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MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAIS DO ESTADO DE GOIÁS

RELATÓRIO ANUAL

Goiânia, 29 de novembro de 2013

SEMARH Secretária Estadual do Meio Ambiente e Dos Recursos Hídricos

Secretário

Leonardo Moura Vilela

Gerência de Monitoramento Ambiental

Paulo Sérgio da Silva Lôbo

Equipe Técnica Allan Valle Toledo da Silva Amanda Cissa Cunha de Oliveira Anangélica Souza Santos Carlos Alberto Soares Santana Junior Ernando Soares Araújo Giselle Rodrigues de Melo Gustavo Bocchi de Macedo Juliana Bahia Reis Lincoln Bernardo de Souza Paulo Sérgio da S. Lôbo Reginea Lucia Ribeiro Rodrigo Porfirio Silva Waldir Jorge dos Santos

Apoio Administrativo Michel Oliveira Paiva

Apoio GEALOG Transporte

Relatório de Monitoramento da Qualidade das Águas Superficiais do Estado de Goiás do ano 2013

Introdução

O conhecimento sobre a qualidade das águas do Estado de Goiás é fundamental para que seja feita

sua correta gestão e para que o uso múltiplo das águas, preconizado pela Política Nacional de Recursos Hídricos, seja alcançado. A existência de água limpa é requisito essencial para a manutenção dos ecossistemas aquáticos e para várias atividades humanas, tais como o abastecimento doméstico, a irrigação, o uso industrial, a dessedentação de animais, a aquicultura, a pesca e o turismo. Os impactos ambientais, sociais e econômicos da degradação da qualidade das águas se traduzem, entre outros, na perda da biodiversidade, no aumento de doenças de veiculação hídrica, no aumento do custo de tratamento das águas destinadas ao abastecimento doméstico e ao uso industrial, na perda de produtividade na agricultura e na pecuária, na redução da pesca e na perda de valores turísticos, culturais e paisagísticos. Goiás é banhado por três bacias hidrográficas: a Bacia do Paraná, a Bacia do Tocantins e a Bacia do São Francisco. Os principais rios são: Paranaíba, Aporé, Araguaia, São Marcos, Corumbá, Claro, Paranã e Maranhão. Lagos e lagoas

- Lagoa Feia Nas cachoeiras do Rio Preto, perto de Formosa.

- Lagoa Formosa No município de Planaltina, próximo de Brasília.

- Lagoa Piratininga As águas quentes, no município de Caldas Novas.

- Lagoa dos Tigres Suas águas vêm do Rio Água Limpa, desaguando no Rio Vermelho, no município de Britânia.

- Lagoa Santa (Goiás) Suas águas são consideradas medicinais, com temperatura elevada e de alto teor sulfúrico.

- Lago do Ribeirão ou Lago Caçu - No município de Caçu, formado pelo represamento pelo Rio Claro.

- Lagoa Bonita Ou Lagoa Mestre D’Armas, perto da cidade de Planaltina.

- Lago Azul No município de Três Ranchos.

- Lago do Acará No município de Britânia (Goiás), deságua no Rio Araguaia.

- Lago de Cachoeira Dourada Formado pelo represamento do Rio Paranaíba para a hidrelétrica Cachoeira Dourada.

- Lago do Rio Verdinho - Entre os municípios de Caçu e Itarumã, formado pelo represamento do Rio Verde

- Lago do Iú No município de Jussara.

- Lago de Serra da Mesa - Nos municípios de Niquelândia, Minaçu e Uruaçu, maior lago de Goiás e do Brasil em volume de água.

- Lago de Cana Brava - Nos municípios de Minaçu e Cavalcante.

- Lago das Brisas - Nos municípios de Itumbiara e Buriti Alegre, formado pelo represamento da 7ª maior usina hidrelétrica do Brasil, a usina de Itumbiara.

- Lago Por do sol- Iporá importante espaço socio-cultural do município e região

Monitoramento

Os principais objetivos do monitoramento da qualidade das águas são:

• Fazer um diagnóstico da qualidade das águas superficiais do Estado, avaliando sua conformidade com a

legislação ambiental; • Avaliar a evolução temporal da qualidade das águas superficiais do Estado;

• Identificar áreas prioritárias para o controle da poluição das águas, tais como trechos de rios e lagos onde

sua qualidade possa estar mais comprometida, possibilitando, assim, ações preventivas e corretivas da SEMARH e de outros órgãos;

• Subsidiar o diagnóstico e controle da qualidade das águas superficiais utilizadas para o abastecimento

público, verificando se suas características são compatíveis com o tratamento existente, bem como para os seus usos múltiplos;

• Subsidiar a execução dos Planos de Bacia e Relatórios de Situação dos Recursos Hídricos, para a cobrança do uso da água e estudo do enquadramento dos corpos hídricos;

Subsidiar a implementação da Política Nacional de Saneamento Básico (Lei 11.445/2007).

• Cumprir a Lei 10.650, de 16 de abril de 2003. Essa Lei dispõe sobre o acesso público aos dados e informações existentes nos órgãos e entidades integrantes do Sisnama. Art. 2º os órgãos e entidades da Administração Pública, direta, indireta e fundacional , integrantes do Sisnama, ficam obrigados a permitir o acesso público aos documentos, expedientes e processos administrativos que tratem de matéria ambiental e a fornecer todas as informações ambientais que estejam sob sua guarda, em meio escrito, visual, sonoro e eletrônico, especialmente as relativas a:

ambiente;

II - políticas, planos e programas potencialmente causadores de impacto ambiental;

III - resultados de monitoramento e auditoria nos sistemas de controle de poluição e de atividades potencialmente poluidoras, bem como de planos e ações de recuperação de

degradadas;

IV - acidentes, situações de risco ou de emergência ambientais;

I-qualidade

do

meio

áreas

V - emissões de efluentes líquidos e gasosos, e produção de resíduos sólidos;

VI

-

substâncias

tóxicas

e

perigosas;

- VIII - organismos geneticamente modificados. Art. 8º Os órgãos ambientais competentes integrantes do Sisnama deverão elaborar e divulgar relatórios anuais relativos à qualidade do ar e da água e, na forma da regulamentação, outros elementos ambientais.

biológica;

VII

diversidade

O Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA definiu as classes de qualidade de águas doces, salinas e salobras através da Resolução CONAMA 357/2005. Posteriormente, a Resolução CONAMA 430/2011 alterou e complementou resolução citada fixando condições e padrões de emissão para

o lançamento de efluentes em corpos d’água receptores. Os textos completos dessas Resoluções encontram-

se no site http://www.mma.gov.br/port/conama/ juntamente com outras legislações pertinentes, referentes à gestão dos recursos hídricos. Para cada classe de qualidade, são associados usos preponderantes atuais ou

futuros, fixando-se ou adotando-se padrões de qualidade os valores limites dos parâmetros de qualidade estabelecidos em legislação. Dessa forma, os resultados obtidos no monitoramento das águas doce, salobra e salina são comparados como os respectivos padrões de qualidade das classes de enquadramento, de cada corpo d’água.

Em Goiás, o monitoramento da qualidade das águas é realizado pela SEMARH desde 1994. Os pontos monitorados eram denominados de “Série Histórica” e contemplava quase todos os rios do Estado. Em 2012 o Secretario Leonardo Moura Vilela, firmou um Termo de Cooperação Técnica para o monitoramento da qualidade das águas do Estado com a Agência Nacional de Águas (ANA). Uma das partes que coube ANA foi á realização de um estudo detalhado das diversas atividades humanas, nas três bacias que banha o Estado de Goiás, para definir os pontos de amostragem. Resultado, em 2013 foi necessário realizar uma comparação dos pontos definidos pela ANA e os pontos da Série Histórica para verificar os que eram coincidentes, alinhar os que estavam próximos e cortar aqueles, da Série Histórica, que não eram mais de interesse para o novo programa de monitoramento. Para verificar se os novos pontos eram possíveis de serem monitorados, foi preciso realizar um detalhado estudo, pois apenas as imagens de satélite não eram suficientes, embora, provavelmente, deva ter sido a principal ferramenta da ANA durante a definição dos novos pontos; pois sem conhecer as rotas, sem conhecer as condições do local e principalmente o acesso era praticamente impossível definir a viabilidade de cada um. Por isso e por vários problemas e dificuldades que

o Laboratório passou durante o ano de 2013, não foi possível obter uma frequência e sequência ideal para

coletas de dados, nem contemplar todos os parâmetros preconizados no cálculo do IQA (Índice de Qualidade

da Água).

Coletas e Análises Laboratoriais

As amostragens e análises laboratoriais são realizadas pelo Laboratório Leolídio Di Ramos Caiado

SEMARH/GMA. As campanhas de amostragem são trimestrais, com um total anual de 4 campanhas por estação de monitoramento. Conforme acima comentado, não foi possível realizar as campanhas regularmente. Para avaliar a situação da qualidade dos recursos hídricos no Estado de Goiás, o planejamento foi

realizado de acordo com o número de equipes de coleta, quantitativo de técnicos e dos ensaios padronizados no IQA possíveis de serem realizados no Laboratório.

O Índice de Qualidade das Águas foi criado em 1970, nos Estados Unidos, pela National Sanitation

Foundation. A partir de 1997 começou a ser utilizado pela SEAMARH. Hoje o IQA, é o principal índice de

qualidade da água utilizado no país.

O IQA foi desenvolvido para avaliar a qualidade da água bruta visando seu uso para o abastecimento

público, após tratamento. Os parâmetros utilizados no cálculo do IQA são em sua maioria indicadores de contaminação causada pelo lançamento de esgotos domésticos.

A avaliação da qualidade da água obtida pelo IQA apresenta limitações, já que este índice não analisa

vários parâmetros importantes para o abastecimento público, tais como substâncias tóxicas (ex: metais pesados, pesticidas, compostos orgânicos), protozoários patogênicos e substâncias que interferem nas propriedades organolépticas da água. O IQA é composto por nove parâmetros (ver descrição do parâmetros do IQA), com seus respectivos pesos (w), que foram fixados em função da sua importância para a conformação global da qualidade da água (tabela abaixo).

Tabela 1 - Parâmetros de Qualidade da Água do IQA e respectivo peso.

Além de seu peso (w), cada parâmetro possui um valor de qualidade (q), obtido do respectivo gráfico de qualidade em função de sua concentração ou medida (figura abaixo).

em função de sua concentração ou medida (figura abaixo). Figura: Curvas médias de variação dos parâmetros

Figura: Curvas médias de variação dos parâmetros de qualidade das águas para o cálculo do IQA.

O cálculo do IQA é feito por meio do produtório ponderado dos nove parâmetros, segundo a seguinte fórmula:

ponderado dos nove parâmetros, segundo a seguinte fórmula: onde: IQA = Índice de Qualidade das Águas.

onde:

IQA = Índice de Qualidade das Águas. Um número entre 0 e 100;

qi = qualidade do i-ésimo parâmetro. Um número entre 0 e 100, obtido do respectivo gráfico de qualidade,

em função de sua concentração ou medida (resultado da análise);

wi = peso correspondente ao i-ésimo parâmetro fixado em função da sua importância para a conformação

global da qualidade, isto é, um número entre 0 e 1, de forma que:

da qualidade, isto é, um número entre 0 e 1, de forma que: sendo n o

sendo n o número de parâmetros que entram no cálculo do IQA.

Os valores do IQA são classificados em faixas, que variam entre os estados brasileiros (tabela abaixo).

Faixas de IQA utilizadas nos seguintes Estados: AL, MG, MT, PR, RJ, RN, RS

Faixas de IQA utilizadas nos seguinte Estados: BA, CE, ES, GO, MS, PB, PE, SP

Avaliação da Qualidade da Água

91-100

80-100

Ótima

71-90

52-79

Boa

51-70

37-51

Razoável

26-50

20-36

Ruim

0-25

0-19

Péssima

Tabela 2 - AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS

Descrição dos Parâmetros do IQA

O oxigênio dissolvido é vital para a preservação da vida aquática, já que vários organismos (ex:

peixes) precisam de oxigênio para respirar. As águas poluídas por esgotos apresentam baixa concentração de

oxigênio dissolvido pois o mesmo é consumido no processo de decomposição da matéria orgânica. Por outro

lado as águas limpas apresentam concentrações de oxigênio dissolvido mais elevadas, geralmente superiores

a 5mg/L, exceto se houverem condições naturais que causem baixos valores deste parâmetro. As águas

eutrofizadas (ricas em nutrientes) podem apresentar concentrações de oxigênio superiores a 10 mg/L,

situação conhecida como supersaturação. Isto ocorre principalmente em lagos e represas em que o excessivo

crescimento das algas faz com que durante o dia, devido a fotossíntese, os valores de oxigênio fiquem mais

elevados. Por outro lado, durante a noite não ocorre a fotossíntese, e a respiração dos organismos faz com

que as concentrações de oxigênio diminuam bastante, podendo causar mortandades de peixes. Além da

fotossíntese, o oxigênio também é introduzido nas águas através de processo físicos, que dependem das características hidráulicas dos corpos d’água (ex: velocidade da água).

As bactérias coliformes termotolerantes ocorrem no trato intestinal de animais de sangue quente e são indicadoras de poluição por esgotos domésticos. Elas não são patogênicas (não causam doenças) mas sua presença em grandes números indicam a possibilidade da existência de microorganismos patogênicos que são responsáveis pela transmissão de doenças de veiculação hídrica (ex: desinteria bacilar, febre tifóide, cólera).

O pH afeta o metabolismo de várias espécies aquáticas. A Resolução CONAMA 357 estabelece que

para a proteção da vida aquática o pH deve estar entre 6 e 9. Alterações nos valores de pH também podem aumentar o efeito de substâncias químicas que são tóxicas para os organismos aquáticos, tais como os metais pesados.

A Demanda Bioquímica de Oxigênio representa a quantidade de oxigênio necessária para oxidar a

matéria orgânica presente na água através da decomposição microbiana aeróbia. A DBO 5,20 é a quantidade

de oxigênio consumido durante 5 dias em uma temperatura de 20°C. Valores altos de DBO 5,20 , num corpo d'água são provocados geralmente causados pelo lançamento de cargas orgânicas, principalmente esgotos domésticos. A ocorrência de altos valores deste parâmetro causa uma diminuição dos valores de oxigênio dissolvido na água, o que pode provocar mortandades de peixes e eliminação de outros organismos aquáticos.

A temperatura influência vários parâmetros físico-químicos da água, tais como a tensão superficial e

a viscosidade. Os organismos aquáticos são afetados por temperaturas fora de seus limites de tolerância térmica, o que causa impactos sobre seu crescimento e reprodução. Todos os corpos d’água apresentam variações de temperatura ao longo do dia e das estações do ano. No entanto, o lançamento de efluentes com altas temperaturas pode causar impacto significativo nos corpos d’água.

Nos corpos d’água o nitrogênio pode ocorrer nas formas de nitrogênio orgânico, amoniacal, nitrito e nitrato. Os nitratos são tóxicos aos seres humanos, e em altas concentrações causa uma doença chamada metahemoglobinemia infantil, que é letal para crianças. Pelo fato dos compostos de nitrogênio serem

nutrientes nos processos biológicos, seu lançamento em grandes quantidades nos corpos d’água, junto com outros nutrientes tais como o fósforo, causa um crescimento excessivo das algas, processo conhecido como eutrofização, o que pode prejudicar o abastecimento público, a recreação e a preservação da vida aquática. As fontes de nitrogênio para os corpos d’água são variadas, sendo uma das principais o lançamento de esgotos sanitários e efluentes industriais. Em áreas agrícolas, o escoamento da água das chuvas em solos que receberam fertilizantes também é uma fonte de nitrogênio, assim como a drenagem de águas pluviais em áreas urbanas. Também ocorre a fixação biológica do nitrogênio atmosférico pelas algas e bactérias. Além disso, outros processos, tais como a deposição atmosférica pelas águas das chuvas também causam aporte de nitrogênio aos corpos d’água.

Do mesmo modo que o nitrogênio, o fósforo é um importante nutriente para os processos biológicos e seu excesso pode causar a eutrofização das águas. Para conhecer mais sobre eutrofização, veja o item sobre o Índice de Estado Trófico. Entre as fontes de fósforo destacam-se os esgotos domésticos, pela presença dos detergentes superfosfatados e da própria matéria fecal. A drenagem pluvial de áreas agrícolas e urbanas também é uma fonte significativa de fósforo para os corpos d’água. Entre os efluentes industriais destacam-se os das indústrias de fertilizantes, alimentícias, laticínios, frigoríficos e abatedouros.

A turbidez indica o grau de atenuação que um feixe de luz sofre ao atravessar a água. Esta atenuação

ocorre pela absorção e espalhamento da luz causada pelos sólidos em suspensão (silte, areia, argila, algas,

detritos, etc. ). A principal fonte de turbidez é a erosão dos solos, quando na época das chuvas as água pluviais trazem uma quantidade significativa de material sólido para os corpos d’água. Atividades de mineração, assim como o lançamento de esgotos e de efluentes industriais, também são fontes importantes que causam uma elevação da turbidez das águas. O aumento da turbidez faz com que uma quantidade maior de produtos químicos (ex: coagulantes) sejam utilizados nas estações de tratamento de águas, aumentando os custos de tratamento. Além disso, a alta turbidez também afeta a preservação dos organismos aquáticos, o uso industrial e as atividades de recreação.

O resíduo total é a matéria que permanece após a evaporação, secagem ou calcinação da amostra de

água durante um determinado tempo e temperatura. Quando os resíduos sólidos se depositam nos leitos dos

corpos d’água podem causar seu assoreamento, que gera problemas para a navegação e pode aumentar o risco de enchentes. Além disso, podem causar danos à vida aquática pois ao se depositarem no leito eles destroem os organismos que vivem nos sedimentos e servem de alimento para outros organismos, além de danificar os locais de desova de peixes.

RELATÓRIO SEMARH Qualidade das Águas 2013

RELATÓRIO CONSOLIDADO PLANILHAS.xlsx

 

IDENTIFICADOR

   

PARÂMETROS IQA/ ANA

     

PARÂMETROS FÍSICOS

 

PARÂM. ANA

DATA

MUNICÍPIO

CÓDIGO ANA

HORA

 

PONTO COORDENADAS

 

Manancial (Nome do Lago, Rio

ou Córrego

* Caso seja efluente, deixar em

branco.

**Caso ão i for ado, registre

ão ide tificado"

CHUVA NAS ÚLTIMAS 24

HORAS?

 

COLIFORMES

TERMOTOLERANTES (FECAIS

NMP/100mL)

 

DBO 5,20 (mg O 2 /L)

OX. DISSOLVIDO (mg/L)

pH

SÓLIDOS TOTAIS g/L

TEMP. AMOSTRA °C

TURBIDEZ / NTU

IQA

ALTITUDE

ASPECTO

CONDUTIVIDADE ELÉTRICA

COR VERDADEIRA (mg Pt/L)

CORANTES DE FONTE

ANTRÓPICA

GOSTO E ODOR

MATERIAIS FLUTUANTES

MATERIAIS SEDIMENTÁVEIS

(mL/L)

SÓLIDOS DISSOLVIDOS TOTAIS

(TDS mg/L)

SÓLIDOS FIXOS

SÓLIDOS VOLÁTEIS

TEMPERATURA AMBIENTE ºC

ALCALINIDADE TOTAL (mg

CaCO 3 /L)

DQO

                         

"

                                                 

19/02/13

ITAUÇU

-

14:00

16

40

45,30

SUL

49

14

28,00

oeste

RIO MEIA PONTE

 

SIM

-

 

4,00

-

7,48

40,00

5,29

153,00

-

1,00

59,97

-

LÍMPIDO

36,00

2,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

18,00

148,00

5,00

23,90

9,00

-

19/02/13

PIRACANJUBA

-

15:10

17

26

45,30

SUL

49

13

46,80

OESTE

RIO MEIA PONTE

 

NÃO

-

240,00

-

8,85

7,00

-

185,00

29,80

26,00

52,46

-

TURVO

123,30

66,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

61,20

173,00

12,00

34,00

40,00

-

19/02/13

ARAGARÇAS

-

15:15

15

53

44,10

SUL

52

15

19,90

OESTE

 

RIO ARAGUAIA

 

NÃO

-

 

50,00

<

2,00

7,40

7,40

-

-

11,00

70,69

-

LÍMPIDO

36,00

38,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,1

16,00

-

-

28,20

13,00

25,90

25/02/13

OURO VERDE

-

14:45

16

14

25,90

SUL

49

9

31,20

OESTE

RIBEIRÃO JOÃO LEITE

SIM

-

 

2,00

-

7,50

7,60

7,60

371,00

25,50

15,00

71,16

-

TURVO

102,10

30

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

51,10

77,00

294,00

30,00

49,00

-

26/02/13

BRAZABRANTES

-

10:20

16

25

59,20

SUL

49

23

41,70

OESTE

RIO MEIA PONTE

 

NÃO

-

 

8,00

-

8,88

5,60

7,26

389,00

24,80

175,30

45,12

-

TURVO

86,60

170,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,6

43,30

213,00

176,00

26,90

39,00

-

26/02/13

INHUMAS

GO 8495-I-17

11:10

16

20

46,30

SUL

49

29

41,10

OESTE

RIO MEIA PONTE

 

NÃO

-

 

2,00

-

6,50

6,40

6,63

285,00

25,90

70,00

63,99

-

TURVO

92,20

140,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,2

46,10

99,00

186,00

30,10

50,00

-

26/02/13

 

-

11:30

16

-

-

SUL

49

-

-

OESTE

RIBEIRÃO JOÃO LEITE

NÃO

-

 

2,00

-

8,67

7,00

-

188,00

26,60

62,20

61,00

-

TURVO

111,10

87,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,3

55,60

112,00

76,00

31,00

47,00

-

04/03/13

LEOPOLDO DE BULHÕES GOIALÂNDIA

-

16:10

16

31

44,10

SUL

48

59

40,40

OESTE

RIBEIRÃO SOZINHA

SIM

-

500,00

-

3,10

7,20

6,80

179,00

25,50

36,00

59,19

-

TURVO

33,00

91

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

16,50

79,00

100,00

29,00

12,00

-

05/03/13

CAMPO LIMPO

-

10:30

15

21

35,10

SUL

49

41

49,60

OESTE

RIBEIRÃO JURUBATUBA

SIM

-

9000,00

-

7,30

6,80

7,40

258,00

28,00

122,60

31,35

-

TURVO

129,00

154

V.A.

N.O.

V.A.

0,6

64,50

228,00

30,00

30,50

49,00

-

13/03/13

PONTALINA

-

16:05

17

27

57,90

SUL

49

24

10,30

OESTE

RIO MEIA PONTE

 

NÃO

-

300,00

-

5,70

5,00

6,90

116,00

27,50

31,00

60,38

-

TURVO

52,00

300

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

26,00

28,00

88,00

32,00

26,00

-

14/03/13

CROMÍNIA

-

15:05

17

16

29,80

SUL

49

21

31,40

OESTE

CÓRREGO SANTA BARBÁRA

NÃO

-

16000,00

-

7,97

6,10

7,40

519,00

27,00

254,00

26,17

-

TURVO

27,20

108,0

V.A.

N.O.

V.A.

1,5

13,60

334,00

185,00

30,20

6,00

-

14/03/13

PONTALINA

-

10:05

17

31

6,10

SUL

49

15

30,00

OESTE

RIBEIRÃO FORMIGA

NÃO

-

700,00

-

4,79

6,80

7,40

165,00

27,00

37,00

56,90

-

TURVO

72,10

78,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,3

36,10

19,00

146,00

31,50

34,00

-

Página de

RELATÓRIO CONSOLIDADO PLANILHAS.xlsx

25/03/13

BOM JESUS DE GOIÁS

-

15:18

18

16

4,79

SUL

49

40

40,82

OESTE

CÓRREGO SAPE

SIM

-

22,00

-

3,34

7,00

7,22

348,00

25,70

20,60

69,39

-

TURVO

48,80

72

V.A.

N.O.

V.A.

0,1

24,40

281,00

67,00

26,50

22,00

-

25/03/13

ITUMBIARA

-

16:10

18

20

33,50

SUL

49

25

18,80

OESTE

RIBEIRÃO DA BOA VEREDA

SIM

-

330,00

-

4,80

-

-

-

-

-

40,97

-

-

-

-

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

-

-

-

-

-

-

26/03/13

CROMÍNIA

-

11:55

18

16

54,40

SUL

49

38

66,00

OESTE

CÓRREGO ÁGUA LIMPA

NÃO

 

1600,00

-

*3,7

6,80

6,80

204,00

24,40

44,30

52,56

-

TURVO

32,00

163,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

16,00

69,00

135,00

26,90

11,00

-

26/03/13

ITUMBIARA

-

10:35

18

21

0,50

SUL

49

36

31,10

OESTE

CÓRREGO SANTA ROSA

NÃO

-

14,00

-

3,85

7,60

7,30

140,00

25,50

22,30

74,29

-

TURVO

38,50

156,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

19,21

97,00

43,00

30,50

20,00

-

06/05/13

INDIARA

GO 8494I8

11:35

17

12

21,70

SUL

50

6

22,20

OESTE

RIO CAPIVARI

NÃO

-

900,00

-

0,60

7,20

7,10

-

23,90

28,00

59,50

-

TURVO

90,20

32,0

V.A.

N.O.

V.A.

-

45,10

-

-

27,70

52,00

25,00

06/05/13

INDIARA

GO 8494I8

12:40

17

16

20,60

SUL

50

7

19,06

OESTE

RIO CAPIVARI

NÃO

-

900,00

-

1,00

6,80

7,90

-

23,50

30,00

58,06

-

TURVO

-

30,0

V.A.

N.O.

V.A.

-

44,40

-

-

27,30

51,00

25,10

07/05/13

AMERICANO DO BRASIL

-

11:00

16

14

31,10

SUL

49

59

18,30

OESTE

RIO DOS BOIS

NÃO

 

> 2,00

-

1,40

6,43

6,40

46,00

25,40

8,00

83,12

-

LÍMPIDO

28,60

18,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

13,30

21,00

25,00

29,90

7,00

28,80

 

AMERICANO DO BRASIL

                             

-

       

- -

   

LÍMPIDO

               

- -

     

07/05/13

-

11:50

16

17

25,80

SUL

50

0

13,50

OESTE

RIO DOS BOIS

NÃO

-

4,00

-

6,40

6,90

16,00

10,00

84,18

44,20

20,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

22,10

27,50

21,00

<20,0

 

AMERICANO DO BRASIL

                                     

-

- -

   

LÍMPIDO

               

- -

     

07/05/13

-

13:05

16

28

20,60

SUL

49

56

19,10

OESTE

RIO DOS BOIS

NÃO

-

7,00

-

2,80

6,20

7,80

8,00

78,12

99,80

20,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

49,90

32,10

59,00

22,50

 

ARAGARÇAS

                                     

-

- -

   

LÍMPIDO

               

- -

     

08/05/13

-

15:30

15

53

27,10

SUL

52

13

54,00

OESTE

RIO ARAGUAIA

NÃO

-

50,00

<

2,00

7,80

7,40

9,00

71,34

32,60

36,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,1

16,30

25,20

59,00

<20,0

 

ARAGARÇAS

                                     

-

- -

   

LÍMPIDO

               

- -

     

08/05/13

-

17:10

15

53

42,10

SUL

52

15

24,40

OESTE

RIO ARAGUAIA

NÃO

-

330,00

<

1,00

7,60

6,90

12,00

62,56

30,40

30,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

15,20

28,50

12,00

31,90

 

PONTE ALTA

                     

-

             

-

- -

   

LÍMPIDO

               

- -

     

09/05/13

-

07:35

15

53

24,80

SUL

51

51

99,00

OESTE

RIO CAIAPÓ

-

170,00

-

0,19

7,20

7,70

15,00

66,40

52,20

35,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

26,10

19,40

24,00

29,00

 

MONTES CLAROS

                     

-

             

-

- -

   

LÍMPIDO

               

- -

     

09/05/13

-

09:15

15

55

51,20

SUL

51

19

43,50

OESTE

RIO CLARO

-

240,00

<

2,00

7,00

7,60

15,00

61,90

72,80

45,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,2

36,40

25,00

41,00

<20,0

Página de

RELATÓRIO CONSOLIDADO PLANILHAS.xlsx

 

SÃO JOSÉ DOS BANDEIRANTES

                     

-

           

-

- -

                 

-

-

     

13/05/13

-

17:59

13

41

22,20

SUL

50

48

44,00

OESTE

RIO ARAGUAIA

-

50,00

-

1,86

6,60

7,50

7,00

72,30

LÍMPIDO

46,00

40,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,1

23,00

31,10

17,00

29,00

 

SÃO JOSÉ DOS BANDEIRANTES

 

-

                 

-

           

-

- -

                 

-

-

     

13/05/13

-

13

38

33,40

SUL

50

46

59,30

OESTE

RIO ARAGUAIA

-

50,00

-

2,17

7,20

7,30

16,00

68,78

LÍMPIDO

46,60

43,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,1

23,00

32,20

21,00

21,60

 

NOVA CRIXÁS

                     

-

             

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

     

14/05/13

-

08:40

13

41

22,40

SUL

50

48

45,00

OESTE

RIO CRIXA MIRIM

-

50,00

-

2,55

7,20

7,30

26,70

15,00

72,18

48,80

55,0

V.A.

N.O.

V.A.

0,1

24,40

26,70

21,00

27,50

 

MUNDO NOVO

                     

-

             

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

     

14/05/13

-

12:30

13

31

9,00

SUL

50

18

32,50

OESTE

RIO CRIXA AÇU

-

30,00

-

3,22

7,00

7,50

26,90

16,00

72,98

73,80

59,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

36,90

33,40

33,00

<20,0

 

PIRENÓPOLIS

SHGORAL 01

                                   

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

     

15/05/13

10:44

13

33

9,00

SUL

50

18

32,50

OESTE

RIO DAS ALMAS

NÃO

-

110,00

< 2,00

7,60

8,00

22,50

4,00

71,54

27,20

20,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

13,60

26,10

11,00

23,80

 

PIRENÓPOLIS

SHGORAL 02

                                   

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

     

15/05/13

11:30

15

50

59,00

SUL

48

57

31,40

OESTE

RIO DAS ALMAS

NÃO

-

170,00

-

0,45

6,40

7,60

22,50

4,00

73,04

32,80

22,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

16,40

29,90

16,00

28,50

 

PIRENÓPOLIS

SHGORAL 04

                                   

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

   

-

15/05/13

12:35

15

51

56,00

SUL

49

1

59,70

OESTE

RIO DAS ALMAS

NÃO

-

220,00

-

1,14

7,40

7,60

23,50

13,00

68,41

36,20

50,0

V.A.

N.O.

V.A.

<0,1

181,00

31,10

16,00

 

ARUANÃ

                                     

- -

 

TURVO

             

-

-

 

-

 

21/05/13

-

09:10

14

56

6,10

SUL

51

5

36,70

oeste

RIO ARUANÃ

NÃO

-

90,00

< 2,00

6,60

7,42

27,90

26,00

68,29

58,20

56,0

V.A.

N.O.

V.A.

<1

29,10

28,90

<20,0

 

ARUANÃ

                                     

- -

 

TURVO

             

-

-

 

-

 

21/05/13

-

09:51

14

55

28,10

SUL

51

6

16,40

oeste

RIO ARUANÃ

NÃO

-

90,00

< 2,00

7,20

7,79

27,70

18,00

69,52

39,80

31,0

V.A.

N.O.

V.A.

>2

19,90

28,80

<20,0

 

ARUANÃ

                                     

- -

 

TURVO

             

-

-

     

21/05/13

-

10:15

14

53

39,80

SUL

51

5

22,40

oeste

RIO ARUANÃ

NÃO

-

50,00

< 2,00

6,80

7,12

28,40

21,00

71,18

49,20

45,0

V.A.

N.O.

V.A.

>1

24,60

29,30

22,00

<20,0

 

ARAGUAPAZ

GO 694I5

                                   

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

 

-

 

21/05/13

09:51

15

15

48,00

SUL

50

36

56,50

OESTE

RIO DO PEIXE

NÃO

-

260,00

< 2,00

7,60

8,00

27,50

11,00

65,85

89,20

31,0

V.A.

N.O.

V.A.

<1

44,60

31,50

<20,0

 

ARAGUAPAZ

GO 694I8

                                   

- -

 

LÍMPIDO

             

-

-

 

-

 

21/05/13

11:30

14

59

45,70

SUL

50