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Página 1 Página 1 PROCEDIMENTO SUMÁRIO Elaborado em 10/07/2013 Márcio André Lopes Cavalcante NOÇÕES GERAIS SOBRE

PROCEDIMENTO SUMÁRIO

Elaborado em 10/07/2013

Márcio André Lopes Cavalcante

NOÇÕES GERAIS SOBRE O PROCEDIMENTO SUMÁRIO Procedimento significa rito, ou seja, sequência organizada de atos processuais.

A depender do tipo de demanda proposta, os atos processuais irão ser organizados conforme um

determinado rito (procedimento).

Ex: se João ajuíza uma ação contra Maria cobrando 500 mil reais, os atos deste processo serão organizados segundo o procedimento comum ordinário.

Ex2: se Pedro maneja uma ação de consignação em pagamento contra a empresa “B”, os atos deste processo seguirão o rito do procedimento especial previsto nos arts. 890-900 (ação de consignação em pagamento).

O procedimento é considerado especial quando ele é adotado para uma situação específica (ex: a lei prevê

um procedimento especial para os casos de ação possessória). Ao contrário, o procedimento é comum quando pode ser aplicado em várias hipóteses (são inúmeras as demandas que se utilizam do procedimento comum).

No processo de conhecimento (“fase de conhecimento”), os procedimentos são divididos em dois grupos:

a) Procedimento comum (que pode ser ordinário ou sumário);

b) Procedimentos especiais (existindo várias subespécies).

HIPÓTESES DE CABIMENTO

O

CPC traz as hipóteses nas quais terá que ser adotado o procedimento sumário (art. 275).

O

legislador utilizou dois critérios para escolher as causas que deveriam tramitar sob o rito sumário:

I causas de até 60 salários-mínimos;

II causas que tratem sobre determinados assuntos (não importando o valor).

Art. 275. Observar-se-á o procedimento sumário:

I - nas causas cujo valor não exceda a 60 (sessenta) vezes o valor do salário mínimo;

II - nas causas, qualquer que seja o valor:

a) de arrendamento rural e de parceria agrícola;

b) de cobrança ao condômino de quaisquer quantias devidas ao condomínio;

c) de ressarcimento por danos em prédio urbano ou rústico;

d) de ressarcimento por danos causados em acidente de veículo de via terrestre;

ESQUEMA de aula Direito Processual Civil (Procedimento Sumário)

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Página 2 e) de cobrança de seguro, relativamente aos danos causados em acidente de veículo, ressalvados

e) de cobrança de seguro, relativamente aos danos causados em acidente de veículo, ressalvados os casos

de processo de execução;

f) de cobrança de honorários dos profissionais liberais, ressalvado o disposto em legislação especial;

g) que versem sobre revogação de doação;

h) nos demais casos previstos em lei.

Parágrafo único. Este procedimento não será observado nas ações relativas ao estado e à capacidade das

pessoas.

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS PROCEDIMENTOS ORDINÁRIO E SUMÁRIO O procedimento sumário foi idealizado pelo legislador para ser mais simples e rápido que o ordinário. Vejamos as principais diferenças entre eles:

   

ORDINÁRIO

 

SUMÁRIO

 

O

autor, na petição inicial, indica apenas quais

No procedimento sumário, não basta ao autor

os

meios de prova que pretenderá utilizar

a

mera indicação do meio de prova na petição

(testemunhal, pericial etc).

inicial, devendo já enumerar quais são as testemunhas, bem como indicar os quesitos, sob pena de preclusão probatória para o autor. Em outras palavras, o autor, na própria petição inicial, terá que:

É

feito um requerimento genérico (Protesta

provar o alegado por todos os meios de prova

1

admitidos em direito, em especial a testemunhal e pericial). Somente depois é que o autor será intimado para especificar (detalhar) as provas (arrolar testemunhas, indicar quesitos e assistente técnico etc) (art. 331 do CPC).

Petição

Inicial

Arrolar as testemunhas;

 

Formular os quesitos para perícia e indicar assistente técnico.

Não há necessidade, portanto, de indicação

 

do

rol de testemunhas na petição inicial.

 

O

réu é citado para apresentar sua resposta

O

réu é citado para comparecer à audiência de

2

Citação,

no

prazo legal de 15 dias.

 

defesa e

audiência

inicial

 

conciliação, a ser realizada no prazo de 30 dias, momento em que, não tendo havido

conciliação, apresentará a sua defesa. O réu deverá ser citado com antecedência mínima

de

10 dias.

 

O

réu, na contestação, precisará apenas

O

réu, na contestação, já deverá apresentar

3

indicar, mas não especificar as provas que

documentos, arrolar testemunhas e indicar quesitos e assistentes técnicos.

Contes-

pretende produzir.

tação

Não há necessidade, portanto, de indicação

 

do

rol de testemunhas na contestação.

 

Admite-se reconvenção, ação declaratória

Não são permitidas:

 

4

incidental e intervenção de terceiros.

Reconvenção

(mas

cabe

pedido

Restrição

 

contraposto);

quanto a

Ação declaratória incidental;

 

alguns

Intervenção de terceiros (com exceção de assistência, recurso de terceiro prejudicado e intervenção fundada em contrato de seguro).

tipos de

defesa

 

No

julgamento da apelação contra a sentença

Nos recursos interpostos nas causas de procedimento sumário não haverá revisor.

5

haverá, em regra, a figura do Desembargador revisor do voto do Desembargador relator, salvo

Apelação

 

nas

hipóteses do § 3º do art. 551 do CPC.

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Página 3 CONVERSÃO DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO EM SUMÁRIO Pode acontecer de o autor ajuizar a ação

CONVERSÃO DO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO EM SUMÁRIO Pode acontecer de o autor ajuizar a ação indicando como rito aplicável o ordinário (“ação ordinária”) quando, na verdade, o correto seria que ela tramitasse segundo o rito sumário, por se enquadrar em uma das hipóteses do art. 275 do CPC. Ex: Manoel ajuíza uma “ação ordinária” (ação segundo o rito ordinário) pleiteando a revogação de uma doação, situação que está prevista no art. 275, II, “g”, do CPC.

O magistrado, percebendo que a demanda se amolda a uma das hipóteses do art. 275 do CPC, poderá determinar, de ofício, a conversão do procedimento ordinário em sumário? SIM, é possível. No entanto, quando o juízo converte o procedimento de ordinário para sumário, deverá adotar medidas para adequar o procedimento ao novo rito, oportunizando às partes a indicação das provas que pretendem produzir, inclusive com a apresentação de rol de testemunhas, sob pena de cerceamento do direito de defesa (STJ. 4ª Turma. REsp 698.598-RR, Rel. Min. Raul Araújo, julgado em 2/4/2013).

Explicando melhor: se o autor ajuizou a ação sob o rito ordinário, ele provavelmente não apresentou o rol de testemunhas na petição inicial, considerando que isso não é necessário. Se o juiz converteu o procedimento em sumário significa que não existirá mais a fase do § 2º do art. 331 do CPC, ou seja, não haverá uma nova oportunidade para o autor apresentar os nomes das testemunhas. Para evitar este prejuízo, a jurisprudência afirma que o juiz, ao determinar a conversão em sumário, deverá dar uma chance para que o autor emende a petição inicial e especifique as provas que deseja produzir (apresente o rol de testemunhas, os quesitos para perícia etc.).

A respeito do tema, o STJ, no julgado acima informado, citou a lição de Humberto Theodoro Júnior:

Ao determinar, porém, a conversão de causa ordinária em sumária, o juiz deverá abrir prazo ao autor para que este complete a inicial, juntando o seu rol de testemunhas, para evitar prejuízo à parte, eis que não terá, no novo procedimento, outra oportunidade para fazê-lo.(Curso de Direito Processual Civil. V. I, 39ª ed., Rio de Janeiro: Forense, 2003, p. 308)

Nesse mesmo sentido, confira outro importante precedente:

2. A controvérsia está em saber se há preclusão na apresentação do rol de testemunhas e de quesitos

quando a ação foi inicialmente ajuizada no rito ordinário e, posteriormente, convertida em sumário. 3. O Superior Tribunal de Justiça já decidiu que não há nulidade do processo por ter sido escolhido o rito ordinário no lugar do rito sumário, a não ser que se demonstre prejuízo, mormente em razão da dilação probatória mais ampla, o que possibilita maior efetividade do princípio constitucional da ampla defesa. 4. Por lógica, se a parte pode escolher o rito ordinário no lugar do sumário sem que configure nulidade devido à maior possibilidade de ampla defesa e dilação probatória, não pode ser surpreendida pela mudança de rito com prejuízo da perda do momento de apresentação do rol de testemunha e dos quesitos da perícia. Seria absurda a escolha pelo autor de um rito que possibilite a maior dilação probatória, mas ser

) (

ceifado do direito de apresentação das testemunhas e quesitos por mudança do rito por determinação do juízo, sem que lhe seja concedida a oportunidade de emendar a inicial. (REsp 1131741/RJ, Rel. Min. Humberto Martins, Segunda Turma, julgado em 27/10/2009)

Obs: se a conversão foi determinada após o réu ter apresentado a sua contestação, o juiz terá que reabrir o prazo para a especificação das provas tanto para o autor como para o requerido, considerando que na contestação no rito ordinário também não é necessária a especificação das provas.

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Página 4 INEXISTÊNCIA DE NULIDADE CASO O AUTOR OPTE PELO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO E NINGUÉM QUESTIONE ESTA

INEXISTÊNCIA DE NULIDADE CASO O AUTOR OPTE PELO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO E NINGUÉM QUESTIONE ESTA ESCOLHA Em nosso exemplo acima, a demanda enquadrava-se no art. 275 do CPC (rito sumário) e, no entanto, o autor optou por ajuizar a ação sob o procedimento ordinário. O juiz, de ofício, determinou a conversão do procedimento para o sumário. Vimos acima que ele pode fazer isso. Imaginemos, porém, que o juiz não converteu o procedimento de ofício e o réu não impugnou o rito escolhido.

Haveria alguma nulidade? Existe nulidade se a ação deveria correr no rito sumário, mas acabou tramitando sob o procedimento ordinário? NÃO. É pacífica a orientação do STJ, no sentido de que inexiste prejuízo ao réu e consequentemente nulidade processual, nos casos de adoção do rito ordinário em lugar do sumário, dada a maior amplitude de defesa conferida por aquele procedimento(REsp 1.026.821/TO, Quarta Turma, Rel. Min. Marco Buzzi, DJe de 28/8/2012). Assim, se a situação se enquadrava em uma das hipóteses do art. 275 do CPC e o autor elegeu o rito ordinário, não tendo este rito sido convertido pelo juiz de ofício nem impugnado pelo réu, o procedimento seguirá sendo o ordinário até seu trânsito em julgado, sem que haja nulidade processual pela ausência de prejuízo.

OUTROS DISPOSITIVOS LEGAIS SOBRE O PROCEDIMENTO SUMÁRIO

Para seu estudo sobre o procedimento sumário ficar mais completo vale a pena ler os artigos do CPC pelo fato de muitas questões cobrarem a reprodução literal da lei. Vejamos:

Art. 277. O juiz designará a audiência de conciliação a ser realizada no prazo de trinta dias, citando-se o réu com a antecedência mínima de dez dias e sob advertência prevista no § 2º deste artigo, determinando o comparecimento das partes. Sendo ré a Fazenda Pública, os prazos contar-se-ão em dobro.

§ 1º A conciliação será reduzida a termo e homologada por sentença, podendo o juiz ser auxiliado por conciliador.

§ 2º Deixando injustificadamente o réu de comparecer à audiência, reputar-se-ão verdadeiros os fatos

alegados na petição inicial (art. 319), salvo se o contrário resultar da prova dos autos, proferindo o juiz,

desde logo, a sentença.

§ 3º As partes comparecerão pessoalmente à audiência, podendo fazer-se representar por preposto com

poderes para transigir.

§ 4º O juiz, na audiência, decidirá de plano a impugnação ao valor da causa ou a controvérsia sobre a natureza da demanda, determinando, se for o caso, a conversão do procedimento sumário em ordinário.

§ 5º A conversão também ocorrerá quando houver necessidade de prova técnica de maior complexidade.

Principais pontos:

Prazo para audiência: 30 dias

Antecedência mínima para o réu ser citado: 10 dias

Se a Fazenda Pública for ré: tais prazos são contados em dobro

Aspectos sobre a revelia:

1) Firme no propósito de concentrar os atos processuais, o procedimento sumário prevê a necessidade de presença do réu na audiência de conciliação para que, primeiro, seja tentada a autocomposição da demanda e, em caso de negativa, se prossiga com a apresentação de contestação, sob pena de decretação da revelia (REsp 1096396/DF, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em

07/05/2013).

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Página 5 2) Assim, em regra, haverá revelia se o réu não comparecer à audiência. Se

2) Assim, em regra, haverá revelia se o réu não comparecer à audiência. Se não for à audiência, mas enviar preposto e advogado com poderes para transigir, o réu não será considerado revel; 3) O réu será considerado revel se comparecer à audiência sem, no entanto, apresentar contestação (AgRg no Ag 1331798/RJ, Rel. Min. João Otávio De Noronha, Quarta Turma, julgado em 05/05/2011); 4) A presença do advogado da parte ré é imprescindível na audiência de conciliação do procedimento sumário, uma vez que neste momento processual será oportunizada a prática de atos defensivos e outros relativos à produção de prova, os quais jamais podem ser realizados pela própria parte, mas, sim, por intermédio de seu causídico (REsp 336.848/DF, Rel. Min. Vasco Della Giustina (Desembargador Convocado do TJ/RS), Terceira Turma, julgado em 06/04/2010). Desse modo, mesmo que o réu compareça à audiência, deverá estar acompanhado de advogado.

Art. 278. Não obtida a conciliação, oferecerá o réu, na própria audiência, resposta escrita ou oral, acompanhada de documentos e rol de testemunhas e, se requerer perícia, formulará seus quesitos desde logo, podendo indicar assistente técnico.

§ 1º É lícito ao réu, na contestação, formular pedido em seu favor, desde que fundado nos mesmos fatos referidos na inicial.

§ 2º Havendo necessidade de produção de prova oral e não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas

nos arts. 329 e 330, I e II, será designada audiência de instrução e julgamento para data próxima, não

excedente de trinta dias, salvo se houver determinação de perícia.

Principais pontos:

Contestação é apresentada na própria audiência;

Provas são especificadas na contestação;

É possível pedido contraposto (fundado nos mesmos fatos referidos na petição inicial);

Art. 279. Os atos probatórios realizados em audiência poderão ser documentados mediante taquigrafia, estenotipia ou outro método hábil de documentação, fazendo-se a respectiva transcrição se a determinar o juiz. Parágrafo único. Nas comarcas ou varas em que não for possível a taquigrafia, a estenotipia ou outro método de documentação, os depoimentos serão reduzidos a termo, do qual constará apenas o essencial.

Art. 281. Findos a instrução e os debates orais, o juiz proferirá sentença na própria audiência ou no prazo de dez dias.

Art. 475-A (

alíneas ‘d’ e ‘e’ desta Lei, é defesa a sentença ilíquida, cumprindo ao juiz, se for o caso, fixar de plano, a

§ 3º Nos processos sob procedimento comum sumário, referidos no art. 275, inciso II,

)

seu prudente critério, o valor devido.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

1) (DPE/AC 2012 CESPE) Em razão do rito abreviado que caracteriza o procedimento sumário, não é permitido ao réu, na contestação, formular pedido em seu favor. ( )

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Página 6 2) (DPE/PR 2012 FCC) Processada uma causa de ressarcimento por danos causados em acidente

2) (DPE/PR 2012 FCC) Processada uma causa de ressarcimento por danos causados em acidente de veículo

de via terrestre pelo rito comum sumário, o juiz poderá proferir sentença ilíquida, deixando a fixação do montante da condenação para a fase de liquidação, toda vez que entender ser a causa complexa. ( )

3) (Juiz TJGO 2012 FCC) De acordo com o Código de Processo Civil, no procedimento sumário

A) a prova pericial deve ser requerida em audiência de conciliação, a ser designada no prazo de 30 dias.

B) o juiz decidirá, na audiência de conciliação, a impugnação ao valor da causa ou a controvérsia sobre a

natureza da demanda.

C) verificada a necessidade de prova técnica de maior complexidade, o juiz extinguirá o processo sem

resolução de mérito.

D)

é lícito ao réu formular pedidos em seu favor, funda dos, ou não, nos fatos referidos na inicial.

E)

é admissível ação declaratória incidental.

4)

(Juiz Federal TRF4 2012) A respeito do procedimento sumário, assinale a alternativa correta.

A)

É admissível a ação declaratória incidental.

B)

É admissível a oposição.

C)

É admissível a formulação, na contestação, de pedido em favor do réu, desde que fundado nos mesmos

fatos referidos na inicial.

D) É admissível a formulação de pedido envolvendo a capacidade das pessoas.

E) No julgamento da apelação interposta no procedimento sumário, os autos devem ser submetidos à

revisão.

5)

(Juiz TJMS 2012 PUC/PR) No rito sumário, a oposição deve sempre preceder a audiência de saneamento.

(

)

6) (OAB/VIII 2012 FGV) O procedimento sumário deve ser adotado em causas cujo valor não supere

sessenta salários mínimos ou em situações, qualquer que seja o valor da causa, em que se debata um dos assuntos previstos na lei. Indique, dentre as alternativas abaixo, a que contém espécie de resposta que não pode ser apresentada pelo réu no rito comum sumário.

A)

Reconvenção.

B)

Exceção.

C)

Contestação.

D)

Impugnação ao valor da causa.

7)

(MP/RR 2012 CESPE) No procedimento sumário, é cabível a ação declaratória incidental fundada em

questão processual relevante. (

)

8) (Juiz Federal TRF1 2009 CESPE) Em ação de indenização por acidente de veículo em via terrestre, não

cabe ao réu denunciar à lide a seguradora, devendo exercer seu direito de regresso em ação autônoma, pois não se admite intervenção de terceiros no procedimento sumário. ( )

9) (DPE/ES 2009 CESPE) Não é cabível no procedimento sumário o provimento antecipatório da tutela

pretendida pelo autor. (

)

10) (MP/PI 2012 CESPE) No procedimento sumário, são admissíveis, em regra, a denunciação da lide, a oposição, a nomeação à autoria, a assistência e o recurso de terceiro prejudicado. ( )

11) (Juiz TJPR 2012) Nos recursos interpostos de decisões proferidas em autos que tramitam pelo rito sumário, despejo e indeferimento liminar da petição inicial, não há revisão por integrante do órgão julgador. Da mesma forma, não há revisão nos recursos de agravo de instrumento e embargos de declaração. ( )

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Página 7 12) (Juiz TJPI 2012 CESPE) Ajuizada ação sob o rito sumário, o autor requereu

12) (Juiz TJPI 2012 CESPE) Ajuizada ação sob o rito sumário, o autor requereu a exibição de determinados documentos e a realização de perícia, oferecendo, desde então, seus quesitos. Quinze dias antes da audiência de conciliação, o autor apresentou complementação do rol de testemunhas. Durante a audiência, o réu não compareceu, mas seu advogado, devidamente constituído, apresentou contestação e pedido contraposto, mantendo-se silente quanto à perícia. Nessa situação hipotética,

A) será necessária a reconvenção, devendo o pedido contraposto ser repelido, independentemente do

exame de seu mérito.

B) o silêncio do réu diante do pedido de perícia contido na inicial importará preclusão do seu direito de

apresentar quesitos. C) o juiz deverá indeferir a exibição de documentos, incompatível com a celeridade do rito.

D) o réu deverá sofrer os efeitos da revelia porque não compareceu à audiência e frustrou etapa

necessária.

E) ao autor não é possível a complementação do rol de testemunhas, sendo o indeferimento da oitiva o

caminho necessário, independentemente de manifestação do réu.

13) (MP/RO 2010 CESPE) É desnecessária a presença do advogado na audiência de conciliação do procedimento sumário, podendo a parte ré, nessa ocasião, ofertar a contestação elaborada e assinada pelo seu defensor. ( )

Gabarito:

1.

E

2.

E

3. Letra B

4. Letra C

5. E

6. Letra A

7. E

8.

E

9.

E

10. E

11. C

12. Letra B

13. E

 

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