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UNIVERSIDADE VILA VELHA- ES CURSO DE DIREITO

MONOGRAFIA I D9NA

CAROLINA GOULART MOURA ROSARIO

O AVANÇO DA LESGISLAÇÃO COMERCIAL COM O ADVENTO DA LEI COMPLEMENTAR 128/2008 APÓS A CRIAÇÃO DA FIGURA DO MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL DANDO ACESSO À JUSTIÇA AO PEQUENO EMPREENDEDOR BRASILEIRO

VILA VELHA - ES

2014

CAROLINA GOULART MOURA ROSARIO

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O AVANÇO DA LESGISLAÇÃO COMERCIAL COM O ADVENTO DA LEI COMPLEMENTAR 128/2008 APÓS A CRIAÇÃO DA FIGURA DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL DANDO ACESSO À JUSTIÇA AO PEQUENO EMPREENDEDOR BRASILEIRO

Monografia apresentada a Universidade Vila Velha ES, como requisito obrigatório para elaboração da monografia de conclusão de curso. Orientador: Profº Me. Andreotte Norbim Lanes

VILA VELHA ES

2014

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

2. ANÁLISE PRELIMINAR E HISTÓRICA DA EVOLUÇÃO DAS LEGISLAÇÕES

?

COMERCIAIS

NOS

ÚLTIMOS

OITO

ANOS

?

2.1 ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO

?

2.2 LEI COMPLEMENTAR 128/2008 ?

3. AS VANTAGENS DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

PORTE

?

3.1 NO QUE CONCERNE A SEARA TRIBUTÁRIA

?

3.2 NO QUE CONCERNE A SEARA TRABALHISTA

?

3.3 NO QUE CONCERNE A SEARA PREVIDENCIARIA

?

4. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL COMO OBJETO DE ALCANCE DA

JUSTIÇA

?

4.1 AVANÇOS SOCIO-ECONÔMICOS

?

4.2 ACESSO À JUSTIÇA

?

4.3 REDUÇÃO DA DESIGUALDADE SOCIAL

?

5. BREVE ANALISE DO PROGRAMA DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

EM EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS

?

5.1 FORMALIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS

5.2 MUDANÇAS E CONQUISTAS

6. CONCLUSÃO

?

7. REFEFÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

?

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2. ANÁLISE PRELIMINAR E HISTÓRICA DA EVOLUÇÃO DAS LEGISLAÇÕES COMERCIAIS NOS ÚLTIMOS OITO ANOS

Segundo levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizado no ano de 2003, no Brasil existia cerca de 10.335.962 (dez milhões, trezentos e trinta e cinco mil e novecentos e sessenta e dois) trabalhadores informais (SOUZA, 2010). Muito do fenômeno da informalidade se deu graças à desestruturação do mercado de trabalho no Brasil durante a década de 90, que acabou gerando desemprego em massa (GENNARI et ALBUQUERQUE, 2012).

Eram protagonistas do fenômeno econômico-social da informalidade, prioritariamente, indivíduos com pouca escolaridade e qualificação profissional, e por isso, completamente a margem do mercado de trabalho, que viam na informalidade uma estratégia de sobrevivência. Esses pequenos negócios informais não giravam em torno de atividades menos complexas e que exploram saberes coletivos internalizados na cultura local (SEBRAE, 2007).

Visando reduzir os percentuais de informalidade no país, o Estado, por meio de seus poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, propôs reformas legislativas, políticas públicas e mobilização judiciária. As Leis Complementares 123 de 2006 e 128 de 2008 comprovam esse esforço estatal.

A informalidade é vista como um problema principalmente porque violação de alguns

direitos e garantias dos indivíduos. Enquanto na informalidade o trabalhador não tem assegurados direitos trabalhistas e de seguridade social. Isso influi diretamente nas garantias fundamentais do cidadão, como dignidade humana, justiça social, valores sociais e livre iniciativa. Afinal, sem a segurança jurídica das relações trabalhistas, o indivíduo fica a mercê e desprotegido, alheio ao acesso à justiça.

Portanto, o Estado dotado do poder e dever de atuar em prol da sociedade, compreendendo-a e adaptando-se a suas transformações e anseios, recorre ao

Direito, para promover a mudança necessária. Daí surge o que podemos considerar

o maior avanço na legislação comercial nos últimos 10 anos.

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Além disso, é preciso compreender que a figura dos micro e pequenos empresários

já possuía certa relevância no cenário econômico nacional e internacional. Até o ano

2006, segundo o CEMPRE Cadastro Central de Empresas 90% das empresas registradas eram micro ou pequenas empresas (LIMA, 2104).

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) através da recomendação número

189 de 1998 já reconhecia as micro e pequenas empresas como “importantes organismos promotores do emprego” e as via como elementos essenciais para a promoção do desenvolvimento econômico dos países. No mesmo sentido o Mercosul instituiu as Políticas de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas do Mercosul no qual apregoa mudanças estruturais na economia afim de estimular o desenvolvimento.

Conforme Jurandir Zangari Junior, graças a sua flexibilidade e dinamismo, as pequenas e médias empresas tem a capacidade de gerar empregos e distribuir renda, o que demonstra sua importância tanto no âmbito econômico, quanto no

âmbito social. E não à toa países desenvolvidos e em desenvolvimento instauraram

o debate acerca do tema, reconhecendo serem elas responsáveis pelo espírito de

inovação, flexibilidade, geração de emprego, sustentabilidade e desenvolvimento.

No ano de 2004, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) pensou na criação da figura do Microempreendedor Individual, o que veio a inspirar o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criação do empreendedor urbano pessoa física, que buscava beneficiar os trabalhadores urbanos na informalidade.

No Congresso Nacional já tramitava o Projeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, e o envio dessa proposta aditou a Lei Complementar com o artigo 68 que mencionava o empresário individual. Entretanto, só com a Lei Complementar 128 de 2008 que se instituiu e regulamentou definitivamente a figura do microempreendedor individual no país.

2.3 ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

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O Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte surge em

2006, através da Lei Complementar número 123. Contou com a participação da sociedade civil, dos empresários e do Poder Executivo e, como mencionado acima, foi uma tentativa estatal de adequar-se às atuais configurações econômicas do país com elevado número de trabalhadores informais, visando reduzi-lo, além de realizar a formalização dos trabalhadores informais.

Essa Lei Complementar asseverou a efetividade da garantia constitucional de tratamento diferenciado e favorecido às micro e pequenas empresas brasileiras, como previsto no texto constitucional nos artigos 146, 170 e 179.

Art. 146 - Cabe à lei complementar:

III - estabelecer normas gerais em matéria de

legislação tributária, especialmente sobre:

d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte, inclusive regimes especiais ou simplificados ( )”

“Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:

X - tratamento favorecido para as empresas de

pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e

que tenham sua sede e administração no País”

“Art. 179 - A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresa e às empresa de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei.”

A ideia de prestar tratamento diferenciado e favorecido às micro e pequenas

empresas brasileiras tem por objetivos valorizar o trabalho humano, sempre,

historicamente tratado à margem da sociedade comercial (JULIÃO, 2011).

A Carta Magna prevê uma orientação que deve ser seguida e respeitada pelas

legislações subsequentes. A promulgação da Lei Complementar 126 apenas atende

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a essa determinação constitucional. É o que defende Fernanda Pacobahyba quando

diz que “o real alcance do texto constitucional só foi compreendido com essa lei

complementar” (PACOBAHYBA, 2011).

Assim, numa simples leitura do artigo 146, verifica-se esforço do legislador para que

a diferença de tratamento se desse na esfera tributária. Observa-se isso quando ele, o legislador, determina que por lei complementar sejam estabelecidas normas tributárias benéficas que garantam o tratamento diferenciado e favorecido às microempresas e empresas de pequeno porte.

De outra sorte, com a Lei Complementar institui-se o regime especial do qual o texto constitucional mencionava: o Simples Nacional. Esse é um regime tributário especifico que reduz impostos e simplifica os cálculos e o seu recolhimento. Cabe ainda frisar que em um único documento de arrecadação (DASN) são recolhidos todos os tributos devidos - IRPJ, CSLL, PIS/PASEP, COFINS, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social Patronal calculados com base na receita bruta do negócio.

Além disso, o Simples Nacional, também conhecido como Super Simples, prevê benefícios em diversos aspectos do dia-a-dia, como a simplificação e desburocratização, as facilidades para acesso ao mercado, ao crédito e a justiça, o estímulo à inovação e à exportação.

Os dispositivos dos artigos 170 e 179 ambos da Constituição Federal reforçam a ideia de alcance da justiça social através de legislações infraconstitucional. Visa-se com o desenvolvimento societário valorizar o trabalho humano, uma vez que retira da informalidade inúmeros empresários, garantindo-lhes acesso a previdência social entre outras vantagens. A livre iniciativa é estimulada quando das facilidades de formação societária, desburocratização e simplificação tributária e estimulo a concorrência. Como consequência desses atos concatenados há geração de trabalho e renda e postos de trabalho, trabalhadores saem da marginalidade e passam a ser protegidos pelo sistema previdenciário, garantindo-lhes acesso à justiça e a dignidade.

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Conforme Glauco de Aguiar bem diz, a ideia da Lei Complementar 123/2006 é muito simples. Visa o tratamento jurídico diferenciado e a concessão de benefícios visando desenvolver as atividades econômicas, fomentando o desenvolvimento nacional, erradicando a pobreza, reduzindo as desigualdades e promovendo a dignidade da pessoa humana “pela valorização do seu trabalho, porque gera um maior número de empregos formais”. (AGUIAR, 2008).

Com a Lei Complementar, o conceito das micro e pequenas empresas foi uniformizado e enquadrado com base na receita bruta anual. Passam a ser, portanto, microempresas, a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o empresário individual, desde que a receita bruta anual não ultrapasse R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais). Caso ultrapassem esse valor, mas mantenham receita bruta inferir a R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais), se enquadram como empresas de pequeno porte.

A Lei desburocratiza e simplifica os processos de abertura e baixa das micro e pequenas empresas. A abertura acontece com um registro simplificado dos seus atos constitutivos, sem a necessidade de inscrição em qualquer outro cadastro. Ela receberá um Alvará de funcionamento provisório e as vistorias só serão realizadas após o início do funcionamento.

Para o fechamento as regras foram simplificadas também. A baixa pode ser solicitada pelo empresário ou administrador independente dos pagamentos dos débitos tributários, taxas ou multas não liquidados, já que eles serão apurados e lançados em nome do empresário ou administrador.

Será na supracitada legislação que aparecerá pela primeira vez a figura do microempreendedor individual com a denominação de empresário individual presente no artigo 68. Sua relevância não fica clara no bojo da Lei e apenas em 2008, com a Lei Complementar 128 é que nasce e se regulamenta definitivamente a personalidade jurídica do microempreendedor individual e que é possível delimitar a quem ela se destina e quais são suas características.

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2.4 LEI COMPLEMENTAR 128/2008

Trazendo a tona a personalidade jurídica do microempreendedor individual, a Lei Complementar entrou em vigor apenas em 1º de julho de 2009. Pode ser considerada relativamente recente e sua temática bastante nova no ordenamento jurídico brasileiro.

Como já mencionado, a legislação veio complementar a já existente Lei Complementar 123/2006, buscando resolver as lacunas que a legislação deixou. O Estatuto na Micro e Pequena empresa, apesar de prever a figura do empresário individual uma amostra do que viria a ser o microempreendedor individual não foi o suficiente para definir quem seria esse indivíduo e quais as vantagens e benefícios de se formalizar como tal, o que não conseguiu reduzir o número de trabalhadores informais no país, como era desejado.

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado considerou que aprovar o projeto de lei do microempreendedor individual foi de extrema importância pelo o alcance social que o Microempreendedor Individual (MEI) produz para os trabalhadores informais. O programa tem a finalidade de “preencher lacunas que alguns princípios, como o da cidadania, da dignidade da pessoa humana, da livre iniciativa, do valor social do trabalho e da justiça social, postos no texto constitucional” (Julião, 2011).

Mas afinal, quem é o microempreendedor individual (MEI)?

Esse indivíduo é aquele que trabalha por conta própria e, conforme já mencionamos, vinha trabalhando na informalidade até a edição da Lei Complementar 128.

Destinado às atividades das mais variadas possíveis (conforme Resolução nº 58 do Comitê Gestor do Simples Nacional), essa nova classe empresarial brasileira deve ter receita bruta anual de até R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) e passa a usufruir de todos os direitos a ele sonegados quando na informalidade, como desoneração tributária, garantias previdenciárias, desburocratização, redução de obrigações acessórias, redução de procedimentos, isenção de taxas de formalização, entre outras.

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Dentre os favorecimentos ofertados ao MEI podemos destacar:

a) Possibilidade de ter um empregado com alíquota de contribuição patronal de 3% sobre o salário pago (esse empregado deve receber o salário mínimo ou o piso salarial de sua categoria profissional);

b) Contribuição de ICMS de apenas R$ 1,00 (um real) independentemente do volume de vendas;

c) Contribuição de ISS de apenas R$ 5,00 (cinco reais) independentemente do volume de serviços prestados;

d) Guia única de arrecadação Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DASN) emitida no portal eletrônico www.portaldoempreendedor.com.br;

e) Isenção de tributos tais quais: Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre produtos industrializados (IPI), Contribuição Social sobre Lucro L[iquidi (CSLL), Contribuição para financiamento da Seguridade Social (COFINS) e contribuição para PIS/PASEP;

f) Declaração de receita bruta anual ao invés de declarações mensais;

g) Não necessidade de contabilidade;

h) Registro gratuito e simplificado pelo site www.portaldoempreendedor.com.br;

i) Assessoria gratuita dos escritórios de registro contábil optantes pelo Simples Nacional na primeira declaração anual;

Entretanto, além de vantagens, o microempreendedor individual confere obrigações, como preservar as notas fiscais de compra, emitir notas fiscais de venda à pessoa jurídica, preparar relatório mensal de receita bruta, apresentar anualmente Declaração do Simples Nacional, Pagar mensalmente a boleta única, guardar as notas fiscais de vendas, entregar anualmente a Relação Anual de Informações Sociais, entregar mensalmente a guia de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações Previdenciárias, entregar mensalmente a Guia do FGTS e quando possuir empregado cumprir as exigências trabalhistas.

De desimportantes uma vez que não eram grandes contribuintes para o fisco e invisíveis na economia nacional, a agraciados por um instrumento legal exclusivo de plena garantia a preceitos constitucionais. Como já defende o doutrinador constitucional Doutor Alexandre de Moraes é legítimo o “tratamento desigual nos

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casos desiguais na medida em que se desigualam” (MORAES, 2014) quando se pretende o alcance da igualdade material e gerar igualdade de condições sociais.

Cabe salientar que toda essa mobilização estatal representa fortalecimento da democracia brasileira, uma vez que proporciona acesso a atividade empresarial e reconhecimento de um classe.

Conforme Fernanda Pacobahyba bem assevera em relação a importância do instituto jurídico do MEI :

“A sociedade tem que ir além e buscar alternativas para que todos possam ter um vida digna, por meio do trabalho honesto e reconhecido, idela que se coaduna plenamente com o tratamento diferenciado e favorecido do microempreendedor individual” (PACOBAHYBA, 2011, p. 43)

10 - REFERÊNCIAS

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AGUIAR, Glauco Lubacheski. Tributação extrafiscal e intervenção econômica: uma análise concorrencial dos convênios interestaduais de ICMS e do Simples Nacional. 2008. 220 f. Dissertação (Mestrado em Direito) Universidade de Marília, Marília/SP.

BRASIL. Lei Complementar n. 126 de 14 de dezembro de 2006. Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. In:

Vademecum Saraiva 2013. 14ª ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2013.

BRASIL. Lei Complementar nº. 128 de 19 de dezembro de 2008. Altera a Lei Complementar nº 123 de 14 de dezembro de 2006. In: Vademecum Saraiva 2013. 14ª ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2013.

BRASIL. Comitê Gestor do Simples Nacional. Resolução nº 58, de 27 de abril de 2009. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 de abril de 2009.

GENNARI, Adilson. ALBUQUERQUE, Cristina. Globalização e reconfiguração do mercado de trabalho em Portugal e no Brasil. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 27, nº 79, São Paulo Julho 2012. Disponível em www.scielo.br.

JULIÃO, Fábio. Análise dos fatores determinantes da satisfação dos usuários do programa MEI Microempreendedor Individual. 2011. 139 f. Dissertação (Mestrado em Administração) Universidade Potiguar, Natal/RN.

LIMA, Albério Júnior. A efetividade do Programa microempreendedor individual, com base na análise jurídica da política econômica, em relação ao direito de produção. 2014. 127 f. Dissertação (Mestrado em Direito) Universidade de Brasília, Brasília, DF. 2014.

MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 2014

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PACOBAHYBA, Fernanda. O microempreendedor individual como expressão da extrafiscalidade no Direito Tributário Nacional. 2011. 104 f. Dissertação (Mestrado em Direito Constitucional) Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Fortaleza/CE. 2011.

Empreendedor.

<http://www.portaldoempreendedor.gov.br >. Acessado em 3 de agosto de

2014.

Portal

do

Disponível

em

SEBRAE. Histórias de sucesso: mulheres empreendedoras negócios coletivos. Brasília. 2007.

SOUZA, Dayanne Marlene. Os principais benefícios proporcionados ao trabalhador informal para formalização através do microempreendedor individual. 2010. 79 f. Monografia (Ciências Contábeis) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC.

ZANGARI JÚNIOR, Jurandir. O Direito do Trabalho e as pequenas e microempresas: uma proposta de tratamento jurídico diferenciado. Dissertação (Mestrado em Direito das relações sociais) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo/SP. 2007.