

c)

substantiva indireta.

d) adjetiva explicativa.

e)

coordenada explicativa.

d) adjetiva explicativa. e) coordenada explicativa. 11. (UEMS) – No fragmento “Meirelles, que procurava os

11. (UEMS) – No fragmento “Meirelles, que procurava os povos havia 20 anos, sobrevoou a área e avistou os roçados e as ocas. O avião assustou a tribo, que nunca teve contato com homem branco.”, as orações em negrito possuem, respectivamente, as funções de nos fornecerem:

a)

explicação e explicação

b) restrição e consequência

c)

explicação e causa

d) restrição e restrição

e)

causa e consequência

12. Reescreva as orações, transformando os adjuntos adnominais em orações adjetivas:

a) Ele é um homem cumpridor de seus deveres.

b) Essa é uma associação protetora de animais.

c) Evite comentários ofensivos.

Língua Portuguesa

d)

Li

uma notícia surpreendente.

e)

Essa menina tem um sorriso cativante.

. e) Essa menina tem um sorriso cativante . 13. Analise os seguintes pares de oração

13. Analise os seguintes pares de oração e explique qual é a diferença de significado entre elas:

a) homem, que se considera racional, muitas vezes age animalescamente.

O

 

O

homem que se considera racional muitas vezes age animalescamente.

b) professor telefonou para a filha que mora na Suíça.

O

 

O

professor telefonou para a filha, que mora na Suíça.

14. Junte as orações a seguir, criando orações adjetivas:

a)

O

processo é sem dúvida o mais econômico. Referi-me a ele com entusiasmo.

b)

Um dia hei de encontrar a mulher. Beijei seus lábios com muito amor.

c)

Foi deprimente o espetáculo. Assistimos ao espetáculo na noite passada.

d)

Jamais aceitaremos as ideias. Você adotou as ideias sem refletir.

e)

Ele é um velho. Sua lucidez nos causa espanto.

f ) Sempre acompanho os jogos de futebol. As emissoras de rádio transmitem os jogos.

Caderno de Atividades

g)

A oferta é das mais vantajosas. Você me fez a oferta ontem.

h) Apresentou-se ontem o ator. Sua companhia de teatro teve sucesso nacional.

i) O técnico criticou a jogadora. A atuação dela foi abaixo da média.

15. Analise a oração a seguir e marque a opção em que a partícula “que” cumpre a mesma função:

O animal mais veloz do mundo é o avestruz, que chega a atingir a velocidade de um carro.

a) Há dentro do homem uma tragédia que ele ignora.

b) Considera-se magnífico tudo o que se desconhece.

c) Já que você quer pagar-me, aceito.

d) Seus pais, que são italianos, ficaram entusiasmados com tudo.

e) O jornal que você trouxe é velho.

anotações

Língua Portuguesa

aNÁLise LiNGuÍstiCa | figuRas de linguagem

1. Antes de cada descrição, indique qual a figura de linguagem correspondente:

1. Antes de cada descrição, indique qual a figura de linguagem correspondente:

1. Antes de cada descrição, indique qual a figura de linguagem correspondente:
 

Consiste no emprego

 

de uma palavra em lugar de outra, por uma relação de semelhança entre elas.

 

Consiste no emprego

 

de um termo por outro, dada a relação de seme- lhança ou a possibilidade de associação entre eles.

 

É

a omissão de uma

 

palavra ou de uma expressão facilmente suben- tendida.

 

É

o uso repetido das

 

conjunções coordenadas, geralmente da aditiva“e”.

 

É

o emprego de ter-

 

mos redundantes, cujo objetivo é enfatizar uma ideia.

 

É a alteração da ordem

 

direta dos termos da oração no período.

 
 

Consiste

em

aproxi-

 

mar ideias ou palavras opostas.

 
 

É

o emprego de pala-

 

vras ou expressões agradáveis, em substituição às que têm sentido grosseiro ou desagradável.

 

Consiste no emprego

 

de termos e expressões exagerados, de modo a acentuar o que se quer dizer.

 

Consiste em dizer o

 

contrário daquilo que se pensa ou sente.

 
 

Ocorre quando

 

uma enumeração de ideias, expostas de forma crescente (em direção a um clímax) ou decrescen- te (anticlímax).

uma enumeração de ideias, expostas de forma crescente (em direção a um clímax) ou decrescen- te

É a atribuição de qualidades e senti-

mentos humanos a seres irracionais e inanimados.

É a repetição de uma ou mais

palavras no princípio de duas ou mais frases.

2. Para cada um dos trechos a seguir, identifique qual a figura de linguagem presente: Para cada um dos trechos a seguir, identifique qual a figura de linguagem presente:

a) Não serei o cantor de uma mulher, de uma história, não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista

da janela, não distribuirei entorpecentes ou cartas

de suicida, não fugirei para as ilhas nem serei rapta-

do por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os

homens presentes, a vida presente.

ANDRADE, Carlos Drumond de. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.

b) Meu coração é um balde despejado.

Como os que invocam espíritos invocam espíritos

invoco

A mim mesmo e não encontro nada.

PESSOA, Fernando. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

c) De tudo, ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.

MORAES, Vinicius de. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.

d) Porque a Vida perpétua arde em tuas entranhas! Rosas te brotarão da boca, se cantares! Rios de correrão dos olhos se chorares!

E se, em torno ao teu corpo encantador e nu,

Tudo morrer, que importa? A natureza és tu,

Agora que és mulher, agora que pecaste!

BILAC, Olavo. Antologia poética. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Caderno de Atividades

e) Quando a Indesejada das gentes chegar (Não sei se dura ou caroável), Talvez eu tenha medo. Talvez sorria, ou diga:

– Alô, iniludível!

BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro, 2002.

f ) E sob as ondas ritmadas

e

sob as nuvens e os ventos

e

sob as pontes e sob o sarcasmo

e

sob a gosma e sob o vômito

DRUMMOND, Carlos de. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.

3.
3.

(UEL – PR)

Cuitelinho

Cheguei na beira do porto onde as ondas se espaia. As garça dá meia volta, senta na beira da praia. E o cuitelinho não gosta

que o botão de rosa caia.  Ai quando eu vim de minha terra, despedi da parentaia. Eu entrei no Mato

 

Ai quando eu vim de minha terra, despedi da parentaia. Eu entrei no Mato Grosso, dei em terras paraguaia. Lá tinha revolução, enfrentei fortes bataia.

A

tua saudade corta

como aço de navaia.

O

coração fica aflito,

bate uma a outra faia.

E

os óio se enche d’água

que até a vista se atrapaia.

Fonte: Tema folclórico. Adaptação Musical: Wagner Tiso e Milton Nascimento. Texto poético: Paulo Vanzolini e Antônio Xandó. In: NASCIMENTO, M. Milton Nascimento ao Vivo. São Paulo: Polygram, 1983.

Em relação ao verso “A tua saudade corta como aço de navaia”, quais figuras de linguagem foram utiliza- das pelo autor?

a)

Silepse de pessoa e onomatopeia.

b)

Metáfora e metonímia.

c)

Aliteração e prosopopeia.

d)

Prosopopeia e comparação.

e)

Onomatopeia e catacrese.e)

4. O pleonasmo pode ser vicioso, quando ocorre a repetição desnecessária de um termo ou de uma ideia; ou pode ser literário, quando é usado como reforço estilístico ou semântico. Identifique e analise o tipo de pleonasmo presente em cada texto a seguir:

a) Galp é o elo de ligação entre a Petrobras e a Sonangol

Sonangol e Petrobras são parceiras em blocos brasileiros e angolanos. As duas querem a Galp.

Um vértice no Brasil, outro em África e o terceiro, ao meio, em Portugal. A relação entre as gigantes petrolíferas Pe- trobras e Sonangol são ligadas através da portuguesa Galp, o protagonista mais pequeno da relação. As três empresas formam um triângulo geográfico perfeito para troca de influências e expansão dos negócios.

Disponível em: <http://economico.sapo.pt/noticias/galp-e-o-elo-de-ligacao-entre-a-petrobras-e-a-sonangol_89878.html>. Acesso em: 06 ago. 2010.

b) “Iam vinte anos desde aquele dia Quando com os olhos eu quis ver de perto Quanto em visão com os da saudade via.”

OLIVEIRA, Alberto. Melhores poemas de Alberto de Oliveira. São Paulo: Global, 2007.

(UNIFESP)Língua Portuguesa E disse [Deus]: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e

Língua Portuguesa

E disse [Deus]: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara escu-

tava à porta da tenda, que estava atrás dele.

E eram Abraão e Sara já velhos, e adiantados em idade; já a Sara havia cessado o costume das mulheres.

Assim, pois, riu-se Sara consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor

velho? [

]

E

concebeu Sara, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, que Deus lhe tinha falado.

(www.bibliaonline.com.br, Gn 18, 10-12; 21, 2.)

No trecho, afirma-se que Abraão e Sara já estavam adiantados em idade e que a Sara já havia cessado o costume das mulheres. Essas expressões são:

a) eufemismos, que remetem, respectivamente, à velhice e ao ciclo menstrual.

b) metáforas, que remetem, respectivamente, à idade adulta e ao vigor sexual.

c) hipérboles, que remetem, respectivamente, à velhice e à paixão feminina.

d) sinestesias, que remetem, respectivamente, à decrepitude e à sensualidade.

e) sinédoques, que remetem, respectivamente, à idade adulta e ao amor.

6. (UEA – AM)

respectivamente, à idade adulta e ao amor. 6. (UEA – AM) No primeiro quadrinho, ocorre exemplo

No primeiro quadrinho, ocorre exemplo de:

a)

pleonasmo.

b) anacoluto.

c) silepse de gênero.

d)

zegma.

e) silepse de pessoa.

(UNAMA – AM)de gênero. d) zegma. e) silepse de pessoa. O Círio de Nazaré “Na romaria de Nazaré,

O Círio de Nazaré

“Na romaria de Nazaré, o melhor dia é a noite da transladação, diziam os namorados. Noite em que a Virgem de Na- zaré saía do Instituto Gentil Bittencourt, um colégio de moças, para a Catedral na Cidade Velha, passando a procissão pelas três janelas da família Alcântara. Da velha e bela Sé, o Círio, na manhã seguinte, novamente passando pelos Alcântaras, levaria a santa na sua berlinda para a Basílica ainda e sempre em construção [ ]”

Nas passagens “

Alcântaras

novamente passando pelos

o autor organizou seu pensamento de modo especial para relacionar o ir e vir da procissão do Círio

com os Alcântaras e a residência deles. Para isso, valeu-se da:

passando a procissão pelas três janelas da família Alcântara.” E “

”,

a)

metonímia.

b) prosopopeia.

c)

antítese.

d) hipérbole.

Caderno de Atividades

8. (UDESC)

“De manhã escureço De dia tardo De tarde anoiteço De noite ardo.”

Os versos acima fazem parte do poema “Poética”, de Vinicius de Moraes. Em relação a eles, é correto afir- mar que predominam as figuras de linguagem:

9.
9.

a) gradação e prosopopeia.

b) antítese e metáfora.

c) antítese e gradação.

d) metáfora e prosopopeia.

e) anáfora e metáfora.

(FUVEST – SP) – Metonímia é a figura de linguagem que consiste no emprego de um termo por outro, havendo sempre uma relação entre os dois. A re- lação pode ser de causa e efeito, de continente e conteúdo, de autor e obra ou da parte pelo todo. Assinale a alternativa em que essa figura ocorre:

a) Achando aquilo um desaforo.

b) Miquelina ficou abobada com o olhar parado.

c) E as mãos batendo nas bocas.

anotações

Calções negros corriam, pulavam.d)

d)

e)

Palhetas subiram no ar.

10. A expressão metafórica comumente utilizada no dia a dia “cozinha da idade da pedra” expressa:

a) descuido na conservação de utensílios de uma cozinha.

b) mau gosto na organização de uma determinada cozinha.

c) deterioração de determinada cozinha.

d) característica de uma cozinha que não se moder- nizou.

e) estilo moderno de uma determinada cozinha.

11. Analise os seguintes slogans e assinale a opção que indica a figura de linguagem

11. Analise os seguintes slogans e assinale a opção que indica a figura de linguagem presente em ambos:

“Sejamos realistas, exijamos o impossível” “É proibido proibir”

a)

Metáfora.

b) Paradoxo.

c)

Prosopopeia.

d)

Elipse.

Gradação.e)

e)

Língua Portuguesa

aNÁLise LiNGuÍstiCa | Regência veRbal e nominal

aNÁLise LiNGuÍstiCa | Regência veRbal e nominal 1. Defina: a) regência nominal: b) regência verbal: 2.

1. Defina:

a) regência nominal:

b) regência verbal:

2.
2.

Reescreva a orações a seguir, corrigindo os problemas de regência:

a) Ele o informou que iria chegar tarde.

b) Aqui todos obedecem o regulamento.

c) Ele tem aversão a altura.

d) Ela não esquecia das flores recebidas.

e) Eduardo lembrou do aniversário dela.

f ) Certificou-se que tudo estava preparado para a reunião.

3.
3.

Todas as frases a seguir possuem desvios em relação à norma-padrão. Assinale aquelas que apresentam proble- mas de regência:

(

) Qual o porquê dessa indecisão?

(

) O espetáculo não agradou o público.

(

) Nunca assisto esse programa de televisão.

(

) Para meu vizinho, trazem mais preocupações essas decisões da prefeitura de embargar a obra.

(

) Toda ação implica de uma reação igual e contrária.

(

) Anota tudo o que ele a disser.

Caderno de Atividades

4. Dependendo da regência, o significado dos verbos pode mudar. Nas opções a seguir, indique qual o significado em cada caso:

a) O médico assistiu o pequeno garoto.

Nós assistimos ao jogo da seleção.

b) Aspiro o ar fresco de Rio de Contas.

Ele aspira à carreira de jogador de futebol.

c) Ela chamou minha atenção.

Ele chamava por seus poderes.

d) Nós visamos ao cargo mais alto da empresa.

Os competidores visaram o alvo corretamente.

da empresa. Os competidores visaram o alvo corretamente. 5. Não se respeitou o princípio da regência

5. Não se respeitou o princípio da regência verbal em:

a) Alguns homens preferem morrer a viver como escravos.

b) A enfermeira procedeu ao exame do paciente com muita paciência.

c) Os atletas de alto nível devem sempre visar ao primeiro lugar nas disputas.

d) As atitudes do presidente implicam com reação negativa dos trabalhadores.

e) O cliente esqueceu o compromisso e não pagou

a conta.

6. Nas opções abaixo, assinale a que não apresenta erro de regência:

a)

Prefiro ler um bom livro do que assistir TV.

b)

Este é o autor por cuja obra tenho grande admi- ração.

c)

A

vaga que todos aspiravam já foi preenchida.

d)

Não tenho dúvidas que ele é inocente.

e)

O atirador visou ao alvo.

7. Observe o trecho a seguir e responda: Observe o trecho a seguir e responda:

“Quase todos os imigrantes mexi- canos que você encontra no mundo moram nos EUA”.

Caso se substituísse o verbo “encontrar” por outro, a correta opção de reescrita, de acordo com a norma- -padrão, seria:

a) Quase todos os imigrantes mexicanos onde você vê no mundo moram nos EUA.

b) Quase todos os imigrantes mexicanos de que você escuta no mundo moram nos EUA.

c) Quase todos os imigrantes mexicanos os quais você sorri no mundo moram nos EUA.

d) Quase todos os imigrantes mexicanos com quem você fala no mundo moram nos EUA.

e) Quase todos os imigrantes mexicanos cujos você

ouve no mundo moram nos EUA.os imigrantes mexicanos com quem você fala no mundo moram nos EUA. e) Quase todos os

8. Assinale a alternativa correta em relação à regência:

8. Assinale a alternativa correta em relação à regência:

a) Preferia brincar do que trabalhar.

b) Preferia mais brincar a trabalhar.

c) Preferia brincar à trabalhar.

d) Preferia brincar a trabalhar.

e) Preferia mais brincar que trabalhar

9. De acordo com a norma-padrão, em relação ao ver- so “Cheguei na beira do

9. De acordo com a norma-padrão, em relação ao ver- so “Cheguei na beira do rio”, é correto afirmar que se trata de uma utilização:

a) adequada, pois o verbo “chegar” é regido pela preposição “em”.

b) inadequada, pois o verbo “chegar” é regido pela preposição “a”.

c) inadequada, pois o verbo “chegar” é regido pela preposição “para”.

d) específica de uma figura de linguagem nomeada anacoluto.

e) compatível com os registros dos grandes escrito- res nacionais.

10. (EAFA – RS) – Assinale a alternativa que contém a sequência das frases corretas:

I. Visando apenas os seus próprios interesses, ele, involuntariamente, prejudicou toda a família. II. O cargo a que todos visavam já foi preenchido.

III. Desde criança sempre aspirava a uma posição de destaque, embora fosse tão humilde.

IV. Aspirando o perfume das centenas de flores que enfeitavam a sala, desmaiou.

a) I – III – IV

b) II – III – IV

c) I – II – III

d) I – III

e) I – II

11. (UPE) – Observe o uso do segmento sublinhado no trecho: “o homem rompe com

11. (UPE) – Observe o uso do segmento sublinhado no trecho: “o homem rompe com o estado inicial da natureza, na qual estão inseridos os animais e o próprio homem”. Esse uso deve-se às normas sintá- tico-semânticas da regência verbal – um requisito pertinente para a clareza da formulação linguística do texto. Supondo um contexto formal de interação,

um requisito pertinente para a clareza da formulação linguística do texto. Supondo um contexto formal de

Língua Portuguesa

analise a regência dos verbos que aparecem nos enunciados abaixo. I. O homem rompe com o estado inicial da nature- za, à qual se submete por conta mesmo das leis naturais de que depende.

II. O homem entra no universo da humanidade pela linguagem, da qual nunca mais se separa e cujas leis para sempre incorpora. III. O homem tem acesso ao mundo da humanida- de pela linguagem, a cujas leis sempre obedece, em nome mesmo da interação a que pretende realizar. IV. O homem chega ao espaço da humanidade pela linguagem, à qual remete, até o resto da vida, suas experiências de aprendizagem.

V. O homem acessa o domínio da humanidade pela linguagem; assiste-lhe, portanto, o direito de am- pliar às suas possibilidades de interação.

Estão conforme as normas da regência verbal, ape- nas os enunciados da alternativa:

a) I, II e III.

b) I, III e IV.

c) III e V.

d) IV e V.

e) I, II e IV.

12. (UESPI) – No trecho: “Mas os colonizadores norte- -americanos, compreendendo em que consiste a liberdade, não pensavam assim”, a regência verbal está de acordo com a norma-padrão do português formal. Considerando essa norma, analise as alterna- tivas seguintes.

1)

Os colonizadores norte-americanos, sabendo de que depende a liberdade, não pensavam assim.

2)

Os colonizadores norte-americanos, sabendo a que tipo de liberdade queriam chegar, não pen- savam assim.

3)

Os colonizadores norte-americanos, sabendo com que tipo de liberdade queriam contar, não pensavam assim.

4)

Os colonizadores norte-americanos, sabendo de que liberdade nos referimos, não pensavam as-

sim.

Caderno de Atividades

5) Os colonizadores norte-americanos, sabendo de cuja liberdade pretendiam, não pensavam assim.

Estão corretas:

a) 1 e 2 apenas.

b) 1, 2 e 3 apenas.

c) 2, 3 e 5 apenas.

d) 3, 4 e 5 apenas.

e) 1, 2, 3, 4 e 5.

13. (UP – PR) – Qual das construções a seguir não é adequada ao português escrito culto no pertinente à regência verbal?

a) A companhia X informa os passageiros de que a aeronave já está no solo.

b) A companhia X informa aos passageiros que a ae- ronave já está no solo.

c) A companhia X comunica os passageiros que a aeronave já está no solo.

d) A companhia X avisa os passageiros de que a ae- ronave já está no solo.

e) A companhia X comunica aos passageiros que a aeronave já está no solo.

X comunica aos passageiros que a aeronave já está no solo. anotações 14. (PUC/RIO – RJ)

anotações

14. (PUC/RIO – RJ) a) Reescreva duas vezes a segunda oração do perí- odo abaixo,
14.
(PUC/RIO – RJ)
a) Reescreva duas vezes a segunda oração do perí-
odo abaixo, substituindo o verbo “viver” por cada
um dos seguintes verbos:
I. lidar
II. depender
“Ele é nossa principal tecnologia social, por meio da
qual vivemos hoje.”

Língua Portuguesa

aNÁLise LiNGuÍstiCa | PRonomes

1. No quadro a seguir, escreva os pronomes indefinidos: vA riáveis i nv A riáveis

1. No quadro a seguir, escreva os pronomes indefinidos:

vA riáveis i nv A riáveis
vA riáveis
i
nv A riáveis
3. (UNIR) – Esta é uma história de quatro pessoas cha- madas: Todos, Alguém, Qualquer

3. (UNIR) – Esta é uma história de quatro pessoas cha- madas: Todos, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.

   

Havia um trabalho importante a realizar e Todos tinha a certeza de que Alguém era ca- paz de o fazer. Qualquer Um o fazia, mas Nin- guém não o fez. Alguém ficou furioso, pois era um trabalho de Todos. Todos pensou que Qualquer Um o podia fazer, mas Ninguém percebeu que Todos não o iria fazer. Tudo acabou com Todos a culpar Alguém porque Ninguém não o fez o que Qualquer Um podia ter feito.

 

A

narrativa acima utiliza como personagens os elemen-

 

tos de uma determinada categoria gramatical. Assinale

2.
2.

Assinale a opção em que muito é pronome indefinido:

a

alternativa que corresponde à afirmativa correta:

a) O candidato falava muito bem.

 

a)

Pronomes indefinidos.

 

b) Havia muito bichinho ruim.

   

b)

Advérbios.

c) Carlos era muito alegre.

c)

Substantivos.

d) Ricardo demorava muito para tomar decisão.

 

d)

Conjunção subordinativa.

 

e) O soldado era muito eficiente.

 
e) O soldado era muito eficiente.       e) Pronomes demonstrativos.
   

e)

Pronomes demonstrativos.

4.

Complete as orações com os pronomes indefinidos:

 

a)

O que podes fazer, não espere por

 

.

b)

Nem

o que reluz é ouro.

 

c)

O Sol, quando nasce, é para

 

.

d)

Quem é amigo de

 

, não é de

 

.

e)

têm o que lhes baste.

 
5.
5.

Leia as frases e complete com o pronome indefinido “todo”, fazendo as adequações necessárias:

a)

Faça chuva ou faça sol corremos

 

dias no parque.

b)

Antes de uma prova, procuro me preparar

 

dia.

c)

dia ela faz tudo sempre igual, acorda às 6 horas da manhã.

Caderno de Atividades

d)

Brasil fala português.

e)

Alemanha fala alemão.

f )

Paris fala francês.

6. Em qual das alternativas abaixo, a palavra sublinhada é um pronome?

a) Nem todos os crentes adotam uma posição radical com relação à veracidade.

b) Conheço-o há muitos anos.

c) Sem dúvida, esse tem sido o seu caminho.

d) A ciência abraça a ignorância, o não saber, como parte necessária de nossa existência.

Assinale a alternativa em que o pronome oblíquo“lhe”está no lugar do pronome oblíquo“o”ou“a”, em desacordo com as orientações da norma culta:o não saber, como parte necessária de nossa existência. a) Pediu a Carla que lhe trouxesse

a) Pediu a Carla que lhe trouxesse os presentes.

b) Então ela declarou-lhe que não se casaria mais.

c) O comprador propôs-lhe uma venda sensacional.

d) Ele, para lhe ser agradável, sempre comprava uma lembrança.

e) Vejamos o que lhe trouxe aqui.

8. Preencha o quadro a seguir com os pronomes relativos:

8. Preencha o quadro a seguir com os pronomes relativos: Complete as orações a seguir com

Complete as orações a seguir com os pronomes relativos adequados. Utilize as preposições quando necessário:8. Preencha o quadro a seguir com os pronomes relativos: a) O relator da emenda constitucional

a) O relator da emenda constitucional apresentou proposições

b) Recordaram com carinho a ponte

c) Fui ver hoje o filme

d) Graciliano Ramos é o escritor brasileiro

e) Esta é a região

f ) Aquele é o empresário

todos simpatizaram.

arcos trocaram os primeiros carinhos.

mais gosto.

você assistiu ontem.

fronteira agrícola deve ser ampliada.

para o qual trabalho gostamos muito.

g) As crianças estavam perdidas, sem saber

h) Não sei

i)

j)

você está querendo dizer.

A peça

A cidade

te falei estreia hoje. ele vem fica no Norte do país.

ir.

Língua Portuguesa

10. Complete as orações com os verbos entre parenteses e os pronomes relativos. Não se esqueça de utilizar as pre- posições corretas para adequar à norma-padrão:

Havia condições

. (opor-se a)

Havia condições

. (concordar com)

Havia condições

. (desconfiar de)

Havia condições

. (= sujeito)

Havia condições

. (insistir em)

. (= sujeito) Havia condições . (insistir em) 11. Reescreva as orações, unindo-as em um único

11. Reescreva as orações, unindo-as em um único período. Para tanto, empregue o pronome relativo correto:

a) São excelentes técnicos. Não podemos prescindir da colaboração dos técnicos. (cujo)

São excelentes técnicos de cuja colaboração não podemos prescindir. (1 linha)

b) João era o filho. Ele amava João. (quem)

c) O local é perigoso. Você se dirige ao local. (que)

d) Tenho uma coleção de quadros. Já me ofereceram um milhão por ela. (qual)

12. Avalie as orações a seguir e marque com um “X” aquelas que estiverem corretas.

(

) As pessoas de cujas palavras acreditei estão presas.

(

) O estado em cuja capital nasci é este.

(

) A árvore cujo os frutos são venenoso foi derrubada.

(

) Esta é a pessoa em cuja casa me hospedei.

(

) Não conheço o lugar onde você está.

(

) Não conheço o lugar aonde você irá.

está. ( ) Não conheço o lugar aonde você irá. 13. Em qual das opções a

13. Em qual das opções a seguir a partícula “que” é um pronome relativo?

a) Quase que ela desmaia!

b) João amava Tereza que amava Raimundo.

c) Ele disse que gostava dos doces de Portugal.

d) Amanhã, teremos pouco que fazer no nosso escritório.

e) Que longe está o meu sonho!

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Caderno de Atividades

14. Assinale a opção que apresenta os pronomes rela- tivos que preenchem corretamente o seguinte pe- ríodo:

As liberdades to a direitos

se refere o autor dizem respei- se ocupa a nossa Constituição.

a) à que – em que

b) em que – aos quais

c) a que – de que

d) de que – com que

e) a cujas – de cujos

15. Assinale a opção que preenche corretamente as la- cunas:

I. A arma

se feriu desapareceu.

II. Estes são os quadros

lhe falei.

III. Aqui está o livro

IV. Encontrei um amigo de infância me lembrava.

que me referi.

nome não

V. Passei por uma fazenda

a) que, de que, à que, cujo, que

b) com que, que, a que, cujo qual, onde

se criavam búfalos.

c) com que, dos quais, a que, de cujo, onde

d) com a qual, de que, de que, do qual, onde

e) que, cujas, as quais, do cujo, na cuja

16. Está incorreto o emprego do pronome relativo em:

a) Sem as instituições, nas quais o homem confia, não haveria uma organização social.

b) Os candidatos de cujos votos dependem o parti- do são inexpressivos.

c) A desmoralização das instituições públicas é uma iniciativa com cuja responsabilidade se deve aos delinquentes de todo tipo.

anotações

  d) É nos piores momentos da história que os ho- mens demonstram seu valor
 

d) É nos piores momentos da história que os ho- mens demonstram seu valor e sua capacidade de superação.

e) Todos concordavam que as empresas cuja licen- ça de funcionamento não estivesse atualizada deveriam ser afastadas do projeto.<