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EEE XXX EEERRR CCC ÍÍÍCCC IIIOOO SSS CCC AAA PPP 222

Í Í C C C I I I O O O S S S C C

ÇÇÕ

AAÇ

A

ÕÕE

SS EE SSE

EES

E S

EEG

GGU

UUR

RRA

AAN

NNÇ

ÇÇA

AA NNA

N

AAS

SS EES

E

SST

TTR

RRU

UUT

TTU

UUR

RRA

AAS

SS DDE

EE MMA

D

M

AAD

DDE

EEI IIR RRA AA

EEx xxe eer rrc ccí ííc cci iio oos ss rre ees sso ool llv vvi iid ddo oos ss

E

r

Exercício 2.1 : Combinação de Ações : Determinar as combinações das ações para a

barra indicada de uma tesoura de madeira, de acordo com o critério da NBR-7190.

Considerar Estados Limites Últimos e Combinações Ultimas Normais.

G w2 Q
G
w2
Q

w1

Solução :

Esforços internos característicos na barra :

N G,k = 5 kN (peso próprio + telhas + acessórios)

N Q,k = 8 kN (carga acidental vertical)

N w1,k = 12 kN (vento = sobrepressão)

N w2,k = -15 kN (vento = sucção)

Usa-se a convenção de valores positivos para esforços de tração e negativos para

esforços de compressão.

Observando-se os valores dos esforços característicos nas barras, pode-se imaginar que

das várias combinações possíveis, haverá uma delas que apresentará o máximo esforço

de tração, e outra que apresentará o máximo esforço de compressão.

Utilizaremos a expressão genérica para Estados Limites Últimos, Combinações Normais

(equação 2.2) :

F

d

====

m

Gi,k

γ

Gi

.F

i

====

1

a) combinação 1:

++++

γ

Q

.

F

Q1,k

++++

n

Qj,k

ψ

0j

.F

j

====

2

G desfavorável + Q (ação variável principal) + w1 (vento sobrepressão):

N d1

==== γ

G

.N

G,k

++++ γ

Q

.(N

Q,k

++++ψ

0

b) combinação 2:

.N

w1,k

)

====

1,4.5

++++

1,4.(8

++++

0,5.12)

====

26,60kN

.N w1,k ) ==== 1,4.5 ++++ 1,4.(8 ++++ 0,5.12) ==== 26,60kN G desfavorável + Q +

G desfavorável + Q + w1 (vento sobrepressão = ação variável principal):

miguel@vetorestruturas.com.br

sobrepressão = ação variável principal): miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.2 pg. 1/2

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N

d2

==== γ

G

.N

G,k

++++γ

Q

.(0,75.N

w1,k

c) combinação 3 :

++++ψ

0

.N

Q,k

)

====

1,4.5

++++

1,4.(0,75.12

++++

0,4.8)

====

24,08kN

Q,k ) ==== 1,4.5 ++++ 1,4.(0,75.12 ++++ 0,4.8) ==== 24,08kN G favorável + w2 (vento sucção

G favorável + w2 (vento sucção = ação variável principal) :

N

d3

==== γ

G

Resposta :

.N

G,k

++++γ

Q

.0,75.N

w2,k

====

0,9.5

++++

1,4.0,75.( −−−− 15)

====−−−−

11,25kN

a) máxima solicitação de tração : N d = 26,60 kN.

a) máxima solicitação de tração : N d = 26,60 kN. b) máxima solicitação de compressão

b) máxima solicitação de compressão : N d = - 11,25 kN.

miguel@vetorestruturas.com.br

de compressão : N d = - 11,25 kN. miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.2 pg.

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EEE XXX EEERRR CCC ÍÍÍCCC IIIOOO SSS CCC AAA PPP 333

Í Í C C C I I I O O O S S S C C

RRO

PPR

P

OOP

PPR

RRI IIE EED DDA AAD DDE EES SS MME

M

EEC

CCÂ

ÂÂN

NNI IIC CCA AAS SS DDA

D

AA MMA

M

AAD

DDE

EEI IIR RRA AA

EEx xxe eer rrc ccí ííc cci iio oos ss rre ees sso ool llv vvi iid ddo oos ss ::

:

E

r

Exercício 3.1 : Determinação das propriedades mecânicas : determinar os valores das propriedades mecânicas das seguintes madeiras :

1- Conífera pertencente à classe de resistência C-30.

2- Dicotiledônea pertencente à classe de resistência C-30.

3- Madeira de Eucalipto Dunnii.

4- Madeira de Itaúba.

Solução

a) Valores característicos das propriedades mecânicas :

 

f c0k (MPa)

f v0k (MPa)

E c0m (MPa)

Conífera C-30

30

6

14.500

Dicotiledônea C-30

30

5

14.500

Eucalipto Dunnii

0,7 x 48,9 = 34,2

0,54 x 9,8 = 5,3

18.029

Itaúba

0,7 x 78,9 = 55,2

0,54 x 11,0 = 5,9

22.613

b) Uniformização de unidades (kN,cm) :

 

f c0k (kN/cm 2 )

f v0k (kN/cm 2 )

E c0m (kN/cm 2 )

Conífera C-30

3,00

0,60

1.450,0

Dicotiledônea C-30

3,00

0,50

1.450,0

Eucalipto Dunnii

3,42

0,53

1.802,9

Itaúba

5,52

0,59

2.261,3

miguel@vetorestrutras.com.br

Itaúba 5,52 0,59 2.261,3 miguel@vetorestrutras.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.3 pg. 1/2

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CAP.3

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c) Valor de

k mod,1

k mod,2

k mod,3

k

mod

:

= 0,7

classe de carregamento : longa duração / madeira serrada.= 0,7

 

= 1,0

classe de umidade 1 / madeira serrada.  = 1,0

= 0,8

madeira de 2 a . categoria. a . categoria.

k

mod

==== k

mod,1

.k

mod,2

.k

mod,3

;

k

mod ====

0,7.1,0.0,8

====

0,56 .

d) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

k

mod

X

k

. γ

w

;

f

c0,d

====

k

mod

.

f

c0,k

;

f

c90,d

====

k

mod

.

0,25.f

c0,k

 

;

 

γ

c

γ

c

====

k

mod

.

f

c0,k

γ (

t

/0,77

====

1,8)

====

k

mod

.

f

1,39

c0,k

≅≅≅≅ f

c0,d

;

f

v0,d

====

k

mod

.

f

v0,k

γ

v

;

;

γ ====γ

t

v

====

1,8

;

E

c0,ef

=k

mod

.E

c0,m

.

 

(kN/cm 2 )

   

f c0d ~ f t0d

   

f

c90d

       

f

v0d

 

Conífera C-30

   

1,20

   

0,30

       

0,18

Dicotiledônea C-30

 

1,20

   

0,30

       

0,16

Eucalipto Dunnii

 

1,37

   

0,34

       

0,17

 

Itaúba

   

2,21

   

0,55

       

0,19

X

d

====

f

t0,d

γ

c

==== 1,4

(kN/cm 2 )

E

c0ef

Conífera C-30

812,0

Dicotiledônea C-30

812,0

Eucalipto Dunnii

1.009,6

Itaúba

1.266,3

miguel@vetorestrutras.com.br

Dunnii 1.009,6 Itaúba 1.266,3 miguel@vetorestrutras.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.3 pg. 2/2

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EEE XXX EEERRR CCC ÍÍÍCCC IIIOOO SSS CCC AAA PPP 444

Í Í C C C I I I O O O S S S C C

SSO

OOL

S

LLI IIC CCI IIT TTA AAÇ ÇÇÕ ÕÕE EES SS NNA

N

AAS

SS BBA

B

AAR

RRR

RRA

AAS

SS DDA

D

AAS

SS EES

E

SST

TTR

RRU

UUT

TTU

UUR

RRA

AAS

SS DDE

EE

D

MMA

M

AAD

DDE

EEI IIR RRA AA

EEx xxe eer rrc ccí ííc cci iio oos ss rre ees sso ool llv vvi iid ddo oos ss ::

:

E

r

Exercício 4.1 : Elemento tracionado : Verificar a condição de segurança da barra tracionada de uma tesoura de madeira indicada nas figuras :

1- Conífera pertencente à classe de resistência C-30.

2- Parafusos φ = 3/8”, com furo prévio de 10 mm de

diâmetro.

3- Dimensões indicadas em centímetros.

10 mm de diâmetro. 3- Dimensões indicadas em centímetros. N k 3     4 3

N

k

3

   

4

3

3
 
 
 
 
 
   
 
   
   
 
   

Elevação

N k 2,5 5 2,5 Seção
N
k
2,5
5
2,5
Seção

4- Critério da NBR-7190 / 1997.

5- Esforços atuantes : N k = N Gk + N Qk ;

N Gk = 3 kN (permanente), e N Qk = 8 kN (sobrecarga).

Solução

a) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

Tomamos os valores já determinados no exercício 3.1 :

f c0,d = f t0,d = 1,2 kN/cm 2 .

b) Combinação de ações :

E.L.U.: T d = 1,4 x (T Gk + T Qk ) =

1,4 x (3 + 8) = 15,4 kN

Determinação da área livre :

A liv =

2.

{{{{

2,5. 10 −−−−

[[[[

((((

2.1,0

))))]]]]}}}}

==== 40 cm

10 −−−− [[[[ (((( 2.1,0 )))) ]]]] }}}} ==== 40 cm 10 2 Elevação 1 1

10

2 Elevação

1 1 2,5 5 2,5 10 Planta
1
1
2,5
5
2,5
10
Planta

c) Verificação da condição de segurança :

σ

t0,d

====

T

d

A livre

A livre

.1,5

*

≤≤≤≤

f

t0,d

;

σ

t0,d

15,4

====

40

.1,5

*

====

0,58

<<<<

f

t0,d

====

1,2

kN 2 cm
kN
2
cm

Verifica !

* Considera-se, na prática, em casos correntes, uma majoração de 50% no valor do esforço normal, ao invés de considerar a excentricidade atuante, por conta do fato de

miguel@vetorestruturas.com.br

atuante, por conta do fato de miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.4 pg. 1/59

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CAP.4

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que a peça é dupla. A consideração da excentricidade levaria a verificação para o caso de flexo-tração. Isto é desnecessário nas aplicações correntes, visto que os efeitos da mesma são de pequena intensidade.

Se, no entanto, ao fazer a verificação da condição de segurança, são atingidos valores próximos do limite, convém refazê-la, através do critério de flexo-tração.

Exercício 4.2 : Elemento comprimido (peça curta) e Compressão normal às fibras :

Verificar a condição de segurança da peça comprimida de madeira, indicada nas figuras :

1- Dicotiledônea, pertencente à classe de resistência C-30.

2- Dimensões indicadas em centímetros.

3- Critério da NBR-7190 / 1997.

4-

Reação de apoio : R ; R k = R Gk + R Qk ;

R 10 5 50 peça 5x5
R
10
5
50
peça 5x5

R Gk = 2 kN (permanente), e R Qk = 15 kN (sobrecarga).

Solução

a) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

Tomamos os valores já determinados no exercício 3.1 : f c0,d = 1,2 kN/cm 2 ;

f c90,d

= 0,25 . f c0,d = 0,25 . 1,2 = 0,3 kN/cm 2

;

b) Combinação de ações :

E.L.U.: R d = N d = 1,4 x (R Gk + R Qk ) = 1,4 x (2 + 15) = 23,8 kN ;

c) Verificação da peça vertical (elemento comprimido : peça curta) :

c.1) grau de esbeltez : 3 5.5 I X 12 = i Y = ====
c.1) grau de esbeltez :
3
5.5
I X
12
= i Y =
====
i min = i X
A 5.5

==== 1,44 cm

;

a peça é curta : λ <<<< 40 .

c.2) verificação da segurança :

σ

c 0,d

==== σ

Nd

====

N

d

A

≤≤≤≤

f

c0,d

(equação 4.3) :

λ

MAX

====

L

0

i MIN

====

50

1,44

====

35

;

miguel@vetorestruturas.com.br

MAX ==== L 0 i MIN ==== 50 1,44 ==== 35 ; miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de

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σ

c0,d

23,8

====

5.5

====

0,95kN / cm

2

<<<<

f

c0,d

====

1,2 kN / cm

2

0,95kN / cm 2 <<<< f c0,d ==== 1,2 kN / cm 2 verifica ! d)

verifica !

d) Verificação da peça horizontal (compressão normal às fibras) :

σ

c 90,d

====

N

d

A

≤≤≤≤ f

c90,d

e

f

c,90d

==== 0,25.f

c 0,d

.α

α n = 1,3

para c = 5 cm (tabela 19)

n

(equações 4.17 e 4.18) :

σ c90,d

=

R

d =

A

0,95 0,25 . 1,2 . 1,3 0,39 kN / cm

=

2

c90,d = R d = A 0,95 0,25 . 1,2 . 1,3 0,39 kN / cm

Não verifica !

R c = 5
R
c = 5

Solução : aumentar a seção da peça vertical para diminuir as tensões de contato. (ver

exercício proposto 4.29.

Exercício 4.3 : Elemento comprimido (peça medianamente esbelta) : Verificar a condição

de segurança da peça comprimida de madeira, indicada nas figuras, submetida ao esforço

de compressão “N k ” :

1- Madeira dicotiledônea, Eucalipto Dunnii.

2- Dimensões indicadas em centímetros.

3- Critério da NBR-7190 / 1997.

4- Esforço Normal : N k = N Gk + N Qk ;

N k S S N L = L 0 = 150 cm
N
k
S
S
N
L = L 0 = 150 cm

k

Y X 10 7,5
Y
X
10
7,5

Seção

Transversal

N Gk = 8 kN (permanente), e N Qk = 20 kN (sobrecarga).

Solução

a) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

Tomamos os valores já determinados no exercício 3.1 :

f c0,d = 1,37 kN/cm 2 , e E c0,ef = 1.009,6 kN/cm 2 .

b) Combinação de ações :

E.L.U.: N d = 1,4 x (N Gk + N Qk ) = 1,4 x (8 + 20) = 39,2 kN .

c) Grau de esbeltez :

I X =

7,5.10 3

12
12

= 625 cm 4 ;

miguel@vetorestruturas.com.br

: I X = 7,5.10 3 12 = 625 cm 4 ; miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de

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10.7,5 3 I Y = = 352 cm 4 ; 12 I MIN = I
10.7,5 3
I Y =
= 352 cm 4 ;
12
I MIN = I Y ;
352
I Y
i min = i Y =
====
====
2,17 cm
;
A 7,5.10
L
150
0
====
====
====
69 ∴ a peça é medianamente esbelta : 40 <<<< λ <<<< 80 .
λ MAX
2,17
i MIN

d) Determinação de M d (equações 4.6 a 4.11) :

e

e

i ====

M

1d

0

====

N

d

39,2

====

0

≥≥≥≥

h

Y

30

====

a ====

L

0

300

150

====

300

====

0,5cm ;

7,5

30

====

0,25 cm

;

e 1 = e i + e a = 0,25 + 0,50 = 0,75 cm ;

F

E ====

e

d

====

π

2

.E

c0,ef

.I

π

2

.1009,6.352

eixo

====

2

L

0

150

2

====

156kN

e

1

.

 

 

F

E

F

E

−−−−

N

d

   ==== 0,75.    



156

156

−−−−

39,2

   ==== 1,002 

;

;

M d = N d . e d = 39,2 . 1,002 = 39,3 kN.cm .

e) Determinação das tensões σ eσ : Nd Md N 39,2 d ==== ==== ====
e) Determinação das tensões
σ
:
Nd
Md
N
39,2
d
====
====
====
0,52kN / cm
2 ;
σ Nd
A 7,5.10
M
39,3
d
σ
====
====
====
0,42kN / cm
Md
2
2
b.h
10.7,5
W
   ====
6
  
6

2

.

f) Verificação da segurança (equação 4.4) :

σ

Nd

f

c0,d

++++

σ

Md

f

c0,d

0,52

====

1,37

++++

0,42

====

1,37

0,69

<<<<

1,0

==== 1,37 ++++ 0,42 ==== 1,37 0,69 <<<< 1,0 Verifica ! miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009

Verifica !

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0,69 <<<< 1,0 Verifica ! miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.4 pg. 4/59

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CAP.4

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Exercício 4.4 : Elemento comprimido (peça esbelta) : Verificar a condição de segurança do

pilar de madeira indicado nas figuras, submetido ao esforço de compressão “N k ” :

1-

2-

3-

4-

a)

Madeira dicotiledônea, de Itaúba.

Dimensões indicadas em centímetros.

Critério da NBR-7190 / 1997.

N

k = N Gk + N Qk ;

N

Gk = 5 kN (permanente),

e

N Qk = 15 kN (sobrecarga).

N k 5 10
N k
5
10

120

160

L = 280

Solução

Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

Y X 10 5
Y
X
10
5

Seção

Transversal

Tomamos os valores já determinados no exercício 3.1 : f c0,d = 2,21 kN/cm 2 , e

E c0,ef = 1.266,3 kN/cm 2 .

b)

Combinação de ações :

E.L.U.: N d = 1,4 x (N Gk + N Qk ) = 1,4 x (5 + 15) = 28 kN .

c)

Grau de esbeltez :

c.1) considerando o eixo X (L 0 = 280 cm) :

I X =

5.10

3 12
3
12

= 417 cm 4 ; i X =

417 I X ==== A 5.10
417
I X
====
A 5.10

====

2,89 cm

;

c.2) considerando o eixo Y (L 0 = 160 cm) :

I Y =

10.5

3 12
3
12

= 104 cm 4 ; i Y =

104 I Y ==== A 5.10
104
I Y
====
A 5.10

====

1,44 cm

c.3) grau de esbeltez máximo :

λ

MAX

==== λ

Y

==== 111

; a peça é esbelta : 80 <<<< λ <<<<140 .

;

λ

X

λ Y

====

L

X

280

====

i

X

2,89

====

97

====

L

Y

160

====

i

Y

1,44

====

111

.

.

Apesar de que relativamente ao eixo Y, o comprimento de referência é menor

(160 cm), seu grau de esbeltez é superior.

d)

Determinação de M d (equações 4.8 a 4.16) :

miguel@vetorestruturas.com.br

de M d (equações 4.8 a 4.16) : miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.4 pg. 5/59

UFPR-2009 Estruturas de Madeira

CAP.4

pg. 5/59

e i ====

M

1d

N

d

====

0

28

====

0

≥≥≥≥

h

Y

30

====

5

30

==== 0,17cm

;

e

a ====

L

0

300

160

====

300

====

0,53 cm ;

F

E ====

π

2

.E

c0,ef

.I

Y

π

2

.1266,3.104

====

2

L

0 160

2

====

50,8kN

; φ = 0,8 (tabela 18) ;

N Gk = 5 kN ;

c

====

φ

[[[[

. N

gk

[[[[

N

++++

((((

ψ

1

N Qk = 15 kN

++++

ψ

2

))))

.N

qk

]]]]

qk

]]]]

;

ψ 1 = 0,3

;

ψ 2 = 0,2

=

[[[[

0,8. 5

++++

((((

0,3

++++

))))

0,2 .15

]]]]

50,8

−−−−

[[[[

5

++++

((((

0,3

++++

))))

0,2 .15

]]]]

F

E

−−−−

gk

++++

((((

ψ

1

++++

ψ

2

))))

.N

e

c

====

((((e

ig

++++

e

a

)))).((((e

c

−−−−

1))))

====

((((0,17

++++

0,53)))).((((e

0,261

−−−−

1)))) ==== 0,21cm ;

====

0,261

;

e 1ef = e i + e a + e c = 0,17 + 0,53 + 0,21 = 0,91 cm ;

M

d

====

N

d

.e

1,ef

.

 

 

F

E

F

E

−−−−

N

d



  

==== 28.0,91.



  

50,8

50,8

−−−−

28

   

==== 56,8kN.cm

.

e) Determinação das tensões σ eσ : Nd Md N 28 d ==== ==== ====
e) Determinação das tensões
σ
:
Nd
Md
N
28
d
====
====
====
0,56kN / cm
2 ;
σ Nd
A 5.10
M
56,8
d
2
σ
Md ====
====
====
1,36kN / cm
.
2
2
b.h
10.5
W
Y
   ====
6
  
6

f) Verificação da segurança (equação 4.4) :

σ

Nd

f

c0,d

++++

σ

Md

f

c0,d

0,56

====

2,21

++++

1,36

2,21

====

0,87

<<<<

1,0

Verifica !==== 2,21 ++++ 1,36 2,21 ==== 0,87 <<<< 1,0 Exercício 4.5 : (5 o . TE/2005)

Exercício 4.5 : (5 o . TE/2005) - Para a barra comprimida indicada nas figuras, verificar a

condição de segurança.

2 N k 7,5 N L= 150 Elevação
2
N
k
7,5
N
L= 150
Elevação

Dados :

Y X 7,5 10
Y
X
7,5
10

Seção Transversal

1) critério da NBR-7190/1997.

2) dimensões em centímetros.

3) madeira = CEDRO DOCE :

2 a . Categoria = qualidade estrutural ,

f c,0,m = 31,5 MPa.; E c,0,m = 8.058 MPa.

4) ELU = Combinação Normal.

miguel@vetorestruturas.com.br

= 8.058 MPa. 4) ELU = Combinação Normal. miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.4 pg. 6/59

UFPR-2009 Estruturas de Madeira

CAP.4

pg. 6/59

5) esforço normal : N k = N gk + N qk ; N gk = 5 kN (permanente) ;

N qk = 8 kN (vento de sobrepressão).

6) vinculação das extremidades da peça :

ponto 1 : indeslocável no plano vertical ,

ponto 2 : indeslocável no plano vertical , indeslocável no plano horizontal .

deslocável

no plano horizontal .

Solução :

a) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

f com = 31,5 MPa = 3,15 kN/cm 2 ;

f cok = 0,7. f com = 0,7. 3,15 MPa = 2,21 kN/cm 2 ;

f c0k

.

γ

c

2,21

f

1,4

E com = 8058 MPa = 805,8 kN/cm 2 ;

E coef = k mod . E com = 0,56. 805,8 = 451,2 kN/cm 2 .

k

mod

=

0,56.

= 0,88kN / cm

2 ;

c0d

=

b) Combinação de ações :

E.L.U.: N d = 1,4 x (N Gk + N Qk ) = 1,4 x (5 + 0,75. 8) = 15,4 kN .

c) Grau de esbeltez :

c.1) considerando o eixo X (L 0 = L = 150 cm = dois extremos indeslocáveis) :

10.7,5 3 I X = = 351,6 cm 4 ; 12 A = 10 .
10.7,5 3
I X =
= 351,6 cm 4 ;
12
A = 10 . 7,5 = 75 cm 2 ;
I
351,6
X
i X =
=
=
2,17 cm
;
A
75
L
150
X
λ
=
=
69 (peça medianamente esbelta).
X =
i
2,17
X

c.2) considerando o eixo Y (L 0 = 2 L = 2. 150 = 300 cm ; um extremo deslocável) :

I Y =

i Y =

7,5.10 3 = 625 cm 4 ; 12 I 625 Y = = 2,89 cm
7,5.10 3
= 625 cm 4 ;
12
I
625
Y
=
=
2,89 cm
;
A 75

miguel@vetorestruturas.com.br

4 ; 12 I 625 Y = = 2,89 cm ; A 75 miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas

UFPR-2009 Estruturas de Madeira

CAP.4

pg. 7/59

λ

Y =

L

Y

300

=

i

Y

2,89

=

104 (peça esbelta).

c.3) grau de esbeltez máximo :

λ

MAX

= λ

Y

=

104

;

a peça é esbelta : 80 <<<< λ <<<<140 .

d) Verificação da segurança :

Será verificado apenas o eixo Y ( λ MAX = 104) , pois trata-se de compressão simples.

d.1 Determinação de M d (equações 4.8 a 4.16) :

e

e

i =

M

1d

0

=

N

d

15,4

=

0

h

Y

30

a =

L

0

300

300

=

300

=

1,0 cm

=

;

10

30

=

0,33 cm

;

F

E

=

π

2

.E

.I

Y

=

π

2

.451,2.625

c0,ef

2

L

0 300

2

=

30,9kN

;

φ = 0,8 (tabela 18) ;

N Gk = 5 kN ;

c

====

φ

[[[[

. N

gk

[[[[

N

++++

((((

ψ

1

N Qk = 8 kN

++++

ψ

2

))))

.N

qk

;

]]]]

]]]]

F

E

−−−−

gk

++++

((((

ψ

1

++++

ψ

2

))))

.N

qk

e

c

====

((((e

ig

++++

e

a

)))).((((e

c

−−−−

1))))

=

(0,33

ψ 1 = 0,2

;

ψ 2 = 0

=

+

[

0,8. 5

+

(

0,2

+

)

0 .8

]

=

30,9

[

5

+

(

0,2

+

)

0 .8

]

1,0).(e

0,217

1) 0,32 cm

=

;

0,217

;

e 1ef = e i + e a + e c = 0,33 + 1,0 + 0,32 = 1,65 cm ;

M d

=

N

d

.e

1,ef

.

F

E

F

E

N

d

= 15,4.1,65.

30,9

30,9

15,4

d.2 Determinação das tensões

σ

σ

Nd

σ

Md

=

N

15,4

d

=

A

75

=

0,21kN / cm

2

=

M

d

W

Y

50,6

=

125

=

0,41kN / cm

2

Nd

;

.

eσ

Md

:

= 50,6kN.cm

.

d.3 Verificação da segurança (equação 4.4) :

σ

Nd

f

c0,d

+

σ

Md

f

c0,d

0,21

=

0,88

+

0,41

0,88

=

0,71

<

1,0

c0,d + σ Md f c0,d 0,21 = 0,88 + 0,41 0,88 = 0,71 < 1,0

Verifica !

miguel@vetorestruturas.com.br

+ 0,41 0,88 = 0,71 < 1,0 Verifica ! miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.4 pg.

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CAP.4

pg. 8/59

Exercício 4.6 : Elemento comprimido (peça medianamente esbelta) (1 o TE/2006) : Verificar a condição de segurança da barra de madeira comprimida, indicadas nas figuras.

Dados :

N Y k X 10 15 Seção Elevação N k L = 230
N
Y
k
X
10
15
Seção
Elevação
N
k
L = 230

1) E.L.U. = Combinação normal. 2) Critério da NBR-7190/1997. 3) Dimensões em centímetros. 4) Madeira TATAJUBA, 2 a . categoria ; qualidade estrutural. 5) Esforços atuantes :

N k = N Gk + N Qk ; N Gk = 20 kN (permanente) ; N Qk = 75 kN (sobrecarga). 6) Vinculos dos extremos da barra : Indeslocáveis nos dois planos. Solução :

a) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

f com = 79,5 MPa = 7,95 kN/cm 2 ; f cok = 0,7. f com = 0,7. 7,95 MPa = 5,57 kN/cm 2 ;

f

c0d

=

k

mod

f c0k

.

γ

c

=

0,56.

5,57

1,4

= 2,23 kN / cm

2 ;

E com = 19.583 MPa = 1958,3 kN/cm 2 ; E coef = k mod . E com = 0,56. 1958,3 = 1.096,6 kN/cm 2 .

b) Combinação de ações :

E.L.U.: N d = 1,4 x (N Gk + N Qk ) = 1,4 x (20 + 75) = 133 kN .

c) Grau de esbeltez :

c.1) considerando o eixo X :

3 15.10 I X = = 1250 cm 4 ; 12 A = 15 .
3
15.10
I X =
= 1250 cm 4 ;
12
A = 15 . 10 = 150 cm 2 ;
I
1250
i X =
X
=
=
2,89 cm
A
150

;

λ

X

=

L

W X =

0,X = i X b.h 2 6
0,X
=
i
X
b.h 2
6

230

150 ; λ X = L W X = 0,X = i X b.h 2 6

2,89

=

79,7

(peça medianamente esbelta) ;

= 15.10

2 6
2
6

= 250 cm 3 .

c.2) considerando o eixo Y :

I Y =

10.15

3 12
3
12

= 2.812,5 cm 4 ;

miguel@vetorestruturas.com.br

UFPR-2009 Estruturas de Madeira Estruturas de Madeira

CAP.4

pg. 9/59

I 2812,5 i Y = Y = = 4,33 cm ; A 150 L λ
I
2812,5
i Y =
Y
=
=
4,33 cm
;
A
150
L
λ
=
0,Y
230
=
=
53,1
(peça medianamente esbelta).
Y
i
4,33
Y

c.3) grau de esbeltez máximo :

λ

MAX

= λ

X

=

79,7 ; a peça é medianamente esbelta : 40 < λ < 80 .

d) Verificação da segurança :

Será verificado apenas o eixo X ( λ MAX = 79,7) , pois trata-se de compressão simples.

d.1) Determinação de M d (equações 4.8 a 4.16) :

10

e

i =

M

N

1d

d

e a =

L

0

0

=

=

133

230

=

300

h

X =

30

0

=

0,33 cm

;

30

=

0,77 cm

;

300

e 1 = e i + e a = 0,33 + 0,77 = 1,10 cm ;

F

E

=

e d =

π

2

.E

c 0,ef

.I

X

 

=

π

2

.1096,6.1250

=

2

230

2

L

0

 

e .

1

F

 

F

E

N

=

1,10.

255,7

255,7 133

 

E

d

 

255,7kN

;

= 2,29 cm ;

M

d

= =

d

d

N

.e

133.2,29

=

304,8kN.cm

.

d.2) Determinação das tensões

σ

Nd

=

N

133

d

=

A

150

=

0,89 kN / cm

2

;

σ

Nd

σ

Md

eσ

Md

:

=

M

d

=

304,8

W

X

250

=

1,22kN / cm

2

.

d.3) Verificação da segurança (equação 4.4) :

σ Nd

f

c0,d

+

σ

Md =

f

c0,d

0,89

2,23

+

1,22

=

2,23

0,95

<

1,0

+ σ Md = f c0,d 0,89 2,23 + 1,22 = 2,23 0,95 < 1,0 Verifica

Verifica !

Exercício 4.7 : Elemento comprimido (peça esbelta) (1 o TE/2006) : Verificar a condição de

segurança da barra de madeira comprimida, indicadas nas figuras.

Y X 15
Y
X
15

Seção

N k 1 2 N k L = 240
N
k
1
2
N
k
L = 240

Elevação

Dados :

1) E.L.U. = Combinação normal.

2) Critério da NBR-7190/1997.

3) Dimensões em centímetros.

4) Madeira DICOTILEDÔNEA-CLASSE C- 40,

2 a . categoria ; qualidade estrutural.

5) Esforços atuantes :

miguel@vetorestruturas.com.br

estrutural. 5) Esforços atuantes : miguel@vetorestruturas.com.br UFPR-2009 Estruturas de Madeira CAP.4 pg. 10/59

UFPR-2009 Estruturas de Madeira

CAP.4

pg. 10/59

N k = N Gk + N Qk ; N Gk = 10 kN (permanente) ; N Qk = 30 kN (sobrecarga). 6) Vinculos dos extremos da barra :

ponto

: indeslocável nos dois planos (X e Y).ponto

ponto

: deslocável no plano Y.ponto

Solução :

a) Valores de cálculo das propriedades mecânicas :

f cok = 40 MPa = 4,0 kN/cm 2 ;

f c0d

=

k

mod

f c0k

.

γ

c

=

0,56.

4,0

1,4

= 1,60 kN / cm

2

;

E com = 19.500 MPa = 1950 kN/cm 2 ; E coef = k mod . E com = 0,56. 1950 = 1.092 kN/cm 2 .

b) Combinação de ações :

E.L.U.: N d = 1,4 x (N Gk + N Qk ) = 1,4 x (10 + 30) = 56 kN .

c) Grau de esbeltez :

c.1) considerando o eixo X (L 0 = L = 240 cm ; dois extremos indeslocáveis) :

I X = I Y =

π .15 4 64 = 2.485 cm 4 ;
π
.15 4
64 = 2.485 cm 4 ;

A =

π

.15 2

X = I Y = π .15 4 64 = 2.485 cm 4 ; A =

4 = 176,6 cm 2 ;

I 2485 W Y Y = = = 331,3cm 3 ; x 7,5 I 2485
I
2485
W
Y
Y =
=
=
331,3cm
3 ;
x
7,5
I
2485
i X = i Y =
X
=
=
3,75 cm
;
A
176,6
L
240
λ
=
=
64 (peça medianamente esbelta).
X =
3,75

c.2) considerando o eixo Y (L 0 = 2 L = 2. 240 = 480 cm ; um extremo deslocável) :

L 480 λ = = 128 (peça esbelta). Y = 3,75 c.3) = λ =
L
480
λ
=
=
128 (peça esbelta).
Y =
3,75
c.3)
= λ
=
128 ; a peça é esbelta : 80 <<<< λ <<<<140 .
λ MAX
Y

d) Verificação da segurança :

Será verificado apenas o eixo Y ( λ MAX = 104) , pois trata-se de compressão simples.

d.1) Determinação de M d (equações 4.8 a 4.16) :

e i =