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ÉTICA E EXERCICIO PROFISSIONAL NA ENGENHARIA

Prof. Eng. Zé Eurides de Moraes

Professor a 24 anos e Coord. do Curso de Pós

Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho FEAR-UPF

2014

ÉTICA

ÉTICA

Porque da introdução desta matéria na Engenharia?

Existe uma relação muito forte entre a

Ética , a Engenharia, a Tecnologia e o Bem - Estar da Sociedade.

Se queres progredir não

deves repetir a história, mas fazer uma história nova.

Para construir uma nova

história é preciso trilhar

novos caminhos.

Gandhi

ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONL Tradicionalmente a Ética é Pode ser Eng. Zé Eurides de Moraes
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONL
Tradicionalmente
a Ética é
Pode ser
Eng. Zé Eurides de Moraes
entendida como
entendida
Prof. Da FEAR dede 1989, Coord. do Curso de Pós
um estudo ou
uma reflexão
também como a
própria
Graduação em
sobre os
realização de um
Engenharia de Segurança do Trabalho – UPF
costumes ou
tipo de
Sócio-Consultor da Empresa Engetec Engenharia
ÉTICA
sobre as ações
comportamento.
Março de 2012
humanas.
O estudo da Ética é dividido em dois campos:  problemas gerais e fundamentais, como
O estudo da Ética é
dividido em dois
campos:
 problemas gerais
e fundamentais,
como liberdade,
consciência, bem,
valor, lei, outros.
 Problemas específicos ou concretos, como ética profissional, ética na política, ética sexual, ética
 Problemas
específicos ou
concretos, como
ética profissional,
ética na política,
ética sexual, ética
matrimonial,
bioética, etc.

MORAL E ÉTICA ANDAM DE MÃOS

DADAS E SE

CONFUNDEM.

No centro da ética aparece o dever, ou obrigação

moral, conduta

correta.

O estudo da ética se

defronta com problemas

de variação de costumes.

O que é moral na Etiópia

não é moral no Brasil,

por exemplo, a bigamia:

Para os mulçumanos é honroso ter mais de uma

esposa. Já os países cristãos pregam a

monogamia casamento

único.

A ÉTICA NA ANTIGA GRÉCIA
A ÉTICA NA ANTIGA
GRÉCIA

Historicamente, a idéia de Ética surgiu na antiga Grécia, entre 500 e 300 a.C, através das

observações de Sócrates e seus Discípulos.

Sócrates refletiu sobre a natureza do bem moral, na busca de um princípio absoluto de
Sócrates refletiu
sobre a natureza do
bem moral, na busca
de um princípio
absoluto de conduta.
Duas formulações
mais conhecidas:
absoluto de conduta. Duas formulações mais conhecidas: “Nada em excesso” “Conhece-te a ti mesmo” Sócrates

“Nada em excesso”

“Conhece-te a ti
“Conhece-te a ti
mesmo”
mesmo”
“Nada em excesso” “Conhece-te a ti mesmo” Sócrates “Só sei que nada sei.” “Uma coisa posso

Sócrates

“Só sei que nada sei.”

“Uma coisa posso afirmar e

provar com palavras e atos:

é que nos tornamos

melhores se cremos que é

nosso dever seguir em busca da verdade desconhecida.

Platão, Virtudes: discípulo de Justiça Sócrates, ordena e harmoniza colocava a busca da felicidade (Sumo
Platão,
Virtudes:
discípulo
de
Justiça
Sócrates,
ordena e harmoniza
colocava a busca
da felicidade (Sumo BEM)
Prudência ou sabedoria
põe ordem em nossos
como o centro das
preocupações éticas.
pensamentos
Fortaleza ou valor
O Homem só encontra a
faz com que o prazer se
felicidade na prática das
subordine ao dever
virtudes. O ideal buscado pelo
homem virtuoso é a imitação
Temperança
de Deus: aderir ao divino.
serenidade, autodomínio
Aristóteles, Discípulo de Platão, Estudou as virtudes e os vícios, concluindo que existem vários bens

Aristóteles,

Discípulo de Platão,

Estudou as virtudes e os

vícios, concluindo que existem vários bens em

concreto para o homem.

O homem, como um ser complexo, precisa de vários

bens, tais como: Amizade, saúde, e até riqueza.

O homem tem seu ser

no VIVER, no SENTIR e

na RAZÃO.

Ele não pode apenas viver, mas viver

racionalmente, com a

razão.

O maior bem? A vida virtuosa.

A maior virtude: a

inteligência.

É T I C A N A I D A D E M É D
É T I C A
N A
I D A D E
M É D I A

Na Idade Média, o

pensamento ético passou a

ser ligado à religião, à interpretação da bíblia e à

teologia.

à religião, à interpretação da bíblia e à teologia. ÉTICA E RELIGIÃO A religião trás em

ÉTICA E RELIGIÃO

A religião trás em si uma mensagem ética profunda

de liberdade, de amor, de fraternidade universal.

Estabeleceu muitas regras de conduta, trazendo, sem

dúvida, um grande

progresso moral à

humanidade.

GRANDES PENSADORES ÉTICA N A IDADE MODERNOS: M O D E R N A
GRANDES PENSADORES
ÉTICA N A IDADE
MODERNOS:
M O D E R N A

Na Idade Moderna

(1.600

) encontramos

duas tendências:

1.A busca de uma ética racional pura subjetividade humana;

2.Tentativa de unir a ética religiosa às

reflexões filosóficas.

Ludwig Feuerbach (1804-1872): tentou

traduzir a verdade da

religião num estudo

filosófico ao alcance de

todos os homens instruídos. Teve muitos

seguidores.

traduzir a verdade da religião num estudo filosófico ao alcance de todos os homens instruídos. Teve

GRANDES PENSADORES

MODERNOS:

Karl Marx - desenvolveu uma nova visão do mundo e

da história humana, que veio

substituir a da religião: a

moral revolucionária.

A moral revolucionária foi

muito influenciada pela

tradição ética cristã.

O marxismo é uma grande tradição de preocupações éticas, onde persistem elementos do cristianismo.

éticas, onde persistem elementos do cristianismo . “ Os filósofos limitaram- se até agora a interpretar

Os filósofos limitaram-

se até agora a interpretar

o mundo de diferentes

modos; do que se trata é

de o transformar .

(Karl Marx)

ÉTICA

CONTEMPORANEA:

de

através

da teoria da Concepção

Temos

idéias

as

Immanuel

Kant,

racionalista.

É

da

natu-

reza

humana

que

extraímos

corretas da ação moral.

formas

as

Uma

boa é aquela

ser universalizável. Ex.: a

caridade.

que pode

moralmente

ação

Ex.: a caridade. que pode moralmente ação Sua teoria procura basear-se nas leis do pensamento e

Sua teoria procura basear-se nas leis do

pensamento e da

vontade.

Mas, afinal, quais os critérios da moralidade?
Mas, afinal, quais os
critérios da moralidade?

Agir moralmente significa agir de acordo

com a própria

consciência.

Quais, então, os ideais éticos?
Quais, então, os ideais
éticos?

Para os gregos: a busca do bem supremo (Platão)

e da felicidade, através de

uma vida virtuosa (Aristóteles).

Para os cristãos da idade

média: o ideal ético é o da

vida espiritual, de amor e

fraternidade (Santo

Agostinho).

Idade moderna (iluminismo e

renascimento): ideal seria

viver de acordo com a

própria liberdade pessoal.

Critério da moralidade é

ser racional, autônomo,

autodeterminado, agir

segundo a razão e a

liberdade (Kant).

A LIBERDADE

Falar de ética significa falar de liberdade.

Liberdade para decidir entre o bem e o mal.

Liberdade para decidir sobre o certo e o errado.

Liberdade de conduta.

Liberdade com responsabilidade

A liberdade não pode ser

apenas exterior, nem apenas

interior. Ela se desenvolve na

consciência e nas estruturas.

A liberdade aumenta com a consciência que se tem dela.

(Hegel, 1770-1831)

A ética se preocupa com a forma humana de resolver as

contradições entre necessidade e possibilidade

Ética é felicidade!
Ética é felicidade!

O ser humano é o único animal ético!

“Cada um de nós compõe a sua própria história e cada ser em si carrega
“Cada um de nós
compõe a sua própria
história e cada ser em si
carrega o dom de ser
capaz de ser feliz.”
Almir Sater

Ética

Ética vem do grego ethos, e significa hábito e

caráter.

A ética é a ciência da conduta humana perante o ser e seus semelhantes.

Moral vem do latim mos, moris, mores

e

significa costumes. A moral é o conjunto de

regras, normas de uma sociedade ou região. Ética: ética filosófica (deontologia), e

ética profissional (Imperícia, Imprudência,

Negligência);

Honorários.

Princípios da Ética (DEONTOLOGIA)

1. Justiça; 2. Igualdade de direitos;

3. Dignidade da pessoa humana;

4. Cidadania plena; 5. Solidariedade; ÉTICA:

É daquelas coisas que todo mundo sabe

o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta.”

Paul Doherty (Fonte: www.exo.net/~pauld / ) Ética  A profissão tem como finalidade o bem

Paul Doherty (Fonte: www.exo.net/~pauld/ )

Ética

A profissão tem como finalidade o

bem comum e o interesse público, e tem uma dimensão social, de

serviço à comunidade, que se

antecipa à dimensão individual

(na forma de benefício particular

que se retira dela.

Todas as profissões implicam uma ética, uma vez que se relacionam sempre com os seres humanos.

ÉTICA

Ciência da conduta - duas concepções:

1-ciência que trata do fim que deve orientar a conduta dos homens e dos meios para atingir

tal fim. É o ideal formulado e perseguido pelo homem por sua natureza e essência.

ÉTICA

2-Ciência que trata do móvel da conduta

humana e procura determinar esse móvel

visando a dirigir a própria conduta. Liga-se ao

desejo da sobrevivência.

SABER 1. Aprender a aprender. 2. Quanto mais sei, sei o quanto não sei. 3.

SABER

SABER 1. Aprender a aprender. 2. Quanto mais sei, sei o quanto não sei. 3. O
SABER 1. Aprender a aprender. 2. Quanto mais sei, sei o quanto não sei. 3. O

1.

Aprender a aprender.

2.

Quanto mais sei, sei o quanto não sei.

3.

O pensar e a existência

Penso, logo existo.

Sou o que penso que sou.

O SABER

aprender a aprender

O SABER aprender a aprender
O SABER aprender a aprender

O SABER

É Constante, É deslumbrante, É fascinante

e incessante

O SABER É Constante, É deslumbrante, É fascinante e incessante

O SABER

Há sempre uma Insatisfação

quanto mais sabemos, sabemos o

quanto não sabemos

O SABER Há sempre uma Insatisfação quanto mais sabemos, sabemos o quanto não sabemos

O PODER DO SABER

Gera Uma atitude ÉTICA

Maior RESPONSABILIDADE

Cria nóvos VALORES

DIMENSÕES DO INDIVIDUO

SER HUMANO

RAZÃO

SOCIAL

FISICO

ECONÔMICO

BUROCRÁTICO

ÉTICA

ÉTICA - MODO DE SER, CARÁTER origem grega

MORAL- (mos ou mores)=

costume conjunto de normas ou regras adquirida por hábito.

origem latim

MORAL

O comportamento moral é próprio do homem como ser histórico,

social e prático.

transforma conscientemente o mundo

Transforma o mundo a sua medida

Transforma sua própria natureza.

Processo de transformação, Auto- criação e autotransformação.

ÉTICA

Estuda o Bem seu objetivo é a condução da vida pela virtude, facilitando a realização
Estuda o Bem
seu objetivo é a condução da vida pela
virtude, facilitando a realização das
pessoas

ÉTICA

A Ética se ocupa e pretende a perfeição do ser humano;

Um conjunto de princípios e valores que

guiam e orientam as relações humanas. Esses princípios devem ter

características universais, precisam ser

válidas para todas as pessoas para sempre. (Souza (Betinho) e Rodrigues).

ÉTICA

 A moral é a prática  A ética é a reflexão sobre essa prática
 A moral é a prática
 A ética é a reflexão sobre essa prática
 A Ética supõe a sua justificação
filosófica, a sua explicação racional, a
sua fundamentação.

ÉTICA

Estudo sistemático da argumentação sobre

como nós devemos agir (filosofia moral).

Ética está relacionada à opção, ao desejo

de realizar a vida, mantendo com as outros relações justas e aceitáveis, fundamentada

nas idéias de bem e virtude, numa busca de existência plena e feliz

ÉTICA

 É uma característica inerente a toda ação humana e, por esta razão, é um
 É uma característica inerente a toda ação
humana e, por esta razão, é um elemento
vital na produção da realidade social.
 Todo homem possui um senso ético, uma
espécie de consciência moral, estando
constantemente avaliando e julgando suas
ações para saber se são boas ou más,
certas ou erradas, justas ou injustas.

“Ninguém pratica voluntariamente o mal. Somente o ignorante não é virtuoso, só

age mal, quem desconhece o bem, pois todo homem quando fica sabendo o que

é o bem, reconhece-o racionalmente como tal e necessariamente passa a

praticá-lo. Ao praticar o bem, o homem

sente-se dono de si e consequentemente é feliz”. (Sócrates – 470 a 399 a.c)

“A virtude, o estudo e a alegria são três irmãos que não devem ser

separados ”

Voltaire

Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas,

Direito

baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa previsibilidade

para as ações humanas. Ambas,

Tanto

Moral

a

como

o

porém, se diferenciam

ÉTICA

A conduta não se limita ao mero cumprimento da legislação. O resultado é a soma
A conduta não se limita ao mero
cumprimento da legislação. O resultado
é a soma dos princípios morais de cada
um de seus integrante

ÉTICA

A conduta ética das instituições é o reflexo da

conduta de seus profissionais.

A ética fortalece a imagem da organização;

Para definir sua ética e sua forma de atuação, cada instituição precisa saber:

o que deseja fazer.

o que espera de cada pessoa.

ÉTICA

 A vontade e a cultura de cada pessoa é fundamental para se estabelecer a
 A
vontade e a cultura de cada pessoa é
fundamental para se estabelecer a ética
institucional.
 Cada pessoa e instituição tem
características próprias.

ÉTICA

 Assim como a educação, a ética vem do berço.  Esperamos que a Ética
 Assim como a educação, a ética vem do
berço.
 Esperamos que a Ética responda:
 Que devo escolher?
 Que forma de vida devo ter?
 Que espécie de ser humano devo ser?
 Que devo querer?
 Que devo fazer?"

ÉTICA

 Alguns autores afirmam que o Direito é um sub-conjunto da Moral. Esta perspectiva pode
 Alguns autores afirmam que o Direito é um
sub-conjunto da Moral. Esta perspectiva pode
gerar a conclusão de que toda a lei é
moralmente aceitável. Inúmeras situações
demonstram a existência de conflitos entre a
Moral e o Direito. A desobediência civil ocorre
quando argumentos morais impedem que
uma pessoa acate uma determinada lei. Este
é um exemplo de que a Moral e o Direito,
apesar de referirem-se a uma mesma
sociedade, podem ter perspectivas
discordantes.

ÉTICA

 Acho que, acima do interesse público, às vezes, existe uma questão ética; ela se
 Acho
que,
acima
do
interesse
público, às
vezes,
existe
uma
questão ética; ela se sobrepõe ao
ideal,
ao
sonho,
e
a
ela
me
submeto".
Miguel Reale Júnior

COMPORTAMENTO ÉTICO

A linha divisória entre o certo e o errado está muito tênue.

As grandes desculpas:

“todo mundo faz isto.”

“você tem que aproveitar todas as vantagens hoje em dia.”

ÉTICA

É o centro da(s):

CIÊNCIAS

JUSTIÇA

LIBERDADE

FILOSOFIA

MORAL

PENSADORES (moral e ética)

Platão(427-347ac) e Aristóteles(384-322ac)

Santo Agostinho(354-430dc)

São Tomás de Aquino (1224-1274)

Baruch de Spinoza (1632-1677)

Imanuel Kant (1724-1804)

Jeremy Bentham (1747-1832)

Georg W.F.Hegel (1770-1831)

Friedrich Nietzsche (1844-1900)

Jürgen Habermas (1929-)

LEI DE OURO

“Aquilo que não desejas para ti, também

não o faças às outras pessoas” . Confúcio (551-489 ac.);

"Não faças aos outros o que não queres que te façam” . Rabi Hillel (60ac 10 dc.); “Tudo o que vocês desejam que os

outros façam a vocês, faça você também a eles” .

ÉTICA NORMATIVA ou PRESCRITIVA

Descreve a forma como as pessoas devem agir,

analisa os julgamentos de valor e pressuposições que justificam tais ações.

Princípio de Reciprocidade Positiva.

Todo indivíduo deve fazer pelo outro (a favor do

outro) tudo aquilo que ele gostaria que o outro

fizesse por ele (a favor dele).

Princípio de Reciprocidade Negativa.

Nenhum indivíduo deve fazer ao outro aquilo

que ele não gostaria que o outro fizesse a ele.

(Mínimo Ético)

ÉTICA DESCRITIVA

Descreve a forma como as pessoas

agem(plano factual) e explica suas ações em

termos de julgamentos de valor, juízos da realidade ou pressuposições (princípios).

Tipos de Ética segundo o enfoque

Ética Deontológica = ética do dever (deon = dever em grego)

Deontolologia profissional: regras que regem a conduta de um profissional.

Ética Teleológica = ética da finalidade

(teleos = finalidade em grego)

Ética Axiológica = ética do valor

(axios= valor em grego)

EU

Indivíduo

EU Indivíduo ÉTICA NÓS Coletividade OUTROS Sociedade

ÉTICA

EU Indivíduo ÉTICA NÓS Coletividade OUTROS Sociedade

NÓS

Coletividade

OUTROS

Sociedade

EU Indivíduo ÉTICA NÓS Coletividade OUTROS Sociedade

O Campo da Ética

Palavras-chaves: Virtude, Liberdade, Justiça, Moral, Caráter, Responsabilidade.

Reflexão crítica sobre as ações humanas e

seus valores, finalidades, utilidades e deveres. Prática refletida da liberdade.

O objeto da ética é o ato humano, voluntário e livre (escolha). ÂMBITO INDIVIDUAL (subjetividade)

ÂMBITO SOCIAL (coletividade)

Conflitos de atos com liberdade

SENTIMENTOS E PENSAMENTOS

Conflitos de atos com liberdade SENTIMENTOS E PENSAMENTOS INTENÇÕES, INTERESSES ATOS, AÇÕES DIREITOS E DEVERES

INTENÇÕES, INTERESSES

liberdade SENTIMENTOS E PENSAMENTOS INTENÇÕES, INTERESSES ATOS, AÇÕES DIREITOS E DEVERES CONSEQUÊNCIAS, EFEITOS

ATOS, AÇÕES DIREITOS E DEVERES

E PENSAMENTOS INTENÇÕES, INTERESSES ATOS, AÇÕES DIREITOS E DEVERES CONSEQUÊNCIAS, EFEITOS RESPONSABILIDADES

CONSEQUÊNCIAS, EFEITOS

E PENSAMENTOS INTENÇÕES, INTERESSES ATOS, AÇÕES DIREITOS E DEVERES CONSEQUÊNCIAS, EFEITOS RESPONSABILIDADES

RESPONSABILIDADES

CONFLITOS dos atos com liberdade

Nossos sentimentos e pensamentos nos levam a

agir, em função de nossos direitos e deveres.

Muitas vezes teremos conflitos entre os direitos individuais e os coletivos.

Mas as ações resultarão em efeitos e conseqüências que implicarão em

responsabilidades. Surge outro conflito, o de ordem temporal: os

atos e seus efeitos entre curto, médio e longo

prazo.

Você

Já comprou algum CD ou DVD pirata?

Copiou trecho de texto sem citar a fonte?

Denunciaria um amigo por fraude?

Já mentiu para proteger alguém ou se proteger?

Desqualificou ou desmoralizou pessoas por sua conduta

(bêbado, drogado, prostituta)?

Acha justo humilhar publicamente alguém para mostrar exemplo aos outros?

Concorda com a frase: “se eu não fizer, alguém fará no

meu lugar!”

Se protegeu no anonimato para obter vantagem pessoal?

Concorda com “achado não é roubado”?

Já furou uma fila alguma vez?

HISTÓRIA DE VIDA

Experiências única. Segredos íntimos.

Preferências e afinidades. Valores (morais, religiosos, familiares, culturais, políticos e econômicos). Crenças e convicções.

Formas de pensar, sentir, falar e agir. Expectativas, interesses e intenções. Escolhas, entre elas: a profissional.

Profissão= do latim professio, = ato de professar

professionis

Modalidade de trabalho habitual e

especializado de uma pessoa.

Profissionalismo

Procedimento técnico segundo as exigências

de excelência de uma profissão.

INCLINAÇÕES PROFISSIONAIS

Aptidão, capacidade e habilidade

técnico-funcional. Autonomia/independência. Segurança/Estabilidade. Criatividade empreendedora.

Vontade/motivação/dedicação. Gostos, preferências.

Necessidade de desafios. Estilo de Vida.

PROFISSIONALISMO

Habilidades, capacidades, aptidões.

Competência profissional.

Compromisso e comprometimento social.

Conhecimento técnico e científico.

Qualidade, dedicação e eficácia.

Respeitabilidade às leis.

Preservação da segurança.

Avaliação e prevenção de riscos potenciais.

Valorização profissional.

Assumir-se nominalmente pelos seus atos.

ÉTICA

ÉTICA Humanizando PESSOAS as Relações Educação & Consultoria

Humanizando

PESSOAS

as
as

Relações

Educação & Consultoria

ÉTICA

Educação do caráter do sujeito moral para dominar racionalmente impulsos e orientar

a vontade rumo ao bem e à felicidade

individual e coletiva.

Educação & Consultoria

ÉTICA- SUA FINALIDADE É GERAR HARMONIA ENTRE:

O caráter do sujeito virtuoso - INTRA

&

Os valores coletivos

virtuosos-INTER

Educação & Consultoria

RESPONSABILIDADE

SOCIAL

&

ÉTICA

Educação & Consultoria

Refere-se a atitude ética de pessoas e

organizações em todas as

suas

atividades.

Diz respeito

às interações

RESPONSABILIDADE

SOCIAL

DDG - Educação & Consultoria

® É uma questão de

foro íntimo, tem a ver

com a consciência de

cada um.

® Trata-se da

capacidade que um

indivíduo tem de se

sensibilizar com o que

lhe rodeia.

® É a Capacidade de

oferecer alternativas de

melhorias daquilo que

julgar inadequado do

ponto de vista social.

Imaginem a vida como um jogo, no qual,

cada indivíduo faça malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar para

viverem com ÉTICA.

VONTADE

PARTICIPAÇÃO

LIBERDADE

ESCOLHA

AUTONOMIA

Todos somos vítimas do sistema que criamos.

Estamos cada vez mais

perdendo nossa identidade.

O sistema social infiltra-se na caixa de segredos da

personalidade,

escasseando a produção de pensamentos singelos,

tranquilos, serenos e

alegres.

na caixa de segredos da personalidade, escasseando a produção de pensamentos singelos, tranquilos, serenos e alegres.

Construção de

valores,

Competências

e habilidades

durante a

VIDA.

Educação & Consultoria

QUE MOTIVOS NOS FAZEM AGIR?

PRINCÍPIO DO PRAZER

QUE MOTIVOS NOS FAZEM AGIR? PRINCÍPIO DO PRAZER SATISFAÇÃO Educação & Consultoria

SATISFAÇÃO

Educação & Consultoria

ÉTICA & TRABALHO
ÉTICA
&
TRABALHO
É A EXPRESSÃO DO AMOR QUE SE PODE VER
É A EXPRESSÃO DO AMOR
QUE SE PODE VER

ÉTICA E CIDADANIA

CIDADÃO é uma pessoa capaz de criar ou transformar, com outros, a ordem social. É
CIDADÃO é uma pessoa
capaz de criar ou
transformar, com outros,
a ordem social.
É a quem cabe cumprir e
proteger as leis que ele
mesmo ajudou a criar.
Educação & Consultoria

EM TEMPOS DE MUDANÇAS É NECESSÁRIO REALIZAR O POSSÍVEL PARA TOCAR O IMPOSSÍVEL

EM TEMPOS DE MUDANÇAS É NECESSÁRIO REALIZAR O POSSÍVEL PARA TOCAR O IMPOSSÍVEL
7 COMPETÊNCIAS do Homem
7
COMPETÊNCIAS
do Homem
DEFINIÇÃO
DEFINIÇÃO
COMPETÊNCIA :
COMPETÊNCIA :

APTIDÃO DOM CAPACIDADE DE MOBILIZAR CONHECIMENTOS PARA SATISFAZER A UM DETERMINADO FIM.

I

PROVOCAR MUDANÇAS.

FAZER EVOLUIR OS DISPOSITIVOS PARA LIDAR COM A DIVERSIDADE.

II

ORGANIZAR
ORGANIZAR
E
E

DIRIGIR SUA PRÓPRIA HISTÓRIA

O PODER DO

ENTUSIASMO

O PODER DO ENTUSIASMO Há pessoas que ficam esperando a vida melhorar, o sucesso chegar, para

Há pessoas que ficam esperando a vida melhorar, o

sucesso chegar, para depois se

entusiasmarem.

Jamais irão se entusiasmar com coisa alguma.

O entusiasmo é que traz o

sucesso.

III

ADMINISTRAR PRÓPRIA FORMAÇÃO E ENRIQUECIMENTO CONTÍNUO.

CONCEITOS E TECNOLOGIAS

IV

ADMINISTRAR

COM ENTUSIASMO

OS VALORES

NECESSÁRIOS AO BEM ESTAR DE SUA

PROFISSÃO

VALORES: AINDA ACREDITO NELES?
VALORES:
AINDA
ACREDITO
NELES?

Educação & Consultoria

V

VIVENCIAR E SUPERAR CONFLITOS ÉTICOS DA PROFISSÃO
VIVENCIAR E
SUPERAR
CONFLITOS
ÉTICOS DA
PROFISSÃO

VI

COMPROMISSO COM O APRENDIZADO DOS QUE ESTÃO À SUA VOLTA.

Só não erra quem não faz!

VII

APRENDER E ENSINAR

A

CONVIVÊNCIA

VII APRENDER E ENSINAR A CONVIVÊNCIA

PERCEPÇÃO

PERCEPÇÃO Educação & Consultoria

Educação & Consultoria

SOMENTE

CONVIVENDO

COM AS

DIFERENÇAS,

OBTEREMOS

MELHORES

RESULTADOS

INDIVIDUAIS E

COLETIVOS.

SOMENTE CONVIVENDO COM AS DIFERENÇAS, OBTEREMOS MELHORES RESULTADOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS .

NOSSOS DESAFIOS:

   

Aprender a CONHECER.

Aprender a FAZER.

Aprender a CONVIVER.

Aprender a SER.

SER PARA CONVIVER

Educação & Consultoria

NENHUM DE NÓS É TÃO CAPAZ QUANTO TODOS NÓS. Warren Bennis CRENÇAS E VALORES
NENHUM DE NÓS É TÃO
CAPAZ QUANTO TODOS NÓS.
Warren Bennis
CRENÇAS
E
VALORES

Educação & Consultoria

POSICIONAMENTO Educação & Consultoria

POSICIONAMENTO

Educação & Consultoria

Muitas vezes, o povo é egocêntrico,

ilógico e insensato.

Muitas vezes, o povo é egocêntrico, ilógico e insensato. Perdoe-o, assim mesmo. Se você é gentil,
Muitas vezes, o povo é egocêntrico, ilógico e insensato. Perdoe-o, assim mesmo. Se você é gentil,

Perdoe-o, assim mesmo.

Se você é gentil, o povo pode acusá-lo de egoísta e interesseiro.

Seja gentil, assim mesmo.

Se você for um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos

verdadeiros.

terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros. Vença, assim mesmo. Se você é honesto e
terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros. Vença, assim mesmo. Se você é honesto e

Vença, assim mesmo.

Se você é honesto e franco, o povo pode enganá-lo.

Seja honesto e franco, assim mesmo.

O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora

para outra.

construir, alguém pode destruir de uma hora para outra. Construa, assim mesmo. Se você tem paz

Construa, assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz, o povo pode

sentir inveja.

Seja feliz, assim mesmo.

O bem que você faz hoje, o povo pode Esquecê-lo amanhã.

O bem que você faz hoje, o povo pode Esquecê-lo amanhã. Faça o bem, assim mesmo.
O bem que você faz hoje, o povo pode Esquecê-lo amanhã. Faça o bem, assim mesmo.

Faça o bem, assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante.

Dê o melhor de você, assim

mesmo.

VEJA VOCÊ QUE, NO FIM DAS CONTAS, É ENTRE VOCÊ E DEUS. NUNCA FOI ENTRE VOCÊ E O POVO

VEJA VOCÊ QUE, NO FIM DAS CONTAS, É ENTRE VOCÊ E DEUS. NUNCA FOI ENTRE VOCÊ
VEJA VOCÊ QUE, NO FIM DAS CONTAS, É ENTRE VOCÊ E DEUS. NUNCA FOI ENTRE VOCÊ

Madre Teresa de Calcutá

ÉTICA PROFISSIONAL

 Competência técnica,  aprimoramento constante,  respeito às pessoas,  confidencialidade, 
 Competência técnica,
 aprimoramento constante,
 respeito às pessoas,
 confidencialidade,
 privacidade,
 tolerância,
 flexibilidade,

ÉTICA PROFISSIONAL

O que envolve?

fidelidade,

envolvimento,

afetividade,

correção de conduta, boas maneiras,

relações genuínas com as pessoas, responsabilidade,

corresponder à confiança que é depositada

em você

ÉTICA PROFISSIONAL

Muitos autores definem a ética profissional como sendo um conjunto de normas de conduta que

deverão ser postas em prática no exercício de

qualquer profissão.

Seria a ação "reguladora" da ética agindo no desempenho das profissões, fazendo com que

o profissional respeite seu semelhante quando

no exercício da sua profissão.

ÉTICA PROFISSIONAL

Ela atinge todas as profissões e

quando falamos de ética profissional

estamos nos referindo ao caráter

normativo e até jurídico que

regulamenta determinada profissão

a partir de estatutos e códigos

específicos.

Assim temos a ética médica, do advogado, do biólogo, etc. Acontece

que, em geral, as profissões

apresentam a ética firmada em

questões muito relevantes que

ultrapassam o campo profissional

em si.

as profissões apresentam a ética firmada em questões muito relevantes que ultrapassam o campo profissional em

ÉTICA PROFISSIONAL

Questões como o aborto, pena de morte, sequestros, eutanásia, AIDS, por exemplo, são questões morais

que se apresentam como problemas éticos - porque

pedem uma reflexão profunda - e, um profissional, ao

se debruçar sobre elas, não o faz apenas como tal,

mas como um pensador, um "filósofo da ciência", ou

seja, da profissão que exerce.

Desta forma, a reflexão ética entra na moralidade de qualquer atividade profissional humana. Sendo a ética

inerente à vida humana, sua importância é bastante evidenciada na vida profissional, porque cada profissional tem responsabilidades individuais e responsabilidades sociais, pois envolvem pessoas que dela se beneficiam.

ÉTICA PROFISSIONAL

A ética é ainda indispensável ao profissional, porque

na ação humana “o fazer" e "o agir“ estão interligados.

O fazer diz respeito à competência, à eficiência que

todo profissional deve possuir para exercer bem a sua

profissão.

O agir se refere à conduta do profissional, ao conjunto de atitudes que deve assumir no desempenho de sua

profissão. A Ética baseia-se em uma filosofia de

valores compatíveis com a natureza e o fim de todo

ser humano, por isso, "o agir" da pessoa humana está

condicionado a duas premissas consideradas básicas

pela Ética: "o que é" o homem e "para que vive", logo

toda capacitação científica ou técnica precisa estar

em conexão com os princípios essenciais da Ética.

INDIVIDUALISMO E ÉTICA PROFISSIONAL

Parece ser uma tendência do ser humano, como tem sido objeto de referências de muitos

estudiosos, a de defender, em primeiro lugar,

seus interesses próprios e, quando esses

interesses são de natureza pouco recomendável, ocorrem seríssimos problemas.

INDIVIDUALISMO E ÉTICA

PROFISSIONAL

O valor ético do esforço humano é variável em função de seu alcance em face da comunidade. Se o trabalho

executado é só para auferir renda, em geral, tem seu

valor restrito. Por outro lado, nos serviços realizados

com amor, visando ao benefício de terceiros, dentro

de vasto raio de ação, com consciência do bem

comum, passa a existir a expressão social do mesmo.

Aquele que só se preocupa com os lucros, geralmente, tende a ter menor consciência de grupo.

Fascinado pela preocupação monetária, a ele pouco

importa o que ocorre com a sua comunidade e muito

menos com a sociedade.

INDIVIDUALISMO E ÉTICA PROFISSIONAL

Um sábio procurava encontrar um ser integral, em

relação a seu trabalho. Entrou, então, em uma obra e

começou a indagar. Ao primeiro operário perguntou o

que fazia e este respondeu que procurava ganhar

seu salário; ao segundo repetiu a pergunta e obteve

a resposta de que ele preenchia seu tempo;

finalmente, sempre repetindo a pergunta, encontrou

um que lhe disse: "Estou construindo uma catedral

para a minha cidade".

A este último, o sábio teria atribuído a qualidade de ser integral em face do trabalho, como instrumento do

bem comum.

ÉTICA PROFISSIONAL (área tecnológica)

Assumir profissão com responsabilidade a esta

prática específica.

Defender os direitos autorais, direitos de

propriedade e de responsabilidade técnica. Resguardar confidencialidade e privacidade.

Preservar integridade da imagem (sua e do outro).

Praticar a técnica norteando-a por benefícios

(não apenas utilitaristas) ao coletivo. Conciliar, reflexivamente, meios e fins.

Seguir Código de Posturas, ou Condutas ou

Ética profissional.

Ética e Qualidade no Exercício Profissional

O privilégio do domínio do saber Científico e Tecnológico, acumulado durante séculos pela humanidade, acarreta uma

contrapartida de natureza ética:

O compromisso em utilizar esse saber

para atender aos anseios e necessidades da humanidade, que se traduz na busca da melhoria da qualidade de vida para todos.

Ética Profissional

Ética Profissional (Fonte: www.identidadeprofissional.com ARTIGO 86. ° Estatutos da Ordem dos Engenheiros Deveres do

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

ARTIGO 86.° Estatutos da Ordem dos

Engenheiros Deveres do engenheiro para com a

comunidade

1 - É dever fundamental do engenheiro possuir uma boa preparação, de modo a

desempenhar com competência as suas

funções e contribuir para o progresso da

engenharia e da sua melhor aplicação ao

serviço da Humanidade.

2 - O engenheiro deve defender o meio

ambiente e os recursos naturais.

Ética Profissional

3 - O engenheiro deve garantir a

Ética Profissional 3 - O engenheiro deve garantir a segurança do pessoal executante e do público

segurança do pessoal executante e

do público em geral.

4 - O engenheiro deve opor-se à

utilização fraudulenta, ou contrária ao

bem comum, do seu trabalho.

5 - O engenheiro deve procurar as melhores soluções técnicas,

ponderando a economia e a

qualidade da produção ou das obras que projectar, dirigir ou organizar.

Ética Profissional

ARTIGO 87°

Deveres do engenheiro para com a entidade

empregadora e para com o cliente

1 - O engenheiro deve contribuir para a

e para com o cliente 1 - O engenheiro deve contribuir para a (Fonte: www.identidadeprofissional.com realização

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

realização dos objetivos econômico-sociais

das organizações em que se integre,

promovendo o aumento da produtividade, a

melhoria da qualidade dos produtos e das

condições de trabalho com o justo tratamento

das pessoas.

2 - O engenheiro deve prestar os seus serviços com diligência e pontualidade de modo a não prejudicar o cliente nem terceiros nunca

abandonando, sem justificar os trabalhos que

lhe forem confiados ou os cargos que

desempenhar.

Ética Profissional

3 - O engenheiro não deve divulgar nem

utilizar segredos profissionais ou

não deve divulgar nem utilizar segredos profissionais ou informações , em especial as científicas a técnicas

informações, em especial as

científicas a técnicas obtidas

confidencialmente no exercício das

suas funções, salvo se, em

consciência, considerar poderem

estar em sério risco exigências do

bem comum.

4 - O engenheiro só deve pagar-se pelos serviços que tenha

efetivamente prestado e tendo em

atenção o seu justo valor.

Ética Profissional

5 - O engenheiro deve recusar a sua colaboração em trabalhos cujo

deve recusar a sua colaboração em trabalhos cujo (Fonte: www.identidadeprofissional.com pagamento esteja

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

pagamento esteja subordinado à confirmação de uma conclusão

predeterminada. embora esta

circunstância possa influir na

fixação da remuneração.

6 - O engenheiro deve recusar

compensações de mais de um

interessado no seu trabalho quando

possa haver conflitos de interesses

ou não haja o consentimento de

qualquer das partes.

Ética Profissional

ARTIGO 88°Deveres do engenheiro no exercício da profissão

88 ° Deveres do engenheiro no exercício da profissão (Fonte: www.identidadeprofissional.com 1 2 3 4 5

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

1

2

3

4

5

- O engenheiro, na sua atividade associativa

profissional, deve pugnar pelo prestígio da

profissão e impor-se pelo valor da sua colaboração

e por uma conduta irrepreensível, usando sempre

de boa fé, lealdade e isenção, quer atuando individualmente, quer coletivamente.

- O engenheiro deve opor-se a qualquer

concorrência desleal.

- O engenheiro deve usar da maior sobriedade nos anúncios profissionais que fizer ou autorizar.

- O engenheiro não deve aceitar trabalhos ou

exercer funções que ultrapassem a sua

competência ou exijam mais tempo do que aquele de que disponha.

- O engenheiro só deve assinar pareceres, projetos

ou outros trabalhos profissionais de que seja autor

ou colaborador.

Ética Profissional

ARTIGO 88°Deveres do engenheiro no

Ética Profissional ARTIGO 88 ° Deveres do engenheiro no (Fonte: www.identidadeprofissional.com exercício da profissão

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

exercício da profissão

6 - O engenheiro deve emitir os seus pareceres profissionais com objetividade e isenção.

7 - O engenheiro deve, no exercício de funções

públicas, na empresa e nos trabalhos ou

serviços em que desempenhar a sua

actividade, atuar com a maior correcção, de

forma a obtr-se a discriminações ou

desconsiderações.

8 - O engenheiro deve recusar a sua colaboração em trabalhos sobre os quais

tenha de se pronunciar no exercício de

diferentes funções ou que impliquem

situações ambíguas.

Ética Profissional

ARTIGO 89°Dos deveres recíprocos dos

engenheiros

1 - O engenheiro deve avaliar com objetividade

engenheiros 1 - O engenheiro deve avaliar com objetividade (Fonte: www.identidadeprofissional.com o trabalho dos seus

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

o trabalho dos seus colaboradores,

contribuindo para a sua valorização e

promoção profissionais. 2 - O engenheiro apenas deve reivindicar o

direito de autor quando a originalidade e a importância relativas da sua contribuição o

justifiquem, exercendo esse direito com

respeito pela propriedade intelectual de

outrem e com as limitações impostas pelo

bem comum.

3 - O engenheiro deve prestar aos colegas,

desde que solicitada, toda a colaboração

possível.

Ética Profissional

ARTIGO 89° Dos deveres recíprocos dos

engenheiros

4 - O engenheiro não deve prejudicar a

reputação profissional ou as atividades

deve prejudicar a reputação profissional ou as atividades (Fonte: www.identidadeprofissional.com profissionais de

(Fonte: www.identidadeprofissional.com

profissionais de colegas, nem deixar que

sejam menosprezados os seus trabalhos,

devendo quando necessário, apreciá-los

com elevação a sempre com salvaguarda da

dignidade da classe.

5 - O engenheiro deve recusar substituir outro

engenheiro, só o fazendo quando as razões

dessa substituição forem corretas e dando

ao colega a necessária satisfação.

Ética Profissional Atribuições Profissionais Responsabilidades dos Engenheiros

Atribuições Profissionais

Atribuições Profissionais  As atribuições definem que tipo de atividades uma determinada categoria profissional

As atribuições definem que tipo de

atividades uma determinada categoria

profissional pode desenvolver.

Toda atribuição é dada a partir da formação técnico-científica.

As atribuições estão previstas de forma

genérica nas leis e, de forma específica,

nas resoluções do Conselho Federal.

Atribuições Profissionais
Atribuições Profissionais

O CONFEA, ao propor resoluções, toma por base os currículos e programas

fornecidos pelas instituições de ensino de

engenharia, agronomia e demais

profissões da área tecnológica, sendo que

as disciplinas de características

profissionalizantes é que determinam as

atribuições profissionais.

Responsabilidades dos Engenheiros

Responsabilidades dos Engenheiros 1 - ÉTICA   2 - OBJETIVA 3 - TRABALHISTA 4 -
Responsabilidades dos Engenheiros 1 - ÉTICA   2 - OBJETIVA 3 - TRABALHISTA 4 -

1

- ÉTICA

 

2

- OBJETIVA

3

- TRABALHISTA

4

- ADMINISTRATIVA

5

- PENAL OU CRIMINAL

6

- CIVIL

7

- TÉCNICA

1 ÉTICA

Resulta de faltas éticas, o que contrariam a

conduta

profissional.

moral

na

execução

da atividade

Em nível do CONFEA/CREAs, essas faltas estão

previstas na legislação e no Código de Ética Profissional, estabelecido na Resolução nº

Uma infração à ética coloca o profissional sob julgamento, sujeitando-o a penalidades.

Recomenda-se a todo profissional da área

tecnológica a observância rigorosa às determinações do Código de Ética.

2 OBJETIVA (Responsabilidade)

Estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor - Artigos 12º e 14º.

Resultante das relações de consumo, envolvendo o fornecedor de produtos e de

serviços (pessoa física e jurídica) e o consumidor, assegura direitos

consagrados pela Lei nº 8.078 , que dispõe sobre a Proteção ao Consumidor.

CDC

A responsabilidade profissional está, mais do que nunca, estabelecida através do

Código de Defesa e Proteção ao

Consumidor, pois coloca em questão a

efetiva participação preventiva e consciente dos profissionais.

CDC

Portanto, é fundamental que o profissional esteja

atento à obrigatoriedade de observância às Normas

Técnicas e à execução de orçamento prévio de

projeto completo, com especificação correta de

qualidade, garantia contratual (contrato escrito) e

legal (ART).

Uma infração ao Código de Defesa e Proteção ao

Consumidor coloca o profissional (pessoa física e

jurídica) em julgamento, com possibilidade de rito sumaríssimo, inversão do ônus da prova e com

assistência jurídica gratuita ao consumidor,

provocando, assim, a obrigação de sua obediência.

3 - TRABALHISTA

Resulta das relações com os empregados e

trabalhadores que compreendem: direito ao trabalho,

remuneração, férias, descanso semanal e

indenizações, inclusive, aquelas resultantes de

acidentes que prejudicam a integridade física do trabalhador.

O profissional só assume esse tipo de

responsabilidade quando contratar empregados,

pessoalmente ou através de seu representante ou

representante de sua empresa.

Nas obras de serviços contratados por administração o

profissional estará isento desta responsabilidade, desde que

o proprietário assuma o encargo da contratação dos

operários, o que é raro na prática.

4 - ADMINISTRATIVA

4 - ADMINISTRATIVA  Resulta das restrições impostas pelos órgãos públicos, através do Código de Obras,

Resulta das restrições impostas pelos órgãos públicos, através do Código de Obras, Código de

Água e Esgoto, Código Florestal, Normas

Técnicas (NBRs e NRs), Resoluções,

Regulamento Profissional, Plano Diretor e outros.

Essas normas legais impõem condições e criam

responsabilidades ao profissional, cabendo a

ele, portanto, o cumprimento das leis

específicas à sua atividade, sob pena inclusive, de suspensão do exercício profissional.

5 - PENAL OU CRIMINAL

5 - PENAL OU CRIMINAL  Decorre de fatos considerados crimes. Neste campo merecem destaque: alguns

Decorre de fatos considerados crimes. Neste

campo merecem destaque: alguns exemplos:

a - desabamento - queda de construção em virtude de

fator

humano;

b

- desmoronamento - resulta da natureza;

c

- incêndio - quando provocado por sobrecarga

elétrica;

d - intoxicação ou morte por agrotóxico - pelo uso

indiscriminado de herbicidas e inseticidas na lavoura

sem a devida orientação e equipamento;

e - intoxicação ou morte por produtos

industrializados - quando mal manipulados na

produção ou quando não conste indicação da

periculosidade;

f - contaminação - quando provocada por vazamentos

de elementos radioativos e outros.

6 - PENAL OU CRIMINAL

6 - PENAL OU CRIMINAL  Todas essas ocorrências são incrimináveis, havendo ou não lesão corporal

Todas essas ocorrências são incrimináveis, havendo ou não lesão corporal ou dano

material, desde que se caracterize perigo à

vida ou à propriedade.

Por isso, cabe ao profissional, no exercício

de sua atividade, prever todas as situações que possam ocorrer a curto, médio e

longo prazos, para que fique isento de

qualquer ação penal.

7 - CIVIL

7 - CIVIL  Decorre da obrigação de reparar e/ou indenizar por eventuais danos causados. 

Decorre da obrigação de reparar e/ou indenizar por eventuais danos causados.

O profissional que, no exercício de sua

atividade, lesa alguém tem a obrigação legal

de cobrir os prejuízos.

7 - CIVIL

7 - CIVIL A responsabilidade civil divide-se em: 1 - Responsabilidade contratual; 2 - Responsabilidade pela

A responsabilidade civil divide-se em:

1 - Responsabilidade contratual;

2 - Responsabilidade pela solidez e segurança da construção, por ex.;

3 - Responsabilidade pelos materiais;

4 - Responsabilidade por danos a terceiros;

Responsabilidade contratual Ex. para a construção civil

Decorre do contrato firmado entre as partes para a execução de um

determinado trabalho, sendo fixados os

direitos e obrigações de cada uma.

Responsabilidade pela solidez e segurança

Ex. pelo Código Civil Brasileiro, o profissional responde pela solidez e segurança da obra

durante cinco anos; é importante pois, que a data

do término da obra seja documentada de forma

oficial. Se, entretanto, a obra apresentar problemas de

solidez e segurança e, através de perícias, ficar

constatado erro do profissional, este será

responsabilizado, independente do prazo transcorrido, conforme jurisprudência existente.

Responsabilidade pelos materiais

A escolha dos materiais a serem empregados na

obra ou serviço é da competência exclusiva do profissional.

Logo, por medida de precaução, tornou-se habitual

fazer a especificação desses materiais através do

"Memorial Descritivo", determinando tipo, marca e

outras peculiaridades, dentro dos critérios exigíveis

de segurança.

Quando o material não estiver de acordo, com a especificação, ou dentro dos critérios de segurança,

o profissional deve rejeitá-lo, sob pena de responder

por qualquer dano futuro, serve para qualquer

situação.

Responsabilidade por danos a terceiros

É muito comum na construção civil a constatação de danos a

vizinhos, em virtude da vibração de estaqueamentos,

fundações, quedas de materiais e outros.

Os danos resultantes desses incidentes devem ser reparados,

pois cabe ao profissional tomar todas as providências

necessárias para que seja preservada a segurança, a saúde e

o sossego de terceiros.

Cumpre destacar que os prejuízos causados são de responsabilidade do profissional e do proprietário,

solidariamente, podendo o lesado acionar tanto um como o

outro.

A responsabilidade estende-se, também, solidariamente, ao

sub-empreiteiro, naquilo em que for autor ou co-autor da

lesão.

8 - TÉCNICA

Os profissionais que executam atividades específicas

dentro das várias modalidades das categorias da

área tecnológica devem assumir a responsabilidade

técnica por todo trabalho que realizam.

Apenas como exemplos:

- Um arquiteto que elabora o projeto de uma casa

será o responsável técnico pelo projeto; - O engenheiro civil que executa a construção desta

mesma casa será o responsável técnico pela

construção;

- Um engenheiro Mecânico que projeta determinado

equipamento será o responsável técnico pelo projeto desse produto.

8 - TÉCNICA

8 - TÉCNICA  A contratação de profissionais liberais pode ser concretizada “verbalmente” ou através de

A contratação de profissionais liberais pode

ser concretizada “verbalmente” ou através de documentos. O vínculo com pessoa jurídica,

entretanto, pode ser empregatício, de acordo com a legislação trabalhista em vigor ou por

contrato particular de prestação de serviços,

registrado em cartório.

O QUE É POLÍTICA?

A PALAVRA POLÍTICA TEM DOIS SENTIDOS

MUITO UTILIZADOS: DOUTRINA E DISCUSSÃO

DE IDÉIAS.

Ex. 1: A política (doutrina) da nossa empresa é

de profundo respeito pelo meio ambiente.

Ex.2:Deve haver um embate político (discussão

de ideias) antes de qualquer decisão importante.

NOSSO OBJETIVO É FALAR SOBRE A POLÍTICA

COMO DISCUSSÃO DE IDÉIAS OU IDEOLOGIAS.

A PALAVRA “POLÍTICA” VEM DO GREGO POLIS. POLIS ERA O NOME DADO ÀS CIDADES GREGAS.

QUEM VIVIA NAS POLIS PRECISAVA ENCONTRAR

MANEIRAS DE RESOLVER OS PROBLEMAS

DAQUELE GRUPO SOCIAL, PORTANTO,

PRECISAVA DISCUTIR SOBRE A POLIS, LOGO, PRATICAVA UMA DISCUSSÃO POLÍTICA.

RESUMIDAMENTE PODEMOS DEFINIR POLÍTICA

COMO A “ARTE E CIÊNCIA DO GOVERNO”.

ARTE PORQUE EXIGE MUITA INVENÇÃO,

CRIATIVIDADE E SENSIBILIDADE PARA PERCEBER

AS NECESSIDADADES DAS PESSOAS.

CIÊNCIA PORQUE COM O AUXÍLIO DAS CIÊNCIAS QUE

ESTUDAM O COMPORTAMENTO HUMANO (ÉTICA,

FILOSOFIA, SOCIOLOGIA ETC) É POSSÍVEL ESTABELECER

REGRAS QUE DEVEM SER LEVADAS EM CONTA NAS

DISCUSSÕES POLÍTICAS.

QUAL A IMPORTÂNCIA DA POLÍTICA?

ARISTÓTELES: “O HOMEM É UM ANIMAL

POLÍTICO”.

O HOMEM É UM ANIMAL POLÍTICO PORQUE NÃO É NORMAL QUE VIVA SÓ, MAS EM GRUPOS.

NOS GRUPOS, NATURALMENTE, NASCEM IDÉIAS

DIFERENTES SOBRE CADA COISA.

AS IDÉIAS DIFERENTES NÃO PODEM SER APLICADAS

TODAS AO MESMO TEMPO, NEM SERIA JUSTO QUE FOSSEM

DESCARTADAS SEM QUE HOUVESSE UMA DISCUSSÃO A

RESPEITO.

APENAS COM A DISCUSSÃO

POLÍTICA CHEGA-SE A UM CONSENSO QUE LEVE EM CONTA TODAS AS IDÉIAS

SURGIDAS.

APENAS COM A DISCUSSÃO POLÍTICA CHEGA-SE A UM CONSENSO QUE LEVE EM CONTA TODAS AS IDÉIAS

A importância da política é criar um ambiente

pacífico favorável à participação de todos os grupos

sociais presentes em uma sociedade, para que

todas as ideologias e necessidades possam ser levadas em conta no momento das decisões.

A política e a participação política são fundamentais para que o povo participe do governo e, portanto,

exista a democracia.

SE NÃO HOUVESSE UM

AMBIENTE PACÍFICO DE DISCUSSÃO DAS IDÉIAS E OS

GRUPOS QUE AS REPRESENTAM

SIMPLESMENTE NÃO FOSSEM

LEVADOS EM CONTA, ESSES GRUPOS TENDERIAM A SE FAZER

OUVIR PELA FORÇA E NÃO PELA

DISCUSSÃO POLÍTICA.

O QUE É PARTICIPAÇÃO POLÍTICA?

Participar politicamente é de alguma forma tomar

parte do processo de tomada de decisões, das

discussões, ser levado em conta, ter escolha e

utilizar esse poder de escolha.

COMO PARTICIPAR POLITICAMENTE?

Ter informação: é impossível discutir sobre o que não se conhece.

Ter interesse: considerar-se agente de produção

da sociedade em que vive, de si mesmo e das

relações entre os homens. Não ser acomodado e apenas esperar sempre que outros produzam

tudo que se aplica à sociedade.

Ter senso de justiça social: a participação

política deve sempre visar o bem coletivo e não

interesses individuais.

QUAL A CONSEQUÊNCIA DE NÃO PARTICIPAR POLITICAMENTE?

PLATÃO: O castigo dos bons que não fazem

política é serem governados pelos maus.”

Não participar é permitir ser utilizado para atender

interesses espúrios.

Não participar é se anular, é deixar de considerar

as próprias necessidades.

Segundo: Bertolt Brecht

O pior analfabeto é o analfabeto político.

Ele não ouve, não fala, não participa

dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida, o preço

do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel,

do sapato e do remédio depende das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro, que se

orgulha e estufa o peito, dizendo que odeia

a política.

Não sabe o imbecil que de sua ignorância nasce a prostituta, o menor abandonado, o

assaltante e o pior de todos os bandidos,

que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o explorador das empresas

nacionais e multinacionais.

Bertolt Brecht

Organizações Profissionais

Associações - entidades de direito privado, constituídas através de estatuto, tendo como

objetivo a integração, promoção e valorização

profissional.

Sindicatos - entidades de direito público, constituídas por regimento elaborado pelos

componentes e registrada no MTb, sendo o objetivo a defesa da classe.

Conselhos - representam os Estados constituídos

por Leis, sendo o objetivo, fiscalizar o exercício profissional.

Organizações Profissionais

Sistema Profissional

As Escolas formam As Associações integram Os Sindicatos defendem

Os Conselhos registram e fiscalizam

DECRETO 23.569/1933

Cria os Conselhos Federal e Regional de

Engenharia e Arquitetura.

Os conselhos são órgãos de serviço público,

criados para regulamentar e fiscalizar o exercício

profissional;

Dedicam-se a assegurar as prerrogativas

profissionais de engenheiros, arquitetos,

agrônomos, geólogos, geógrafos, meteorologistas, tecnólogos e técnicos .

INSTRUMENTOS LEGAIS APLICÁVEIS

LEIS Congresso Nacional DECRETOS-LEIS - Executivo RESOLUÇÕES Confea

DECISÕES NORMATIVAS Confea DECISÕES PLENÁRIAS - Confea DELIBERAÇÕES NORMATIVAS - Câmaras

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL  ART 5°- Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,

ART 5°-Todos são iguais perante a lei, sem

distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos

brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a

inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à

igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

inciso XIII é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações

profissionais que a lei estabelecer.

LEI 5.194 (24dez66)

Regula o exercício das profissões de Engenheiro e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências

Art 1° As profissões de engenheiro, arquiteto e

engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações

de interesse social e humano que importem na realização

dos seguintes empreendimentos:

aproveitamento e utilização de recursos

naturais; meios de locomoção e comunicações;

edificações, serviços e equipamentos urbanos,

rurais e regionais, nos seus aspectos técnicos e

artísticos;

Instalações e meios de acesso a costas, cursos,

e massa de água e extensões terrestres;

Desenvolvimento industrial e agropecuário

LEI 5.194 cont

LEI – 5.194 cont  Art 3 ° – São reservadas exclusivamente aos profissionais referidos nesta

Art 3° – São reservadas exclusivamente aos

profissionais referidos nesta Lei as

denominações de engenheiro ou engenheiro-

agrônomo, acrescidas, obrigatoriamente, das

características de sua formação básica.

Parágrafo único As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de

designações outras referentes a cursos de

especialização, aperfeiçoamento e pós-

graduação.

LEI 5.194 cont.

LEI – 5.194 cont.  As profissões de engenheiro e engenheiro- agrônomo são caracterizadas pelas realizações

As profissões de engenheiro e engenheiro-

agrônomo são caracterizadas pelas realizações

de interesse social e humano que importem na

realização dos seguintes empreendimentos:

a)

aproveitamento e utilização de recursos naturais;

b)

meios de locomoção e comunicações;

c)

edificações,

serviços

e

equipamentos

urbanos,

rurais e regionais, nos seus aspectos técnicos e

artísticos;

d)

instalações e meios de acesso a costas, cursos e

massas de água e extensões terrestres;

e) desenvolvimento industrial e agropecuário.

LEI 5.194 cont.

LEI – 5.194 cont.  Condições de capacidade e demais exigências legais: a) Registro do diploma

Condições de capacidade e demais

exigências legais:

a) Registro do diploma de faculdade ou escola superior

de engenharia ou agronomia, oficiais ou

reconhecidas, existentes no País;

b) Registro no País, de diploma de faculdade ou

escola estrangeira de ensino superior de engenharia

ou agronomia, bem como os que tenham esse

exercício amparado por convênios internacionais de

intercâmbio;

c) aos estrangeiros contratados que, a critério dos

Conselhos Federal e Regionais de Engenharia e

Agronomia, considerados a escassez de

profissionais de determinada especialidade e o

interesse nacional, tenham seus títulos registrados

temporariamente.

Do uso do Título Profissional

Denominação: Engenheiro ou Engenheiro-agrônomo

exclusivamente aos profissionais referidos nesta Lei,

acrescidas obrigatoriamente, das características de

sua formação básica. (ex. Eng. Civil, Mecânico

Agrônomo )

pessoas jurídicas compostas exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos.

em firma comercial ou industrial somente se a

diretoria for composta, em sua maioria, de profissionais registrados nos Conselhos Regionais.

Do exercício ilegal da profissão

a) Aquele que realizar atos ou prestar serviços público

ou privado reservados aos profissionais de que

trata esta lei e que não possua registro nos Conselhos

Regionais;

b) o profissional que se incumbir de atividades

estranhas às atribuições discriminadas em seu

registro;

c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de

obras e serviços sem sua real participação nos

trabalhos delas;

d) o profissional que, suspenso de seu exercício,

continue em atividade;

e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de

pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos

profissionais da engenharia e da agronomia, com infringência

do disposto no parágrafo único do art. 8º desta lei.

Competência exclusiva de pessoas físicas legalmente habilitadas

a) desempenho de cargos, funções e comissões em

entidades estatais, paraestatais, autárquicas, de

economia mista e privada;

b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões,

zonas, cidades, obras, estruturas, transportes,

explorações de recursos naturais e desenvolvimento

da produção industrial e agropecuária;

c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;

d) ensino, pesquisas, experimentação e ensaios;

e) fiscalização de obras e serviços técnicos;

f) direção de obras e serviços técnicos;

g) execução de obras e serviços técnicos;

h) produção técnica especializada, industrial ou

agro-pecuária.

OBS.: as atividades acima poderão ser exercidas, indistintamente, por profissionais ou por pessoas

jurídicas.

As pessoas jurídicas e organizações estatais só poderão exercer as atividades discriminadas no

slide anterior, com exceção das contidas na alínea "

a ", com a participação efetiva e autoria declarada de profissional legalmente habilitado e registrado

pelo Conselho Regional, assegurados os direitos

que esta lei Ihe confere.

LEI 5.194 cont.

LEI – 5.194 cont.  As faculdades de engenharia e agronomia indicarão, ao CONFEA, em função

As faculdades de engenharia e agronomia indicarão, ao CONFEA, em função dos

títulos apreciados através da formação profissional, em termos genéricos, as

características dos profissionais por ela diplomados.

VALIDADE DOS PROJETOS

Somente os projetos assinados por profissionais competentes, bem como com a menção

explícita do título do profissional que os

subscrever e do número da carteira CREA terão

validade jurídica e poderão ser apreciados pelas autoridades competentes

Aqueles que não tiveram tais requisitos serão tidos como nulos de pleno direito.

PLACA

Enquanto durar a execução de obras, instalações e serviços de qualquer

natureza, é obrigatória a colocação e

manutenção de placas visíveis e legíveis

ao público, contendo o nome do autor e co-autores do projeto, em todos os seus

aspectos técnicos e artísticos, assim como

os dos responsáveis pela execução dos

trabalhos.

AUTORIA DO PROJETO

Os direitos de autoria de um plano ou projeto de engenharia,

ou agronomia, respeitadas as relações contratuais expressas

entre o autor e outros interessados, são do profissional que

os elaborar.

Cabem ao profissional que os tenha elaborado os prêmios ou

distinções honoríficas concedidas a projetos, planos, obras

ou serviços técnicos.

As alterações do projeto ou plano original só poderão ser feitas pelo profissional que o tenha elaborado.

EXCEÇÃO: Estando impedido ou recusando-se o autor do

projeto ou plano original a prestar sua colaboração

profissional, comprovada a solicitação, as alterações ou

modificações deles poderão ser feitas por outro profissional

habilitado, a quem caberá a responsabilidade pelo projeto ou

plano modificado.

CO-AUTORES DO PROJETO

Quando a concepção geral que caracteriza um

plano ou, projeto for elaborado em conjunto por

profissionais legalmente habilitados, todos serão

considerados co-autores do projeto, com os direitos

e deveres correspondentes.

Colaborações numa parte do projeto Menção explicita como autores da parte que lhes tiver sido

confiada e por eles assinados.

A responsabilidade técnica pela ampliação,

prosseguimento ou conclusão de qualquer

empreendimento de engenharia, arquitetura ou

agronomia caberá ao profissional ou entidade

registrada que aceitar esse encargo, sendo-lhe,

também, atribuída a responsabilidade das obras.

Do registro dos profissionais

Os profissionais habilitados só poderão exercer a

profissão após o registro no Conselho Regional, sob

cuja jurisdição se achar o local de sua atividade.

será fornecida carteira profissional, conforme modelo, adotado pelo Conselho Federal, contendo o número do

registro, a natureza do título, especializações e todos os

elementos necessários à sua identificação.

- A expedição da carteira está sujeita à taxa que for

arbitrada pelo Conselho Federal.

- A carteira profissional substitui o diploma, valerá como

documento de identidade e tem fé pública.

- Para emissão da carteira profissional os Conselhos

Regionais deverão exigir do interessado a prova de

habilitação profissional e de identidade, bem como

outros elementos julgados convenientes, de acordo com

instruções baixadas pelo Conselho Federal.

VISTO DE OUTRA JURISDIÇÃO

Se o profissional, firma ou organização, registrado em qualquer Conselho Regional, exercer atividade em outra Região, ficará obrigado a visar, nela, o seu registro.

Anuidades, emolumentos e taxas

Obrigatoriedade de pagamento de uma anuidade

ao Conselho Regional, a cuja jurisdição

pertencerem. Deve ser paga até 31 de março de cada ano. A título

de mora, multa de 10%

O pagamento da anuidade inicial será feito por

ocasião do registro.

Será automaticamente cancelado o registro do profissional ou da pessoa jurídica que deixar de

efetuar o pagamento da anuidade, a que estiver

sujeito, durante 2 (dois) anos consecutivos sem prejuízo da obrigatoriedade do pagamento da dívida.

Aquele que não pagar a devida anuidade estará

exercendo ilegalmente a profissão, podendo reabilitar-

se mediante novo registro,

Satisfeitas, além das anuidades em débito, as multas

que lhe tenham sido impostas e os demais emolumentos e taxas regulamentares.

As autoridades administrativas e judiciárias, as

repartições estatais, paraestatais, autárquicas ou

de economia mista não receberão estudos,

projetos, laudos, perícias, arbitramentos e

quaisquer outros trabalhos, sem que os autores,

profissionais ou pessoas jurídicas; façam prova de

estar em dia com o pagamento da respectiva

anuidade.

Das penalidades

Art. 71- As penalidades aplicáveis por infração

da presente lei são as seguintes, de acordo

com a gravidade da falta:

a)

advertência reservada;

b)

censura pública;

c)

multa;

d)

suspensão temporária do exercício

profissional;

e)

cancelamento definitivo do registro.

As penalidades para cada grupo profissional serão impostas pelas respectivas Câmaras

Especializadas ou, na falta destas, pelos

Conselhos Regionais.

Advertência reservada e de censura pública

São aplicáveis aos profissionais que deixarem de cumprir disposições do

Código de Ética, tendo em vista a

gravidade da falta e os casos de reincidência, a critério das respectivas Câmaras Especializas

Multas

As multas são estabelecidas em função do maior

salário-mínimo vigente no País

a)

três décimos do salárío-mímino, aos infratores dos artigos 17 e 58;

b)

de três a seis décimos do salário-mínimo às pessoas físicas

que exercerem atividade para a qual não está habilitado ou

sem o visto, ou que não tiver pago a anuidade.

c) Se for pessoa jurídica, multas de meio a um salário-mínimo nas hipóteses acima;

d) multa de meio a um salário-mínimo às pessoa físicas por

exercício ilegal da profissão;

e) multas de meio a três salários-mínimos às pessoas jurídicas

que exercerem ilegalmente a profissão.

- As multas referidas neste artigo serão aplicadas em dobro nos casos de reincidência.

Suspensão temporária do exercício profissional

Em caso de reincidência das infrações

previstas no slide anterior, alíneas "c", "d"

e " e" , será imposta, a critério das

Câmaras Especializadas, por prazos

variáveis de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos e, pelos Conselhos Regionais em

pleno, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

Cancelamento do registro

Será efetuado por má conduta

pública e escândalos praticados pelo profissional ou sua condenação

definitiva por crime considerado infamante.

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Discrimina atividades das diferentes

modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício

profissional correspondente às diferentes

modalidades da Engenharia, Arquitetura e

Agronomia em nível superior e em nível médio,

ficam designadas as seguintes atividades:

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Atividade 01 - Supervisão, coordenação e

orientação técnica;

Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação;

Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-

econômica;

Atividade 04 - Assistência, assessoria e consultoria;

Atividade 05 - Direção de obra e serviço técnico;

Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação,

arbitramento, laudo e parecer técnico;

Atividade 07 - Desempenho de cargo e função

técnica;

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica;

extensão;

Atividade 09 - Elaboração de orçamento;

Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle

de qualidade; Atividade 11 - Execução de obra e serviço técnico;

Atividade 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico;

Atividade 13 - Produção técnica e

especializada;

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Atividade 14 - Condução de trabalho técnico;

Atividade 15 - Condução de equipe de

instalação, montagem, operação, reparo ou

manutenção;

Atividade 16 - Execução de instalação,

montagem e reparo;

Atividade 17 - Operação e manutenção de

equipamento e instalação;

Atividade 18 - Execução de desenho técnico.

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Art. 5º - Compete ao ENGENHEIRO AGRÔNOMO:

I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta

Resolução, referentes a engenharia rural; construções para

fins rurais e suas instalações complementares; irrigação e

drenagem para fins agrícolas; fitotecnia e zootecnia;

melhoramento animal e vegetal; recursos naturais renováveis;

ecologia, agrometeorologia; defesa sanitária; química

agrícola; alimentos; tecnologia de transformação (açúcar,

amidos, óleos, laticínios, vinhos e destilados); beneficiamento

e conservação dos produtos animais e vegetais; zimotecnia;

agropecuária; edafologia; fertilizantes e corretivos; processo

de cultura e de utilização de solo; microbiologia agrícola;

biometria; parques e jardins; mecanização na agricultura;

implementos agrícolas; nutrição animal; agrostologia;

bromatologia e rações; economia rural e crédito rural;

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Art. 7º - Compete ao engenheiro civil ou ao engenheiro de fortificação e construção:

I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a edificações, estradas,

pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de

transportes, de abastecimento de água e de

saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus

serviços afins e correlatos.

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Art. 9º - Compete ao engenheiro eletrônico ou ao engenheiro eletricista, modalidade

eletrônica:

I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo

1º desta Resolução, referentes a materiais elétricos

e eletrônicos; equipamentos eletrônicos em geral;

sistemas de comunicação e telecomunicações;

sistemas de medição e controle elétrico e eletrônico;

seus serviços afins e correlatos.

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO

DE 1973

Art. 12 - Compete ao engenheiro mecânico

ou ao engenheiro mecânico e de automóveis ou ao engenheiro mecânico e de armamento

ou ao engenheiro de automóveis ou ao

engenheiro industrial modalidade mecânica:

I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a processos mecânicos,

máquinas em geral; instalações industriais e

mecânicas; equipamentos mecânicos e eletro-

mecânicos; veículos automotores; sistemas de

produção de transmissão e de utilização do calor; sistemas de refrigeração e de ar condicionado; seus

serviços afins e correlatos.

RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973

Art. 19 - Compete ao engenheiro de

alimentos:

I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes à

indústria de alimentos; acondicionamento,

preservação, distribuição, transporte e abastecimento de produtos alimentares; seus

serviços afins e correlatos.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005.

Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional.

Confea-Resolução nº 1.051, de 23 de dezembro de 2013.

Suspende a aplicabilidade da Resolução nº 1.010,

de 2005.

Art. 1º Suspender a aplicabilidade da Resolução nº 1.010, de 2005, publicada no Diário Oficial da União DOU, de 30

de agosto de 2005 Seção 1, pág. 191 e 192, aos profissionais diplomados que solicitarem seu registro

profissional junto ao Crea a partir de 01 de janeiro de 2014

até 31 de dezembro de 2014.

Parágrafo único. Os profissionais enquadrados neste artigo receberão as atribuições profissionais constantes da

resolução específica ou instrumento normativo anterior à

vigência da Resolução nº 1.010, de 2005.

Art. 2º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005.

Art. 1º Estabelecer normas, estruturadas

dentro de uma concepção matricial, para a

atribuição de títulos profissionais,

atividades e competências no âmbito da

atuação profissional, para efeito de

fiscalização do exercício das profissões

inseridas no Sistema Confea/Crea.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005.

Art.1°

Parágrafo único. As profissões inseridas no Sistema Confea/Crea são as de engenheiro, de arquiteto e urbanista, de engenheiro agrônomo, de geólogo, de geógrafo, de meteorologista, de tecnólogo e de técnico.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005.

Art. 3º Para efeito da regulamentação da atribuição de

títulos, atividades e competências para os diplomados no âmbito das profissões inseridas no Sistema

Confea/Crea, consideram-se nesta Resolução os

seguintes níveis de formação profissional, quando

couber:

I - técnico;

II graduação superior tecnológica;

III graduação superior plena;

IV - pós-graduação no senso lato (especialização); e V - pós-graduação no senso estrito (mestrado ou

doutorado).

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005

Capítulo II- das atribuições para o desempenho de atividades no âmbito das competências profissionais.

Art. 5º Para efeito de fiscalização do exercício

profissional dos diplomados no âmbito das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, em todos os seus

respectivos níveis de formação, ficam designadas as

seguintes atividades, que poderão ser atribuídas de forma integral ou parcial, em seu conjunto ou

separadamente, observadas as disposições gerais e

limitações estabelecidas nos arts. 7º, 8°, 9°, 10 e 11 e

seus parágrafos, desta Resolução:

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005.

Art. 7º A atribuição inicial de títulos profissionais, atividades e competências para os diplomados nos respectivos níveis de formação, será efetuada mediante registro e expedição de carteira de identidade profissional no Crea, e a respectiva

anotação no Sistema de Informações Confea/Crea - SIC.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005.

Art. 8° O Crea, atendendo ao que estabelecem os arts. 10 e 11 da Lei nº 5.194, de 1966, deverá

anotar as características da formação do

profissional, com a correspondente atribuição

inicial de título, atividades e competências para o exercício profissional, levando em consideração as

disposições dos artigos anteriores e do Anexo II

desta Resolução.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005.

§ 1º O registro dos profissionais no Crea e a respectiva atribuição inicial de título profissional,

atividades e competências serão procedidos de

acordo com critérios a serem estabelecidos pelo

Confea para a padronização dos procedimentos, e

dependerão de análise e decisão favorável da(s)

câmara(s) especializada(s) do Crea,

correlacionada(s) com o respectivo âmbito do(s)

campos(s) de atuação profissional.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005.

§ 2º A atribuição inicial de título profissional, atividades e competências decorrerá,

rigorosamente, da análise do perfil profissional

do diplomado, de seu currículo integralizado e

do projeto pedagógico do curso regular, em consonância com as respectivas diretrizes

curriculares nacionais.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005.

Da Extensão da Atribuição Inicial

Art. 9º A extensão da atribuição inicial fica restrita

ao âmbito da mesma categoria profissional.

Art. 10. A extensão da atribuição inicial de título

profissional, atividades e competências na categoria profissional Engenharia, em qualquer dos

respectivos níveis de formação profissional será

concedida pelo Crea em que o profissional

requereu a extensão.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005.

Da Sistematização dos Campos de Atuação Profissional

Art. 11. Para a atribuição de títulos profissionais, atividades e competências será observada a

sistematização dos campos de atuação profissional

e dos níveis de formação profissional mencionados

no art. 3º desta Resolução, e consideradas as

especificidades de cada campo de atuação

profissional e nível de formação das várias

profissões integrantes do Sistema Confea/Crea, apresentadas no Anexo II.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005

Art. 13. Ao aluno matriculado em curso comprovadamente regular, anteriormente à entrada em vigor desta Resolução,é permitida a opção pelo registro em conformidade com as disposições então vigentes.

Art. 16. Esta resolução entra em vigor a partir de 1° de julho de 2007.

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005

Atividade 01 - Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica;

Atividade 02 - Coleta de dados, estudo,

planejamento, projeto, especificação;

Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico- econômica e ambiental;

Atividade 04 - Assistência, assessoria, consultoria;

Atividade 05 - Direção de obra ou serviço técnico;

Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação,

monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria,

arbitragem;

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005

Atividade 07 - Desempenho de cargo ou função

técnica;

Atividade 08 - Treinamento, ensino, pesquisa,

desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão;

Atividade 09 - Elaboração de orçamento;

Atividade 10 - Padronização, mensuração, controle de qualidade;

Atividade 11 - Execução de obra ou serviço técnico;

Atividade 12 - Fiscalização de obra ou serviço

técnico;

Atividade 13 - Produção técnica e especializada;

RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE

AGOSTO DE 2005

Atividade 14 - Condução de serviço técnico;

Atividade 15 - Condução de equipe de instalação,

montagem, operação, reparo ou manutenção;

Atividade 16 - Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;

Atividade 17 Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e

Atividade 18 - Execução de desenho técnico.

Parágrafo único. As definições das atividades referidas no caput deste artigo encontram-se no

glossário constante do Anexo I desta Resolução.