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Fótons | Física Ensino Médio, Física Fótons

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Fótons

dos Sólidos, Líquidos e Gases Dinamômetro Fótons Hoje sabemos que a luz é composta por diminutas

Hoje sabemos que a luz é composta por diminutas partículas. Tais partículas são denominadas de fótons e nesse capítulo pretendemos

analisar as propriedades das mesmas.

Prevalece assim, nos dias de hoje, a idéia de que a luz tem uma natureza corpuscular. Newton, há muitos séculos, ao retomar a

discussão sobre a natureza da luz, defendia a natureza corpuscular da mesma. Essa teoria corpuscular, no entanto, caiu no esquecimento

por algum tempo em função da descoberta de fenomenos ondulatórios associados com a luz.

Einstein retomou a idéia da natureza corpuscular num trabalho que ficou célebre. Esse trabalho foi publicado em 1905 e evocava a teoria

corpuscular da luz para explicar o efeito fotoelétrico.

Assim, conquanto seja difícil de entender, nós lidamos todos os dias, ao longo do dia inteiro, com uma das partículas elementares.

Trata-se dos fótons.

Sempre que você estiver em contato com a luz, qualquer luz (do Sol, das estrelas, da lâmpada elétrica etc.) você estará em contato com

essas partículas elementares. Isso porque, hoje sabemos, a luz é composta por essas diminutas partículas.

Essas partículas, os fótons, estão em todo o Universo com certeza e em todas as suas regiões com a mesma abundância. Eles são muito

numerosos no Universo. Excedem em muito as demais partículas.

Na realidade, quando falamos dos fótons estamos falando não de um ou dois, mas de bilhões e bilhões.

Se os fótons são tão numerosos, por que não sentimos os seus efeitos? Na realidade, podemos sentir os efeitos associados à presença

de grande número de fótons. Por exemplo, só podemos ver se tivermos luz à nossa disposição. Fótons com energia compreendida entre

dois valores (os quais explicaremos depois), e desde que em grande número, compondo uma onda eletromagnética, são capazes de

sensibilizar um dos nossos sentidos (o da visão).

Propriedades dos fótons

O fóton é uma partícula muito curiosa. Vamos analisar algumas de suas propriedades.

1. O fóton não tem massa

Provavelmente, suspeitamos hoje, essa seja a única partícula elementar, encontrada livre no Universo, sem massa. Na verdade, os

gluons, partículas que assim como o fóton são associadas a uma força, também têm massa zero, mas não podem ser encontrados

livremente. Apesar de não ter massa o fóton tem energia. Isso parece ser um contrasenso, no entanto isso ocorre porque o fóton tem uma

quantidade de movimento. Então, se p = quantidade de movimento do fóton,sua energia, de acordo com a Teoria da Relatividade de

Einstein, é dada por

E = pc.

onde é c a velocidade da luz.

Outra conseqüência do fato de que o fóton não tem massa é que ele não interage gravitacionalmente e, portanto, passa próximo dos

corpos massivos sem se desviar. Para ser bem preciso, ele acaba se desviando um pouco e isso tem relação com a Teoria da

Relatividade Geral de Einstein.

2. O fóton não tem carga

Esta é outra propriedade interessante do fóton. Isso quer dizer apenas que ele não é atraído ou repelido por ímãs ou por objetos

eletrizados. O fóton é indiferente (do ponto de vista da força exercida sobre ele) à interação eletromagnética.

3.

O fóton viaja muito rápido

O

fóton viaja mais rápido do que qualquer outra partícula. Só eventuais outras partículas sem massa (como, eventualmente os neutrinos)

têm velocidade igual à do fóton.

A velocidade de qualquer fóton (não importa sua energia) é aproximadamente (utiliza-se para a velocidade da luz o símbolo c)

c= 300.000 km/s .

Como o fóton viaja sem interação, quer seja eletromagneticamente ou gravitacionalmente, pode-se prever que o fóton não se desvia do

seu caminho enquanto viaja. Ele deve, portanto, propagar-se em linha reta. Como a luz é composta por fótons, podemos agora afirmar:

A luz se propaga em linha reta.

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Este é, na verdade, um dos princípios básicos da óptica geométrica.

4. A velocidade do fóton é a velocidade limite

Essas propriedades seguem da Teoria da Relatividade Especial de Einstein. O fato de a velocidade da luz ser a velocidade limite significa

que não existe na natureza nenhum objeto cuja velocidade exceda a velocidade da luz. Portanto, deve seguir daí que

O fóton detém o recorde universal de velocidade.

Será isso verdade? Continuamos suspeitando que Einstein tenha razão. Até hoje, não se detectaram (ou se encontraram) partículas mais

velozes do que o fóton. Admite-se, de acordo com Einstein, apenas um empate (velocidade igual à velocidade da luz). Dá-se o nome de

tachyons às eventuais partículas mais velozes do que a luz. Existem teorias para descrevê-las. Mas o fato é que até hoje não foram

encontradas. Então Einstein continua tendo razão nesse ponto.

O fato de que a maior velocidade no Universo é essa do fóton (300.000 km/s), leva-nos a afirmar que essa é a velocidade máxima que

temos à nossa disposição para enviar (ou receber) informações. Isso tem conseqüências muito profundas. Se você quiser enviar uma

mensagem até a estrela mais próxima (uma das de Alfa de Centauro), o tempo mínimo para o envio da mensagem e o recebimento da

resposta é de 8,6 anos. Para as estrelas mais longínquas seria de milhões ou bilhões de anos (é melhor esquecer a mensagem). De

qualquer forma, isso é apenas para lembrar que, ao receber a luz de uma estrela aqui na Terra hoje, essa luz foi produzida (na estrela) há

muitos anos atrás. Hoje, provavelmente a estrela até mesmo já tenha se apagado e, com certeza, não está exatamente no ponto em que

parece estar, pois durante o tempo da viagem a estrela se movimentou.

E se, por acaso, existirem partículas mais velozes do que o fóton? Bem, nesse caso, teríamos um meio mais eficiente de comunicação, é

claro. E a teoria de Einstein teria que ser modificada. A questão ainda não está resolvida.

5. A velocidade do fóton é absoluta

Estamos agora diante de outra coisa surpreendente a respeito dessas partículas.

Para entendermos isso, consideremos as partículas ordinárias, ou melhor, um grande número delas. Consideremos uma bola (sim, uma

bola grande). Digamos que essa bola deslize num vagão de um trem a uma velocidade de 20 km por hora na mesma direção do

deslocamento do trem que tem uma velocidade de 80 km.

Qual a velocidade da bola para quem está fora, parado, olhando o trem passar? A resposta é a adição de velocidades

v fora = v trem + v bola

Temos, portanto, que a velocidade da bola fora do trem é de 100 km, pois devemos somar as duas velocidades.

Agora vamos fazer a mesma experiência com os fótons. Vamos substituir a bola pelos fótons. Qual é a velocidade dos fótons? Seria

v fora = v trem + v fóton?

mas não é!! A velocidade dos fótons fora do trem é a mesma que dentro do trem:

v fora = v fóton !

Einstein, sabe-se lá como!!, intuiu que para os fótons (na verdade ele se referia à luz) é diferente. Para ele a velocidade da luz é absoluta.

Isto é, não depende do sistema de referências. Isto vale apenas para sistemas de referências ditos inerciais. Isto é, sistemas que se

desloquem, uns em relação aos outros com velocidade constante. Podemos afirmar que

Os fótons têm a mesma velocidade para qualquer sistema inercial.

Interações e colisões de fótons

Os fótons colidem e interagem de uma maneira análoga às demais partículas. É isso que, afinal, justifica a classificação dos fótons como

partículas.

Apesar de sofrerem forças do tipo previsto pelo eletromagnetismo clássico, os fótons participam da interação eletromagnética (sendo os

mediadores dessa interação). Na realidade, a interação eletromagnética ocorre como resultado da troca de fótons. Eis aí o que

aprendemos nos últimos anos sobre as interações eletromagnéticas.

Imagine uma interação eletromagnética qualquer como, por exemplo, o afastamento de partículas portando cargas de sinais opostos. Ela

ocorre, a interação entre as duas cargas, mediante a troca de fótons.

A interação eletromagnética se dá, basicamente, em duas etapas. Consideremos a interação entre dois elétrons. Na primeira etapa uma

partícula (um dos elétrons), portanto uma carga negativa, produz um fóton (começou o processo de interação). Ao produzir esse fóton a

partícula muda de direção (uma vez que o fóton carrega uma parte da quantidade de movimento do próton). Na segunda etapa, o outro

elétron absorve esse fóton, com o impacto ele também muda de direção. O resultado é aquele da figura abaixo.

muda de direção. O resultado é aquele da figura abaixo. Hoje em dia imaginamos todas as

Hoje em dia imaginamos todas as interações fundamentais como resultante da troca de partículas elementares. Isto faz com que haja

sempre um agente (no caso do eletromagnetismo, o fóton) mediador da interação. Os agentes mediadores são sempre partículas

elementares. Assim, as partículas que interagem entre si nunca se tocam. A ação se dá à distância. Às partículas que fazem essa

intermediação damos o nome de bosons intermediários. A particula conhecida como w é uma delas

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Movimento Circular

Uniforme

Movimento Harmônico

Simples

Movimento Oscilatório

Movimento Uniforme

Simples Movimento Oscilatório Movimento Uniforme A colisão entre um fóton e outras partículas ocorre com

A colisão entre um fóton e outras partículas ocorre com muita freqüência no nosso mundo físico. Para essas colisões valem as mesmas

regras das colisões usuais, no sentido da conservação da energia e da quantidade do movimento. Um dos efeitos mais notáveis é o efeito

compton. Nesse efeito o resultado que se observa é a colisão de um fóton com um elétron em repouso (vide figura abaixo)

de um fóton com um elétron em repouso (vide figura abaixo) Dependendo da energia do fóton

Dependendo da energia do fóton e do sistema com o qual ele colide, podemos ter um número muito grande de possibilidades. Uma

possibilidade é o fóton (ou os fótons) ser absorvido no processo de colisão. Nesse caso, sua energia e quantidade de movimento são

integralmente transferidas para a outra partícula. Eventualmente, essa partícula pode emitir (posteriormente) outro fóton. Esse

posteriormente significa um intervalo de tempo muito curto. Nesse caso dizemos que houve uma colisão elástica. No efeito compton, já

mencionado, a colisão é elástica.

Se o fóton tiver uma energia muito alta, outra série de coisas pode acontecer. Por exemplo, se o fóton tiver uma energia maior do que

duas vezes a energia de repouso do elétron ( ) o fóton pode desaparecer e produzir duas partículas (o elétron e a sua antipartícula, o

pósitron). A esse processo damos o nome de produção de pares.

A esse processo damos o nome de produção de pares. Se sua energia for extremamente alta,

Se sua energia for extremamente alta, ele pode arrebentar um próton em vários pedaços, produzindo uma gama muito grande de

partículas.

O método, de quebrar o próton em pedaços, se transformou nos últimos anos no melhor método de investigação da estrutura da matéria.

A idéia é a seguinte: aceleramos prótons a energias muito altas (produzimos um feixe de prótons) e fazemos essas partículas colidirem

com outros prótons. O ideal é termos um outro feixe vindo na "contramão" (isto é, na direção oposta).

Do início do universo até hoje

Os cientistas imaginam, aqueles que confiam na Teoria do Big Bang para descrever o início do Universo, que os fótons existem desde a

origem do Universo. Isso porque, nessa teoria, proposta em 1943 por Alpher, Bethe e Gamow, o Universo primordial (o Universo nos seus

primeiros instantes) seria basicamente composto por uma sopa de partículas. Dentre essas partículas, lá estavam os fótons.

Seguindo o raciocínio de um Universo composto apenas pelas "substâncias básicas", as partículas elementares, o Universo teria evoluído

deixando alguns "fósseis" dessa era primitiva. Dentre esses fósseis estariam os fótons. Fótons são, de longe, as partículas mais

abundantes no Universo. Estima-se que para cada próton (ou elétron) no Universo existem bilhões de fótons.

Onde estão eles? Estão distribuídos ao longo de todo o Universo. Eles são distribuídos de uma forma bastante homogênea. Isto é, eles

são encontrados em igual número numa caixa de que seja aqui na Terra, na Galáxia de Andrômeda ou em qualquer região do Universo. A

distribuição de fótons é uniforme e isotrópica (a mesma para qualquer direção que olharmos no Universo).

A evolução do conceito de fóton

Sendo a luz constituída dessas partículas diminutas, podemos nos perguntar por que só neste século nos demos conta disso? O homem

conhece a luz e seus efeitos desde priscas eras. A luz é o fenômeno primeiro. Nós nos damos conta da sua existência já ao nascer. Além

disso, ela participa, em vários estágios do ciclo da vida.

É claro que ela despertava a curiosidade dos antigos. A formação de sombras e penumbras ocorre no dia-a-dia de todos os seres

humanos. Os eclipses já eram utilizados alguns séculos antes de Cristo como um meio de determinar a distância da Terra até a Lua. Tales

de Mileto, seis séculos antes de Cristo, já aprendera o método de triangulação para medir distâncias, inferindo a altura da Pirâmide de

Gizé a partir da sombra projetada no solo pela pirâmide. Erastótenes utilizou a sombra de uma haste fincada no solo (um gnomo) para

determinar o raio da Terra.

As sombras e penumbras podem ser explicadas pelo Princípio da Propagação Retilínea da Luz. Princípio esse já enunciado pelos gregos

e aparece na obra de Euclides (300 a.C.)

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Movimento Uniformemente Variado

Movimento, Trajetória e Referencial

Movimentos e Repousos

Movimentos em Curvas

Neutrino

Nuvem

Nuvens de Tempestade

Ondas de Choque

Ondas Elétricas

Ondas Eletromagnéticas

Ondas Estacionárias

Ondas de Luz

Ondas de Rádio

Ondas Mecânicas

Harmônicas

Ondulatória

Óptica

Origem da Teoria da Relatividade

Outros fenômenos associados à luz, como a reflexão e a refração, já eram conhecidos na Antigüidade. Fala-se muito em instrumentos

utilizados com muita engenhosidade por Arquimedes na defesa de Siracusa. Dentre eles estavam alguns espelhos para provocar

confusão nas hostes inimigas (os romanos).

A suspeita de que a luz tinha velocidade finita começou provavelmente com Galileu. Na época de Newton, ele já tinha conhecimento da

determinação da sua velocidade feita por Roemer. De acordo com ele, a luz levaria sete minutos para passar do Sol à Terra.

Esses fatos, bem como outros, poderiam ser explicados se a luz fosse composta por partículas. Por isso, Newton elaborou uma teoria

para a luz, cujo ponto básico é a sua constituição por corpúsculos de luz. O livro de Newton começa definindo:

Por raios de luz entendo as partes mínimas da luz e as que tanto são sucessivas nas mesmas linhas como simultâneas em várias linhas.

Newton se interessou pela óptica antes que pela mecânica. Publicou seu primeiro trabalho em óptica aos 29 anos. Preocupou-se com um

fenômeno que naquela época era célebre: o fenômeno das cores. Esse fenômeno, objeto do trabalho de decomposição da luz em

diversas cores ao passar por um prisma, já fora detalhadamente descrito por ele aos 23 anos, em 1666. No seu livro "Óptica" Newton

afirma que "é evidente que a luz consiste em partes" e se utiliza de termos como "corpos minúsculos" e "partículas de luz".

Muitos físicos, de valor excepcional, se opuseram à teoria de Newton. Dentre eles, Robert Hooke e Christiaan Huyghens. A idéia

dominante era a de que a luz era a pressão ou o movimento de alguma perturbação que atravessa um determinado meio. Muito próximo,

portanto, do que hoje denominamos de ondas.

A idéia da teoria corpuscular da luz prevaleceu (a despeito da oposição) durante o século XVII. Em parte graças ao prestígio de Newton e

em parte por falta de evidências contrárias à teoria de Newton.

A teoria de Newton sofreu, no entanto, um grande abalo com os trabalhos de Young e Fresnel a respeito do fenômeno da interferência da

luz. A teoria de Newton não é compatível com esse fenômeno.

Podemos ilustrar essa questão imaginando um dispositivo que contém duas fendas (elas estão a uma certa distância uma da outra) com

um anteparo a uma certa distância delas. Podemos fazer três experiências. Em cada uma delas enviamos um feixe de partículas.

Os Opostulados de Einstein

a)

Manter a fenda inferior fechada.

 

b)

Manter a fenda superior fechada.

Paulo ari gemelli

c)

Manter as duas fendas abertas.

Permeabilidade Magnética

Permeabilidade Magnética

Peso de um Corpo

Postulados de Einstein

Potência

Pressão

Pressão Atmosférica

Princípio da Ação e Reação

Princípio da Inérica

Processos de Eletrização

Proposta de Renovação do Ecossistema

Quantidade de Movimento

Queda Livre

Radioatividade

Raios

Raios Catódicos

O

resultado de Young e Fresnel mostrava que a luz exibia interferências. As ondas, ao se superporem (com as duas fendas abertas),

 

podem produzir máximos (quando ocorre interferência construtiva) ou mínimos (interferência dita destrutiva). As experiências de Young e

Raios Laser

Fresnel levaram à Teoria Ondulatória da Luz. A luz seria constituída por vibrações (oscilações de campos elétricos e magnéticos, como se

Raio X

viu depois) transversais à direção de propagação.

Reatores Nucleares

A

partir dos trabalhos de Young e Fresnel, a teoria de Newton caiu no esquecimento. Foi de outra forma retomada depois do trabalho

Referencial

pioneiro de Einstein, em ( ), sobre o efeito fotoelétrico.

Reflexão

Esse efeito pode ser resumido assim. Podemos arrancar elétrons de uma placa se fizermos incidir luz sobre ela. Essa é a origem do nome

Reflexão da Luz

"fotoelétrico". Sabemos que, para arrancar um elétron, devemos despender uma certa quantidade de energia, pois os elétrons estão

Reflexão do Som

presos (ligados) à placa.

 

Se a luz não fosse constituída por corpúsculos, haveria a necessidade de um intervalo de tempo entre a luz incidir e o elétron sair. Isso

Refração da Luz

porque se acreditava na necessidade de o elétron acumular energia vinda da radiação luminosa. Ademais, qualquer onda eletromagnética

Relâmpago

serviria (dizemos de qualquer comprimento de onda). Algumas seriam apenas mais eficientes do que outras. Isto é, arrancariam em

Relatividade Especial

menor tempo do que outras.

Resistência do Ar

Duas surpresas ocorreram. A primeira é a de que só radiação com uma freqüência acima de um certo valor podia arrancar elétrons. E a

 

segunda é a de que, para essa radiação, não havia a necessidade de se esperar nada. Einstein então, em 1905, interpretou,

Resistência Elétrica

corretamente, que o efeito fotoelétrico com essas características só poderia ser explicado se a luz fosse composta por partículas

Ressonância

(denominadas por ele de quanta de luz), denominadas hoje de fótons. Os fótons observados deram razão a Einstein. Desde então as

Ressonância Magnética

evidências têm-se acumulado em favor da teoria corpuscular da luz, que é a teoria vigente.

Retrospectiva Gemelli

Como todas as partículas, os fótons exibem uma natureza dualística: onda e partícula. Os fótons em alguns fenômenos exibem mais

 

claramente a natureza ondulatória (como na interferência de Young) e em outros se torna mais evidente a natureza de partículas (como

Sistema de Unidades

no efeito fotoelétrico). Hoje, com o dualismo onda-matéria podemos conciliar a idéia de Newton com os resultados de Young e de Fresnel.

Solidificação

A

Som

confirmação inequívoca de que a luz exibe a natureza corpuscular veio com a descoberta, em 1923, do efeito Compton (em

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Supercondutividade

Tabelas

Telescópios

Teorema de Stevin

Teoria Geral da Lei das Esferas e das Espirais

Teoria da Relatividade

Teoria da Relatividade Especial

Teoria Quântica

Termodinâmica

Terremotos

Trabalho de Uma Força

Transformador

Trens Maglev

Trovões

Tipos de Onda

Transmissão

Universo

Vasos Comunicantes

Vaso de Dewar

Velocidade da Luz

Velocidade Média

Velocidade Vetorial

Ventos

Vetores

Vibrações e Ondas

homenagem ao seu descobridor, Arthur Compton). Nesse efeito, o fóton exibe um comportamento típico de bola de bilhar. Isto é, a colisão

entre o fóton e um elétron obedece às regras de colisão entre partículas.

No cotidiano

Portas de elevadores utilizavam células fotoelétricas para fechar automaticamente. As células fotoelétricas funcionam pelo efeito

fotoelétrico.

células fotoelétricas funcionam pelo efeito fotoelétrico. Lâmpadas que acendem automaticamente conforme a

Lâmpadas que acendem automaticamente conforme a luminosidade. Nessas lâmpadas existe um mecanismo, que quando a luz bate há a

emissão de elétrons. Dependendo da intensidade luminosa não há fornecimento de energia elétrica necessária para acender a lâmpada.

Quando está escuro o circuito se fecha e a lâmpada

Quando está escuro o circuito se fecha e a lâmpada Fotômetro - O fotômetro é um

Fotômetro - O fotômetro é um medidor de luminosidade que fotógrafos usam para decidir em que condições a fotografia deve ser tirada.

Em sofisticadas máquinas modernas o fotômetro já está embutido.

Demonstração

A luz é energia. Os raios de luz do Sol transportam energia, de modo que se os concentrarmos numa região pequena, se torna de

quantidade suficiente para queimar um pedaço de papel. Antigamente fotógrafos de praças públicas usavam uma lupa para fazer secar

rapidamente uma fotografia. Use uma lupa e observe o fenômeno.

uma fotografia. Use uma lupa e observe o fenômeno. Não jogue latas de refrigerantes nas beiras

Não jogue latas de refrigerantes nas beiras de estrada. A superfície côncava da lata faz concentrar os raios solares e podem causar

incêndios das matas secas. Você deve ter visto muita notícia de queimadas nas épocas de estiagem prolongada.

Fonte: efisica.if.usp.br

visto muita notícia de queimadas nas épocas de estiagem prolongada. Fonte: efisica.if.usp.br 5 de 6 03/06/2014

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