Sei sulla pagina 1di 35
www.navtech.com.br Soluções em Materiais Elétricos Áreas Explosivas Normas Técnicas Aplicadas Iluminação
www.navtech.com.br Soluções em Materiais Elétricos Áreas Explosivas Normas Técnicas Aplicadas Iluminação

www.navtech.com.br

Soluções em Materiais Elétricos

Áreas Explosivas
Áreas Explosivas
Soluções em Materiais Elétricos Áreas Explosivas Normas Técnicas Aplicadas Iluminação Recomendações
Soluções em Materiais Elétricos Áreas Explosivas Normas Técnicas Aplicadas Iluminação Recomendações
Soluções em Materiais Elétricos Áreas Explosivas Normas Técnicas Aplicadas Iluminação Recomendações
Soluções em Materiais Elétricos Áreas Explosivas Normas Técnicas Aplicadas Iluminação Recomendações
Normas Técnicas Aplicadas Iluminação Recomendações Eletrotécnicas Atmosfera Explosiva Metrologia a ciência
Normas Técnicas Aplicadas
Iluminação
Recomendações Eletrotécnicas
Atmosfera Explosiva
Metrologia
a ciência

Índice

Normas Técnicas Aplicadas

Grau de Proteção/Produtos de Riscos/Tipos de roteção

Iluminação

03

Fontes de Luz Artificial 04 Lâmpadas Incandescentes 04 Incandescente halógenas (IHT-LB) 05 Lâmpadas de descarga
Fontes de Luz Artificial
04
Lâmpadas Incandescentes
04
Incandescente halógenas (IHT-LB)
05
Lâmpadas de descarga
06
Lâmpadas Fluorescentes (FL)
06
Lâmpadas Fluorescentes Compactas (FC)
07
Lâmpadas Mista (LME)
08
Vapor de Mercúrio de Alta Pressão (VME)
08
Multivapores Metálicos Halógenos (MME)
09
Vapor de Sódio de Baixa Pressão (VST-B)
09
Vapor de Sódio de Alta Pressão (VSE-E VST)
09
Tabela Técnica com Desenhos de Lâmpadas
10
Recomedações Eletrotécnicas
Proteção contra choque - Classes de Proteção
Luminárias com Símbolo
13
13
Graus de Proteção
14
Atmosfera Explosiva
O
que é uma atmosfera explosiva?
17
Cuidados
18
A
Regulamentação das zonas com riscos de explosão
19
O
que é uma zona de risco?
19
Como determinar as zonas de riscos
20
Como determinar a classe de explosão e a temperatura de inflamação
segundo os locais
22
Como proceder para a escolha de um aparelho para atmosfera explosiva
24
Metrologia
a ciência
Metrologia
a ciência
28
Prefíxos e símbolos internacionais
Conversões de unidades
30
31

Normas Técnicas Aplicadas

Graus de Proteção

IEC pubric. 529 / ABNT NBR-6146 / IEC 598-1

Produtos de Risco

ABNT NBR-5363

Tipos de Proteção

Tipo de Normas Técnicas

Classificação brasileira

Europeia

Americana

Ex ABNT NBR-9518

EN 50014

IEC 79-0

Exd ABNT NBR-5363

EN 50018

IEC 79-1

Exe ABNT NBR-9883

EN 50019

IEC 79-7

Exp ABNT NBR-5420

EN 50016

IEC 79-2

Exi ABNT NBR-8447

EN 50020

IEC 79-11 ia ou ib

Exo ABNT NBR-8601

EN 50015

IEC 79-5/6

Exq ABNT NBR-8601

EN 50017

IEC 79-5

Exm EN 3125

IEC 79-15

 

Exn EN 3125

IEC 79-15

 
03
03

Fontes de Luz Artificial

As lâmpadas elétricas são agrupadas em dois

tipos

principais: incandescentes e de descargas. Em ambos os grupos, pesquisa e desenvolvimento contínuos levaram a um aumento da eficiência de todos os tipos de lâmpadas. As características e aplicações das fontes de luz artificial são informadas pelos fabricantes em seus catálogos. Nesta informação serão comentados os aspectos que afetam seu desempenho e o conseqüente consumo de energia, além de recomendações que permitem racionalizar o uso da energia elétrica. Devemos sempre que possível utilizar as lâmpadas de maior

eficiência luminosa, para que o nosso projeto ou a instalação existente seja mais eficiente e conserve energia. Outro ponto que merece atenção especial é a variação de voltagem da rede que pode afetar o consumo de energia de duas maneiras:

- se a variação for acima da nominal, o consumo de energia será maior

com a emissão de luz, encurtando a vida das lâmpadas e, conseqüentemente, aumentando nosso estoque de reposição e os custos de manutenção.

- se a variação for menor que a nominal, a potência desenvolvida será menor, perdendo luz e gerando a necessidade de aumentar o número

de pontos instalados para recuperar esta perda o que aumentará o consumo de energia elétrica.

Lâmpadas Incandescentes

A lâmpada incandescente produz luz pelo aquecimento

elétrico de um filamento a uma temperatura capaz de produzir uma radiação na parte visível do espectro. Em geral não há maiores problemas com este tipo de lâmpada, são as mais encontradas e fáceis de instalar com soquete e dois bornes de ligação. A posição não é

crítica e a luminosidade pode ser facilmente controlada com um

reostato. A tensão da rede influencia a vida de uma lâmpada e seu fluxo luminoso são determinados pela temperatura de filamento, quanto maior a temperatura deste filamento maior à eficiência da lâmpada (lumes por Watt) e menor sua vida útil aproximadamente 1.000 horas.

A lâmpada incandescente é a fonte de luz menos eficiente

produzida atualmente. A economia energética obtida no uso de lâmpadas fluorescentes, com maior eficiência de um fator 5 (w/m²), para obter um iluminamento ou iluminância equivalente.

04
04

Incandescentes halógenas (IHT-LB)

Contém elementos halógenos (iodo, flúor, bromo) em sua atmosfera interna que aquecidos iniciam o ciclo regenerativo do halógeno.

- o filamento, que opera em alta temperatura, vai evaporando e

depositando partículas de tungstênio na parede interna da ampola;

- a ampola se aquece e o elemento halógeno se evapora, combinando

quimicamente com as partículas de tungstênio evaporado, fazendo

então a limpeza da ampola;

- devido às correntes de convecção dentro da ampola, a combinação

halógeno + tungstênio toca no filamento que está em alta temperatura e é decomposta. O tungstênio retorna para o filamento e o elemento halógeno é liberado para repetir o ciclo.

Graças a este ciclo, as lâmpadas halógenas possuem:

- maior eficiência luminosa do que a lâmpada incandescente comum

para uma mesma potência e vida maior temperatura de cor, proporcionando luz "mais brancas" e uma melhor reprodução de cores

- menor depreciação do fluxo luminoso, já que o ciclo regenerativo

evita o enegrecimento do bulbo que ocorre nas lâmpadas comuns. Estas lâmpadas podem funcionar ligadas diretamente a rede elétrica, dispensando o uso de reator ou transformador.

Mesmo com 2.000 horas de vida útil, o fluxo luminoso de 25LM/W permanece constante, podendo seu fluxo luminoso ser controlado através de dimmer. A lâmpada tem uma vantagem em relação às lâmpadas de descarga de maior capacidade, quando falta energia por período curto, a lâmpada acende de imediato com toda sua capacidade, essencial em área onde há risco de vida. A vida útil da lâmpada (IHT-LB) se reduz com três fatores.

a) Lâmpadas para maiores tensões são sensíveis para vibrações, neste

caso use amortecedores fixação;

b) Sobre-tensão igual para lâmpada comum;

c) Posição da lâmpada, os tipos lapiseira com base bilateral, recomenda-se montagem horizontal na linha axial da lâmpada com uma inclinação máxima de ± 4º, porém existem normas que diferem

05
05

conforme fabricante, em alguma é permitida instalação em qualquer posição.

As lâmpadas halógenas (IHT) com bulbo duplo envelope e

base E-40, tem uma boa aplicação em instalações marítimas, este tipo

de bulbo poderá ser instalado em qualquer posição e é resistente, antivibratório e o soquete é menos sensível para corrosão em relação ao soquete tipo R7S (RSC).

- lâmpada incandescente halógenas de baixa tensão, tem alta durabilidade de até 2.000 horas de vida útil, alto rendimento luminoso (até 25LM/W), fluxo luminoso constante durante toda a sua vida, excelente reprodução cromática, construção robusta e compacta.

- lâmpada incandescente halógenas de baixa tensão (cool beam) com refletor dicrôico, tem a propriedade de refletir somente a radiação visível, desviando o calor para trás, redução de calor em 34%, seu

Lâmpadas de Descarga

A luz em uma lâmpada de descarga é produzida pela

passagem da corrente elétrica em um gás ou vapor ionizado.

Lâmpadas Fluorescentes (FL)

A lâmpada fluorescente é uma lâmpada de descarga de

baixa é uma de descarga de baixa pressão onde a luz é predominantemente produzida por pó fluorescente ativado pela

radiação ultravioleta proveniente da descarga elétrica.

tubular contém um eletrodo em cada

extremidade e vapor de mercúrio de baixa pressão com uma pequena quantidade de um gás inerte para facilitar a partida. O pó fluorescente que existe na superfície interna do bulbo determina a qualidade e a quantidade da luz emitida. Comparada com as lâmpadas incandescente, as lâmpadas fluorescentes têm vida média muito mais longa em torno de 7.500horas de funcionamento, após 5.000 horas a lâmpada tem ainda ± 80% da capacidade do fluxo luminoso LM/W. O fim de vida normal é alcançado quando o material emissivo que permaneceu em um dos filamentos é insuficiente para dar partida e sustentação ao arco. Durante o período inicial de uso (100 horas) a depreciação do fluxo luminoso emitido pela lâmpada pode ser de até 10%, sendo menor durante o resto da vida útil.

O seu

bulbo

06
06

As duas causas desta depreciação são a deterioração gradual do revestimento de fósforo e o escurecimento da superfície interna do bulbo devido ao desprendimento de emissivo dos filamentos.

A manutenção do fluxo luminoso não é muito afetada pelo

número de horas de funcionamento por partida. Efeito dos períodos de

funcionamento na vida da lâmpada: Ciclos de funcionamento mais curtos (partidas mais freqüentes) encurtam a vida das lâmpadas fluorescentes e os ciclos de funcionamento mais longos (partidas menos freqüentes) aumentam a vida. Embora a lâmpada fluorescente não seja tão sensível às alterações de tensão quanto à lâmpada incandescente, a tensão na luminária deve ser mantida dentro dos valores nominais especificados

no rótulo do reator.Uma tensão muito alta ou muito baixa pode encurtar a vida e reduzir a eficiência. Uma regra prática é que 1% de ariação na tensão de alimentação altera a emissão de lumens em cerca

d

. Lâmpadas fluorescentes podem funcionar em corrente contínua desde que se use reatores eletrônicos.

e

1

%

Efeito da temperatura: A produção de luz da lâmpada fluorescente varia consideravelmente com a mudança na temperaturas do ambiente são acompanhadas por mudanças similares na temperatura da parede do bulbo, a produção de luz é afetada por variações da temperatura ambiente. Instalações com equipamentos que removem o calor gerado no interior da luminária melhoram a emissão der luz. Entretanto, as lâmpadas em luminárias expostas ao frio excessivo podem ter seu fluxo luminoso reduzido.

Lâmpadas Fluorescentes Compactas (FC)

A lâmpada fluorescente compacta é uma lâmpada de

pequenas dimensões, com uma base especial. Necessita para o seu funcionamento de reatores e soquetes adequados conforme capacidade e tipo de lâmpada e pode ser usada para substituir lâmpadas incandescentes. Fornece o mesmo fluxo luminoso e uma boa reprodução de cores, porém consome 85% menos energia que uma lâmpada incandescente e tem uma vida útil de 8.000 horas (8 vezes mais que uma lâmpada incandescente) sendo adequada para um grande número de aplicações, como iluminação de emergência, veículos, embarcações, etc.

07
07

Lâmpada Mista (LME)

Apesar de ser lâmpada de descarga, não usa reator podendo ser ligada diretamente à rede. Isto significa que instalações de iluminação já existentes com lâmpadas incandescentes, poderão ser modernizadas utilizando lâmpadas de luz mista, que tem praticamente duas vezes a eficiência, quase cinco vezes a vida daquelas, sem custo extra de reatores, fiação ou luminárias. Entretanto, é preciso ter presente que as lâmpadas de luz mista são muito eficientes que as de vapor de mercúrio (menos da metade da eficiência) e que as de vapor de sódio de alta pressão tem menos da quarta parte da eficiência. Para decidir sobre o uso de lâmpadas de luz mista, faça o cálculo econômico-energético para determinar sua eficiência e compare-o com o das lâmpadas de vapor de mercúrio, por exemplo.

Vapor De Mercúrio De Alta Pressão (VME)

A lâmpada de vapor de mercúrio de alta pressão contém no

seu bulbo interior, eletrodos (principal e auxiliar) que no momentos de ligação produzem uma luminescência, provocando assim a formação de íons e elétrons suficientes para iniciar a descarga, a lâmpada não usa ignitor.

A luminescência é limitada por um resistor, o bulbo externo

contém um gás que mantém a temperatura da lâmpada constante. Estas lâmpadas são utilizadas normalmente para a iluminação de grandes áreas, tem uma aparência branca azulada, com uma emissão na região visível em comprimentos de onda amarelo, verde e azul, a posição da lâmpada não é crítica. Eficiência: Uma das vantagens energéticas deste tipo de lâmpada é sua grande emissão de luz. A eficiência inicial (a 100 horas de trabalho) varia entre 30 e 60 lumes por watt, conforme seja a wattagem e cor da lâmpada. Vida da lâmpada: a longa vida, em torno de 6.000 h, é uma das características adicionais, contudo a vida real em serviço depende das condições de operação e é maior se ficar acesa constantemente. A vida da lâmpada é também afetada por outras condições de funcionamento, tais como temperatura ambiente extremamente alta, são sensíveis à corte e variações de voltagem na linha, após corte de energia instantânea, leva alguns minutos para acender na potencia nominal.

08
08

Multivapores Metálicos Halógenos (MME)

São

lâmpadas

iodetos

metálicos

selecionados

cuja

construção é similar à lâmpada de mercúrio, forma elipsoidal com camada fluorescente (MME) ou em forma tubular, clara (MMT), estas lâmpadas tem um ótimo fluxo luminoso (até 85lm/w), são as mais eficientes fontes de "luz branca", reprodução de cores e baixo custo operacional a lâmpada acende por meio de reator, lâmpada vapor metálico - halógeno (MMT-LB) com ligação bilateral, reacendimento imediato possível com a lâmpada quente, usando ignitor especial, alguns modelos/fabricantes tem restrição sobre a posição da lâmpada (horizontal/vertical).

Vapor De Sódio De Baixa Pressão (VST-B)

São lâmpadas muito eficientes, produzindo até 200 lm/w e tornando o projeto muito mais econômico, esta lâmpada tem o inconveniente de ter curva de distribuição espectral monocromática na cor amarela, distorcendo totalmente as outras cores por esta razão, este tipo de lâmpada encontra sua aplicação onde à reprodução de cor é menos importante e onde o reconhecimento por contraste é predominante. Importante a posição da lâmpada, uso de ignitor dispensável, vida útil 6.000 h.

Vapor De Sódio De Alta Pressão (VSE-E VST)

A característica mais importante deste tipo de lâmpada é a sua grande eficiência luminosa, maior do que qualquer outro tipo de fonte luminosa policromática para uso generalizado. Sua aparência é de cor branco-amarelada, agradável, representando uma grande vida média 6.000h, sendo sua vida útil maior quando se usa acendimento contínuo. Um excessivo aumento de voltagem causa redução da vida da lâmpada.

Ver tabela a seguir >

09
09

Vapor De Sódio De Alta Pressão (VSE-E VST)

Lâmpada

Pot. (W) Nominal

Soquete

Fig.

Cg.

 

Max. 60

E14+B15

1

 

Incandescente

Max. 100

E25+B22

1

1

Max. 500

E40

1

Incandescente

Halógenas

300

- 1000

E40

7

IHT

300

- 1500

R7S

8

IHT-LB

20 - 50

Gx5.3

9

IHR

 

5, 7, 9 e 11

G23+2G7

2/4

FC

Fluorescente

 

13

Gx-23

2

Compacta

18, 26

2G11

4

FC-L

18, 26

G24d

3

FC-D

 

15, 18/20

G13

5

 

Fluorescente

36/40, 58/65

G13

5

FL

 

110

G13

5

Luz Mista

110-250

E27

6

LME

250-500

E40

6

Vapor Mercúrio Alta Pressão

50-125

E27

6

VME

250 400

E40

6

 

50-70

E27

6

VSE

Vapor de Sódio Alta Pressão

150-1000

E40

6

250-1000

R40

7

VST

70 150

R7S

13

VST-LB

 

250-400

FC2

13

Vapor de Sódio Baixa Pressão

18-180

BY22d

10

BST

 

400-1000

E40

6

MME

Multivapores

400-1500

E40

12

MMT-LB

Metálicos

1000

FC2

11

MMT

2000-3500

E40

13

VST-LB

Ver tabela de lâmpadas >

10
10
1 2 3 4 5 6 7
1
2
3
4
5
6
7

8

9

10

11

12

13

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
11
11

Fundamentos do Projeto de Iluminação

Cálculo de Iluminação Geral (Método das Eficiências) Seqüência de cálculo:

1 - Escolha da lâmpada adequada

2 - Escolha da luminária adequada

3 - Cálculo da quantidade de luminárias:

Para o cálculo da quantidade de luminárias, usa-se o seguinte método,

necessário para se chegar à Iluminância Média (Em) exigida por norma.

Sendo:

n =quantidade de lâmpadas

ϕ =fluxo luminoso de uma lâmpada ϕlum =fluxo luminoso da luminária em funcionamento

Σϕlum =somatória dos valores de fluxo luminoso de todas as lâmpadas

2

Σϕplano =fluxo luminoso incidente sobre a área A (m ) no plano de trabalho considerado Fd =fator de depreciação (Fd = 1,25 para boa manutenção; Fd = 1,67 para manutenção crítica) BF =fator de fluxo luminoso do reator (considerar apenas quando utilizado com lâmpadas de descarga)

A iluminância média Em é dada por:

lâmpadas de descarga) A iluminância média Em é dada por: E= A eficiência do recinto corresponde

E=

A eficiência do recinto corresponde a

Resultando:

por: E= A eficiência do recinto corresponde a Resultando: ϕ plano = η R . Σ

ϕ

plano

=

η

R

.

Σ

ϕ

lum

E a eficiência da luminária é:

η = R ϕ lum
η =
R
ϕ lum

η =

R

E a eficiência da luminária é: η = R ϕ lum η = R ϕ plano

ϕ plano

A

ϕ plano

a
a

Σϕ plano

ϕ lum = η R

.

ϕ. BF

O fluxo luminoso emitido no recinto é dado por:

ϕ . BF O fluxo luminoso emitido no recinto é dado por: Σ ϕ lum= η

Σ

ϕ

lum= η R

.

Multiplicando-se ambos os lados por

η R

, vem:

η R . Multiplicando-se ambos os lados por η R , vem: η R . Σ

η R

.

Σ

ϕ lum =

η R . η L .

Σ ϕ

Logo:

Como

ϕ

plano

=

η R . η L .

Σ

ϕ

Σ

ϕ=

n ϕ. BF

.

, vem:

n=

E

m

. A

η R . η L . ϕ . BF

b E m
b
E
m

.

Substituindo-se (a) em (b):

A

= η R . η L . ϕ .n.BF

onde resulta:

E

m

=

η R . η L .

Σ

ϕ

A

O número “n” de lâmpadas precisa ainda levar em consideração o fator

de depreciação Fd, para compensar o desgaste e o tipo de manutenção

dos equipamentos ao longo do tempo. No caso da utilização de lâmpadas de descarga, deve-se levar em conta ainda o fator de fluxo luminoso do reator (BF).

12
12

E

m

. A .Fd

n= ϕ .

η R . η L . BF

n=

E

m

. A .Fd

ϕ .

Fu . BF

Adequação dos Resultados ao Projeto

Se a quantidade de luminárias resultantes do cálculo não for compatível com sua distribuição desejada, recomenda-se sempre o acréscimo de luminárias e não a eliminação, para que não haja prejuízo do nível de Iluminância desejado.

Cálculo de Controle

Definida a quantidade de luminárias desejada, pode-se calcular exatamente a Iluminância Média alcançada.

Definição dos Pontos de Iluminação

Os pontos de iluminação devem preferencialmente ser distribuídos uniformemente no recinto, levando-se em conta o layout do mobiliário, o direcionamento da luz para a mesa de trabalho e o próprio tamanho da luminária. Recomenda-se que a distância “a” ou “b” entre as luminárias seja o dobro da distância entre estas e as paredes laterais.

a a a a a 2 2 b 2 b b 2
a
a
a
a
a
2
2
b
2
b
b
2
13
13

Recomedações

Eletrotécnicas

O

seguinte

grau

de

proteção

define

que

equipamentos elétricos protegidos contra contato acidental,

objetos sólidos e água conforme NBR-6146.

IP IP

Código.

6 6

7 7

Primeiro número característico.

Segundo número característico.

H0.3 H0.3

Imerso profundidade em metros

14
14

Proteção Contra Choque - Classes De Proteção

Cada luminária tem uma isolação elétrica que protege as partes metálicas de tal maneira que não fiquem com tensão elétrica. Componente tem que ser isolados por exemplo: por uma tampa que dá uma proteção durante o manuseio, além desta isolação há proteções adicionais que evitam que as partes metálicas remotas não fiquem com tensão elétricas em condições de falha na isolação elétrica. Luminárias protegidas contra choques elétricos tem as seguintes classificações, conforme tabela:

CLASSE DE

     

PROTEÇÃO

SÍMBOLO

SIGNIFICADO

INDICAÇÃO

I

I Luminária com bornes de aterramento ligados permanentemente na rede esterna conectados com as partes metálicas

Luminária com bornes de aterramento ligados permanentemente na rede esterna conectados com as partes metálicas da luminária que tem acesso e que podem receber uma carga elétrica na falha do isolamento dos componentes elétricos, evitando choque elétrico.

Ligação obrigatória do aterramento, colocando o símbolo nos bornes de ligação.

II

II Luminária em material plástico onde as partes metálicas não tem acesso devido ao isolamento reforçado,

Luminária em material plástico onde as partes metálicas não tem acesso devido ao isolamento reforçado, excetos a placa de identificação, parafusos etc. Os quais são montados isoladamente dos componentes elétricos não provocando risco de vida. Luminária metálicas são componentes elétricos construidos com isolamento duplo.

As luminárias não podem ter ligação de aterramento ou ligados com proteção de rede.

III

III
III

Luminárias são protegidas contra perigo de choque elétricos dos componentes elétricos que funcionam com tensão menor de 42V através de um transformador de segurança ou baterias.

As luminárias não podem ter ligação de aterramento ou ligadas com a proteção de rede.

de aterramento ou ligadas com a proteção de rede. Luminárias com Símbolo As exigências conforme norma

Luminárias com Símbolo

ligadas com a proteção de rede. Luminárias com Símbolo As exigências conforme norma IEC 598-1 em

As exigências conforme norma IEC 598-1 em relação ao símbolo

são

aplicadas em luminárias como:

1) com lâmpada fluorescente ou outras lâmpadas de descarga.

2) são instaladas com reator indutivo ou com transformador.

3) são construídas para serem instaladas diretamente na superfície de material inflamável.

diretamente na superfície de material inflamável. Luminárias com são tão seguras que em condição de falha

Luminárias com

são tão seguras que em condição de falha

elétrica não provocam uma elevação de temperatura nas partes da fixação e não gera risco de incêndio em ambiente onde se encontra pó ou poeira e fibras inflamáveis, por exemplo: área onde se trabalha com papel, madeira, feno, junta, nestes locais é recomendado o uso de

luminárias que tenham um limite de temperatura na superfície etc.

15
15

Graus de Proteção (IEC pubric. 529 / ABNT NBR-6146)

 

2º NUMERAL CARACTERÍSTICO

 
   

Grau de proteção com respeito ao ingresso prejudicial de água

1º NUMERAL CARACTERÍSTICO

Grau de proteção com respeito a corpos e objetos sólidos

0

1

2

 

3

 

4

Não protegido

Protegido

Protegido

Protegido contra água aspergida de um ângulo de 69 graus

Protegido

 

contra queda

contra queda

contra

verticais de

verticais de

projeção

gotas d`água

gotas d`água

d`água

para uma

inclinação

 

máxima de

15 graus

   

Tempo de teste 10 min.

Tempo de teste 10 min.

Tempo de teste 10 min.

Tempo de teste 10 min.

300200
300200
300200
300200
300200 300200
300200 300200

15 graus

 

10

1/min

10

1/min

Não protegido

 

IP 00

IP 01

IP 02

80

kn/m2

80

kn/m2

Protegido contra objetos

           

sólidos com

sólidos com maior 1 IP 10 IP 11 IP 12   IP 13

maior

1

IP 10

IP 11

IP 12

 

IP 13

que 50mm.

 

Protegido contra objetos

           

sólidos com

sólidos com maior 2 IP 20 IP 21 IP 22   IP 23

maior

2

IP 20

IP 21

IP 22

 

IP 23

que 12mm.

 

Protegido contra objetos

           

sólidos com

sólidos com maior 3 IP 30 IP 31 IP 32   IP 33   IP 34

maior

3

IP 30

IP 31

IP 32

 

IP 33

 

IP 34

que 2,5mm.

   

Protegido contra objetos

           

sólidos com

sólidos com maior 4 IP 40 IP 41 IP 34   IP 43   IP 44

maior

4

IP 40

IP 41

IP 34

 

IP 43

 

IP 44

que 2,5mm.

   

Protegido contra a poeira depressão: 200mm de coluna d`água máxima aspiração de ar: 80 vezes o volume do invólucro

5

         

IP 54

 
 

Totalmente protegido contra poeira. Mesmo procedimento de teste

6

         
16
16

Graus de Proteção ( IEC pubric. 529 / ABNT NBR-6146)

2º NUMERAL CARACTERÍSTICO Grau de proteção com respeito ao ingresso prejudicial de água 1º NUMERAL
2º NUMERAL CARACTERÍSTICO
Grau de proteção com respeito ao
ingresso prejudicial de água
1º NUMERAL CARACTERÍSTICO
5
6
7
8
Grau de proteção com respeito
a corpos e objetos sólidos
Protegido contra
Protegido contra
jatos d`água
Protegido contra
ondas do mar
ou jatos d`água
potentes
Protegido contra
imersão
submersão
Tempo de teste 1min/m2
Tempo de teste 1min/m2
Tempo de teste 30min
Tempo de teste 30min
12,5 1/min
100 1/min
Não protegido
30 kN/m2
100 kN/m2
Protegido contra objetos
sólidos com
maior
1
que 50mm.
Protegido contra objetos
sólidos com
maior
2
que 12mm.
Protegido contra objetos
sólidos com
maior
3
que 2,5mm.
Protegido contra objetos
sólidos com
maior
4
IP 45
IP 46
que 1mm.
Protegido contra a poeira
depressão: 200mm de coluna
d`água máxima aspiração
de ar: 80 vezes o volume do
invólucro
5
IP 55
IP 56
Totalmente protegido contra
poeira. Mesmo procedimento
de teste
6
IP 65
IP 66
IP 67
IP 68
1713
1713

Atmosfera

Explosiva

1813
1813

O que é Atmosfera Explosiva ?

Uma atmosfera é explosiva quando a proporção de gás, vapor ou pó no ar é tal que uma faísca proveniente de um circuito elétrico ou do aquecimento de um aparelho provoca a explosão. Quais condições é preciso reunir para que se produza uma explosão?

Para que se inicie uma explosão, três elementos são necessários:

Combustível +Oxigênio +Faisca = Explosão
Combustível
+Oxigênio
+Faisca
= Explosão

Observa-se que o oxigênio do ar estando sempre presente, falta apenas dois elementos para que se produza uma explosão

preciso saber que uma faísca ou uma chama não é indispensável para que se produza uma explosão. Um aparelho pode, por elevação de temperatura em sua superfície, atingir a temperatura de inflamação do gás e provocar a explosão. Que tipos de produtos podem produzir uma

explosão ?

É

1913
1913

Os produtos de risco são classificados pela ABNT (NBR- 5363) em 4 grupos: I, IIA, IIB, IIC (designação dos produtos a seguir). Esses produtos são geralmente:

*Gás de aquecimento *Hidrocarbonetos *Solventes de cola e de adesivos *Solventes e diluentes para pintura *Verniz e resinas *Aditivos de fabricação dos farmacêuticos, dos corantes, dos sabores e perfumes artificiais* *Agentes de fabricação dos materiais plásticos, borrachas, tecidos artificiais, e produtos químicos de limpeza *Elementos de tratamento e fabricação dos álcoois e derivados.

Cuidados

Esta lista não é limitada a formas líquidas ou gasosas. É preciso lembrar que certos produtos utilizados em forma de pó ou poeira podem também se tornar em certas condições agentes ativos de uma explosão. São poeiras e pó de:

*Alumínio *Enxofre *Celulose *Amido de trigo *Resinas epóxi *Poliestirenos *Carvão *Madeira *Trigo (farinhas) *Leite *Açúcar *Etc

Onde pode se formar uma atmosfera explosiva ?

R: Todos os locais onde são fabricados, estocados , transformados os produtos citados acima, estão predispostos a conter uma atmosfera explosiva. Para mais informações consultar o quadro recapitulativo adiante.

2013
2013

A regulamentação das zonas com riscos de explosão

O Que é Uma Zona de Risco? R.: As regulamentações internacionais distinguem as seguintes categorias de zonas perigosas: zona "0", zona "1", zona "2". Estas zonas são geográficas, mas os limites entre cada uma delas não são nunca definidos. Uma zona pode se deslocar por diversos motivo:

*Aquecimento dos produtos, *Ventilação falha do local, *Variações climáticas, *Erro de manipulação.

A ATMOSFERA EXPLOSIVA

ESTÁ SEMPRE PRESENTE - ZONA 0

na qual

uma mistura explosiva de gás, vapor

Zona ou poeira

está

permanente

presente

(a

fase

gasosa,

no interior de um recipiente constitui uma zona "0").

ou

de

um

reservatório

A ATMOSFERA EXPLOSIVA

ESTÁ FREQÜENTEMENTE PRESENTE - ZONA 1

Zona na qual uma mistura explosiva de gás, vapores e poeiras, podem eventualmente se formar em serviço normal de instalação.

A ATMOSFERA EXPLOSIVA

PODE ACIDENTALMENTE ESTÁ PRESENTE - ZONA 2

Zona na qual uma mistura explosiva pode aparecer só em caso de funcionamento anormal da instalação (perdas ou uso negligente).

2113
2113

Como Determinar as Zonas de Riscos

A essa pergunta é permitido responder que não existe método para definir as zonas, com efeito, qualquer instalação um caso para estudo. Não existem casos clássicos. No entanto, é possível pegar um desses casos e estudá-lo. Trata-se de uma oficina onde são misturados elementos que entram na fabricação de verniz. Os produtos utilizados são classificados como produtos de risco. A operação se faz em temperatura ambiente. Três casos devem ser considerados:

1) O recipiente de mistura está ao ar livre, o local não é ventilado mecanicamente. Os produtos estão sempre presentes na oficina. Todas as operações são manuais.

não é ventilado mecanicamente. Os produtos estão sempre presentes na oficina. Todas as operações são manuais.
2213
2213

2) O recipiente é coberto com chaminé. O local é ventilado, os produtos estocados são separados do resto da oficina. Uma parte das manipulações são manuais:

resto da oficina. Uma parte das manipulações são manuais: 3) O recipiente é fechado, o local

3) O recipiente é fechado, o local é ventilado mecanicamente, os produtos são estocados fora, todas as operaçõessão comandadas por uma mesa de comando colocada fora da zona. O único risco é a abertura do recipiente para inspeção e manutenção.

uma mesa de comando colocada fora da zona. O único risco é a abertura do recipiente
2313
2313

Como determinar a classe de explosão e a temperatura

As diversas regulamentações consideram um certo úmero de gases mais comuns. O quadro abaixo cita os diversos grupos de gases classificados em função da Norma NBR 5363. Colocamos neste mesmo quadro as Temperaturas de auto-inflamação de cada gás, o que permite determinar por tipo de local:

*os gases que podem estar presentes *a classe de explosão *a temperatura mínima de inflamação *a classificação em temperatura (T1

T6)

Cuidados: Os gases são dados para local a título de informação. É necessário antes de cada projeto, entrar em contato com os inspetores das instalações classificadas em sua região.

T1 _< 450 T1 450 > 450 T2 300 > 300 T2A 280 > 280
T1
_<
450
T1
450
> 450
T2
300
> 300
T2A
280
> 280
T2
_<
300
T2B
260
> 260
T2C
230
> 230
T2D
215
> 215
T3
200
> 200
T2A
180
> 180
T3
_<
200
T3B
165
> 165
T3C
160
> 160
T4
135
> 135
T4
_<
135
T4A
120
> 120
T5
_<
100
T5
100
> 100
T6
_<
85
T6
85
> 85
2413
2413

FABRICAÇÃO DE ADUBOS

GÁS EMPREG. COMO COMBUTÍVEL

HIDROCARBURETOS

FABRIC. DEMATERIAL PLÁSTICO

SOLVENTE DE RESINAS

SOLVENTES DE GRAXAS

FABRICAÇÃO DE VERNIZ

FABRICAÇÃO DE TINTAS

FABRICÇÃO TÊXTEIS

ESSÊNCIA ARTF. DE FRUTAS

LICORES

PERFUMARIA

IND. BORRACHA ARTIFICIAL

IND. DE COLORANTES

IND. FARMACÉUTICA

IND. DOS PRODUTOS DE LIMPESA

   
BORRACHA ARTIFICIAL IND. DE COLORANTES IND. FARMACÉUTICA IND. DOS PRODUTOS DE LIMPESA     Locais  

Locais

   

400

300

90

300

385

535

340

340

90

90

375

375

300

385

90

260

do local

1º Inflamação

 

- C

Inflamação

Temp. De

 
     
     
     

T2

T3

T6

T6

T2

T1

T2

T2

T6

T6

T2

T2

T3

T2

T6

T3

 

Class.

T2 T3 T6 T6 T2 T1 T2 T2 T6 T6 T2 T2 T3 T2 T6 T3
 
 
                        385 METANOL  
   
                        385 METANOL  
         
                        385 METANOL  
                        385 METANOL  
 
                        385 METANOL  
     

385

METANOL                        385  

 
 
                              365
                              365
                           

365

BUTANO

 
 
                              450
                              450
                           

450

PROPANO

 
                             
       
                              650
                     

650

AMOSÍACO

 
               
                               
               

609

ÔXIDO DE CARBONO

   
                               
                           

243

PETANO

 
   
                               
                           

204

HEPTANO

 

IIA

   
                               
                           

206

ISO-OCLANO

 
   
                               
                           

205

DECANO

 
   
                560 BENZENO  
   
                560 BENZENO  
                560 BENZENO  
                560 BENZENO  
                560 BENZENO  
   
                560 BENZENO  
                560 BENZENO  
                560 BENZENO  
 
                560 BENZENO  
 

560

BENZENO

 
   
                          464 XILENO  
               
                          464 XILENO  
 
                          464 XILENO  
 
                          464 XILENO  
 

464

XILENO

 
   
                            245 CICLOHEXANO
         
                            245 CICLOHEXANO
           
                            245 CICLOHEXANO
 

245

CICLOHEXANO

 
       
                        515 ETIL/ METIL ACETENA
 
                        515 ETIL/ METIL ACETENA
                        515 ETIL/ METIL ACETENA
     
                        515 ETIL/ METIL ACETENA
     
                        515 ETIL/ METIL ACETENA
 

515

ETIL/ METIL ACETENA

       
                        454 ACETATO DE METILO
 
                        454 ACETATO DE METILO
                        454 ACETATO DE METILO
     
                        454 ACETATO DE METILO
     
                        454 ACETATO DE METILO
 

454

ACETATO DE METILO

                                 

450

ACETATO DE N-PROPILO                               

     
                          421 ACETATO DE
   
                          421 ACETATO DE
                          421 ACETATO DE
       
                          421 ACETATO DE
       

421

ACETATO DE N-BUTILO                          421

           
                        360 ACETATO DE AMILA
                        360 ACETATO DE AMILA
 
                        360 ACETATO DE AMILA
                        360 ACETATO DE AMILA
                        360 ACETATO DE AMILA
         

360

ACETATO DE AMILA

     
                          340 BUTANO  
                          340 BUTANO  
 
                          340 BUTANO  
                          340 BUTANO  
                 

340

BUTANO

 
                 
                            90 NITRITO
                            90 NITRITO
           

90

NITRITO DE ETILO                              90

 
     
                          450 ETILENO  
       
                          450 ETILENO  
     
                          450 ETILENO  
   
                          450 ETILENO  
 

450

ETILENO

   
                       
                            420 BUTADIENO
       

420

BUTADIENO 1,3

 
                                 

160

ETER DIETÍLICO                              160

 

IIB

                                 

429

ÔXIDO DE ETILENO

 
                          560 GÁS DE
       
                          560 GÁS DE
                          560 GÁS DE
                          560 GÁS DE
               

560

GÁS DE FARNO A COQUE

                            400
                            400
 
                            400 HIDROGÊNIO
                         

400

HIDROGÊNIO                        400   IIB +

 

IIB + HIDRGÊNIO

 
               
                               
               

90

SULFETO DE CARBONO

IIB + SULFURETO DE CARBONO

IIC

 
                          305 ACETILENO  
 
                          305 ACETILENO  
       
                          305 ACETILENO  
     
                        305 ACETILENO   IIB
       

305

ACETILENO

 

IIB + ACETILENO

                             
                  90 NITRATO DE ETILO   IIB +
 

90

NITRATO DE ETILO                      90   IIB + NITRATO

 

IIB + NITRATO DE ETILENO

 
2513
2513

Escolha de um aparelho

COMO PROCEDER

1) Pesquisa preliminar: Antes de qualquer coisa visitar o local e conversar com o responsável do serviço onde será instalado o material.

2) Natureza da atmosfera: Tomar conhecimento da natureza e dos nomes dos produtos que formam a atmosfera. Se esse ou esses produtos estão classificados em risco de explosão, é imperativo empregar material especialmente concebido para as atmosferas explosivas.

3) As zonas: Proceder à classificação da área. Em qual caso, entrar em contato com os inspetores das instalações classificadas antes de começar qualquer projeto.

4) Grupos de produtos: Utilizando o quadro das classificações por grupos, determinar o grupo do produto constituindo a atmosfera (I, IIA, IIB, IIC). NOTA: Os grupos IIA, IIB, IIC são classificados por ordem crescente de risco. O grupo II reúne os três sub-grupos IIA, IIB, IIC. O grupo IIA, é abrangido pelo IIB, que por sua vez é abrangido pelo grupo IIC.

5) A temperatura: Determinar a classe de temperatura do aparelho em função da temperatura de ignição dos produtos do local.

6) Referencia do material: A referência do produto determina-se por si só com os elementos dos parágrafos acima.

CONEXÃO INDIRETA

1 - Invólucro Exd

2 - Invólucro Exe

3 - Bucha de Interface

4 - Bornes de Saída

5 - Prensa-cabo

6 - Instrumentos Exd ou Exe

Ver tabela a seguir >

2613
2613
1 V A 2 6 V A 4 5
1
V
A
2
6
V
A
4
5

*CE - Certificado.

(Ex) d 3 (Ex) e
(Ex) d
3
(Ex) e

*BR-EX - Símbolo que indica que o equipamento elétrico ou seu protótipo foi ensaiado e certificado no Brasil.

*D - Símbolo correspondente ao tipo de proteção (veja tabela).

*IIB - Símbolo do grupo de equipameno elétrico.

*T3 -Símbolo indicativo da classe de temperatura para equipamento elétrico do Grupo II.

Ver tabela a seguir >

2713
2713
SIMB TIPO DE PROTEÇÃO IEC/ PRINCÍPIO DE PROTEÇÃO/APLICAÇÃO PRINCIPAIS ZONAS NORMAS APLICAÇÕES ABNT EX
SIMB
TIPO DE PROTEÇÃO
IEC/
PRINCÍPIO DE
PROTEÇÃO/APLICAÇÃO
PRINCIPAIS
ZONAS
NORMAS
APLICAÇÕES
ABNT
EX
Equipamento Elétrico para Atmosfera
Explosiva “Requisitos Gerais”.
Todos os tipos
NBR 9518
Q.
de invólucros.
EN 50014
1 e 2
IEC 79-0
Invólucro à Prova de Explosão. Partes
de um equipamento elétrico que
possam agir como fonte de ignição,
são confinados num invólucro
resistente a pressão de explosão.
Seus interstícos são dimensionados
para resfriar os gases expelidos por
uma eventual explosão interna,
impedindo que a ignição se propague
para o meio externo.
Disjuntores,
NBR 5383
Contatores,
EN 50018
Equipamentos
IEC 79-1
de Controle,
Motores
1 e 2
Ex d
Transformado-
res Luminárias.
Equipamento com Segurança
Aumentada. Esta proteção é válida
para equipamento elétrico que, em
operação normal, não produz arcos
nem faiscamento ou alta temperatura
no seu interior ou na parte deste
externa deste equipamento.
Caixas de
terminais,
Luminárias,
Motores com
NBR 9883
EN 50019
IEC 79-7
Ex e
1 e 2
rotor em gaiola,
Transformadores
para
instrumentos,
Quadros com
elementos Ex.
Ex p
Invólucros e Edificações Pressurizados.
Partes de um equipamento elétrico ou
equipamento confinado num
invólucro, cujo interior é mantido com
sobrepressão, por meio de ar não
contaminado ou gás inerte, de modo
que a atmosfera explosiva presente
no meio externo não possa atingir as
fontes de ignição.
Como acima,
NBR 5420
Quadros
EN 50016
principais,
IEC 79-2
1 e 2
Geradores ou
Salas e
Compartimentos.
Equipamento com Segurança Intrísica.
Dispositivos e circuitos eletrônicos
que mesmo em condições anormais
(curto-circuito, etc.) De operação,
não liberam energia ou efeito térmico
suficiente para ignição da atmosfera
explosiva.
Ex id-
Sensores e
NBR 8447
0
dispositivos de
EN 50020
R
L
Ex i,
1
e 2
medição e
IEC 79-11
ia ou
regulação,
ib
Ex ib-
Equipamentos
U
C
1 e 2
de comunicação.
Transformadores.
NBR 8601
EN 50015
IEC 79-5/6
1 e 2
Ex o
Equipamento com imersão em Óleo.
Este tipo de proteção onde o
equipamento elétrico ou partes, são
imersos em óleo de tal maneira que à
atmosfera explosiva externa ou área
acima do óleo não atinja possíveis
fontes de ignição.
Equipamento imersão em Areia. Tipo
de proteção onde o equipamento tem
seu espaço interior preenchido com
areia de modo que à atmosfera
explosiva não possa atingir possíveis
fontes de ignição.
Transformadores, NBR 8601
Capacitores,
EN 50017
Ex q
Reatores
IEC 79-5
1 e 2
eletrônicos,
Baterias seladas.
Equipamento Encapsulado em Resina.
São encapsulado de modo que à
atmosfera explosiva não possa atingir
tais partes.
Dispositivos de
EN 3125
manobra,
IEC 79-15
Sensores,
1 e 2
Contatar com
Ex m
menor
capacidade,
Indicadores.
Ex n
Equipamento não Acendível.
Dispositivos e circuitos elétricos que
em condições normais de operação
não liberam energia elétrica ou energia
térmica suficiente para ignição de uma
atmosfera explosiva.
Luminárias,
EN 3125
Equipamentos
IEC 79-15
de comunicação,
2
Dispositivos de
medição.
OBS: Área sombreada = Atmosfera Explosiva
-
“S” = Medida
- Intersticio do invólucro Ex d
1328
1328

Metrologia

a ciência

2913
2913

Metrologia

a ciência

O QUE É

É a ciência das medidas, cujo objeto de estudo compreende os padrões, as grandezas e os sistemas de unidades. Das três grandezas fundamentais, comprimento, massa e tempo, podem-se derivar todas as outras medidas mecânicas - como área, volume, aceleração e potência. Um sistema prático deve incluir ainda três outras medidas básicas: de grandeza eletromagnética, de temperatura e de intensidade de radiação, como por exemplo, da luz.

Medidas e Padrões

Padrôes e Medidas são sistemas materiais ou naturais utilizados nas medidas como referências e que constituem a representação física das unidades. Reconhecem-se três classes de padrões: o primário

ou fundamental, o secundário ou de referência, e o de uso rotineiro. O padrão ideal de medida deve atender aos seguintes requisitos:

- ser indestrutível;

- ser invariável com o tempo;

- ser invariável com o local;

- permitir reproduções;

- ser facilmente acessível;

- proporcionar medida fácil e precisa.

Medidas e Padrões no Brasil

No Brasil,

o

imperador D. Pedro II mandou adotar

oficialmente o sistema métrico decimal, então conhecido como “sistema métrico francês”, em lei imperial de 26 de junho de 1862. A

adesão à orientação internacional, no entanto, só se deu de forma definitiva quando o país se fez representar na XI Conferência

Internacional de Pesos e Medidas de 1960, em Paris, quando foi retificado o Sistema Internacional de Unidades (abreviado em todas as línguas como SI), uma ampliação do sistema métrico. Em 1961, foi criado o Instituto Nacional de Pesos e Medidas e, em 1967, o Brasil adotou oficialmente o SI.

Quando se criou

o

SI,

os

países de língua inglesa

mostraram-se contrários a sua adoção e mantiveram as suas unidades tradicionais.

3013
3013

O SISTEMA INTERNACIONAL DE 1960, BASEADO NO MKS, ADOTOU E DEFINIU AS SEGUINTES UNIDADES BÁSICAS

- Metro: é a unidade de comprimento do SI. A partir de 1983, o metro

passou a ser definido como a distância percorrida pela luz no vácuo em 1/299.792.458 de segundo.

- Quilograma: é a unidade de massa internacionalmente adotada.

Trata-se da única unidade do SI definida a partir de um suporte físico.

- Segundo: É a unidade de tempo adotada em todo o mundo. Definido

no SI como “duração de 9.192.631.770 períodos de radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo do césio 133”.

- Ampère: É a unidade básica de corrente elétrica adotada pelo SI,

cujo símbolo é A. Seu Padrão equivale à intensidade de uma corrente constante que mantida em dois fios condutores retilínios e paralelos, de comprimento infinito e seção transversal insignificante, situados no vácuo a um metro de distância entre si, produz, entre esses condutores, uma força de 2 X 10-7 newtons por metro de com- primento.

- Kelvin: Unidade de temperatura termodinâmica cujo símbolo é K,

fixa sua origem no zero absoluto e adota para o ponto tríplice da água - no qual a temperatura e a pressão de seus estados sólido, líquido e gasoso se encontram em equilíbrio - o valor exato de 273,15 K. Em 1948 foi introduzida uma escala internacional prática de temperaturas,

ou escala Celsius, em que os graus Celsius (0C) se situam a intervalos iguais aos Kelvin e o ponto zero da escala Celsius corresponde a 273,15 K. A escala Celsius baseia-se na diferença de temperatura entre o ponto de fusão do gelo (0C) e o ponto de ebulição da água (1000C).

- Candela: Unidade de intensidade luminosa do SI cujo símbolo é cd. A

Candela baseia-se nos padrões de chama ou filamento incandescente. É defendida como a intensidade luminosa, na direção perpendicular, de uma superfície de 1/600.000m2, de um corpo negro (capaz de absorver ou emitir radiação de forma teoricamente perfeita) à temperatura de solidificação da platina (aproximadamente 1.7750C), sob a pressão atmosférica padrão (101.325 newtons por metro quadrado). A candela substitui a antiga unidade de intensidade luminosa usada no cálculo de iluminação artificial (a vela) equivalente à intensidade de uma vela de cera de constituições e dimensões padronizadas.

3113
3113

PREFIXOS E SÍMBOLOS DO SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES

Múltiplos e Submúltiplos

Prefixos

Símbolo

10

12

tera

T

10

9

giga

G

10

6

mega

M

10

3

quilo

k

10

2

hecto

h

10

deca

da

10

-1

deci

d

10

-2

centi

c

10

-3

mili

m

10

-6

micro

u

10

-9

nano

n

10

-12

pico

p

10

-15

femto

f

10

-18

atto

a

CONVERSÃO DE UNIDADES BRITÂNICAS PARA O SISTEMA INTERNACIONAL

1 polegada

25,4 milímetros

1 pé

0,3048 metro

1 jarda

0,9144 metro

1 milha

1,60934 quilômetro

1 acre

0,404686 hectare

1 galão

0,00378541 metro cúbico

1 quartilho (pint)

0,568 litro

1 libra

0,453592 quilograma

1 onça

28,3495 gramas

1 polegada quadrada

6,4516 centímetros quadrados

1 pé quadrado

0,092903 metro quadrado

1 jarda quadrada

0,836127 metro quadrado

1 polegada cúbica

16,3871 centímetros cúbicos

1 pé cúbico

0,0283168 metro cúbico

1 jarda cúbica

0,764555 metro cúbico

3213
3213

UNIDADES BÁSICAS E DERIVADAS DO SISTEMA INTERNACIONAL

Quantidade (unidades básicas)

Unidade

Fórmula

Símbolo

Ângulo plano

Radiano

--

Rd

Ângulo sólido

Esterorradiano

--

sr

Comprimento

Metro

--

m

Corrente elétrica

Ampère

--

A

Intensidade Luminosa

Candela

--

cd

Massa

Quilograma

--

kg

Temperatura

Kelvin

--

K

Tempo

Segundo

--

s

Unidades

     

derivadas

Aceleração

Metro/segundo ao

2

m/s

2

 

--

Capacitância

Farad

A.s/V

 

F

Carga Elétrica

Coulomb

A.s

 

C

Campo elétrico (intensidade)

Volts/metro

V/m

 

--

Campo magnético (fluxo) (intensidade)

Weber

V.s

--

Ampère/metro

A/m

 

--

Densidade

Quilograma/metro cúbico

kg/m

3

 

--

Energia ou trabalho

Joule

N.m

 

J

Fluxo luminoso

Lúmen

cd.sr

 

lm

Força

Newton

kg.m/s

2

N

Freqüência

Hertz

s

-1

Hz

Iluminamento

Lux

lm/m

2

 

lx

Indutância

Henry

V.s/A

 

H

Brilhância

Candela/metro quadrado

cd/m

2

 

--

Potência

Watt

J/s

W

Pressão

Newton/metro quadrado

N/m

2

 

--

Resistência elétrica

Ohm

V/A

 
Resistência elétrica Ohm V/A  

Superfície

Metro quadrado

m

2

--

Tensão (voltagem)

Volt

W/A

 

V

Velocidade

Metro/segundo

m/s

 

--

Viscosidade dinâmica

Newton – segundo/metro Quadrado

N.s/m

2

 

--

Viscosidade cinemática Volume

Metro quadrado/segundo

2

m/s

 

--

Metro cúbico

m

3

--

3313
3313
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:
NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ:

NAVTECH COMERCIO DE ELETROELETRONICOS LTDA. EPP Local: Av. Rio Branco, 156 - Salas 201/202 CNPJ: 11.234.444.0001-08 - IE: 78.891.955 E-mail: vendas@navtech.com.br Telefax: + 55 (21) 2262-3701 Cel: + 55 (21) 8562-2092