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A PEST no ensino das Ciências Naturais Equipa de autores do manual Viva a Terra!

A PEST no ensino das Ciências Naturais

Equipa de autores do manual Viva a Terra!, Ciências Naturais, 9.º ano

Ilídio André Costa, José Américo Barros, Lucinda Motta, Maria dos Anjos Viana, Rui Polónia Santos

Oo

Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9
Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9
Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9
Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9
Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9
Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9
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Índice Introdução 3 Atividade 1 4 Atividade 2 6 Atividade 3 8 Atividade 4 9

Índice

Introdução

3

Atividade 1

4

Atividade 2

6

Atividade 3

8

Atividade 4

9

Atividade 5

10

Súmula da Lei n.° 12/2005

12

Conclusão

17

Bibliografia

18

Contacto dos autores

O

vivaaterra@portoeditora.pt

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 2

Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia
Introdução O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite- racia

Introdução

O profundo enraizamento científico-tecnológico da sociedade contemporânea obriga a que a lite-

racia científica, mais do que um produto inerente à educação em ciência, se converta numa com-

petência essencial ao exercício da cidadania e desenvolvimento pessoal. Esta constatação,

conjugada com uma visão socioconstrutivista da aprendizagem, vinca a importância de uma sala de aula dinâmica, onde a “construção partilhada dos saberes permite o efetivo desenvolvimento de conhecimentos e capacidades que se traduzirá em alunos autónomos e capazes de aprender ao longo da vida” (Vasconcelos, 2012).

A nível internacional, reconhece-se, hoje, que ensinar Ciências implica criar oportunidades para

que os alunos se envolvam em atividades autênticas e baseadas na pesquisa, na resolução de problemas e no trabalho laboratorial, através de sequências de aprendizagem autorreguladas e promotoras da sua autonomia, nas quais possam reconstruir o seu conhecimento prévio e tam- bém desenvolver capacidades de comunicação e de argumentação discursiva com os pares (Coe- lho da Silva & Vieira, 2012). Neste contexto, a PEST surge como uma forma de trabalho em sala de aula, um conjunto de quatro passos simples em direção à(s) meta(s). Mas o que é a PEST?

P de problema: todo o processo de aprendizagem começa por uma questão clara, simples e obje- tiva, que orienta e baliza o trabalho, ao mesmo tempo que motiva e desperta a curiosidade.

E de exploração: lançado o problema, urge procurar a informação que possibilita a compreensão e a explicação do fenómeno em estudo. Documentos diversificados, experiências educativas variadas, tarefas práticas, trabalho cooperativo e progressiva autonomização do aluno na explo- ração e seleção de informação relevante.

S de síntese: após a exploração, com o auxílio do professor, os alunos focam a informação explo- rada e construída, organizam-na criticamente, arrumando ideias, articulando conceitos e conso- lidando princípios. Este é o momento em que a resposta se define com clareza.

T de tarefa: realizada e consolidada a aprendizagem, é o momento em que o saber se converte em literacia científica, sendo mobilizado na resolução de novos problemas e na exploração de outras realidades.

É esta a linha de orientação em que assentam os manuais escolares Viva a Terra! que produzimos. Acreditamos que a PEST, já presente nos Viva a Terra!, será, certamente, o futuro no ensino das Ciências Naturais e contribuirá para o sucesso dos nossos alunos.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 3

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Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro
Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro

Atividade 1

Atividade 1 Como se transmite a hemocromatose hereditária: a doença esquecida? A sobrecarga de ferro nos

Como se transmite a hemocromatose hereditária:

a doença esquecida?

A sobrecarga de ferro nos seres humanos está associada a uma grande variedade de doenças que

podem ser genéticas ou adquiridas. De entre as causas genéticas, a hemocromatose hereditária

(HH) é a mais comum e a que está mais bem caracterizada quer do ponto de vista epidemiológico quer do ponto de vista clínico (1, 2) 1 .

A HH é uma doença de transmissão autossómica recessiva que se caracteriza por uma absorção

aumentada de ferro, resultando na sua acumulação progressiva em diversos órgãos. Na grande

maioria dos casos, a doença é causada por alteração do gene HFE, localizado no braço curto do cromossoma 6.

A principal mutação genética do HFE associada à HH foi descrita em 1996 (3). Trata-se de uma

substituição nucleotídica de G-para-A com consequente substituição de uma tirosina por uma cisteína na posição 282 da proteína HFE (C282Y). Mais de 90% dos doentes com HH são homo- zigóticos para esta mutação, estando os restantes casos associados a outras mutações mais raras.

Contrariamente ao que acontece com a maioria das mutações causadoras de doenças genéticas autossómicas recessivas, a frequência da mutação C282Y no gene HFE é muito elevada em todas as populações de origem europeia, principalmente em países do Noroeste da Europa, como é o caso da Irlanda, onde a frequência pode atingir 10% (4). Em Portugal, num estudo realizado em cinco regiões (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Algarve) com recurso a amostras obtidas através do Programa Português de Rastreio Neonatal, verificaram-se diferenças significativas na distribuição regional das frequências da mutação C282Y. É no Norte do país que se encontra a maior frequência da mutação (5,8%), sendo esta semelhante à média das frequências alélicas verificadas no Noroeste da Europa. Na região do

Algarve é onde se verificam os valores mais baixos das frequências alélicas (0,9%), sendo estas semelhantes às verificadas no Sul da Europa.

A alteração provocada pela mutação C282Y no HFE resulta numa malformação da proteína, que

deixa de ser expressa na superfície da célula e, por isso, deixa de cumprir a sua função na regula- ção da hepcidina, que é a principal hormona responsável pela manutenção de níveis apropriados de ferro em circulação (5). Esta falha de regulação pela hepcidina faz com que o ferro ingerido através da alimentação seja continuamente absorvido, mesmo que não seja necessário. Uma vez que não existe nenhum mecanismo fisiológico de excreção de ferro, este acaba por se acumular no organismo e se depositar em diversos tecidos. Os órgãos mais afetados pela sobrecarga de ferro são o fígado, o pâncreas, a hipófise e as articulações, resultando em diversas patologias, sendo as mais graves a cirrose hepática, a diabetes e o cancro do fígado (1, 2). É de realçar, no entanto, que estas manifestações clínicas podem ser evitadas se se realizar um diagnóstico e tra- tamento precoces, ou seja, quando a sobrecarga de ferro ainda não provocou lesões graves.

O

1 Consultar referências bibliográficas na página 19.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 4

Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)
Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos)

Os sintomas da HH tendem a ocorrer na vida adulta (a partir dos 40 anos) e são mais frequentes nos homens do que nas mulheres, uma vez que estas têm tendência a acumular menos ferro. Os sintomas podem incluir cansaço fácil, emagrecimento, dores abdominais ou dores articulares. Estes sintomas são muito inespecíficos e, por isso, é necessário um estado de grande alerta para

se suspeitar de sobrecarga de ferro e realizar os testes bioquímicos necessários. Quando a doença

já está estabelecida, pode suspeitar-se da HH perante outros sintomas, tais como a pigmentação

acinzentada da pele, distúrbios sexuais, artrite ou outras manifestações relacionadas com a cirrose hepática ou a diabetes. Nesta fase, as manifestações são geralmente irreversíveis, embora possam ser controladas com tratamento adequado.

O diagnóstico da HH é muito simples e é realizado através da verificação de alterações caracterís-

ticas nas análises bioquímicas ao sangue. O parâmetro mais específico é o aumento da saturação

da transferrina, uma análise que reflete os níveis circulantes de ferro. Se este valor estiver elevado, deve avaliar-se a presença de depósitos de ferro através de uma outra análise, a ferritina sérica. Se as duas análises apresentarem valores consistentemente elevados, deverá ser realizado o teste genético para pesquisa da mutação C282Y do HFE. Se esta for detetada em homomozigotia, é confirmado o diagnóstico de HH.

A introdução, na rotina laboratorial, do teste genético para diagnóstico da HH veio modificar de

modo muito significativo o prognóstico da doença, já que permite a sua confirmação em fases precoces. Para além disso, e uma vez que a forma de transmissão da doença é conhecida, o teste genético permite realizar o rastreio em familiares de 1.º grau dos doentes diagnosticados, identifi- cando os indivíduos em risco ainda mais precocemente (1, 2). Por isso, a HH é hoje considerada

um paradigma da medicina preditiva e preventiva.

O tratamento da HH é realizado através de flebotomias regulares programadas (6), consistindo

estas na remoção de sangue, tal como se faz numa dádiva de sangue. Este é um tratamento sim- ples, eficaz e praticamente sem complicações, uma vez que se trata de um processo fisiológico de mobilização do ferro. Após a flebotomia, a medula óssea é responsável pela reposição dos níveis de hemoglobina produzida nos glóbulos vermelhos, utilizando para isso o ferro que está acumu-

lado nos depósitos. Assim, o doente, ao realizar flebotomias de forma intensiva e consecutiva, vai obrigar à mobilização dos depósitos de ferro acumulados até que estes se esgotem. O tratamento

é realizado em duas fases, a fase intensiva, em que o tratamento é realizado semanalmente, e a fase de manutenção, em que o doente realiza o tratamento 3 a 4 vezes por ano.

A adoção de um plano alimentar com restrições na quantidade de ferro ingerido não está indicada, porque não é relevante em termos de diminuição da sobrecarga de ferro, uma vez que a quanti-

dade de ferro absorvida pela dieta é de apenas 2-4 mg/dia, uma quantidade muito pequena quando comparada com a quantidade de ferro mobilizado por flebotomia (250 mg/semana).

Emerência Teixeira (IBMC | FCUP) e Graça Porto (CHP-HSA)

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 5

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Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose
Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose

Atividade 2

Atividade 2 Doc. 1 Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias? A hemocromatose hereditária
Doc. 1
Doc. 1

Como pode ser estudada a transmissão das características hereditárias?

A hemocromatose hereditária (HH) é uma das doenças genéticas mais comuns na população europeia.

A HH consiste numa absorção excessiva de ferro a partir da alimentação e posterior acumulação de ferro em vários órgãos. Os sintomas da doença tendem a ocorrer depois dos 40 anos de idade e incluem fadiga, dores abdominais ou dores articulares. A HH é causada por uma alteração no gene HFE localizado no cromossoma 6 que altera a capacidade de controlar a absorção de ferro. Normalmente,

o ser humano apenas consegue controlar os níveis de ferro restringindo a absorção, uma vez que não consegue eliminar o ferro que já possui. A sobrecarga de ferro pode ser facilmente detetada através de análises ao sangue e confirmada com teste genético.

Associação Portuguesa de Hemocromatose, Hemocromatose: As Respostas às Sua Perguntas, 2014

N Bragança Viana do Castelo Braga Vila Real Porto Viseu Aveiro Guarda Coimbra Castelo Branco
N
Bragança
Viana do
Castelo
Braga
Vila Real
Porto
Viseu
Aveiro
Guarda
Coimbra
Castelo
Branco
Leiria
Santarém
Portalegre
LISBOA
Setúbal
Évora
Beja
Faro
0 50 km

Oceano

Atlântico

Frequência

alélica

> 0,05 0,05

0,03-0,050 50 km Oceano Atlântico Frequência alélica > 0,05 0,01-0,03 < 0,01 Fig. 1 Distribuição geográfica

0,01-0,03Oceano Atlântico Frequência alélica > 0,05 0,03-0,05 < 0,01 Fig. 1 Distribuição geográfica da

< 0,01 0,01

Fig. 1 Distribuição geográfica da hemocromatose hereditária em Portugal continental com base na frequência alélica da alteração genética. A hemocromatose hereditária pode afetar 1 em cada 500 pessoas na população portuguesa.

Hipogonadismo Esquelet o • Artrite • Dores nas articulações Coração • Arritmia Escurecida (tom
Hipogonadismo
Esquelet o
• Artrite
• Dores nas
articulações
Coração
• Arritmia
Escurecida (tom
acinzentado)
Pâncreas
Diabetes

Hipófise

Fígado

• Cirrose

• Cancro

• Falência

Pele

Fig. 2 Se a sobrecarga de ferro não for tratada, este elemento- -traço pode acumular-se em diversas partes do corpo, causando doenças graves nos adultos. Os órgãos que podem ser afetados mais gravemente são o fígado, o pâncreas, a hipófise e as articulações.

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Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 6

A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II
A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica. I II

A informação genética da HH pode ser estudada através de uma árvore genealógica.I II III IV Ana Luís Paulo António Célia Paula Diogo Lurde s Sérgio Mariana

I

II

III

IV

Ana Luís
Ana
Luís
Paulo António Célia Paula Diogo Lurde s Sérgio Mariana Fernanda Filipe Carlos ? Pedro Isabe
Paulo
António
Célia
Paula
Diogo
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Sérgio
Mariana Fernanda
Filipe
Carlos
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Pedro
Isabe l
Homem Mulher Casamento Gémeos Monozigóti co s D izigóti co s Manifesta a característica
Homem
Mulher
Casamento
Gémeos
Monozigóti co s
D izigóti co s
Manifesta a característica

Fig. 3 Árvore genealógica de uma família com hemocromatose hereditária.

Questões 1 Doc. 1
Questões
1 Doc. 1

1.1. Identifica a doença referida no texto.

1.2. Refere o cromossoma onde ocorre a alteração genética que é responsável por esta doença.

1.3. Indica a região do país onde é maior a frequência da doença.

1.4. Justifica a afirmação: “A hemocromatose pode ser confundida com outras doenças.”

2 Doc. 2
2 Doc. 2

2.1. Indica o número de gerações representadas na árvore genealógica.

2.2. Menciona o número de raparigas representadas na segunda geração.

2.3. Identifica o grau de parentesco:

– do Luís e do Paulo;

– da Lurdes e do Sérgio;

– da Fernanda e do Filipe.

2.4. Refere se o fator que determina a doença é dominante ou recessivo. Justifica com um dado da figura.

2.5. Indica os genótipos possíveis do Sérgio e da Mariana.

2.6. O Sérgio e a Mariana tiveram dois filhos, o Pedro (com 25 anos) e a Isabel (acabou de completar os 18 anos). O Pedro já realizou o teste genético e os resultados mostraram que não tem qualquer alteração genética para o gene HFE. A Isabel irá, na próxima semana, a uma consulta de aconselhamento genético para realizar o teste genético. Determina a probabilidade de a Isabel ter a alteração genética que lhe confere risco de hemocromatose hereditária.

Guia Pedagógico

Proposta de solução

1.1. Hemocromatose

hereditária.

1.2. Cromossoma 6.

1.3. Norte.

1.4. Os sintomas da

hemocromatose são semelhantes aos de

outras doenças do fígado ou do pâncreas, por exemplo.

2.1. Quatro gerações.

2.2. Três raparigas.

2.3. – Pai e filho; – Sogra e

genro; – Irmãos (gémeos

dizigóticos).

2.4. Recessivo. A Ana e o

Luís são saudáveis e têm dois filhos com hemocromatose

hereditária.

2.5. Sérgio: NN

(homozigótico dominante) ou Nn (heterozigótico); Mariana: Nn

(heterozigótica).

2.6. Se o Sérgio for

homozigótico dominante, P = 0. Se o Sérgio for heterozigótico, P = 0,25.

Metas 15.4. e 15.5. de CN, pág. 234

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 7

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Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões
Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões

Atividade 3

Atividade 3 Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões de

Reprodução sexuada versus diversidade intraespecífica – Como persistir sem sexo durante 40 milhões de anos?

Um escândalo! Um escândalo evolutivo! Foi assim que a comunidade científica reagiu às evidências que sugerem que os rotíferos da classe Bdelloidea podem ter persistido 40 milhões de anos sem sexo (fig. 1). Machos e estruturas masculinas estão ausentes das 460 morfospécies já descritas nesta classe de invertebrados, comuns em habitats dul- ciaquícolas ou semiterrestres (como musgos, líque- nes ou charcos temporários). A reprodução ocorre por partenogenia, resultando os ovos produzidos de mitose e não de meiose. Mas afinal, qual é o motivo para tanta escandaleira? A resposta está nas vantagens evolutivas que advêm

da reprodução sexuada. Nas espécies com este tipo de reprodução, cada indivíduo resulta da mistura (durante a fecundação) e do rearranjo (durante a meiose) da informação genética dos seus ancestrais. Estes processos resultam na formação de novas combinações genéticas (e de características) que amplificam de forma dramática a diversidade origi- nada pelas mutações. Assim, as espécies com reprodução sexuada tenderão a apresentar maior capa- cidade adaptativa. De facto, a grande maioria dos animais reproduz-se de forma sexuada e diversas evidências suportam que a taxa de extinção será mais elevada em espécies com reprodução asse- xuada. Assim, a evolução de reprodução assexuada em espécies animais tende a ser considerada uma sentença de extinção. Mas, então, como conseguiram estes rotíferos manter-se tanto tempo sem sexo? A resposta parece estar associada à adaptação destas espécies à desidratação extrema a que são ciclicamente expos- tas. A desidratação induz a fragmentação do ADN dos indivíduos, que nestes rotíferos é rápida e eficazmente reparada após a reidratação. O genoma de Adineta vaga sugere que este processo pode ser o segredo do sucesso evolutivo dos rotíferos da família Bdelloidea. A fragmentação e posterior reparação do ADN poderá permitir a transferência e integração de material genético de outros indiví- duos ou mesmo de outras espécies. De facto, 8% dos genes desta espécie tiveram, provavelmente, origem em espécies não animais. Assim, o escândalo evolutivo pode afinal estar explicado. À seme- lhança do que acontece nas bactérias, os rotíferos da família Bdelloidea serão capazes de capturar material genético de outros indivíduos e espécies, gerando assim diversidade que lhes permite con- tinuar a persistir, sem sexo, ao fim de 40 milhões de anos.

Xana Sá-Pinto, 2014 (CIBIO.UP/INBIO)

© Dr. Michael Plewka, plingfactory
© Dr. Michael Plewka, plingfactory

Fig. 1. Adineta vaga (Davis, 1873) – um rotífero comum da família Bdelloidea, encontrado frequentemente ao nível do solo e em musgos.

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Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 8

Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica

Atividade 4

Atividade 4 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica –

De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica?

A diversidade intraespecífica – variedade de indivíduos numa população – é influenciada pela reprodução sexuada. Enquanto na reprodução assexuada os descendentes são ge-

neticamente iguais aos progenitores, na reprodução sexuada o indivíduo contém nas suas células metade da informação que recebeu do gâmeta feminino e metade do gâmeta masculino,

o que aumenta a variabilidade genética. Esta variabilidade é

expressa em características morfológicas e fisiológicas, como,

por exemplo, a maior ou menor estatura, a cor dos olhos, da pele ou do cabelo.

Uma das causas principais da diversidade intraespecífica é

a recombinação genética que ocorre na produção de gâmetas para a reprodução sexuada.

na produção de gâmetas para a reprodução sexuada. 1. A diversidade genética diz respeito às diferenças

1. A diversidade genética diz respeito às diferenças que existem entre indivíduos da mesma espécie, resultantes da combinação do património genético contido nos gâmetas dos progenitores.

a A a a A A B b B b B b Cromossomas homólogos Aa
a
A
a
a
A A
B
b
B
b
B
b
Cromossomas
homólogos
Aa – Alelos
Bb – Alelos
a
a
A A
B
b
B
b
a
a
A
A
B
b
B
b

Gâmetas

QUESTÕES de aula

1 | Apresenta uma definição de diversidade intraespecífica.

2 | Indica uma causa da diversidade intraespecífica.

Ciênci@Ciênci@
Ciênci@Ciênci@

No momento da fecundação, o ovo que irá dar origem ao bebé contém informações para caracteres provenientes do pai e da mãe e também informações para caracteres exclusivos dele próprio.

para caracteres provenientes do pai e da mãe e também informações para caracteres exclusivos dele próprio.

2. No processo de formação de gâmetas – espermatogénese ou oogénese – ocorrem trocas de genes entre cromossomas homólogos* que contribuem para a variabilidade genética. Os gâmetas, embora apresentem o mesmo número de cromossomas, não têm a mesma informação genética.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 9

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Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica
Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica

Atividade 5

Atividade 5 De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A diversidade intraespecífica –

De que modo a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica?

A diversidade intraespecífica – variedade de indivíduos numa população – é influenciada pela reprodução sexuada. Enquanto na reprodução assexuada os descendentes são geneticamente iguais aos progenitores, na reprodução sexuada o indivíduo contém nas suas células metade da informação que recebeu do gâmeta feminino e metade do gâmeta masculino, o que aumenta a variabilidade genética.a reprodução sexuada afeta a diversidade intraespecífica? A biodiversidade pode ser classificada em três níveis:

A biodiversidade pode ser classificada em três níveis: gene, espécie e ecossistema. A diversidade genética diz respeito às diferenças que existem entre indivíduos de uma mesma espécie e que são o reflexo da variação na informação genética de cada indivíduo. A informação genética de um indivíduo resulta da combinação do património genético contido nos gâmetas

que lhe deram origem. Ou seja, para cada característica cada indivíduo herda uma informação do seu pai e outra da sua mãe. Uma grande parte das características de uma espécie é controlada por mais do que um gene ou afetada pelo meio ambiente.

Xana Sá-Pinto e Rita Campos (CIBIO.UP/INBIO), As borboletas da floresta amarela, 2013

Uma das causas principais da diversidade intraespecífica é a recombinação genética que ocorre na produção de gâmetas para a reprodução sexuada.(CIBIO.UP/INBIO), As borboletas da floresta amarela , 2013 a A a a A A B b

a A a a A A B b B b B b Cromossomas homólogos Aa
a
A
a
a
A A
B
b
B
b
B
b
Cromossomas
homólogos
Aa – Alelos
Bb – Alelos
a
a
A A
B
b
B
b
a
a
A
A
B
b
B
b

Gâmetas

Fig. 1 No processo de formação de gâmetas – espermatogénese ou oogénese – ocorrem trocas de genes entre cromossomas homólogos* que contribuem para a variabilidade genética. Os gâmetas, embora apresentem o mesmo número de cromossomas, não têm a mesma informação genética.

O

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 10

A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do
A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do

A diversidade genética é característica das populações naturais. A reprodução sexuada gera novas combinações do material genético sobre as quais a seleção natural pode agir. Charles Darwin, embora desconhecendo qualquer modelo de hereditariedade, compreendeu a sua importância para a teoria da seleção natural, que publicou em 1859. Mais tarde, a descoberta dos genes e do DNA ajudaram a compreender melhor o processo de evolução.n I s e t Camarhynchus pauper o Camarhynchus psittacula s Camarhynchus parvulus Camarhynchus heliobates

n I s e t Camarhynchus pauper o Camarhynchus psittacula s Camarhynchus parvulus Camarhynchus heliobates
n
I
s
e
t
Camarhynchus pauper
o
Camarhynchus psittacula
s
Camarhynchus parvulus
Camarhynchus heliobates
Camarhynchus crassirostris
Camarhynchus pallidus
Tentilhão
ancestral
comedor de
sementes
no solo
Certhidea olivacea
Geospiza conirostris
Pinaroloxias inornata
S
o
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e
a
m
c
Geospiza scandens
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Geospiza difficilis
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Geospiza fuliginosa
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Geospiza fortis
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Geospiza magnirostris
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P
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f
G
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Fig. 2 Darwin viajou entre 1831 e 1836 a bordo do navio Beagle. Quando chegou às ilhas Galápagos, ficou surpreendido com a diversidade de tentilhões. Depois de analisar todos os dados, Darwin concluiu que a grande diversidade de tentilhões teria sido originada a partir de um ancestral comum. Os sucessivos cruzamentos, por reprodução sexuada, deste ancestral deram origem a sucessivas gerações de tentilhões cada vez mais diversificados, principalmente devido a fatores ambientais, e a novas espécies mais bem adaptadas ao ambiente.

Questões 1 Doc. 1
Questões
1 Doc. 1

1.1. Apresenta uma definição de diversidade intraespecífica.

1.2. Transcreve o conceito de diversidade genética.

2 Doc. 2
2 Doc. 2

2.1. Refere uma causa da diversidade intraespecífica.

2.2. Justifica a afirmação: “A oogénese e a espermatogénese são essenciais na diversidade da espécie humana.”

3
3

Doc. 3 Relaciona a reprodução sexuada com o aumento da diversidade de tentilhões.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 11

Guia Pedagógico

Proposta de solução

1.1. Variedade de

indivíduos de uma população.

1.2. “A diversidade

genética […] indivíduo.”

2.1. Recombinação

genética.

2.2. No processo de

formação de gâmetas acontecem trocas de genes entre cromossomas homólogos, originando células com informação genética diferente da dos

pais. Esta é uma das causas da diversidade da espécie humana. 3. O aumento da diversidade de tentilhões teve origem na reprodução sexuada, ao longo de várias gerações.

Meta 15.6. de CN, pág. 234

O

Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
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Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A
Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro Informação genética pessoal e informação de saúde A

Lei n.º 12/2005 de 26 de janeiro

Informação genética pessoal e informação de saúde

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, a lei

seguinte:

Artigo 1.º

Objeto

A presente lei define o conceito de informação de saúde e de informação genética, a circulação de

informação e a intervenção sobre o genoma humano no sistema de saúde, bem como as regras para a colheita e conservação de produtos biológicos para efeitos de testes genéticos ou de inves- tigação.

Artigo 6.º Informação genética

1 – A informação genética é a informação de saúde que verse as características hereditárias de uma ou de várias pessoas, aparentadas entre si ou com características comuns daquele tipo,

excluindo-se desta definição a informação derivada de testes de parentesco ou estudos de zigotia em gémeos, dos estudos de identificação genética para fins criminais, bem como do estudo das mutações genéticas somáticas no cancro.

2 – A informação genética pode ser resultado da realização de testes genéticos por meios de bio-

logia molecular, mas também de testes citogenéticos, bioquímicos, fisiológicos ou imagiológicos,

ou da simples recolha de informação familiar, registada sob a forma de uma árvore familiar ou outra, cada um dos quais pode, por si só, enunciar o estatuto genético de uma pessoa e seus familiares.

3 – A informação genética reveste natureza médica apenas quando se destina a ser utilizada nas

prestações de cuidados ou tratamentos de saúde, no contexto da confirmação ou exclusão de um

diagnóstico clínico, no contexto de diagnóstico pré-natal ou diagnóstico pré-implantatório ou no da farmacogenética, excluindo-se, pois, a informação de testes preditivos para predisposições a doenças comuns e pré-sintomáticos para doenças monogénicas.

4 – A informação genética que não tenha implicações imediatas para o estado de saúde atual, tal

como a resultante de testes de paternidade, de estudos de zigotia em gémeos, e a de testes predi- tivos – com a exceção de testes genéticos para resposta a medicamentos –, de heterozigotia,

pré-sintomáticos, pré-natais ou pré-implantatórios não pode ser incluída no processo clínico, salvo no caso de consultas ou serviços de genética médica com arquivos próprios e separados.

5 – Os processos clínicos de consultas ou serviços de genética médica não podem ser acedidos,

facultados ou consultados por médicos, outros profissionais de saúde ou funcionários de outros

serviços da mesma instituição ou outras instituições do sistema de saúde no caso de conterem informação genética sobre pessoas saudáveis.

6 – A informação genética deve ser objeto de medidas legislativas e administrativas de proteção reforçada em termos de acesso, segurança e confidencialidade.

O

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 12

7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e
7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e

7 – A utilização de informação genética é um ato entre o seu titular e o médico, que é sujeito às

regras deontológicas de sigilo profissional dos médicos e dos restantes profissionais de saúde.

8 – A existência de vínculo laboral ou outro entre o médico ou outro profissional de saúde e qual- quer atividade, incluindo companhias de seguros, entidades profissionais ou fornecedores de quaisquer bens ou serviços, não justifica qualquer diminuição aos deveres de segredo que sobre

aqueles impendem.

9 – Os cidadãos têm o direito de saber se um processo clínico, ficheiro ou registo médico ou de

investigação contém informação genética sobre eles próprios e a sua família e de conhecer as finali- dades e usos dessa informação, a forma como é armazenada e os prazos da sua conservação.

Artigo 9.º

Testes genéticos

1 – A realização de testes genéticos diagnósticos ou de farmacogenética obedece aos princípios que regem a prestação de qualquer cuidado de saúde.

2 – A deteção do estado de heterozigotia para doenças recessivas, o diagnóstico pré-sintomático de doenças monogénicas e os testes de suscetibilidades genéticas em pessoas saudáveis só podem ser executados com autorização do próprio, a pedido de um médico com a especialidade de genética e na sequência da realização de consulta de aconselhamento genético, após consen- timento informado, expresso por escrito.

3 – A comunicação dos resultados de testes genéticos deve ser feita exclusivamente ao próprio,

ou, no caso de testes diagnósticos, a quem legalmente o represente ou seja indicado pelo próprio,

e em consulta médica apropriada.

4 – No caso de testes de estado de heterozigotia, pré-sintomáticos e preditivos, os resultados devem ser comunicados ao próprio e não podem nunca ser comunicados a terceiros sem a sua

autorização expressa por escrito, incluindo a médicos ou outros profissionais de saúde de outros serviços ou instituições ou da mesma consulta ou serviço mas não envolvidos no processo de teste dessa pessoa ou da sua família.

5 – No caso de testes pré-natais e pré-implantatórios, os resultados devem ser comunicados exclu-

sivamente à progenitora, aos progenitores ou aos respetivos representantes legais.

6 – Não devem ser realizados testes pré-sintomáticos, preditivos ou pré-implantatórios em pessoas com incapacidade mental que possam não compreender as implicações deste tipo de testes e dar

o

seu consentimento.

7

– Em situações de risco para doenças de início na vida adulta e sem cura nem tratamento com-

provadamente eficaz, a realização do teste pré-sintomático ou preditivo tem ainda como condição

uma avaliação psicológica e social prévia e o seu seguimento após a entrega dos resultados do teste.

8 – A frequência das consultas de aconselhamento genético e a forma do seguimento psicológico

e social são determinadas considerando a gravidade da doença, a idade mais habitual de manifes- tação dos primeiros sintomas e a existência ou não de tratamento comprovado.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 13

O

Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode
Artigo 13.º Testes genéticos no emprego 1 – A contratação de novos trabalhadores não pode

Artigo 13.º Testes genéticos no emprego

1 – A contratação de novos trabalhadores não pode depender de seleção assente no pedido, rea- lização ou resultados prévios de testes genéticos.

2 – Às empresas e outras entidades patronais não é permitido exigir aos seus trabalhadores,

mesmo que com o seu consentimento, a realização de testes genéticos ou a divulgação de resul- tados previamente obtidos.

3 – Nos casos em que o ambiente de trabalho possa colocar riscos específicos para um trabalha- dor com uma dada doença ou suscetibilidade, ou afetar a sua capacidade de desempenhar com segurança uma dada tarefa, pode ser usada a informação genética relevante para benefício do

trabalhador e nunca em seu prejuízo, desde que tenha em vista a proteção da saúde da pessoa, a sua segurança e a dos restantes trabalhadores, que o teste genético seja efetuado após consenti- mento informado e no seguimento do aconselhamento genético apropriado, que os resultados sejam entregues exclusivamente ao próprio e ainda desde que não seja nunca posta em causa a sua situação laboral.

4 – As situações particulares que impliquem riscos graves para a segurança ou a saúde pública

podem constituir uma exceção ao anteriormente estipulado, observando-se no entanto a restrição imposta no número seguinte.

5 – Nas situações previstas nos números anteriores os testes genéticos, dirigidos apenas a riscos

muito graves e se relevantes para a saúde atual do trabalhador, devem ser selecionados, ofereci-

dos e supervisionados por uma agência ou entidade independente e não pelo empregador.

6 – Os encargos da realização de testes genéticos a pedido ou por interesse direto de entidades patronais são por estas suportados.

Artigo 16.º Investigação sobre o genoma humano

1 – A investigação sobre o genoma humano segue as regras gerais da investigação científica no

campo da saúde, estando obrigada a confidencialidade reforçada sobre a identidade e as caracte- rísticas das pessoas individualmente estudadas.

2 – Deve ser garantido o livre acesso da comunidade científica aos dados emergentes da investi- gação sobre o genoma humano.

3 – A investigação sobre o genoma humano está sujeita à aprovação pelos comités de ética da instituição hospitalar, universitária ou de investigação.

4 – A investigação sobre o genoma humano em pessoas não pode ser realizada sem o consenti-

mento informado dessas pessoas, expresso por escrito, após a explicação dos seus direitos, da natureza e finalidades da investigação, dos procedimentos utilizados e dos riscos potenciais envol- vidos para si próprios e para terceiros.

O

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 14

Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e
Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico 1 – A colheita de sangue e

Artigo 18.º Obtenção e conservação de material biológico

1 – A colheita de sangue e outros produtos biológicos e a obtenção de amostras de DNA para tes-

tes genéticos devem ser objeto de consentimento informado separado para efeitos de testes assis- tenciais e para fins de investigação em que conste a finalidade da colheita e o tempo de conservação das amostras e produtos deles derivados.

2 – O material armazenado é propriedade das pessoas em quem foi obtido e, depois da sua morte

ou incapacidade, dos seus familiares.

3 – O consentimento pode ser retirado a qualquer altura pela pessoa a quem o material biológico

pertence ou, depois da sua morte ou incapacidade, pelos seus familiares, devendo nesse caso as

amostras biológicas e derivados armazenados ser definitivamente destruídos.

4 – Não devem ser utilizadas para efeitos assistenciais ou de investigação amostras biológicas cuja obtenção se destinou a uma finalidade diferente, a não ser com nova autorização por parte da pessoa a quem pertence ou, depois da sua morte ou incapacidade, dos seus familiares, ou após a

sua anonimização irreversível.

5 – Amostras colhidas para um propósito médico ou científico específico só podem ser utilizadas com a autorização expressa das pessoas envolvidas ou seus representantes legais.

6 – Em circunstâncias especiais, em que a informação possa ter relevância para o tratamento ou

a prevenção da recorrência de uma doença na família, essa informação pode ser processada e utilizada no contexto de aconselhamento genético, mesmo que já não seja possível obter o con-

sentimento informado da pessoa a quem pertence.

7 – Todos os parentes em linha direta e do segundo grau da linha colateral podem ter acesso a uma amostra armazenada, desde que necessário para conhecer melhor o seu próprio estatuto

genético, mas não para conhecer o estatuto da pessoa a quem a amostra pertence ou de outros familiares.

8 – É proibida a utilização comercial, o patenteamento ou qualquer ganho financeiro de amostras

biológicas enquanto tais.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 15

O

Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.
Para refletir Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.

Para refletir

Assinale com um X a opção que mais se aproxima da sua opinião.

Momento 1

1. A tarefa docente é dificultada pela utilização da HH como um exemplo de doença autossómica recessiva?

Sim

da HH como um exemplo de doença autossómica recessiva? Sim Não 2. Atualmente, falta informação sobre

Não

como um exemplo de doença autossómica recessiva? Sim Não 2. Atualmente, falta informação sobre as doenças

2. Atualmente, falta informação sobre as doenças genéticas e os riscos genéticos. Acha que a utilização dos manuais escolares como meio de divulgação desta informação poderá contribuir para a mudança desta situação?

poderá contribuir para a mudança desta situação? Sim 2.1. Justifique a sua resposta, por favor. Não
poderá contribuir para a mudança desta situação? Sim 2.1. Justifique a sua resposta, por favor. Não

Sim

2.1. Justifique a sua resposta, por favor.

Não

Momento 2

1. O grau de dificuldade de interpretação da informação é maior nas atividades…

3 e 4.

da informação é maior nas atividades… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 2.

3 e 5.

da informação é maior nas atividades… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 2.

4 e 5.

informação é maior nas atividades… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 2. As

2. As atividades mais adequadas para trabalhar com os meus alunos na sala de aula são as…

3 e 4.

com os meus alunos na sala de aula são as… 3 e 4. 3 e 5.

3 e 5.

com os meus alunos na sala de aula são as… 3 e 4. 3 e 5.

4 e 5.

meus alunos na sala de aula são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e

3. As atividades que podem contribuir para um maior desenvolvimento de capacidades pelos meus alunos são as

3 e 4.

de capacidades pelos meus alunos são as 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

3 e 5.

de capacidades pelos meus alunos são as 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

4 e 5.

capacidades pelos meus alunos são as 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 4.

4. As atividades que mais beneficiam a aprendizagem autónoma dos meus alunos são as…

3 e 4.

a aprendizagem autónoma dos meus alunos são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e

3 e 5.

autónoma dos meus alunos são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 5.

4 e 5.

autónoma dos meus alunos são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 5.

5. As atividades que mais favorecem a qualidade das aprendizagens dos meus alunos são as…

3 e 4.

das aprendizagens dos meus alunos são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

3 e 5.

das aprendizagens dos meus alunos são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

4 e 5.

dos meus alunos são as… 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 6. A

6. A tarefa docente é facilitada se os conteúdos curriculares forem apresentados sob a forma das atividades

3 e 4.

forem apresentados sob a forma das atividades 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

3 e 5.

forem apresentados sob a forma das atividades 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

4 e 5.

apresentados sob a forma das atividades 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. 7.

7. As metas curriculares são mais facilmente atingidas através da resolução das atividades

3 e 4.

atingidas através da resolução das atividades 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. Reflita

3 e 5.

através da resolução das atividades 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. Reflita sobre

4 e 5.

através da resolução das atividades 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5. Reflita sobre

Reflita sobre o tipo de atividades que considera mais importantes no processo de ensino e de aprendizagem, contabilizando o número de vezes que selecionou cada um deles.

O

3 e 4.

o número de vezes que selecionou cada um deles. O 3 e 4. 3 e 5.

3 e 5.

de vezes que selecionou cada um deles. O 3 e 4. 3 e 5. 4 e

4 e 5.

vezes que selecionou cada um deles. O 3 e 4. 3 e 5. 4 e 5.

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 16

Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e
Conclusão A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e

Conclusão

A aula de Ciências Naturais constitui-se como uma ponte entre o desenvolvimento científico e a

sua transposição para o quotidiano social, local onde aquele ganhará relevância pela sua aplica-

ção na resolução de problemas, compreensão do mundo e elevação dos patamares de desenvol- vimento humano. Para que tal aconteça, é necessário que o manual escolar possibilite uma plena compreensão da, muitas vezes intrincada e complexa, linguagem e fundamentação dos desenvol- vimentos científicos. Esta transposição tem de ocorrer não apenas de uma forma percetível para o aluno mas também de um modo motivador e mobilizável, possibilitando a sua apreensão e mobi- lização na resolução de problemas, bem como na melhoria da sua qualidade de vida. Tal só acon- tece quando o aluno pode, através da realização de atividades didáticas cuidadosamente planeadas, realizar uma aprendizagem em que é um agente ativo, não um mero absorvedor pas- sivo e estático de informação que não consegue converter em literacia científica.

Dado o papel central que o manual escolar desempenha na sala de aula, a promoção da quali- dade do ensino e a melhoria do desempenho e resultados dos alunos passam, obviamente, pelo progresso qualitativo dos manuais. No entanto, esse progresso não se pode limitar apenas a tornar os manuais graficamente mais apelativos, com mais imagens coloridas e com textos (ainda) mais fáceis de ler e compreender.

Tal não chega!

É obrigatório que o manual, enquanto instrumento didático, seja muito mais do que um repositório

de conhecimento científico fácil de assimilar. Ele tem de ser capaz, através da forma como estru- tura e induz o trabalho dos alunos na sala de aula, de promover a autonomia e autorregulação das aprendizagens. O aluno tem de estar envolvido e motivado em atividades de aprendizagem dinâ- micas, de modo que seja capaz de aprender com o trabalho que realiza logo ali, na sala de aula, e não apenas quando vai estudar em casa.

O manual escolar tem, obviamente, de fornecer aos alunos a informação que se espera que ele

seja capaz de adquirir no contexto da disciplina, mas, sobretudo, tem a tarefa de o dotar das fer-

ramentas de pensamento e capacidades de ação necessárias para que cumpra todas as metas curriculares, atingindo a almejada – e essencial – literacia científica.

Uma forma simples, prática e intuitiva de ensinar e aprender, potenciadora de resultados, garante de motivação e envolvimento dos alunos, através do apelo a um grande pluralismo de estratégias de trabalho. No fundo, o que designamos por PEST é uma sequência de aprendizagem que possi- bilita ao aluno atingir facilmente as metas. Uma forma de trabalho que se aproxima do modo como, espontânea e naturalmente, resolvemos problemas e que, por isso mesmo, os alunos tão rapidamente se apropriam e tomam como sua.

Por tudo isto, acreditamos que a PEST se vai espalhar

Viva a Terra!, Ciências Naturais – 9.º ano . página 17

O

Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.
Bibliografia Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas . Porto.

Bibliografia

Associação Portuguesa de Hemocromatose (2014). Hemocromatose: As Respostas às Suas Perguntas. Porto.

Cardoso, C. S. et al. “Comparative study of the two more frequent HFE mutations (C282Y and H63D): significant different allelic frequencies between the North and South of Portugal”. European Journal of Human Genetics, 845, 2001.

Coelho da Silva, J. L., & Vieira, F. (2012). Aprender a ensinar antes de ensinar. Uma experiência na formacão didática de futuros professores de Ciências. In L. Garcia et al. (Eds.). Memorias de X Jornadas Nacionales y V Congreso Internacional de Ensenãnza de la Biologia: entretejiendo los hilos de la enseñanza de la Biología en una urdimbre emancipadora (pp. 202-207). Córdoba:

Asociación de Docentes de Ciencias Biológicas de La Argentina, CD-ROM.

Costa, I. A., Barros, J., Motta, L., Viana, M., & Polónia, R. (2013). (In)formação em Ciências Naturais:

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Obrigado . O o ISBN 978-972-0-87387-3 1 0 9 7 8 9 7 2 0
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