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HABILITAÇÃOHABILITAÇÃO EE REABILITAÇÃOREABILITAÇÃO AUDITIVAAUDITIVA Profa. Dra.Adriane Lima Mortari Moret
HABILITAÇÃOHABILITAÇÃO EE
REABILITAÇÃOREABILITAÇÃO AUDITIVAAUDITIVA
Profa. Dra.Adriane Lima Mortari Moret
dri.m@fob.usp.br
Profa. Dra. Regina Tangerino de Souza Jacob
reginatangerino@usp.br
Profa. Dra. Maria Cecilia Bevilacqua
Departamento de Fonoaudiologia FOB/USP
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL É uma área de atuação que tem como objeto de estudo a audiologia
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL
É uma área de atuação que tem como
objeto de estudo a audiologia voltada
para a educação
deficiência auditiva.
de
pessoas com
HISTÓRICOHISTÓRICO Antiguidade greco-romana (4000a.C. – 476d.C.): Os surdos não eram seres humanos competentes -
HISTÓRICOHISTÓRICO
Antiguidade greco-romana (4000a.C. – 476d.C.):
Os surdos não eram seres humanos competentes -
pressuposto de que o pensamento não podia se
desenvolver sem linguagem, e esta não se desenvolvia
sem a fala.
Quem não ouve não fala e não pensa, não podendo
receber ensinamento, e portanto não aprender.
HISTÓRICOHISTÓRICO Idade Média (476 - 1453): Surdos continuavam a ser vistos como não-humanos a partir
HISTÓRICOHISTÓRICO
Idade Média (476 - 1453):
Surdos continuavam a ser vistos como não-humanos a
partir de uma visão religiosa: não poderiam ser
considerados imortais já que não podiam falar os
sacramentos.
Surdo-Mudo: incômodo para a igreja cristã.
HISTÓRICOHISTÓRICO Final da Idade Média: Educação do surdo na forma de preceptorado: professor que se
HISTÓRICOHISTÓRICO
Final da Idade Média:
Educação
do
surdo
na forma de preceptorado:
professor que se dedicava inteiramente a um aluno para
ensiná-lo a falar, ler e escrever para que ele pudesse ter
o direito de herdar os títulos e a herança familiar.
Educação de filhos de nobres.
HISTÓRICOHISTÓRICO Método manual e o ensino da leitura/escrita. Século XVIII: Surge o oralismo por meio
HISTÓRICOHISTÓRICO
Método manual e o ensino da leitura/escrita.
Século XVIII: Surge o oralismo por meio de técnicas de
leitura orofacial.
Século XIX surge o método auditivo a partir do
avanço da tecnologia.
Alexander Graham Bell: um dos maiores expoentes
para o desenvolvimento do oralismo e do método
auditivo.
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos Itard Paris (1805) (França) Primeiro a tentar, com
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
Itard
Paris
(1805)
(França)
Primeiro a tentar, com exames do ouvido, treinamento
sistemático. Iniciou o treinamento de discriminação
auditiva de intensidade e freqüência de sons de
instrumentos e discriminação de vogais, consoantes e
palavras com crianças com audição residual.
Paris, Nancy
e Bern
Seguiram os princípios de Itard.
Século
Blanchet, Piroux e
outros professores
(a partir de 1838)
(França)
XIX
Beck, Jäger e Wolff
Alemanha
(1800-1850)
Wolff conduziu a instrução ortofônica e ortoacústica, nas
quais as crianças surdas foram ensinadas
simultaneamente a falar e a ouvir. Ele orientava que as
crianças pronunciassem as palavras completas, ao
invés de terem de aprender primeiro a pronunciar todos
os sons individualmente.
Tonybee
Inglaterra
(1860)
Bons resultados do treinamento auditivo em pacientes
com resíduos auditivos.
Tabanez, 2007
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos Bell (a partir de 1872) EUA Século XIX Em
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
Bell
(a partir de 1872)
EUA
Século
XIX
Em 1872, abriu uma escola de formação de professores
de surdos em Boston, Massachusetts. Reconheceu o
valor da contribuição de Itard, recomendando o
treinamento auditivo e liderando o desenvolvimento da
abordagem auditivo-oral para o ensino dos surdos.
Suas inovações tecnológicas contribuíram para o
treinamento auditivo e para a fundação da Alexander
Graham Bell Association for the Deaf, em 1890. As
experiências para o desenvolvimento de um aparelho
de amplificação eletrônico levaram ao desenvolvimento
do telefone, em 1876.
Gallaudet
EUA
(1884)
Bons resultados em crianças surdas-mudas após
treinamento com exercícios auditivos metódicos.
Currier e Gillespie
(a partir de 1884)
New York e
Nebraska
(EUA)
Conduziram programas de treinamento auditivos
similares ao de Gallaudet.
Tabanez, 2007
Época Autor (ano) Local Acontecimentos O treinamento auditivo era realizado falando-se Urbantschitsch Viena/Dublin
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
O
treinamento auditivo era realizado falando-se
Urbantschitsch
Viena/Dublin
diretamente no ouvido da criança e consistia no
treinamento da discriminação de diferentes vogais,
consoantes, palavras simples e sentenças, inicialmente
com uma única voz e depois, com vozes de diferentes
timbres. Em estágios mais avançados, o treinamento foi
em ambientes com diferentes ruídos de fundo.
(1888-1906)
(Áustria)
Os exercícios metódicos eram realizados algumas vezes
ao dia.
Em
1985 publicou o primeiro livro dedicado à explanação
dos
benefícios e técnicas de treinamento auditivo para
indivíduos com perda auditiva.
Século
XIX
Verrier
Paris
Construção de equipamento
(1890-1899)
(França)
Berzold
Munique
(1889-1893)
(Alemanha)
Construiu um instrumento (Tonreihe) capaz de testar a
audição qualitativa e quantitativamente de 16 a 16000 cps
Propôs um treinamento auditivo que utilizava unidades de
fala mais longas, atualmente chamado de treinamento
auditivo sintético. A expressão exercícios metódicos de
audição deveria ser mudada para instrução de fala por
meio da audição.
Goldstein
EUA
(1895-1897)
Utilizou o método de Urbantschitsch, com quem trabalhou
em 1893, em Viena.
Tabanez, 2007
HISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos 1890 a 1930 Médicos, professores e técnicos criaram vários
HISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
1890 a 1930
Médicos, professores e técnicos criaram vários aparatos
acústicos e elétricos para imitar, reproduzir ou aumentar a
intensidade da voz humana, para usar no treinamento
auditivo.
Rheinfelder
Berlin
(1902)
(Alemanha)
Construiu um aparelho auditivo chamado Vielhörer (um
grande trompete com tubos que se conectavam aos dois
ouvidos).
1921
Demonstração do primeiro audiômetro. A seguir, houve um
decréscimo no número de trabalhos que relatavam que os
resultados do treinamento auditivo poderiam ser
verificados pela audiometria.
Bárczi
Budapeste
Século
(1922-1936)
(Hungria)
Iniciou o treinamento auditivo em 1922, de acordo com o
método de Urbantschitsch.
XX
Goldstein
EUA
(1920-1939)
Após um longo período de interrpupção de suas atividades
(1987 a 1913), em 1914 voltou a trabalhar com o
treinamento auditivo e continuou a propagando as idéias
de Urbantschitsch.
Em 1939 lançou seu livro “O método acústico”. Foi o
fundador do Central Institute for Deaf, em St. Louis.
Fundou a revista Laryngoscope sendo a primeira
especialidade da ORL.
Tabanez, 2007
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos O uso dos audiômetros e as técnicas de
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
O
uso dos audiômetros e as técnicas de condicionamento
forneceram informações específicas sobre o tipo e grau da
perda auditiva. Os audiogramas demonstraram que as
1940
crianças possuíam audição residual, que os limiares
audiométricos poderiam melhorar com o uso dos AASI e
que os audiogramas não permitiam determinar o uso que
as crianças fariam da sua audição residual.
Século
XX
Cahart
EUA
As experiências com veteranos da II Gerra Mundial, que
apresentaram perdas auditivas decorrentes de trauma
acústico e receberam aparelhos auditivos e reabilitação
auditiva; assim como os avanços tecnológicos,
contribuíram para o desenvolvimento da audiologia, na
área de diagnóstico e reabilitação.
(1947)
O
objetivo era desenvolver uma atitude de audição crítica
e atenção para as diferenças sutis entre os sons de fala
(fonemas, sílabas, frases e sentenças). Realizou
treinamento auditivo em situações críticas, como com
ruído de fundo, com sinal de fala competitivo e ao telefone.
Tabanez, 2007
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos Wedenberg Durante um treinamento sistemático e
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
Wedenberg
Durante um treinamento sistemático e individualizado, os
sons eram apresentados próximos ao ouvido da criança
ou do aparelho auditivo e, progressivamente em distâncias
maiores. Treinava a atenção auditiva para sons ambientais
Suécia
(1951)
sons de fala inicialmente e depois, o reconhecimento de
vogais e consoantes isoladas, palavras isoladas e
pequenas sentenças com palavras já reconhecidas
anteriormente.
e
Considerou a audi ão como a
ç
p
orta de entrada
p
ara a fala
Barr
Alemanha
e
(1954)
o desenvolvimento da linguagem oral, como fundamental
para o desenvolvimento geral.
Século
XX
Guberina
Iugoslávia
(1954)
Desenvolveu o método verbotonal, que realiza o trabalho
de fala e audição simultaneamente. O método utiliza um
conjunto de equipamentos e testes para determinar a
resposta de freqüência ótima para a percepção da fala
para cada pessoa . Uma série de movimentos corporais e
rítmicos é utilizada para facilitar a aquisição dos
parâmetros de fala inteligíveis.
Irene e
Alexander
Ewing (1915-
Manchester
(Inglaterra)
1960)
Influenciaram a educação das crianças surdas em todo o
mundo e contribuíram para a formação de muitos
profissionais. Suas crenças e metodologias foram
divulgadas no livro “Speech and the Deaf Child” (1954).
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos Whetnall e Fry Inglaterra (1954) Definiram o termo
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
Whetnall e Fry
Inglaterra
(1954)
Definiram o termo treinamento auditivo como o meio pelo
qual as áreas corticais ganham prática adicional na
discriminação dos sons ambientais de vida diária e dos
padrões de fala. Tentaram reproduzir as condições em que
a criança normal aprende a ouvir durante os cinco
primeiros anos de vida.
Califórnia
Griffiths (1954)
Século
(EUA)
Adotou a abordagem auditiva proposta por Whetnall,
criando a fundação HEAR.
XX
Froeschels e
New York
Beebe
(EUA)
(1954)
Defenderam que primeiro a criança deve ser ensinada a
usar sua audição para compreender e engajar-se na
conversação, depois a leitura orofacial pode ser ensinada
como complemento.
Van Uden
Holanda
(1958)
Descreveu seu método de percepção sonora Estabeleceu
uma integração entre a percepção sonora e o movimento
corporal.
Tabanez, 2007
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos McLaughlin EUA Treinamento auditivo com AASI. (1958)
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
McLaughlin
EUA
Treinamento auditivo com AASI.
(1958)
Beckman e
Schilling (1959)
A
aprendizagem e o domínio das habilidades auditivas
Alemanha
devem preceder o ensino da leitura orofacial.
Huizing
EUA
Sugeriu o termo acupédico, para se diferenciar do
treinamento oral e auditivo tradicional e para definir uma
d
personalidade da criança surda, com o objetivo da
integração biossocial do surdo num ambiente normal.”
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r
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n
a
(1959)
Século
XX
Goldsack
Inglaterra
(1961)
Desenvolvimento da percepção da fala e da linguagem
oral de crianças com deficiência auditiva profunda usando
a audição.
Desenvolveu o método Perdoncini, uma educação auditiva
Perdoncini
Nice (França)
sistemática, desde a percepção dos sons, discriminação
dos parâmetros de duração, intensidade e freqüência, até
(1963)
compreensão da fala, tendo como conseqüência o
desenvolvimento da linguagem oral.
a
Tabanez, 2007
HISTÓRICOHISTÓRICO Época Autor (ano) Local Acontecimentos Polack; Boothroyd; Calvert e Silverman; Grammatico;
HISTÓRICOHISTÓRICO
Época
Autor (ano)
Local
Acontecimentos
Polack;
Boothroyd;
Calvert e
Silverman;
Grammatico; Ross
e Ling
(década de 70)
Suas abordagens enfatizam o uso da audição residual
para aquisição da linguagem oral. Desenvolveram e
aplicaram métodos de treinamento auditivo, inspirados nos
trabalhos de Whetnall e Fry (1964) realizados na Inglaterra.
Século
Ling
(a partir de 1968)
Canadá
XX
Ênfase no uso da audição residual para aquisição da
fala e linguagem oral fluente. Várias publicações
correlacionando aspectos de percepção da fala,
amplificação e desenvolvimento da fala e linguagem oral.
Sanders
EUA
(1971)
Ensinou a discriminação auditiva de sons ambientais e
de fala, apresentados isoladamente, em palavras, frases e
no discurso, em condições de alta e baixa redundância.
Inicialmente usou equipamentos de amplificação especiais
e depois, apenas o AASI.
Erber
Austrália
(1988)
Refinou os protocolos de treinamento auditivo de
Cahart e desenvolveu um programa de comunicação para
adultos com perda auditiva, incluindo atividades de
treinamento auditivo, práticas e hieráquicas.
Tabanez, 2007
HISTÓRICOHISTÓRICO 1970 - Estados Unidos - comunicação total: utilização de toda e qualquer forma para
HISTÓRICOHISTÓRICO
1970 - Estados Unidos - comunicação total: utilização
de toda e qualquer forma para se comunicar com a
criança surda (gestos naturais, língua de sinais, alfabeto
digital, expressão facial, leitura orofacial, linguagem oral e
audição residual).
década de 60/70 - movimentos hippies nos EUA,
surdo é diferente dos outros indivíduos. Nova proposta
- Bilingüismo.
HISTÓRICOHISTÓRICO Bilingüismo: Ensino de duas línguas: a primeira é a Língua de Sinais, que dará
HISTÓRICOHISTÓRICO
Bilingüismo:
Ensino de duas línguas: a primeira é a Língua de
Sinais, que dará subsídios para a aquisição de
uma segunda língua, que pode ser oral ou
escrita.
EDUCAÇÃO SAÚDE Língua de Sinais Habilitação e Reabilitação Auditiva Opção educacional para a criança
EDUCAÇÃO
SAÚDE
Língua de Sinais
Habilitação e Reabilitação
Auditiva
Opção
educacional
para a criança com
deficiência auditiva.
Tomada de decisão da
família, compartilhada
com os profissionais.
Intervenção terapêutica
com o uso dos dispositivos
eletrônicos aplicados às
deficiências auditivas (AASI,
IC, FM).
Desenvolvida
pelo
Desenvolvida
fonoaudiólogo.
pelo
adulto
fluente
em
Libras.
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL Habilitação: Reabilitação: intervenção para a criança que não
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL
Habilitação:
Reabilitação:
intervenção para a
criança que não
desenvolveu a
função auditiva e a
linguagem oral.
recuperação da
função auditiva
q
p
motivo foi
interrompida.
ue
or al um
g
(RE)HABILITAÇÃO(RE)HABILITAÇÃO AUDITIVAAUDITIVA Trata-se da intervenção para minimizar as dificuldades de
(RE)HABILITAÇÃO(RE)HABILITAÇÃO AUDITIVAAUDITIVA
Trata-se da intervenção para minimizar as
dificuldades de comunicação associadas à
deficiência auditiva, com ênfase do
trabalho terapêutico no desenvolvimento
das habilidades auditivas para a percepção
dos sons da fala.
AA (re)habilitação(re)habilitação nana deficiênciadeficiência auditivaauditiva podepode inclincluir:uir:
AA (re)habilitação(re)habilitação nana deficiênciadeficiência auditivaauditiva podepode inclincluir:uir:
Informações para o diagnóstico
audiológico;
indicação e adaptação dos dispositivos de
amplificação sonora;
estratégias de comunicação;
orientação e aconselhamento familiar;
orientação à escola.
AA deficiênciadeficiência auditivaauditiva podepode serser categorizadacategorizada emem trêstrês
AA deficiênciadeficiência auditivaauditiva podepode serser categorizadacategorizada emem
trêstrês dimensões:dimensões:
grau da perda auditiva;
período em que ocorreu;
progressão do problema.
QuantoQuanto aoao períodoperíodo emem queque ocorreu:ocorreu: Pré-lingual: Pós-lingual: ocorreu antes da
QuantoQuanto aoao períodoperíodo emem queque ocorreu:ocorreu:
Pré-lingual:
Pós-lingual:
ocorreu antes
da aquisição da
linguagem oral.
ocorreu após o
domínio da
linguagem oral.
QuantoQuanto aoao graugrau dada deficiênciadeficiência auditiva:auditiva: Deficiência auditiva de grau leve e
QuantoQuanto aoao graugrau dada deficiênciadeficiência auditiva:auditiva:
Deficiência
auditiva de grau
leve e
moderado
Deficiência
auditiva de grau
severo e
profundo
AASI
AASI ou implante
coclear
AvaliaçãoAvaliação dada criançacriança Avaliação eletrofisiológica da audição; avaliação do
AvaliaçãoAvaliação dada criançacriança
Avaliação
eletrofisiológica da
audição;
avaliação do
comportamento
auditivo;
avaliação clínica;
avaliação de
linguagem.
Avaliação da
percepção da fala
com amplificação de
acordo com a faixa
etária;
avaliação quanto ao
estilo cognitivo;
avaliação da família
(ambiente auditivo e
de linguagem).
OpçõesOpções dede tratamentotratamento Métodos Métodos unissensoriais multissensoriais
OpçõesOpções dede tratamentotratamento
Métodos
Métodos
unissensoriais
multissensoriais
MétodosMétodos unissensoriasunissensorias 1970: Abordagem Acupédica, D. Pollack
MétodosMétodos unissensoriasunissensorias
1970: Abordagem Acupédica, D. Pollack
FAMÍLIAFAMÍLIA O trabalho com os pais é fundamental e decisivo. Conscientização e avanço tecnológico permite
FAMÍLIAFAMÍLIA
O trabalho com os pais é fundamental e
decisivo.
Conscientização e avanço tecnológico
permite diagnóstico precoce.
De 0 a 5 anos vida restrita à família.
FAMÍLIAFAMÍLIA Família é o “agente modificador” Terapeuta é o “agente de apoio” Fatores inatos e
FAMÍLIAFAMÍLIA
Família é o “agente modificador”
Terapeuta é o “agente de apoio”
Fatores inatos e ambientais determinam o
desenvolvimento da linguagem oral.
FAMÍLIAFAMÍLIA Conhecimento, persistência e entusiasmo. Ambiente de aprendizado adequado. Entender e acreditar na
FAMÍLIAFAMÍLIA
Conhecimento, persistência e entusiasmo.
Ambiente de aprendizado adequado.
Entender e acreditar na proposta do
trabalho.
FAMÍLIAFAMÍLIA Auto-estima dos familiares. Orientar irmãos e familiares. Educação da criança partilhada.
FAMÍLIAFAMÍLIA
Auto-estima dos familiares.
Orientar irmãos e familiares.
Educação da criança partilhada.
Família é a chave do sucesso.
Ensinar é construir junto, é estar junto, é
descobrir.
FAMÍLIAFAMÍLIA Trabalho integrado: pais crianças terapeutas Momento de descoberta é cercada de conflitos.
FAMÍLIAFAMÍLIA
Trabalho integrado:
pais
crianças
terapeutas
Momento de descoberta é cercada de
conflitos.
Pais devem ser bem cuidados.
FAMÍLIAFAMÍLIA Cuidar das necessidades humanas antes das especiais. Criança deve ser vista em sua totalidade.
FAMÍLIAFAMÍLIA
Cuidar das necessidades humanas antes das
especiais.
Criança deve ser vista em sua totalidade.
Sentimentos: negação, resistência, afirmação
e aceitação.
FAMÍLIAFAMÍLIA Profissional deve respeitar o momento. Os responsáveis pelas crianças são os pais. Sentimento de
FAMÍLIAFAMÍLIA
Profissional deve respeitar o momento.
Os responsáveis pelas crianças são os pais.
Sentimento de culpa.
Confusão entre os problemas de
desenvolvimento e deficiência auditiva.
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS BÁSICOSBÁSICOS Proposta: ◦ priorizar a alteração primária da criança- audição.
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS BÁSICOSBÁSICOS
Proposta:
◦ priorizar a alteração primária da criança-
audição.
Objetivo:
◦ Auxiliar a criança a usar a audição residual.
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS BÁSICOSBÁSICOS 95% das crianças apresentaram audição residual. Avanços tecnológicos,
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS BÁSICOSBÁSICOS
95% das crianças apresentaram audição
residual.
Avanços tecnológicos, diagnóstico precoce,
I.C.,A.A.S.I. potente, tornaram a linguagem
oral viável.
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS BÁSICOSBÁSICOS Dar as crianças a oportunidade de desenvolverem o resíduo. Crescerem
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS BÁSICOSBÁSICOS
Dar as crianças a oportunidade de
desenvolverem o resíduo.
Crescerem aprendendo a ouvir e a falar.
Aumentar os conhecimentos e
experiências.
Ouvir deve ser um modo de vida.
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS PARAPARA UMUM TRABALHOTRABALHO EFICIENTEEFICIENTE
PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS
PARAPARA
UMUM TRABALHOTRABALHO EFICIENTEEFICIENTE
DETECÇÃODETECÇÃO EE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃO PRECOCEPRECOCE Exames objetivos no primeiro ano – diagnóstico
DETECÇÃODETECÇÃO EE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃO PRECOCEPRECOCE
Exames objetivos no primeiro ano –
diagnóstico precoce.
Maturação neurológica – aproveitar
melhor os primeiros anos.
Tipo e grau da deficiência auditiva.
DETECÇÃODETECÇÃO EE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃO PRECOCEPRECOCE Atuar de forma preventiva. Reduzir problemas
DETECÇÃODETECÇÃO EE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃO PRECOCEPRECOCE
Atuar de forma preventiva.
Reduzir problemas secundários.
Programa de (re)habilitação adequado.
AMPLIFICAÇÃOAMPLIFICAÇÃO A.A.S.I. ou I.C. adequados. A.A.S.I. ou I.C. bem adaptados e em bom funcionamento.
AMPLIFICAÇÃOAMPLIFICAÇÃO
A.A.S.I. ou I.C. adequados.
A.A.S.I. ou I.C. bem adaptados e em bom
funcionamento.
A.A.S.I. para a maioria das crianças é a
melhor alternativa
A.A.S.I. ou I.C. deve fazer parte do
esquema corporal.
DESENVOLVIMENTODESENVOLVIMENTO DADA FUNÇÃOFUNÇÃO AUDITIVAAUDITIVA Propiciar condições auditivas para aquisição
DESENVOLVIMENTODESENVOLVIMENTO DADA FUNÇÃOFUNÇÃO
AUDITIVAAUDITIVA
Propiciar condições auditivas para
aquisição e aprendizagem da linguagem.
Ambiente acústico favorável.
Introduzir a criança no mundo sonoro.
Estimular em contexto significativo.
INTEGRARINTEGRAR Integrar audição à personalidade da criança. Ouvir deve ser um ato constante e natural.
INTEGRARINTEGRAR
Integrar audição à personalidade da
criança.
Ouvir deve ser um ato constante e
natural.
Monitorar a fala.
Desenvolver atitude auditiva.
Domínio das habilidades de
comunicação.
COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO Incentivar a interação, a comunicação. Comunicação mãe-bebê. Comunicação é
COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO
Incentivar a interação, a comunicação.
Comunicação mãe-bebê.
Comunicação é falar e ouvir.
Comunicação é um ato social.
ETAPASETAPAS DASDAS HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS Usar sequência gradativa de padrão perceptual
ETAPASETAPAS DASDAS HABILIDADESHABILIDADES
AUDITIVASAUDITIVAS
Usar sequência gradativa de padrão
perceptual auditivo, linguístico e
cognitivo.
Vivenciar as etapas auditivas: detecção,
discriminação, reconhecimento e
compreensão.
Trabalho com sons ambientais e sons
de fala.
AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO Avaliar o desenvolvimento durante o processo terapêutico. Avaliar concomitantemente a fala, a
AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO
Avaliar o desenvolvimento durante o
processo terapêutico.
Avaliar concomitantemente a fala, a
linguagem, o A.A.S.I., o grau da deficiência
auditiva e o relacionamento familiar.
ESCOLAESCOLA Ingresso em escolas regulares. Classes correspondentes às potencialidades. Será exposta a maiores
ESCOLAESCOLA
Ingresso em escolas regulares.
Classes correspondentes às
potencialidades.
Será exposta a maiores experiências
auditivas e oportunidades de
aprendizagem.
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO Objetivo: ◦ Desenvolver as habilidades auditivas levando a
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO
Objetivo:
◦ Desenvolver as habilidades auditivas levando a
criança a construir a linguagem oral.
Visa:
◦ Compensar os prejuízos primários e prevenir
os secundários.
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO Primeira responsabilidade do trabalho terapêutico: adaptar A.A.S.I.
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO
Primeira responsabilidade do
trabalho terapêutico: adaptar A.A.S.I.
ou I.C.
Desenvolvimento depende de:
grau e época;
idade de detecção;
atitudes e habilidades dos pais;
capacidade cognitiva;
capacidade de construir linguagem.
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO Planejamento a curto, médio e longo prazo. propiciar atividades
PROCEDIMENTOPROCEDIMENTO TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO
Planejamento a curto, médio e longo
prazo.
propiciar atividades que levem às metas.
respeitar capacidade e ritmo da criança.
ItensItens parapara propiciarpropiciar oo desenvolvimentodesenvolvimento dada HabilidadeHabilidade AuditivaAuditiva
ItensItens parapara propiciarpropiciar oo desenvolvimentodesenvolvimento dada
HabilidadeHabilidade AuditivaAuditiva
RECOMPENSARECOMPENSA
MOTIVAÇÃOMOTIVAÇÃO
PRÁTICAPRÁTICA
1.1. MotivaçãoMotivação A criança deve estar motivada para adquirir novas habilidades.
1.1. MotivaçãoMotivação
A criança deve estar motivada para
adquirir novas habilidades.
2.2. RecompensaRecompensa A criança deve perceber que o domínio das habilidades é gratificante.
2.2. RecompensaRecompensa
A criança deve perceber que o domínio
das habilidades é gratificante.
3.3. PráticaPrática Utilizar e generalizar no dia-a-dia a habilidade adquirida. EXPOSIÇÃO: Ambientes
3.3. PráticaPrática
Utilizar e generalizar no dia-a-dia a habilidade
adquirida.
EXPOSIÇÃO:
Ambientes estimulantes com muitos
materiais, objetos, eventos e pessoas.
EXPLORAÇÃO:
Incentivar a criança a explorar e interagir
com o meio ambiente.
EXPANSÃO:
Estimular a criança a conhecer
APRENDIZADOAPRENDIZADO DASDAS HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS Dar significado aos sons e aos estímulos
APRENDIZADOAPRENDIZADO DASDAS
HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS
Dar significado aos sons e aos
estímulos associando-os à fonte
geradora.
Ajudar a criança a aprender a escutar.
Trabalhar dentro da sequência
gradativa.
HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS Detecção auditiva: ◦ Habilidades em perceber presença e ausência de
HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS
Detecção auditiva:
◦ Habilidades em perceber presença e ausência
de som.
Discriminação auditiva:
◦ Habilidade em perceber se os sons são iguais
ou diferentes.
HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS Reconhecimento auditivo: ◦ Habilidade de identificar o som, classificando
HABILIDADESHABILIDADES AUDITIVASAUDITIVAS
Reconhecimento auditivo:
◦ Habilidade de identificar o som,
classificando e nomeando o que ouviu,
repetindo o estímulo.
Compreensão auditiva:
◦ Habilidade de entender os estímulos
sonoros, sem repeti-los. Responder
perguntas, seguir instruções e recontar
histórias.
TrabalhoTrabalho comcom criançascrianças acimaacima dede 55 anos:anos: classificação; Prontidão para a
TrabalhoTrabalho comcom criançascrianças acimaacima dede 55 anos:anos:
classificação;
Prontidão para a
alfabetização.
cores;
números;
formas;
tamanho;
igualdade;
tempo;
Trabalhar os
conceitos:
espaço;
quantidade;
outros.
TrabalhoTrabalho comcom criançascrianças acimaacima dede 55 anos:anos: Criar situações que propiciem a aquisição
TrabalhoTrabalho comcom criançascrianças acimaacima dede 55 anos:anos:
Criar situações que propiciem a aquisição
dos conceitos.
Experienciar as situações no dia-a-dia.
TrabalhoTrabalho comcom criançascrianças acimaacima dede 55 anos:anos: Trabalhar: ◦ Jogos de associação. ◦
TrabalhoTrabalho comcom criançascrianças acimaacima dede 55
anos:anos:
Trabalhar:
◦ Jogos de
associação.
◦ Memória
◦ Frases de F ou
Auditiva.
V.
◦ Dramatização.
◦ Produção de fala.
◦ Análise, síntese e
análise-síntese.
◦ Sinônimo e
antônimo.
◦ Expressões
linguísticas e
gírias.
◦ Diálogo sem
usar repetição.
TiposTipos dede AtendimentoAtendimento INDIVIDUALINDIVIDUAL GRUPOGRUPO INDIVIDUALINDIVIDUAL EE EMEM GRUPOGRUPO
TiposTipos dede AtendimentoAtendimento
INDIVIDUALINDIVIDUAL
GRUPOGRUPO
INDIVIDUALINDIVIDUAL EE EMEM GRUPOGRUPO
O tripé: criançacriança famíliafamília escolaescola é a chave do sucesso terapêutico.
O tripé:
criançacriança
famíliafamília
escolaescola
é a chave do sucesso terapêutico.
AtendimentoAtendimento IndividualIndividual ideal para os primeiros anos. necessidade cognitivas e sociais.
AtendimentoAtendimento IndividualIndividual
ideal para os primeiros anos.
necessidade cognitivas e sociais.
construção da lingg na relação um a um.
trabalho centrado na família.
perdas severas e profundas mais
atendimentos.
perdas leves e moderadas modelo
tradicional.
AtendimentoAtendimento emem GrupoGrupo à partir de dois anos e seis meses. início de outras relações,
AtendimentoAtendimento emem GrupoGrupo
à partir de dois anos e seis meses.
início de outras relações, novos parceiros.
desenvolvimento social e cognitivo
propício para novas aquisições.
custo terapêutico.
AtendimentoAtendimento emem GrupoGrupo interesse e motivação. fator de crescimento. dramatização: troca de
AtendimentoAtendimento emem GrupoGrupo
interesse e motivação.
fator de crescimento.
dramatização: troca de papéis, lingg
mais rica.
trabalho diário ou três vezes por
semana.
fonoaudiólogo sempre um passo a
frente.
AtendimentoAtendimento IndividualIndividual ee emem GrupoGrupo modelo ideal de trabalho. número de sessões
AtendimentoAtendimento IndividualIndividual ee
emem GrupoGrupo
modelo ideal de trabalho.
número de sessões flexível.
trabalho com as necessidades individuais.
AtendimentoAtendimento IndividualIndividual ee emem GrupoGrupo CRITÉRIOS PARA MONTAGEM DO GRUPO: ◦ idade: aspectos
AtendimentoAtendimento IndividualIndividual ee emem GrupoGrupo
CRITÉRIOS PARA MONTAGEM DO
GRUPO:
◦ idade: aspectos emocionais e cognitivos.
◦ habilidade auditiva e de comunicação.
◦ nível de interesse e desenvolvimento da
criança.
◦ número de crianças.
ESCOLAESCOLA Procurar facilitar o processo educacional é dever de todos. Ver D.A. em sua totalidade.
ESCOLAESCOLA
Procurar facilitar o processo educacional
é dever de todos.
Ver D.A. em sua totalidade.
Escolha da escola cabe aos pais e
terapeutas.
ESCOLAESCOLA Fatores decisivos na escolha: ◦ idade. ◦ desenvolvimento social e cognitivo. ◦ desenvolvimento de
ESCOLAESCOLA
Fatores decisivos na escolha:
◦ idade.
◦ desenvolvimento social e cognitivo.
◦ desenvolvimento de linguagem.
◦ proposta metodológica da escola.
◦ número de alunos por sala.
◦ conteúdo escolar.
ESCOLAESCOLA Orientação sistemática à escola. Orientações básicas por escrito. Escola e professores
ESCOLAESCOLA
Orientação sistemática à escola.
Orientações básicas por escrito.
Escola e professores disponíveis para
aceitar e trabalhar com D.A.
Independente do tipo ou grau da D.A.
muitos acompanham a escola regular.
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL NANA ÁREAÁREA DADA SAÚDESAÚDE No Brasil: Abordagem Aurioral
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL
NANA ÁREAÁREA DADA SAÚDESAÚDE
No Brasil:
Abordagem Aurioral
(Bevilacqua e Formigoni, 1997)
Foco principal:
aquisição da linguagem oral a partir do
uso da audição residual.
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL NANA ÁREAÁREA DADA SAÚDESAÚDE No exterior: Terapia Auditiva-Verbal
AUDIOLOGIAAUDIOLOGIA EDUCACIONALEDUCACIONAL
NANA ÁREAÁREA DADA SAÚDESAÚDE
No exterior:
Terapia Auditiva-Verbal
(Warren Estabrooks,Toronto, Canadá)
Foco principal:
aquisição da linguagem oral a partir do
uso da audição residual.
Abordagem Aurioral Terapia Auditiva-Verbal Ênfase no desenvolvimento das habilidades auditivas. Quando necessário
Abordagem Aurioral
Terapia Auditiva-Verbal
Ênfase no desenvolvimento
das habilidades auditivas.
Quando necessário utiliza a
leitura orofacial como
Ênfase no desenvolvimento
das habilidades auditivas.
Não utiliza a leitura
orofacial como apoio.
apoio.
Método multissensorial. Método unissensorial.
AbordagensAbordagens revitalizadasrevitalizadas aa partirpartir dodo
MÉTODOMÉTODO ACUPÉDICOACUPÉDICO
(Pollack,(Pollack, décadadécada dede 70)70)
AbordagemAbordagem AurioralAurioral GrandeGrande influênciainfluência dede EwingEwing (1963)(1963) ee PollackPollack
AbordagemAbordagem AurioralAurioral
GrandeGrande influênciainfluência dede EwingEwing (1963)(1963) ee PollackPollack (1970)(1970)
Não
se
apóia
em
estruturas
lingüísticas
pré-
estabelecidas a serem ensinadas à criança.
Fundamentada na interação da criança com o adulto
como base da aquisição da linguagem oral.
As
crianças
adquirem
a
linguagem
oral
quando
envolvidas em situações significativas do cotidiano
Vivências
terapêutico
e
aproximação
da
família
no
processo
PrincípiosPrincípios dada AbordagemAbordagem AurioralAurioral detecção e intervenção precoce; integração da
PrincípiosPrincípios dada AbordagemAbordagem AurioralAurioral
detecção e intervenção
precoce;
integração da audição à
personalidade da criança;
indicação e adaptação do
dispositivo eletrônico
i
após o diagnóstico;
apropr a o me
i
d
di t
a amen e
t
desenvolvimento do feedback
acústico-articulatório para
f
mon
it
orar a
a a;
l
aquisição da linguagem oral;
desenvolvimento da função
auditiva;
Intensa participação da
família.
PrincípiosPrincípios estruturaisestruturais dada AbordagemAbordagem AurioralAurioral Nível das habilidades
PrincípiosPrincípios estruturaisestruturais dada AbordagemAbordagem
AurioralAurioral
Nível das habilidades auditivas.
Escolha do estímulo auditivo.
Tipo de atividade de treinamento.
Nível de dificuldade do treinamento.
NívelNível dasdas HabilidadesHabilidades AuditivasAuditivas Detecção sonora. Discriminação sonora.
NívelNível dasdas HabilidadesHabilidades AuditivasAuditivas
Detecção sonora.
Discriminação sonora.
Reconhecimento auditivo
(introdutório e avançado).
Compreensão auditiva.
(Erber, 1982)
DetecçãoDetecção Auditiva:Auditiva: Habilidade em perceber presença e ausência de som. É a primeira habilidade
DetecçãoDetecção Auditiva:Auditiva:
Habilidade em perceber presença e ausência
de som.
É a primeira habilidade a ser desenvolvida.
DiscriminaçãoDiscriminação Auditiva:Auditiva: Habilidade em perceber se os sons são iguais ou diferentes.
DiscriminaçãoDiscriminação Auditiva:Auditiva:
Habilidade em perceber se os sons são iguais
ou diferentes.
OO bombom desenvolvimentodesenvolvimento dada audiçãoaudição ee dada linguagemlinguagem dependedepende de:de: 1º
OO bombom desenvolvimentodesenvolvimento dada audiçãoaudição ee dada
linguagemlinguagem dependedepende de:de:
1º Passo:
Uso efetivo do implante coclear.
Integrar audição à personalidade da criança
Ouvir deve ser um ato constante e natural
Não tem hora marcada, dia ou horário;
qualquer atividade do cotidiano pode ser aproveitada
para estimulação.
OO bombom desenvolvimentodesenvolvimento dada audiçãoaudição ee dada linguagemlinguagem dependedepende de:de: 2º
OO bombom desenvolvimentodesenvolvimento dada audiçãoaudição ee dada
linguagemlinguagem dependedepende de:de:
2º Passo:
Um meio ambiente favorável ao desenvolvimento:
-
em
parceria
com
o
fonoaudiólogo
os
pais
aprendem a criar situações de aprender a
escutar,
onde
habilidades
de
audição,
fala,
linguagem,
cognição
e
comunicação
são
integradas,
seguindo
as
seqüências
do
desenvolvimento natural.
O bom desenvolvimento da audição e da linguagem depende de: 3º Passo: Desenvolvimento do feedback
O bom desenvolvimento da audição e da
linguagem depende de:
3º Passo:
Desenvolvimento
do
feedback
acústico-
articulatório para monitorar a fala:
-
inteligibilidade da fala.
Fundamental
para
a
produção
e
AsAs habilidadeshabilidades auditivasauditivas ee aa linguagemlinguagem sãosão desenvolvidasdesenvolvidas
AsAs habilidadeshabilidades auditivasauditivas ee aa
linguagemlinguagem sãosão desenvolvidasdesenvolvidas
durante:durante:
Situações lúdicas
Rotinas de vida diária
Situações complexas
Mesmo nível da face da criança Proximidade do som da voz ao microfone do dispositivo
Mesmo nível da face da
criança
Proximidade
do som da voz ao
microfone do
dispositivo
SKI HI Institute
Otimize o posicionamento em relação à criança Cadeirão de bebê Assento para carro
Otimize o posicionamento
em relação à criança
Cadeirão de bebê
Assento para carro
CUIDADOS FUNDAMENTAIS Fale próximo da criança. À medida que nos afastamos do microfone do AASI
CUIDADOS FUNDAMENTAIS
Fale próximo da criança. À medida que nos
afastamos do microfone do AASI o som fica menos
intenso.
Quando falamos próximo à criança, com voz menos
intensa, ela tem mais informações de freqüências
agudas.
Falando perto e baixo, a voz está
acima do ruído ambiental. Use o
sussurro, quando necessário.
PercepçãoPercepção AuditivaAuditiva dada FalaFala A A O A A O U A O I A
PercepçãoPercepção AuditivaAuditiva dada FalaFala
A
A
O
A
A
O U A O
I A I E
Vogais são mais graves, mais fortes, e portanto
mais audíveis, mas não possibilitam inteligibilidade
de fala.
PercepçãoPercepção AuditivaAuditiva dada FalaFala M C RR N D C M P T D R
PercepçãoPercepção AuditivaAuditiva dada FalaFala
M C RR N D
C M P T D R
P R M D
Consoantes são mais agudas, mais fracas, e portanto
menos audíveis, mas possibilitam inteligibilidade de
fala.
ReconhecimentoReconhecimento AuditivoAuditivo Habilidade de identificar o som, classificando e nomeando o que ouviu,
ReconhecimentoReconhecimento AuditivoAuditivo
Habilidade de identificar o som,
classificando e nomeando o que ouviu,
repetindo o estímulo.
Reconhecimento auditivo introdutório.
Reconhecimento auditivo intermediário.
Reconhecimento auditivo avançado.
PercepçãoPercepção AuditivaAuditiva dosdos SonsSons dada FalaFala Detecção de todas as consoantes.
PercepçãoPercepção AuditivaAuditiva dosdos SonsSons dada FalaFala
Detecção de todas as consoantes.
Discriminação: percebeu diferença entre as consoantes.
Reconhecimento de algumas consoantes.
Compreendeu a linguagem oral sem leitura orofacial:
- “Vamos ver se seu implante tá bom?”;
- “E o AASI?”
DeficiênciaDeficiência auditivaauditiva severasevera ee profundaprofunda:: AtualmenteAtualmente oo
DeficiênciaDeficiência auditivaauditiva severasevera ee profundaprofunda::
AtualmenteAtualmente oo dispositivodispositivo eletrônicoeletrônico maismais eficazeficaz parparaa aa
percepçãopercepção auditivaauditiva dada falafala éé oo implanteimplante coclear.coclear.
IMPLANTE COCLEAR Principal mudança Percepção auditiva das consoantes percepção auditiva dos sons da fala
IMPLANTE COCLEAR
Principal mudança
Percepção auditiva
das consoantes
percepção auditiva dos sons
da fala
Melhora da inteligibilidade na
produção de fala.
BRINCADEIRASBRINCADEIRAS COMCOM SUSSURRO:SUSSURRO: ÊNFASEÊNFASE DASDAS FREQUÊNCIASFREQUÊNCIAS AGUDASAGUDAS DADA
BRINCADEIRASBRINCADEIRAS COMCOM SUSSURRO:SUSSURRO:
ÊNFASEÊNFASE DASDAS FREQUÊNCIASFREQUÊNCIAS
AGUDASAGUDAS DADA FALAFALA
TELEFONE SEM FIO
O primeiro inventa uma
palavra secretamente e fala
(sem ninguém ouvir) para a
pessoa que está sentada ao
seu lado;
o próximo fala para o
próximo e assim por diante
até chegar no último;
o último deve falar alto o
que ouviu.
BrincadeirasBrincadeiras comcom sussurrosussurro (percepção(percepção auditivaauditiva dasdas
BrincadeirasBrincadeiras comcom sussurrosussurro
(percepção(percepção auditivaauditiva dasdas frequênciasfrequências agudas):agudas):
“Vou te contar um segredo ”
HabilidadeHabilidade dede ReconhecimentoReconhecimento Auditivo:Auditivo: PromoverPromover brincadeirasbrincadeiras
HabilidadeHabilidade dede ReconhecimentoReconhecimento Auditivo:Auditivo:
PromoverPromover brincadeirasbrincadeiras comcom diferentesdiferentes níveisníveis dede complexidacomplexidadede
auditiva:auditiva:
Conjunto fechado:
brinquedos, figuras
ou objetos
disponíveis para a
criança.
ConjuntoConjunto FechadoFechado Com caixinha de comprimidos Colocar confetes de chocolate em um dos compartimentos.
ConjuntoConjunto FechadoFechado
Com caixinha de comprimidos
Colocar confetes de chocolate em
um dos compartimentos.
Falar para a criança sem pista visual:
“o chocolate está na portinha que
tem um ônibus amarelo”.
Maior complexidade:
“o chocolate está na portinha que
tem um inseto com asas coloridas e
que gosta de muito de flores”.
“o chocolate amarelo está na
portinha que tem um sanduíche com
salsicha e o chocolate vermelho está
na portinha que tem um brinquedo
redondo”.
Conjunto Intermediário Não tem objetos ou brinquedos disponíveis, mas o assunto é delimitado e combinado
Conjunto Intermediário
Não tem objetos ou brinquedos disponíveis,
mas o assunto é delimitado e combinado
previamente com a criança.
Ex.:“Vamos conversar sobre o filme que você
assistiu ontem, vou perguntar sobre o peixinho
Nemo”.
ConjuntoConjunto intermediáriointermediário QueQue bichobicho eueu sou?sou? EscolherEscolher bichosbichos queque aa
ConjuntoConjunto intermediáriointermediário
QueQue bichobicho eueu sou?sou?
EscolherEscolher bichosbichos queque aa criançacriança jájá conhece.conhece.
Conjunto intermediário Que bicho eu sou? Colar figuras de animais nas costas da criança e
Conjunto intermediário
Que bicho eu sou?
Colar figuras de animais nas
costas da criança e nas costas
dos outros participantes.
Sem pista visual, fornecer
informações sobre o bicho: é
um bicho grande, a cor dele é
marrom, ele vive na selva,
alguns moram no circo, ele
gosta de comer carne
IniciarIniciar oo ConjuntoConjunto AbertoAberto A criança não sabe o que vai ser falado, não tem
IniciarIniciar oo ConjuntoConjunto AbertoAberto
A criança não sabe o que
vai ser falado, não tem
objetos ou brinquedos
disponíveis, o assunto não é
combinado.
Brincadeiras em Conjunto
Aberto
Ex.:Telefone sem fio com frases
As opções são totalmente
abertas.
TTelefone:elefone: preparandopreparando parapara conjuntoconjunto abertoaberto Arquivo: Centro Educacional do Deficiente
TTelefone:elefone: preparandopreparando parapara conjuntoconjunto abertoaberto
Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo – CEDAU-HRAC/USP
FALARFALAR AOAO TELEFONETELEFONE HabilidadeHabilidade auditivaauditiva avançadaavançada 1. Começar em conjunto
FALARFALAR AOAO TELEFONETELEFONE
HabilidadeHabilidade auditivaauditiva avançadaavançada
1. Começar em conjunto fechado, com figuras.
2. Conjunto intermediário: combinar um assunto (festa de
aniversário, por exemplo);
3. Conjunto aberto: a criança não sabe sobre o que vai conversar.
CompreensãoCompreensão AuditivaAuditiva É a habilidade de dialogar sem leitura orofacial, responder perguntas
CompreensãoCompreensão AuditivaAuditiva
É a habilidade de dialogar sem leitura
orofacial, responder perguntas abertas,
sem repeti-las.
Habilidade de seguir instruções e
recontar histórias, sem leitura orofacial.
Manuela DN: 11/09/03. Deficiência auditiva neurossensorial profunda bilateral. Etiologia: idiopática. IC Nucleus no
Manuela
DN: 11/09/03.
Deficiência auditiva neurossensorial profunda bilateral.
Etiologia: idiopática.
IC Nucleus no Ouvido Esquerdo.
Idade na cirurgia: 1 ano e 2 meses de idade.
Idade na ativação e tempo de privação sensorial auditiva: 1 ano e 4
meses de idade.
Idade na gravação em vídeo: 5 anos.
Tempo de uso do IC: 4 anos.
HabilidadeHabilidade auditivaauditiva avançadaavançada Dialogar enquanto desenha. Terapia fonoaudiológica com
HabilidadeHabilidade auditivaauditiva
avançadaavançada
Dialogar enquanto desenha.
Terapia fonoaudiológica com
ruído.
IdéiasIdéias parapara terapiaterapia fonoaudiológicafonoaudiológica aurioralaurioral http://listen-up.org/
IdéiasIdéias parapara terapiaterapia fonoaudiológicafonoaudiológica
aurioralaurioral
http://listen-up.org/
http://www.hearingjourney.com/index.cfm?langid=1
http://www.advancedbionics.com/CMS/Rehab-Education/The-Listening-
Room/
ROTINASROTINAS DEDE VIDAVIDA DIÁRIADIÁRIA • favorecem as situações de diálogo; • conjunto fechado, conjunto
ROTINASROTINAS DEDE VIDAVIDA DIÁRIADIÁRIA
• favorecem as situações
de diálogo;
• conjunto fechado,
conjunto intermediário e
conjunto aberto;
• motivação da criança
para a atividade.
Calendário ontem hoje amanhã Conceitos de tempo (ontem, hoje, amanhã, os dias da semana, o
Calendário
ontem
hoje
amanhã
Conceitos de tempo
(ontem, hoje, amanhã, os
dias da semana, o mês, o
ano);
Possibilidade de dialogar
sobre fatos ou eventos
do passado e do futuro;
Situação de “escuta”: a
criança manuseia o
calendário enquanto
conversa, pouco uso da
leitura orofacial.
CriançasCrianças maismais velhasvelhas
CriançasCrianças maismais velhasvelhas
ValorizarValorizar osos aspectosaspectos suprasegmentaissuprasegmentais dada fala:fala: informaçõesinformações
ValorizarValorizar osos aspectosaspectos suprasegmentaissuprasegmentais dada fala:fala:
informaçõesinformações auditivasauditivas dede carátercaráter emocionalemocional
Melodia, ritmo, intensidade,
duração, frequência,
Brincadeiras:
Teatro de fantoches;
Contar histórias;
Imitar voz de personagens:
voz de lobo mau, voz da
vovózinha, voz feminina, voz
masculina, voz de bravo, voz
de raiva, voz de alegria,
NANA HORAHORA DEDE BRINCARBRINCAR OUOU DURANTEDURANTE ASAS ATIVIDADESATIVIDADES TERAPÊUTICAS,TERAPÊUTICAS, COMOCOMO
NANA HORAHORA DEDE BRINCARBRINCAR OUOU DURANTEDURANTE ASAS
ATIVIDADESATIVIDADES TERAPÊUTICAS,TERAPÊUTICAS, COMOCOMO ESTÁESTÁ OO
AMBIENTE?AMBIENTE?
Azulejos nas paredes e piso frio: mais reverberação.
Cortinas nas janelas: auxilia a controlar o ruído
externo e diminui a reverberação.
Afastar-se de fontes ruidosas (por exemplo o
ventilador).
Na hora de brincar, procurar ambientes mais
silenciosos em casa, na clínica e na escola.
Sons e ruídos que interferem na percepção da fala SKI HI Institute
Sons e ruídos que interferem na percepção da
fala
SKI HI Institute
LivrosLivros InfantisInfantis Linguagem Oral (enriquecimento de experiências e do vocabulário, desenvolver e
LivrosLivros InfantisInfantis
Linguagem Oral (enriquecimento de
experiências e do vocabulário, desenvolver e
aprimorar o discurso narrativo)
Linguagem Escrita
Viola,I.C. Pró-Fono, v.14,n.2,2002.
LivrosLivros InfantisInfantis Fábulas Clássicas/Modernas Contos Poesias Considerar: Faixa etária, interesses
LivrosLivros InfantisInfantis
Fábulas Clássicas/Modernas
Contos
Poesias
Considerar: Faixa etária,
interesses da criança,
gravuras, escrita, tamanho,
forma, material, tema.
Situação de “escuta”.
Kamilly – História do vento Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo – CEDAU-HRAC/USP
Kamilly – História do vento
Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo – CEDAU-HRAC/USP
Criando uma história A partir da escolha de uma figura temática, a criança pode ter
Criando uma história
A partir da escolha de uma figura temática, a criança pode ter um ponto de
partida pra criar sua história:
Fonte: Super Duper Inc. – “Magnet Talk® Match up Fantasy Story adventures”
AtividadeAtividade auditivaauditiva avançadaavançada
AtividadeAtividade auditivaauditiva avançadaavançada
Trabalhar absurdos verbais – julgamento do que está ouvindo. “Você concorda ou discorda?” “É verdade
Trabalhar absurdos verbais – julgamento do que está ouvindo.
“Você concorda ou discorda?”
“É verdade ou mentira?”
Diga se é falso (F) ou verdadeiro (V):
•Eu ligo o ferro porque vou passar roupa. ( )
•Eu coloco o maiô porque vou ao parque. ( )
•Mamãe pendura a roupa no varal porque está seca. ( )
•Ele abre o guarda-chuva porque está nublado. ( )
•Ele come mamão porque gosta. ( )
•A menina corta o pão com o garfo. ( )
•As crianças mergulham na piscina. ( )
Diga se está certo (C) ou errado (E):
•Guardei o gelo no fogão. ( ) Por quê?
•Coloquei o pão no guarda-roupa. ( ) Por quê?
•Pego o prato no armário. ( ) Por quê?
•Levei a panela para a cozinha. ( ) Por quê?
Lemes e Oliveira, 2001
VerdadeVerdade ouou mentira?mentira? Arquivo: Clínica de Fonoaudiologia – FOB/USP
VerdadeVerdade ouou mentira?mentira?
Arquivo: Clínica de Fonoaudiologia – FOB/USP
Expressões idiomáticas “se dar mal”; “frustar-se com algo que julgava estar certo” quando se insiste
Expressões idiomáticas
“se dar mal”; “frustar-se com algo que
julgava estar certo”
quando se insiste muito em alguma
coisa e ela acaba acontecendo
Expressões idiomáticas Casar-se com alguém pensando em seu dinheiro. “ter o olho maior que a
Expressões idiomáticas
Casar-se com alguém
pensando em seu dinheiro.
“ter o olho maior que a barriga” –
querer comer tudo o que vê, mesmo
que esteja satisfeito.
Expressões idiomáticas Ficar furioso.
Expressões idiomáticas
Ficar furioso.
CadernoCaderno dede ExperiênciasExperiências Situação dialógica prejudicada pela pouca inteligibilidade de fala da
CadernoCaderno dede ExperiênciasExperiências
Situação dialógica prejudicada pela pouca inteligibilidade
de fala da criança nos primeiros anos de vida;
O terapeuta tem dificuldades em atribuir sentido para
as situações vividas pela criança, relatadas por ela;
crianças com pouco repertório oral, mas com
maturidade cognitiva e afetiva de uma criança ouvinte
de mesma faixa etária
diálogo pode então, ser melhor sustentado por
materiais específicos que registram as experiências de
sua vida diária.
Melo ME; Novaes BCAC; Pró-Fono,v.13, n.2, set 2001.
CadernoCaderno dede ExperiênciasExperiências Repertório Lingüístico Inteligibilidade de Fala Ainda insuficientes
CadernoCaderno dede ExperiênciasExperiências
Repertório Lingüístico
Inteligibilidade de Fala
Ainda insuficientes para a
manutenção da situação
dialógica
CadernoCaderno dede ExperiênciasExperiências Seu modo de construção pode variar de acordo com as necessidades da
CadernoCaderno dede ExperiênciasExperiências
Seu modo de construção pode variar de acordo com as
necessidades da criança e da família
MURALMURAL DODO MÊSMÊS Escolher com a criança uma atividade especial do mês que foi vivenciada
MURALMURAL DODO MÊSMÊS
Escolher com a criança uma atividade
especial do mês que foi vivenciada pela
criança.
Com figuras e/ou fotos, criar um
mural em cartolina para afixar na
parede.
Os conceitos devem ser explorados:
de quem é?, para que serve?, com quem
você foi à praia?
Situação de “escuta”: ficar ao lado da
criança, fornecer pouca pista visual.
MURALMURAL DODO MÊSMÊS O sítio do vovô
MURALMURAL DODO MÊSMÊS
O sítio do vovô
Brincadeiras,Brincadeiras, jogosjogos ee rotinasrotinas Audição e Linguagem: Instrução e regras da brincadeira;
Brincadeiras,Brincadeiras, jogosjogos ee rotinasrotinas
Audição e Linguagem:
Instrução e regras da brincadeira;
Expressões pertinentes à brincadeira;
Atenção auditiva do grupo na espera do
comando verbal + ato motor;
Comando verbal “patinho feio”
simultaneamente à ação motora da criança de
colocar o objeto atrás de uma criança.
RecreaçãoRecreação dirigida:dirigida: Brincadeiras,Brincadeiras, jogosjogos ee rotinasrotinas Arquivo: Centro
RecreaçãoRecreação dirigida:dirigida: Brincadeiras,Brincadeiras, jogosjogos ee rotinasrotinas
Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo – CEDAU-HRAC/USP
MúsicasMúsicas InfantisInfantis nãonão bastabasta ouvirouvir ee falar,falar, temtem queque cantarcantar
MúsicasMúsicas InfantisInfantis
nãonão bastabasta ouvirouvir ee falar,falar, temtem queque cantarcantar
MúsicaMúsica HabilidadeHabilidade inicial:inicial: fechamentofechamento auditivoauditivo Arquivo: Centro Educacional
MúsicaMúsica
HabilidadeHabilidade inicial:inicial: fechamentofechamento auditivoauditivo
Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo – CEDAU-HRAC/USP
DiárioDiário DialogadoDialogado Constante contato entre terapeuta e pais, sem que isto interfira no espaço e
DiárioDiário DialogadoDialogado
Constante contato entre terapeuta e pais,
sem que isto interfira no espaço e tempo
da terapia.
Troca de informações
Explicitação de expectativas
Orientações à Família
Hopman, E.de B.; Novaes, B.C. de A. C. (Pró- Fono, v.16, n.3, set-dez,2004).
DiárioDiário DialogadoDialogado Parceria com a família Companhia no caminho dos pais no processo terapêutico da
DiárioDiário DialogadoDialogado
Parceria com a família
Companhia no caminho dos pais no processo terapêutico
da criança
AA FAMÍLIAFAMÍLIA Devem receber orientações sobre como aproveitar as rotinas de vida diária na habilitação
AA FAMÍLIAFAMÍLIA
Devem receber orientações
sobre como aproveitar as
rotinas de vida diária na
habilitação da criança.
As orientações são
realizadas durante a
vivência de algumas
situações do cotidiano,
como, por exemplo, o
banho, a alimentação da
criança, e outras.
FAMÍLIAFAMÍLIA “Os pais são os que têm melhores condições de julgar o que está acontecendo
FAMÍLIAFAMÍLIA
“Os pais são os que têm melhores condições de
julgar o que está acontecendo com seus filhos e, por
isso, devem ser encorajados a seguir seus sentimentos
(intuição) e a buscar respostas completas e
satisfatórias às suas dúvidas”.
(THOMPSON, 1991)
PAPELPAPEL DODO FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO Criar condições para que os pais compreendam o processo do
PAPELPAPEL DODO FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO
Criar condições para que os pais
compreendam o processo do
desenvolvimento da função auditiva e a
aquisição de linguagem em situações
rotineiras, naturais e espontâneas, porém,
adaptadas às necessidades da criança.
SubsídiosSubsídios parapara aa escolaescola regularregular Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo –
SubsídiosSubsídios parapara aa escolaescola regularregular
Arquivo: Centro Educacional do Deficiente Auditivo – CEDAU-HRAC/USP
AvaliaçãoAvaliação contínuacontínua dodo desempenhodesempenho nana AbordagemAbordagem AurioralAurioral
AvaliaçãoAvaliação contínuacontínua dodo desempenhodesempenho nana
AbordagemAbordagem AurioralAurioral
Avaliação clínica de comportamento auditivo;
Testes de percepção de fala compatíveis com a faixa
etária.
o
Observação do comportamento auditivo, incluindo
detecção e discriminação e reconhecimento auditivo
dos 6 sons de Ling;
o
Teste de Avaliação da Capacidade Auditiva Mínima –
TACAM, para crianças menores de 5 anos de idade;
o
Provas de avaliação da percepção da fala para
crianças portadoras de deficiência auditiva
neurossensorial profunda a partir de 5 anos de idade
(GASP);
AvaliaçãoAvaliação contínuacontínua dodo desempenhodesempenho nana AbordagemAbordagem AurioralAurioral Testes de
AvaliaçãoAvaliação contínuacontínua dodo desempenhodesempenho nana
AbordagemAbordagem AurioralAurioral
Testes de percepção de fala compatíveis com a faixa etária.
o
Índice de reconhecimento de fala, utilizando-se lista de palavras
com estrutura silábica CVCV (consoante – vogal – consoante –
vogal), extraídas do vocabulário da própria criança;
o
Lista de 20 palavras dissílabas, com estrutura silábica CVCV
(consoante – vogal – consoante – vogal), para crianças maiores
de 5 anos de idade;
Lista de sentenças em conjunto aberto;
o
Lista de sílabas sem sentido.
o
Escalas:
o Aplicação do Meaningful Auditory Integration Scale – MAIS ou IT-
MAIS, para crianças muito pequenas.
AvaliaçãoAvaliação contínuacontínua dodo desempenhodesempenho nana AbordagemAbordagem AurioralAurioral
AvaliaçãoAvaliação contínuacontínua dodo desempenhodesempenho nana
AbordagemAbordagem AurioralAurioral
Avaliação de linguagem:
• aplicação de questionários e escalas:
• Meaningful Use of Speech Scales - MUSS;
• em adaptação: Reynell Developmental Language Scales
[RDLS];
• em adaptação: escala PRISE;
• aplicação dos questionários de expectativas;
Avaliação do “estilo cognitivo”:
CRITÉRIOSCRITÉRIOS DEDE REFERÊNCIAREFERÊNCIA QUANTOQUANTO AOAO ESTILOESTILO COGNITIVOCOGNITIVO DADA CRIANÇACRIANÇA
CRITÉRIOSCRITÉRIOS DEDE REFERÊNCIAREFERÊNCIA QUANTOQUANTO AOAO
ESTILOESTILO COGNITIVOCOGNITIVO DADA CRIANÇACRIANÇA
Ocorrência
Nunca
Raramente
Ocasionalmente
Freqüentemente
Sempre
3
4
0
1
2
Comportamentos
1. Contato ocular na interação.
2. Uso de expressões faciais ricas e
gestos adequados para se comunicar.
3.
Uso de brinquedos e objetos com
funcionalidade.
4. Iniciativa de turno verbal.
5. Iniciativa de turno gestual.
6. Concentração em atividades.
7. Resolução de problemas em situação
lúdica e na interação.
8.
Comunica-se satisfatoriamente na
ausência da oralidade.
9.
Interação social com adultos.
Ocorrência Nunca Raramente Ocasionalmente Freqüentemente Sempre 0 1 2 3 4 Comportamentos 10. Interação
Ocorrência
Nunca
Raramente
Ocasionalmente
Freqüentemente
Sempre
0
1
2
3
4
Comportamentos
10. Interação social com crianças.
11. Imitação de brincadeiras.
12. Memorização de fatos, lugares,
objetos, pessoas, e outros.
13. Organização de espaços.
14. Agrupa objetos.
15. Empilha objetos.
16. Apresenta bom humor.
17. Consegue conter comportamentos
agressivos em situações adversas.
18. Apresenta iniciativa de turno.
19. Aceita regras e limites.
20. Realiza tarefas de vida diária
compatíveis a sua idade.