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MANUAL DE UTILIZAÇÃO E EXPERIMENTOS CONJUNTO DIDÁTICO SIMULAÇÃO DE REFRIGERAÇÃO MODELO SR-001 SOMA COMÉRCIO E

MANUAL DE UTILIZAÇÃO E EXPERIMENTOS

CONJUNTO DIDÁTICO SIMULAÇÃO DE REFRIGERAÇÃO MODELO SR-001

DIDÁTICO SIMULAÇÃO DE REFRIGERAÇÃO MODELO SR-001 SOMA COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA. Rua Bento Gonçalves, 183

SOMA COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA.

Rua Bento Gonçalves, 183 Sala 1104 Centro Florianópolis SC CEP 88010-080

Fone 48 3209-5027 - soma@soma.eng.br - www.soma.eng.br

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INDICE

1 DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO………………………………………………………………………………………………………………….

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2 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS……………………………………………………………………………………………………………

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3 PAINEL ELÉTRICO……………………………………………………………………………………………………………………………………….

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4 QUADRO SINÓTICO……………………………………………………………………………………………………………………………………

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5 UNIDADE CONDENSADORA………………………………………………………………………………………………………………………

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6 COMPRESSOR…………………………………………………………………………………………………………………………………………….

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7 CONDENSADOR………………………………………………………………………………………………………………………………………….

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8 VÁLVULA DE EXPANSÃO…………………………………………………………………………………………………………………………….

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9 TANQUE DE LÍQUIDO………………………………………………………………………………………………………………………………

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10 ACESSÓRIOS………………………………………………………………………………………………………………………………………………

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10.1 PRESSOSTATO…………………………………………………………………………………………………………………………………

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10.2 FILTRO SECADOR………………………………………………………………………………………………………………………………

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10.3 VÁLVULA SOLENOIDE……………………………………………………………………………………………………………………….

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10.4 VISOR DE LIQUIDO…………………………………………………………………………………………………………………………

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11 CÂMARA FRIA…………………………………………………………………………………………………………………………………………

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12 EVAPORADOR…………………………………………………………………………………………………………………………………………

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12.1

EVAPORADORES PARA O RESFRIAMENTO DE AR……………………………………………………………………

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13 FUNCIONAMENTO

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14 USANDO A IHM – INTERFACE HOMEM MÁQUINA…………………………………………………………………

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14.1 TELA INICIAL…………………………………………………………………………………………………………………………………….

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14.2 MANUAL

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14.3 AUTOMÁTICO

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14.4 ALARMES

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14.5 VISUALIZAÇÃO DE VARIÁVEIS

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14.6 AJUDA

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15 INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO……………………………………………………………………………………………………………………….

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1 DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO

O Kit didático Simulador de Refrigeração foi desenvolvido com o objetivo de mostrar aos alunos e professores o comportamento de um sistema de refrigeração com a aplicação de diferentes níveis de rotação. A bancada dispõe de IHM (Interface Homem Máquina) que possibilita análise das variáveis envolvidas no ciclo de refrigeração

das variáveis envolvidas no ciclo de refrigeração 01 Compressor e unidade condensadora 02 Painel

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Compressor e unidade condensadora

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Painel elétrico com quadro sinótico

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Chave geral liga/desliga

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Botão de emergência

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Câmara fria

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Resistência simuladora de carga térmica

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Evaporador

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IHM interface homem máquina

fria 06 Resistência simuladora de carga térmica 07 Evaporador 08 IHM – interface homem máquina
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2 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

Todos os componentes estão acondicionados em uma estrutura auto-portante (com rodízios) em alumínio anodizado com perfis de 45x45 mm de espessura com acabamento em PVC preto, fechada por chapas de MDF.

em alumínio anodizado com perfis de 45x45 mm de espessura com acabamento em PVC preto, fechada
em alumínio anodizado com perfis de 45x45 mm de espessura com acabamento em PVC preto, fechada
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3 PAINEL ELÉTRICO

Painel elétrico construído em chapas de aço carbono com pintura eletrostática nas dimensões 800 x 600 mm, onde encontram-se acondicionados os componentes eletrônicos necessários ao funcionamento do kit, além de um quadro sinótico sinalizado, que possibilita a visualização do circuito de refrigeração e o status dos componentes (ligados, desligados).

e o status dos componentes (ligados, desligados). 4 QUADRO SINÓTICO O ciclo de refrigeração está

4 QUADRO SINÓTICO

dos componentes (ligados, desligados). 4 QUADRO SINÓTICO O ciclo de refrigeração está demonstrado neste quadro

O ciclo de refrigeração está demonstrado neste quadro sinótico, onde também é possível visualizar por meio de leds, o funcionamento e/ou falhas dos componentes do sistema.

sinótico, onde também é possível visualizar por meio de leds, o funcionamento e/ou falhas dos componentes
sinótico, onde também é possível visualizar por meio de leds, o funcionamento e/ou falhas dos componentes
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5 UNIDADE CONDENSADORA

5 5 UNIDADE CONDENSADORA 01 Micro ventiladores do condensador 02 Serpentina do Condensador 03 Correia

01

Micro ventiladores do condensador

02

Serpentina do Condensador

03

Correia

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Polia movida

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Polia motriz

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Motor elétrico trifásico

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Bloco Compressor

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Tanque de líquido

movida 05 Polia motriz 06 Motor elétrico trifásico 07 Bloco Compressor 08 Tanque de líquido
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COMPRESSOR

Este Kit Didático dispõe de um sistema de refrigeração com compressor aberto, sendo acionado através de motor trifásico de 1CV, interligado com um conjunto polia e correia.

O compressor é um dos principais componentes do sistema de refrigeração, sua função é aumentar a pressão do fluido refrigerante e promover a circulação desse fluido no sistema. Os principais tipos de compressores utilizados são: alternativo, centrífugo, de parafusos, palhetas e Scroll. A escolha do tipo de compressor depende essencialmente da capacidade da instalação, que pode ser dividida em pequena capacidade (< 2,5 TR), média capacidade (entre 2,5 e 75 TR) e grande capacidade (> 75 TR), da temperatura de vaporização e do fluido frigorífico utilizado. O símbolo TR é a tonelada de refrigeração, um termo comumente utilizado em refrigeração que corresponde à energia necessária para liquefazer, aproximadamente, uma tonelada de gelo em 24 horas (1,0 TR = 3,53 kW = 3024 kcal/h).

de gelo em 24 horas (1,0 TR = 3,53 kW = 3024 kcal/h). De acordo com

De acordo com as características do processo de compressão, os compressores utilizados em refrigeração podem ser classificados como máquinas de deslocamento positivo ou máquinas de fluxo. O compressor de deslocamento positivo aumenta a pressão do vapor de fluido refrigerante pela redução do volume interno de uma câmara de compressão através de uma força mecânica aplicada.

refrigerante pela redução do volume interno de uma câmara de compressão através de uma força mecânica
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Os compressores alternativos, de parafusos, de palhetas e Scroll são de deslocamento positivo. O único compressor classificado como máquina de fluxo em sistemas de refrigeração é o centrífugo. Nesse tipo de compressor, o aumento de pressão se deve, principalmente, a conversão de pressão dinâmica em pressão estática.

Dependendo da concepção de construção, os compressores podem ser classificados como herméticos, semi-herméticos e abertos. No compressor hermético, tanto o compressor, propriamente dito, quanto o motor de acionamento, são alojados no interior de uma carcaça, possuindo como acesso de entrada e saída apenas as conexões elétricas do motor. Esse tipo de compressor opera predominantemente com refrigerantes halogenados e o vapor de fluido refrigerante entra em contato com o enrolamento do motor, resfriando-o. São geralmente utilizados em refrigeradores domésticos e condicionadores de ar com potências da ordem de 30kW.

Os compressores semi-herméticos são semelhantes aos herméticos, porém, permitem a remoção do cabeçote, tornando possível o acesso às válvulas e aos pistões, facilitando os serviçosde manutenção.

Nos compressores do tipo aberto, o eixo de acionamento do compressor atravessa

a carcaça, permitindo o acionamento por um motor externo. Esse tipo de compressor é adequado para operarcom amônia, podendo também utilizar refrigerantes halogenados.

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CONDENSADOR

Para a seleção de condensadores resfriados a ar devem ser levados em consideração diversosfatores, tais como: consumo de energia, instalação, disponibilidade, nível de ruído, etc.

Os condensadores resfriados a ar são normalmente utilizados com parte integrante deunidades produzidas em fábricas (unidades condensadoras) de pequena ou média capacidade.

Grandes condensadores a ar também podem ser aplicados onde não é econômica a utilização desistemas resfriados a água, devido ao alto custo ou indisponibilidade

da água. A faixa decapacidades mais comum destes condensadores, cobre a gama

de valores de 1 a 100 TR (7 a 352kW), porém é usual a sua montagem em paralelo, atingindo capacidades bastante superiores.

Para um determinado compressor e para uma determinada temperatura do ar de resfriamentoque entra no condensador, aumenta-se a pressão de condensação e diminui-se a capacidadefrigorífica com a diminuição do tamanho do condensador. Um aumento da temperatura do ar deresfriamento também resulta nos mesmos efeitos acima, para um determinado condensador.

Um aumento da temperatura do ar deresfriamento também resulta nos mesmos efeitos acima, para um determinado
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A temperatura de condensação deve ser fixada em um valor entre 11 °C e 15 °C maior que atemperatura de bulbo seco do ar que entra no condensador. E, do ponto de vista econômico, o valorótimo da diferença entre a temperatura de condensação e a temperatura do ar que deixa ocondensador deve estar entre 3,5 e 5,5 °C.

do ar que deixa ocondensador deve estar entre 3,5 e 5,5 °C. Recomenda-se que, em qualquer

Recomenda-se que, em qualquer situação, a temperatura de condensação nunca seja superiora 55 °C. No entanto, para garantir a eficiência do sistema de compressão e, ao mesmo tempo, obteruma maior vida útil dos compressores, a temperatura de condensação não deve ser maior que:

48 °C quando a temperatura de evaporação do sistema frigorífico for maior/ igual a 0°C;

43 °C, quando a temperatura de evaporação do sistema frigorífico for menor que

0°C;

Os condensadores a ar devem ser instalados elevados, com relação ao nível do solo, para prevenir acumulação de sujeira sobre as serpentinas. Deve-se sempre garantir que existamaberturas adequadas e livres de qualquer obstrução para entrada de ar frio e para a saída do ar quente. As entradas de ar devem ser localizadas longe do lado de descarga do ar para evitar aaspiração de ar quente pelos ventiladores (curto-circuito do ar).

Devido à grande quantidade de ar manejada por estes condensadores eles geralmente são bastante barulhentos. Assim, quando da sua instalação devem ser levadas em consideração asnormas locais, que definem os níveis máximos de ruído permitidos. Em algumas situações,especialmente dentro de zonas residências em centros urbanos, deverão ser empregados sistemaspara controle da rotação dos ventiladores (motores de duas velocidades ou inversores defrequência), os quais atuariam no período noturno, reduzindo a rotação dos ventiladores, econsequentemente o ruído emitido por estes condensadores.

no período noturno, reduzindo a rotação dos ventiladores, econsequentemente o ruído emitido por estes condensadores.
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Em sistemas que usam válvulas de expansão termostáticas, a pressão de condensação deveser mantida relativamente constante. Temperaturas ambientes, isto é, temperaturas de entrada do arno condensador muito baixas podem resultar numa pressão de condensação tão baixa que asválvulas de expansão dos evaporadores não operarão corretamente. Em climas moderados, ocontrole da operação dos ventiladores (liga-desliga) pode manter a pressão de condensação dentrodos níveis fixados em projeto, garantindo a correta operação das válvulas de expansão. Em climasmais frios, podem ser necessários outros sistemas automáticos para controle da pressão decondensação, como por exemplo:

Instalação de dampers para controlar a vazão de ar de resfriamento dos condensadores.

Instalação de válvulas de estrangulamento que controlam a pressão de condensação reduzindo o fluxo de líquido do condensador. Assim há inundação de parte docondensador, reduzindo a superfície de condensação útil.

8 VÁLVULA DE EXPANSÃO

Em um sistema de refrigeração, o dispositivo de expansão têm a função de reduzir a pressãodo refrigerante desde a pressão de condensação até a pressão de vaporização. Ao mesmo tempo,este dispositivo deve regular a vazão de refrigerante que chega ao evaporador, de modo a satisfazera carga térmica aplicada ao mesmo.

9 TANQUEDE LÍQUIDO

carga térmica aplicada ao mesmo. 9 TANQUEDE LÍQUIDO Em condensadores Shell and tube, o próprio condensador,

Em condensadores Shell and tube, o próprio condensador, isto é, o espaço entre a carcaça eos tubos, pode ser usado como reservatório para armazenamento do refrigerante condensado. Emcondensadores resfriados a ar, duplo tubo e evaporativos deve-se instalar um reservatório separado,pois estes condensadores não têm volume suficiente para armazenar o fluido frigorífico.

têm volume suficiente para armazenar o fluido frigorífico. Todo sistema de refrigeração deve ter um reservatório

Todo sistema de refrigeração deve ter um reservatório com volume suficiente para armazenar acarga total de refrigerante, durante paradas para manutenção ou devido a sazonalidade do processode produção do qual faz parte o sistema frigorífico. A carga total de refrigerante não deve ocuparmaior que 90% do volume do reservatório, para uma temperatura de armazenamento não superior a40 °C; para temperaturas de armazenamento maiores que 40 °C, a carga de refrigerante não deveser superior a 80% do volume do reservatório.

de armazenamento maiores que 40 °C, a carga de refrigerante não deveser superior a 80% do
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ACESSÓRIOS

Os seguintes acessórios estão instalados no circuito de refrigeração;

01 01 04 02 03
01 01
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Pressostato

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Filtro secador

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Válvula solenoide

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Visor de líquido

01 01 04 02 03 01 Pressostato 02 Filtro secador 03 Válvula solenoide 04 Visor de
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10.1

PRESSOSTATO

Os pressostatos são interruptores elétricos comandados pela pressão. O ajuste da pressão sefaz por meio de um parafuso. Em alguns modelos o diferencial de pressão, diferença entre pressão de desarme e rearme, é regulável. O rearme pode ser automático ou manual.

Os pressostatos podem ser classificados em:

Pressostatos de baixa pressão, que desligam, quando a pressão de sucção se torna menordo que um determinado valor;

Pressostatos de alta pressão, que desligam, quando a pressão de descarga se torna maiordo que um determinado valor;

Pressostatos de alta e baixa, que reúnem os dois tipos anteriores num único aparelho;

Pressostatos diferenciais, destinados ao controle da pressão do óleo de lubrificação dos compressores, que desligam quando a diferença entre a pressão da bomba e o cárter do compressor é insuficiente para uma lubrificação adequada.

quando a diferença entre a pressão da bomba e o cárter do compressor é insuficiente para
quando a diferença entre a pressão da bomba e o cárter do compressor é insuficiente para
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10.2 FILTROS E SECADORES

Os filtros são empregados para eliminar partículas estranhas nas tubulações e resíduos de umidade existentes no ciclo de refrigeração.

São constituídos por um invólucro metálico, no interior do qual se encontra uma tela de malhafina feito de níquel ou bronze. Os filtros podem ser montados tanto na linha de sucção como na linha de líquido. Quando colocados na linha de sucção evitam que impurezas penetrem no compressor juntamente com o vapor de refrigerante. O filtro na linha de líquido destina-se a evitar que impurezas fluam para o evaporador juntamente com o refrigerante líquido.

Na função de eliminar a umidade que, apesar doscuidados tomados antes e durante a carga, sempre está presente nas instalações de refrigeração, ocasionando diversos problemas. São constituídos por um corpo com elementos filtrantes, cheio de material altamente higroscópico (sílica gel). Os filtros secadores são colocados normalmente nas linhas de líquido.

de material altamente higroscópico (sílica gel). Os filtros secadores são colocados normalmente nas linhas de líquido.
de material altamente higroscópico (sílica gel). Os filtros secadores são colocados normalmente nas linhas de líquido.
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10.3 VÁLVULAS SOLENÓIDE

São válvulas comandadas eletricamente por meio de solenóides, podem ser classificadas emnormalmente abertas e normalmente fechadas. O comando elétrico pode ser acionado por um termostato, pressostato, ou mesmo por um simples interruptor manual. Seu funcionamento consiste na liberação da passagem do fluido refrigerante, pelo sistema sempre que a bobina é acionada. As válvulas solenóidedevem ser sempre montada na posição vertical com a bobina voltada para cima, caso seja necessário a instalação em outra esta deve serespecialmente selecionada para instalação para posição verticais.

Para a especificação de válvulas solenóides devem ser considerados:

A vazão de refrigerante através da válvula;

A diferença máxima de pressão permitida pela válvula;

A perda de carga causada pela válvula.

da válvula; • A diferença máxima de pressão permitida pela válvula; • A perda de carga
da válvula; • A diferença máxima de pressão permitida pela válvula; • A perda de carga
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10.4 VISOR DE LÍQUIDO

São peças com visores para verificar a passagem de líquido e a presença de umidade. Colocados na saída do reservatório de líquido ou na entrada do evaporador, permitindo verificar se acarga de refrigeração está completa e se existe umidade no sistema. As seguintes cores sãoutilizadas para indicar a quantidade de umidade no sistema:

• Verde → Ausência de umidade.

• Amarelo → Presença de umidade.

• Marrom → Contaminação total do sistema.

Verde → Ausência de umidade . • Amarelo → Presença de umidade . • Marrom →
Verde → Ausência de umidade . • Amarelo → Presença de umidade . • Marrom →
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11 CÂMARA FRIA

Desenvolvida para simular condições reais de funcionamento de uma câmara fria de resfriados, é monitorada e controlada a temperatura e umidade interna. Dispõe de um forçador de ar para aumentar a troca de calor na serpentina do evaporador.

Utiliza uma resistência de 1000W, para simular carga térmica no interior da câmara.

calor na serpentina do evaporador. Utiliza uma resistência de 1000W, para simular carga térmica no interior
calor na serpentina do evaporador. Utiliza uma resistência de 1000W, para simular carga térmica no interior
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EVAPORADOR

O evaporador é um dos quatro componentes principaisde um sistema de refrigeração, e tem a finalidade de extrair calor do meio a ser resfriado, isto é,extrair calor do ar, água ou outras substâncias.

12.1 EVAPORADORES PARA O RESFRIAMENTO DE AR

Em um evaporador para resfriamento de ar, o fluído frigorífico ao vaporizar no interior de tubos,resfria diretamente o ar que escoa pela superfície externa do trocador de calor. O arfrio é então utilizado para resfriar os produtos contidos em uma câmara, balcão frigorífico, salaclimatizada, etc.

Quanto à circulação do ar, estes evaporadores podem ainda ser classificados em evaporadores com circulação natural e evaporadores com circulação forçada.

Evaporadores com circulação natural do ar (convecção natural)

Os evaporadores com circulação natural do ar podem ser constituídos tanto de tubos lisos quanto de tubos aletados, tendo sido bastante utilizados em situações onde se desejava baixatemperatura do ar e elevada umidade relativa no ambiente refrigerado. Com a evolução dos sistemasde controle e de distribuição do ar nas câmaras frigoríficas, estes evaporadores são atualmentepouco empregados.

controle e de distribuição do ar nas câmaras frigoríficas, estes evaporadores são atualmentepouco empregados.
controle e de distribuição do ar nas câmaras frigoríficas, estes evaporadores são atualmentepouco empregados.
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Os coeficientes de transmissão de calor destes evaporadores são baixos, o que exige grandesáreas de troca de calor. Porém, por questões de limitação dos valores de perda de carga, não devemser usados tubos muito longos, o que requer o emprego de tubos paralelos. Quanto ao formato decomo são dobrados os tubos, há bastante variação entre fabricantes, sendo os principaisdobramentos em forma de espiral cilíndrica, trombone, hélice, zig-zag, etc.

Quanto aos materiais empregados em sua construção, os evaporadores de circulação naturalpodem ser construídos com tubos de cobre, aço ou até mesmo alumínio. E em casos especiais,quando o meio onde estão instalados é corrosivo, pode ser utilizado aço inoxidável. No caso de evaporadores aletados, as aletas podem ser de alumínio, cobre ou aço inoxidável, também paraaplicações especiais.

Estes evaporadores devem ser colocados na parte superior da câmara, junto ao teto, e devemser instaladas bandejas para a coleta de condensado sob os mesmos, evitando o gotejamento deágua sobre os produtos. Quando, por questões de espaço, não for possível a instalação somente noteto, podem também ser utilizadas as paredes, desde que os evaporadores sejam montados deforma a facilitar as correntes de convecção natural do ar no interior da câmara.

Evaporadores com circulação forçada do ar.

Os evaporados com circulação forçada (unit coolers ou frigodifusores), são atualmente o tipode evaporador mais utilizado em câmaras frigoríficas, salas de processamento e túneis decongelamento, sendo constituídos, basicamente, por uma serpentina aletada e ventiladores,montados em um gabinete compacto.

sendo constituídos, basicamente, por uma serpentina aletada e ventiladores,montados em um gabinete compacto.
sendo constituídos, basicamente, por uma serpentina aletada e ventiladores,montados em um gabinete compacto.
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Quanto à posição do ventilador em relação à serpentina aletada, estes evaporadores podem ser classificados em:

Draw-Through (ventilador succionando). Esta configuração permite maio alcance

do fluxo dear frio, porém o calor dissipado pelo motor do ventilador não é retirado imediatamente.

Blow-Through (ventilador soprando). Embora o alcance desta configuração seja

menor, ocalor dissipado pelo motor do ventilador é retirado do ar imediatamente após a sualiberação.

Um dos artifícios utilizados para melhorar o coeficiente de transmissão de calor de umevaporador seria o de molhar a sua superfície externa, pela aspersão de um líquido na forma despray ou chuva, dando origem aos chamados “evaporadores de superfície úmida (sprayedcoil)”.

A aspersão de líquido, além de manter a serpentina sempre limpa, também apresentam asseguintes finalidades:

Aumentar a umidade relativa do ambiente, para temperaturas acima de 0°C. Utiliza-se aaspersão de água.

• Eliminar a formação de gelo e, consequentemente, e reduzir o tempo e perda de energia nodegelo. Utiliza-se a aspersão de glicol ou salmoura.

Quando não há aspersão de líquido sobre a superfície externa do evaporador, este é dito “desuperfície seca”. Isto não significa que a superfície esteja sempre seca. Na verdade, ela pode estarmolhada com vapor de água condensado, para temperaturas positivas, ou pode ter gelo, paratemperaturas negativas. O que significa é que não existe qualquer aspersão intencional de líquidosobre o evaporador.

Comportamento em função de parâmetros dimensionais e operacionais.

Os principais parâmetros que influenciam o comportamento dos evaporadores para resfriamento de ar são:

• Área de face (e velocidade de face).

• Quantidade de aletas por unidade de comprimento.

• Profundidade da serpentina, no sentido do ar.

• Temperatura do refrigerante.

• Vazão de ar.

de comprimento. • Profundidade d a serpentina, no sentido do ar. • Temperatura do refrigerante. •
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A área de face de um evaporador, que corresponde ao produto da sua altura pela

sua largura,determina a velocidade de face, que por sua vez influencia no coeficiente global de transferência decalor, na variação de temperatura do ar e na redução da sua umidade. Reduzindo-se a área de face,aumenta-se a velocidade de face, e o coeficiente global de transferência de calor aumenta até umdeterminado valor, a partir do qual não ocorrem mais aumentos significativos. A variação detemperatura do ar diminui com o aumento da velocidade de face, e a umidade do ar na saída daserpentina aumenta.

Normalmente são utilizados valores usuais de velocidade de face da ordem de 2,0

a 4,0 m/s.

Para evitar o arraste de gotas de água condensada este valor não deve ser superior 3,0 m/s paraserpentinas simples e 3,5 m/s para serpentinas com eliminadores de gotas.

As aletas, que servem como superfícies secundárias de transferência de calor, tem

o efeito deaumentar a superfície efetiva do evaporador, melhorando a sua

eficiência. A fixação das aletas deveobedecer a técnicas apuradas, para que seja mantido um íntimo contato da aleta com o tubo.

Normalmente as aletas são perfuradas, montadas no tubo, e posteriormente é feita

a

expansãomecânica ou hidráulica do tubo.

O

tamanho e o espaçamento das aletas dependem da aplicação para a qual a

serpentina foiprojetada e do diâmetro dos tubos. Tubos de pequeno diâmetro

requerem aletas pequenas. Paraaplicações em refrigeração industrial, o número de aletas de uma serpentina varia de 4 a 6 aletas porpolegada, para temperaturas acima de 0°C, e no máximo de 2,5 aletas por polegada, paratemperaturas abaixo de 0 °C. Em serpentinas projetadas para condicionamento de ar, que trabalhamcom temperaturas elevadas, este número pode ser de 12 a 15 aletas por polegada. Aumentando-se o número de aletas por unidade de comprimento, isto é, diminuindo-se oafastamento entre aletas, aumenta-se a variação de temperatura e

a redução de umidade do ar queatravessa a serpentina.

Outro parâmetro importante é a profundidade da serpentina, a qual é caracterizada pelonúmero de fileiras (no de rows) de tubos na direção do escoamento. O no de rows influencia na remoção de calor latente, e quanto maior este número maior a redução de umidade do ar aoatravessar a serpentina. O no de rows normalmente varia de 4 a 8, sendo limitado pela temperaturado refrigerante.

A redução de temperatura e umidade do ar que atravessa a serpentina é função da

temperatura da superfície externa da mesma, a qual, por sua vez, é determinada pela temperaturado refrigerante. Maiores temperaturas do refrigerante implicarão em maiores temperaturas dasuperfície externa da serpentina, o que diminui a variação de temperatura do ar e a redução deumidade, porém estas variações não

da serpentina, o que diminui a variação de temperatura do ar e a redução deumidade, porém
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ocorrem na mesma proporção que variação da temperatura dorefrigerante. Normalmente a temperatura do refrigerante deve ser de 3 a 8 °C inferior à temperaturade entrada do ar na serpentina.

O aumento da vazão de ar que atravessa uma dada serpentina aumenta a

velocidade de faceE, conforme mencionado acima, a variação de temperatura e a remoção de umidade do ar diminuemcom o aumento da velocidade de face.

Tomando-se como base o que foi exposto acima, quando da seleção de evaporadores para oresfriamento de ar, devem se observados os seguintes fatores:

1. Temperatura do refrigerante. Geralmente, a diferença entre a temperatura do

ambiente a serresfriado (câmara) e a temperatura do refrigerante, deve obedecer

aoscritérios estabelecidos pelo projeto. A diferença entre a temperatura da câmara

e a do refrigerante estádiretamente relacionada com o tamanho (área) do

evaporador e à quantidade de calor quedeve ser removida. Serpentinas com menores diferenças de temperatura entre o ar e o refrigerante, necessitarão de elevada área de troca de calor, as quais são mais caras eocupam mais espaço no ambiente refrigerado.

2. Número de Evaporadores. O número adequado de evaporadores deve ser tal

que garantauma distribuição uniforme do ar frio por toda a área da câmara. Ambientes irregulares oumuito grandes podem necessitar de mais de um evaporador para garantir uma corretadistribuição do ar.

3. Velocidade do Ar. A velocidade do ar nas câmaras de conservação de produtos

não deveser superior a 0,5 m/s, para evitar a desidratação excessiva dos produtos.

de conservação de produtos não deveser superior a 0,5 m/s, para evitar a desidratação excessiva dos
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FUNCIONAMENTO

13.1 LIGANDO O EQUIPAMENTO

Todos os procedimentos de energização da bancada, ligações e start-up do sistema devem ser supervisionados e revisados por profissionais capacitados e responsáveis pelos equipamentos, sob pena de danificar os equipamentos e ou expor os alunos a situações de risco de choque elétrico ou lesões corporais.

Para energização da bancada plugue o conector a rede elétrica, cabe salientar que a bancada dispõe de conector padrão e deve ser conectado em rede 220V + terra.

Certifique-se de que o botão de emergência não esteja pressionado. Verifique se os disjuntores no interior do painel de comando estão ligados, e a micro chave no CLP na posição RUN.

Acione o botão verde (liga) e o equipamento estará apto a funcionar.

ligados, e a micro chave no CLP na posição RUN. Acione o botão verde (liga) e
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14 USANDO A IHM Interface Homem Máquina

A IHM instalada neste equipamento possui tela sensível ao toque, oferecendo acesso fácil aos menus de controle.

14.1 TELA INICIAL

acesso fácil aos menus de controle. 14.1 TELA INICIAL Esta é a tela inicial do equipamento,

Esta é a tela inicial do equipamento, nela o usuário pode navegar nas opções:

MANUAL, AUTOMÁTICO, ALARMES, VISUALIZAÇÃO DE VARIÁVEIS e AJUDA. Maiores descrições sobre cada tela serão dadas a seguir.

AUTOMÁTICO, ALARMES, VISUALIZAÇÃO DE VARIÁVEIS e AJUDA. Maiores descrições sobre cada tela serão dadas a seguir.
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14.2

MANUAL

23 14.2 MANUAL Todos os componentes do sistema podem ser ligados e desligados manualmente por meio

Todos os componentes do sistema podem ser ligados e desligados manualmente por meio dos comandos de toque desta tela: VÁLVULA DE LÍQUIDO, CARGA TÉRMICA, RESISTÊNCIA DA PORTA, RESISTÊNCIA DE DEGÊLO, VENTILADOR DO CONDENSADOR e VENTILADOR DO EVAPORADOR.

Os botões simbolizam dois estados:

DO EVAPORADOR. Os botões simbolizam dois estados: Para desligado e Ligado. Ainda é possível ligar e

Para desligado

e

Os botões simbolizam dois estados: Para desligado e Ligado. Ainda é possível ligar e desligar o

Ligado.

Ainda é possível ligar e desligar o motor do compressor, além de aumentar e diminuir sua a frequência, visualizar a rotação do motor e a temperatura interna da câmara fria.

além de aumentar e diminuir sua a frequência, visualizar a rotação do motor e a temperatura
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14.3

AUTOMÁTICO

24 14.3 AUTOMÁTICO Esta é a tela do funcionamento AUTOMÁTICO do sistema. Clique sobre o botão:

Esta é a tela do funcionamento AUTOMÁTICO do sistema. Clique sobre o botão:

surgirá um teclado para ser inserido o SET POINT TEMPERATURA, escolha a temperatura na qual deseja que o sistema se estabilize, pressione o botão verde (INICIA - FINALIZA O PROCESSO) para que o sistema entre em ação.

Automaticamente serão ligados a VÁLVULA DE LÍQUIDO e os VENTILADORES DO CONDENSADOR E EVAPORADOR.

Caso deseje sair do processo sem que a temperatura escolhida seja atingida, deverá ser desligado manualmente o motor, clicando em DESLIGA MOTOR.

Durante este processo, as outras telas do sistema poderão ser acessadas, para visualização de variáveis.

MOTOR. Durante este processo, as outras telas do sistema poderão ser acessadas, para visualização de variáveis.
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14.4

ALARMES

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Tela na qual são visualizados os alarmes de abertura de porta, sempre que ocorrerem, esta tela será acessada automaticamente. Clique em MENU PRINCIPAL para ter acesso as outras telas do sistema.

ocorrerem, esta tela será acessada automaticamente. Clique em MENU PRINCIPAL para ter acesso as outras telas
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14.5 VISUALIZAÇÃO DE VARIÁVEIS

26 14.5 VISUALIZAÇÃO DE VARIÁVEIS As variáveis temperatura e umidade do interior da câmara, linhas de

As variáveis temperatura e umidade do interior da câmara, linhas de sucção e descarga, e pressões alta e baixa podem ser acompanhadas por meio desta tela.

interior da câmara, linhas de sucção e descarga, e pressões alta e baixa podem ser acompanhadas
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Página dois:

27 Página dois: Os dados do motor: rotação, corrente, freqüência e tensão podem ser acompanhados por

Os dados do motor: rotação, corrente, freqüência e tensão podem ser acompanhados por meio desta tela.

27 Página dois: Os dados do motor: rotação, corrente, freqüência e tensão podem ser acompanhados por
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14.6

AJUDA

28 14.6 AJUDA Breve descrição das funções dos comandos do sistema

Breve descrição das funções dos comandos do sistema

28 14.6 AJUDA Breve descrição das funções dos comandos do sistema
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15 INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO

Intervalos de Inspeção e Manutenção

Intervalos de inspeção e manutenção

Ação de inspeção e manutenção

 

A

cada

dez

dias

de

-

Controle visual quanto às folgas;

 

serviço

 

-

verificar alinhamento de polia e correias

 

A cada sessenta dias (ou

-

Retirar a poeira que se deposita sobre os elementos;

 

um

bimestre)

 

-

Inspeção visual das válvulas e tubulações

Anualmente

 

-

limpeza

das

serpentinas

do

condensador

e

 

evaporador.

 

-

revisão no rendimento do sistema de refrigeração.

 

Obs.: O motor elétrico deve ser inspecionado de acordo com as recomendações do fabricante ver manual do fabricante.

O motor elétrico deve ser inspecionado de acordo com as recomendações do fabricante – ver manual