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Redes Subterrâneas 2013 São Paulo – SP – Brasil 10 – 12 Junho Ensaio e
Redes Subterrâneas 2013
São Paulo – SP – Brasil
10 – 12 Junho
Ensaio e Diagnose em Cabos de Média
Tensão com Sistemas VLF
TN 04-09
1945 - 2013 TN 04-09
1945 - 2013
TN 04-09
Condição Atual do Cabo •O que temos hoje? • A condição atual do cabo é
Condição Atual do Cabo
•O que temos hoje?
• A condição atual do cabo é normalmente desconhecida.
• Hoje temos falhas seguidas de reparos de emergência.
(Corretiva).
• O acesso é normalmente muito difícil.
TN 04-09
Condição Atual do Cabo •O que desejamos ou necessitamos? • Uma Manutenção baseada nas condições
Condição Atual do Cabo
•O que desejamos ou necessitamos?
• Uma Manutenção baseada nas condições do cabo.
(Preditiva)
• Reduzir o índice de falhas.($$ - gera altos custos)
• Ter uma base de dados confiável para otimizar
investimentos.
TN 04-09
• Como gestor, eu quero saber quando e onde eu devo
Ensaio e Diagnose com Tensão VLF 1. Ensaio 2. Diagnóstico Gerador VLF Gerador VLF+TD+PD 2.1
Ensaio e Diagnose com Tensão VLF
1. Ensaio
2. Diagnóstico
Gerador VLF
Gerador VLF+TD+PD
2.1 TD Estado global do isolamento
2.2 MWT Monitored Withstand Testing
2.3 PD Detecção exata do defeito
2.4 PD On Line MT e AT
TN 04-09
Ensaio e Diagnose com Tensão VLF 1. Ensaio 2. Diagnóstico Destrutivo (Passa – não Passa)
Ensaio e Diagnose com Tensão VLF
1. Ensaio
2. Diagnóstico
Destrutivo (Passa – não Passa)
Não destrutivo
2.1 TD Estado global do isolamento
2.2 MWT Monitored Withstand Testing
2.3 PD Detecção exata do defeito
2.4 PD On Line MT e AT
TN 04-09
1.1 Ensaio de cabos com DC Cabos com isolação de papel (óleo)  Ensaio DC
1.1 Ensaio de cabos com DC
Cabos com isolação de papel (óleo)
 Ensaio DC (Até 8 *Uo)
Aceito e Utilizado por
décadas
TN 04-09
1.1 Ensaio de cabos em DC Em Cabos PE,XLPE Ensaio DC não é mais aceito
1.1 Ensaio de cabos em DC
Em Cabos PE,XLPE
Ensaio DC não é mais aceito
porque:
 ainda que existam defeitos
graves, poucas vezes se
detectam com um teste DC.
 podem criar-se cargas
espacias de longa duração.
TN 04-09
1.2 Ensaio VLF Objetivo: Encontrar um método ou procedimento para determinar se o sistema de
1.2 Ensaio VLF
Objetivo:
Encontrar um método ou procedimento para determinar
se o sistema de cabos está saudável ou não, com um
mínimo de tensão de stress aplicado ao cabo.
Solução:
Teste com tensão VLF
TN 04-09
1.2 Ensaio VLF NormasNormas EuropeasEuropeas parapara CabosCabos apapóóss aa instalainstalaççãoão EnsaioEnsaio
1.2 Ensaio VLF
NormasNormas EuropeasEuropeas parapara CabosCabos apapóóss aa instalainstalaççãoão
EnsaioEnsaio dede campocampo CENELECCENELEC HDHD 620620 S1S1 andand 621621 S1S1 1)
Ensaio de AT para cabos PE ou XLPE de 6 a 36 kV
Frequência
Tensão de ensaio [RMS]
Tempo ensaio
Procedimento
0,1 Hz
3
x Uo
1 hora
de ensaio
50 Hz
2
x Uo
1 hora
1)
Se recomenda para cabos de papel impregnado em DC o un ensayo con
los parámetros arriba mencionados
TN 04-09
Normas para ensaio em campo utilizando VLF IEEE 400.2 Guía para Ensaio em campo para
Normas para ensaio em campo utilizando VLF
IEEE 400.2 Guía para Ensaio em campo
para sistemas de cabos
subterrâneos com malha
utilizando baixíssimas Frequências
IEC 60060 – 3 Técnicas de Ensaio de AT
Parte 3: Definições e requisitos
para ensaios em campo
TN 04-09
Ensaio: Arborescência elétrica @ 50 Hz TN 04-09
Ensaio: Arborescência elétrica
@ 50 Hz
TN 04-09
Ensaio: Arborescência elétrica @ 0.1 Hz TN 04-09
Ensaio: Arborescência elétrica
@ 0.1 Hz
TN 04-09
Comparação do crescimento dos canais Arborescencia , Dirección no recta Dirección no recta Dirección recta
Comparação do crescimento
dos canais
Arborescencia ,
Dirección no recta
Dirección no recta
Dirección recta
TN 04-09
Comparação do crescimento dos canais Crescimento dos canais a 50 Hz: 1.7 mm/h Senoidal Crescimento
Comparação do crescimento
dos canais
Crescimento dos canais a 50 Hz: 1.7 mm/h
Senoidal
Crescimento dos canais a 0.1 Hz: 7.8 mm/h
(cos-retangular)
Crescimento dos canais a 0.1 Hz: 12.3 mm/h
(Senoidal)
TN 04-09
Percentual de perfuração durante o ensaio em XLPE , PILC e Cabos de isolamento misto
Percentual de perfuração durante o ensaio em XLPE , PILC e
Cabos de isolamento misto vs. Tempo a VLF senoidal
80
70
60
68%
50
40
30
22%%
5%
4%
20
10
0
12
30
45
60
Tiempo de la falta/ min
Referencia: S. C. MOH, 2003, “Very low Frequency Testing –
Its Effectiveness in Detecting Hidden Defects in Cables",
CIRED Barcelona, Sesión 1, Hoja 84
TN 04-09
Vantagens dos Systemas VLF Ensaios de cabos segundo as normas: IEEE400.2, IEC60060-3 e CENELEC HD
Vantagens dos Systemas VLF
Ensaios de cabos segundo as normas: IEEE400.2,
IEC60060-3 e CENELEC HD 620 uma vez que a tensão
de ensaio é eficaz (rms)
A tensão true sinus de BAUR a 0,1Hz é copletamente
simétrica independente das características da carga,
por tanto não se criam cargas espaciais de longa
duração em cabos com isolação XLPE.
TN 04-09
Sistema VLF Sem Carga Tensão de saída independente da carga Com Carga TN 04-09
Sistema VLF
Sem
Carga
Tensão de saída
independente da
carga
Com
Carga
TN 04-09
Vantagens do Sistema VLF BAUR Frequência de ensaio programável de 0,01 Hz a 0,1 Hz
Vantagens do Sistema VLF BAUR
Frequência de ensaio programável de 0,01 Hz a
0,1 Hz segunda a norma IEEE 400.2
Sistema ampliável para funções de diagnóstico:
-Medição de fator de dissipação (tan delta)
-Medição e localização de descargas parciais
TN 04-09
Manutenção baseada nas condições Diagnóstico possibilitado pelo VLF TN 04-09
Manutenção baseada nas condições
Diagnóstico
possibilitado
pelo VLF
TN 04-09
Em um cabo é igual… Detecção de Water Treeing Detecção de Electrical Treeing TN 04-09
Em um cabo é igual…
Detecção de Water Treeing
Detecção de Electrical Treeing
TN 04-09
Ensaio e Diagnose com Tensão VLF 1. Ensaio 2. Diagnóstico Destrutivo Gerador VLF+TD+PD 2.1 TD
Ensaio e Diagnose com Tensão VLF
1. Ensaio
2. Diagnóstico
Destrutivo
Gerador VLF+TD+PD
2.1 TD Estado global do isolamento
2.2 MWT Monitoramento contínuo de TD
durante o teste
2.3 PD Detecção exata do defeito
2.4 PD On Line MT e AT
TN 04-09
2.1 TD – A medição de TD é necessária porque: Mostra a influencia das arborescência
2.1 TD – A medição de TD é necessária porque:
Mostra a influencia das arborescência de água
Detecta o ingresso de água nas emendas
(Diminuem as atividades de PD => considerando somente a
medição do nível de PD, a emenda poderia apresentar-se bem
mesmo tendo ingresso de água influenciando seu bom
funcionamento).
 Influencia de corrente térmica pode ser detectado com a
medição de Tan Delta.
TN 04-09
“ARBORESCÊNCIAS DE ÁGUA“ em isolantes poliméricos (desenho esquemático) - Campo elétrico - Água - Campo
“ARBORESCÊNCIAS DE ÁGUA“ em isolantes poliméricos
(desenho esquemático)
- Campo elétrico
- Água
- Campo alterado
condições para
gerar
„arborescencias de agua"
- Tempo
Camada semicondutora
externa
„arborescencias
tipo gravata
borboleta"
isolante
Camada semicondutora
interna
„arborescencias
tipo ventilado"
condutor
TN 04-09
Comparação entre Arborescência elétrica e Arborescência de água Arborescência de água (WT):  se apresenta
Comparação entre Arborescência
elétrica e Arborescência de água
Arborescência de água (WT):
 se apresenta com baixa
intensidade de campo (p.e. < 1
kV / mm)
 Crescimento muito lento (p.e.
Mais de 6-10 anos)
 Não se podem ver descargas
parciais
 não são visíveis
TN 04-09
Comparação entre Arborescência elétrica e Arborescência de água Arborescência elétrica (ET):  se dão com
Comparação entre Arborescência
elétrica e Arborescência de água
Arborescência elétrica (ET):
 se dão com campos de
intensidade local forte
 crescimento muito rápido em
isolantes PE o XLPE
 acompanhada de descargas
parciais
 estruturas de canal largas
(arborescências visíveis)
 indicação clara de perfuração
elétrica (ruptura)
TN 04-09
Crescimento de arborescências de água no interior de cabos com isolamento em XLPE 1mm 1mm
Crescimento de arborescências de água no
interior de cabos com isolamento em XLPE
1mm
1mm
500µm
1mm
A) Cable S6, 21 años
B) Cable S6, 21 años
C) Cable S1, 17 años
D) Cable S10, 11 años
TN 04-09
DefiniDefiniççãoão dada tantan δδ tensão corrente 0 10 tempo/seg = Potencia activa Potencia reactiva U
DefiniDefiniççãoão dada tantan δδ
tensão
corrente
0
10
tempo/seg
= Potencia activa
Potencia reactiva
U
² /
R
1
Fator de Dissipação tan δ
=
=
U². ω C
ω C. R
TN 04-09
Fator dissipação a 0,1 Hz: Faixa de medida para cabos PE, XLPE 10 -2 >
Fator dissipação a 0,1 Hz: Faixa de
medida para cabos PE, XLPE
10
-2
> 2,2x10 -3 Isolante com alta degradação
< 1,2x10 -3
10
-3
Cabo novo
10
-4
10
-5
TN 04-09
fator dissipação a 0,1-Hz
Escala de medida do PHG TD
Dependência do fator de dissipação em função da tensão a 0.1 Hz em cabos de
Dependência do fator de dissipação em
função da tensão a 0.1 Hz em cabos de
MT XLPE novos e depois de anos de
serviço tan δ . 10 -3
7
cable referencia (nuevo)
6
poco servicio (1)
envejecido por el servicio (2)
5
moderadamente envejecido por el servicio (3)
fuertemente envejecido por el servicio (4)
4
3
2
1
0
0
0,5
1
1,5
2
2,5
3
U / U
0
JICABLE, Versailles, Junio 1995, hoja B.9.6.
TN 04-09
factor de disipación 0.1 Hz
2.1 TD - Resultado de teste e diagnóstico - BAUR PHG-TD A mais alta eficácia!
2.1 TD - Resultado de teste e
diagnóstico - BAUR PHG-TD
A mais alta eficácia!
Quase 20 anos de
experiência.
TN 04-09
2.2 – MWT - Monitoramento da TD durante o Teste TN 04-09
2.2 – MWT - Monitoramento da TD durante o Teste
TN 04-09
2.2 – MWT - Monitoramento da TD durante o Teste 1. Estágio: Ramp-up  Redução
2.2 – MWT - Monitoramento da TD durante o Teste
1. Estágio: Ramp-up
 Redução do estresse para o cabo
 Avaliação prévia das condições do cabo
 Monitoramento continuo e avaliação dos
resultados.
2. Estágio: MWT (Hold)
 Estimativa da chance de aprovação do cabo.
 Tempo de teste pode ser otimizado
 Influencia da tensão de teste pode ser monitorada
Método em processo de implementação na IEEE
TN 04-09
Vantagens da medição de TD Manutenção preditiva  Ferramenta excelente para gestão de investimentos (A
Vantagens da medição de TD
Manutenção preditiva
 Ferramenta excelente para gestão de
investimentos
(A troca de cabos pode ser planificada
segundo requisitos pré-establecidos)
Custo de manutenção otimizado uma
vez que se pode trocar apenas
trechos curtos de um cabo
TN 04-09
Ensaio e Diagnóstico com Tensão VLF 1. Ensaio 2. Diagnóstico Destrutivo Gerador VLF+TD+PD 2.1 TD
Ensaio e Diagnóstico com
Tensão VLF
1. Ensaio
2. Diagnóstico
Destrutivo
Gerador VLF+TD+PD
2.1 TD Estado global do isolamento
2.2 MWT Monitoramento contínuo de TD
durante o teste
2.3 PD Detecção exata do defeito
2.4 PD On Line MT e AT
TN 04-09
2.2 Aplicação do diagnóstico de DP em VLF  Comissionamento em cabos recém instalados 
2.2 Aplicação do diagnóstico de
DP em VLF
 Comissionamento em cabos recém instalados
 Pré-localização de emendas mostrando D. Parciais
 Pré-localização de terminações mostrando DP
 Pré-localização de arborescências elétricas em cabos
XLPE
 Detecção de DP e pré-localização dos pontos onde se
produzem, em cabos de papel impregnado
TN 04-09
2.2 Diagnóstico - PD Localização de descargas parciais em um cabo High VLF voltage HV
2.2 Diagnóstico - PD
Localização de descargas parciais em um cabo
High VLF voltage
HV
Generator
Coupling capacitor
GND
PD Detector
High frequent, low voltage PD signal
with DSO
Measure line
quadripole
GND
GND
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Extremo cercano Fuente de DP Extremo lejano cable
Localização de descargas parciais
em um cabo
Extremo cercano
Fuente de DP
Extremo lejano
cable
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais
em um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Extremo cercano Fuente de DP Extremo lejano cable
Localização de descargas parciais
em um cabo
Extremo cercano
Fuente de DP
Extremo lejano
cable
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Reflexión en extremo lejano Início Fonte de DP
Localização de descargas parciais
em um cabo
Reflexión en extremo lejano
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais
em um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Disparo do detector de PD e reflexão do
Localização de descargas parciais em
um cabo
Disparo do detector de PD e reflexão do início do cabo
Fonte de DP
Final
Início
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Reflexão no início do cabo Fonte de DP
Localização de descargas parciais em
um cabo
Reflexão no início do cabo
Fonte de DP
Final
Início
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de PD Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de PD
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Reflexão do final do cabo Início Fonte de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Reflexão do final do cabo
Início
Fonte de PD
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de PD Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de PD
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de PD Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de PD
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de PD Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de PD
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo Início Fonte de DP Final cabo detector de
Localização de descargas parciais em
um cabo
Início
Fonte de DP
Final
cabo
detector de PD
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo cable Impulso Direto Segundo Impulso near end Fonte
Localização de descargas parciais
em um cabo cable
Impulso Direto
Segundo Impulso
near end
Fonte de f PD
far end
cable
PD detector
Distância da fonte de PD ao final do cabo
TN 04-09
Localização de descargas parciais em um cabo cable Impulse Direto near end Fonte de PD
Localização de descargas parciais
em um cabo cable
Impulse Direto
near end
Fonte de PD
far end
cabo
PD detector
Comprimento total do cabo
TN 04-09
Diagnóstico DP, gráfico DSO TN 04-09
Diagnóstico DP, gráfico DSO
TN 04-09
Resultado de diagnóstico de DP em um cable XLPE, 4600 m PD- faltas em emendas
Resultado de diagnóstico de DP em
um cable XLPE, 4600 m
PD- faltas em
emendas
PD - falta no
cabo
TN 04-09
Resultado de diagnóstico de DP em um cabo PILC, 1607 m PD falta em emenda
Resultado de diagnóstico de DP em
um cabo PILC, 1607 m
PD falta em
emenda
TN 04-09
2.3 MEDIÇÃO DE PD ONLINE Medição e localização de descargas parciais em sistemas de alta
2.3 MEDIÇÃO DE PD ONLINE
Medição e localização de descargas parciais em sistemas de alta e
média tensão energizados
Medição parelela de
até 4 canais
TN 04-09
Vantagens do PHG-TD/DP BAUR Sistema integrado para ensaios de cabos conforme IEEE, IEC y CENELEC,
Vantagens do PHG-TD/DP BAUR
Sistema integrado para ensaios de cabos conforme
IEEE, IEC y CENELEC,
Resultados reproduzíveis porque é independente das
características da carga (por exemplo comprimento do
cabo)
Diagnóstico de Tan Delta e de Descargas Parciais
Calibração de DP em campo conforme IEC 60 270
Detecção e localização de DP em cabos com
isolamentos poliméricos e de papel
TN 04-09
2.2 Diagnóstico PD – Fontes Típicas de PD Defeito na camada semicondutora externa – Emendas
2.2 Diagnóstico PD – Fontes Típicas
de PD
Defeito na camada semicondutora externa – Emendas
TN 04-09
2.2 Diagnóstico PD – Fontes Típicas de PD Ausência de fita semi-condutora na preparação. TN
2.2 Diagnóstico PD – Fontes Típicas
de PD
Ausência de fita semi-condutora na preparação.
TN 04-09
2.2 Diagnóstico PD – Fontes Típicas de PD Preparação incorreta do condutor TN 04-09
2.2 Diagnóstico PD – Fontes Típicas
de PD
Preparação incorreta do condutor
TN 04-09
Sistemas VLF Portáteis TN 04-09
Sistemas VLF Portáteis
TN 04-09
PHG-TD: Sistema para Ensaio e diagnóstico de cabos TN 04-09
PHG-TD: Sistema para Ensaio e diagnóstico
de cabos
TN 04-09
TN 04-09
TN 04-09
Referências: Mais de 250 Sistemas de diagnóstico operando em todo mundo! USIMINAS Brasil CEB Brasil
Referências: Mais de 250 Sistemas de
diagnóstico operando em todo mundo!
USIMINAS Brasil
CEB Brasil
VALE Brasil
EDF França
TAIWAN Power Company
CSN Brasil
EWE Alemanha
Baosteel Shanghai, China
CLP Hong-Kong
POWER Grid Singapura
CESI Italia
AES ELETROPAULO Brasil
CTEEP Brasil
COSIPA Brasil
CHILECTRA , Chile
CON-EDISON Chicago, USA
RWE Alemanha
Pudong Shanghai, China
London Electricity, Inglaterra
CPRI Bangalore India
TN 04-09
Muito obrigada a todos! TN 04-09
Muito obrigada
a todos!
TN 04-09