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Rangeliose em Cocker Spaniel Relato de caso

Rangeliose in Cocker Spaniel Case report

Pedro Rafael Apulcro Correa Marchan Médico Veterinário, Especialista, Mestre, Coordenador dos Cursos de Pós-graduação Qualittas-FAG, Professor do curso de Medicina Veterinária da FAG Faculdade Assis Gurgacz. E-mail: prmarchan@fag.edu.br Suzane de Oliveira Acadêmica de Medicina Veterinária da FAG Faculdade Assis Gurgacz. Letícia Puntel, Médica Veterinária, Pós-graduanda em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais Qualittas-FAG. Anuzia Cristina Barini, Me. Médica Veterinária do Hospital Veterinário da UFPR. Pedro Henrique Tomasi Médico Veterinário, Mestre, Professor do curso de Medicina Veterinária da FAG Faculdade Assis Gurgacz.

Resumo

A

rangeliose

ou

“nambi-uvú”

é

uma

protozoose

transmitida

por

carrapato

principalmente

Amblyomma

aureolatum

e

Rhipicephalus

sanguineus,

que

provoca

distúrbio hemolítico extravascular que afeta cães no Sul do Brasil. Os cães acometidos

com Rangelia vitalli podem apresentar anemia, icterícia, hepatomegalia e esplenomegalia,

febre, apatia, anorexia, petequias e hematemese. O diagnóstico é obtido através dos

sinais clínicos, achados hematológicos e também pelo esfregaço sanguíneo contendo o

parasito. O tratamento preconizado é o mesmo utilizado na terapia de outras protozooses

e riquetsioses sangüíneas de caninos como a doxiciclina, dipropionato de imidocarb e

aceturato de diminazeno. O diagnóstico precoce da doença torna bom o prognóstico. No

entanto, a demora no estabelecimento do diagnóstico e terapia adequada pode levar o

animal a óbito.

Palavras-chave Rangelia vitalli, carrapato, cão

Abstract

The rangeliose or "nambi-UVU" is a protozoiasis mainly transmitted by ticks

Rhipicephalus sanguineus and Amblyomma aureolatum which causes extravascular

hemolytic disorder in dogs in southern Brazil. Dogs afflicted with Vitalli Rangel may have

anemia,

jaundice,

hepatomegaly

and

splenomegaly,

fever,

listlessness,

anorexia,

petechiae and hematemesis. Diagnosis is made through clinical signs, hematological

findings and also by blood smear containing the parasite. The recommended treatment is

the same used in the therapy of other blood protozoan and rickettsial diseases of canines

as doxycycline, dipropionate and imidocarb Diminazene aceturate. The early diagnosis

makes good prognosis. However, the delay in establishing the diagnosis and appropriate

therapy can lead the animal to death.

Keywords Rangelia vitalli, tick, dog

Introdução e Revisão

A rangeliose, também conhecida como nambi-uvú (termo indígena que significa

“orelhas sangrentas” na linguagem guarani), peste do sangue ou febre amarela dos cães

é um distúrbio hemolítico extravascular que afeta cães no Sul do Brasil. Nos últimos 50

anos, até o final do século XX, essa doença foi esquecida pela comunidade acadêmica e,

dessa forma, não é comentada em livros ou descrita em artigos científicos. Entretanto,

durante todo esse período, a população de áreas rurais e os médicos veterinários locais

permaneceram convivendo com a doença, o que para muitos pesquisadores fazia parte

do imaginário popular (3).

O organismo causador da doença, conhecido como Rangelia vitalli, ainda não

possui classificação taxonômica exata, porém acredita-se que ele seja um protozoário

pertencente

ao

filo

Apicomplexa,

ordem

Piroplasmorida,

classe

Sporozoasida.

Os

carrapatos do gênero Amblyomma aureolatum e Rhipicephalus sanguineus tem sido

encontrados em caninos acometidos pela doença (6).

R. vitalli é um parasito intracelular que, até o presente momento, foi descrito

apenas no Brasil. Afeta cães das zonas rurais e periurbanas nas épocas mais quentes do

ano quando a quantidade de carrapatos no ambiente é grande, mas também pode ser

observada ao longo do ano (3).

Apesar da polêmica sobre o ciclo evolutivo da R. vitalli, estudos ultra-estruturais

confirmam

que

esse

protozoário

está

de

fato

localizado

no

interior

de

vacúolos

parasitóforos no citoplasma de células endoteliais e revelam que esse parasito também

pode ser encontrado livre na circulação sanguínea (2).

Acredita-se que os vacúolos parasitóforos que albergam grande quantidade de

parasitos em replicação rompem-se e liberam os protozoários na corrente sanguínea que

permanecem então livres no sangue circulante até penetrarem em uma célula endotelial

intacta de um capilar sanguíneo iniciando uma nova multiplicação (6).

Estudos experimentais mostraram que o curso clínico dessa protozoose pode

variar de três a 25 dias. Animais acometidos que se recuperam da enfermidade adquirem

imunidade contra uma nova infecção (5). Descreve-se que R. vitalli permanece durante

vários meses no sangue circulante daqueles cães tratados com medicamento anti-

protozoário ou que tiveram recuperação espontânea da enfermidade. Assim se for

exposto à região indene pode infectar carrapatos desse local (6)

Tem sido sugerido que o patógeno induz um distúrbio hemolítico pelo sistema

imune (hemólise imunomediada), ocorrendo eritrólise imunomediada associada à ativação

do sistema complemento e remoção de eritrócitos opsonizados ou antigenicamente

alterados pelo sistema monócitofagócito (6).

O mecanismo patogenético envolvido no desenvolvimento de hemorragias vistas

no parasitismo por R. vitalli também são desconhecidos. Acredita-se que a coagulação

intravascular disseminada esteja envolvida na ocorrência dessas hemorragias. Uma

evidência morfológica disso é a presença de microtrombos na luz de arteríolas capilares e

vênulas observadas ao microscópio de luz e a ocorrência de depósito de fibrina no lúmen

dos vasos sanguíneos (6). Essa coagulopatia de consumo, é desencadeada pela lesão

endotelial causada pela replicação continuada desse parasito intra-celular em vacúolos

parasitóforos promovendo a ruptura do endotélio dos capilares sangüíneos. Essa lesão

vascular disseminada promoveria então a ativação da cascata de coagulação sangüínea.

Além disso, a presença do patógeno no sangue circulante poderia induzir a formação de

imunocomplexos que também ativariam diretamente a cascata de coagulação (3).

Clinicamente, a maioria dos cães com rangelia desenvolvem sinais de hemólise

extravascular como palidez das mucosas oral e conjuntival (anemia), das mucosas

visíveis, da pele do abdome e da face interna dos pavilhões auriculares (icterícia),

esplenomegalia, hepatomegalia (5). Outros achados clínicos incluem febre intermitente,

apatia,

anorexia,

desidratação,

fraqueza,

emagrecimento

progressivo,

linfadenopatia

generalizada, paraplegia, edema dos membros pélvicos, dispnéia após esforço físico leve,

taquipnéia, petéquias nas mucosas, hematemese, e sangramento persistente pelas

narinas, cavidade oral, locais de coleta de sangue (punção venosa), olhos e face externa

das orelhas (4).

Atualmente ainda não há testes comerciais que permitam a determinação de

anticorpos ou a pesquisa de fragmentos antigênicos do protozoário. Dessa forma o

diagnóstico provável de Rangeliose só é conseguido através dos sinais clínicos, achados

hematológicos e uso de drogas antiprotozoários, onde a melhora clínica nesses casos

sugere o diagnóstico. Já o diagnóstico definitivo é obtido através do achado do parasito

no esfregaço sanguíneo, sendo descrito na literatura que somente em 4% dos casos se

encontra o parasito na circulação (2).

O perfil hematológico apresentado por caninos infectados é considerado como de

uma anemia hemolítica extravascular imunomediada. Alterações usualmente encontradas

nos hemogramas desses animais incluem:

-

No

eritrograma:

anemia

regenerativa

macrocítica

hipocrômica

acentuada,

esferocitose,

eritrofagocitose,

reticulocitose,

policromasia,

anisocitose,

poiquilocitose,

metarrubricitemia e a presença de corpúsculos de Howell-Jolly (6)

- No leucograma: linfocitose (associada a estimulação antigênica) e monocitose

(6).

Raramente se observa trombocitopenia que pode estar associada à coagulação

intravascular disseminada (CID). Uma grande quantidade de macroplaquetas também tem

sido vista em esfregaços sanguíneos de cães afetados por R. vitalli. O plasma de cães

afetados por esse protozoário usualmente esta ictérico (6)

Nenhum teste bioquímico auxilia no diagnóstico da rangeliose, entretanto, a

realização dessas provas pode ser indicada como parte de um protocolo de avaliação do

estado geral do cão afetado. A alanina aminotransferase parece ser o único parâmetro

bioquímico alterado nesses casos, o que ocorre pela necrose hepática secundária à

hipóxia centrolobular decorrente da anemia. Os níveis de bilirrubina estão sempre

aumentados em decorrência da hemólise extravascular, um parâmetro de pouca valia

clínica. A urina pode estar visivelmente escura, em decorrência da grande quantidade de

urobilinogênio e bilirrubina excretados (4).

Clínicos veterinários que têm diagnosticado a infecção por R. vitalli com base no

histórico, quadro clínico e resultados do hemograma têm empregado a doxiciclina 5 a

10mg/kg a cada 12 horas, VO, durante 28 dias, o dipropionato de imidocarb , duas doses

de 5mg/kg, IM, com intervalo de duas semanas ou o aceturato de diminazeno na dose de

3,5 mg/kg administrada uma única vez, IM, na terapia dessa protozoose. São as mesmas

medicações e posologias utilizadas na terapia de outras protozooses e riquetsioses

sangüíneas de caninos (como a babesiose e a erlichiose) (5). Corticóides também têm

sido empregados, sendo prednisona 2,2mg/kg a cada 24 horas, o mais relatado no

tratamento

do

parasitismo

por

R.

vitalli

seguindo

a

mesma

indicação

de

doses

recomendadas na terapia da anemia hemolítica imunomediada primária ou secundária (3).

Quando necessário, transfusão sangüínea e fluidoterapia também são incluídas no

protocolo de tratamento (7).

Se a doença for diagnosticada e tratada adequadamente logo com o início dos

sinais, o prognóstico é considerado bom já que a R. vitalli tem se mostrado sensível a

todos os fármacos anti-protozoário mencionadas no tratamento acima. Caso contrário, a

infecção por R. vitalli culmina com a morte do animal (2).

Relato do caso

Um cão da raça Cocker Spaniel, com 9 anos de idade foi atendido no Hospital

Veterinário

Universitário

da

Universidade

Federal

de

Santa

Maria

(HV-UFSM)

encaminhado por uma colega veterinária de uma clínica particular.

Na consulta o proprietário relatou que

sete dias o animal começou a

apresentar tremores e fezes amolecidas e que no início dos sinais o animal foi levado a

uma clínica particular, sendo prescrito Cefalexina, o proprietário não soube informar a

dose. Por não ter observado melhora no quadro, o proprietário retornou à clínica três dias

após a primeira consulta, sendo suspensa a medicação anterior e prescrita amoxicilina

500mg, 30mg/kg/VO a cada 8h, juntamente com Flunexin meglumine 5mg, 0,3mg/kg/VO,

a cada 24h. O proprietário relatou que em ambos os atendimentos o animal apresentava

febre.

Na consulta realizada no HVU-UFSM o animal estava no quarto dia do segundo

medicamento prescrito. O proprietário informou que o animal não havia apresentado

vômito, no entanto relatou que apresentava hematoquesia há sete dias. Conforme o relato

o animal sempre foi ativo e nos últimos quatro dias se apresentava apático e com

hiporexia. Proprietário ainda informou que o animal vivia no quintal e tinha acesso à rua.

Relatou também já ter visualizado ectoparasitas (carrapatos) no ambiente e no animal,

não sendo efetuado nenhum controle de ectoparasitas. Conforme o proprietário as

vacinas estavam atrasadas e o animal tinha sido desverminado há dois meses.

No exame físico o animal apresentava as seguintes alterações: mucosas pálidas,

linfonodos poplíteos aumentados, presença de petéquias na cavidade oral e na base do

prepúcio. A ausculta cardíaca revelou sopro na válvula mitral de grau 2.

cardíaca revelou sopro na válvula mitral de grau 2. FIGURA 1: Hemorragias petequiais na gengiva. FIGURA

FIGURA 1: Hemorragias petequiais na gengiva.

mitral de grau 2. FIGURA 1: Hemorragias petequiais na gengiva. FIGURA 2: Hemorragias petequiais na base

FIGURA 2: Hemorragias petequiais na base do prepúcio

Após exame físico foi feita coleta de sangue para realização de hemograma e

exames

bioquímicos

(uréia,

creatinina,

alanina

aminotransferase,

aspartato

aminotransferase) os quais não apresentaram alterações. Também nesse momento foi

realizado

esfregaço

de

sangue

periférico.

regenerativa e trombocitopenia (8)

No

hemograma

foi

observada

anemia

A partir dos resultados encontrados no hemograma, adicionalmente ao histórico,

suspeitou-se tratar de uma hemoparasitose, o que veio a ser confirmada com a presença

do parasita no esfregaço sanguíneo

com a presença do parasita no esfregaço sanguíneo FIGURA 3: Inclusões de Rangelia vitalli livre no

FIGURA 3: Inclusões de Rangelia vitalli livre no esfegaço sanguineo.

FIGURA 4: Inclusões de Rangelia vitalli em macrófago Após a confirmação do diagnóstico o tratamento

FIGURA 4: Inclusões de Rangelia vitalli em macrófago

Após a confirmação do diagnóstico o tratamento instituído foi: Dipropionato de

imidocarb 5mg/kg/IM a primeira dose foi aplicada ainda no HVU-UFSM, doxiciclina na

dose de 6mg/kg, VO, a cada 12h, durante 20 dias, prednisona 1mg/kg/VO, SID, por cinco

dias. Omeprazol 1mg/kg/VO, SID, por 20 dias.

Após sete dias, no retorno, o proprietário relatou melhora significativa do animal.

O cão estava mais ativo, apresentava normofagia e normodipsia e não demonstrava

nenhum dos sinais clínicos relatados na primeira consulta. No exame físico as mucosas

ainda estavam pálidas, porém nenhuma petéquia foi visualizada.

Foi solicitado novo hemograma e novo esfregaço de sangue periférico, no qual

nenhum parasito foi visualizado.

Após o tratamento os parâmetros hematológicos melhoraram e o proprietário foi

instruído então a continuar com o tratamento e retornar em sete dias para a segunda

aplicação de Dipropionato de Imidocarb.

No segundo retorno do paciente ao HVU/UFSM, o cão estava bem disposto e o

proprietário confirmava a melhora do animal já observada na semana anterior. Ao exame

físico não foi encontrada nenhuma alteração digna de nota. Foi realizada a segunda

aplicação de Dipropionato de Imidocarb 5mg/kg, IM. Não foi realizado novo hemograma

devido às limitações financeiras do proprietário e à evidente melhora do paciente.

Discussão do caso clínico

O paciente foi encaminhado ao HVU-UFSM com a indicação de uma colega

veterinária para fazer um eletrocardiograma e o proprietário não soube informar o porquê

do

pedido.

Na auscultação foi percebido um sopro da válvula

mitral de

grau 2,

provavelmente devido à anemia em que o animal se encontrava e não por defeito

estrutural da válvula (6).

Durante a anamnese desconfiou-se ser uma doença transmitida pelo carrapato,

devido aos sinais relatados pelo proprietário e o histórico de presença do ectoparasito no

animal e no ambiente. Então os exames complementares foram direcionados a procura

de hemoparasitoses.

Segundo BAKER (2007) hemorragias petequiais como foram observadas na

mucosa do paciente são sugestivas de trombocitopenia. Deve ser ressaltado que nessa

protozoose, a trombocitopenia, em geral não é grave o bastante para induzir uma diátese

hemorrágica capaz de promover sangramento acentuado pelas orelhas, nariz e fezes

como é observado na doença. Além disso, somente a CID, fenônemo cuja ocorrência

ainda não foi confirmada na infecção por R. vitalli por meio de exames laboratoriais, e a

trombocitopenia, ou ambos eventos, não explicariam de forma convincente e irrefutável o

sangramento

persistente

e

profuso

pelas

orelhas

que

ocorre

especificamente

no

"nambiuvú" (6), apesar de não ter sido observado nesse caso.

A trombocitopenia descrita na literatura como raramente encontrada foi observada

neste caso, podendo estar associada a CID (6)

Após o tratamento o animal apresentou melhora significativa, que foi comprovada

pelo segundo hemograma realizado.

As lesões em associação com os achados hematológicos sugerem o diagnóstico

de anemia hemolítica imunomediada, que pode ser atribuída a rangeliose pela presença

do protozoário no esfregaço sanguíneo. Entre os achados hematológicos, a anemia

apresentada ajuda a comprovar a evidência de que a doença induz um distúrbio

hemolítico mediado pelo sistema imune, reforçada pelo fato de o segundo hemograma

apresentar índices maiores de hemácias (6).

Conclusão e Considerações Finais

Através desse relato podemos observar que a rangeliose é uma hemoparasitose de

caráter grave, como a grande maioria, porém, com exames laboratoriais simples,

concomitante aos sintomas e histórico, facilmente chegamos a um diagnóstico definitivo,

podendo assim o médico veterinário instituir um tratamento terapêutico para a cura da

doença.

Referências

1 BAKER, C. D. Diagnóstico dos Distúrbio Hemostáticos. In: MARY, A. T; FETTMAN, J.M

et al. Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. 1 a ed. Roca. São Paulo, 2007. p 176-

177.

2 CARGNELUTTI, J. F; PESSOA, G. A; et al. Achado de Rangelia vitalli em esfregaço

sanguíneo: Caso clínico; XIX Congresso Brasileiro de Parasitologia, 2005.

3

FIGHERA, R. A. Rangeliose. Acta Scientiae Veterinariae. V. 35 (supl 2): p. 261-263,

2007a.

4 FIGHERA, R. A. Anemia Hemolítica em Cães e Gatos. Acta Scientiae Veterinariae.

35(Supl 2): 264 266, 2007b.

5 FRANÇA, R. T; TEIXEIRA, L. V; et al. Achado de Rangelia vitalli em esfregaço

sanguíneo. 35 o Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2008.

6 LORETTI, A.P; BARROS, S. S. Parasitismo por Rangelia vitalli em Cães (“Nambiuvú”,

“Peste de sangue”)- Uma Revisão Crítica Sobre o Assunto. Arquivos do Instituto de

Biologia. São Paulo. v. 71, n.1, p.101-131, 2004.

7

SHERDING,

G.

R.

Riquesiose,

Erliquiose,

Anaplasmose

e

Neorriquetsiose.

In:

BICHARD, J. S; SHERDING, G. R. Manual Saunders Clínica de Pequenos Animais. 3 a ed.

Roca, Sao Paulo, 2008. p. 182-186.

8 VIANA, F. A. B. Valores Bioquímicos e Hematológicos de Mamíferos Domésticos. In:

VIANA, F. A. B. Guia Terapêutico Veterinário. 2.ed. Minas Gerais: Gráfica e Editora CEM,

2007. p. 339.