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CENTRO UNIVERSITÁRIO – UNINOVAFAPI ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: TOPOGRAFIA - ALTIMETRIA PROF: MARYANNE EVANGELISTA DOS SANTOS MATRICULA:

CENTRO UNIVERSITÁRIO – UNINOVAFAPI

ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: TOPOGRAFIA - ALTIMETRIA PROF: MARYANNE EVANGELISTA DOS SANTOS MATRICULA: 10223033 ALUNO: DERMÁRIO ARANHA CUNHA

ATIVIDADE DISCENTE TOPOLOGIA

TERESINA-PI/2015

ÍNDICE

DEFINIÇÃO 3 ......................................................................................................................

OBJETIVO 4 ........................................................................................................................

PRINCÍPIOS

....................................................................................................................

5

ORIGEM E FORMA DA TERRA 15 ..................................................................................

MODELO ESTRUTURAL DA TERRA 15 ........................................................................

EROSÃO 17 .........................................................................................................................

MODELO TOPOGRAFICO 18 ...........................................................................................

FORMAS FUNDAMENTAIS DO TERRENO: TERGOS E VALES 20 ...........................

CURVA PERFIL DO CURSO D'ÁGUA OU TALVEGUE

...........................................

21

DIVISOR D'ÁGUA 22 .........................................................................................................

LINHA DE MUDANÇA DE DECLIVIDADE 23 ..............................................................

FORMAS COMPOSTAS DOS PRINCIPAIS ACIDENTES DO TERRENO E SUAS

REPRESENTAÇÕES POR CURVAS DE NÍVEL

........................................................

24

BIBLIOGRÁFIA 27 .............................................................................................................

DEFINIÇÃO

Topologia, é uma das subdivisões da topografia, é a parte que trata da interpretação dos dados colhidos através da topometria. Essa interpretação visa facilitar a execução do levantamento e do desenho topográfico, através de leis naturais do relevo terrestre que, quando conhecidas, permitem certo controle sobre possíveis erros, além de um número menor de pontos de apoio sobre o terreno; É o complemento indispensável da topografia.

OBJETIVO

A topologia tem por objetivo o estudo das formas exteriores do terreno (relevo) e as leis que regem a sua formação. Em Topografia, a aplicação da topologia é dirigida para a representação do relevo em planta, através das curvas de nível e dos pontos cotados. Atualmente vem sendo muito utilizada a técnica de representação do relevo através dos DTM: Digital Terrain Models. Por esta técnica é possível visualizar o relevo em perspectiva, em conjunto com a planta planialtimétrica, o que facilita sobre maneira a análise do problema de interesse.

A topologia ensina a interpretar as formas que se veem analisá-las e, sobre o próprio terreno, deduzir as formas vizinhas. Quando aplicada à leitura de cartas, permite identificar as formas do relevo, a natureza e a estrutura deste.

As informações de uma carta serão mais precisas quanto mais detalhes apresentar e quanto mais fielmente forem representadas as formas do terreno. A ação dos agentes de ordem interna e externa e as leis que regem a erosão, sem dúvida, são os fatores principais de modelagem da superfície topográfica.

PRINCÍPIOS

Topologia é a parte da topografia que estuda as formas exteriores da terra (relevo) e as leis que regem o seu modelado; Os princípios de Brisson e Boulanger.

PRINCÍPIOS DE BRISSON

As leis do modelado do terreno são certas regras, com foros de lei, deduzidas de observações da natureza. Com base nos agentes externos (transformadores e transportadores), água, calor, solos, frio intenso, gelo, vento, gravidade, surgiram às regras práticas de Brisson, ou seja, as derivadas da lei de erosão. Estas regras dão-nos as relações que existem entre as diversas formas do terreno, permitindo não só o traçado das curvas de nível, sem que se cometam erros grosseiros na representação das formas do terreno, como também a procura, no terreno, dos acidentes mencionados na carta. Conhecendo-se as regras de Brisson, serão também judiciosamente escolhidos os pontos do terreno necessários para a representação do seu modelado.

As regras práticas de Brisson são relativas aos três principais elementos de modelado: talvegues e cursos d'água, vertentes e linhas de divisão de águas.

As regras relativas aos talvegues e cursos d'água são:

  • a) Lei da continuidade dos declives: "De um ponto qualquer do terreno pode-se descer até o mar sem nunca subir”. Só excepcionalmente, tem-se na natureza uma "cuba", como ocorre nos terrenos calcários e arenosos. Portanto, sem um exame prévio, não se deve fechar uma curva de nível em torno de um terreno de altura inferior a esta.

b) "A declividade de um curso d'água ou linha de talvegue decresce de montante para jusante". O perfil de equilíbrio para o qual tende o curso d'água, sendo uma curva côncava, de declive decrescente de montante para jusante, deve-se espaçar de mais a mais os pontos de intersecção das curvas de nível com o talvegue, ou cursos

d'água, à proporção que se desce para jusante. A exceção desta regra seria um curso d'água que não tivesse atingido o seu perfil de equilíbrio (FIGURA 1).

d'água, à proporção que se desce para jusante. A exceção desta regra seria um curso d'água

FIGURA 1- Curva perfil do curso d'água ou talvegue.

c) "Projetando-se sobre um plano vertical os perfis de um curso d'água e seus afluentes, a curva perfil do curso principal envolverá as dos seus afluentes e as de cada um destes, por sua vez, a dos seus subafluentes" (FIGURA 2).

Isto não poderia deixar de acontecer, uma vez que, no ponto em que o curso d'água atinge o nível de base - o mar - para o rio principal, e as confluências para os afluentes, o perfil é tangente a uma reta cuja inclinação com a horizontal será tanto menor quanto mais importante ele for. Em consequência, os declives nos afluentes são mais fortes que no rio principal e, assim, uma curva de nível, a montante de uma confluência, corta o talvegue do curso principal mais longe da confluência do que o talvegue do afluente (FIGURA 3). O ângulo que forma dois cursos d'água em sua confluência é geralmente menor que 90º (FIGURA 4). Na confluência o curso principal forma uma curva convexa, em relação ao afluente, tanto mais pronunciada quanto mais importante ele for (FIGURA 5).

FIGURA 2 - Perfil de um curso d'água e de seus afluentes. FIGURA3 - Traçado de

FIGURA 2 - Perfil de um curso d'água e de seus afluentes.

FIGURA 2 - Perfil de um curso d'água e de seus afluentes. FIGURA3 - Traçado de

FIGURA3 - Traçado de uma curva de nível na confluência de dois cursos

d'água.

FIGURA 2 - Perfil de um curso d'água e de seus afluentes. FIGURA3 - Traçado de

FIGURA 4 - Ângulos formados pela confluência de dois cursos d'água.

A exceção desta regra seria um modelado irregular que poderia ser causado pela falta de homogeneidade do terreno, ou pelo fato da sua origem geológica recente, não dando lugar a que a erosão complete o seu trabalho.

d) "Nas sinuosidades de um curso d'água, as declividades exteriores às curvas do rio são mais acentuadas que as interiores" (FIGURA 6).

FIGURA 5 - Curva de um curso d'água principal ao receber um afluente. FIGURA 6 -

FIGURA 5 - Curva de um curso d'água principal ao receber um afluente.

FIGURA 5 - Curva de um curso d'água principal ao receber um afluente. FIGURA 6 -

FIGURA 6 - Traçado das curvas de nível em torno de um curso d'água sinuoso.

É uma consequência da ação da força centrífuga da massa d'água desenvolvida nas curvas. Não raro, o rio rompe o terreno na direção da centrífuga, formando um novo leito e abandonando o primitivo. Observa-se também que, quando há um rio na base de uma elevação, as curvas de nível acompanham, em regra, a forma do seu leito. A regra relativa à vertente é: "Geralmente as curvas de nível da mesma altura se fazem seguir sobre as duas partes de uma mesma vertente, separadas, uma da outra, por um vale lateral" (FIGURA 7).

FIGURA 7 - Lei da continuidade da vertente. É a lei da continuidade da vertente: as

FIGURA 7 - Lei da continuidade da vertente.

É a lei da continuidade da vertente: as partes ab e cd da vertente não são modificadas pelo trabalho do afluente que cavou o seu leito entre b e c. Em terreno comum, as curvas de nível tendem a correrem paralelamente umas às outras. Um terreno muito resistente ou pouco resistente pode ter suas vertentes representadas por curvas de nível não paralelas. É certo que, representando o terreno pelas curvas de nível apenas em função dos pontos determinados, surgem indecisões quanto à interpretação da forma do mesmo dado ao grande número de detalhes que contém cada curva de nível. Este fato ainda mais se evidencia em regiões de fraca declividade, onde as curvas são demasiadamente espaçadas. Então, para que se possa acompanhar de uma curva a outra a continuidade da superfície topográfica e ressaltar os vales e divisores de águas, deve-se reforçar um pouco os traços predominantes e suprimir outros para melhor interpretação da forma. A esta operação de generalização da forma dá-se o nome de penteado das curvas.

As regras relativas às linhas de divisão de águas são:

a) "Quando uma linha de festo (divisor de águas) separa dois cursos d'água,

ela

se eleva

quando os

cursos d'água se

afastam e

se abaixa

quando eles

se

aproximam" (FIGURA 8).

FIGURA 8 - Divisor d'água entre dois rios. Observa-se também que, quando dois cursos d'água se

FIGURA 8 - Divisor d'água entre dois rios.

Observa-se também que, quando dois cursos d'água se encontram, o divisor que os separa fica sensivelmente no prolongamento do rio resultante da junção dos outros dois.

b)"Se dois cursos d'água têm níveis diferentes, a linha de mais daquele que tiver o nível mais elevado" (FIGURA 9).

festo se aproxima

FIGURA 8 - Divisor d'água entre dois rios. Observa-se também que, quando dois cursos d'água se

FIGURA 9 - Divisor d'água entre dois cursos d'água de níveis diferentes.

c) "Sempre que uma linha de festo muda de direção, lança um

contraforte,

ainda que curto, em sentido oposto à abertura do angulo de deflexão" (FIGURA 10).

d) "Entre dois talvegues vizinhos que se originam do mesmo lado de uma linha de festo, deve haver, por mais fraco que seja, um divisor de água que os separa” (FIGURA 11). Isto é evidente porque, do contrário, não existiriam dois talvegues e sim, um único. Algumas vezes a linha do divisor d'água que separa os dois talvegues se abaixa, formando uma sela (FIGURA 12).

FIGURA 10 - Traçado de curvas de nível em duas linhas de festo. FIGURA 11 -

FIGURA 10 - Traçado de curvas de nível em duas linhas de festo.

FIGURA 10 - Traçado de curvas de nível em duas linhas de festo. FIGURA 11 -

FIGURA 11 - Divisor d'água entre dois talvegues vizinhos.

FIGURA 10 - Traçado de curvas de nível em duas linhas de festo. FIGURA 11 -

FIGURA 12 - Linha de festo que forma uma sela.

Outras vezes os dois cursos d'água tomam direções opostas, dando lugar a uma sela entre seus cotovelos (FIGURA 13).

FIGURA 13 - Dois cursos d'água em direções opostas, formando uma sela. e) " Quando dois

FIGURA 13 - Dois cursos d'água em direções opostas, formando uma sela.

e) "Quando dois talvegues tiverem origem em lados opostos de uma linha de festo, esta se abaixa formando uma sela" (FIGURA 14).

As águas pluviais que caírem em a e b descem para c e, como aí não podem ficar, deriva para os lados onde, não encontrando obstáculos, sulcam pela sua velocidade e pelos materiais que arrastam dois talvegues opostos. Os talvegues, no caso, são consequência da sela. As selas são as partes mais favoráveis de passagem de uma vertente para outra.

FIGURA 13 - Dois cursos d'água em direções opostas, formando uma sela. e) " Quando dois

FIGURA 14 - Sela formada em linha de festo.

A regra quanto ao cone de dejeção é: "Quando um rio, durante o seu curso, se bifurca, entre as bifurcações se forma um leque chamado cone de dejeção ou aluvião".

O cone de dejeção se forma em consequência do material transportado pelo rio e que se acumula na foz ou embocadura deste. Neste caso, o declive do rio não é uniforme, os materiais são transportados com maior velocidade nos declives fortes e, encontrando um declive fraco, aí deposita os referidos materiais, bifurcando-se e dando origem ao cone de dejeção. Quando não se tem conhecimento do que seja um cone de dejeção, fica-se surpreendido ao ver surgir um vale repentinamente fechado por uma elevação (FIGURA 15). Os cones de dejeção são, às vezes, curtos e de fortes declives, outras vezes, extensos e de suave inclinação.

A regra quanto ao cone de dejeção é: "Quando um rio, durante o seu curso, se

FIGURA 15 - Cone de dejeção.

PRINCÍPIOS DE BOULANGER

"Se uma das vertentes de uma montanha tem inclinação suave, a vertente que lhe fica oposta tem inclinação forte" (FIGURA 16).

FIGURA 16 - Vertentes de uma montanha. A regra de Boulanger permite a escolha da encosta

FIGURA 16 - Vertentes de uma montanha.

A regra de Boulanger permite a escolha da encosta mais favorável ao traçado das vias de transporte. Às vezes, a declividade em uma das vertentes é suave no sopé e forte nas proximidades do cume, passando-se o inverso na vertente oposta (FIGURA

17).

FIGURA 16 - Vertentes de uma montanha. A regra de Boulanger permite a escolha da encosta

FIGURA 17 - Montanha com vertentes irregulares.

Em alguns casos há necessidade de galgar tais elevações pelas vertentes íngremes, o que se dá na vertente oceânica da Serra do Mar, por onde correm vias férreas que usam percursos especiais para galgá-las. Exemplos: na subida para Petrópolis é usada uma cremalheira, para Teresópolis, recorre-se ao trilho auxiliar e, em São Paulo, apela-se para o plano inclinado.

ORIGEM E FORMA DA TERRA

De acordo com os cientistas, nosso planeta deveria ter sido uma enorme massa pastosa incandescente que ao longo do tempo se resfriou, desprendendo gases e vapores. Uma parte desses vapores, que deveria ser o vapor-d’água, à medida que se afastava da massa incandescente, resfriava-se e se transformava em água líquida, caindo em forma de chuva. Assim, repetindo-se por muitas vezes, a superfície da Terra foi se esfriando lentamente e grandes quantidades de água foram nela se acumulando. Ao longo do tempo, ela sofreu muitas outras transformações. Os continentes, os oceanos e até a composição do ar mudaram para a Terra ser o que é hoje. A superfície terrestre é irregular, característica que impossibilita a sua representação no plano (papel) sem que haja deformações. Seu formato está em constante modificação, consequência das ações erosivas, dos vulcões, do movimento das placas tectônicas, dos ventos, das chuvas, do homem, etc.

Durante muito tempo, o homem teve dúvidas quanto ao formato da Terra. Somente depois de observar fenômenos naturais, como os navios que sumiam lentamente no horizonte, as posições das estrelas no céu e eclipses, o homem constatou que a Terra é “arredondada”. Atualmente, fotos da Terra registradas por satélites, ônibus espaciais, ou pelos próprios astronautas da Apollo 11, que chegaram pela primeira vez à Lua em 20 de julho de 1969, não deixaram dúvidas quanto à sua forma.

MODELO ESTRUTURAL DA TERRA

Foi observando os vulcões e os terremotos, que o homem ficou sabendo o que havia no interior da Terra. Por enquanto, não se conseguiu efetivamente chegar ao seu centro. A dureza de certas rochas sob pressão e as altas temperaturas são as maiores dificuldades encontradas.

Então, para se saber o que há no interior da Terra, foram analisadas as amostras retiradas de perfurações e a própria lava dos vulcões. Mas, isso não foi suficiente. Os

cientistas tiveram, então, que fazer estudos mais complexos. Passaram a estudar as vibrações produzidas pelos terremotos ou provocadas por explosivos ou, ainda, simulações feitas em laboratórios. A viagem ao centro da Terra nos revela primeiramente uma casca que a envolve, a crosta terrestre ou litosfera. Esta primeira camada tem em média quarenta quilômetros de espessura, e é formada por várias placas, de onde surgem os continentes.

A segunda camada chamada manto ou pirosfera (piro = fogo), que está mais para dentro, é formada por rochas derretidas que formam o magma. Esta massa pastosa e em altíssima temperatura, quando expelida pelos vulcões, chama-se lava.

O núcleo ou barisfera (bari = pressão) é a camada mais interna. É formada por ferro em três formas. A primeira de ferro derretido (núcleo externo), a segunda por ferro em forma de vários cristais pequenos (zona de transição) e, bem no centro, em forma de um enorme cristal de ferro, (o núcleo interno).

As camadas por composição química:

*Crosta terrestre: corresponde à fina camada da superfície terrestre, é composta por rochas sólidas constituídas por oxigênio, silício, alumínio, magnésio e ferro, essa parte do planeta possui 40 quilômetros de espessura.

*Manto: compreende a segunda camada, possui 2.900 quilômetros de extensão e conserva uma temperatura elevada que atinge 3.400ºC. O minério responsável pela formação dessa camada da Terra é o magma, constituído por silício e magnésio.

*Núcleo: essa parte da Terra é a mais intrigante, pois praticamente não existe conhecimento acerca dessa camada, no entanto, sabe-se que é formada por minérios como ferro e níquel. O núcleo se divide em núcleo interno (extensão de 2.250 km e 3.000ºC) e núcleo externo (extensão de 1.220 km e atinge uma temperatura de aproximadamente 6.000ºC).

As camadas por comportamento físico:

*litosfera: corresponde a uma camada que se encontra entre a crosta e a parte do manto superior, possui textura sólida e se move sobre a astenosfera.

*Mesosfera: possui uma grande espessura e é bastante densa, superior às rochas superficiais.

*Mesosfera: possui uma grande espessura e é bastante densa, superior às rochas superficiais. EROSÃO A erosãosolo e das rochas , em geral por causa do intemperismo . A erosão destrói as estruturas ( areias , argilas , óxidos e húmus) que compõem o solo, levando seus nutrientes e sais minerais existentes para as partes baixas do relevo. A superfície terrestre é irregular, característica que impossibilita a sua representação no plano (papel) sem que haja deformações. Seu formato está em constante modificação, consequência das ações erosivas , dos vulcões, do movimento das placas tectônicas, dos ventos, das chuvas, do homem, etc. Os agentes erosivos são água, gelo, chuva ou vento. A superfície da Terra como a conhecemos é formada tanto por processos geológicos que formam as rochas, como por processos naturais da degradação e também de erosão. Uma vez que a rocha é quebrada por causa da degradação, os pequenos pedaços podem ser movidos pela água, gelo, vento, ou gravidade. Tudo o que acontece para fazer com que as rochas sejam 17 " id="pdf-obj-16-5" src="pdf-obj-16-5.jpg">

EROSÃO

A erosão é um processo de deslocamento de terra ou de rochas de uma superfície. A erosão pode ocorrer por ação de fenômenos da natureza ou do ser humano; é o desgaste do solo e das rochas, em geral por causa do intemperismo. A erosão destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõem o solo, levando seus nutrientes e sais minerais existentes para as partes baixas do relevo. A superfície terrestre é irregular, característica que impossibilita a sua representação no plano (papel) sem que haja deformações. Seu formato está em constante modificação, consequência das ações erosivas, dos vulcões, do movimento das placas tectônicas, dos ventos, das chuvas, do homem, etc.

Os agentes erosivos são água, gelo, chuva ou vento. A superfície da Terra como a conhecemos é formada tanto por processos geológicos que formam as rochas, como por processos naturais da degradação e também de erosão. Uma vez que a rocha é quebrada por causa da degradação, os pequenos pedaços podem ser movidos pela água, gelo, vento, ou gravidade. Tudo o que acontece para fazer com que as rochas sejam

transportadas chama-se erosão. A superfície do solo, não castigado, é naturalmente coberta por uma camada de terra rica em nutrientes inorgânicos e materiais orgânicos que permitem o crescimento da vegetação; se essa camada é retirada, por um processo de erosão ou impacto ambiental, nesse caso chamamos de rocha nua, sem a primeira camada de solo, esses materiais desaparecem e o solo pode a propriedade de fazer crescer vegetação e pode-se dizer que, no caso, o terreno ficou árido ou que houve uma desertificação. As águas da chuva quando arrasta o solo descoberto ou propenso à erosão, quer ele seja rico em nutrientes e materiais orgânicos, quer ele seja árido, provocam o enchimento dos leitos dos rios e lagos com esses materiais e esse fenômeno de enchimento chama-se assoreamento. Na superfície do terreno e no subsolo, as águas correntes são as principais causas da erosão

MODELO TOPOGRÁFICO

Modelo topográfico

envolve uma representação gráfica da Terra composta por

elementos fundamentais mínimos que permitam ao usuário o necessário entendimento sobre esta representação. É sistemática e baseada em normas técnicas que seguem um catálogo de convenção, dando ênfase na localização do fenômeno geográfico, com o propósito de apresentar uma variedade de feições.

transportadas chama-se erosão. A superfície do <a href=solo , não castigado, é naturalmente coberta por uma camada de terra rica em nutrientes inorgânicos e materiais orgânicos que permitem o crescimento da vegetação; se essa camada é retirada, por um processo de erosão ou impacto ambiental, nesse caso chamamos de rocha nua, sem a primeira camada de solo, esses materiais desaparecem e o solo pode a propriedade de fazer crescer vegetação e pode-se dizer que, no caso, o terreno ficou árido ou que houve uma desertificação. As águas da chuva quando arrasta o solo descoberto ou propenso à erosão, quer ele seja rico em nutrientes e materiais orgânicos, quer ele seja árido, provocam o enchimento dos leitos dos rios e lagos com esses materiais e esse fenômeno de enchimento chama-se assoreamento . Na superfície do terreno e no subsolo, as águas correntes são as principais causas da erosão MODELO TOPOGRÁFICO Modelo topográfico envolve uma representação gráfica da Terra composta por elementos fundamentais mínimos que permitam ao usuário o necessário entendimento sobre esta representação. É sistemática e baseada em normas técnicas que seguem um catálogo de convenção, dando ênfase na localização do fenômeno geográfico, com o propósito de apresentar uma variedade de feições. 18 " id="pdf-obj-17-17" src="pdf-obj-17-17.jpg">

No estudo da forma e dimensão da Terra, podemos considerar quatro tipos de superfície ou modelo:

  • a) Modelo Real Forma exata da Terra; Não existe modelagem matemática (não

pode ser definido matematicamente) devido à irregularidade da superfície terrestre;

  • b) Modelo Geoidal Permite que a superfície terrestre seja representada por uma

superfície fictícia definida pelo prolongamento do nível médio dos mares (NMM) por

sobre os continentes. Determinado matematicamente através de medidas gravimétricas (força da gravidade) realizadas sobre a superfície terrestre; Específicos da Geodésia.

c)

Modelo

Elipsoidal

É

o

mais

usual

de

todos

os

modelos que serão

apresentados. Nele, a Terra é representada por uma superfície gerada a partir de um

elipsóide de revolução, com deformações relativamente maiores que o modelo geoidal.

  • d) Modelo Esférico Terra é representada como uma esfera; É o mais distante da

realidade Não é utilizado!!!

No estudo da forma e dimensão da Terra, podemos considerar quatro tipos de superfície ou modelo:

FORMAS FUNDAMENTAIS DO TERRENO: TERGOS E VALES

Para a representação do relevo do terreno por curvas de nível, basta considerar duas formas simples, o tergo e o vale. Os diferentes acidentes do terreno são representados por formas compostas ou derivadas, constituídas por associações de vários tergos e vales. Qualquer forma de relevo complexa resulta sempre de duas formas simples: o vale e o tergo.

TERGOS

Superfície formada pela reunião de duas vertentes com concavidade voltada para baixo; A linha de reunião das duas superfícies é denominada linha divisória ou linha de festo (pontos de maior cota); também denominada por linha de separação de águas. O tergo, ou crista, é uma forma simples do terreno que se assemelha ao ângulo diedro de dois semi-planos cuja intersecção se faz de tal modo que a concavidade fica voltada para baixo (Figura abaixo ). A linha de intersecção designa-se por linha de festo, linha de cumeada ou de separação de águas. As faces laterais do tergo chamam-se vertentes ou encostas. As curvas de nível tem a forma de U e as curvas de menor cota envolvem as curvas de maior cota.

TERGO TERGO
TERGO
TERGO
TERGO TERGO
TERGO TERGO

VALES

È uma forma reentrante do terreno, portanto negativa, constituída por

duas vertentes, denominada

vale. Seja um diedro côncavo, cuja

aresta

EF

(FIGURA ABAIXO) é a linha de junção das suas duas faces

(vertentes), e reúne suas águas. Esta é chamada detalvegue

("thalwer" - caminho

do vale).

Talvegue

é, portanto, a linha mais profunda do vale, ou seja, de

escoamento das águas. Ou seja, vale é uma forma simples do terreno que se assemelha ao ângulo diedro de dois semi-planos cuja intersecção se faz de tal modo que a concavidade fica voltada para cima. as curvas de nível tem a forma de V e as curvas de maior cota envolvem as curvas de menor cota.

 VALES È uma forma reentrante do terreno, portanto negativa, constituída por duas vertentes, denominada vale

CURVA PERFIL DO CURSO D'ÁGUA OU TALVEGUE

"A declividade de um curso d'água ou linha de talvegue decresce de montante para jusante".

O perfil de equilíbrio para o qual tende o curso d'água, sendo uma curva côncava, de declive decrescente de montante para jusante, deve-se espaçar de mais a mais os pontos de intersecção das curvas de nível com o talvegue, ou cursos d'água, à proporção que se desce para jusante. A exceção desta regra seria um curso d'água que não tivesse atingido o seu perfil de equilíbrio (figura abaixo).

Curva perfil do curso d'água ou talvegue. DIVISOR D'ÁGUA "Quando uma linha de festo (divisor de

Curva perfil do curso d'água ou talvegue.

DIVISOR D'ÁGUA

"Quando uma linha de festo (divisor de águas) separa dois cursos d'água, ela se eleva quando os cursos d'água se afastam e se abaixa quando eles se aproximam".

Ponto mais baixo de um divisor de águas e ponto mais alto dos talvegues que aí

nascem.

Curva perfil do curso d'água ou talvegue. DIVISOR D'ÁGUA "Quando uma linha de festo (divisor de

Divisor d'água entre dois rios

Observa-se também que, quando dois cursos d'água se encontram, o divisor que os separa fica sensivelmente no prolongamento do rio resultante da junção dos outros dois.

LINHA DE MUDANÇA DE DECLIVIDADE

Mudança de direção do divisor “A declividade de um curso d’água ou linha de

talvegue decresce de montante para jusante”. O perfil de equilíbrio para o qual tende o curso d'água, sendo uma curva côncava, de declive decrescente de montante para jusante, deve-se espaçar de mais a mais os pontos de intersecção das curvas de nível com o talvegue, ou cursos d'água, à proporção que se desce para jusante. A exceção desta regra seria um curso d'água que não tivesse atingido o seu perfil de equilíbrio.

LINHA DE MUDANÇA DE DECLIVIDADE Mudança de direção do divisor “A declividade de um curso d’água

Mudança de direção do divisor

LINHA DE MUDANÇA DE DECLIVIDADE Mudança de direção do divisor “A declividade de um curso d’água

FIGURA - Curva perfil do curso d'água ou talvegue.

FORMAS COMPOSTAS DOS PRINCIPAIS ACIDENTES DO TERRENO E SUAS REPRESENTAÇÕES POR CURVAS DE NÍVEL

Representação por curvas de nível:

Curvas de nível são curvas planas que unem pontos de igual altura; portanto, as curvas de nível são resultantes da intersecção da superfície física considerada com planos paralelos ao plano de comparação. A figura abaixo ilustra conceitualmente a geração das curvas de nível através da intersecção do terreno por planos horizontais eqüidistantes. A distância vertical que separa duas seções horizontais consecutivas deve ser constante e denomina-se eqüidistância numérica ou simplesmente eqüidistância entre curvas de nível. Ao empregar as curvas de nível na representação do relevo, deve- se ter em mente algumas propriedades essenciais:

  • a) Toda curva de nível fecha-se sobre si mesma, dentro ou fora dos limites do papel;

  • b) Duas curvas de nível jamais se cruzarão;

  • c) Várias curvas de nível podem chegar a ser tangentes entre si; trata-se do caso do terreno em rocha viva;

  • d) Uma curva de nível não pode bifurcar-se;

  • e) Terrenos planos apresentam curvas de nível mais espaçadas; em terrenos acidentados as curvas de nível encontram-se mais próximas uma das outras.

FORMAS COMPOSTAS DOS PRINCIPAIS ACIDENTES DO TERRENO E SUAS REPRESENTAÇÕES POR CURVAS DE NÍVEL Representação por

Figura: Curvas de nível: conceito

Alguns acidentes do terreno e sua representação

A representação do terreno mediante o emprego das curvas de nível, deve ser um reflexo fiel do mesmo. Para tal é necessário observar-se algumas regras relacionadas aos acidentes elementares do terreno, ou formas fundamentais, a saber: divisor de águas e thalweg. Para uma melhor compreensão destas regras, é conveniente realizar um ligeiro estudo de como se processa a modificação da crosta terrestre ao longo do tempo pela ação contínua de agentes externos através da erosão, do transporte de materiais e da sedimentação dos mesmos. São os fatores climáticos e biológicos que intervêem diretamente na erosão. Entre os fatores climáticos se destacam as correntes de água (superficiais e subterrâneas), o mar, o frio intenso em algumas regiões do planeta, o vento que transporta as partículas arenosas, etc. Entre os fatores biológicos, que modificam o aspecto da superfície terrestre, observa-se fundamentalmente a ação do homem, assim como as plantas e animais. De todos, os cursos d’água são o principal agente externo modificador. Por isso, o interesse em estudar a forma com que este processo vem ocorrendo.

Elevação e depressão do terreno: uma elevação do terreno, como mostra a figura abaixo, de pequena altitude e com forma aproximadamente cônica em sua parte superior, denomina-se morrote ou morro. As superfícies laterais deste tipo de elevação recebem o nome de ladeira ou vertente. Se estas ladeiras ou vertentes são aproximadamente verticais (caso das serras), recebem o nome de escarpas. A representação desta forma de terreno teria o aspecto mostrado na figura 3. Observe que a representação é formada por uma série de curvas de nível concêntricas, de forma que as curvas de menor altitude envolvem completamente as de maior altitude.

A representação do terreno mediante o emprego das curvas de nível, deve ser um reflexo fiel

Figura 3: Curvas de nível: elevação do terreno

Figura 4: Curvas de nível: depressão do terreno O contrário de morro (elevação) é a depressão.

Figura 4: Curvas de nível: depressão do terreno

O contrário de morro (elevação) é a depressão. Em sua representação, figura 4, de maneira análoga observa-se que neste caso as curvas de maior altitude envolvem as de menor altitude. Este tipo de topografia é raramente encontrado, uma vez que formações deste tipo geralmente de grande dimensão e contendo água permanente, são conhecidas como lagoas.Interceptando (cortando) a projeção da figura 4 por um plano perpendicular à figura, independentemente da parte que observarmos, obtém-se uma representação conforme mostra a figura 5b. Da mesma maneira que nas depressões, aqui

as curvas de maior altitude envolvem as de menor altitude. A linha que resulta da união

dos pontos A, B, C, D,

de maior curvatura (pontos de inflexão da curva) denomina-se

... linha de thalweg. Esta linha representa a linha de intersecção de duas ladeiras opostas e

por onde escorrem as águas que descem das mesmas.

Figura 4: Curvas de nível: depressão do terreno O contrário de morro (elevação) é a depressão.
Figura 4: Curvas de nível: depressão do terreno O contrário de morro (elevação) é a depressão.

Figura 5a: Curvas de nível (depressão)Figura 5b: A, B, C, D,linha de

Thalweg