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Vi s ão

SISTEMA SENSORIAL

Permite a detecção pelo nosso corpo de formas de energia

diferentes (internas ou externas):

Fótons/Luz Substâncias químicas Energia Mecânica Energia Térmica

Células especiais capazes de traduzir a linguagem do ambiente em linguagem neuronal

•VISÃO

LUZ

• AUDIÇÃO

SONS

• SOMESTESIA (propriocepção, termossensibilidade e nocicepção)

TATO/DOR

• GUSTAÇ ÃO

SABOR

• OLFATO

CHEIRO

Mundo Real X Mundo Percebido

Sensação: capacidade de alguns seres vivos codificarem energia química e física do ambiente na forma de impulsos nervosos.

Percepção : capacidade de vincular os sentidos a outros aspectos da vida (comportamento, memória, pensamento). Complexidade maior.

Sensação vs. Percepção: Ciclos Circadianos

Alguns eventos fisiológicos controlados pelo sistema nervoso são regulados pela luz, mas não são percebidos.

Sono

Temperatura

Concentração de alguns hormônios (Adrenocorticotrófico (ACTH) e cortisol)

RECEPTORES SENSORIAIS: Células primárias ou de primeira ordem

Células ada p tadas p ara ca ptar determinados tipos de energia .

Traduzem para a linguagem do sistema nervoso ( TRANSDUÇÃO ).

NÃO CONFUNDIR COM RECEPTORES DE MEMBRANA!!!
NÃO CONFUNDIR COM
RECEPTORES DE MEMBRANA!!!

Céls em verde são especializadas em captar energias que vem do ambiente (interno ou externo)

Diferentes Estágios de Funcionamento do Sistema Sensorial

1. RECEPTOR (Cél ul a Receptora !!!!)

2. FIBRA NERVOSA AFERENTE

3. TRACTO CENTRAL

4. CÓRTEX CEREBRAL

Tabela 6.1. Os sistemas sensoriais do homem, e seus receptores Modalidade Sub- Estímulo Órgão Tipo
Tabela 6.1.
Os sistemas sensoriais do homem, e seus receptores
Modalidade
Sub-
Estímulo
Órgão
Tipo funcional
Tipo morfológico
modalidade
es ecífico
p
rece tor
p
Visão
Todas
Luz
Olho
Fotorreceptores
Cones e
bastonetes
Audição
Todas
Vibrações
Ouvido
Mecanoceptores
Células ciliadas
mecânicas
auditivos
da cóclea
do ar
Tato
Estímulos
--
Mecanoceptores
mecânicos
Neurônios
ganglionares
da raiz dorsal
Sensibilidade
Calor e frio
--
Termoceptores
térmica
Neurônios
ganglionares
da raiz dorsal
Somestesia
Estímulos
--
Nociceptores
mecânicos ,
g
Neurônios
an lionares da
raiz dorsal
g
Dor
térmicos e
químicos
intensos
Movimentos e
Fuso
Mecanoceptores
Neurônios
posição estática
muscular,
ganglionares da
Propriocepção
do corpo
órgão
raiz dorsal
tendinoso
Olfato
Todas
Substâncias
Nariz
Quimioceptores
Neurônios da
químicas
mucosa
olfatória
Paladar
Todas
Substâncias
Boca
Quimioceptores
químicas
Células das
papilas gustativas

Luz

Nosso planeta é banhado por enorme gama de energia na forma de radiação eletromagnética;

Essas radiações eletromagnéticas tem propriedades de onda e de partícula;

tem propriedades de onda e de partícula; ‐ Fótons são as partículas de luz q ue

Fótons são as partículas de luz q ue se propagam como onda ;

Diversos seres vivos desenvolveram mecanismos de sentir essa energia e usála para controlar vários compportamentos.

Propriedades Físicas da Onda

Propriedades Físicas da Onda A mplitude ‐ Quantidade de energia Comprimento de onda ‐ Frequência
Propriedades Físicas da Onda A mplitude ‐ Quantidade de energia Comprimento de onda ‐ Frequência

A mplitude Quantidade de energia

Propriedades Físicas da Onda A mplitude ‐ Quantidade de energia Comprimento de onda ‐ Frequência

Comprimento de onda Frequência

Assim como o Som, a Luz é apenas uma fração das Radiações Eletromagnéticas da Natureza

Espectro visível
Espectro visível
Frequência
Frequência

Mecanismos Moleculares Básicos de Fotorrecepção

- Retinal (*)

Moleculares Básicos de Fotorrecepção - Retinal (*) Luz * Moléculas da classe dos carotenóides > Vitamina
Luz
Luz

* Moléculas da classe dos carotenóides > Vitamina A

Básicos de Fotorrecepção - Retinal (*) Luz * Moléculas da classe dos carotenóides > Vitamina A

- Opsinas

Básicos de Fotorrecepção - Retinal (*) Luz * Moléculas da classe dos carotenóides > Vitamina A

Capacidade de Usar a Luz para Funções Sensoriais

Fototaxia em procariontes – Mais de 600 milhões de anos

Caracacterísticas em comum com opsinas de humanos:

-7 domínios transmembrana que formam um “pocket” de inserção do retinal

- Ligação química do retinal as rodopsinas similar

-Fotoisomerização do retinal inicia o processo de transdução

-

Fotoisomerização do retinal inicia o processo de transdução - Rodopsina de Natronomonas pharaonis, Halobacteriaceae

Rodopsina de Natronomonas pharaonis, Halobacteriaceae

Fotosensibilidade vs. Visão

Fotosensibilidade- Capacidade de perceber diferentes intensidades de iluminação difusa

Amplitude ‐ Quantidade de energia Intensidade / Brilho De procariotos a eucariotos
Amplitude ‐ Quantidade de energia
Intensidade / Brilho
De procariotos a eucariotos

Visão - Desenvolvimento de mecanismos que permitiram sentir de modo preciso mudanças na iluminação no tempo e no espaço

mudanças na iluminação no tempo e no espaço Diversidade de funções visuais decorre da

Diversidade de funções visuais decorre da diversidade de submodalidades da luz

Submodalidades Visuais

Submodalidades Visuais Amp lit u de ‐ Quantidade de energia Intensidade / Brilho Comprimento de onda

Amplitu de Quantidade de energia

Visuais Amp lit u de ‐ Quantidade de energia Intensidade / Brilho Comprimento de onda ‐

Intensidade / Brilho

Visuais Amp lit u de ‐ Quantidade de energia Intensidade / Brilho Comprimento de onda ‐

Comprimento de onda Frequência

Visuais Amp lit u de ‐ Quantidade de energia Intensidade / Brilho Comprimento de onda ‐

Cor

Demais Submodalidades Visuais

> Localização Espacial e Detecção de movimentos

Comum entre animais. Presa/predador

> Discriminação de formas

Recon h ec imento e man ipu laçã o. C apac id a d e d e focar > Orgãos especializados

Demais Submodalidades Visuais

> Percepção de profundidade

Combinação das imagens de dois olhos

Demais Submodalidades Visuais

> Percepção de cor

Discriminação de comprimentos de onda do espectro visível

Quem tem Olhos? - Primeiro “proto-olho” surgiu em torno de 540 milhões de anos -

Quem tem Olhos?

- Primeiro “proto-olho” surgiu em torno de 540 milhões de anos

- Olhos “complexos” existem em mais de 90% dos animais

- Olhos capazes de formar

imagens presentes em cnidários, moluscos, cordados, anelídeos e artrópodos.

Tem

Tem

Tem

Tem

Tem

Tem

Tem

Anatomia do Olho Humano

“Lens”
“Lens”

Diversidade dos Tipos de Olhos

Diversidade dos Tipos de Olhos
Diversidade dos Tipos de Olhos
Diversidade dos Tipos de Olhos
Diversidade dos Tipos de Olhos

Olhos Simples (Single-chambered eyes)

A- Ocelo

Olhos Simples ( Single-chambered eyes ) A- Ocelo P l a t e l m i

Platelmintos,

anelídeos e

moluscos

B- Olhos com lentes esféricas

s , anelídeos e moluscos B- Olhos com lentes esféricas Peixes e mol uscos C- Olhos

Peixes e

moluscos

C- Olhos com córnea

lentes esféricas Peixes e mol uscos C- Olhos com córnea Vertebrados terrestres e aranhas D- Olhos

Vertebrados terrestres

e aranhas

D- Olhos “espelho”

Vertebrados terrestres e aranhas D- Olhos “espelho” Alguns crustáceos e viei ras ( scallop ) Órgãos

Alguns crustáceos e vieiras (scallop)

Órgãos fotosensíveis/retinas mostradas em roxo

Ocelo

Ocelo Planárias • Mais simples de todos • Um dos primeiros órgãos sensoriais • Detecta pr
Planárias
Planárias

Mais simples de todos

Um dos primeiros órgãos sensoriais

Detecta pr i mordi a l mente i ntens id a d e

Não forma imagem

Pinhole Eye (“olho orifício”)

Forma imagens, todavia …

Somente efetivo com luminosidade intensa

Nautillus (Mollusca, Cephalopoda)

• Forma imagens, todavia … • Somente efetivo com luminosidade intensa • Nautillus (Mollusca, Cephalopoda)
• Forma imagens, todavia … • Somente efetivo com luminosidade intensa • Nautillus (Mollusca, Cephalopoda)
• Forma imagens, todavia … • Somente efetivo com luminosidade intensa • Nautillus (Mollusca, Cephalopoda)
• Forma imagens, todavia … • Somente efetivo com luminosidade intensa • Nautillus (Mollusca, Cephalopoda)

Outra estraté g i a?

Formar uma imagem após afunilar a imagem através de múltiplos canais

Olhos Compostos

Olhos Compostos
Olhos Compostos
Olhos Compostos
Olhos Compostos

Olhos Compostos

Olhos Compostos Insetos diurnos e crustáceos Insetos noturnos, Krill Alguns camarões e lagostas

Insetos diurnos e crustáceos

Olhos Compostos Insetos diurnos e crustáceos Insetos noturnos, Krill Alguns camarões e lagostas

Insetos noturnos, Krill

Olhos Compostos Insetos diurnos e crustáceos Insetos noturnos, Krill Alguns camarões e lagostas

Alguns camarões e lagostas

Olhos Compostos: Características • Profundidade de foco o faz sensível a movimentos p róximos ou

Olhos Compostos: Características

Olhos Compostos: Características • Profundidade de foco o faz sensível a movimentos p róximos ou distantes;

Profundidade de foco o faz sensível a movimentos p róximos ou distantes;

O p era numa grande variedade de com primentos de onda ;

Grande ângulo de visão ;

Poder de resolução baixo .

ângulo de visão ; • Poder de resolução baixo . Lentes pequenas não “ con t

Lentes pequenas não “contrabalanceiam “ os efeitos da difração da luz

; • Poder de resolução baixo . Lentes pequenas não “ con t ra bal ance

Alguns Animais tem Ocelos e Olhos Compostos

Alguns Animais tem Ocelos e Olhos Compostos Ocelos O.Co. Ocelos O.Co.
Ocelos O.Co.
Ocelos
O.Co.
Ocelos O.Co.
Ocelos
O.Co.
Alguns Animais tem Ocelos e Olhos Compostos Ocelos O.Co. Ocelos O.Co.

Omatídeos são as Unidades Sensíveis a Luz dos Olhos Compostos

Omatídeos são as Unidades Sensíveis a Luz dos Olhos Compostos 10.000 a 30.000 por olho
Omatídeos são as Unidades Sensíveis a Luz dos Olhos Compostos 10.000 a 30.000 por olho

10.000 a 30.000 por olho

Omatídeos são as Unidades Sensíveis a Luz dos Olhos Compostos 10.000 a 30.000 por olho
Omatídeos são as Unidades Sensíveis a Luz dos Olhos Compostos 10.000 a 30.000 por olho
Omatídeos são as Unidades Sensíveis a Luz dos Olhos Compostos 10.000 a 30.000 por olho

Anatomia Funcional dos Omatídeos

Anatomia Funcional dos Omatídeos
Anatomia Funcional dos Omatídeos

Anatomia Funcional do Olho de Vertebrados

Anatomia Funcional do Olho de Vertebrados Córnea Convergência dos raios luminosos para a retina Filtra parte

Córnea

Convergência dos raios luminosos para a retina

Filtra parte dos raios ultravioleta

Cristalino Lente transparente CATARATA Patogênese de perda de transparência ASTIGMATISMO Causado por defeitos na

Cristalino

Lente transparente

CATARATA Patogênese de perda de transparência

ASTIGMATISMO Causado por defeitos na curvatura do cristalino

Focalização dos Raios Luminosos na Retina depende do Cristalino

Focalização dos Raios Luminosos na Retina depende do Cristalino

Inervação e Controle Neural do Cristalino e da Íris

*
*

*** Quisma Óptico

Importância Clínica da Focalização da Luz

Importância Clínica da Focalização da Luz

Formação da Imagem na Retina

- Imagem formada na retina é duplamente invertida em função do olho ser formado por lentes convergentes

em função do olho ser formado por lentes convergentes - Nosso cérebro interpreta a linguagem neuronal

- Nosso cérebro interpreta a linguagem neuronal gerada na retina (potenciais de ação) como a representação do mundo de cabeça pra cima

Estrutura Centrais do Sistema Visual

Estrutura Centrais do Sistema Visual
Estrutura Centrais do Sistema Visual
Estrutura Centrais do Sistema Visual

Vídeo do Desenvolvimento do Olho

Anatomia Funcional do Olho de Vertebrados

Vitreo Esclera Epitélio Pigmentar Retina Macula Nervo Óptico Cristalino Córnea
Vitreo
Esclera
Epitélio Pigmentar
Retina
Macula
Nervo Óptico
Cristalino
Córnea
CNE - ONL CNI - INL CCG - GCL
CNE - ONL
CNI - INL
CCG - GCL

Mácula e Fóvea

Mácula e Fóvea Especializações não estão presentes em todos os animais
Mácula e Fóvea Especializações não estão presentes em todos os animais
Mácula e Fóvea Especializações não estão presentes em todos os animais
Mácula e Fóvea Especializações não estão presentes em todos os animais
Mácula e Fóvea Especializações não estão presentes em todos os animais

Especializações não estão presentes em todos os animais

A Retina de Vertebrados

A Retina de Vertebrados
A Retina de Vertebrados
A Retina de Vertebrados
A Retina de Vertebrados

Existem dois tipos de Células Fotorreceptoras

Existem dois tipos de Células Fotorreceptoras
Existem dois tipos de Células Fotorreceptoras
Existem dois tipos de Células Fotorreceptoras

Transdução por Bastonetes

Transdução por Bastonetes

Pra Que Dois Tipos de Células Fotorreceptoras?!

Bastonetes Visão Noturna

Células Fotorreceptoras?! Bastonetes – Visão Noturna Ex pressam a op sina mais sensível a luz: Rodo

Expressam a opsina mais sensível a luz: Rodopsina

Detecção de luz e transdução em níveis de luz mais baixo

Distribuídos por toda a retina, exceto na fóvea

mais baixo Distribuídos por toda a retina, exceto na fóvea Cones – Visão Diurna, Visão de

Cones Visão Diurna, Visão de Cores

exceto na fóvea Cones – Visão Diurna, Visão de Cores a s i “ t d

a s

i

t

d

concen ra os na

Existem 3 subtipos de cones

Expressam opsinas diferentes, que precisam de mais luz para ativação

Mais “concentrados” na Fóvea

M

vea

Visão de Cores

Visão de Cores Rodopsina
Visão de Cores Rodopsina

Rodopsina

Visão de Cores Rodopsina

Retinite Pigmentosa

Grupo de doenças genéticas hereditárias

(muitas mutações em genes diferentes já caracterizadas, inclusive no gen da rodopsina)

Doença caracterizada pela progressiva perda de fotorreceptores

Perda de visão noturna geralmente precede perda de visão periférica (“Visão de túnel”)

Formação de agregados de pigmento na retina

geralmente precede perda de visão periférica (“Visão de túnel”) Formação de agregados de pigmento na retina
geralmente precede perda de visão periférica (“Visão de túnel”) Formação de agregados de pigmento na retina
geralmente precede perda de visão periférica (“Visão de túnel”) Formação de agregados de pigmento na retina

Fotorrecepção por Melanopsina ( )

Fotorrecepção por Melanopsina ( )
Fotorrecepção por Melanopsina ( )

Rodrigo Martins

Instituto de Biofisica da UFRJ CCS , Bloco G Laboratório de Neurogênese Sala G2019