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DataCom Telemática

DM704C série II

Manual de instalação e operação

GARANTIA:

Este produto é garantido contra defeitos de material e fabricação pelo período especificado na nota fiscal de venda.

A garantia inclui somente o conserto e substituição de componentes ou partes defeituosas sem ônus para o cliente. Não estão cobertos defeitos resultantes de: utilização do equipamento em condições inadequadas, falhas na rede elétrica, fenômenos da natureza (descargas induzidas por raios, por exemplo), falha em equipamentos conectados a este produto, instalações com aterramento inadequado ou consertos efetuados por pessoal não autorizado pela DataCom.

Esta garantia não cobre reparo nas instalações do cliente. Os equipamentos devem ser enviados para conserto na DataCom.

ATENÇÃO

ESTE MANUAL NÃO É VÁLIDO PARA EQUIPAMENTOS DM704C/CE. AS INFORMAÇÕES APRESENTADAS SÃO VÁLIDAS SOMENTE PARA CONVERSORES DM704C série II VERSÃO 2.0 OU SUPERIOR.

Apesar de terem sido tomadas todas as precauções na elaboração deste documento, a empresa não assume nenhuma responsabilidade por eventuais erros ou omissões, bem como nenhuma obrigação é assumida por danos resultantes do uso das informações contidas neste manual. As especificações fornecidas neste manual estão sujeitas a alteração sem aviso prévio e não são reconhecidas como qualquer espécie de contrato.

ÍNDICE

1 - INTRODUÇÃO

2 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

2.1 Condições ambientais

2.2 Alimentação

2.3

2.4 Interface digital com o ETD

2.5

2.6 Normas atendidas

2.7 Painel frontal

2.8 Características elétricas da interface G.703 para cabo coaxial

2.9 Características elétricas da interface G.703 para par trançado

Dimensões

Interface G.703

3 - INTERFACES DIGITAIS V.35 E V.36/V.11

3.1

3.2

Interface V.35 Interface V.36/V.11

4 - INTERFACE G.703 – G.704

4.1 Estrutura de quadros G.704

4.2 Características elétricas

7

9

9

9

10

10

10

11

11

11

12

13

13

13

16

16

21

5 - ESTRAPES E DIP-SWITCHES

23

5.1 Ligação do terra de proteção com o terra de sinal (estrape E1)

5.2 Controle do CT140 (estrape E2)

5.3 Controle do CT141 (estrape E3)

5.4 Controle do CT105 (estrape E4)

5.5 Seleção de interface Digital (estrapes E5 a E17)

5.6 Aterramento dos cabos coaxiais (estrapes E18 e E19)

5.7 Seleção do cabo na interface G.703 (estrapes E22 e E23)

5.8 Seleção de velocidade (dip-switches A1 a A5)

5.9 Seleção de relógio (dip-switches A6 e A7)

5.10 Habilitação de LDR - Laço Digital Remoto (DIP A8)

5.11 Emulação de CAS (DIP B1)

5.12 Habilitação do Timeslot 16 (DIP B2)

5.13 Habilitação do CRC4 (DIP B3)

5.14 Habilitação do relógio externo de recepção - CT128 (DIP B4) .28

28

23

23

23

23

24

24

24

24

26

26

26

27

5.15 Habilitação do cascateamento (DIP B5)

28

5.16 Seleção do tipo de cabo na G.703 (DIP B6)

28

5.17 Habilitação do painel (DIP B7)

29

5.18 Teste de fábrica (DIP B8)

29

5.19 IDLE (dip-switches C1 e C2)

29

 

5.20 Geração de AIS (DIP C3)

30

5.21 Canal inicial (dip-switches C4 a C8)

30

5.22 Tabela de estrapes e dip-switches

32

6

- DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO

35

6.1 Sinais da interface digital e indicadores luminosos

35

6.2 Cascateamento (Drop and Insert)

38

6.3 Teste de BERT

41

6.4 Teste de Laço Analógico Local - LAL

42

6.5 Teste de Laço Digital Local - LDL

42

6.6 Teste de Laço Digital Remoto - LDR

43

7

- INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

45

7.1 Instalação

45

7.2 Operação

46

7.3 Características de software do DM704C série II

47

7.4 Diferenças funcionais entre DM704C e DM704C série II

48

Figura 1. Aplicação do Conversor DM704C

7

Figura 2. Disposição dos pinos do conector de rede no painel traseiro

9

Figura 3. Painel traseiro

10

Figura 4. Painel frontal

10

Figura 5. Estrutura de frame E1 da Rec. G.704 do ITU

18

Figura 6. Codificação HDB3 na interface de 2048 kbit/s da Rec. G.703

21

Figura 7. Localização dos estrapes e dip-switches

34

Figura 8. Distribuição dos canais

40

Figura 9. Exemplo de aplicações do conversor

40

Figura 10. Laço Analógico Local

42

Figura 11. Laço Digital Local

43

Figura 12. Laço Digital Remoto

43

Tabela 1 . Tabela de pinagem para V.35

14

Tabela 2 . Tabela de pinagem para V.36/V.11

15

Tabela 3 . Estrutura Multiframe

17

Tabela 4 . Estrutura de Multiframe com CRC4

19

Tabela 5 . Estrutura de Multiframe com CAS

20

Tabela 6 . Tabela de pinagem para conector DB9 para

22

Tabela 7 . Tabela de configuração da velocidade da interface digital

25

Tabela 8 . Tabela descrevendo timeslots do CAS

27

Tabela 9 . Tabela de configuração da palavra de IDLE

29

Tabela 10 . Tabela de configuração do canal inicial

31

Tabela 11 . Tabela de estrapes da placa principal

32

Tabela 12 . Tabela de dip-switches

33

Tabela 13. Comportamento do led 109

37

Tabela 14 . Tabela descrevendo as versões do software

46

Tabela 15. Tabela de características das versões de software

47

1

-

INTRODUÇÃO

O

conversor DM704C é um equipamento que permite o acesso de

equipamentos com interfaces V.35, V.36/V.11 a sistemas com interface G.703, estruturados conforme G.704 ou não.

Conversor

704C

E1 ou

E1 fracional

Rede
Rede

ETD

Nx64K

Figura 1. Aplicação do Conversor DM704C

A conexão da interface G.703 é feita nos terminais de IN e OUT, no painel

traseiro do equipamento. Para cabo coaxial (75 Ohms), os conectores são

do tipo BNC. No caso de utilização de par trançado (120 Ohms), a conexão

é feita através de um conector DB9 fêmea.

A interface digital se apresenta no conector DB25 fêmea do painel traseiro

com pinagem conforme ISO2110 Amd. 1 (não é a mesma pinagem utilizada nos modens 64k da Telebrás). Para a interface V.35, pode ser fornecido um cabo adaptador de 25 para 34 pinos (ISO2593). Para a ligação de interfaces V.36/V.11, pode ser fornecido um cabo adaptador de 25 para 37 pinos (ISO4902). (ISO - International Standards Organization).

A alimentação pode ser tanto de 93 a 253 VAC, ou 48VDC. Estas tensões

podem ser ligadas diretamente no equipamento, sem necessidade de nenhum tipo de seleção.

O equipamento possui outras facilidades como:

Drop and insert ou também chamado cascateamento dos conversores,

permite que vários conversores utilizem o mesmo link na interface G.703. Neste modo o conversor pode trabalhar em qualquer um dos quatro modos

de relógio, com CAS, CRC4 e laços. Isto permite por exemplo, ter duas

portas V.35 em um link de 2048 kbit/s. Veja maiores detalhes no item 6.2

BERT onde é gerada e detectada uma seqüência de teste (padrão 511), com inserção de erro por tecla e informação de erro instantânea ou sustentada.

Laço Analógico Local que pode ser usado em conjunto com BERT.

Laço Digital Local que realiza um laço entre os drivers da V.35 ou V.36/V.11 e simultaneamente um laço entre os drivers da G.703.

Laço Digital Remoto conforme a Rec. V.54 da ITU, onde também pode ser usado o BERT. Permite desabilitar a aceitação do pedido de laço remoto por dip-switch.

Operação em velocidades múltiplas de 64kbit/s (n x 64k, n de 1 a 32) na interface digital V.35, V.36/V.11, com estrutura de quadros de acordo com

G.704.

Suporta CRC4 conforme G.704, emulação de CAS e apresenta indicação de sincronismo de quadro local e remoto.

Velocidade de 2048kbit/s, utilizando codificação HDB3, conforme definido pela recomendação G.703 do ITU-TS.

Operação com relógio interno, externo, externo com CT104 sincronizado segundo CT113 na interface V.35 ou V.36/V.11 ou regenerado a partir do sinal G.703 recebido.

Comutação automática para relógio interno na falta de relógio externo ou na falta de sinal G.703.

Possibilidade de utilizar relógio externo para recepção de dados na interface V.35 ou V.36/V.11.

Permite programar padrão de bits para canais não utilizados (idle).

Permite desabilitar as funções das teclas do painel.

2

-

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

2.1 Condições ambientais

Temperatura de operação: 5 a 40 graus Celsius.

Umidade relativa: até 90% não condensada.

2.2 Alimentação

O fornecimento de energia ao equipamento é realizado através de um

cabo tripolar, com terminação a três pinos. Este cabo pode ser ligado a qualquer tipo de tomada AC, dentro dos limites de tensão especificados. No caso de ser utilizada a tensão DC de 48V, o plug de ligação a tomadas AC deve ser cortado e ligado de modo que o pino central da tomada corresponda ao terra de proteção e os outros dois sejam a alimentação, não importando a polaridade, como visto na Figura 2. A carcaça do equipamento é aterrada pelo terra de proteção.

O equipamento pode ser ligado diretamente em qualquer tensão dentro

das faixas especificadas abaixo, sem nenhum tipo de seleção. Esta é feita automaticamente pelo equipamento.

93 a 253VAC, 50/60Hz

48VDC +/-25%

Terra de

Proteção

Terra de Proteção Alimentação

Alimentação

48VDC +/-25% Terra de Proteção Alimentação Figura 2. Disposição dos pinos do conector de rede no
48VDC +/-25% Terra de Proteção Alimentação Figura 2. Disposição dos pinos do conector de rede no

Figura 2. Disposição dos pinos do conector de rede no painel traseiro.

2.3 Dimensões

O equipamento apresenta-se em gabinete mesa com largura 175mm, profundidade 238mm e altura 43mm.

2.4 Interface digital com o ETD

Conector DB25 fêmea (ISO2110 Amd. 1) no painel traseiro do equipamento. Podem ser fornecidos cabos adaptadores para V.35 (ISO2593) ou V.36/V.11 (ISO4902). Nestes cabos, o conector DB25 é macho e os conectores para V.35 e V.36/V.11 são fêmeas. Pinagem ver 3.1 e 3.2.

2.5 Interface G.703

Conectores BNC e DB9 fêmea no painel traseiro. A saída do sinal G.703 do conversor está disponível no conector BNC OUT, ou entre os pinos 1 e 6 do DB9.

A entrada do sinal G.703 do conversor está disponível no conector BNC IN, ou entre os pinos 5 e 9 do DB9.

G.703 75 WW

G.703 120 W

G.703 75 WW

V.35-V.11

IN

IN

OUT

OUT

pinagem ISO2110 Amd.1

G.703 120 W G.703 75 WW V.35-V.11 IN IN OUT OUT pinagem ISO2110 Amd.1 93 36
G.703 120 W G.703 75 WW V.35-V.11 IN IN OUT OUT pinagem ISO2110 Amd.1 93 36
G.703 120 W G.703 75 WW V.35-V.11 IN IN OUT OUT pinagem ISO2110 Amd.1 93 36

93

36

a 253 Vac

a 72 Vdc

Figura 3. Painel traseiro

DM704CC

CONVERSOR FRACIONAL G.703-G.704 x V.35-V.11

SÉRIE II

BERT

LAL

LDL

LDR

ALIM 104 109 103 105 TESTE ERRO RD SYNC TD RTS
ALIM
104
109
103
105
TESTE
ERRO
RD
SYNC
TD
RTS

Figura 4. Painel frontal

2.6 Normas atendidas

ITU-TS:

V.36, V.11, V.35, V.24

Telebrás:

G.703, G.704, G.706, G.732, G.823 225-100-706 na parte relativa a interface G.703

225-540-730

225-540-740

2.7 Painel frontal

Apresenta leds de:

ALIM: Alimentação DC

103: Aceso indica condição de espaço no CT103

104: Aceso indica condição de espaço no CT104

105: Aceso indica condição de ON no CT105

109: Aceso indica condição de ON no CT109

TESTE: Aceso indica que o conversor está em TESTE

ERRO: Aceso indica que está ocorrendo um ERRO

Apresenta teclas de:

BERT: Insere seqüência 511 (2 9 -1) no canal de saída da G.703 e recebe seqüência no canal de entrada da G.703

LAL: Ativa o Laço Analógico Local

LDL: Ativa o Laço Digital Local, tanto para o lado da G.703 como para o lado da V.35 ou V.36/V.11

LDR: Gera pedido de Laço Digital Remoto, conforme Rec. V.54

Apresenta serigrafia com nome do fabricante e indicação do modelo.

2.8 Características elétricas da interface G.703 para cabo

coaxial

Velocidade: 2048kbit/s +/- 50ppm

Formato do pulso: retangular

Número de pares em cada sentido de transmissão: 1 par coaxial

Impedância nominal: 75 Ohms resistivos

Tensão de pico de um pulso: 2.37V +/-0.237V

Tensão de pico de um espaço: 0V +/- 0.237V

Duração nominal do pulso: 244 nanosegundos

Relação entre as amplitudes dos pulsos positivo e negativo no ponto médio de uma largura de pulso: de 0.95 a 1.05

Relação entre as larguras dos pulsos positivo e negativo em meia amplitude nominal: de 0.95 a 1.05

2.9 Características elétricas da interface G.703 para par

trançado

Velocidade: 2048kbit/s +/- 50ppm

Formato do pulso: retangular

Número de pares em cada sentido de transmissão: 1 par simétrico

Impedância nominal: 120 Ohms resistivos

Tensão de pico de um pulso: 3V +/-0.3V

Tensão de pico de um espaço: 0V +/- 0.3V

Duração nominal do pulso: 244 nanosegundos

Relação entre as amplitudes dos pulsos positivo e negativo no ponto médio de uma largura de pulso: de 0.95 a 1.05

Relação entre as larguras dos pulsos positivo e negativo em meia amplitude nominal: de 0.95 a 1.05

3 -

INTERFACES DIGITAIS V.35 E V.36/V.11

3.1 Interface V.35

Nesta interface, os sinais de dados e relógios são do tipo diferencial balanceados, de acordo com o apêndice II da recomendação V.35. Os sinais de controle seguem as características da recomendação V.28.

A Tabela 1 apresenta os sinais do conversor e sua pinagem, tanto no

conector DB25 fêmea (ISO2110 Amd. 1) no painel traseiro do gabinete, quanto no conector fêmea de 34 pinos (ISO2593) do cabo adaptador.

O conector DB25 segue a recomendação ISO2110 Amd. 1.

Note a facilidade do ETD fornecer sincronismo para recepção de dados do conversor DM704C através do CT128. Para seu funcionamento correto, é necessário que o relógio fornecido pelo ETD esteja sincronizado com o sinal G.703 na entrada do conversor DM704C, mesmo que em submúltiplos de 2048 kbit/s.

3.2 Interface V.36/V.11

Nesta interface, os sinais de dados e relógios são do tipo diferencial balanceados, de acordo com a recomendação V.11 do ITU-TS. A Tabela 2 apresenta os sinais do conversor e sua pinagem, tanto no conector DB25 fêmea (ISO2110 Amd. 1) no painel traseiro do gabinete, quanto no conector fêmea de 37 pinos (ISO4902) do cabo adaptador.

O conector DB25 segue a recomendação ISO2110 Amd. 1.

CT141 e CT142 são compatíveis com a

recomendação V.10.

Nesta interface também há a facilidade do ETD fornecer sincronismo para recepção de dados do conversor DM704C. Os mesmos requisitos da V.35

se aplicam aqui.

Os

sinais

CT107,

CT140,

Tabela 1 . Tabela de pinagem para V.35

CT

Função

Sinal

DB25

M34

Origem

ISO

ISO

do sinal

2110

2593

Amd.

1

101

Terra de proteção

P.

Gnd

1

A

 

102

Terra de sinal

S.

Gnd

7

B

 

103

Dados transmitidos

TDa

2

P

ETD

TDb

14

S

104

Dados recebidos

RDa

3

R

Conversor

RDb

16

T

105

Pedido p/ enviar

RTS

4

C

ETD

106

Pronto p/ enviar

CTSa

5

D

Conversor

107

Modem pronto

DSR

6

E

Conversor

108

Terminal pronto

DTR

20

H

ETD

109

Interf. E1 sincronizada

DCD

8

F

Conversor

113

Relógio de transmissão do ETD

XTCa

24

U

ETD

XTCb

11

W

114

Relógio de transmissão

TCa

15

Y

Conversor

TCb

12

a/AA

115

Relógio de recepção

RCa

17

V

Conversor

RCb

9

X

140

Pedido de Laço Digital Remoto

 

21

N

ETD

141

Pedido de Laço Analógico Local

 

18

L

ETD

142

Indicador de teste

 

25

n/NN

Conversor

128

Relógio externo de Recepção

ERCa

22*

 

ETD

ERCb

23*

* Na ISO2110 Amd 1 os pinos ERCa e ERCb correspondem respectivamente a CT125 e CT102-B.

Tabela 2 . Tabela de pinagem para V.36/V.11

CT

Função

Sinal

DB25

DB37

Origem do

ISO

ISO

sinal

2110

4902

Amd.

1

101

Terra de proteção

P.

Gnd

1

1

 

102

Terra de sinal

S.

Gnd

7

19

 

103

Dados transmitidos

TDa

2

4

ETD

TDb

14

22

104

Dados recebidos

RDa

3

6

Conversor

RDb

16

24

105

Pedido p/ enviar

RTSa

4

7

ETD

RTSb

19

25

106

Pronto p/ enviar

CTSa

5

9

Conversor

CTSb

13

27

107

Modem pronto

DSR

6

11

Conversor

108

Terminal pronto

DTR

20

12

ETD

109

Interf. E1 sincronizada

DCDa

8

13

Conversor

DCDb

10

31

113

Relógio de transmissão do ETD

XTCa

24

17

ETD

XTCb

11

35

114

Relógio transmissão

TCa

15

5

Conversor

TCb

12

23

115

Relógio de recepção

RCa

17

8

Conversor

RCb

9

26

140

Pedido de Laço Digital Remoto

 

21

14

ETD

141

Pedido de Laço Analógico Local

 

18

10

ETD

142

Indicador de teste

 

25

18

Conversor

128

Relógio externo de Recepção

ERCa

22*

 

ETD

ERCb

23*

* Na ISO2110 Amd 1 os pinos ERCa e ERCb correspondem respectivamente a CT125 e CT102-B.

4

-

INTERFACE G.703 – G.704

Neste capítulo, descrevemos as estruturas definidas pela recomendação G.704, para uniformizar termos e propiciar um melhor entendimento do funcionamento, configuração dos parâmetros e aplicação do conversor DM704C. Note que um sinal G.703 a 2048kbit/s com estrutura de quadros em acordo com G.704, é também chamado de sinal E1.

4.1 Estrutura de quadros G.704

A interface trabalha a uma velocidade nominal de 2048 kbit/s, com os bits agrupados em frames. Cada frame é constituído de 256 bits, arranjados em 32 timeslots de 8 bits cada. A taxa de repetição de frame é 8000 vezes por segundo, obtendo-se uma taxa de 64kbit/s para cada timeslot. O número de timeslots disponíveis para o usuário é no máximo 31, porque o timeslot 0 é utilizado para sincronismo de frame. Em aplicações de telefonia com sinalização por canal associado (CAS), são disponíveis apenas 30 timeslots, pois o timeslot 16 transporta a sinalização CAS. A estrutura de frame pode ser vista na Figura 5.

Os frames são organizados em estruturas maiores, chamadas multiframe. Todo sinal E1 é organizado em multiframes de 2 frames, onde o primeiro frame contém o sinal de alinhamento de frame (FAS) e o segundo frame não contém sinal de alinhamento de frame (NFAS).

Tabela 3 . Estrutura Multiframe

Frames Alternados

 

Número do bit

 
 

1

2

 

3

 

5

4 6

   

7 8

Frame contendo o Sinal de Alinhamento de Frame

Si

0

 

0

 

1

1 0

   

1 1

Nota 1

Sinal de Alinhamento de Frame

 

Frame não contendo o Sinal de Alinhamento de Frame

Si

1

 

A

S

a4

S

a5

S

a6

S

a7

S

a8

Nota 1

Nota 2

 

Nota 3

 

Nota 4

 

1. Si – bit reservado para uso internacional. Usualmente setado em 1, exceto quando é utilizado CRC4 como será visto adiante.

 

2. Bit sempre setado em 1.

3. Indicação de alarme remoto. Se operação normal, setado em 0, em alarme seta em 1. Caso o receptor do conversor perca sincronismo de frame, este bit é transmitido em 1.

 

4. Para usos específicos. Usualmente bits setados em 1.

 

Além deste multiframe básico, que está sempre presente, pode haver outros dois tipos de multiframe, completamente independentes entre si e superpostos ao multiframe básico:

Multiframe CRC4 é formado por 16 frames e utiliza o bit Si do timeslot 0 dos frames para o procedimento de Cyclic Redundancy Check-4, que permite avaliar a qualidade de transmissão. Este multiframe sempre começa em um frame que possua FAS. A estrutura de multiframe é identificada por uma estrutura de seis bits chamado de sinal de alinhamento de multiframe CRC4, que se encontra nos frames impares. Nos dois últimos frames ímpares são transmitidos sinais de erro de sub- multiframe. Bit E do frame 13 (E13) corresponde ao erro ocorrido no sub-multiframe I e E15 corresponde ao erro ocorrido no sub-multiframe II. Nos frames pares, nos quais está o FAS, são transmitidos os quatro

bits de checagem (CRC) calculados do sub-multiframe anterior. A Tabela 4 apresenta a estrutura de multiframes CRC4.

Multiframe CAS (Channel Associated Signaling) é geralmente usado em linhas que transmitem canais de voz. Seu alinhamento de multiframe é realizado pelo timeslot 16, sem nenhuma relação com possível multiframe CRC4. A Tabela 5 apresenta a estrutura de multiframes CAS.

As estruturas CAS e CRC4 são totalmente independentes entre si e podem ser desabilitadas individualmente pelo usuário.

No caso de sinalização por canal comum, o timeslot 16 é utilizado. O método de alinhamento de sinal dentro deste canal é parte do protocolo de sinalização em uso.

O Conversor DM704C pode trabalhar também no modo sem frame, onde os dados são repassados diretamente de uma interface para a outra. Os dados são passados bit a bit, sem procura de sincronismo. Neste caso a interface digital deve também operar a 2048kbit/s.

caso a interface digital deve também operar a 2048kbit/s. Figura 5. Estrutura de frame E1 da

Figura 5. Estrutura de frame E1 da Rec. G.704 do ITU

Tabela 4 . Estrutura de Multiframe com CRC4

SMF

Frame #

 

Bits 1 a 8 do timeslot 0 de cada frame

 
   

1

2

3

 

5

4 6

   

7 8

   

0 C1/Si

0

0

 

1

1 0

   

1 1

 

1 0/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

 

2 C2/Si

0

0

1

1

0

1

1

I

 

3 0/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

 

4 C3/Si

0

0

1

1

0

1

1

 

5 1/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

 

6 C4/Si

0

0

1

1

0

1

1

 

7 0/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

   

8 C1/Si

0

0

1

1

0

1

1

 

9 1/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

 

10 C2/Si

0

0

1

1

0

1

1

II

 

11 1/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

 

12 C3/Si

0

0

1

1

0

1

1

 

13 E/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

 

14 C4/Si

0

0

1

1

0

1

1

 

15 E/Si

1

A

Sa4

Sa5

Sa6

Sa7

Sa8

1. SMF indica o sub-multiframe. Estas partições são usadas para o calculo do

 

CRC4.

2. O bit Si é o bit internacional.

 

3. O bit A é usado para indicar um alarme remoto (ativo em 1).

 

4. Sa4 a Sa8 são bits recomendados pelo ITU-T para uso em aplicações ponto a ponto específicas.

5. Sa4 a Sa8 devem permanecer em 1 quando não são usados e atravessam uma fronteira internacional.

6. O bit E é usado para indicar um erro de CRC4. O estado normal do bit é 1. Quando for detectado um erro de CRC4, o bit correspondente ao sub- multiframe em que foi detectado o erro é setado para 0.

7. C1 a C4 são usados para transmitir o código do CRC4.

 

8. O timeslot 0, que contém a seqüência 0011011 é definido como a palavra FAS e o timeslot 0 que não contém o FAS é o NFAS.

Tabela 5 . Estrutura de Multiframe com CAS

Frame #

 

bits 1 a 8 do timeslot 16 de cada frame

 
 

1

2

3

4

5

6

7

8

0

0

0

0

0

X0

Y

X1

X2

1

A1

B1

C1

D1

A16

B16

C16

D16

2

A2

B2

C2

D2

A17

B17

C17

D17

3

A3

B3

C3

D3

A18

B18

C18

D18

4

A4

B4

C4

D4

A19

B19

C19

D19

5

A5

B5

C5

D5

A20

B20

C20

D20

6

A6

B6

C6

D6

A21

B21

C21

D21

7

A7

B7

C7

D7

A22

B22

C22

D22

8

A8

B8

C8

D8

A23

B23

C23

D23

9

A9

B9

C9

D9

A24

B24

C24

D24

10

A10

B10

C10

D10

A25

B25

C25

D25

11

A11

B11

C11

D11

A26

B26

C26

D26

12

A12

B12

C12

D12

A27

B27

C27

D27

13

A13

B13

C13

D13

A28

B28

C28

D28

14

A14

B14

C14

D14

A29

B29

C29

D29

15

A15

B15

C15

D15

A30

B30

C30

D30

1. Ai-Di são os bits de sinalização por canal. Números de canal se referem a canais telefônicos. Os timeslots 1 a 15 e 17 a 31 correspondem aos canais telefônicos de 1 a 30.

2. X0-X2 são os bits x da norma G.704, normalmente setados em 1.

3. Y é o Remote Multiframe Yellow Alarm. Quando em 1 indica que o alarme está ativado.

4. O multiframe alignment signal (MAS) é definido como o timeslot 16 que contém a seqüência 0000xyxx e pode estar nos frames que contém FAS ou nos frames que não contém FAS.

4.2 Características elétricas

O sinal da linha E1 é codificado conforme o código HDB3 (High Density

Bipolar 3) da Rec. G.703 do ITU, que é um aperfeiçoamento da codificação AMI (Alternate Mark Inversion).

No código AMI, marca é transmitido como pulsos positivos e negativos alternados, enquanto espaços são transmitidos como nível zero de tensão. Na codificação AMI não pode ser transmitido um número muito grande de zeros, pois não havendo transições na linha, o receptor perde a temporização do sinal.

No formato HDB3, a condição de marca é codificada segundo o código AMI, porém 4 zeros (espaços) consecutivos são substituídos pela seqüência 000V ou B00V. A escolha de uma ou outra seqüência é feita de tal forma que o número de pulsos B entre pulsos V consecutivos seja ímpar, ou seja, pulsos V sucessivos são de polaridade alternada para que não seja introduzida alguma componente DC no sinal. A Figura 6 apresenta um exemplo de aplicação do código HDB3 a uma seqüência de bits.

1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 Dados
1
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
1
1
1
Dados NRZ
2048kbit/s
Codificação
B
B
B
AMI
B
B
Codificação
B
B
V
B
HDB3
B
V
B
B
Seqüência de 4 zeros
Seqüência de 4 zeros
Figura 6. Codificação HDB3 na interface de 2048 kbit/s da Rec. G.703

A interface permite utilização de cabo coaxial 75 Ohms ou par trançado de

120 Ohms. Os cabos são acoplados através de transformadores. Não há polaridade para o par trançado.

No cabo coaxial, a malha externa pode ser ligado ao terra através de estrape. Isto serve tanto para o canal de entrada (IN) como de saída (OUT). Cuidar para que o estrape não esteja na posição de aterrado quando for utilizado par trançado 120 Ohms no DB9.

A saída do sinal G.703 do conversor está disponível no conector BNC

OUT, ou entre os pinos 1 e 6 do DB9.

A entrada do sinal G.703 do conversor está disponível no conector BNC IN, ou entre os pinos 5 e 9 do DB9.

Tabela 6 . Tabela de pinagem para conector DB9 para G.703.

Função

Sinal

DB9

Origem do sinal

Dados transmitidos

OUT

1

ECD

Dados transmitidos

OUT

6

ECD

Dados recebidos

IN

5

ETD

Dados recebidos

IN

9

ETD

5

-

ESTRAPES E DIP-SWITCHES

Este capítulo descreve a função de estrapes e dip-switches. O item 5.22, apresenta uma tabela dos mesmos.

5.1 Ligação do terra de proteção com o terra de sinal

(estrape E1)

Permite ligar o terra de proteção (pino terra do conector de rede) com o terra de sinal da placa.

Posição 0-1, terras separados.

Posição 0-2, terras ligados.

5.2 Controle do CT140 (estrape E2)

Permite forçar o CT140 na condição OFF ou deixá-lo controlado pela interface.

Posição 0-1, CT140 controlado pela interface.

Posição 0-2, CT140 forçado em OFF.

5.3 Controle do CT141 (estrape E3)

Permite forçar o CT141 na condição OFF ou deixá-lo controlado pela interface.

Posição 0-1, CT141 controlado pela interface.

Posição 0-2, CT141 forçado em OFF.

5.4 Controle do CT105 (estrape E4)

Permite forçar o CT105 na condição ON ou deixá-lo controlado pela interface.

Posição 0-1, CT105 controlado pela interface.

Posição 0-2, CT105 forçado em ON.

5.5 Seleção de interface Digital (estrapes E5 a E17)

Definem se a característica elétrica da interface digital será de acordo com

a recomendação V.35 ou V.36/V.11.

Posição 0-1, selecionam V.36/V.11.

Posição 0-2, selecionam V.35.

5.6 Aterramento dos cabos coaxiais (estrapes E18 e E19)

Posição 0-1, ligar a malha externa dos cabos coaxiais ao terra de sinal.

E18 corresponde a linha de OUT.

E19 corresponde a linha de IN.

Cuidar para que o estrape não esteja na posição de aterrado quando for utilizado par trançado 120 Ohms no DB9.

5.7 Seleção do cabo na interface G.703 (estrapes E22 e

E23)

Posição 0-1, seleciona para ser utilizado o par trançado. Ou seja, trabalha na interface G.703 com impedância equivalente a 120 Ohms.

Posição 0-2, seleciona para ser utilizado o cabo coaxial. Ou seja, trabalha na interface G.703 com impedância equivalente a 75 Ohms.

ATENÇÃO: o estrape E22 ou E23 é encontrado somente em algumas

versões do equipamento. Neste caso deve ser configurado de acordo com

a DIP B6. Caso o equipamento não apresente estes estrapes, a seleção do tipo de cabo na interface G.703 é realizada somente pela DIP B6.

5.8 Seleção de velocidade (dip-switches A1 a A5)

As DIPs A1 a A5 selecionam a velocidade na interface V.35 ou V.36/V.11.

Quando as chaves estão todas em OFF, a interface V.35 ou V.36/V.11 trabalhará a 2048kbit/s (32 canais). Neste caso, os dados serão transmitidos e recebidos sem procura de sincronismo de frame. As

configurações setadas nas dip-switches B1 a B3, B5, C1, C2 e C4 a C5 serão ignoradas.

Quando uma ou mais das chaves estiver em ON, a interface trabalhará com o número de canais setados pela seqüência de chaves. O número de canais será o mesmo que o número binário escrito pelas chaves, isto pode ser visto mais facilmente na tabela de velocidades a seguir. O led 109 segue o comportamento descrito na tabela Tabela 13.

Tabela 7 . Tabela de configuração da velocidade da interface digital

A1

A2

A3

A4

A5

Número de

Velocidade

canais

(kbit/s)

OFF

OFF

OFF

OFF

OFF

 

32 2048

OFF

OFF

OFF

OFF

ON

 

1 64

OFF

OFF

OFF

ON

OFF

 

2 128

OFF

OFF

OFF

ON

ON

 

3 192

OFF

OFF

ON

OFF

OFF

 

4 256

OFF

OFF

ON

OFF

ON

 

5 320

OFF

OFF

ON

ON

OFF

 

6 384

OFF

OFF

ON

ON

ON

 

7 448

OFF

ON

OFF

OFF

OFF

 

8 512

OFF

ON

OFF

OFF

ON

 

9 576

OFF

ON

OFF

ON

OFF

 

10 640

OFF

ON

OFF

ON

ON

 

11 704

OFF

ON

ON

OFF

OFF

 

12 768

OFF

ON

ON

OFF

ON

 

13 832

OFF

ON

ON

ON

OFF

 

14 896

OFF

ON

ON

ON

ON

 

15 960

ON

OFF

OFF

OFF

OFF

 

16 1024

ON

OFF

OFF

OFF

ON

 

17 1088

ON

OFF

OFF

ON

OFF

 

18 1152

ON

OFF

OFF

ON

ON

 

19 1216

ON

OFF

ON

OFF

OFF

 

20 1280

ON

OFF

ON

OFF

ON

 

21 1344

ON

OFF

ON

ON

OFF

 

22 1408

ON

OFF

ON

ON

ON

 

23 1472

ON

ON

OFF

OFF

OFF

 

24 1536

ON

ON

OFF

OFF

ON

 

25 1600

ON

ON

OFF

ON

OFF

 

26 1664

ON

ON

OFF

ON

ON

 

27 1728

ON

ON

ON

OFF

OFF

 

28 1792

ON

ON

ON

OFF

ON

 

29 1856

ON

ON

ON

ON

OFF

 

30 1920

ON

ON

ON

ON

ON

 

31 1984

5.9 Seleção de relógio (dip-switches A6 e A7)

Definem o relógio utilizado pelo conversor na interface G.703, que pode ser interno (A6=OFF, A7=ON), externo (A6=ON, A7=OFF), externo com CT104 sincronizado segundo CT113 (A6=ON, A7=ON) ou regenerado

(A6=OFF,A7=OFF).

O relógio interno é obtido do oscilador a cristal do próprio conversor, com

precisão de 50ppm.

O relógio externo é fornecido pelo ETD através do CT113, na interface

digital. O ETD deve fornecê-lo com precisão de 50ppm. Quando operando com relógio externo, o conversor comuta automaticamente para relógio interno durante o período em que falte relógio no CT113, mas isto pode ocasionar erros na seqüência de transmissão, durante a comutação.

O relógio externo com CT104 sincronizado segundo CT113 opera de forma

semelhante ao relógio externo, mas neste modo os dados (CT104) da interface V.35 ou V.36/V.11 são transmitidos ao ETD sincronizados pelo relógio externo CT113. A comutação para relógio interno é automática durante o período em que falte relógio no CT113, mas isto pode ocasionar erros na seqüência de transmissão durante a comutação.

O relógio regenerado é obtido a partir do sinal G.703 que entra na linha IN

do conversor, tendo a mesma precisão do equipamento que fornece o sinal G.703 (deve ser de 50ppm). Quando operando com relógio regenerado, o conversor comuta automaticamente para relógio interno durante o período

em que falte sinal G.703 na entrada do conversor.

Para informações adicionais consulte o item 7.4.

5.10 Habilitação de LDR - Laço Digital Remoto (DIP A8)

Em ON, habilita o pedido de laço remoto pela G.703.

Em OFF, se for detectado algum pedido de laço remoto na linha de entrada (IN), este será ignorado e o conversor continuará trabalhando normalmente.

5.11 Emulação de CAS (DIP B1)

Em ON, habilita a emulação de CAS (Channel Associated Signaling). Quando habilitado, o timeslot 16 não passa dados da interface digital. Nele é transmitido um sinal fixo de CAS, apenas para que outro equipamento

possa detectar sincronismo de multiframe CAS. Deste modo é possível transmitir no máximo 30 canais de 64kbit/s. O CT109 só será ativado se o conversor detectar o multiframe do CAS no canal de entrada e estiver sincronizado com o mesmo.

Seqüência de sincronismo de multiframe, enviado no frame 0 e ABCD, relativos aos canais de voz nos frames 1 a 15:

Tabela 8 . Tabela descrevendo timeslots do CAS

TS1

 

0 0

0

0

 

X Y

X

X

TS2 a TS16

A B

 

C

D

A B

 

C

D

onde X=1, Y=0, B=1, C=0, D=1.

A=0, para canais que estão sendo utilizados.

A=1, para canais que não estão sendo utilizados.

Quando habilitado, pode transmitir-se no máximo 30 canais de 64kbit/s com link seqüencial.

Quando habilitado o CT109 só será ativado se o conversor detectar o multiframe do CAS no canal de entrada e estiver sincronizado com o mesmo. Caso contrário o sinal permanecerá desativado. O sincronismo depende também do sincronismo de frame e sincronismo do CRC4 (se estiver habilitado).

5.12 Habilitação do Timeslot 16 (DIP B2)

Em ON, habilita a utilização do timeslot 16 pelo usuário, para transmissão de dados.

Quando habilitado, pode transmitir-se no máximo 31 canais de 64kbit/s com link seqüencial.

Em OFF, o timeslot 16 não pode ser utilizado pelo usuário e neste será transmitido IDLE.

Quando o cascateamento estiver habilitado e o timeslot 16 estiver desabilitado, os dados recebidos neste timeslot serão retransmitidos na

G.703.

Quando desabilitado, pode transmitir-se no máximo 30 canais de 64kbit/s com link seqüencial.

5.13 Habilitação do CRC4 (DIP B3)

Em ON, habilita a utilização do CRC4 (Cyclical Redundancy Check). Quando habilitado, o CT109 só será ativado se o conversor detectar o CRC4 no canal de entrada e estiver sincronizado com o mesmo. O sincronismo depende também do sincronismo de frame e sincronismo do CAS (se estiver habilitado).

Em OFF, desabilita a detecção do CRC4 (Cyclical Redundancy Check).

O DM704C série II sempre transmite CRC4.

5.14 Habilitação do relógio externo de recepção - CT128

(DIP B4)

Permite habilitar ou desabilitar o relógio externo de recepção (fornecido pelo ETD). O relógio de recepção será chaveado automaticamente para o CT115, no caso de não haver relógio na interface.

Em ON, o relógio externo de recepção será habilitado.

Em OFF, o relógio externo de recepção será desabilitado. Será usado o sinal CT115 como relógio de recepção.

Para funcionamento correto, é necessário que o relógio fornecido pelo ETD esteja sincronizado com o sinal G.703 na entrada do conversor DM704C, mesmo que em submúltiplos de 2048 kbit/s.

5.15 Habilitação do cascateamento (DIP B5)

Em ON, o Cascateamento será habilitado. Neste modo, os canais da G.704 que não são usados transmitirão os mesmos dados recebidos.

Em OFF, o Cascateamento será desabilitado e nos canais não usados será transmitido IDLE.

5.16 Seleção do tipo de cabo na G.703 (DIP B6)

Em ON, seleciona para ser utilizado o par trançado. Ou seja, trabalha na interface G.703 com impedância equivalente a 120 Ohms.

Em OFF, seleciona para ser utilizado o cabo coaxial. Ou seja, trabalha na interface G.703 com impedância equivalente a 75 Ohms.

Caso o equipamento possua os estrapes E22 ou E23, devem ser configurados de acordo com a DIP B6.

5.17 Habilitação do painel (DIP B7)

Em ON, as teclas de teste são habilitadas para funcionamento normal.

Em OFF, as teclas de teste são desabilitadas, ou seja, podem ser pressionadas que nada ocorrerá. Esta função é útil para evitar interrupções indevidas no funcionamento normal do link.

5.18 Teste de fábrica (DIP B8)

Utilizada na fabricação dos conversores. Deve permanecer sempre em OFF. Se o conversor for ligado com esta dip-switch em ON, o conversor só sairá do estado de teste desligando a alimentação e setando novamente para OFF.

5.19 IDLE (dip-switches C1 e C2)

Determina a palavra a ser transmitida nos canais que não estão sendo utilizados. As configurações possíveis para a palavra de IDLE são apresentadas na Tabela 9.

Quando setada para 0x00h será enviado tudo ESPAÇO. Quando setada para 0xFFh será enviado tudo MARCA.

Usualmente deve ser enviado marca nos canais não utilizados, isto é, C1 e C2 devem ficar em OFF.

Tabela 9 . Tabela de configuração da palavra de IDLE

C1

C2

Palavra

Palavra binária MSB – LSB

ON

ON

0x00h

00000000

OFF

ON

0x0Fh

00001111

ON

OFF

0xAAh

10101010

OFF

OFF

0xFFh

11111111

5.20 Geração de AIS (DIP C3)

Quando estiver em ON, o conversor transmitirá um sinal de AIS sempre que o sinal DTR (CT108) estiver em OFF. Quando o conversor estiver realizando qualquer teste de laço ou utilizando a facilidade de BERT, o sinal DTR (CT108) será ignorado.

Na posição OFF, o conversor 704 não envia AIS. Exceto para aplicações específicas, recomendamos manter esta dip-switch em OFF.

AIS é abreviação de Alarm Indication Signal (sinal de indicação de alarme)

e consiste na transmissão de marca (1 digital) continuamente na interface G.703, o que causa a perda de sincronismo de frame G.704. AIS pode ser detectado pelo conversor remoto.

5.21 Canal inicial (dip-switches C4 a C8)

Quando o cascateamento estiver habilitado, esta DIP indicará a partir de

qual canal na G.704 serão inseridos os canais programados. O canal inicial

é independente do timeslot 16 estar habilitado ou não. Deve-se apenas

somar o número total de canais já utilizados nos conversores que estão antes na cascata (no anel), sem relacioná-los com os timeslots.

Exemplo: Dois conversores em cascata. O 1 o utiliza 18 canais (1152k) e o 2 o utiliza 8 canais (512k). No 1 o selecione canal inicial = 1 e no 2 o canal inicial = 19, independente da utilização ou não do timeslot 16. Apenas tome cuidado para caso o timeslot 16 esteja habilitado em um dos conversores, também esteja no outro.

Tabela 10 . Tabela de configuração do canal inicial

C4

C5

C6

C7

C8

Canal inicial

OFF

OFF

OFF

OFF

ON

1

OFF

OFF

OFF

ON

OFF

2

OFF

OFF

OFF

ON

ON

3

OFF

OFF

ON

OFF

OFF

4

OFF

OFF

ON

OFF

ON

5

OFF

OFF

ON

ON

OFF

6

OFF

OFF

ON

ON

ON

7

OFF

ON

OFF

OFF

OFF

8

OFF

ON

OFF

OFF

ON

9

OFF

ON

OFF

ON

OFF

10

OFF

ON

OFF

ON

ON

11

OFF

ON

ON

OFF

OFF

12

OFF

ON

ON

OFF

ON

13

OFF

ON

ON

ON

OFF

14

OFF

ON

ON

ON

ON

15

ON

OFF

OFF

OFF

OFF

16

ON

OFF

OFF

OFF

ON

17

ON

OFF

OFF

ON

OFF

18

ON

OFF

OFF

ON

ON

19

ON

OFF

ON

OFF

OFF

20

ON

OFF

ON

OFF

ON

21

ON

OFF

ON

ON

OFF

22

ON

OFF

ON

ON

ON

23

ON

ON

OFF

OFF

OFF

24

ON

ON

OFF

OFF

ON

25

ON

ON

OFF

ON

OFF

26

ON

ON

OFF

ON

ON

27

ON

ON

ON

OFF

OFF

28

ON

ON

ON

OFF

ON

29

ON

ON

ON

ON

OFF

30

ON

ON

ON

ON

ON

31

5.22 Tabela de estrapes e dip-switches

Tabela 11 . Tabela de estrapes da placa principal

ESTRAPE

FUNÇÃO

OPERAÇÃO

POSIÇÃO

E1

Ligação entre terra de proteção e terra de sinal

Separados

0-1

Ligados

0-2

E2

Controle do CT 140

Controlado p/ interface Forçado em OFF

0-1

0-2

E3

Controle do CT 141

Controlado p/ interface Forçado em OFF

0-1

0-2

E4

Controle do CT 105

Controlado p/ interface Forçado em ON

0-1

0-2

E5 a E17

Características da interface com o ETD

V.36/V.11

0-1

V.35

0-2

E18

Aterramento da malha do cabo coaxial OUT

Aterrado

0-1

Não aterrado

0-2

E19

Aterramento da malha do cabo coaxial IN

Aterrado

0-1

Não aterrado

0-2

E22 ou

Tipo de cabo na G.703

Par trançado – 120 Ohms Cabo coaxial – 75 Ohms

0-1

E23*

0-2

* O estrape E22 ou E23 deve ser configurado conforme a dip B6. Caso o equipamento não apresente estes estrapes, a configuração do tipo de cabo na interface G.703 é realizada somente pela dip B6.

Tabela 12 . Tabela de dip-switches

DIP

FUNÇÃO

OPERAÇÃO

POSIÇÃO

A1 a A5

Velocidade de

Ver seção 5.7

Ver seção 5.7

operação

A6 e A7

Relógio de

Interno

OFF / ON ON / OFF ON / ON OFF / OFF

transmissão

Externo

Externo (CT104 sinc.CT113)

Regenerado

A8

Pedido de LDR

Aceitar

ON

Não aceitar

OFF

B1

CAS

Habilitado

ON

Desabilitado

OFF

B2

Timeslot 16

Habilitado

ON

Desabilitado

OFF

B3

CRC4

Habilitado

ON

Desabilitado

OFF

B4

CT128 (Relógio

Habilitado

ON

ext. recepção)

Desabilitado

OFF

B5

Cascateamento

Habilitado

ON

Desabilitado

OFF

B6

Interface G.703

Par trançado - 120 Ohms Cabo coaxial - 75 Ohms

ON

OFF

B7

Teclas do Painel

Habilitadas

ON

Desabilitadas

OFF

B8 *

Teste de fábrica

Deve permanecer em OFF

OFF

C1 a C2

IDLE

0x00h

ON / ON OFF / ON ON / OFF OFF / OFF

0x0Fh

0xAAh

0xFFh

C3

Geração de AIS

Habilitado

ON

Desabilitado

OFF

C4 a C8

Canal inicial

 

binário, C4 MSB

Ex. canal 5 Ex. canal 22

OFF/OFF/ ON/OFF/ON

ON/OFF/ ON/ON/OFF

* O conversor deve ser ligado com esta dip-switch na posição OFF. Para operação normal manter a dip B8 em OFF.

Localização dos estrapes e dip-switches

Dip Switches A, B e C E1 E2 a E17 E18, E19, E22 e E23
Dip Switches
A, B e C
E1
E2 a E17
E18, E19,
E22 e E23

Figura 7. Localização dos estrapes e dip-switches

6

-

DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO

6.1 Sinais da interface digital e indicadores luminosos

CT103 (TD) é o sinal de dados fornecido pelo ETD, que será transmitido pela linha OUT da interface G.703. Se o sinal CT106 estiver em OFF, será transmitido marca.

CT104 é o sinal de dados recuperados da linha IN da interface G.703 e fornecido ao ETD.

CT105 é um sinal de controle gerado pelo ETD, que indica um pedido para transmitir. Pode ser forçado para ON através do estrape E4.

CT106 é um sinal de controle gerado pelo conversor, indicando que o conversor está pronto para transmitir. No Conversor DM704C série II, o CT106 segue o CT105 com atraso menor que 2ms, a não ser que seja acionado algum teste que altere seu comportamento.

CT107 é um sinal de controle gerado pelo conversor, indicando que o conversor está pronto para operar. Em funcionamento normal permanece ativo, exceto quando a seqüência de BERT é acionada ou quando é recebido um pedido de ativação de laço.

CT108 (DTR) é um sinal de controle gerado pelo ETD. Quando o sinal DTR estiver em OFF será transmitido um sinal de AIS na interface G.703.

Quando o conversor estiver realizando qualquer teste de laço ou utilizando

a facilidade de BERT, o sinal DTR (CT108) será ignorado. Pode ser desabilitado desativando-se a geração de AIS.

CT109 é um sinal de controle gerado pelo conversor, indicando que está sendo detectada portadora na linha IN da interface G.703 e o receptor está sincronizado com a estrutura G.704, incluindo CRC4 e CAS quando habilitadas.

Para 32 CANAIS: O sinal CT109 detectará somente a portadora. Enquanto

o conversor não detectar a portadora na linha IN, o sinal se manterá

desativado. Enquanto for detectada a portadora na linha IN, o sinal se manterá ativado.

CT113 é o relógio de transmissão fornecido pelo ETD. Quando utilizado relógio externo, este sinal deve estar na mesma taxa selecionada pelas dips A1 a A5.

CT114 é o relógio de transmissão utilizado pelo conversor, estando sincronizado com o relógio de transmissão da linha OUT da interface G.703. Pode ser gerado a partir da referência externa (CT113), referência interna ou pelo relógio regenerado da interface G.703. Sua direção é do conversor para a interface V.35 ou V.36/V.11 (ETD).

CT115 é o relógio de recepção recuperado da linha IN da interface G.703. Sua taxa será selecionada pelas dips A1 a A5. A direção é do conversor para a interface V.35 ou V.36/V.11 (ETD).

CT140 é um pedido de Laço Digital Remoto gerado pelo ETD. A ativação deste sinal gera um pedido do teste através da linha OUT. Este sinal pode ser forçado para OFF através do estrape E2.

CT141 é um pedido de Laço Analógico Local gerado pelo ETD. A ativação do sinal inicia o teste. Este sinal pode ser forçado para OFF através do estrape E3.

CT142 permanece ativo enquanto o conversor está em teste. Sua direção é do conversor para a interface V.35 ou V.36/V.11 (ETD).

CT128 é o relógio externo para recepção de dados na interface V.35 ou V.36/V.11. Este modo está sempre disponível e quando faltar relógio na interface, este será chaveado automaticamente para o CT115. Pode ser desabilitado setando a dip B4 para OFF, e neste caso será usado o CT115 como referência.

Led ALIM, acende quando o equipamento está ligado.

Led 104 acende quando o sinal CT104 estiver em espaço (0 binário).

Led 109 é o indicador do sinal CT109. Acende quando o sinal estiver em ON.

Para 32 CANAIS: O led 109 acompanhará o sinal CT109. Enquanto o conversor não detectar a portadora na linha IN, o led se manterá desligado. Enquanto for detectada a portadora na linha IN, o led se manterá ligado.

Para NxCANAIS: Enquanto o conversor não tiver portadora na linha IN, o led se manterá desligado. Com portadora o led segue o comportamento descrito na Tabela 13.

Tabela 13. Comportamento do led 109

Precedência

Estado

Comportamento do led 109

1

Sem portadora

Desligado

2

Recebendo AIS

Led desligado, piscando 2 vezes por segundo

3

Com portadora sem sincronismo de frame

Led desligado, piscando 1 vez por segundo

4 (*1)

Com sincronismo de frame sem sincronismo de CAS

Led ligado, piscando 1 vez por segundo

5 (*2)

Com sincronismo de frame sem sincronismo de

Led ligado, piscando 2 vezes por segundo

CRC4

6

Recebendo indicação de alarme do remoto

Led ligado, piscando 1 vez a cada dois segundos

7

Com sincronismo de frame, CAS (*1) e CRC4(*)

Ligado

* 1: Somente quando CAS estiver habilitado

* 2: Somente quando CRC4 estiver habilitado

Se o led ERRO e o led 109 ficarem piscando alternadamente quando o equipamento for ligado ou for realizada alguma modificação nas dip- switches, é porque houve algum erro de programação das mesmas. O erro pode ser no número de canais ou canal inicial. As dip-switches podem ser reconfiguradas sem a necessidade de desligar o equipamento, com exceção de B8 que deve ser mantida sempre em OFF.

Led 103 acende quando o sinal CT103 estiver em espaço (0 binário).

Led 105 é o indicador do sinal CT105. Se o CT105 estiver forçado o led se manterá ligado.

Led TESTE reproduz o sinal CT142. Acende quando o equipamento estiver em teste.

Quando o equipamento é ligado, o led TESTE deve permanecer ligado, piscando uma vez por segundo durante aproximadamente 5 segundos. Neste momento o equipamento está sendo configurado. Caso ocorra algum erro durante o período de configuração, o led ficará desligado e piscando uma vez a cada segundo. Nesta situação os leds 103, 104, 109 e 105 permanecem apagados.

Led ERRO acende quando um erro for detectado. Em caso de erro na programação das dip-switches, permanecerá piscando alternadamente com o led 109. No teste BERT, ver item 6.3.

6.2 Cascateamento (Drop and Insert)

Quando o cascateamento estiver habilitado, permite-se que vários conversores utilizem o mesmo link na interface G.703. Os canais utilizados serão inseridos a partir do canal inicial e os demais timeslots serão retransmitidos sem nenhuma alteração, com exceção do timeslot 0 (sincronismo).

Neste modo o conversor pode trabalhar em qualquer um dos quatro modos de relógio, com CAS, CRC4 e laços. Deve-se apenas tomar cuidado para que o clock de transmissão e recepção tenham exatamente a mesma freqüência, não necessariamente a mesma fase.

Por exemplo, temos três conversores que serão cascateados, PC1, PC2 e PC3. Para organizá-los em um mesmo link, temos que tomar certos cuidados.

Primeiro analisamos a utilização do CAS. Se algum dos conversores utilizar CAS, nos conversores restantes deve-se desabilitar o timeslot 16. Nestes casos o número total de canais será 30. Se nenhum conversor usar CAS, o timeslot 16 pode ser habilitado e o número total de canais será 31. Neste exemplo um dos conversores utiliza o CAS, portanto os outros dois conversores devem desabilitar o timeslot 16 e o número total de canais será 30. Para informações adicionais consulte o item 7.3.

Segundo, analisar quais são as velocidades de cada conversor e quantos canais cada equipamento irá necessitar. A soma dos canais não deve ultrapassar o número de canais disponíveis, determinado anteriormente. Supondo que PC1 trabalha a 640k (10 canais) com CAS, PC2 trabalha a 1024K (16 canais) e PC3 a 256K (4 canais), temos um total de 30 canais para 30 canais disponíveis.

Terceiro, distribuir os canais para cada conversor. Por exemplo, canais 1 a 10 para o PC1, canais 11 a 26 para PC2 e canais 27 a 30 para PC3.

Quarto, se algum equipamento utilizar CRC4 todos os outros devem utilizá- lo.

Então a configuração para cada conversor fica:

PC1:

Número de canais – 10;

CAS - habilitado

Timeslot 16 - Desabilitado;

Canal inicial = 1;

PC2:

Número de canais – 16;

CAS – Desabilitado;

Timeslot 16 - Desabilitado;

Canal inicial = 11;

PC3:

Número de canais – 4; · .

CAS - Desabilitado;

Timeslot 16 - Desabilitado;

Canal inicial = 27;

TS 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
TS
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10 11 12 13 14 15
16
17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
Canal
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17 18
19 20
21
22 23
24
25 26
27 28
29
30
PC1
CAS
PC2
PC3

Figura 8. Distribuição dos canais

E1 ou E1 fracional IN Rede Conversor Nx64K ETD 704C OUT IN Conversor Nx64K ETD
E1 ou
E1 fracional
IN
Rede
Conversor
Nx64K
ETD
704C OUT
IN
Conversor
Nx64K
ETD
704C OUT
IN
Conversor
Nx64K
ETD
704C OUT

Figura 9. Exemplo de aplicações do conversor

6.3 Teste de BERT

Pressionando-se a tecla BERT, é introduzido um sinal pseudoaleatório 511 (2 9 -1) na saída G.703. O sinal de entrada G.703 é monitorado por um circuito que espera também receber um padrão 511, acusando no led ERRO se algum erro for detectado.

Este teste pode ser utilizado em conjunto com um laço analógico local, um laço digital remoto ou alguma conexão física. Também é possível acionar BERT em dois conversores que se comuniquem. Neste caso, cada receptor monitora o padrão enviado pelo transmissor do outro equipamento.

Se a tecla LDL (não acionará o laço digital local) for acionada depois de acionado o BERT, caso seja detectado um erro na recepção do padrão 511