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Universidade Federal do Triângulo Mineiro Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas Departamento de Engenharia

Universidade Federal do Triângulo

Mineiro

Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas

Departamento de Engenharia Mecânica

Circuito de Filtro

Adilson Sponchiado Júnior 201210764

Eveliny Ponciano Rodrigues 201310914

Miguel Roel Ângelo 201010618

Vinícius Henrique Arantes Silva 201210634

Prof: Vinícius Abrão da Silva Marques

Disciplina: Instrumentação

Outubro 2014

Universidade Federal do Triângulo Mineiro Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas Departamento de Engenharia

Universidade Federal do Triângulo

Mineiro

Instituto de Ciências Tecnológicas e Exatas

Departamento de Engenharia Mecânica

AULA PRÁTICA 3 CIRCUITO DE FILTRO

Relatório apresentado à Universidade Federal do Triângulo Mineiro, como parte das exigências à disciplina de Instrumentação, aos alunos de Engenharia Mecânica

UBERABA, MG

OUTUBRO 2014

Resumo

Instrumentação

é

a

ciência

que

desenvolve

e

aplica

técnicas

de

medição, indicação, registro e controle de processos de fabricação, visando a

otimização e eficiência destes processos, dentro dos sistemas.

Um dos

componentes fundamentais dentro dos circuitos são os filtros, um tipo de

condicionador de sinal. Este equipamento permitirá a passagem de sinais

apenas em determinadas frequências, de acordo com o tipo de dispositivo

utilizado, eliminando assim os ruídos. Assim os resultados que são obtidos

representa com mais fieldade o que está acontecendo com o sistema. Os filtros

são divididos em passivos e ativos, de acordo com a existência ou não de uma

realimentação (fonte externa de energia), além disso, pode ser dividido em seu

tipo de utilização, por exemplo, filtro passa baixa, filtro passa alto, filtro passa

banda e filtro rejeita banda. Cada tipo de filtro é utilizado dependendo do que

se espera do sistema, por exemplo, o filtro passa-alta poderia ser utilizado para

direcionar as altas frequências a um tweeter enquanto bloqueia os sinais mais

graves que poderiam interferir ou danificar o alto-falante dentro do automóvel,

produzindo assim um som com maior qualidade. Neste relatório se encontra

informações de cada tipo de filtro, além da análise de caso e comparação entre

o filtro passivo e ativo.

1

Introdução

5

1.1 Tipos de Filtros

5

1.2 Filtro de Oitava dentro da acústica

8

2 Objetivo

8

3 Materiais e Métodos

9

3.1 Materiais

9

3.2 Metodologia

9

3.3 - Procedimento de montagem:

10

4 Resultados e Discussões

11

4.1 Filtro Passivo

11

4.2 Filtro Ativo

15

4.3 O experimental e o teórico

18

5 Conclusão

20

6 Referências Bibliográficas

22

7 Anexo

23

7.1 Código: CIRCUITO DE FILTRO PASSIVO - EXPERIMENTAL. 23

7.2 Código CIRCUITO DE FILTRO ATIVO - EXPERIMENTAL

25

7.3 Código: CIRCUITO DE FILTRO PASSA ALTA - TEÓRICO

27

1

Introdução

1.1 Tipos de Filtros

Um condicionador de sinais é um dispositivo que converte um tipo de

sinal eletrônico em outro tipo de sinal. Sua principal função é converter um sinal

que seja difícil de ser lido por instrumentação convencional em um formato que

pode ser lido mais facilmente. [1] Na execução dessa conversão, diversas

funções são utilizadas, entre elas as que mais usamos é a função de ganho e a

função de filtro. Esta, será discutida nesse trabalho.

Ruído é qualquer distúrbio ou sinal falso que tende a alterar o conteúdo

das informações, o que reduz a precisão das medidas, controles e registros,

tornando as malhas de controles mais instáveis e monos confiáveis [2]. Ou

seja, são sinais elétricos que propagam-se por um meio de transmissão e

sofrem algum tipo de perturbação.

Para se evitar ruídos no sistema, é comum utilizarmos um condicionador

de sinais do tipo filtro. Este equipamento permitirá a passagem de sinais

apenas em determinadas frequências, de acordo com o tipo de dispositivo

utilizado. Um filtro de ruídos é usado nos sinais DC, como temperatura, para

atenuar sinais de alta frequência que podem reduzir a precisão da medição,

como é o caso da figura 1 abaixo:

a precisão da medição, como é o caso da figura 1 abaixo: F IGURA 1 –

FIGURA 1 ESQUEMA DE UM FILTRO DE RUÍDOS PARA SINAIS DC [3]

Sinais AC, como vibração, geralmente requerem um tipo diferente de

filtro conhecido como filtro anti-aliasing. O filtro anti-aliasing é um filtro passa

baixa que requer uma taxa de corte muito alta, e normalmente remove

completamente todas as frequências do sinal que são maiores que a largura de

banda de entrada do equipamento. Se esses sinais não forem removidos, eles

irão aparecer erroneamente com os sinais da largura de banda de entrada do

equipamento. [4]

Existem alguns tipos de condicionadores de sinais do tipo filtro, entre

eles:

Filtro passa baixa - é um passa banda

até uma dada frequência

específica denominada de frequência de corte.

Filtro passa banda (passa faixa) - permite a passagem de uma banda

específica de frequência, atenuando baixas e altas frequências. A diferença

entre a frequência de corte superior e inferior determina a largura de banda do

filtro.

Filtro Notch - é uma variante do filtro passa faixa em que as frequências

inferiores e superiores a uma determinada frequência não são atenuadas,

enquanto que uma particular frequência é atenuada ao máximo (pode ser

visualizado como uma combinação dos filtros passa baixa e passa alta) .

Filtro Passa Alta - rejeita frequências inferiores a uma específica

frequência, ou seja, atenua baixas frequências. [5]

F IGURA 2 – E SQUEMATIZAÇÃO DOS TIPOS DE FILTROS DE RUÍDOS Além disso, os

FIGURA 2 ESQUEMATIZAÇÃO DOS TIPOS DE FILTROS DE RUÍDOS

Além disso, os filtros são considerados passivos quando são formados

apenas por dispositivos passivos, como resistores, capacitores e indutores (não

necessitam de energia externa para funcionarem) e serão considerados ativos

quando são formados por amplificadores realimentados (necessitam de uma

fonte externa de energia). Outra característica dos filtros passivos é o fato do

ganho de tensão ser sempre menor ou igual a um, já que não possuem

nenhum dispositivo ativo capaz de amplificar os sinais.[6].

A demonstração teórica da Função Resposta em Frequência de um

circuito de filtro passa alta, figura 3 está representada a seguir, considere:

a

tensão de saída,

a tensão de entrada, R sendo a resistência do resistor, I a

corrente elétrica e C a capacitância do capacitor.[7]:

Módulo:

Fase:

Sendo

A frequência de corte

é dada pela equação (1.7)

1.2 Filtro de Oitava dentro da acústica

Um decibelimetro mede o ruído dentro de uma faixa de frequências que

conseguem ser captadas pelo seu microfone de captação de ruído. O filtro de

banda de oitava, em um decibelímetro, significa uma que o instrumento tem

seletividade de medida de nível sonoro em 8 faixas diferentes, dentro da faixa

de 31,5Hz a 8kHz, desta forma é possível analisar o nível de ruído causado em

diferentes frequências.[8]

2

Objetivo

O objetivo desta aula prática é capacitar o aluno para a montagem de

circuitos eletrônicos ativos e passivos para filtrar sinais.

3

Materiais e Métodos

3.1 Materiais

Para o experimento serão utilizados os equipamentos abaixo listados:

Fonte de tensão

Gerador de sinais (Placa de áudio)

Amplificador Operacional

Protoboard

Resistores

Capacitores

Placa de aquisição

Computador

3.2 Metodologia

Montar o circuito elétrico como indicado no fluxograma na Figura 3

o circuito elétrico como indicado no fluxograma na Figura 3  Utiliza-se do Datasheet do Amplificador

Utiliza-se do Datasheet do Amplificador Operacional 741 conforme abaixo na Figura 1, para identificar as saídas e entradas;

Conectar 2 canais da placa de aquisição nos pinos dos sinais de entrada e saída do amplificador operacional

Conectar a placa de aquisição ao computador contendo o código de aquisição de sinais feito em MATLAB, o qual armazenará os dados em um arquivo .txt

Utilizar os arquivos de dados obtido para gerar gráficos através de novo código (Anexo 1)

3.3 - Procedimento de montagem:

Através de uma placa Protoboard, montou-se os seguintes sistemas

conforme ilustrado:

montou-se os seguintes sistemas conforme ilustrado: Figura 4- Filtro passivo e Filtro ativo. Fonte: Deve-se

Figura 4- Filtro passivo e Filtro ativo. Fonte:

Deve-se considerar o datasheet do Amplificador Operacional 741 conforme ilustrado a seguir:

do Amplificador Operacional 741 conforme ilustrado a seguir: Figura 5 - Amplificador operacional. Fonte: No caso

Figura 5 - Amplificador operacional. Fonte:

No caso do filtro ativo, deve-se alimentar o circuito utilizando a fonte de tensão.

Nos dois filtros, deve-se conectar o gerador de sinais à entrada do

circuito. Utilizando dois canais da placa de aquisição, deve-se conectar um na

entrada e outro na saída do circuito de filtro.

4 Resultados e Discussões

Toda a manipulação de dados foi feita utilizando o software MATLAB,

códigos em anexo.

4.1 Filtro Passivo

Nos gráfico da figura 4.1, estão representados o sinais de Entrada e

Saída no domínio do tempo do circuito passivo. O sinal é aleatório, portanto

não há como tirar nenhuma conclusão precisa destes gráficos. O máximo que

se pode observar, é que houve um ganho médio provocado pelo circuito de

filtro. Portanto faz-se necessário calcular o auto-espectro de entrada (

) e

saída (

), o espectro cruzado (

), a coerência e a Função Resposta em

Frequência (FRF)

sistema.

do sinal (H), para obter uma análise mais precisa do

Utilizando o software, o sinal que foi adquirido no domínio do tempo é

transformado para o domínio da frequência, e no domínio da frequência,

calcula-se os auto-espectros e o espectro cruzado. Na figura 4.2 estão os

gráficos do auto-espectro de entrada (

frequência.

)

e

saída (

)

no domínio da

Sinal de Entrada - Domínio do Tempo - Filtro Passivo

2 1 0 -1 -2 Amplitude [V]
2
1
0
-1
-2
Amplitude [V]
0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 tempo [s] Sinal de
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
0.9
1
tempo [s]
Sinal de Saída - Domínio do Tempo - Filtro Passivo
1
0.5
0
-0.5
-1
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
0.9
1
tempo [s]
Amplitude [V]

Figura 4.1 - Sinais de entrada e saída do circuito com filtro passivo

x 10 -3

Auto-Espectro da Entrada - Filtro Passivo

1.5 1 0.5 0 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 Gxx [V²]
1.5
1
0.5
0
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
Gxx [V²]

frequência [Hz]

Auto-Espectro da Saída - Filtro Passivo x 10 -4 4 3 2 1 0 0
Auto-Espectro da Saída - Filtro Passivo
x
10 -4
4
3
2
1
0
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
Gyy [V²]

frequência [Hz]

Figura 4.2 - Auto-espectro de entrada e saída do circuito com filtro passivo

Os gráficos continuam aleatórios, mas já é possível observar que o auto-

espectro de saída possui amplitudes muito baixas para frequências menores

que 600Hz, aproximadamente. Já para frequências maiores, o sinal de saída é

idêntico ao de entrada, exceto pelo ganho. Outro fato notável é que para toda

frequência, menor ou igual à 6399Hz, possui uma amplitude correspondente.

A figura 4.3 contém o

módulo

e

a

fase do espectro cruzado e a

coerência do sinal, ambos no domínio da frequência.

Observando os gráfico de

No gráfico da magnitude de

, fica bem claro o efeito do filtro no sinal.

a amplitude do sinal é bem menor nas baixas

frequências, quando comparada com as altas, e no gráfico da fase nota-se que

para baixas frequências há uma defasagem entre a entrada e saída. Feita

essas análises, fica claro que filtro é de passa alta.

O gráfico da coerência trata-se de uma constante igual à 1,

indicando

que o sinal é integralmente produzido pela entrada do sistema, indicando uma

ótima qualidade do experimento. [7]

O cálculo da FRF é feito segunda a seguinte equação:

Como H também é um número complexo, foi necessário traçar o gráfico

do seu módulo (magnitude) e fase. Estes gráficos estão representados na

figura 4.4.

Magnitude [dB]

Fase [graus]

Módulo do Gxy - Filtro Passivo x 10 -3 1 0.5 0 0 1000 2000
Módulo do Gxy - Filtro Passivo
x 10 -3
1
0.5
0
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
frequência [Hz]
Fase do Gxy - Filtro Passivo
200
0
-200
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
frequência [Hz]
Coerência - Filtro Passivo
1
1
1
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
fase Gxy [graus]
amplitude Gxy [V]
Coerência

frequência [Hz]

Figura 4.3 - Módulo e fase do espectro cruzado e coerência do circuito com filtro passivo

Magnitude da FRF - Filtro Passivo

-50

-100

-150

-200

passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10
passivo Magnitude da FRF - Filtro Passivo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1 10

10 0

10 1

10 2

10 3

10 4

frequência [Hz]

fase da FRF - Filtro Passivo

200

100

0

-100

-200

X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421
Y:
45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1
X: 421 Y: 45.1

10 0

10 1

10 2

10 3

10 4

frequência [Hz]

Figura 4.4 - Magnitude e fase da FRF do circuito com filtro passivo

A teoria garante que para um circuito de filtro passivo, a frequência de

corte (

) tem uma fase de 45º. Observando o gráfico da fase de H, conclui-se

que a

é de, aproximadamente, 421Hz.

Observa-se também que a magnitude do sinal é mais densa para

frequências maiores que 421 Hz, e que ela aumenta gradativamente até se

estabilizar. O que é esperado para um filtro de passa alta.

4.2 Filtro Ativo

A analise do circuito com o filtro ativo foi análoga ao do filtro passivo. O

sinal também é aleatório, portanto o sinal no domínio do tempo não nos

interessa, como foi visto na seção anterior.

A figura 4.5 estão os gráficos do auto-espectro de entrada (

( ) no domínio da frequência.

x 10 -3

Auto-Espectro da Entrada - Filtro Ativo

) e saída

2 1.5 1 0.5 0 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 Gxx [V²]
2
1.5
1
0.5
0
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
Gxx [V²]

frequência [Hz]

Auto-Espectro da Saída - Filtro Ativo x 10 -4 1 0 0 1000 2000 3000
Auto-Espectro da Saída - Filtro Ativo
x
10 -4
1
0
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
Gyy [V²]

frequência [Hz]

Figura 4.5 - Auto-espectro de entrada e saída do circuito com filtro ativo

Comparando

os

auto-espectros,

nota-se

que

o

da

saída

possui

amplitudes muito baixas para frequências baixas. Mas para frequência mais

altas, o comportamento do auto-espectro de saída se assemelha

ao da

entrada, exceto pelo ganho adquirido pelo sinal. Até aqui os dois filtros (ativo e

passivo) se assemelham muito exceto que a mudança da amplitude no

decorrer da frequência no circuito ativo é muito mais intensa do que a do

passivo.

A figura 4.6 contém os gráficos do espectro cruzado (

do sinal.

) e da coerência

Módulo do Gxy - Filtro Ativo x 10 -4 4 2 0 0 1000 2000
Módulo do Gxy - Filtro Ativo
x 10 -4
4
2
0
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
frequência [Hz]
Fase do Gxy - Filtro Ativo
200
0
-200
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
frequência [Hz]
Coerência - Filtro Ativo
1
1
1
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
fase Gxy [graus]
Coerência
amplitude Gxy [V]

frequência [Hz]

Figura 4.6 - Módulo e fase do espectro cruzado e coerência do circuito com filtro ativo

Pelos mesmos motivos do filtro passivo, o filtro ativo também é de passa

alta, mas já possível notar outra diferença entre os circuitos. Neste circuito o

gráfico da fase de

oscila entre -180º e +180º, para baixas frequências,

diferente do passivo que, em geral, oscila entre 180º e 0º. Isso ocorre pois o

Magnitude [dB]

circuito ativo está ligado a uma fonte de alimentação de ± 12 V, diferente do

passivo, que sua alimentação vem do capacitor do circuito que possui tensão

não oscilante.

Observa-se que a coerência, assim como a do circuito de filtro passivo

também é constante e igual a 1.

A figura 4.7 mostra os gráficos da FRF.

Magnitude da FRF - Filtro Ativo

-50

-100

-150

-200

da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1
da FRF. Magnitude da FRF - Filtro Ativo -50 -100 -150 -200 10 0 10 1

10 0

10 1

10 2

10 3

10 4

frequência [Hz]

fase da FRF - Filtro Ativo

200 100 X: 571 0 Y: 90 -100 -200 10 0 10 1 10 2
200
100
X:
571
0
Y:
90
-100
-200
10 0
10 1
10 2
10 3
10 4
Fase [graus]

frequência [Hz]

Figura 4.7 - Magnitude e fase da FRF do circuito com filtro ativo

A teoria garante que para um circuito de filtro ativo, a frequência de corte

tem uma fase de 90º. Observando o gráfico da fase de H, conclui-se que a

é de 571 Hz.

Observa-se também que a magnitude do sinal é mais densa para

frequências maiores que 571 Hz. O que é esperado para um filtro de passa

alta.

Comparando os dois circuitos, ativo e passivo, é possível notar que além

da maior oscilação da fase da FRF do circuito ativo, a sua magnitude varia

mais rapidamente do que a do passivo, ou seja, a eficiência do circuito ativo é

maior do que a do passivo.

Ao longo dos gráficos de magnitudes e fases, existe ruídos na amplitude,

isso provavelmente ocorreu na aquisição do sinal e/ou na montagem do

circuito. O que serviria para minimizar o erro na discretização da amostragem,

seria usar uma média de amostragem. O gráfico da coerência representa

exatamente isto, já que traça uma coerência constante, por não existir outros

valores de amostragem para serem comparados.

4.3 O experimental e o teórico

Para comparar a FRF teórica com a experimental é preciso saber os

valores do capacitor e resistor utilizados no circuito. O valor dos resistores são

tabelados, e os que foram utilizados neste experimento têm o código de cores:

Laranja-Laranja-Marrom-Ouro, que indica uma resistência 330Ω. O valor da

capacitância dos capacitores foi observada da analise dos gráficos do circuito

de Filtro Passivo.

Sabe-se que a frequência de corte (

equação:

) do circuito passivo é dada pela

sendo R a resistência do resistor (330Ω)

e

C a capacitância do

capacitor. A

obtida experimentalmente foi de 421 Hz. Isolando o C da

equação (4.2) e substituindo os valor de

e R obtemos:

Modulo [dB]

Fase [graus]

A magnitude da FRF teórica de um circuito de filtro de passa alta passivo

é dado pela equação (4.3) e sua fase pela equação (1.5).

sendo

A figura 4.8 contém o gráfico da magnitude e da fase da FRF teórica.

Comparando a FRF teórica com a experimental, observa-se que elas

possuem uma

bem próximas, validando o experimento e a teoria. E isto é

possível observar mesmo com os ruídos no sinal experimental.

Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico

0

-10

-20

-30

Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10
Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico 0 -10 -20 -30 10 0 10 1 10

10 0

10 1

10 2

10 3

10 4

Frequencia [Hz]

Fase da FRF - Filtro Passivo Teórico

100

50

0

X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X:
438
Y:
45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03
X: 438 Y: 45.03

10 0

10 1

10 2

10 3

10 4

Frequencia [Hz]

Figura 4.8 - Magnitude e fase da FRF teórico de um circuito com filtro passivo

5

Conclusão

De acordo com o experimento realizado, foi possível obter as seguintes

conclusões: os resultados experimentais e teóricos foram bem próximos

certificando que foi feito corretamente o experimento, sendo que a maior fonte

de erros provavelmente ocorreu devido aos ruídos do sinal o qual, tanto para o

filtro passivo como para o ativo, era aleatório, portanto foi necessário calcular o

auto-espectro de entrada (

)

e saída

(

), o espectro cruzado (

),

a

coerência e a Função Resposta em Frequência (FRF) do sinal (H), para obter

uma análise mais precisa do sistema.

No filtro passivo, foi possível observar que o auto-espectro de saída

possui amplitudes muito baixas para frequências menores que 600Hz, já para

frequências maiores, o sinal de saída é idêntico ao de entrada, exceto pelo

ganho. E a coerência tratou-se de uma constante igual à 1,

indicando que o

sinal é integralmente produzido pela entrada do sistema. Já a frequência de

corte (

) tem uma fase de 45º, conforme a teoria garante, e pelo gráfico da

fase de H, concluiu-se que

sinal

é

mais

densa

para

era de 421Hz, observando que a magnitude do

frequências

maiores,

e

que

ela

aumenta

gradativamente até se estabilizar. O que é esperado para um filtro de passa

alta.

No filtro ativo, comparando os auto-espectros, notou-se que o da saída

possui amplitudes muito baixas para frequências baixas, mas para frequência

mais altas, o auto-espectro de saída se assemelha ao da entrada, exceto pelo

ganho adquirido pelo sinal. O filtro ativo também é de passa alta e como a

teoria garante, a frequência de corte tem uma fase de 90º, o que se conclui que

é de 571 Hz, portanto a magnitude do sinal é mais densa para frequências

maiores. O que também é esperado para um filtro de passa alta.

6

Referências Bibliográficas

[1]

Disponível

em:

Acesso em 17 de outubro de 2014.

[2],[3] Disponível

em:

condicionamento-de-sinais-analgicos-e-sensores>. Acesso em 17 de outubro de 2014.

 

[4]

Disponível

em:

Acesso

em 17 de outubro de 2014.

 

[5]

Disponível

em:

Acesso em 17 de outubro de 2014.

[6]

Disponível

em:

sinal.html>. Acesso em 17 de outubro de 2014.

[7]

Notas

de

aula

Circuito

de

filtro,

Notas

de

aula

teórica;

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Instituto de Ciências

Tecnológicas e Exatas; Uberaba, 01/10/2014.

[8]

Disponível em: <

de Outubro de 2014.

>. Acessado dia 20

7

Anexo

7.1

Código:

EXPERIMENTAL

CIRCUITO

DE

FILTRO

PASSIVO

-

% LABORATÓRIO 3 - CIRCUITO DE FILTRO PASSIVO - EXPERIMENTAL

close all

clear all

clc

load stempo_ativo.txt load stempo_passivo.txt load sfreq_ativo.txt load sfreq_passivo.txt

% FILTRO PASSIVO

%Dominínio do tempo

figure(1) %Domínio do Tempo - Filtro Ativo

subplot(2,1,1)

plot(stempo_passivo(:,1),stempo_passivo(:,2)) %entrada title('Sinal de Entrada - Domínio do Tempo - Filtro Passivo') xlabel('tempo [s]') ylabel('Amplitude [V]') grid on

subplot(2,1,2)

plot(stempo_passivo(:,1),stempo_passivo(:,3)) %saída title('Sinal de Saída - Domínio do Tempo - Filtro Passivo') xlabel('tempo [s]') ylabel('Amplitude [V]') grid on

%Passando para o domínio da frequência (fft)

n

= length (stempo_passivo(:,1)); %nº de pontos amostrados

X

= fft(stempo_passivo(:,2))*2/n;

Y

= fft(stempo_passivo(:,3))*2/n;

%Auto-Espectros

Gxx = conj(X).* X; Gyy = conj(Y).* Y;

figure(2)

subplot(2,1,1)

plot(sfreq_passivo(:,1),Gxx(1:n/2)) %entrada title('Auto-Espectro da Entrada - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Gxx [V²]') grid on

subplot(2,1,2)

plot(sfreq_passivo(:,1),Gyy(1:n/2)) %saída title('Auto-Espectro da Saída - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Gyy [V²]') grid on

%Espectro Cruzado (Gxy) e Coerência

Gxy = conj(X).* Y; fase_Gxy = atan2(imag(Gxy(1:n/2)),real(Gxy(1:n/2))) * (180/pi);

coe = abs(Gxy).^2./(Gyy.*Gxx); % coerência

figure(3)

subplot(3,1,1)

plot(sfreq_passivo(:,1),abs(Gxy(1:n/2))) %módulo Gxy title('Módulo do Gxy - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('amplitude Gxy [V]') grid on

subplot(3,1,2)

plot(sfreq_passivo(:,1),fase_Gxy) %fase Gxy title('Fase do Gxy - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('fase Gxy [graus]') grid on

subplot(3,1,3)

plot(sfreq_passivo(:,1) , coe(1:n/2)) title('Coerência - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Coerência') grid on

%Função Resposta em Frequência (FRF) (H)

H = Gxy .* Gxx; fase = atan2(imag(H(1:n/2)),real(H(1:n/2))) * (180/pi);

figure(4)

subplot(2,1,1)

semilogx(sfreq_passivo(:,1), 10*log10(abs(H(1:n/2)))) %Magnitude

H

title('Magnitude da FRF - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Magnitude [dB]') grid on

subplot(2,1,2)

semilogx(sfreq_passivo(:,1),(fase)) %Fase H title('fase da FRF - Filtro Passivo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Fase [graus]') grid on

7.2

Código

EXPERIMENTAL

CIRCUITO

DE

FILTRO

ATIVO

-

% LABORATÓRIO 3 - CIRCUITO DE FILTRO ATIVO - EXPERIMENTAL

close all

clear all

clc

load stempo_ativo.txt load stempo_passivo.txt load sfreq_ativo.txt load sfreq_passivo.txt

% FILTRO ATIVO

%Dominínio do tempo

figure(1) %Domínio do Tempo - Filtro Ativo

subplot(2,1,1)

plot(stempo_ativo(:,1),stempo_ativo(:,2)) %entrada title('Sinal de Entrada - Domínio do Tempo - Filtro Ativo') xlabel('tempo [s]') ylabel('Amplitude [V]') grid on

subplot(2,1,2)

plot(stempo_ativo(:,1),stempo_ativo(:,3)) %saída title('Sinal de Saída - Domínio do Tempo - Filtro Ativo') xlabel('tempo [s]') ylabel('Amplitude [V]') grid on

%Passando para o domínio da frequência (fft)

n

= length (stempo_ativo(:,1)); %nº de pontos amostrados

X

= fft(stempo_ativo(:,2))*2/n;

Y

= fft(stempo_ativo(:,3))*2/n;

%Auto-Espectros

Gxx = conj(X).* X; Gyy = conj(Y).* Y;

figure(2)

subplot(2,1,1)

plot(sfreq_ativo(:,1),Gxx(1:n/2)) %entrada title('Auto-Espectro da Entrada - Filtro Ativo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Gxx [V²]') grid on

subplot(2,1,2)

plot(sfreq_ativo(:,1),Gyy(1:n/2)) %saída title('Auto-Espectro da Saída - Filtro Ativo')

xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Gyy [V²]') grid on

%Espectro Cruzado (Gxy) e Coerência

Gxy = conj(X).* Y; fase_Gxy = atan2(imag(Gxy(1:n/2)),real(Gxy(1:n/2))) * (180/pi);

coe = abs(Gxy).^2./(Gyy.*Gxx) % coerência

figure(3)

subplot(3,1,1)

plot(sfreq_ativo(:,1),abs(Gxy(1:n/2))) %módulo Gxy title('Módulo do Gxy - Filtro Ativo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('amplitude Gxy [V]') grid on

subplot(3,1,2)

plot(sfreq_ativo(:,1),fase_Gxy) %fase Gxy title('Fase do Gxy - Filtro Ativo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('fase Gxy [graus]') grid on

subplot(3,1,3)

plot(sfreq_ativo(:,1) , coe(1:n/2)) title('Coerência - Filtro Ativo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Coerência') grid on

%Função Resposta em Frequência (FRF) (H)

H = Gxy .* Gxx; fase = atan2(imag(H(1:n/2)),real(H(1:n/2))) * (180/pi);

figure(4)

subplot(2,1,1)

semilogx(sfreq_ativo(:,1), 10*log10(abs(H(1:n/2)))) %Magnitude H title('Magnitude da FRF - Filtro Ativo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Magnitude [dB]') grid on

subplot(2,1,2)

semilogx(sfreq_ativo(:,1),(fase)) %Fase H title('fase da FRF - Filtro Ativo') xlabel('frequência [Hz]') ylabel('Fase [graus]') grid on

7.3

TEÓRICO

Código:

CIRCUITO

DE

FILTRO

%FLITRO PASSIVO DE PASSA ALTA TEÓRICO

clc

clear all

close all

R=330;

C=0.0000011;

PASSA

ALTA

f=1:1:6399;

w=f.*(2*pi); %Velocidade angular

modulo=(w*R*C)./(sqrt(1.+(w*R*C).^2));

fase=atan(1./(w*R*C));

-

figure(1)

subplot(2,1,1)

semilogx(f,10*log10(modulo))

title('Magnitude da FRF - Filtro Passivo Teórico') ylabel('Modulo [dB]') xlabel('Frequencia [Hz]') grid on

subplot(2,1,2)

semilogx(f,180*fase/pi)

title('Fase da FRF - Filtro Passivo Teórico') ylabel('Fase [graus]') xlabel('Frequencia [Hz]') grid on