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Apostila para a disciplina Orçamento e Gerenciamento de Obras FAU/UFRJ 2012

DDISCIPLINAISCIPLINA:: OORÇAMENTORÇAMENTO EE GGERENCIAMENTOERENCIAMENTO DEDE OOBRASBRAS Profª. Mônica Santos
DDISCIPLINAISCIPLINA::
OORÇAMENTORÇAMENTO EE GGERENCIAMENTOERENCIAMENTO DEDE
OOBRASBRAS
Profª. Mônica Santos Salgado
Arquiteta e Mestre em Arquitetura FAU/UFRJ; Doutora em Engenharia de Produção
COPPE/UFRJ; Pós ‐Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho POLI/UFRJ; Pós ‐
Graduação em Gestão Ambiental PNUMA/POLI/UFRJ ;Pós doutorado em Gestão de
Projetos Sustentáveis – ENSA Toulouse; Consultora em Sistemas de Gestão

ECONOMIA COMPETITIVA

PREÇO = CUSTOS + LUCRO

E CONOMIA COMPETITIVA PREÇO = CUSTOS + LUCRO PREÇOPREÇO DEDE MERCADOMERCADO ‐‐ CUSTOSCUSTOS == LUCROLUCRO

PREÇOPREÇO DEDE MERCADOMERCADO ‐‐ CUSTOSCUSTOS == LUCROLUCRO

ECONOMIA COMPETITIVA

Jornal “O Globo” Caderno MORAR BEM

29/01/2012

Jornal “O Globo” Caderno MORAR BEM 29/01/2012 300 mil CONJUGADO – Copacabana, Flamengo, Botafogo QTO E

300 mil

CONJUGADO – Copacabana, Flamengo, Botafogo QTO E SALA – Centro, Bairro de Fátima 2 QTOS – Rio Comprido, Curicica 3 QTOS – Vila da Penha

2 QTOS – Rio Comprido, Curicica 3 QTOS – Vila da Penha 600 mil 300 mil
2 QTOS – Rio Comprido, Curicica 3 QTOS – Vila da Penha 600 mil 300 mil

600 mil

– Rio Comprido, Curicica 3 QTOS – Vila da Penha 600 mil 300 mil 1 milhão

300 mil

1 milhão 600 mil 1 milhão
1 milhão
600 mil
1 milhão

QTO E SALA – (sem vaga) Ipanema e Leblon 2 QTOS – (sem vaga) Flamengo, Copacabana, Botafogo (com vaga) Tijuca ou Barra 3 QTOS – Jacarepaguá, Tijuca 4QTOS – final do Recreio

LOFT – Laranjeiras

2 QTOS – Botafogo,

Copacabana, Jardim Botânico

Copacabana, Jardim Botânico

3 QTOS – Ipanema (raro), Botafogo, Flamengo

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FIPE – FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS FIPE-ZAP – CÁLCULO CONSIDERANDO OS APARTAMENTO ANUNCIADOS NO SITE (EM FEV 2012 HTTP://WWW.ZAP.COM.BR/IMOVEIS/FIPE-ZAP/)

 
 
 
 

FATORES INDUTORES DA COMPETITIVIDADE

 

Abertura do mercado interno, busca do mercado externo e crise internacional.

Redução dos preços de obras públicas e privadas

Exercício do poder de compra do Estado nas obras públicas

Exigência de qualidade por parte dos clientes privados

Chegada de empresas estrangeiras

Código de defesa do consumidor

Programa brasileiro da qualidade e produtividade

Conscientização empresarial e ação das entidades de classe

 
 

CARACTERÍSTICAS DA CONSTRUÇÃO

 

Até 2000

• Tradicional - inércia a mudanças

• Mão-de-obra pouco qualificada

• Grau de precisão menor que outras indústrias

Após 2000

• Mudanças implementadas na gestão e execução de obras

• Inovações tecnológicas exigindo o aprimoramento da mão de obra

• Grau de precisão aumenta com a conscientização da necessidade de redução dos desperdícios

da mão de obra • Grau de precisão aumenta com a conscientização da necessidade de redução

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CARACTERÍSTICAS DA CONSTRUÇÃO

Sempre

• Indústria de caráter nômade

• Produtos únicos (cada edificação é única)

• Trabalho sujeito às intempéries

• Vida útil longa

• Especificações complexas

• Responsabilidades diversas Hoje

• Sustentabilidade

• Ciclo de vida

• Desempenho

• Especificações complexas • Responsabilidades diversas Hoje • Sustentabilidade • Ciclo de vida • Desempenho

CARACTERÍSTICAS DA CONSTRUÇÃO

centralização excessiva (até as pequenas

centralização excessiva (até as pequenas

decisões são tomadas pelo engenheiro);

decisões são tomadas pelo engenheiro);

pelo engenheiro); decisões são tomadas pelo engenheiro); , sem formação, não pode existir progresso) sem

,

sem formação, não pode existir progresso)

sem formação, não pode existir progresso)

ocorrência de acidentes (em função do

ocorrência de acidentes (em função do

despreparo da mão-de-obra)

despreparo da mão-de-obra)

construção .

construção .

despreparo da mão-de-obra) construção . construção . baixa motivação (todos querem progredir mas baixa

baixa motivação (todos querem progredir mas

baixa motivação (todos querem progredir, mas

mas baixa motivação (todos querem progredir, mas Proposta: Busca pela melhoria da qualidade na Proposta:

Proposta: Busca pela melhoria da qualidade na

Proposta: Busca pela melhoria da qualidade na

DesenvolvimentoDesenvolvimento dosdos projetosprojetos:

arquitetura, estrutura, sistemas prediais. Compatibilização das soluções, coordenação dos

CICLO DA CONSTRUÇÃO

PlanejamentoPlanejamento dodo produtoproduto (edificação) ee dodo processoprocesso de produção (obra)

projetos SeleçãoSeleção dosdos materiaismateriais e componentes construtivos; seleçãoseleção dede
projetos
SeleçãoSeleção dosdos materiaismateriais e
componentes construtivos;
seleçãoseleção dede métodosmétodos ee técnicastécnicas de
execução; escolha dos
equipamentos e ferramentas.
ExecuçãoExecução dada obraobra Fiscalização e controle gerenciamento edificação
ExecuçãoExecução dada obraobra
Fiscalização e controle
gerenciamento
edificação
Fiscalização e controle gerenciamento edificação APOAPO Feedback para obras futuras

APOAPO Feedback para obras futuras

UsoUso--operaçãooperação ee

manutençãomanutenção da

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Apostila para a disciplina Orçamento e
Gerenciamento de Obras FAU/UFRJ 2012
fev‐12
INTERVENIENTES DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO:
PROMOTOR
Identifica as necessidades e toma a decisão de construir,
participa do planejamento
PROJETISTA
Participa no planejamento e realiza o projeto.
FABRICANTE
Fabrica materiais, componentes e equipamentos
CONSTRUTOR
Contrata e executa a obra.
EMPREITEIRO
Executa parte das obras por encargo do construtor.
EMPRESA DE
GERENCIAMENTO
Representa o proprietário nos aspectos técnicos da execução de
obras.
PROPRIETÁRIO
É o dono da construção e responde pela sua manutenção.
USUÁRIO
Desfruta a construção e responde pelo seu bom uso.
ORGANIZAÇÕES DE
CONTROLE
Desenham e executam planos de controle interpretam
resultados e assessoram o cliente
LABORATÓRIOS
Ensaiam materiais, componentes e equipamentos
SEGURO NA
Quando existe, influi de forma decisiva na qualidade.
CONSTRUÇÃO
NORMA
Constitui a base técnica de referência para definir e comprovar a
qualidade.
FORMA DE
Condiciona na origem a qualidade final.
CONTRATAÇÃO
ENSINO E A FORMAÇÃO
Suporte profissional para obter qualidade
DESPERDÍCIOS
Falhas no processo de produção
– Perda de materiais
• entulho que sai da obra
• entulho que fica agregado à obra
– Retrabalho
– Tempos ociosos de mão-de-obra e
equipamentos
DESPERDÍCIOS
Falhas na empresa
– Falhas de gestão e organização
– Falhas humanas
Falhas na fase pós-ocupação
– Patologias e recuperação
– Altos custos de operação e manutenção
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ORIGEM DAS FALHAS

Fatores Técnicos

– planejamento

– projeto

– fabricação de materiais

– execução

uso e manutenção

Busca pela Melhoria da Qualidade a resultado partir da organ zaç o i ã das
Busca pela
Melhoria da
Qualidade a
resultado
partir da
organ zaç o
i
ã
das empresas

Fatores de Gestão e Organização

– comprometimento da alta administração

– definição de responsabilidades e autoridade

– informação e comunicação

– seleção e contratação

– condições de trabalho

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

EmpresaEmpresa - organismo social EmpreendimentoEmpreendimento - conjunto de atividades e operações (a idéia se realiza) FunçõesFunções dede estruturaçãoestruturação dodo empreendimentoempreendimento::

 

planejamento

execução

Controle

PlanejamentoPlanejamento -- Tomada de decisão antecipada que implica em um sistema de decisões e ocorre dentro de um contexto dinâmico. ExecuçãoExecução -- Fase que torna realidade o empreendimento.

 
 

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Controle:Controle:

 

Técnico

Administrativo

Financeiro

Controle técnico:

de materiais: envolve os ensaios tecnológicos e a obediência à especificação.

de procedimentos: envolve o controle durante a realização de todos os serviços na obra;

teste dos equipamentos.

teste dos equipamentos.

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Controle administrativo: realiza-se através da aplicação de diferentes formulários tais como:

Relatório diário de obra Ficha de concretagem Protocolo de remessa de notas fiscais Controle do caixa de obras Cronograma físico Protocolo de transferência de funcionários Folha de ponto semanal Controle de EPI Controle de EPI Permanente Controle de EPI Diário

Controle de refeições Metas de produção semanal Controle Meteorológico Controle de visitantes Planilha de medição Previsão de gasto Relação das pendências Ficha de estoque Requisição de materiais p/aplicação Controle de ferramentaria entre outros.

p/aplicação Controle de ferramentaria entre outros. O RGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS   Controle financeiro

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Controle financeiro

Plano de Operação:

controle do programa de recursos – referente às “contas a receber”

 

controle do programa de desembolso referente às “contas a pagar”

controle do programa de prazos – compatibiliza as datas do programa de recursos com o programa de desembolso.

controle do orçamento – referente às obras e ao andamento dos serviços realizados.

Para planejar, executar e controlar é preciso caracterizar o funcionamento da empresa.

Para planejar, executar e contro lar é preciso caracterizar o funcionamento da empresa.

CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA

 

Um organograma representa uma ordem hierárquica das funções dentro da estrutura de uma empresa. Um mesmo profissional/pessoa pode desempenhar diferentes papéis dentro da empresa mas cada uma das funções é distinto. Existem vários modelos de organograma, conforme o tipo de departamentalização adotada na empresa.

é distinto. Existem vários modelos de organograma, conforme o tipo de departamentalização adotada na empresa.

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TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

Por funções Consiste no agrupamento das atividades e tarefas de açodo com as principais funções
Por funções
Consiste no agrupamento das atividades e tarefas de
açodo com as principais funções desenvolvidas dentro
da empresa. Abaixo segue exemplo:
Diretoria
Departamento
Departamento
Departamento
de produção
de marketing
de finanças

TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

VANTAGENS:

Agrupar especialistas sob uma única chefia comum garantindo o máximo de utilização das habilidades técnicas pessoais; permite economia de escala com a utilização integrada de pessoas, máquinas e equipamentos; orienta as pessoas para uma atividade específica; é indicada para circunstâncias com certa estabilidade. DESVANTAGENS:

Reduz a cooperação interdepartamental pois exige forte concentração intradepartamental podendo criar barreiras entre os departamentos; dificulta a adaptação à mudanças externas (menos ágil).

ental podendo criar barreiras entre os departamentos; difi culta a adaptação à mudanças externas (menos ágil).

TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

Por produtos ou serviços Envolve diferenciação e agrupamento de atividades de acordo com o resultado da organização, isto é, de acordo com o serviço o produto realizado. Um exemplo em nossa área de atuação poderia ser conforme se segue.

Diretoria Divisão de Divisão de Divisão dos Edificações Edificações Galpões Habitacionais Comerciais
Diretoria
Divisão de
Divisão de
Divisão dos
Edificações
Edificações
Galpões
Habitacionais
Comerciais
Industriais

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TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

VANTAGENS Fixa a responsabilidade dos departamentos para um produto ou linha de produto ou serviço; facilita a coordenação interdepartamental uma vez que a preocupação básica é o produto (objetivo principal); indicada para circunstâncias externas e mutáveis pois induz à cooperação entre especialistas e à coordenação de seus esforços para um melhor desempenho do produto. DESVANTAGENS Dispersa especialistas em subgrupos orientados para diferentes produtos; solução não indicada para empresas com pouca diversidade de produtos.

subgrupos orientados para diferentes produtos; solução não indicada para empresas com pouca diversidade de produtos.

TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

Por clientes Envolve a diferenciação e o agrupamento das atividades de acordo com o tipo de pessoa ou pessoas para quem o trabalho é executado. As características dos clientes constituem as bases para esse tipo de organização.

Diretoria Departamento Departamento Construtora Banco Nossa WXY Gente Departamento Grupo Pão de Queijo
Diretoria
Departamento
Departamento
Construtora
Banco Nossa
WXY
Gente
Departamento
Grupo Pão de
Queijo

TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

VANTAGENS

Essa organização permite uma abordagem mais preocupada com o cliente que consigo mesma; deve ser adotada quando o cliente for mais importante que os produtos e/ou serviços.

DESVANTAGENS

As demais atividades da organização (finanças, produção) podem ser interpretadas como acessórias face à grande preocupação com o cliente; os demais objetivos da organização (lucros, produtividade, eficiência) podem ficar em segundo plano em função da satisfação do cliente.

organização (lucros, produtividade, eficiência) podem ficar em segundo plano em função da satisfação do cliente.

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TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

Por fases do processo É frequentemente utilizada pelas indústrias nas áreas produtivas ou de operações. A diferenciação ou agrupamento se fazem por meio de sequência do processo produtivo ou operacional. Um exemplo em nossa área seria conforme abaixo.

Diretoria

Um exemplo em nossa área seria conforme abaixo. Diretoria Divisão de Divisão de Divisão de Projetos

Divisão de

Divisão de

Divisão de Projetos

Estudos

Projetos

para Aprovação

Preliminares

Executivos

Divisão de Divisão de Divisão de Projetos Estudos Projetos para Aprovação Preliminares Executivos
Projetos para Aprovação Preliminares Executivos T IPOS DE D EPARTAMENTALIZAÇÃO VANTAGENS: Essa

TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

VANTAGENS:

Essa organização procura extrair vantagens econômicas oferecidas pela tecnologia necessária à realização de cada etapa do processo. DESVANTAGENS:

Peca pela falta de flexibilidade e capacidade de adaptação. Obs: O processo é uma variável dependente da tecnologia empregada na realização do produto/serviço. Logo esse tipo de organização é interessante quando tanto os produtos quanto à tecnologia empregada são estáveis e duradouros.

de organização é interessante quando tanto os produtos quanto à tecnologia empregada são estáveis e duradouros.
quanto à tecnologia empregada são estáveis e duradouros. T IPOS DE D EPARTAMENTALIZAÇÃO Por projetos

TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

Por projetos

Envolve o agrupamento das atividades conforme as saídas e resultados relativos a um ou vários projetos da empresa. Normalmente utilizada em empresas de grande porte que produzem produtos que envolvam grande concentração de recursos e prolongado tempo para sua prodão (caso dos estaleiros navais).

Na verdade trata-se de uma departamentalização “temporária” por produto quando esse assume proporções enormes, requerendo investimentos e recursos elevados, tecnologia específica e períodos prolongados de tempo para seu planejamento e execução .

e recursos elevados, tecnologia específi ca e períodos prolongados de tempo para seu planejamento e execução

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TIPOS DE DEPARTAMENTALIZAÇÃO

VANTAGEM

Sua principal vantagem é a enorme concentração de diferentes recursos em uma atividade complexa que exige pontos definidos de início e término

DESVANTAGENS

Cada projeto é único e inédito e envolve muitas habilidades e conhecimentos dispersos na empresa. Assim, quando termina um projeto a empresa pode ser obrigada a dispensar pessoal (se não tiver outro em vista). Além dessa descontinuidade, o agrupamento por projeto provoca forte dose de ansiedade e angústia nas pessoas pelas imprevisibilidade de futuro no emprego.

Diretoria Departamento de Departamento de Departamento de Marketing produção finanças Divisão de Edificações
Diretoria
Departamento de
Departamento de
Departamento de
Marketing
produção
finanças
Divisão de
Edificações
Divisão de Edificações
Comerciais
Divisão dos Galpões
Industriais
Habitacionais
Divisão de
Divisão de
Divisão de
Estudos
Estudos
Estudos
Preliminares
Preliminares
Preliminares
Divisão de
Divisão de
Divisão de
Projetos
Projetos
Projetos
Executivos
Executivos
Executivos
Divisão de
Divisão de
Divisão de
Projetos para
Projetos para
Projetos para
Aprovação
Aprovação
Aprovação

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

A partir da definição do organograma da empresa (que se altera conforme a empresa muda) é possível estabelecer os procedimentos operacionais para as diferentes áreas/setores da empresa.

Devem ser estabelecidos procedimentos para a:

Coordenação administrativa

Contabilidade

Tesouraria,

Aquisição

Orçamento

Departamento pessoal

Outros.

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GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

 

A garantia da qualidade e controle das obras tem início a partir da organização da empresa de arquitetura (projeto e construção) e as várias funções, sendo necessário considerar aspectos referentes à:

 

Política e Organização da empresa Gestão do processo Comercial Gestão dos projetos Gestão da aquisição (compras e contratações) Gerenciamento e Execução de Obras (Controle de Processos) Gestão da Operação e Assistência técnica Treinamento dos recursos humanos

e Assistência técnica Treinamento dos recursos humanos G ERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO   Política e

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

 

Política e Organização da empresa

 

Responsabilidade da administração dos recursos para o funcionamento

Coordenação e definição de responsabilidades

Identificação dos processos empresariais

Documentação e padronização dos processos

Controle de documentos e dados

Controle de revisão e distribuição de projetos para as obras

 
 

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

 

Gestão do Processo Comercial

• Padronização dos processos da área comercial

• Análise crítica de contrato

Gestão dos projetos

• Padronização dos processos de coordenação e/ou análise crítica de projetos

• Padronização do processo de contratação de projetistas

• Qualificação e avaliação de projetistas

 
 
 

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GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

Gestão da Aquisição (compras e contratações)

• Padronização do processo de compra de materiais e/ou contratação de serviços

• Especificações técnicas de materiais para compra

• Inspeção e ensaios de controle e recebimento dos materiais em obra

• Orientações para o armazenamento e manuseio de materiais

• Qualificação e avaliação de fornecedores de materiais

• Qualificação e avaliação dos prestadores de serviços de obra

Controle

• de

produto

fornecido

pelo

cliente

ou

processo

contratado

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

Gerenciamento e Execução de Obras (Controle de Processos)

• Padronização do processo de planejamento de obras

• Padronização do processo de gerenciamento de obras

• Padronização dos processos de execução dos serviços de obras

• Inspeção e ensaios para controle dos serviços de obras

• Manutenção dos equipamentos de produção e controle dos equipamentos de inspeção, medição e ensaios

• Preservação de serviços acabados

de produção e controle dos equipamentos de inspeção, medição e ensaios • Preservação de serviços acabados

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

Gestão da Operação e Assistência Técnica

• Inspeção e ensaios finais do produto e procedimento de entrega

da obra ao cliente

• Manual do usuário (serviços associados)

• Assistência técnica pós-entrega (serviços associados)

• Avaliação pós-ocupação junto ao cliente

Gestão dos Recursos Humanos

• Levantamento das competências e necessidades de treinamento

• Garantia do treinamento e reciclagem.

Humanos • Levantamento das competências e necessidades de treinamento • Garantia do treinamento e reciclagem.

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Coordenação geral Compras/ Marketing/ Processos Departamento obras Assistência orçamento projeto comercial
Coordenação geral
Compras/
Marketing/
Processos
Departamento
obras
Assistência
orçamento
projeto
comercial
administrativos
de pessoal
técnica
EIM
PES
Procedimento
PIS
Procedimento
Procedimento
Procedimento
FVS
Procedimento
Operacional
Procedimento
Operacional
Operacional
Operacional
Operacional
Operacional
Procedimento
formulários
formulários
Operacional
jornal
formulários
formulários
Check-list
Normas
de entrega
Mala direta
Normas
de contrato
formulários
de obra
de contrato
Concursos
Seleção e
Termos de
internos
Seleção e
Seleção e
qualificação de
recebimento
qualificação de
qualificação de
projetistas
e vistoria
fornecedores e
fornecedores
prestadores de
serviços
Manual do
Usuário
Funcionamento de uma empresa que implantou um Programa da Qualidade
com base nas normas da série ISO 9000
ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS
A partir da definição do organograma da empresa (que se altera
conforme a empresa muda) é possível estabelecer os
procedimentos operacionais para as diferentes áreas/setores da
empresa.
Devem ser estabelecidos procedimentos para a:
Coordenação administrativa
Contabilidade
Tesouraria,
Aquisição
Orçamento
Departamento pessoal
Outros.

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Alguns autores definem a organização sobre vários aspectos.:

um grupo de especialistas que trabalham em equipe com objetivo de realizarem uma mesma tarefa. uma função administrativa que cuida das atividades necessárias para cumprir determinados objetivos estabelecidos na empresa, da disposição das atividades e das relações de autoridade. As organizações são especializadas em produzir bens ou oferecer serviços, e buscam atingir índices de produtividade dando adequadas condições para que as pessoas que contribuem para elas trabalhem no melhor ambiente possível.

dando adequadas condições par a que as pessoas que contribuem para elas trabalhem no melhor ambiente

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Coordenação administrativa (proposta para funcionamento) Início de Obra

 

1. Providenciar a aprovação da obra no município e demais concessionárias. 2. Providenciar a matricula do INSS, se necessário 3. Deve ser solicitado ao responsável pelo canteiro o planejamento de obra para projeção de receitas e despesas

Abrir os seguintes arquivos:

 
 

1 - Documentos Administrativos 2 - Documentos Técnicos 3 – Protocolos 4 - Propostas Recusadas 5 - Atas de Reunião 6 - Relatório Financeiros 7 – Planejamento da obra.

 
 

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Coordenação administrativa (proposta para funcionamento) Início de Obra (observações) Os arquivos deverão ser separados por obra As Notas Fiscais devem ser arquivadas Deve ser elaborado um Calendário de Renovação de Licença de obra. Todos os setores devem ser informados do início da obra.

elaborado um Calendário de Renovação de Licença de obra. Todos os setores devem ser informados do

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Coordenação administrativa (proposta para funcionamento)

Protocolos

 

Qualquer documento enviado a Clientes e Fornecedores deve ser protocolado

Os protocolos para envio aos clientes devem ser emitidos em 2 (duas) vias. A primeira via deve permanecer com o cliente e a segunda deve ser assinada pelo cliente, carimbada e arquivada na pasta "Protocolo"

Os protocolos devem ser elaborados com base nos documentos emitidos e conferidos individualmente.

Os protocolos devem ser elaborados com base nos documentos emitidos e conferidos individualmente.

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Coordenação administrativa (proposta para funcionamento)

Notas Fiscais

 

Envio para a contabilidade

Apropriação

Pagamento

Emissão de cheques

 
 

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Coordenação administrativa (proposta para funcionamento)

Caixa de Obra A prestação de contas do caixa da obra devem ser recebidas semanalmente, e o reembolso, caso necessário, providenciado

Término de Obra

Providenciar cópias de todos os documentos da obra Arquivar os documentos dos setores:

Projeto Compras Departamento de pessoal Orçamento, planilhas de controle Diários e relatórios emitidos, Outros documentos pertinentes.

de pessoal Orçamento, planilhas de controle Diários e relatórios emitidos, Outros documentos pertinentes.

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

OBRAS POR ADMINISTRAÇÃO

emissão de Relatórios de Cobrança da Obra elaborados de acordo com contrato.

os Relatórios de Cobrança devem ser revisados e conferidos com o Eng. Supervisor da obra antes de serem enviados para o Dep. de ContabilidadeContabilidade executar a cobrança

OBRAS POR EMPREITADA

 

No caso de obras por empreitada, o controle administrativo é feito mensalmente com a posição do saldo contratual

Ainda no caso de obras por empreitada global ou projeto, mensalmente deve ser feito um relatório com todos os recebimentos, pagamentos e impostos pagos.

Ao final de qualquer obra deve ser emitido Relatório de Recebimentos / Pagamentos e Avaliação

Ao final de qualquer obra deve ser emitido Relatório de Recebimentos / Pagamentos e Avaliação

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Contabilidade

RESPONSABILIDADES

 

Firma de contabilidade: conferência geral de todas as informações fornecidas pela empresa (assessoramento);

Setor de Contabilidade do Escritório: processamento da contabilidade de forma organizada, correta e atualizada diariamente.

 
 

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Contabilidade

FUNÇÕES

A contabilidade de uma empresa é responsável pelo controle financeiro desta. O controle financeiro inclui:

 

controle do orçamento; controle do programa de recursos (de quanto a firma dispõe); controle do programa de prazos (quando a firma receberá mais recursos / como está o andamento da obra); controle do programa de desembolso (quanto e quando a firma tem que efetuar pagamentos).

está o andamento da obra); controle do programa de desembolso (quanto e quando a firma tem

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO SETOR DE CONTABILIDADE

 

Apropriar a folha de pagamento considerando os impostos a serem pagos.

Controlar a emissão de cheques (controle de desembolso).

Controlar as notas fiscais e/ou recibos e cobranças bancárias.

Controlar o faturamento da empresa (apropriando e lançando no arquivo de “contas a receber“). Controlar o pagamento dos impostos (ISS, PIS E COFINS , etc)

 

O arquivo de documentos contábeis deve ser organizado em pastas, com os documentos separados por mês, em ordem cronológica, anexando a cópia de cheques ou comprovantes de pagamentos e os extratos bancários.

por mês, em ordem cronológica, anexando a cópia de cheques ou comprovantes de pagamentos e os

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

PROCEDIMENTOS (continuação)

Devem ser arquivados os seguintes documentos:

ICMS, IRRF, IRPJ, IRPF,COFINS, PIS, CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, outros.

Deve ser mantida uma agenda com datas de pagamentos de Impostos e Recolhimentos.

Em caso de compra ou venda de bens da Empresa, deve ser feito um controle no Ativo Fixo.

TODOS os documentos contábeis devem ser guardados por um prazo de 6 anos.

Os documentos de interesse da Previdência Social devem guardados pelo prazo de 30 anos.

 
um prazo de 6 anos. Os documentos de interesse da Previdência Social devem guardados pelo prazo

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Tesouraria

Efetua toda a rotina de contas a pagar e receber do Centro de Custos do Escritório.

Determina um dia do mês para fazer o Fluxo de Caixa com estimativas para o mês seguinte.

Controla as contas diariamente gerando um relatório diário.

Solicita ao setor de Planejamento a estimativa de Receitas e Despesas por obra

Os documentos recebidos, Contas a Pagar ou Receber devem ser apropriados, lançados e arquivados nas respectivas pastas, após lançamento pela Contabilidade.

ou Receber devem ser apropriados, lançados e arquivados nas respectivas pastas, após lançamento pela Contabilidade.

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Tesouraria (continuação)

Exemplos de formulários para controle:

 

Protocolo de remessa de notas fiscais Relatório de ponto (horistas) Controle de portaria Folha de ponto semanal Autorização horas extras e prêmios Autorização para descontos Solicitação de emprego Aviso prévio:

Aviso prévio trabalhado Aviso prévio não trabalhado

Aviso prévio trabalhado Aviso prévio não trabalhado

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Tesouraria (continuação)

Demissão Notificação sobre vencimento do prazo de experiência Formulário de fax Aviso de advertência Aviso de suspensão Controle de ligações interurbanas Formulário padrão para fechar contrato Formulário de patrimônio Controle de kilometragem Controle de estoque pelo escritório Termo de compromisso referente ao estágio Atestado de saúde ocupacional Justificativa de horas extras Término de contrato de trabalho

de horas extras Término de contrato de trabalho O RGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS   Departamento pessoal

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

 

Departamento pessoal

Folha de Pagamento:

O pagamento dos operários normalmente é efetuado toda 6ª feira em valores referentes as horas trabalhadas na semana anterior (por exemplo: a semana se inicia na 5 f. e termina na 4f. seguinte)

Os contracheques devem ser enviados para obra anexados ao pagamento e protocolados ao responsável pela obra em duas vias.

 

a 1ª.via deve ser assinada no ato do recebimento dos pagamentos e deve retornar para o escritório; e

  a 1ª.via deve ser assinada no ato do recebimento dos pagamentos e deve retornar para

a 2ª.via deve ser anexada aos contracheques assinados.

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Departamento pessoal Folha de Pagamento (continuação):

Toda documentação de um mesmo funcionário deve ser arquivada junto à sua pasta de admissão.

Mensalmente deve ser emitido um relatório de faltas e prêmios por obra e por funcionário

Deve ser observado se as agências contratadas estão enviando a documentação nas datas estabelecidas.

Deve-se ter o controle dos períodos de experiência e estágios.

Deve-se ter o controle dos períodos de experiência e estágios.

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Departamento pessoal Admissão

Todo o funcionário admitido deve ter um dossiê completo contendo ficha do Ministério do Trabalho e documentos necessários.

Deve-se ainda verificar as referências profissionais.

Deve-se ter o atestado de saúde (exame admissional) do funcionário.

 
 

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Departamento pessoal Admissão (continuação)

Deve ser feito um controle de término contratos de experiências para que 15 dias antes do fim do contrato seja confirmada ou não a admissão.

Deve ser feito controle e planejamento de férias.

Deve ser realizado o treinamento admissional conforme determina a NR18 (Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho que trata das Condições do Trabalho na Construção Civil)

a NR18 (Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho que trata das Condições do Trabalho na Construção

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19

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Departamento pessoal

Demissão

Deve ser feita uma entrevista de desligamento.

As rescisões devem ser arquivadas, juntamente com todo o dossiê do funcionário.

O funcionário só poderá ser demitido depois da emissão do atestado de saúde (exame demissional)

As causas trabalhistas devem ser acompanhadas.

As causas trabalhistas devem ser acompanhadas.

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Departamento pessoal

Pagamento de impostos

Deve ser emitido um relatório mensal de encargos e leis sociais

Deve ser mantida uma agenda com datas de pagamentos de Impostos e Recolhimentos.

 
 

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Controle e gerenciamento de obras As atividades nas obras devem ser registradas e controladas de forma a garantir o acompanhamento da realização dos serviços e também facilitar a prestação de contas aos clientes. Entre os formulários que podem ser adotados no controle de obras citam-se:

Relatório diário de obra Ficha de concretagem Protocolo de remessa de notas fiscais

Relatório diário de obra Ficha de concretagem Protocolo de remessa de notas fiscais

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

formulários que podem ser adotados no controle de obras (continuação):

Relatório diário de obra Ficha de concretagem Protocolo de remessa de notas fiscais Organograma + controle de efetivo diário Controle do caixa de obras Cronograma físico Ficha de estoque Requisição de materiais p/aplicação Controle de ferramentaria Protocolo de transferência de funcionários

Requisição de materiais p/aplicação Controle de ferramentaria Protocolo de transferência de funcionários

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

formulários que podem ser adotados no controle de obras (continuação):

Folha de ponto semanal

Controle de EPI

Controle de EPI Permanente Controle de EPI Diário

Controle de refeições Metas de produção semanal Controle Meteorológico Tabela de Protensão Controle de visitantes Divisão de concreto

de produção semanal Controle Meteorológico Tabela de Protensão Controle de visitantes Divisão de concreto

ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

formulários que podem ser adotados no controle de obras (continuação):

Diagrama de cravação Caderneta do Chefe Planilha de medi ão Previsão de gasto Relação das pendências Kits de início de obra:

Material de uso normal

EPI Madeiras Material de escritório

EPI Madeiras Material de escritório

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ORGANIZAÇÃO DAS EMPRESAS

Contratos de serviços (proposta para procedimento) A contratação de serviços, ao contrário da compra de materiais, tem algumas particularidades.

Para a contratação de serviços para fornecimento de material e/ou mão-de-obra, a empresa deve realizar uma concorrência com um número de Empresas.

O mapa de concorrência deve ser executado em duas vias para que uma seja enviada para o Cliente e a outra arquivada

Observação: Atualmente com as ferramentas da internet e sistemas de gestão de documentos podem facilitar o processo de gestão da documentação permitindo o acesso dos interessados (neste caso o cliente, o contratado e o responsável pela obra) diretamente pelo site de gestão da obra.

interessados (neste caso o cliente, o cont ratado e o responsável pela obra) diretamente pelo site

PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

O processo de aquisição corresponde às compras e contratações que a empresa realiza. Para tanto, devem ser estabelecidas rotinas para:

seleção e avaliação de fornecedores de materiais e/ou serviços (terceirizados) com critérios pré-definidos; registros do processo de seleção (resultados); controle do recebimento do material ou serviço prestados pelos fornecedores (terceirizados); registros desse controle.

 
 

PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

O processo de aquisição deve ser realizado separadamente por cada obra. Nos arquivos devem ser guardados os seguintes documentos:

1- Orçamento Inicial; 2- Dados da Obra; 3- Dados do Cliente; 4- Apropriação; 5- Cronogramas; 6- Requisições de Material - RM; 7- Tomadas de Preço - TP; 8- Ordens de Compra - OC;

Estas pastas ficarão arquivadas no setor de compras.

Estas pastas ficarão arquivadas no setor de compras.

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PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

Na rotina de avaliação dos fornecedores de materiais pode-se adotar os seguintes cuidados:

verificar se o material produzido pela empresa avaliada possui algum selo de garantia da qualidade ( “marca de conformidade”); verificar se sistema de gestão da empresa possui algum certificado e, caso contrário, agendar uma visita à fábrica; utilizar um laboratório técnico para a realização dos ensaios nos materiais; analisar a especificação técnica apresentada pelo fornecedor.

para a realização dos ensaios nos materiais; analisar a especificação técnica apresentada pelo fornecedor.

PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

Entre os documentos do processo de aquisição está a Requisição de Material (RM). Para garantir a qualidade no processo de aquisição recomenda-se que:

As Requisições de Material (RM) enviadas pela obra contenham todas as especificações dos materiais, prazos de entrega e local de aplicação;

A RM deve ser feita em duas vias: uma fica arquivada no canteiro e a outra no escritório para ser cadastrada.

o A partir da RM a empresa deverá definir os fornecedores para a realização das Tomadas de Preço (TP).

o A partir da RM a empresa deverá definir os fornecedores para a realização das Tomadas

PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

Exemplo de planilha para tomada de preços: MATERIAIS A SEREM COMPRADOS FORNECEDOR A FORNECEDOR B
Exemplo de planilha para tomada de preços:
MATERIAIS A SEREM
COMPRADOS
FORNECEDOR A
FORNECEDOR B
FORNECEDOR C
( exem p lo )
cimento
Blocos cerâmicos
areia
Blocos de concreto
$
$$
$$$
$$$$
$$
$$$
$$
$
$$
$$$
$$$
$$

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PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

 

Após a escolha do fornecedor, o documento que formaliza a compra dos materiais cotados e aprovados nas TP's será a Ordem de Compra (OC). Pode-se gerar uma ou mais Ordens de Compra em formulário próprio :

a mercadoria só poderá ser aceita pela obra mediante a conferência da NF com a OC Todos os dados do cabeçalho da NF devem ser rigorosamente conferidos no momento da efetivação da compra, com o intuito de evitar ao máximo a chegada da NF na obra com dados errados.

ao máximo a chegada da NF na obra com dados errados. P ROCESSOS NA EMPRESA :

PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

 

Exemplos de formulários utilizados pelo setor de aquisição:

Tomada de preço Ficha de estoque Requisição de material Ordem de compra Avaliação de fornecedores/prestadores de serviços Controle de estoque pelo escritório

de serviços Controle de estoque pelo escritório P ROCESSOS NA EMPRESA : A QUISIÇÃO  

PROCESSOS NA EMPRESA: AQUISIÇÃO

 

ProblemasProblemas nono processoprocesso

Tudo é urgente; Fornecedores ruins;

 

Especificações incompletas; Incompatibilidades nas decisões de projeto.

Na elaboração do método de trabalho:

1.1. ImplantarImplantar sistemasistema dede avaliaçãoavaliação ee seleçãoseleção dede fornecedores;fornecedores;

2.2. InformatizarInformatizar oo cadastrocadastro dede fornecedores;fornecedores;

3.3. ElaborarElaborar umum planejamentoplanejamento dede comprascompras considerandoconsiderando umum cronogramacronograma dede obrasobras ee atividadesatividades (pode(pode serser semanal);semanal);

4.4. EstabelecerEstabelecer osos indicadoresindicadores dede desempenhodesempenho dosdos fornecedoresfornecedores dede materiaismateriais

osos indicadoresindicadores dede desempenhodesempenho dosdos fornecedoresfornecedores dede materiaismateriais

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Processos na empresa: Aquisição PROJETOS ESPECIFICAÇÃO SELEÇÃO DE FORNECEDORES COMPRAS AQUISIÇÃO CONTROLE
Processos na empresa: Aquisição
PROJETOS
ESPECIFICAÇÃO
SELEÇÃO DE
FORNECEDORES
COMPRAS
AQUISIÇÃO
CONTROLE DA QUALIDADE
NO RECEBIMENTO
REGISTRO DO
CONTROLE DE QUALIDADE
OBRAS
ARMAZENAMENTO E
TRANSPORTE DE MATERIAL
RETROALIMENTAÇÃO
Planilha de qualificação de fornecedores Identificação do fornecedor Razão social: CGC: Inscrição Estadual
Planilha de qualificação de fornecedores
Identificação do fornecedor
Razão social:
CGC:
Inscrição Estadual
Endereço:
CEP:
Cidade:
Estado:
Telefone:
FAX:
Contato
Materiais que fornece:
Indicação do fornecedor:
( ) cliente ( ) empresa parceira ( ) profissional ( ) revista/site especializado
Clientes desse fornecedor:
Verificação do material/serviço aplicado em outras obras:
Avaliação final:
( )excelente ( ) muito bom ( ) bom
Observações:
Aprovado por:
Nome ‐ Ass
QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES QUALIFICAÇÃOQUALIFICAÇÃO Obra 1 Buscar as referências com antigos
QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES
QUALIFICAÇÃOQUALIFICAÇÃO
Obra 1
Buscar as referências com
antigos clientes, visitar
a fábrica/instalações, etc.
EMPRESA
AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO
Obra 2
Definir requisitos e critérios
de desempenho para o fornecedor
Obra 3
DESQUALIFICAÇÃODESQUALIFICAÇÃO
Quando os critérios
não são atendidos
RETROALIMENTAÇÃO

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Departamento: OBRAS PLANILHA DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES DE MATERIAIS Obra nº: Mês: Folha nº: /
Departamento: OBRAS
PLANILHA DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES DE
MATERIAIS
Obra nº:
Mês:
Folha nº:
/
TIPOS DE PROBLEMAS
qualidade
prazo
erro de
transporte
atendi ‐
Cód. do
NF nº
Nome do Fornecedor
do
de
quantidade
carga e
preenchimento
de NFs e faturas
EPIs
mento
Fornec.
material
entrega
e preço
descarga
OBSERVAÇÕES:
INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO:
1. Preencher esta planilha para todas as entregas de
material, mesmo quando não for encontrado nenhum
problema.
4. Todos os itens deverão ser analisados com base no
pedido.
5. O código do fornecedor deve ser anotado com base no
2. Marcar com uma cruz no espaço correspondente ao
problema.
pedido.
6. Enviar esta planilha ao Departamento de Suprimentos
3. Não havendo nenhum problema, colocar o visto V.
até o dia xxx de cada mês.
7. A qualidade dos materiais que tem especificações
internas da empresa deve ser verificada.
Fonte: CTE, 1997
Almoxarife:
Engenheiro da obra:
/ /
/ /
Nome ‐Ass
Data
Nome ‐ Ass
Data
Departamento PLANILHA DE AVALIAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS Obra nº: Mês: Folha nº: / CRITÉRIOS
Departamento
PLANILHA DE AVALIAÇÃO DE PRESTADORES DE
SERVIÇOS
Obra nº:
Mês:
Folha nº:
/
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Nome do
Código do
Cumprimento
Atendimento
Qualidade
Uso de EPIs
Fornecedor
Fornece-
de Prazos
na Execução
dor
Bom
Médio
Ruim
Bom
Médio
Ruim
Bom
Médio
Ruim
Bom
Médio
Ruim
OBS.:
INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO:
1. Preencher
esta
planilha
para
todos
os
3. Enviar
esta
planilha
ao
Departamento
de
prestadores de serviços, reservando uma linha
para cada fornecedor.
Suprimentos até o dia 5 de cada mês.
4. Avaliar os prestadores de serviço mensalmente.
2. Anotar
um
X
no
espaço
correspondente
à
avaliação do fornecedor.
Encarregado:
Fonte: CTE, 1997
Engenheiro da obra:
/
/
/ /
Nome-Ass
Data
Nome-Ass
Data

PROCESSO DE AQUISIÇÃO

PROJETOSPROJETOS EE MEMORIAISMEMORIAIS LISTALISTA DEDE ESPECIFICAÇÕESESPECIFICAÇÕES (Definição(Definição
PROJETOSPROJETOS EE MEMORIAISMEMORIAIS
LISTALISTA DEDE ESPECIFICAÇÕESESPECIFICAÇÕES
(Definição(Definição claraclara dodo produto)produto)

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SISTEMA DA QUALIDADE EIM – Dados para Especificação e Inspeção de Materiais RESPONSÁVEL IDENTIFICAÇÃO VERSÃO
SISTEMA DA QUALIDADE
EIM – Dados para Especificação e Inspeção de Materiais
RESPONSÁVEL
IDENTIFICAÇÃO
VERSÃO
FOLHA Nº
MATERIAL
EIM
/
1. ESPECIFICAÇÃO PARA COMPRA
2. FORMAÇÃO DE LOTES
3. VERIFICAÇÕES E ENSAIOS
4. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
5. OBSERVAÇÕES
Elaborado/revisado por:
Aprovado por:
/
/
/
/
Nome – ass.
Data
Nome – ass.
Data
Fonte: CTE, 1997
GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO
O controle da qualidade da execução das obras deve considerar:
1. qualidade no gerenciamento da obra
2. qualidade no recebimento dos materiais
3. qualidade na execução dos serviços
A qualidade no gerenciamento da obra inclui:
conhecimento do empreendimento;
análise do projeto e das especificações;
projeto e implantação do canteiro de obras;
planejamento e programação da obra;
gerenciamento da mão-de-obra;
gerenciamento de equipamentos e ferramentas;
gerenciamento de materiais;
gerenciamento da produção;
gerenciamento da segurança do trabalho;
finalização e entrega da obra.
GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO
QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DA OBRA:
Conhecimento do empreendimento:
sobre o projeto e suas características;
resultados do planejamento do empreendimento (disciplina
de GPP);
características específicas (por exemplo, metas para a
qualidade ambiental da edificação).
Análise do projeto e das especificações:
a edificação, soluções, materiais, equipamentos e sistemas
prediais;
especificações para atendimento às metas.

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GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DA OBRA:

Projeto e implantação do canteiro de obras:

etapas da programação da execução de fases do canteiro de obras (dependendo da configuração do projeto e do terreno;

locação do canteiro com os setores específicos:

Momento atual: resolução CONAMA 307 Sobre o gerenciamento de rejeitos no canteiro de obras

RESOLUÇÃO CONAMA 307, DE 5 DE JULHO DE 2002

Estabelece

diretrizes,

critérios

e

procedimentos

para

a

gestão dos resíduos da construção civil

Art. 3º Os resíduos da construção civil deverão ser classificados, para efeito desta Resolução, da seguinte forma:

I - Classe A - são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados; II - Classe B - são os resíduos recicláveis para outras destinações; III - Classe C - são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação; IV - Classe D - são os resíduos perigosos oriundos do processo de construção.

a sua reciclagem/recuperação; IV - Classe D - são os resíduos perigosos oriundos do processo de

RESOLUÇÃO CONAMA 307, DE 5 DE JULHO DE 2002

Art. 10. Os resíduos da construção civil deverão ser destinados das seguintes formas:

I - Classe A: deverão ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados, ou encaminhados a áreas de aterro de resíduos da construção civil, sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura; II - Classe B: deverão ser reutilizados, reciclados ou encaminhados a áreas de armazenamento temporário, sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura; III - Classe C: deverão ser armazenados, transportados e destinados em conformidade com as normas técnicas especificas. IV - Classe D: deverão ser armazenados, transportados, reutilizados e destinados em conformidade com as normas técnicas especificas.

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RESOLUÇÃO CONAMA 307, DE 5 DE JULHO DE 2002

ALTERAÇÕES NA RESOLUÇÃO CONAMA nº 307

Resolução CONAMA Nº 348/2004 - Altera a Resolução CONAMA no 307, de 5 de julho de 2002, incluindo o amianto na classe de “resíduos perigosos." - Data da legislação:

16/08/2004 - Publicação DOU nº 158, de 17/08/2004, pág.

070

Resolução CONAMA Nº 431/2011 - Altera o art. 3o da Resolução no 307, de 5 de julho de 2002, do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA, estabelecendo nova classificação para o “gesso“ (era classe III passa para classe II) - Data da legislação: 24/05/2011 - Publicação DOU nº 99, de 25/05/2011, pág. 123

III passa para classe II) - Data da legislação: 24/ 05/2011 - Publicação DOU nº 99,

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DA OBRA:

Planejamento e programação da obra:

Gráficos de planejamento, redes PERT-CPM Histogramas, controle de atividades;

Controle do orçamento; outros.

Gerenciamento da mão-de-obra:

Levantamento das competências; Treinamento admissional e periódico.

 
 

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DA OBRA:

Gerenciamento de equipamentos e ferramentas :

Manutenção das ferramentas e equipamentos;

Controle dos aluguéis dos equipamentos e prestadores de serviços (operadores).

Gerenciamento de materiais:

Perecíveis e não perecíveis;

Controle do processo de aquisição e recebimento;

Armazenamento e uso dos materiais.

 
 

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GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DA OBRA:

 
 

Gerenciamento da produção:

Controle dos processos de execução de serviços;

 

Realização da inspeção dos serviços;

Verificação de serviços após término.

 

Finalização e entrega da obra.

Ensaios e inspeções finais

 

Entrega, assinatura do termo de vistoria e de recebimento, Manual do usuário e do síndico

vistoria e de recebimento, Manual do usuário e do síndico G ERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO QUALIDADE NO

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DA OBRA:

 
 

Gerenciamento da segurança do trabalho:

NR 18: Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção

 

Esta norma estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção PCMAT é obrigatório nos estabelecimentos com 20 trabalhadores ou mais.

O PCMAT deve ser elaborado e executado por profissional legalmente habilitado na área de segurança do trabalho.

O PCMAT deve ser elaborado e executado por profissional legalmente habilitado na área de segurança do
NR 18: CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO ÁREAS DE VIVÊNCIA
NR 18: CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE
TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
ÁREAS DE VIVÊNCIA
Os canteiros de obras devem dispor de:
instalações sanitárias
vestiários:
local de refeições:
Cozinha (quando houver preparo de refeições A norma
apresenta recomendações diversas quanto à higiene e
manutenção desses espaços);
lavanderia
área de lazer
ambulatório (quando se tratar de frentes de trabalho com 50
ou mais trabalhadores).

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Apostila para a disciplina Orçamento e Gerenciamento de Obras FAU/UFRJ 2012

NR 18: CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

OUTROS REQUISITOS DA NORMA:

MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA (poços de elevadores, aberturas para passagem de tubulações, etc) MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E PESSOAS (guindastes, elevadores de materiais e pessoas, gruas, etc) ANDAIMES (dimensionamento, materiais constituintes, etc) CABOS DE AÇO (ver norma NBR 6327/83 - Cabos de aço/ usos gerais da ABNT) ALVENARIA, REVESTIMENTOS E ACABAMENTOS SERVIÇOS EM TELHADOS SERVIÇOS EM FLUTUANTES LOCAIS CONFINADOS (comportamento e treinamentos exigidos)

E ACABAMENTOS SERVIÇOS EM TELHADOS SERVIÇOS EM FLUTUANTES LOCAIS CONFINADOS (comportamento e treinamentos exigidos)

NR 18: CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

 

OUTROS REQUISITOS DA NORMA (continuação) :

 

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: A norma define os requisitos para as instalações elétricas provisórias de um canteiro de obras.

MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DIVERSAS

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)

ARMAZENAGEM E ESTOCAGEM DE MATERIAIS

TRANSPORTE DE TRABALHADORES EM VEÍCULOS AUTOMOTORES

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO (recomendação especial para o treinamento de uma equipe de operários especialmente para o combate ao fogo)

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA.

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA.

NR 18: CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

 

TREINAMENTO

 

Todos os operários devem receber treinamento admissional e periódico visando a garantir a execução de suas atividades com segurança

 

o treinamento admissional deve ser ministrado dentro do horário de trabalho, antes do trabalhador iniciar suas atividades; O treinamento periódico deve ser ministrado:

 

sempre que se tornar necessário ao início de cada fase da obra

 

Nos treinamentos os trabalhadores devem receber cópias dos procedimentos e operações a serem realizadas com segurança.

treinamentos os trabalhadores devem receber cópias dos procedimentos e operações a serem realizadas com segurança.

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GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

Qualidade no Recebimento de Materiais e Equipamentos:

Três formas para se realizar o controle:

1. inspeção 100%: Esta prática é muito onerosa e não garante a total segregação dos itens defeituosos devido à fadiga dos inspetores.

2. inspeção ao acaso: Esse é o método de controle de recebimento mais utilizado nas obras apesar das suas limitações.

3. inspeção por amostragem estatística: Consiste em se tomar um lote de uma amostra, fundamentado em cálculo de probabilidades.

SISTEMA DA QUALIDADE EIM – Dados para Especificação e Inspeção de Materiais RESPONSÁVEL IDENTIFICAÇÃO VERSÃO
SISTEMA DA QUALIDADE
EIM – Dados para Especificação e Inspeção de Materiais
RESPONSÁVEL
IDENTIFICAÇÃO
VERSÃO
FOLHA Nº
MATERIAL
EIM
/
1.
ESPECIFICAÇÃO PARA COMPRA
2.
FORMAÇÃO DE LOTES
3.
VERIFICAÇÕES E ENSAIOS
4.
CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
5.
OBSERVAÇÕES
Elaborado/revisado por:
Aprovado por:
/
/
/
/
Nome – ass.
Data
Nome – ass.
Data
Fonte: CTE, 1997
EIM - Especificação e Inspeção de Materiais RESPONSÁVEL MATERIAL IDENTIFICAÇÃO VERSÃO FOLHA Nº BLOCO
EIM - Especificação e Inspeção de Materiais
RESPONSÁVEL
MATERIAL
IDENTIFICAÇÃO
VERSÃO
FOLHA Nº
BLOCO CERÂMICO PARA ALVENARIA DE VEDAÇÃO
EIM.xxx.yyy.01
00
1/2
1.
ESPECIFICAÇÃO
L
Os
blocos cerâmicos para alvenaria de vedação devem
atender à norma NBR-7171, não devendo apresentar defeitos
sistemáticos tais como trincas, quebras, superfícies
irregulares, deformações e desuniformidade de cor. Tais
defeitos denotam problemas com a matéria-prima,
conformação, secagem, queima, estocagem ou transporte
dos materiais cerâmicos, podendo comprometer seriamente a
qualidade das alvenarias.
C
= 190 mm
L
= 90 mm
H
= 190 mm
H
C
A
dimensão correta dos blocos também é muito importante
para ev tar per as
i
d
d
e mater a s e a correta espessura
i
i
d
as
juntas. Nesse sentido, as dimensões nominais devem
atender ao disposto na figura:
2.
FORMAÇÃO DE LOTES
Cada caminhão entregue na obra será considerado um lote para fins de inspeção.
A
verificação das características visuais deverá ser realizada inspecionando-se 50 blocos coletados aleatoriamente de cada
caminhão.
As
verificações dimensionais deverão ser realizadas numa amostra de 24 blocos coletados aleatoriamente de cada caminhão.
3.
VERIFICAÇÕES E ENSAIOS DE RECEBIMENTO
A
verificação de trincas, quebras, superfícies irregulares, deformações e desuniformidade de cor deverá ser realizada
visualmente, inspecionando-se a amostra de 50 unidades.
A
determinação das dimensões deve ser realizada dispondo 24 blocos em fila e medindo-se a dimensão em questão com uma
trena metálica, com precisão de 2 mm, conforme indicado na figura. A dimensão média será a leitura da trena dividido por 24.
Fonte: CTE, 1997

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Apostila para a disciplina Orçamento e Gerenciamento de Obras FAU/UFRJ 2012

MATERIAL IDENTIFICAÇÃO VERSÃO FOLHA Nº BLOCO CERÂMICO PARA ALVENARIA DE VEDAÇÃO EIM.xxx.yyy.o1 00 2/2 4.
MATERIAL
IDENTIFICAÇÃO
VERSÃO
FOLHA Nº
BLOCO CERÂMICO PARA ALVENARIA DE VEDAÇÃO
EIM.xxx.yyy.o1
00 2/2
4. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
O lote entregue será aceito caso a inspeção na amostra de 50 unidades encontre no máximo 10 unidades defeituosas.
Quanto às dimensões nominais, o lote será aceito somente se o comprimento, largura e altura dos blocos atenderem à especificação do
item 1, com uma tolerância de ± 3mm (3 mm para mais ou para menos).
5. ORIENTAÇÕES PARA ARMAZENAMENTO
Os blocos deverão ser armazenados em pilhas não superiores a 25 fiadas e, de preferência, próximas ao local de transporte vertical ou de
uso.
Também é recomendável que a data de entrega e o local de estocagem sejam planejados com pelo menos uma semana de antecedência
de forma a evitar a pré-estocagem nas calçadas públicas, a interferência com outros serviços de obra ou a necessidade de transporte
horizontal interno.
6. OBSERVAÇÕES
Blocos de outras dimensões devem ser recebidos conforme a mesma metodologia descrita nos itens anteriores e considerando a mesma
tolerância dimensional de ± 3 mm.
O número da norma brasileira pertinente (NBR-7171) deve constar no pedido de compra e na nota fiscal de entrega.
Para fins de qualificação de fornecedores, antes da primeira compra deve-se exigir do fabricante um certificado de ensaio comprovando a
conformidade do produto à NBR-7171, quanto à resistência à compressão, desvio em relação ao esquadro, planeza das faces e dimensões.
Tal certificado deve ser renovado semestralmente, a fim de manter o fornecedor no cadastro da empresa.
7. LISTA DE DISTRIBUIÇÃO
Este documento deve ser distribuído pelas seguintes áreas
• Departamento de suprimentos
• Obras

GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO

 

Qualidade na Execução dos Serviços:

Trata-se de girar o ciclo PDCA (plan, do check action) em cada serviço, ou seja, padronizar e planejar a execução dos serviços, treinar a mão-de-obra envolvida, fazer de acordo com o padrão, checar o que foi realizado e promover ações corretivas quando necessário .

 
 
 

PLANPLAN

DODO

quando necessário .     PLANPLAN DODO ACTIONACTION CHECKCHECK C ICLO PDCA AjustarAjustar
quando necessário .     PLANPLAN DODO ACTIONACTION CHECKCHECK C ICLO PDCA AjustarAjustar

ACTIONACTION

CHECKCHECK

CHECKCHECK

ACTIONACTION CHECKCHECK

CICLO

PDCA

AjustarAjustar •• AjusteAjuste nosnos métodosmétodos ee processosprocessos identificadosidentificados parapara
AjustarAjustar
•• AjusteAjuste nosnos métodosmétodos ee
processosprocessos identificadosidentificados
parapara recomeçarrecomeçar aa
tarefatarefa
PlanejarPlanejar •• DefinirDefinir asas metasmetas ee métodosmétodos dede trabalhotrabalho
PlanejarPlanejar
•• DefinirDefinir asas metasmetas ee
métodosmétodos dede trabalhotrabalho
ControlarControlar •• ControleControle técnico,técnico, administrativoadministrativo ee financeirofinanceiro
ControlarControlar
•• ControleControle técnico,técnico,
administrativoadministrativo ee
financeirofinanceiro dosdos
resultadosresultados obtidosobtidos
ExecutarExecutar •• RealizarRealizar aa tarefatarefa
ExecutarExecutar
•• RealizarRealizar aa tarefatarefa
ExecutarExecutar •• RealizarRealizar aa tarefatarefa

prof. Dra Mônica Santos Salgado monicassalgado@ufrj.br

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Apostila para a disciplina Orçamento e Gerenciamento de Obras FAU/UFRJ 2012

EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ResumoResumo dasdas etapasetapas parapara ProduçãoProdução dede ObrasObras Locação da
EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS
ResumoResumo dasdas etapasetapas parapara ProduçãoProdução dede ObrasObras
Locação da obra
Fundações
Estruturas
Alvenaria de vedação
Instalações hidráulicas
Instalações elétricas
Impermeabilização
Esquadrias
Revestimentos internos
Revestimentos externos
Pinturas
Forros
Coberturas
Limpeza
AtravésAtravés dede
procedimentosprocedimentos ee
Como padronizar e
controlar a execução?
instruçõesinstruções dede
trabalhotrabalho
SISTEMA DE GESTÃO E CONTROLE DE OBRAS PES - Procedimento de Execução de Serviços DEPARTAMENTO
SISTEMA DE GESTÃO E CONTROLE DE OBRAS
PES - Procedimento de Execução de Serviços
DEPARTAMENTO
SERVIÇO
IDENTIFICAÇÃO
VERSÃO
FOLHA Nº
EXECUÇÃO DE ALVENARIA
PES
/
1. OBJETIVO
Padronizar o processo de execução e controle da qualidade das alvenarias
2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
- Projetos Executivos de Arquitetura, Estruturas, Instalações Hidráulicas e Elétricas, Projeto
de Impermeabilização e Projeto de Alvenaria (modulação).
3. MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E PESSOAL
- Fio de prumo
- Blocos cerâmicos
- Colher de pedreiro
- Argamassa de assentamento e
- Régua de alumínio
concreto
- Andaimes e cavaletes
- Expansor
- Mangueira de nível
- Sarrafo graduado (escantilhão)
- Verga pré-moldada
- Barras de aço CA60 de Ø = 5.0 mm
4. MÉTODO EXECUTIVO
4.2.FASE DE ELEVAÇ
Ã
O
4.1 FASE DE MARCAÇÃO
4.2.1 Condições para o início da elevação
4.1.1. Condições para o início da marcação
4.2.2 Nivelamento
4.1.2. Limpeza e umedecimento da fiada de
4.2.3 Prumo
marcação
4.2.4 Aspecto geral
4.1.3. Distribuição e assentamento dos
4.2.5 Posicionamento interruptores e
blocos
tomadas
4.1.4. Alinhamento
4.2.6 Vãos de portas e janelas
4.1.5. Nivelamento
4.3 FIXAÇÃO DA ALVENARIA
4.1.6. Esquadro
4.3.1 Condições para o início da fixação
4.1.7. Vãos de porta
4.3.2 Fixação de paredes internas
4.3.3 Fixação de paredes de fachada
5. LISTA DE DISTRIBUIÇÃO
Indicar neste campo os pessoas/áreas que devem receber este documento
Elaborado/revisado por:
Aprovado para uso:
/
/
/
/
NOME-ASS
Data
NOME-ASS
Data
SISTEMA DE GESTÃO E CONTROLE DE OBRAS OBRA FVS - Ficha de Verificação de Serviços
SISTEMA DE GESTÃO E CONTROLE DE OBRAS
OBRA
FVS - Ficha de Verificação de Serviços
SERVIÇO:
PIS de Ref.:
FVS nº:
Folha nº:
/
LOCAL DO SERVIÇO
Quantidade verificada
Início:
Término:
/
/
/
/
Mestre
Encarregado
Equipe
CONDIÇÕES PARA O INÍCIO DA
EXECUÇÃO DO SERVIÇO
APROVAÇÃO
OBSERVAÇÕES
E
AÇÕES
VERIFICAÇÕES
Aprovado (A) ou
Rejeitado (R)
OBSERVAÇÕES
DE ROTINA
verif.
verif.
verif.
verif.
E
AÇÕES
1
2
3
4
Nota: Verificar cada item do serviço 4 vezes durante sua execução, anotando o resultado da
avaliação (rejeitado ou aprovado) para cada uma delas.
Responsável pela verificação:
Engenheiro:
/
/
/
/
NOME-ASS
Data
NOME-ASS
Data
Fonte: CTE, 1997

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EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

DeveDeve serser elaboradoelaborado umum ProcedimentProcedimentoo dede ExecuçãoExecução (PES)(PES) ee umauma FichaFicha dede VerificaçãoVerificação (FVS)(FVS) parapara cadacada umum dosdos serviçosserviços queque ocorremocorrem nono canteirocanteiro dede obrasobras

Locação da obra

   

Esquadrias

Revestimentos internos

R

nt

tim

t

rn

Fundações

Estruturas

eves

e

os ex e

os

 

Pinturas

 

Alvenaria de vedação

Instalações hidráulicas Instalações elétricas

Forros

Coberturas

 

Impermeabilização

Limpeza

 

Assim como deve ser feito com os fornecedores de materiais, os prestadores de serviços (empreiteiros e subempreiteiros contratados) também deve ser avaliados quanto à qualidade do serviço realizado.

(empreiteiros e subempreiteiros contratados) também deve ser avaliados quanto à qualidade do serviço realizado.
Departamento PLANILHA DE AVALIAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS Obra nº: Mês: Folha nº: / CRITÉRIOS
Departamento
PLANILHA DE AVALIAÇÃO DE PRESTADORES DE
SERVIÇOS
Obra nº:
Mês:
Folha nº:
/
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Nome do
Código do
Cumprimento
Atendimento
Qualidade
Uso de EPIs
Fornecedor
Fornece-
de Prazos
na Execução
dor
Bom
Médio
Ruim
Bom
Médio
Ruim
Bom
Médio
Ruim
Bom
Médio
Ruim
OBS.:
INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO:
1. Preencher
esta
planilha
para
todos
os
3. Enviar
esta
planilha
ao
Departamento
de
prestadores de serviços, reservando uma linha
para cada fornecedor.
Suprimentos até o dia 5 de cada mês.
4. Avaliar os prestadores de serviço mensalmente.
2. Anotar
um
X
no
espaço
correspondente
à
avaliação do fornecedor.
Encarregado:
Fonte: CTE, 1997
Engenheiro da obra:
/ /
/ /
Nome-Ass
Data
Nome-Ass
Data

EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

As empresas responsáveis pelo desenvolvimento dos projetos também são prestadores de serviços das construtoras e são avaliadas em relação a requisitos tais como:

Cumprimento de prazos; Atendimento às necessidades da obra; Baixo número de incompatibilidades entre os projetos; Controle de versões e revisões;

entre outros.

prof. Dra Mônica Santos Salgado monicassalgado@ufrj.br

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