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Especialização em Engenharia de Segurança no Setor de Bioenergia

Especialização em Engenharia de

Segurança no Setor de Bioenergia

Especialização em Engenharia de Segurança no Setor de Bioenergia"

- Professor: Sergio Salinet - Engenheiro com quinze anos de atuação na prestação de serviços técnicos especializados, em consultoria na área técnica de SSMA e posições executivas em grandes empresas do setor de transporte de passageiros e produção agroindustrial. Desde 2005 atua como Executivo da área de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) em Operações Agrícolas e Industriais no Setor

Sucroalcooleiro nos estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso

do Sul. É Engenheiro Civil graduado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL); Engenheiro de Segurança pela UEL com Pos-Graduação em Gestão Ambient pela FATEC/UNINTER e MBA em Gestão Empresarial pela Universidade do Norte do

Paraná. No Setor Agroindustrial ja atuou como Executivo na Finlandesa StoraEnso

Brazil (papel e celulose) e nas Sucroalcooleiras: Usina Maracaju (MS), Usinal

Alcoolvale (MS), Usina Vale do Paraná (SP) e, atualmente, na Renuka do Brasil, unidade Revati (SP). Participa regularmente como Professor em cursos diversos, internos e externos as empresas, com foco em formação de profissionais

de Saúde, Segurança e Meio Ambiente.

Prevenção e Controle de Riscos em Maquinas, Equipamentos e Instalações

Prevenção e Controle de Riscos em

Maquinas, Equipamentos e

Instalações

A PRÁTICA DA NR 06 NO SETOR

SUCROENERGÉTICO

Renuka do Brasil

Departamento de Segurança do

Trabalho

Renuka do Brasil Departamento de Segurança do Trabalho EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Treinamento de

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Treinamento de Percepção ao Risco Programa de Prevenção de Acidentes no Trabalho Sistema de Gestão de Segurança & Saúde Ocupacional

LEGISLAÇÃO SOBRE EQUIPAMENTOS DE

PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Consolidação das Leis do Trabalho

Getúlio Vargas, 1943

LEI 6514 - Dezembro de 1977

Capítulo V da Segurança e da Medicina no trabalho Seção IV

Do Equipamento de Proteção Individual

CLT - Capítulo V - Seção I Disposições Gerais

CLT - Capítulo V - Seção I Disposições Gerais • Art. 158. Cabe aos empregados: •

Art. 158. Cabe aos empregados:

I - observar as normas de segurança e medicina

do trabalho, inclusive as instruções de que trata o item II do artigo anterior;

II - colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste Capítulo.

CLT - Capítulo V - Seção I Disposições Gerais

CLT - Capítulo V - Seção I Disposições Gerais • Parágrafo único. Constitui ato faltoso do

Parágrafo único. Constitui ato faltoso do

empregado a recusa injustificada:

a) à observância das instruções expedidas pelo empregador na forma do item II do artigo anterior;

b) ao uso dos equipamentos de proteção individual fornecidos pela empresa.

CLT - Capítulo V - Seção IV Do Equipamento de Proteção Individual Art. 166. A

CLT - Capítulo V - Seção IV

Do Equipamento de Proteção Individual

Art. 166. A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamento de

proteção individual adequado ao risco e em

perfeito estado de conservação e funcionamento, sempre que as medidas de ordem geral não

ofereçam completa proteção contra os riscos de

acidentes e danos à saúde dos empregados.

CLT - Capítulo V - Seção IV

CLT - Capítulo V - Seção IV Do Equipamento de Proteção Individual Art. 167. O equipamento

Do Equipamento de Proteção Individual

Art. 167. O equipamento de proteção individual só poderá ser posto à venda ou utilizado com

indicação do Certificado de Aprovação do

Ministério do Trabalho.

CLT - Capítulo V - Seção XIII

CLT - Capítulo V - Seção XIII Das atividades insalubres ou perigosas • Art. 191. A

Das atividades insalubres ou perigosas

Art. 191. A eliminação ou a neutralização da

I

insalubridade ocorrerá:

-

com a adoção

de medidas

ambiente

tolerância;

de

trabalho

dentro

que conservem o

de

dos

limites

II - com a utilização de equipamentos de proteção

individual ao trabalhador que diminuam a intensidade do agente agressivo a limites de

tolerância

CLT - Capítulo V - Seção XV

CLT - Capítulo V - Seção XV Das outras medidas especiais de proteção Art. 200. Cabe

Das outras medidas especiais de proteção

Art. 200. Cabe ao Ministério do Trabalho

estabelecer disposições complementares às normas de que trata este Capítulo, tendo em vista

as peculiaridades de cada atividade ou setor de

trabalho, especialmente sobre:

I - medidas de prevenção de acidentes e os

equipamentos de proteção individual em obras de

construção, demolição ou reparos

;

NR 9 PPRA

9.3.5.4 Medidas de controle:

NR 9 – PPRA 9.3.5.4 Medidas de controle: • Quando comprovado pelo empregador ou instituição a

Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo,planejamento ou implantação, ou ainda em

caráter complementar ou emergencial, deverão ser

adotadas outras medidas, obedecendo-se à seguinte hierarquia:

a) medidas de caráter administrativo ou de organização

do trabalho; b) utilização de Equipamento de Proteção Individual

NR 9 PPRA 9.3.5.5 Utilização de EPI

NR 9 – PPRA 9.3.5.5 Utilização de EPI A utilização de EPI no âmbito do programa

A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar

as Normas Legais e Administrativas em vigor e envolver,

no mínimo:

a) seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco que o trabalhador está exposto e à atividade

exercida,considerando-se a eficiência necessária para o

controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário;

b) programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua

correta utilização e orientação sobre as limitações de

proteção que o EPI oferece;

NR 9 PPRA

NR 9 – PPRA 9.3.5.5 Utilização de EPI c) estabelecimento de normas ou procedimentos para promover

9.3.5.5 Utilização de EPI

c) estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a

higienização, a conservação, a manutenção e a

reposição do EPI, visando garantir as condições

de proteção originalmente estabelecidas;

d) caracterização das funções ou atividades dos

trabalhadores, com a respectiva identificação dos

EPIs utilizados para os riscos ambientais.

Eficiência do EPI depende do sistema de gestão:

Eficiência do EPI depende do sistema de gestão: A eficácia do uso de um EPI (sigla

A eficácia do uso de um EPI (sigla para Equipamento de

Proteção Individual) não depende apenas da boa qualidade

dele. É preciso um bom gerenciamento de um sistema de

proteção individual. O sistema estará funcionando quando os funcionários estiverem utilizando um equipamento adequado para os riscos em que estão expostos, conscientizados da sua

necessidade de uso, utilizando de forma correta e a empresa ter

todo este sistema documentado.

Embora a elaboração de um sistema de gestão de EPI possa

ser simples, o projeto e a documentação deste sistema são tão

importantes quanto sua implementação para que se alcance o

verdadeiro objetivo que é a prevenção de acidentes e doenças

do trabalho.

Este sistema deve contemplar no mínimo os seguintes requisitos: 1) Compra do Equipamento de acordo

Este sistema deve contemplar no mínimo os seguintes requisitos:

1) Compra do Equipamento de acordo com o risco e apropriado para cada função existente na empresa. A escolha do equipamento deve ser

técnica e ter um enfoque no conforto que proporcionará ao trabalhador,

afinal de contas o mesmo utilizará o equipamento durante toda ou pelo

menos a maior parte de sua jornada de trabalho

2) A entrega do equipamento deve ser registrada em ficha de EPI com a finalidade de documentar a data da entrega do EPI, o numero do

certificado de aprovação, e as trocas do equipamento evidenciando

esta periodicidade. Os deveres do trabalhador quanto aos EPIs devem

esclarecidos

3) Treinamento. O trabalhador deve ser treinado quanto aos riscos que

estará exposto e quanto à forma correta de utilizar o EPI e

conservação.

ser

4) A sinalização da obrigatoriedade de uso também é importante para avisar quais EPIs são

4) A sinalização da obrigatoriedade de uso também é importante

para avisar quais EPIs são obrigatórios em cada setor

5) Controle de EPI. Deverá ser feito controle se o trabalhador

está utilizando o EPI regularmente e corretamente. A empresa

deve cobrar o uso do equipamento pois é sua obrigação torná-lo obrigatório conforme a NR-6. A higienização e a integridade do EPI em uso deve ser avaliada para que se possam fazer as

que necessário

trocas sempre

6) Avaliação do sistema. Periodicamente devem ser reavaliadas todas as etapas do sistema a fim de promover melhorias e avaliar se está alcançando seu objetivo.

NORMA REGULAMENTADORA 6

NORMA REGULAMENTADORA 6

Classificação dos Riscos Respiratórios

Classificação dos Riscos Respiratórios