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PARTE II – PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

SUMÁRIO

PÁGINA

1. PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

54

1.1. Compreender a combustão materiais inflamáveis a bordo: Triângulo de Fogo

54

1.2. Descrever o fenômeno da combustão e classificação dos incêndios

55

1.3. Listar os princípios da prevenção do incêndio a bordo

57

1.4. Conhecer as causas de propagação do incêndio.

59

1.5. Citar os métodos preventivos

60

1.6. Descrever vigilância e sistema de patrulha

61

1.7. Identificar o sistema de detecção de fogo e fumaça e alarme automático a bordo.

61

1.8. Listar as ações ao ser detectado fumaça ou fogo.

64

2. COMBATE A INCÊNDIO

69

2.1 Discriminar a classificação de incêndio

69

2.2 Descrever os métodos de combate a incêndio

69

2.3 Relacionar os agentes extintores

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2.4 Identificar os tipos de extintores portáteis e seu emprego específico

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2.5 Discorrer sobre aplicação da água como agente extintor: borrifamento e neblina no resfriamento.

75

3. ORGANIZAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO

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3.1 Descrever a organização de combate a incêndio a bordo e funções da Tabela Mestra da unidade

78

3.2 Relacionar os sistemas fixos de combate a contenção de incêndio a bordo como:

CO2; espuma; Halon, Redes, Máquinas, Tomadas, Sprinklers, Bombas

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3.3 Citar, sucintamente, ações da Brigada de Incêndio em relação ao controle de avarias em caso de queda (crash) no local de pouso de helicóptero (LPH).

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1 PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

É indispensável qualquer comentário à respeito da existência ou não de material combustível

à bordo das unidades offshore. Praticamente o pessoal embarcado vive cercado de material desta natureza, sem contar o petróleo e seus derivados existentes em todo o trabalho na área de prospecção.

1.1

COMBUSTÃO/FOGO

É uma reação química aparentemente simples que ocorre a determinados elementos,

resultando na liberação de energia calórica e na maioria das vezes luminosa. A queima de uma vela à base de parafina favorece um determinado grau de luminosidade, enquanto um livro que amarela pela exposição inadequada ao tempo, também está comburindo, porém sem emitir luz.

OS ELEMENTOS BASICOS DE UMA COMBUSTÃO SÃO:

COMBUSTÍVEL = toda matéria capaz de combuir.

COMBURENTE = agente catalisador.

CALOR = condição favorável.

COMPÕE O TRADICIONAL TRIÂNGULO DE FOGO

favorável. COMPÕE O TRADICIONAL TRIÂNGULO DE FOGO Com a necessidade de um melhor entendimento sobre os

Com a necessidade de um melhor entendimento sobre os incêndios é de fundamental importância o relevante momento em que os elemento se combinam em proporções definidas,

dando origem a uma reação físico-química sustentável, evoluindo assim o tradicional triângulo para tetraedro, pirâmide ou quadrado do fogo.

O tetraedro do fogo é uma progressão do triangulo onde passamos a relevar o momento da

inteiração entre os elementos de uma combustão, ou seja, a sua cadeia de reações.

os elementos de uma combustão, ou seja, a sua cadeia de reações. 54 CURSO BÁSICO DE

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ELEMENTOS: Combustível, comburente, temperatura de ignição e reação em cadeia.

COMBUSTÍVEL é toda substancia capaz de comburir, denominamos substancialmente ao elemento que serve como campo de propagação para o fogo.

Quanto ao estado físico: Sólido, liquido e gasoso.

Quanto a volatilidade volátil e não volátil.

Voláteis são os que desprendem vapores inflamáveis a temperatura ambiente, por volta de 20 a 22°C. Ex: gasolina, álcool, éter.

Os não voláteis são os que necessitam de um prévio aquecimento para desprender vapores inflamáveis. Ex: óleo lubrificante, óleo comestível, óleo diesel marítimo etc

COMBURRENTE: é o elemento químico que alimenta e catalisa o processo de uma combustão. Como fonte natural, encontramos Oxigênio (O 2 ) encontrado no ar atmosférico em um percentual de 21% aproximadamente.

CALOR: é a condição favorável diante da qual a reação química poderá acontecer.

REAÇÃO EM CADEIA: neste processo são produzidos radicais livres instáveis e esses por sua vez transmitem energia gerada pela reação, que se transformara em novas fontes de energia calorífica. Uma chama tem a capacidade de retirar do ar atmosférico a quantidade de O 2 suficiente para se manter, como também esta reação química terá a capacidade de gerar temperatura superior a de sua fonte de ignição, estes fenômenos acontecem a partir de determinado pontos que veremos a seguir:

1.2 Os combustíveis ao atingirem uma determinada temperatura começam a desprender

vapores inflamáveis, mas para que haja combustão será necessário uma proporcionalidade entre os elementos da reação, caracterizados pelos pontos relevantes a seguir:

PONTO DE FULGOR (flashpoint): é a temperatura mínima em que os vapores combustíveis emanam de um corpo, mas não em quantidade suficiente para alimentar uma combustão, quando em contato com uma fonte de ignição (haverá apenas um clarão).

PONTO DE COMBUSTÃO (fire point): é a temperatura mínima em que os vapores combustíveis liberados de um corpo, entram em combustão e continuam queimando mesmo após a retirada da fonte de ignição, geralmente ocorre cerca de 3a 5ºC acima do ponto de fulgor.

PONTO DE IGNIÇÃO (ignition temperatura): é a temperatura mínima necessária para inflamar os vapores desprendidos de um combustível somente com a presença do comburente é o ponto de equalização entre os vários elementos de uma combustão. Obs: É importante entender que no processo da combustão o que queima na maioria das vezes não e a matéria em si e sim os vapores liberados.

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Multilink 12.1 PREVENÇÃO - CLASSES DE INCÊNDIO Em conformidade com a NR-23 (Proteção contra incêndio) A.B.N.T.

12.1 PREVENÇÃO - CLASSES DE INCÊNDIO

Em conformidade com a NR-23 (Proteção contra incêndio) A.B.N.T. (Associação Brasileira de Normas Técnicas) dispôs os incêndios em quatro classes: A, B, C e D.

Classe A: Materiais fibrosos; queimam em superfície e em profundidade deixando resíduos, tais como madeira, papel, tecido, carvão, couro, açúcar, borracha.

Classe B: Líquidos inflamáveis tais como querosene, álcool, óleo diesel, queimam em superfície, proporcionalmente ao volume de vapor liberado, não deixa resíduos.

Classe C: Incêndios envolvendo equipamento elétrico energizado, ao combater, sempre que aplicável desligue antes a fonte de energia, com especial atenção a determinados equipamentos que, mesmo depois de desconectado guardam em si um potencial elétrico. Ex. Capacitores, computadores, acumuladores etc.

Classe D: São incêndios envolvendo elementos pirofóricos como, magnésio, titânio, zircônio, para sua extinção requer o conhecimento da FISP (ficha de informação de segurança do produto).

Obs: Em alguns países existe a extensão até a classe “E” a qual abrange óleo e gordura usados na culinária, estas substâncias quando entram em combustão desenvolvem uma alta temperatura, geralmente alem da capacidade dos extintores comuns.

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Simbologia das classes de incêndio, encontrada nos extintores e próximo aos cabides.

incêndio, encontrada nos extintores e próximo aos cabides. 1.3 PREVENÇÃO - CLASSIFICAÇÃO DAS AREAS QUANTO AO

1.3 PREVENÇÃO - CLASSIFICAÇÃO DAS AREAS QUANTO AO RISCO DE

INCÊNDIO.

• Pequeno risco: Aquelas em que apresentam materiais das classes “A B e C” depositados ou em manuseio em pequenas quantidades, incluindo o mobiliário e partes estruturais. Ex. Escritório, sala de aula, residência unifamiliar, etc

• Médio risco: São áreas em que os combustíveis das classes “A, B e C” estão presentes em maior quantidade, facilitando a propagação do fogo. Ex. Cozinha, estacionamento etc.

• Grande risco: Onde existe grande quantidade de combustível das classes “A, B e C” em estoque e em manuseio. Ex. Refinaria, plataforma, posto de combustíveis, etc.

METODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS:

São embasados na desproporcionalidade ou desequilíbrio dos elementos essenciais a combustão.

Resfriamento ou arrefecimento:

Consiste em reduzir a temperatura de um combustível ou da região onde os vapores estão concentrados a valor menor que sua temperatura de ignição.

Abafamento: Acontece por intermédio da inibição do percentual de oxigênio atmosférico a valores inferiores a 16%.

percentual de oxigênio atmosférico a valores inferiores a 16%. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA -

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Isolamento: Consiste na retirada, na segregação, na contenção ou mesmo o alijamento do material em combustão.

Quebra da reação em cadeia: É requerida uma condição especial onde o agente extintor atua a nível molecular, inibindo a transferência de energia entre os radicais livre.

a transferência de energia entre os radicais livre. QUANTO A REAÇÃO A COMBUSTÃO PODE SER: Completa

QUANTO A REAÇÃO A COMBUSTÃO PODE SER: Completa e Incompleta.

Combustão completa: quando temos uma combinação proporcional entre os elementos da reação, resultando em CO 2 , vapor d’água e cinzas.

Combustão incompleta: quando acontece em ambiente ávido em O 2 e no resultado obtemos CO, vapor de água e cinzas.

QUANTO AO PERCENTUAL DE OXIGENIO

de 21% a 16% de O 2 - combustão em sua plenitude em forma de chamas.

de 16% a 8% de O 2 -a queima acontece em forma de incandescência.

O 2 inferior a 8% não há combustão.

OBS: existem combustíveis que independem do O 2 no ambiente para queimar, são conhecidos como combustíveis com comburente estrutural. Ex: pólvora, nitrato, celulose.

Intensidade da combustão - é o volume de chamas gerado durante um incêndio.

Fatores que contribuem para a intensidade da combustão:

a) área da superfície do combustível;

b) concentração do comburente ao meio e

c) capacidade de fragmentação da matéria.

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REAÇÃO SUPERFÍCIE X MASSA:

BAIXA COMBUSTIBILIDADE

MÉDIA COMBUSTIBILIDADE

ALTA COMBUSTIBILIDADE

MÉDIA COMBUSTIBILIDADE ALTA COMBUSTIBILIDADE 1.4 PROPAGAÇÃO DO INCÊNDIO POR FATORES FÍSICOS.
MÉDIA COMBUSTIBILIDADE ALTA COMBUSTIBILIDADE 1.4 PROPAGAÇÃO DO INCÊNDIO POR FATORES FÍSICOS.
MÉDIA COMBUSTIBILIDADE ALTA COMBUSTIBILIDADE 1.4 PROPAGAÇÃO DO INCÊNDIO POR FATORES FÍSICOS.

1.4 PROPAGAÇÃO DO INCÊNDIO POR FATORES FÍSICOS.

Condução

É a transmissão de calor que acontece de

molécula para molécula, através do movimento vibratório que as anima, nos corpos sólidos encontra-se o melhor meio para propagação desta modalidade.

Irradiação

E a transmissão de energia térmica no

espaço, que se processa através de ondas eletromagnéticas, uma fonte de luz esta constantemente emitindo ondas caloríficas

com maior ou menor intensidade.

emitindo ondas caloríficas com maior ou menor intensidade. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP
emitindo ondas caloríficas com maior ou menor intensidade. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP

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Convecção

É a elevação da temperatura nos fluidos, através da perda de densidade das partes aquecidas, moléculas quentes ficam menos densas e sobem, formando o efeito chaminé.

ficam menos densas e sobem, formando o efeito chaminé. 14.1 CLASSIFICAÇÃO DA COMBUSTÃO Quanto à velocidade

14.1 CLASSIFICAÇÃO DA COMBUSTÃO

Quanto à velocidade, as combustões podem ser: Lenta, viva, muito viva e instantânea.

Lenta: quando não existe chama ou qualquer luminosidade. Ex: oxidação de metais.

Vivas: quando há produção de luminosidade. Ex: queima de líquidos inflamáveis, papeis etc

Muito viva: são as combustões que reagem com grande velocidade, porém inferior a 300 m/s. Ex: flashover, deflagração de projéteis de armas de fogo, etc.

Instantânea: são combustões em que a reação acontece em uma velocidade superior a 300m/s e atinge no mesmo ato, toda massa do corpo; Ex: Explosões.

1.5 CUIDADOS ESPECIAIS NA PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES:

Não guarde duvidas sobre como usar os extintores de incêndio.

Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteção contra o fogo.

Não obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.

Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.

Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a sua utilização ou manutenção periódica.

15.1 OBSERVAÇÕES ANTES DE USAR OS EXTINTORES:

1 Testar o extintor junto ao seu local;

2 No momento de pressionar a válvula para o teste, procure inclinar o extintor de modo que, se a válvula soltar da sua rosca não venha atingir seu corpo;

3 Testar com o jato para baixo;

4 Usando o extintor (ou não) - mandar recarregar, cumprindo a rotina de manutenção.

5 Nas unidades marítimas os extintores fora do cabide após o uso ou por defeito, mantê-los deitado no piso.

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15.2 PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS

Evite fumar 30 minutos antes do final do trabalho.

Não use cestos de lixo como cinzeiros.

Não jogue pontas de cigarro pela janela nem as deixe sobre armários, mesas, prateleiras, etc.

Respeite as proibições de fumar e acender fósforo em locais sinalizados.

Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.

Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados.

Mantenha desobstruídas as áreas de escape e não deixe, mesmo que provisoriamente, materiais nas escadas e nos corredores.

Não deixe os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desconecte-os da tomada.

Não cubra fios elétricos com o tapete.

Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidades mínimas, armazenando- os sempre na posição vertical e na embalagem original.

Não utilize chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.

Não improvise instalações elétricas nem efetue consertos em tomadas e interruptores sem que esteja familiarizado com isso.

Não sobrecarregue as instalações elétricas com a utilização do plug “T” (benjamim).

Verifique, antes de sair do trabalho, se os equipamentos elétricos estão desligados.

Observe as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos.

Mantenha os materiais inflamáveis em locais resguardados e à prova de fogo.

Tenha uma (PT) permissão para trabalho bem elaborada.

1.6 VIGILÂNCIA E SERVIÇO DE PATRULHA

O homem é o melhor detector, no entanto, nem sempre é possível a sua presença em todas AS situações e lugares, em complemento contamos com os circuitos fechado de TV instalado. Monitorando, fazendo uma vigilância constante. No entanto durante a resposta as emergências, precisamos reforçar principalmente as áreas mais afetadas com a presença de vigias e patrulhas.

1.7 DETECTORES

Os detectores dos gases de combustão são classificados da seguinte forma:

Óptico – quando a detecção é feita pela medição da interferência das partículas de fumaça sobre o sensor de luz (detector fotoelétrico).

Iônico – detectam o produto da combustão pela sua influência sobre a corrente elétrica numa câmara de ionização.

Os detectores de temperatura são assim classificados:

Termovelocímetro: é aquele que detecta se a velocidade com que aumenta a temperatura excede de um determinado valor durante um tempo especificado.

Termostático: é aquele que detecta quando a temperatura ambiente excede um certo valor durante um tempo determinado.

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Os detectores encontrados em instalações industriais são de dois tipos:

O sensível à fumaça e a gases de combustão em geral, e

O sensível ao calor.

a gases de combustão em geral, e • O sensível ao calor. 1.7.1 TREINAMENTO Existe uma
a gases de combustão em geral, e • O sensível ao calor. 1.7.1 TREINAMENTO Existe uma

1.7.1

TREINAMENTO

Existe uma co-relação entre este item e os dois primeiros, uma vez que os exercícios consistem em treinar incessantemente, tudo aquilo que foi organizado e instruído. Somente pelo treinamento constante uma tripulação se faz capaz de atuar em equipe, fazendo o que foi ensinado, da maneira como foi ensinado, aprimorando e aprendendo com os erros.

Portanto, diante das seguintes perguntas:

Em caso de incêndio, o que eu faço?

Qual equipamento eu guarneço?

A Tabela Mestra (Organização) responde: Mesmo sabendo o equipamento que devo guarnecer em caso de incêndio, estou capacitado a fazer isto?

A instrução prévia me capacita? Esta confirmação de afinidade entre os três itens só vem a comprovar a necessidade dos treinamentos constantes, para deste modo, estarmos sempre em contato com os novos meios de resposta a emergência, assim como, às novas técnicas constantemente aperfeiçoada. Cujos conhecimentos se adquire nas reciclagens e cursos periódicos, é bem melhor exercitar antes em simples treinamentos, do que se desesperar em situações reais, por desconhecimento do equipamento, ou das atitudes a serem tomadas, cujas conseqüências podem não ser agradáveis.

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Manutenção do Material – É sabido que cada membro da tripulação exerce a função profissional para a qual foi contratado. No entanto, é preciso lembrar que a segurança a bordo é da competência de todos, independente da atividade. “Todos os equipamentos de segurança devem estar prontos para uso imediato.”

Vejamos um exemplo:

Passando pelo convés, vejo uma mangueira de incêndio sendo usada cheia de “cocas”, ou suja de óleo ou graxa; será que deve-se avisar ao responsável pelo equipamento, ou não? E se na hora de usar este mesmo equipamento, por motivo maior, eu for o encarregado de colocá-lo em funcionamento? Pelo exposto acima, ficou evidente a importância da conscientização por toda a tripulação de qualquer unidade da conservação dos equipamentos em um todo. Agindo deste modo, saberá que se pode contar com a eficiência do material, o que, convenhamos, já é um grande passo na resposta a emergência.

1.7.2 SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO

A eficiência do combate a incêndio reside na presteza da sua detecção.

Existem dois tipos:

O humano - é o melhor, no entanto, nem sempre é possível sua presença em todas as situações e lugares.

O automático - tem a finalidade de descobrir rapidamente o princípio de incêndio, acionar um alarme e colocar em ação um plano de emergência.

Os sensores podem ser classificados quanto:

Aos que detectam os gases da combustão;

A chama, e

A temperatura.

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1.8 PROCEDIMENTOS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

Emergência é toda anormalidade que possa gerar sérios danos ao pessoal embarcado a equipamentos e ao meio ambiente marinho. Os procedimentos em situações de emergência exigem uma coordenação centralizada. Esta coordenação é exercida pelo Supervisor da Plataforma (SUPLAT). Toda plataforma, desde que habitada, terá obrigatoriamente um grupo de salvamento, sob a responsabilidade do Superintendente (SUPLAT) que deverá estar bem familiarizado com suas características, possibilidades e limitações. Caberá ao SUPLAT assegurar-se de que todas as pessoas que trabalham na plataforma conheçam seus pontos de reunião e deveres em caso de incêndio e outras emergências. (Tabela Mestra).

em caso de incêndio e outras emergências. (Tabela Mestra). As providências iniciais para o combate ao

As providências iniciais para o combate ao incêndio são as seguintes:

• Acionar o alarme apropriado;

• Usando o telefone ou o rádio, dar a localização, área e classe do incêndio, detalhes, sobre eventuais vítimas e seu nome;

• Caso você seja capaz de identificar a classe de incêndio, tendo habilidade e equipamento correto, iniciar o combate ao fogo; e

• Se o incêndio for muito grande ou você não tiver o equipamento correto a mão para combatê-lo e você não estiver em perigo imediato, fique em um lugar seguro aguardando a chegada da Brigada de Incêndio. A sua informação sobre o incêndio é de grande valia para a Brigada quando esta chegar ao cenário.

18.1 Itens importantes para a informação à Brigada:

Onde o fogo se situa;

O que está queimando;

Qualquer circunstância de risco;

Posição e número de vítimas;

Detalhes de circuitos elétricos, válvulas ou equipamentos que tenham sido isolados;

Quais as ações que você tenha tomado. Considere as condições do tempo e a possibilidade de propagação do fogo. Se possível tome as ações para conter o fogo. Isso pode ser conseguido com resfriamento, removendo o material inflamável, parando a ventilação (fechando as portas e vigas), isole válvulas e desligue circuitos elétricos;

Não seja tentado a resgatar alguém se o ambiente for inseguro e você não dispõe de habilidade, do Equipamento de Proteção Individual e apoio, então em caso de um sinistro o importante e cumprir procedimentos básicos como

F

Found Encontrar

I

Inform Informar

R

Restringe Restringir

E

Evacuator Abandonar

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1.8.2 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA

O homem que engaja em faina de combate a incêndio deve ter três tipos de proteção, a saber:

a) Proteção Contra Queimaduras

b) Proteção Respiratória

c) Proteção Contra Impactos Na ausência de roupas especiais, as vestimentas à base de algodão oferecem proteção significativa contra o calor de um incêndio. Recomenda-se, neste caso, o uso de macacão (RF) resistente ao fogo com roupa de baixo, tais como, cueca, camiseta, meia, luva, e capuzes (para a cabeça) em algodão ou com tratamento ante chamas.

1.8.3 ROUPAS

em algodão ou com tratamento ante chamas. 1.8.3 ROUPAS ROUPA DE APROXIMAÇÃO Os componentes da Equipe
em algodão ou com tratamento ante chamas. 1.8.3 ROUPAS ROUPA DE APROXIMAÇÃO Os componentes da Equipe

ROUPA DE APROXIMAÇÃOOs componentes da Equipe de Combate a Incêndio devem usar roupas próprias para o combate do tipo “FEARNOUGHT” ou similar.O uso da roupa de aproximação protege os homens, permitindo um ataque eficaz, por um tempo maior.As botas de borracha com proteção de aço e cano alto são de elevada necessidade.

ROUPA DE PENETRAÇÃOAs roupas de penetração são aluminizadas. Elas são usadas pelos brigadistas que entrarão em contato direto com as chamas ou altas temperaturas.

Observações sobre a colocação das roupas de penetração e o uso dos equipamentos de proteção:

As roupas devem ser sempre usadas sobre o macacão;

As roupas devem ter sua parte superior fechada apenas na hora em que o homem for empregado na faina, de modo a mantê-lo o maior tempo possível “refrescado”;

As roupas devem ter as golas viradas para cima, os velcros passados e zíperes fechados;

As luvas a serem utilizadas devem ser apropriadas. As luvas de raspas de couro, por exemplo, podem dificultar o manuseio de esguichos quando molhadas;

As luvas devem ser colocadas por cima das mangas das roupas, se possível, e serem de tamanho ligeiramente maior, a fim de permitir ao homem movimentar os dedos dentro da luva, evitando queimaduras por vapor;

O capuz anti-flash deve ser colocado sobre a peça facial da máscara, cobrindo todas as partes expostas, da pele do homem e a parte superior da máscara, e por dentro da roupa de proteção.

As máscaras de combate a incêndio devem ter todas as cintas passadas e corretamente ajustadas ao corpo do homem e cabeça através da jugular).

A utilização de capacete é obrigatória (deve ser colocado bem preso à cabeça através da jugular).

CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP

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1.8.4 PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

Esta proteção somente será conseguida com o uso de máscaras autônomas ou de escape de emergência. As máscaras autônomas ficam em locais apropriados (casulos, cabides, armários, etc) para pronto uso, normalmente pelo pessoal da Brigada de Incêndio ou Equipe de Resgate, enquanto que as máscaras para escape de Emergência devem ser em número igual ou maior do que as pessoas embarcadas.

ser em número igual ou maior do que as pessoas embarcadas. TABELA DOS VALORES MÁXIMOS ADMITIDOS

TABELA DOS VALORES MÁXIMOS ADMITIDOS PARA OS GASES

TABELA DOS VALORES MÁXIMOS ADMITIDOS PARA OS GASES BS.: PPM = PARTES (OU PARTÍCULAS) POR MILHÃO.

BS.: PPM = PARTES (OU PARTÍCULAS) POR MILHÃO.

1.8.5 PROTEÇÃO AO APARELHO RESPIRATÓRIO

Os riscos mais comuns ao aparelho respiratório encontrados em incêndio são:

Falta de oxigênio;

Gases tóxicos;

Temperaturas elevadas, e

Fumaça.

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Multilink MÁSCARA/RESPIRADORES CONTRA GASES Seu uso é indicado quando há a possibilidade de concentração de gases

MÁSCARA/RESPIRADORES CONTRA GASES Seu uso é indicado quando há a possibilidade de concentração de gases tóxicos e fumaça, desde que o % de O² esteja > 19.5. Não deve ser usada para combate a incêndio.

MÁSCARA/RESPIRADORES COM AMPOLA DE AR COMPRIMIDO Seu uso é indicado para:

Falta de oxigênio;

Gases tóxicos;

Temperaturas elevadas,

Fumaça e

Ambiente IPVS. Funciona debitando automaticamente a quantidade de ar necessária para cada inalação. É composto de um conjunto de máscara facial contra gases, suporte básico e de formato anatômico, cilindro de ar comprimido, válvula de demanda automática, sinal acústico de alarme e manômetro. É importante ressaltar que quando as temperaturas excedem 60ºC, pode-se considerar que está excessivamente quente para a nossa respiração, desta forma, quando o ar, nesta temperatura, rapidamente preenche os pulmões, pode causar baixa da pressão sanguínea, danos ao sistema circulatório e queimadura das vias aéreas.

MODELOS

DRAGGER LUBECA PA 54:O cilindro trabalha com pressão de 200 bar para um volume de 1.400 l de ar. Quando a pressão no cilindro atinge 50 bar, soa o alarme, mas ainda restam 5 minutos.

MÁSCARA AUTÔNOMA MSA: O cilindro trabalha com pressão de 1510 bar, possui o volume de 1.270 l de ar. Totalmente carregada, dá uma autonomia de 30 minutos.

l de ar. Totalmente carregada, dá uma autonomia de 30 minutos. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE
l de ar. Totalmente carregada, dá uma autonomia de 30 minutos. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE

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BASCCA: Com uma pressão de 207 bar, possui um volume de 1.400 l de ar no modelo padrão e 1.210 l de ar para a versão não magnética. No modelo padrão, dá uma autonomia de 27 minutos até o disparo ou 25 minutos na versão magnética, tendo ambas mais 7 minutos de uso.

MÁSCARA DE ESCAPE DE EMERGÊNCIA: Deve-se ter a bordo máscaras de escape de emergência como a ELSA, (recarregável), cuja vida útil é de 15 anos e a máscara EEDB, que é descartável. Essas máscaras foram concebidas apenas para o escape de pessoal de locais tomados por fumaça espessa e, como tal, não podem ser empregadas em fainas de combate a incêndio.

não podem ser empregadas em fainas de combate a incêndio. 1.8.6 PROTEÇÃO INDIVIDUAL CONTRA IMPACTOS É
não podem ser empregadas em fainas de combate a incêndio. 1.8.6 PROTEÇÃO INDIVIDUAL CONTRA IMPACTOS É

1.8.6 PROTEÇÃO INDIVIDUAL CONTRA IMPACTOS

É comum nas fainas de incêndio a queda

de materiais provenientes do alto, tais como: luminárias, calhas e escombros. Em geral a proteção mais eficaz ainda é o uso do capacete.Este procedimento também é adotado nos ambientes

(construções, fábricas, etc) onde haja risco de queda de algum corpo estranho sobre

a cabeça do funcionário/visitante.

Além dos capacetes comuns, existem os chamados capacetes especiais, os quais são usados em situações mais específicas, nas quais, recursos variados são necessários como: minas, túneis, lugares onde a visão, audição e até a comunicação por rádio se faz às vezes imprescindíveis. São equipamentos com um microfone, dois alto-falantes, uma chave de operação e um rádio transceptor a prova de choque e de água.

de operação e um rádio transceptor a prova de choque e de água. 68 CURSO BÁSICO
de operação e um rádio transceptor a prova de choque e de água. 68 CURSO BÁSICO

2 COMBATE A INCÊNDIO

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2.1 CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS

Os incêndios classificam-se em função do material em chamas. Isto serve para que o agente extintor correto seja empregado na sua extinção.

CLASSE A: É o que envolve material que deixa resíduo (brasa, cinza, restos, etc), ou seja, a queima ocorre na sua profundidade e também na superfície.

CLASSE B: Esta classificação abrange os líquidos, óleo, graxas e gases. Deve-se lembrar que a queima nestes combustíveis ocorre apenas na superfície e nunca em profundidade, tanto é verdade que após a combustão não sobram vestígios do combustível.

CLASSE C: Esta classe de incêndio, diz respeito aos equipamentos elétricos que incendeiam- se quando energizados, assim sendo estes aparelhos quando desligados, da fonte de energia mudam de classe, passando de C para A. Nos equipamentos elétricos a mudança da Classe C para a Classe A implica no cuidado com os capacitores (condensadores ou acumuladores) pois ainda ficam “carregados” por um bom tempo.

CLASSE D: Este incêndio acomete os metais (lítio, magnésio, sódio, zircônio, etc) – sua principal característica é o nível da temperatura que é bastante elevado, e deste modo, reage violentamente caso seja empregado algum agente extintor não indicado para esta classe.

2.2 MÉTODO DE COMBATE A INCÊNDIO NAS DIVERSAS CLASSES:

1 CLASSE “A”

A extinção ocorre de modo eficaz se for usado um agente que cause resfriamento

rapidamente, e, como sabemos, o uso da água é a maneira mais fácil de fazer com que isto ocorra, ou então, espuma com proporção mínima de ar e líquido gerador, facilitando assim, a penetração nas fibras do material em chamas. Obs.: os pós químicos de maneira geral, por não terem o poder de penetração nas fibras (profundidade) apenas tem o poder de retardar a expansão do foto, atuando por abafamento.

2 CLASSE “B”

Para a extinção desta classe de incêndio, fazemos uso do recurso do abafamento, ou na falta deste, teremos que atuar na quebra de reação em cadeia (com Halogênicos ou pós

a base de PKP (bicarbonato de Potássio)).

3 CLASSE “C” Não é novidade que nesta classe de incêndio, não podemos usar agente condutor de eletricidade como por exemplo: água, espuma, etc. Os agentes mais eficazes no combate

a esta classe C são: CO 2 , PQS, Halon e os pós de maneira geral.

4 CLASSE “D”

O material para extinção nesta classe de incêndio deve ser do tipo que permita a fusão

em contato com o metal em chamas isolando o ar atmosférico, causando deste modo

o abafamento. Os agentes extintores para esta classe, compõem-se basicamente de:

grafite seco, monofosfato de amônia, cloreto de sódio, cloreto de bário, etc.

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2.3 AGENTES EXTINTORES:

Os agentes extintores compõem-se de um grupo de suma importância no combate aos incêndios de todas as classes.

Basicamente podemos resumir esta formação deste modo:

a) Água

b) Espuma

c) Pó Químico Seco

d) Gás Carbônico

e) Composto Halogênicos

f) Extintores portáteis.

1) ÁGUA

É o agente extintor de uso mais comum. Age por resfriamento, abafamento e diluição

dependendo da forma como é aplicada, Jato Sólido, Neblina de Alta Velocidade Neblina de Baixa Velocidade e Nevoa.

O Jato Sólido consiste em um jorro de água

(figura abaixo), lançado à determinada pressão, por meio de um esguicho a água

atinge o material incendiado com violência

e penetra fundo em seu interior. É o meio

por excelência para a extinção de incêndios classe “A”. As neblinas, tanto na alta, como na baixa velocidade, consistem no borrifamento da água por meio de pulverizadores. A água, assim aplicada sob a forma de gotículas tem aumentada sua superfície de contacto com o material incendiado, propiciando um rápido decréscimo da temperatura no ambiente em que ocorre o fogo (extinção por resfriamento). As neblinas, na ausência da espuma, prover uma alternativa na extinção de incêndios classe “B”. Sob a forma de “Nevoa” produzida no sistema “Water-Mist” e lançado através de atomizadores, encontramos seu grau máximo de eficiência, onde atua resfriando, abafando e diluindo os incêndios em salas de maquinas. A água sob quaisquer das quatro formas em que é empregada, extingue incêndios por resfriamento, no entanto, quando lançada sobre uma substância em combustão, parte desta água se transforma em vapor. O vapor, como veremos adiante, tem uma ação de abafamento. Teorizamos então, que a água extingue incêndios principalmente por resfriamento e, secundariamente, por abafamento, e vice- versa, pois é relevante saber que 1l d’água produz cerca de 1700L de vapor.

é relevante saber que 1l d’água produz cerca de 1700L de vapor. 70 CURSO BÁSICO DE
é relevante saber que 1l d’água produz cerca de 1700L de vapor. 70 CURSO BÁSICO DE

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2. ESPUMA

É um agente extintor para incêndios das classes “B e A”, a espuma e produzida pelo batimento

da água, LGE (líquido gerador de espuma) e Ar atmosférico. Atua flutuando sobre a superfície do líquido inflamado, isolando-o da atmosfera, a espuma mecânica e empregada para extinção de incêndios de grande intensidade por meio de um equipamento que misturam proporcionalmente os seus componentes, também encontrada em extintores portáteis.

A água entra com aproximadamente 85% (em peso) na composição da espuma, tendo

um efeito secundário na extinção. Nos incêndios da classe “A” é mais eficiente que a água,

o LGE atua como um rompedor de tensão superficial, dando-a melhor poder de penetração, extinguindo em profundidade.

melhor poder de penetração, extinguindo em profundidade. Tipos de liquido gerador de espumas: Protéicos,

Tipos de liquido gerador de espumas:Protéicos, fluorproteicos.Sintético ARC/ATC concentrado resistente a álcoolAFFF aqueus film forming foam; LGE “MGV”, para treinamento.

3)

AGENTES EM PÓ

PÓ QUÍMICO SECO – são substâncias constituídas a base de bicarbonato de sódio, bicarbonato de potássio ou cloreto de potássio e fosfato de monoamonia, que micro pulverizadas, formam uma nuvem de pó sobre o fogo extinguindo-o pela quebra da reação em cadeia ou por abafamento. É empregado preferencialmente para combate a incêndios em líquidos inflamáveis da (classe “B”), podendo ser utilizado em incêndios envolvendo equipamentos elétricos energizados (classe “C”) e o múltiplo uso Pó “ABC”.

O pó deve receber um tratamento anti-higroscópico para não umedecer, evitando assim

a solidificação no interior do extintor. O PKP é um agente extintor à base de bicarbonato de

potássio, muito eficiente na extinção de incêndios em líquidos inflamáveis em forma pulverizada atacando a reação em cadeia necessária para sustentar a combustão. Pode ser utilizado para combater incêndios classe “C”, porém, deixará resíduos de difícil remoção. Pode ser empregado para o combate a incêndio em copas, cozinhas, fritadeiras e chapas quentes nos fogões.

PÓ QUÍMICO SECO ESPECIAL: É empregado exclusivamente no combate a incêndios em metais combustíveis (classe “D”) recomenda-se para o manuseio o prévio conhecimento da FISP. (Ficha de informação de segurança do produto).

Gás Carbônico:

Por ser o CO 2 um gás inerte, ele é empregado como agente extintor por abafamento, criando, ao redor, do corpo em chamas, uma atmosfera rica em CO 2 e, por conseguinte, pobre em oxigênio. O CO 2 é também um gás mau condutor de eletricidade e, por isso, é especialmente indicado para incêndios da classe “C”. Atualmente, o CO 2 é o agente extintor por excelência para extintores portáteis, sendo empregado em incêndios das classes “C e B”.enquanto o Nitrogênio e o argônio são utilizados como agente protetor de tanques e canalizações que trabalham com combustíveis de alta periculosidade.

Cuidados:

Pode causar asfixia quando utilizado em ambientes fechados e sem ventilação.

• Pode causar queimaduras na pele e principalmente nos olhos, em face de sua baixa temperatura, se dirigido à curta distância sobre o pessoal.

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A descarga em alta velocidade das ampolas de CO 2 pode dar origem a formação de cargas

de eletricidade estática. Não é indicada, portanto, a utilização das ampolas de CO 2 para saturação de ambientes onde existam misturas inflamáveis, mas apenas para combate a incêndios já em evolução.

B) PROPRIEDADES DO CO 2:

O Dióxido de Carbono é um gás incolor, gás inerte, mais pesado que o ar, ocupando 1.84 kg por metro cúbico em comparação com 1.173 kg por metro cúbico para o ar. Ele é freqüentemente encontrado em bebidas carbonatadas, o que causa uma sensação de formigueiro no nariz; a mesma sensação é produzida quando se respira uma concentração razoavelmente alta de CO 2 .

Segurança Geral: O Dióxido de Carbono, em baixas concentrações, não é um gás tóxico, no sentido geral do termo ele produz efeitos fisiológicos úteis. Entretanto, em exposição às altas concentrações necessárias no uso de CO 2 sozinho para combate a incêndio, uma pessoa poderia morrer rapidamente de acidose por CO 2 a falta severa de oxigênio chamada asfixia. Portanto, é muito importante que todas as pessoas envolvidas estejam familiarizadas com esta seção relativa a segurança.

Risco pessoal: Dióxido de Carbono é normalmente existente no ar atmosférico ao nível de aproximadamente 0.03%. Este baixo teor não produz efeitos fisiológicos mensuráveis.

Sistema Fixo de FM-200 ou FE, são agentes “limpo” e por isto é recomendado para proteção em equipamentos vitais e de segurança, usa-se em incêndios Classe “C”, é necessária a completa evacuação e “selagem” do compartimento.

Duplo Agente: São dois equipamentos ligados por uma chapa de ferro. O canhão de PKP e

o esguicho tipo AFFF, permite o uso seletivo de acordo com a classe do sinistro.

Extintores Portáteis: São aparelhos de pequena dimensão destinados a combater princípio de incêndio, normalmente os mais usados são a base de: água, espuma mecânica, dióxido de carbono (CO 2 ), bicarbonato de sódio ou potássio e fosfato de monoamônia.

Regras básicas para a instalação:

Correta seleção e distribuição pela área

Posicionamento em local visível

Os locais reservados aos extintores devem ser sinalizados por um circulo vermelho ou uma seta larga vermelha, com bordas amareladas.

Deve ser pintada de vermelho, uma área de no mínimo 1M x 1M no piso.

Os extintores não devem ter sua parte superior a mais de 1.60M do piso

extintores não devem ter sua parte superior a mais de 1.60M do piso 72 CURSO BÁSICO
extintores não devem ter sua parte superior a mais de 1.60M do piso 72 CURSO BÁSICO

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2.4 EXTINTORES PORTÁTEIS:

São cilindros (normalmente vermelhos) empregados no combate à incêndio e dispostos em pontos estratégicos e de fácil acesso. Existem extintores de vários tipos, a saber:

a) Água pressurizada (AP)

b) Pó Químico Seco (PQS)

c) Espuma Mecânica (EM)

d) Gás Carbônico (CO 2 )

Identificação dos Extintores Portáteis:

CLASSE A: Triângulo verde com letra A branca. CLASSE B: Quadrado vermelho com letra B branca. CLASSE C: Bola azul com letra C branca. CLASSE D: Estrela amarela com letra D branca.

C branca. CLASSE D: Estrela amarela com letra D branca. 1) TIPOS COMUNS DE EXTINTORES PORTÁTEIS
C branca. CLASSE D: Estrela amarela com letra D branca. 1) TIPOS COMUNS DE EXTINTORES PORTÁTEIS
C branca. CLASSE D: Estrela amarela com letra D branca. 1) TIPOS COMUNS DE EXTINTORES PORTÁTEIS

1)

TIPOS COMUNS DE EXTINTORES PORTÁTEIS

EXTINTOR DE EXPUMA

1) TIPOS COMUNS DE EXTINTORES PORTÁTEIS EXTINTOR DE EXPUMA CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA -

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EXTINTOR DE PQS

EXTINTOR DE CO 2

EXTINTOR DE ÁGUA

Multilink EXTINTOR DE PQS EXTINTOR DE CO 2 EXTINTOR DE ÁGUA AGENTES EXTINTORES Agente extintor é
Multilink EXTINTOR DE PQS EXTINTOR DE CO 2 EXTINTOR DE ÁGUA AGENTES EXTINTORES Agente extintor é
Multilink EXTINTOR DE PQS EXTINTOR DE CO 2 EXTINTOR DE ÁGUA AGENTES EXTINTORES Agente extintor é

AGENTES EXTINTORES

Agente extintor é qualquer material empregado para resfriar, abafar as chamas ou quebrar a reação em cadeia, oriundas de uma combustão, proporcionando sua extinção. Os agentes extintores de uso mais difundido a bordo são:água, espuma, vapor, CO2, Halon, Pó químico e Solução Aquosa de Carbonato de Potássio (APC).

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2.5 AGUA COMO AGENTE EXTINTOR

Conforme vimos, é o agente extintor mais usado. Age principalmente por resfriamento, devido a sua propriedade de absorver grande quantidade de calor.

Atua também por abafamento, dependendo da forma como é aplicada, Jato Sólido, Neblina

de

Alta Velocidade Neblina de Baixa Velocidade.

O

Jato Sólido consiste em um jorro de água, lançado à alta pressão, por meio de um

esguicho com orifício circular de descarga. Sob esta forma, a água atinge o material incendiado com violência e penetra fundo em seu interior. É o meio por excelência para a extinção de incêndios classe “A”, onde o material tem de ser bem encharcado de água para garantir a extinção total do fogo e impedir seu ressurgimento. Em alguns casos, como incêndios em colchões e travesseiros, é conveniente que o material seja mergulhado na água garantindo-se, assim, que não permaneçam brasas no seu interior. As neblinas, tanto de alta velocidade como de baixa velocidade consistem no borrifamento de água por meio de pulverizadores especiais.

JATO

SÓLIDO

NEBLINA

DEALTA

VELOCIDADE

NEBLINA DE BAIXA

VELOCIDADE

NEBLINA DEALTA VELOCIDADE NEBLINA DE BAIXA VELOCIDADE CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP 7
NEBLINA DEALTA VELOCIDADE NEBLINA DE BAIXA VELOCIDADE CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP 7
NEBLINA DEALTA VELOCIDADE NEBLINA DE BAIXA VELOCIDADE CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP 7

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1. USO DA ÁGUA - REDES DE INCÊNDIO

Válvulas - as válvulas existentes nas redes de incêndio normalmente são:

Válvula de Interceptação e Válvula de Segurança, com as seguintes finalidades:

• Válvula de interceptação - isola trechos do sistema, possibilitando o”by- pass contorno” em caso de avarias para que seja efetuado o reparo.

• Válvula de segurança - dispara quando a pressão ultrapassa 10% da PMTA (Pressão máxima de trabalho admitida) valor ajustado com a finalidade de proteger o sistema.

Mangueiras de incêndio - Variam do tipo 1 a 5 de acordo com a aplicabilidade levando em consideração o limite de pressão e a exposição a abrasão.

o limite de pressão e a exposição a abrasão. 2. EQUIPAMENTOS DE INCÊNDIO DIVIDE-SE EM DOIS
o limite de pressão e a exposição a abrasão. 2. EQUIPAMENTOS DE INCÊNDIO DIVIDE-SE EM DOIS

2. EQUIPAMENTOS DE INCÊNDIO

DIVIDE-SE EM DOIS GRUPOS: FIXOS E MÓVEIS

DE INCÊNDIO DIVIDE-SE EM DOIS GRUPOS: FIXOS E MÓVEIS • Bomba de Incêndio: têm a finalidade

• Bomba de Incêndio: têm a finalidade de suprir o sistema com pressão suficiente para operar os equipamentos de combate a incêndio. Sua pressão pode variar de 150 a 70 PSI.

3. TOMADAS/HIDRANTES DE INCÊNDIO:

São instaladas nas canalizações do sistema, existem nos diâmetros de 2" ½ e 1" ½,. Deve- se observar a disposição das tomadas/hidrantes, de modo que seja possível alcançar com no máximo duas seções de mangueira qualquer ponto da área protegida.

Sistema Sprinklers - consiste em uma ampola ou liga metálica sensível, que quando sofre a

76

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ação do calor se rompe ou funde, liberando o agente extintor na área protegida.

Cuidados:

Todos os agentes extintores apresentam efeitos secundários sobre o material ou sobre o pessoal, requerendo cuidados adicionais para sua seleção e emprego, de forma que sejam evitados acidentes, ou que o material venha sofrer danos maiores que aqueles já sofridos pela ação do fogo.

Requer providências efetivas quanto ao esgoto. Fainas prolongadas podem causar a redução da reserva de flutuabilidade por excesso de peso da água embarcada, bem como dar origem

à formação de superfície livre, banda permanente ou redução de estabilidade por acréscimo de peso.

A água, especialmente a água salgada, é boa condutora de eletricidade e não deve, portanto,

ser utilizada na extinção de incêndios classe “C”. Quando utilizada em jato sólido, pode avariar equipamentos frágeis, tais como equipamentos eletrônicos.

Reduz a resistência de isolamento de equipamentos e circuitos, principalmente em se tratando de água salgada.

Pode originar acidentes se, sob a forma de jato sólido, for dirigida ao pessoal a curta distância, principalmente se atingir o rosto.

Se dirigida a equipamentos elétricos energizados, pode causar choque elétrico ao pessoal que guarnece a mangueira.

4.

CUIDADOS QUE DEVEM SER ADOTADOS AO SE FAZER USO DA ESPUMA:

Sendo condutora de eletricidade, pode causar acidentes se utilizada contra equipamentos elétricos energizados.

Reduz a resistência de isolamento de equipamentos e circuitos elétricos e eletrônicos.

Alguns tipos possuem propriedades corrosivas sobre diversos materiais.

Produz irritação na pele e, principalmente, nos olhos.

5.

VAPOR:

O vapor de água pode ser utilizado como agente extintor, por abafamento. Usa-se o vapor para extinguir incêndios da classe “B”, principalmente em porões de praças de caldeiras e máquinas, quando esses incêndios se mostram insensíveis a outros agentes. O uso de vapor obriga ao isolamento do compartimento. Cuidados:

Requer a retirada de todo o pessoal do compartimento.

Submete todos equipamentos contidos no compartimento a uma temperatura elevada.

6. SISTEMA GERADOR DE ESPUMA MECÂNICA:

É usado para apagar incêndio Classe B por abafamento. A

espuma mecânica: é obtida pela junção (forçada) da água do AR e o líquido gerador de espuma (LGE). A espuma mecânica é conseguida pelo uso dos esguichos tipo: Vazão variável, NPU, FB 5X, FB 10X, ESGUICHO UNIVERSAL, FIREFIGHTER WATERWALL.Obs: Para a produção de uma boa espuma com esguichos de vazão variável, será necessário usar o LGE do tipo sintético.

variável, será necessário usar o LGE do tipo sintético. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA -

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Componentes da Espuma

A espuma (mecânica) contém três componentes:

Ar, contido nas bolhas de espuma;

Água, distribuída a uma determinada densidade em litros por minuto por metro quadrado da superfície em questão; e

Concentrado de “LGE”, injetado ao jato ou neblina de água numa percentagem específica.

A solução flui livremente dentro da tubulação para distribuição na área de risco, onde o ar é

acrescentado para produzir uma cobertura contínua de abafamento que seja suficientemente leve para flutuar sobre os líquidos inflamáveis.

Espuma mecânica - as espumas utilizadas incluem as que são à base de proteína, à base de fluoroproteína, espuma formadora de película aquosa, concentrados resistentes à álcool e espuma especial para treinamento.

Espumas à base de Proteína - Espumas que contém aditivos à base de proteínas animais, fluoroproteína; Espumas que contém aditivos com substâncias químicas com flúor que possibilitam melhor fluidez.

Espumas Resistentes à Álcool, são espumas utilizadas na extinção em solventes polar. Liquido gerador tipo “MGV” destinado a produção de espuma para treinamento, é uma alternativa aos LGE que agridem ao meio ambiente.

Espumas Formadoras de Películas Aquosas (AFFF) - A espuma sintética forma uma película fina aquosa que separa o combustível do comburente realçando sua capacidade de abafar.

3. ORGANIZAÇÃO DO COMBATE A INCÊNDIO

O combate a incêndio, geralmente é um trabalho que exige competência e treinamento do

pessoal envolvido, principalmente a bordo (navio ou plataforma), onde existe visível restrição da área de escape em caso de perda de controle do sinistro ou situação. Por isto, é necessário que a tripulação esteja permanentemente preparada para este tipo de ocorrência. Bem, não é novidade que para o bom desempenho de um grupo (equipe, brigada, turma, etc) no combate a incêndio todos estejam capacitados de modo eficiente. É preciso que determinados pré-requisitos sejam cumpridos. Estes itens obedecem à distribuição abaixo exposta:

3.1 ORGANIZAÇÃO (TABELA MESTRA)

A Organização (TABELA MESTRA) nada mais é do que obedecer à uma prévia distribuição do pessoal de bordo (fixo ou não), pelas funções que deverão ser preenchidas (guarnecidas) como também os substitutos das pessoas chaves. Em caso de quebra da rotina normal de trabalho (situação de emergência). Para isto, em locais previamente determinados e de fácil acesso em algumas unidades existem quadros para consulta, também conhecidos como “Tabela Mestra” nos quais encontramos a distribuição de todo o pessoal de bordo nas mais variadas situações de emergência, tais como: Incêndio, Abandono, Homem ao Mar, Colisão, Vazamento de Gás e Emergência externa. A finalidade é fazer com que cada membro da tripulação saiba o que fazer em cada situação exposta no anteriormente. OBS: Algumas unidades, no intuito de facilitar a conscientização, fornecem a Tabela Mestra Individual - (TMI), que permanece em poder do tripulante, para consulta a qualquer momento.

Instrução - Este item indica a necessidade do conhecimento técnico por parte do pessoal

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de bordo, de todos os recursos existentes na unidade, bem como as circunstâncias nas quais estes recursos devem ser usados. Encontraremos essas instruções no MANUAL DE TREINAMENTO existente a bordo.

3.2 SISTEMAS FIXOS DE COMBATE A INCÊNDIOS

Sistemas Fixos de CO 2 :

Estes sistemas existem de dois tipos:

1. Mangueira em Sarilho: Consiste em duas ampolas interligadas ao sarilho, onde é colhida a mangueira que tem o tamanho do compartimento a proteger, na extremidade encontra-se um difusor com

válvula de pressão manual, onde controla

a descarga do agente extintor.

Descarga Direta:

Uma bateria de ampolas dispostas em um determinado compartimento quando acionadas, o CO 2 é canalizado até os compartimentos a ser protegido, fora do compartimento há um acionador remoto conjugado com o sistema de alarme.Obs.:

A pesagem das ampolas seguem o mesmo processo dos extintores portáteis, ou seja, semestral.Para inundar um compartimento com agente extintor é necessário alguns procedimentos básicos: Soar o alarme, retirar o pessoal, parar as maquinas, parar o sistema de ventilação, fechar todas as vias para o

meio externo, pedir autorização, confirmar

o checklist e lançar.

2. Monitores Manuais Para Lançamento de EspumaTodos os Monitores Manuais possuem um Botão de Pressão fixado

próximo. Este colocará em funcionamento

a Bomba de Espuma apropriada. Quando

a Válvula de Isolamento manual se abre,

a pressão na tubulação principal de água do sistema de combate a incêndio cai e a(s) Bomba(s) de Água do Sistema de Combate a Incêndio começará(ão) a funcionar automaticamente.

Combate a Incêndio começará(ão) a funcionar automaticamente. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE PLATAFORMA - CBSP 7
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3. Sistema de Inertização:O Nitrogênio é

o agente ideal para este fim, na falta do n 2 o CO 2 pode ser usado, em baixa velocidade para não formar excesso de

carga eletrostática, o que poderia formar centelha e conseqüentemente dar origem

a uma explosão.

4. Compostos Halogenados:Encontra-se com seu uso restrito e em via de substituição total atendendo o protocolo de Montreal (1987) devido aos seus efeitos nocivos ao meio ambiente, porem, agentes extintores alternativos já se encontram em disponibilidade, a exemplo do FM-200, FE, Argonito, Novec TM-1230. Etc

5. Console do Monitor Controlado a DistânciaÉ localizado na Sala Central de Controle. Sobre o Console estão as telas da TV de circuito fechado, pelas quais todos os monitores podem ser observados. A superfície externa inclinada do Console possui uma tela a toque ‘touch screen”) para operar os monitores, bombas e válvulas, a qual mostra as posições dos monitores no convés de Carga e no Helideck e a situação/estado/ posição das bombas e válvulas. Os monitores em operação são mostrados por pictogramas. Estes mostram a elevação e rotação dos monitor(es) Controlado(s) a Distância que estão em uso, assim como a situação das bombas e válvulas. Outras telas podem ser usadas para mudança de certos ajustes e para diagnóstico primário em caso houver falhar num monitor.

A mesa plana possui duas alavancas de

direção e dois conjuntos de interruptores com ação de cotovelo para bocal jato- spray do monitor. Um máximo de dois Monitores Controlados a Distância podem ser controlados de cada vez. Em caso de incêndio, é possível operar e controlar os devidos Monitores Controlados a

é possível operar e controlar os devidos Monitores Controlados a 80 CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE
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Distância, colocar em funcionamento a Bomba de Espuma e observar a sucessão de eventos no monitor com tela a toque e nas Telas da TV de Circuito Fechado.

A indicação da existência de fogo é dada

pelos detectores localizados ao redor das zonas de sinalização do Painel de Detecção de Gás e Fogo ou por observação das Telas do Circuito Fechado de TV.

6. SprinklersSão os recursos detectores mais usados pois ao ser constatada a presença do fogo/fumaça ou calor

excessivo, a liberação da água já ocorre no próprio detector com velocidade maior do que a rede principal de incêndio em função do menor diâmetro da rede que o alimenta.Funcionamento: o Spinkler é fixado no local a ser protegido normalmente no teto, e dispõe de um bulbo de vidro cheio de liquido (de sensibilidade variada) o qual dilata na presença do calor, deixando de escapara

a água de uma derivação da rede de

incêndio de menor diâmetro (e maior velocidade) combatendo o foco inicial, até que sejam adotadas medidas mais eficazes para a completa extinção do incêndio.

mais eficazes para a completa extinção do incêndio. 7. Bombas de Recalque É de suma importância
mais eficazes para a completa extinção do incêndio. 7. Bombas de Recalque É de suma importância

7. Bombas de Recalque

É de suma importância que existam

pressão e demanda nas redes que “alimentam” (abastecem) os sistemas de chuveiros automáticos. Para isto, fazemos uso de um dos três recursos abaixo:

a) por gravidade – a fonte hidráulica deve ser posicionada no alto, para que a coluna d’água pressurize a rede. É o mais confiável e o que menos exige manutenção.

b) por bombas de recalque – é o método mais usado, pois depende somente de um motor elétrico para “arrastar” a bomba.

c) por tanque de pressão – consta um tanque permanentemente pressurizado (com ar comprimido) e com manômetro e dispositivos que acionam a reposição da água em caso de uso.

dispositivos que acionam a reposição da água em caso de uso. CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA DE

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3.1 A Brigada de Incêndio da Unidade de “crash” (visto que quem for receber a aeronave, encontra-se em condições normais, sem incêndio deve ser acionada em auxilio à equipe de EMCIA, a qual estará apostos por ocasião do pouso/lançamento, e é qualificada para este tipo de procedimento. Obviamente que em caso de necessidade de alijamento da aeronave (ou partes dela), a equipe de EMCIA (poucos homens) não tem condições totais de fazê-lo, situação na qual a “ajuda” por parte da Brigada de Incêndio será muito “bem vinda”.