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o aceitar o convite e assumir o compromisso de ser oficialmente o orador da turma, muito me passou pela mente

sobre o que dizer neste momento. É certo que deveria servir-me de simples e poucas palavras, mas que pudessem
expressar de maneira singular a emoção, felicidade e satisfação que hoje inunda nossa alma pela obtenção da
graduação em Ciências Contábeis.
Dentro desta filosofia, buscando inspiração para montar este discurso, deparei-me com certo pensamento de Platão,
que há muito também é de conhecimento dos sábios orientais, que ensina que “Grandes caminhadas começam com
a decisão do primeiro passo”. Esta pequena frase tocou-me a alma e percebi o quanto se encontra ligada ao
significado desta cerimônia e a esta etapa de nossas vidas que aqui se encerra.
Lembremo-nos do nosso primeiro passo. Foi dado em dezembro de 2002, ou talvez um pouco antes, quando
decidimos que iríamos nos graduar e começamos a nos preparar para isso. Quando fizemos esta opção estávamos
cientes que muito teríamos que renunciar para alcançar nossos objetivos, mas de tudo, o mais difícil seria abrir mão
da companhia daqueles que tanto amamos. Como foi difícil para nós e para vocês! Mas é com muita honra e com
sincero sentimento de agradecimento que vemos hoje seu sorriso, pai, mãe, irmãos, esposo, esposas, filhos,
namorados e namoradas, agora inundado de profundo orgulho.
Muitos estudaram sozinhos, outros fizeram cursinho, cada um a sua maneira, mas sempre oferecendo o melhor de
si no ensejo de vencer o primeiro obstáculo: o vestibular. Sala cheia, olhares apreensivos e ali sobre a mesa o
passaporte para a vida acadêmica. A se não fosse a sodinha para relaxar e esfriar um pouquinho a cabeça!!!
Passada essa fase ingressamos na faculdade. Esperava-mos as festas, confraternizações e churrascos que são
característicos de início de curso. Mas não foi bem isto que encontramos. “O que? O professor vai passar matéria
no primeiro dia de aula?”. Também fiquei, como muitos colegas, surpreso ao constatar que no primeiro dia de aula
o Prof. Ney iniciaria o conteúdo da sua disciplina. “Ei, me empresta uma folha!”. E assim, professor após
professor, todos iniciaram seus respectivos conteúdos e a aula já no primeiro dia findou-se às 11:05 h. Muitos,
decepcionados ou desanimados com a rígida rotina, logo no início desistiram ou preferiram ir em busca de outras
metas (Mas quem dos amigos formandos aqui presentes não se lembra do nosso querido Anderson e as suas
apresentações malucas no powerpoint?), no entanto, continuamos seguindo, pois sempre tivemos a certeza de que
por menor que fosse a semente lançada à terra, sendo ela de boa qualidade, com certeza, brotaria. É certo que
éramos “crianças” acadêmicas, ainda imaturos e sem a real consciência da importância da graduação.
Acostumados, nas palavras do ilustre Prof. Wellington, a “pagar para não levar”.
Hoje mais maduros e esclarecidos, com idéias mais polidas, vemo-nos um reflexo, ainda que imperfeito, da
faculdade que nos acolheu e nos transmitiu o conhecimento necessário para exercermos a profissão contábil, além
é claro dos conceitos éticos, de retidão, amor, transparência, humildade e responsabilidade sempre presentes quer
seja em sala de aula, nas semanas de iniciação científica, palestras ou seminários.
Não temos dúvida de que nesta faculdade encontramos pessoas com estas qualidades. Alguns deles são nossos
homenageados e estão neste palco. Outros estão sentados na platéia nos assistindo. Infelizmente, não é possível
homenagear a todos. Mas saibam que todos vocês são responsáveis pela nossa passagem. Deixamos aqui o nosso
muito obrigado, em especial, a vocês professores.
Devemos agradecer também à FADMINAS que se apresentou a nós não como uma agência de distribuição de
diplomas, mas sim como nosso segundo lar. A instituição de ensino é porque não a mais poderosa arma com que
contam os povos modernos, tanto para a vitória na guerra como para o progresso na paz, sem esquecer de que
quem a faz é a mente e o coração de seus componentes. Basta pensar que se construirmos um prédio em formato de
igreja e dentro dele não tivermos fé, ele nunca será um templo; se construirmos uma casa para morarmos e não
reinar o amor dentro dela, ela jamais será um lar. Da mesma forma, se erguermos um prédio com formato de escola
e não houver dentro dele ensino e aprendizado, nunca será um lugar de formação. Oxalá que de Deus continue a
iluminar esta instituição na sua missão de ensino.
No decorrer deste período, tivemos sempre em mente que o que faz a vitória do ser humano não é somente a
chegada, mas cada passo, cada minuto, em direção ao alvo, afinal a viagem deve ser tão boa quanto o destino. E
como foi boa esta nossa viagem até aqui! Neste ambiente de profundo e intenso aprendizado passamos, juntos, 4
anos de nossas vidas. Foram inúmeras noites mal dormidas estudando para as provas, finais de semana elaborando
trabalhos, sem contar a angústia pela timidez de apresentá-los à frente da turma, projeto de pesquisa, trabalho de
pesquisa de campo na disciplina de estatística, as provas cujos balanços eram fechados após as 11:30 h (quando
fechavam!!), entre várias outras atividades. Muito sofremos para conseguirmos conciliar o trabalho com faculdade.
Mas uma característica que prevaleceu no Curso de Ciências Contábeis da FADMINAS foi a união da turma para
vencer os obstáculos. Houveram momentos de divergências de pensamentos? Claro que sim. Mas o que é pequeno
não merece menção.
Um ponto característico desta turma era que sempre criávamos situações para descontrair um pouco e aliviar a
tensão do estudo. Não poderia deixar de citar alguns exemplos que praticamente todos os nossos mestres aqui
presentes testemunharam (e às vezes até participaram também!). Quem não se lembra do “Aniversário do
Alysson”? Quer idéia mais criativa? Coisa do Fred. Nosso querido amigo Alysson teria hoje uns 300 anos se
contássemos cada um dos “Parabéns a Você” cantados... Tudo brincadeira... era só uma maneira de descontrair e
relaxar um pouco. E a gozação com o portal das grávidas? Era passar e engravidar! Eram tantas as grávidas
(Elenice, Rosecleide, Euzete, Eliane, Ana Paula) que tivemos que mudar para o andar térrio para evitar as escadas.
E como diria nosso amigo Heverton “Só mais uma coisinha, Só mais uma coisinha” impossível esquecer da
contribuição dos professores, cada um a sua maneira, para esses momentos de descontração. Lembramos aqui do
“fofinho, super cássio e da 1ª dama, super dul, e do Viajei pessoal?? Viajei??” do Prof. Rômulo. Do Prof. Fabiano
recordamos, que nas suas tão bem elaboradas aulas de perícia, às vezes para quebrar um pouco o clima,
incorporava, seriamente, na sua explanação frases do tipo “para cada ovo comido um pinto perdido”. Isto sem falar
no Prof. Emerson que se desfazia em risos da imitação de buzina de kombi velha do Fred.
E foi neste ambiente, durante 4 anos, conciliando muito esforço, perseverança, garra, renuncia e amizade que
conseguimos dar todos os passos para concluirmos a nossa grande caminhada e estarmos hoje aqui nos despedindo
da FADMINAS. Temos hoje a certeza de a profissão que escolhemos está inserida em um ambiente que sofre
mudanças constantes. Temos, então, a missão de estarmos sempre atualizados e preparados para enfrentar novos
paradigmas. Não podemos nos contentar apenas com o conhecimento adquirido até então. Como o mercado de
trabalho é bastante concorrido, sabemos que precisamos aumentar sempre o nosso ritmo para nunca sermos
superados. Não podemos nos dar por vencidos diante dos desafios encontrados no nosso caminho.
Além do bacharelado em Ciências Contábeis, julgamo-nos ainda cidadãos mais esclarecidos. Queremos assim
melhorar a consciência do nosso país, lutar por um Brasil melhor e mais digno. Temos a certeza de que a educação
é fundamental para esse desenvolvimento.
Ficará a saudade desses anos de faculdade, dos amigos, das aulas, das provas, das noites sem dormir, das festas,
dos momentos de angústias, de alegria, de realização, de tudo aquilo que contamos os dias para acabar.
A vontade era congelar e guardar tudo isso, amigos, esta época, tudo.... bobagem... egoísmo de nossa parte. Na
música intitulada Canção da América, Minton Nascimento nos lembra que “Amigo é coisa pra se guardar do lado
esquerdo do peito”. E com certeza do lado esquerdo do peito, aqui no coração, cada um de vocês, mestres e
formandos, já residem.
Há alguns anos atrás, traçamos este objetivo e iniciamos nossa caminhada, hoje um sentimento de realização nos
invade e podemos dizer: A MISSÃO FOI CUMPRIDA.
É por tudo isso que peço a todos os formandos que se orgulhem da nossa conquista, da nossa profissão e orgulhem-
se, também, da formação recebida. Estamos preparados para os desafios que virão. Tenham a certeza de que somos
bons profissionais e seremos ainda melhores amanhã. Só depende de nós.
A todos nós muito sucesso e que Deus nos proteja.
Obrigado.
Iniciamos nossa caminhada no ano de 1995, ocasião em que fomos, entre muitas candidatas, aprovadas no
concurso vestibular.
Durante quatro anos de nossas vidas convivemos no Curso de Pedagogia.
Eram muitos os sonhos de cada uma de nós, mas tínhamos um objetivo comum, objetivo esse que hoje se consagra.

Experimentamos muitas dificuldades, descobrimos que não havia um único caminho, nem somente uma única
resposta às nossas inúmeras indagações.
Para que chegássemos ao dia de hoje, foi necessário que traçássemos nossos próprios caminhos e também
fôssemos capazes de argumentar respostas para as inúmeras indagações que fizemos.
Aqui estamos, chegamos ao fim do nosso objetivo.
Ou seria apenas o começo?
A nossa jornada acadêmica de graduação teve o seu término. Não temos mais as aulas noturnas, os estágios, as
chamadas, o edital de notas.
Parece estranho, mas sentiremos falta daquilo que nós contávamos os dias para que chegasse o fim. Sentiremos
falta das festas da cantina, das bagunças, dos intervalos de aula, da angústia que predominava cada uma de nós nas
vésperas de inúmeros seminários. Sentiremos falta também dos nossos queridos professores. Estes que nos
acompanharam e nos orientaram em cada momento de crescimento intelectual.
Afinal, nosso êxito foi alcançado, e isso só foi possível devido a muita dedicação de cada uma de nós.
Mas esse não foi um caminho que percorremos sozinhas, tivemos o conforto de nossos lares, junto aos nossos pais,
esposos, filhos, namorados.
Tivemos ainda a sábia orientação de nossos mestres.
Contamos com a organização dos funcionários da nossa universidade e a todos eles somos gratas e dedicamos
também a nossa vitória.
Nesse momento chegamos ao fim da nossa vida acadêmica e ao início da vida profissional.
Muitas de nós já trabalhávamos com a educação, como professoras. Mas somente a partir deste dia poderemos
exercer a pedagogia como profissão.
Dois caminhos de nossas vidas se encontram no dia de hoje: o término da vida acadêmica e o início da vida
profissional.
Um que agora celebramos como uma conquista, e outro que deslumbra muitos outros desafios e objetivos a serem
traçados.
No entanto, há algo de mais forte que liga ambos os caminhos: A NOSSA LUTA E NOSSA DETERMINAÇÃO.
A luta se fez presente e sempre estará em cada uma de nossas vidas, tornando-se possível que, busquemos sem
exitar nossos objetivos.
Durante o curso, foram muitos os momentos que fomos testadas, para obtermos o nosso grau.
Resistimos e rompemos cada barreira que nos foi colocada.
Nada mais justo que, no dia de hoje, gozemos de tal felicidade.
Hoje recebemos nosso diploma, símbolo de nossa luta!
Deixamos a universidade, mas não deixaremos nunca o aprender!
A escola da vida ainda tem muito a nos ensinar!
Será necessária a cada uma de nós a atualização contínua, para que realmente possamos realizar agora, não mais
um objetivo acadêmico e sim o objetivo profissional. Pois mais do que nunca, sabemos que o futuro da educação
também está em nossas mãos.
Seria utópico dizer, que sozinhas podemos transformá-la, são inúmeros os problemas que a educação vem
sofrendo. Mas no dia de hoje, cada uma de nós assumimos um compromisso, um compromisso com a
transformação.
A sociedade brasileira vem sofrendo inúmeras influências mundiais.
A humanidade desenvolveu-se tecnologicamente. No entanto, o poder e os frutos de tal desenvolvimento revelam a
pior distribuição da história.
A riqueza e a miséria marcam a vida dos homens no final do milênio.
Segundo Emir Sader, as tendências econômicas que propiciam o desenvolvimento tecnológico são as mesmas que
concentram renda e excluem a maioria da população do usufruto de suas conquistas.
Desta forma, o progresso caminha no sentido inverso à justiça social.
Embora os discursos oficiais sejam outros, torna-se cada vez maiores as barreiras a serem transpostas para que se
construa uma sociedade moralmente justa e politicamente integrada.
Mas qual seria o papel do pedagogo no atual contexto histórico?
São muitas as críticas feitas à escola, já que ela representa para uma porcentagem significativa da população, uma
oportunidade única!
Por isso, a escola deve ser um espaço crítico, capaz de refletir as relações de trabalho existentes na sociedade,
visando a transformação de uma sociedade justa e igualitária.
No entanto, não basta apenas que a escola faça essa reflexão, é necessário o envolvimento de toda a sociedade.
Atualmente, nas escolas, os sonhos profissionais dos alunos são muitos!
Mas quais são as possibilidades de concretização???
A escola falha, quando não discute com os alunos quais são os limites postos pela sociedade na realização destes
sonhos.
O fracasso escolar não pode ser atribuído apenas aos profissionais da educação.
A escolada, nada mais é do que produto de uma sociedade confusa e historicamente determinada.
É nosso papel reavaliar as atuais práticas pedagógicas. Elas devem ser instrumento de reflexões em busca das
transformações.
Não podemos negar que a educação apresenta-se relativamente subordinada à economia e à política.
E, como tal, a década assume inconscientemente um papel na conservação da estrutura social vigente.
A escola precisa romper com a reprodução!
Para tal, é necessário que se instale nas escolas a reflexão.
A escola não pode deixar de cumprir seu papel vital: a transmissão de conhecimentos vivos e concretos!
Segundo Franco, o pedagogo deve enfrentar o desafio de transformar a escola, o que significa assumir um
compromisso com a transformação social, com a melhoria do ensino e com a própria formação do aluno.
É colegas, serão muitas as barreiras que encontraremos, mas estou certa de que seremos capazes de superá-las.
Obrigada.

Um poeta, chamado Antonio Machado, escreveu:


"Caminhante, tuas pegadas são o caminho, nada mas, caminhante.
Não há caminhos; faz-se o caminho ao andar."

Hoje, aqui estamos, dando mais um passo deste caminho. O mais belo é que cada um de nós encarou esta
experiência de maneira diferente. Cada um foi tirando suas próprias lições, de acordo com suas peculiaridades.
Nenhum de nós é igual ao outro, assim como não fomos ao longo do curso.
Tivemos os mesmos professores, assistimos as mesmas aulas, freqüentamos a mesma cantina. Mas nos
mantivemos em nossas diferenças. E é bem verdade que nem sempre convivemos bem com elas.
O problema era que, como Caetano já nos disse tão bem: "Narciso acha feio o que não é espelho". Porém, pouco a
pouco começamos a compreender que talvez não fosse tão feio assim, seria bom darmos uma espiada e
começarmos a aprender a lidar melhor com tal heterogeneidade, e perceber o outro como um ser diferente de nós.
Talvez seja a primeira lição que se deva aprender em psicologia. E, assim, nos modificamos ao longo deste
caminho. Não poderíamos nos manter incólumes, exatamente como éramos no primeiro dia que subimos a
escadaria do belo prédio da praça Santos Andrade, seus corredores, suas bibliotecas... as paredes que foram
testemunhas das mais variadas conversas, de cada aula dada, observando nossa angústia nos dias de prova, e o
sorriso diante do menor sucesso. Cada vez que subíamos aquela escadaria já estávamos diferentes: a Universidade
e a Psicologia nos fizeram pessoas novas.
Estamos cientes que pertencemos a uma classe privilegiada. São poucos os que chegam aonde chegamos, muitos
vítimas de uma perversa inversão social, porém nos dispusemos a trilhar este caminho, e vencemos muito por
nosso esforço pessoal, mas não só a ele. Devemos as melhores condições que nos foram oferecidas às
oportunidades que nos foram proporcionadas e que soubemos aproveitar e, finalmente, à instituição que nos
concedeu este espaço: a Universidade Pública. Uma Universidade mantida pelo governo federal, que possui os
mais variados problemas e virtudes.
Sua função vai muito além do mero informar, pois é o espaço, por excelência, do engendramento e discussão de
saberes novos ou já estabelecidos. É nela que deve estar a pesquisa científica, a extensão e o ensino. É nesta tríade,
hoje muito ameaçada, que reside a razão desta instituição.
Que há mazelas, quem não sabe? Que carece de uma estrutura funcional adequada, que está se desmantelando
pouco a pouco, quem ainda não percebeu? São professores e funcionários, na sua maioria, mal remunerados, falta
de verbas para melhoria das instalações e modernização de sua estrutura. Mesmo assim, continua prestando
assistência médica, odontológica, jurídica, psicológica, entre tantos outros serviços.
Sim, é verdade que muitas vezes nos decepcionamos com ela, afinal por que as coisas não poderiam ser mais
fáceis? Por que vivemos angustiados com a privatização, com a falta de verbas, com alguns professores que
deixaram muito a desejar, e que acabaram por nos fazer prisioneiros diante da burocracia envolvida em um
processo de exoneração? Mas para que servem as decepções senão para amadurecer o sujeito? Será que não é
justamente este universo de dificuldades que nos faz diferentes? Mais sensíveis do que se passa fora da instituição,
um pouco mais críticos, ou ainda como nem tudo pode ser perfeito, um pouco mais desesperançosos, com um
sentimento de impotência face às mudanças que por falta de cocção ou até por alienação, não nos colocávamos em
questão.
Está ou pelo menos deveria estar implícito a todos que, na verdade, nossos estudos não são gratuitos, e que é
preciso dar retorno à sociedade, pois não é o estado benevolente que nos concede a graça de freqüentarmos as salas
de aula. A educação é um direito de cada um de nós dentro da sociedade que sustenta esta Universidade, que paga
por ela.
Existe uma frase de Emanuel Kant que exprime muito do que entendemos sobre educação, que diz: "Tão-só pela
educação pode um homem chegar a ser homem: o homem é o que dele faz a educação".
Ao fecharmos esta etapa devemos nos lembrar desta lição de Kant. Aliás, devemos nos lembrar dela dia após dia,
se quisermos nos tornar homens melhores, cidadãos aptos a construir uma sociedade nova. É a educação, o grande
trunfo para igualdade e a verdadeira democracia. Homens educados são homens que possuem recursos para colocar
em liberdade o seu pensamento, e a liberdade maior é a que se conquista através de idéias, que não podem ser
destruídas pela força, e que dependendo de sua intensidade, imortalizam-se geração após geração e mantêm vivo
aqueles que inicialmente as acenderam.
E afinal, em que consiste este momento senão em um grande "Viva a Educação?" A conclusão de um curso de
terceiro grau em um país como o Brasil, com todas suas contradições e desigualdades sociais, significa a própria
vitória da Educação: a vitória das idéias. A nossa vitória.
E agora quem somos nós? Consertadores de mentes, ditadores do que é a saúde mental? E o que nos garante que
podemos discorrer sobre a verdade do/e para o sujeito?
É bem verdade que não somos seres que estão além dos conflitos humanos ou possuem poderes para desvendá-los
e julgá-los, como alguns estereótipos querem passar. Somos gente, que sofre, que chora, que percebe o mundo e
aos poucos constata que o ser que se constitui como humano é muito mais complexo que nossa vã filosofia pode
supor.
Aqui subvertemos a frase de Kant para reescrevê-la: "Não somente pela educação pode um homem chegar a ser
homem: O homem também é aquilo que faz com a educação que recebe". Que nos desculpe o filósofo do
imperativo categórico, mas quanto mais tempo passamos nas veredas pouco definidas da psicologia, mais
percebemos que o homem é infinitas vezes multifacetado e o seu ser não se constitui como imperativo e muito
menos como categórico.
Ele pode apresentar em grupos ou individualmente, ser uma instituição ou um paciente, ter dificuldades com a
escola ou com o gerenciamento de um departamento de Recursos Humanos. E cada uma destas instituições vai
apresentar a sua especificidade, e cabe a todo o psicólogo colocar-se como agente observador, pesquisador curioso
da situação, para depois propor qualquer espécie de intervenção.
Além disso, a psicologia não pode estar alheia à realidade concreta, deve servir aos interesses sociais ou, do
contrário, tornar-se-á desnecessária, pois de nada adianta prestar-se a pesquisar o homem, compreender seus
mecanismos e comportamentos, se não existir a contrapartida, propor meios eficazes para que tais conhecimentos
obtidos possam contribuir efetivamente para a melhoria das condições de vida deste.
O objeto que escolhemos é extremamente imponderado, contraditório, mas é por isso mesmo fascinante, o
imprevisível tem um sabor que só pode ser provado por aquele que se aventura.
Não temos garantias, porém podemos seguir a frase que Édipo se deparou no Oráculo: "Conhece a ti mesmo e só
assim conhecerá a todos os homens."
Por isso o Psicólogo deve estar sempre prestando atenção em si mesmo, para não cair numa armadilha, onde se
pensa que é uma espécie de Deus, que sabe tudo sobre a mente e os comportamentos humanos. Se trabalharmos
com o desejo, o nosso e o alheio, e este não é por acaso o nome que demos à nossa turma, devemos respeitá-lo.
Portanto a ética do psicólogo deve ir sempre no sentido de respeitar a autonomia do outro, com as opções que ele
possa escolher, não ambicionando dirigir a vida deste de acordo com nossa convicções pessoais, pois o caminho,
como já dissemos, não pode ser pré-determinado, ele só se faz ao caminhar, e as pegadas desse caminho serão
únicas, mas o mais importante é que elas sejam dadas em conformidade com o desejo de cada um.

Sabemos que a profissão que escolhemos está inserida em um ambiente que sofre mudanças tecnológicas
constantes. Temos, então, a missão de estarmos sempre atualizados e preparados para enfrentar novos paradigmas.
Não podemos nos contentar apenas com o conhecimento adquirido até então. Como o mercado de trabalho é
bastante concorrido, sabemos que precisamos aumentar sempre o nosso ritmo para nunca sermos superados.
Reconhecemos o esforço da Universidade para a nossa formação, mesmo em um momento em que sabemos que a
educação no país está praticamente falida. Isto serve para mostrar a todos que o importante é não desistir de lutar
por nossos sonhos.
Não podemos nos dar por vencidos diante dos desafios encontrados no nosso caminho. Lembrem-se: crise gera
oportunidade.
Temos, agora, formandos, a responsabilidade de retribuir à sociedade, o que nos foi investido nesses quatro anos de
ensino gratuito.
Através do nosso trabalho, podemos melhorar o fluxo de informações das empresas e das instituições em geral.
Como cidadãos mais esclarecidos, queremos melhorar também a consciência do nosso país, lutar por um Brasil
melhor, mais digno. Temos a certeza de que a educação é fundamental para esse desenvolvimento.
Hoje, nós, formandos, concluímos mais uma etapa de nossa vida. Com certeza ficarão as lembranças desses anos
de faculdade, dos amigos, das aulas, das provas, das noites sem dormir, das festas, dos momentos de angústias, de
alegria, de realização... Enfim, também ficará em nossa mente, a lembrança desse dia em que estamos aqui para
comemorar juntos a nossa formatura. Há alguns anos atrás, traçamos este objetivo e hoje, um sentimento de
realização nos invade e podemos dizer: A MISSÃO FOI CUMPRIDA.
É por tudo isso que peço a todos os formandos que se orgulhem da nossa conquista, da nossa profissão e orgulhem-
se, também, da formação recebida. Estamos preparados para os desafios que virão. Tenham a certeza de que somos
bons profissionais e seremos ainda melhores amanhã. Só depende de nós.
A todos nós muito sucesso e que Deus nos proteja.
Obrigado.

Que sentimento é esse, que podemos observar na face de cada um dos formandos que estão aqui hoje, com essas
roupas tão escuras e tradicionais?
Que luz é essa que cada um deixa transparecer de forma tão intensa e grandiosa?
Que momento é esse tão mágico que faz com que esqueçamos todos os momentos difíceis que passamos e que nos
fortalece para muitos outros que virão?
De onde vem esse sentimento de força, de certeza, de missão cumprida, que nos faz crer que nossos limites são
muito maiores do que imaginávamos?
De onde vem tamanho orgulho que estão sentindo neste momento, todos os pais destes novos e vencedores
administradores?
Nesses quatro anos, aprendemos muito mais do que o intelectualismo e a racionalidade podem nos propor.
Aprendemos a entender um pouco mais da vida e das pessoas e a ser bons companheiros, amigos e principalmente
bons profissionais. Tivemos a possibilidade de enxergar os vários caminhos que só a vida, os homens e o
conhecimento podem nos proporcionar. Agora, cada um de nós, numa escolha solitária, precisa segurar e abraçar
este caminho, porque dele depende o seu sucesso, o de sua família, de sua comunidade, de seu país.
Nestes quatro anos, fizemos história. É muito difícil que todos nós voltemos a nos encontrar num momento como
este, mas que esse fio de realismo não nos entristeça ou nos faça deixar de sonhar, pois nós temos história e esta é a
essência da vida.
Por um instante pensei em congelar esses amigos tão queridos, esses orientadores tão companheiros e disponíveis,
congelá-los e guardá-los com extremo cuidado!!!
Que egoísmo o meu!!! Que bobagem... Com certeza o mundo não teria graça sem vocês!!!
Por fim, um último pensamento do escritor Paulo Mendes Campos:
Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os
melhores e mais profundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o
seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para
a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: Devo estar diminuindo de novo; em algum
lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.
E eu desejo a todos nós muita paz, muita determinação, muita humildade para reconhecermos e respeitarmos os
nossos próprios limites e também muita serenidade para entendermos os caminhos que a vida nos leva pois, se hoje
ela nos separa é porque um dia ela nos uniu e nós fomos muito felizes.
Obrigada.

Desde a aurora de nossas vidas, temos a responsabilidade de freqüentar as instituições de ensino, que nortearão os
nossos destinos, e nos abrirão as portas para a cultura, base do desenvolvimento pessoal. Desenvolvimento esse
que vis amoldar a nossa personalidade, para que diante de cada escolha que nos seja apresentada, possamos seguir
a mais correta. Não obstante a essas mudanças, típicas de transição infância-adolescência, nos é imputada a
responsabilidade de decidir quais rumos a serem tomados em nossas vidas, "o vestibular", onde temos nossas
aptidões comparadas e medidas. A partir da escolha, a tendência é de nos prepararmos com muita objetividade para
uma futura liderança profissional. A faculdade que nos era um sonho, se tornou realidade, talvez o nosso maior
passo.
Ao ingressarmos no curso de Administração de Empresas, ramificação universitária que direciona o profissional
para diversas áreas, tais como: Contabilidade, Recursos Humanos, Produção, Marketing, entre outras, pudemos
agregar ao nosso conhecimento mais uma visão para sermos capazes de pensar a nível global, pois não será
possível isolar qualquer comunidade, sociedade ou nação do resto do mundo, tendo ao longo alcance, força e
motivação necessária para agirmos com eficácia na transformação do nosso trabalho em realizações significativas.
Nós como administradores de empresas, deveremos ser fortes e eficazes, para enfrentamos os desafios que
aparecerão, perspicazes o suficiente para indicar a direção a ser seguida e saber que devemos ser flexíveis e
capazes de discernir que o trabalho de equipe é infinitamente superior ao individual, pois pouco pode ser alcançado
sem a cooperação de todos.
O alcance do objetivo de hoje foi marcado por um desafio. Muitas vezes o cansaço nos perturbou e a muitos
derrubou. Problemas para vencer, liberdade para provar. Nós, os que ficamos e atingimos o ideal a que nos
propomos, vitoriosos somos. Contudo, não é o desafio que nos deparamos que determina quem somos e o que
estamos nos tornando, mas a maneira com que respondemos a ele. Somos combatentes porque lutamos para hoje
estarmos aqui, somos idealistas, porque sempre ao longo desses últimos anos não tínhamos sequer outra aspiração,
outro ideal a não ser o de se tornar um profissional competente e capaz, plenamente consciente.
Vencemos! E isso nos distingue de muitos. Continuaremos indo atrás de outros sonhos, e menor que eles nunca
poderemos ser, e enquanto nele acreditarmos nada é por acaso.

Magnífico reitor da Universidade da Amazônia, Doutor Edson Raymundo Pinheiro de Souza Franco, em nome de
quem eu saúdo todos os ilustres membros da mesa. Senhoras e Senhores, caríssimos formandos:

Este é um momento muito especial. Inesquecível. Não podemos sentir o que você está sentindo neste momento,
porém podemos imaginar o que esta formatura representa para você. Para muitos a realização de um sonho, para
outros a conquista de uma vitória cheia de obstáculos. Neste momento você está proporcionando muita alegria,
orgulho e emoção para os seus pais, maridos, esposas, filhos e filhas e amigos presentes. Eu me sinto honrado em
ter sido escolhido pelo voto em segundo turno (por uma diferença de um voto da turma 4 gen1) e pelo sorteio, para
ser o paraninfo das turmas de Formação Específica (citar) Pesa sobre mim a responsabilidade de transmitir uma
mensagem que traduza o sentimento de todos os paraninfos e professores aqui representados.

As palavras como as folhas, são levadas pelo vento e em breve ninguém se lembrará do discurso que estamos
pronunciando, por esta razão, deixaremos uma cópia deste discurso no site do nead: www.nead.unama.br.

Gostaria de dividir esta reflexão em dois momentos:

O primeiro momento, olhar para o passado e agradecer. O segundo momento, olhar para frente, para o futuro e
visualizar novos objetivos.

O primeiro momento, para agradecer, em primeiro lugar a Deus, pela vida, pela saúde, pela conquista de uma
vitória. Agradecer pelos pais que proporcionaram a base da educação, afinal a casa foi a primeira escola, e sua mãe
a primeira professora. Agradecer o apoio da esposa, do marido, dos filhos que foram os grandes incentivadores
para que você chegasse até aqui. Agradecer pelos amigos, que muitas vezes sem perceberem deram forças, o
inspiraram a continuar a perseverar em caminhos algumas vezes íngremes, difíceis. Os amigos são verdadeiros
tesouros. Agradecer aos professores pelos conhecimentos passados e também por suas atitudes em sala de aula,
proporcionando lições de vida.

O segundo momento desta reflexão, olhar para frente. Espero que você não vislumbre um futuro com pessimismo,
desânimo ou fracasso. A vida sempre foi composta de dificuldades, quem disse que seria fácil você ter se formado?

Entretanto o mundo abre as portas para quem sabe onde quer ir.

A mensagem que deixo para você é que sejas ambicioso, não ganancioso, pois a ganância é egoísta, porém, ser
ambicioso é algo positivo, significa ter altos ideais,

“Aspirai as alturas e não medis esforços para alcança-la” disse certa vez, White, uma escritora americana.

Muitas pessoas de talento não conseguem atingir nada nesta vida, porque não possuem um objetivo definido pelo
qual lutar.

Ter um sonho faz toda a diferença!

Tenha um sonho, acredite no seu potencial, transforme o seu sonho em realidade, lute, persista, não desanime. Se
cair, levante. Seja completamente apaixonado pelo que você faz. Não se contente com realizações mesquinhas.
Olhe para frente e para o alto como as águias, não olhe para baixo como as galinhas.

A escola da vida, é a escola da experiência como mencionou Samuel Smiles em sua obra o Caráter. A gentileza,
paciência, bondade são importantes, porém, há também a necessidade de coragem, força, energia e perseverança
também. Muitos que se formam saem da faculdade desanimam-se facilmente, falta-lhes a iniciativa, não tem esses
positivos traços de caráter que dão aos homens o poder de fazer alguma coisa, o espírito de energia que acendem o
entusiasmo. Se você deseja que o êxito acompanhe seus esforços, precisa ser animoso e esperançoso. O sucesso
não depende tanto do talento, como de energia e boa vontade.

Para ilustrar este discurso, permita-me contar uma fábula:

Os Três Leões

Numa determinada floresta haviam três leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma
reunião com toda a bicharada da floresta e disse:

- Nós, os animais sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem três leões fortes. Ora,
qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?

Os três leões souberam da reunião e comentaram entre si: É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma
floresta não pode ter três reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir? Essa era a
grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos.
O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois
de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, etc. eles tiveram uma idéia excelente. O macaco se
encontrou com os três felinos e contou o que eles decidiram:

- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na montanha difícil.
Montanha difícil? Como assim?

- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês três deverão escalar a montanha difícil. O que atingir o pico
no menor tempo será consagrado o rei dos reis.

A montanha difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado,
milhares de animais cercaram a montanha para assistir a grande escalada.

O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

O segundo tentou. Não conseguiu . Foi derrotado.

O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.

Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os três foram derrotados?

Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:

- eu sei quem deve ser o rei! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa! A senhora sabe, mas
como?

- Todos gritaram para a águia.

- É simples, confessou a sábia águia. Eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram
fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.

- O primeiro leão disse: montanha, você me venceu.

- O segundo leão disse: montanha, você me venceu.

- O terceiro leão disse: montanha, você me venceu, por enquanto, mas você montanha, já atingiu seu tamanho final,
e eu ainda estou crescendo.

- A diferença, completou a águia, é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem
pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros.

Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão, que foi coroado rei entre os reis.

Moral da história:

A partir de agora, cada um irá seguir o seu caminho.

Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha. Seus problemas, pelo menos na maioria
das vezes, já atingiram seu nível máximo, mas você não. Você ainda está crescendo. Você é maior que todos os
seus problemas juntos. Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance. A montanha das
dificuldades tem tamanho fixo, limitado. E, lembrem daquele ditado: “Não diga a Deus que você tem um grande
problema, mas diga que você tem um grande Deus.” Muito obrigado.

Chegou o grande dia, Senhor, chegou o dia da despedida. Do troféu. O troféu é o nosso
diploma. Galgamos o cume de um monte de onde se descortinam vários caminhos.
Caminhos que serão percorridos de acordo com a vocação e as escolhas de cada um.
Chegou o dia do fim. O dia do começo.

E, como em todas as formaturas é dia de gratidão. Gratidão a ti meu, Deus. Autor da vida
e de tudo o que existe. Gratidão aos pais, professores, funcionários, amigos. E todas essas
pessoas que foram afinando as vozes para que o corpo pudesse entoar sua canção. A
canção esta pronta. É só começar o espetáculo. A cada espaço de tempo, um sinal era
tocado para que as pessoas se preparassem para o momento da estréia. A estréia é hoje.
Tudo já foi ensaiado. É claro que sempre falta um detalhe aqui ou ali. Mas tudo está pronto
para começar. E a vida aguarda os novos artistas. E o mundo está sedento do talento
desses jovens que saem da gruta sem medo de enfrentar as feras que surgiram pelo
caminho. Estão armados. Porque ter medo? Armados de valores,de conhecimento, de
amor. Armados para derrotar o que deve ser derrotado e fazer tremular, no mais alto
mastro, a bandeira da vida, iluminada com o sinal da paz.

O tempo passou rápido demais. No começo, movia-se devagar. Os primeiro dias. Os


primeiros contatos, tudo era novidade. Cada novo momento parecia difícil de ser
aprendido. As notas foram ganhando sonoridade. O som agradável foi contagiando toda a
escola. E os estudantes foram crescendo, tal qual aurora que todos os rincões do mundo. E
essa luz que vinha das conversas, dos risos, das pequenas discussões que faziam da escola
um espaço de magia. E todo o reino era tomado por um sentimento único de esperança.
Alias, no reino encantado da escola, os príncipes e princesas tem o dever de ensinar a
sonhar. Apenas isso e nada mais. E isso já é o bastante.

O sonho está mais vivo do que nunca neste dia. A caverna já cumpriu sua missão. Não é
possível mais viver em seus seguros espaços. É preciso sair para o mundo. É preciso
deixar na caverna tantos momentos lindos que marcaram nossa história.

Toda cumplicidade dos maestros que lá estavam e que anunciavam a luz que nos
aguardava. É preciso levar da caverna os sentimentos corretos. A determinação de não nos
acomodarmos com o que esta acontecendo de errado. Aprendemos que nunca deveríamos
negligenciar os nossos valores, os nossos ideais. E seremos fieis a essa vocação.

Hoje é o dia da formatura. E a emoção desse dia tem de ser um marco que nos proteja do
crime da acomodação e da apatia. Que a juventude que temos seja eterna, e que desejo
de mudar o mundo saia da utopia e habite a realidade. Esta é a nossa oração. Este é nosso
interno amoroso. Estamos prontos. Saudosos de um passado recente. Mas prontos. Podem
abrir as cortinas. O espetáculo vai começar. Proteja-nos, Senhor nesta e em todas as
nossas apresentações. Não podemos desanimar.

Assim seja!
Acabamos de vencer uma batalha, dentre muitas com as quais haveremos de nos deparar. Neste
momento, conquistamos uma vitória... Ao longo de nossas vidas, todos nós fizemos escolhas e fomos
convidados a seguir em frente para atingir nosso ideal. Hoje é o fim de uma trajetória e início de outra.
Estudamos sobre a mente, sobre o comportamento e sobre o desenvolvimento humano. Fomos
trilhando caminhos subjetivos. Nas diferenças formamos nossa identidade. A partir de escolhas,
construímos nosso saber. Amadurecemos. Passamos por vários momentos, obstáculos, situações
difíceis, mas também felizes e enaltecedoras, e hoje já não somos mais os mesmos. É nessa nova fase
que se definirá o nosso futuro, e até aonde cada um chegará na vida. Que nosso conhecimento não
seja um obstáculo à humildade, pois o desejo de ter sempre razão é o maior obstáculo às idéias novas.
É melhor termos idéias suficientes, mesmo que algumas delas estejam erradas, do que termos sempre
razão e não termos quaisquer idéias. Não é importante sermos sérios para todas as coisas, mas
sermos sérios para as coisas importantes, pois, quando um ser humano desperta para um grande
desejo, todo universo conspira a seu favor.

"Voar significa ser feliz, confiar no poder do desconhecido. Significa deixar que o céu nos levante para
as alturas, enfrentando desafios e obstáculos com o nosso amor e saber. É confiar em nossa
competência, e em muitos momentos, sofrer o exílio da companhia de familiares e amigos. Mas voar
também é encontrar novos amigos, uma nova família que compartilhe de nossas idéias e segue nossos
ideais. E, assim, voar mais longe e mais alto em nossos sonhos de realização pessoal e de vida."

Nossa formatura é um sonho concretizado, que iniciou há xxxx anos atrás, vocês são pessoas, que nos
ajudaram a chegar até aqui. Faltam-nos palavras para agradecer a cada um de vocês pelo empenho,
disponibilidade, paciência e toda aquela força de vontade em nos oferecer o melhor. Vocês
conseguiram realizar parte de nosso sonho, possível graças a participação deste grupo: Fulano.....,
obrigado pela paciência e nossas incansáveis ligações e dúvidas, Fulano de tal..., sua atenção,
segurança passada a nós e disponibilidade foram essenciais em nossa trajetória até aqui. Gostaríamos
de agradecer em especial as colegas da cantina/ limpeza/ segurança/ etc., que sempre nos confortaram
com um cafezinho e biscoitos para acalmar nossas incansáveis reuniões. Enfim, sintam-se um pouco
responsáveis pelo nosso sucesso, e recebam neste momento o nosso sincero, muito obrigado.

"Todos vocês que contribuíram conosco, junto riram, choraram, sofreram, mas tiveram sempre nos
lábios uma palavra de coragem, que é uma das causas da felicidade de hoje. Muito Obrigado a vocês,
não importa quantos nomes vocês tenham."

Boa Noite!!!! Acabamos de vencer uma batalha, dentre muitas com as quais haveremos de nos deparar.
Neste momento, conquistamos uma vitória. Ao longo de nossas vidas, todos nós fizemos escolhas e
fomos convidados a seguir em frente para atingir nosso ideal. Hoje é o fim de uma trajetória e início de
outra. Estudamos sobre a mente, sobre o comportamento e sobre o desenvolvimento humano. Fomos
trilhando caminhos subjetivos. Nas diferenças formamos nossa identidade. A partir de escolhas,
construímos nosso saber. Amadurecemos. Passamos por vários momentos, obstáculos, situações
difíceis, mas também felizes e enaltecedoras, e hoje já não somos mais os mesmos. É nessa nova fase
que se definirá o nosso futuro, e até aonde cada um chegará na vida. Nossos caminhos se cruzaram
diante de um ideal comum. Partilhamos cada descoberta, desafios e conquistas. Dividimos medos,
incertezas e inseguranças. Mas somamos entusiasmo, forças e alegrias. A presença dos colegas
tornou mais amena nossa jornada. As intermináveis horas de estudo, as noites não dormidas e os dias
de extremo cansaço foram mais felizes. Hoje, temos um pouco do outro em cada um de nós. Nossa
amizade nos torna mais fortes e embala nossos planos futuros. Se hoje comemoramos uma conquista,
esta se deve àqueles que estiveram ao nosso lado em todos os momentos; que fizeram de nossos
sonhos seus próprios objetivos e de nossos objetivos sua própria luta. Agradecemos nossos
professores, a direção, aos colegas, aos amigos, conhecidos e nossa família, lógico. Queremos
compartilhar nossa alegria com vocês, pessoas tão especiais, que não pouparam esforços para que o
sorriso que hoje trazemos no rosto fosse possível. A vocês, que nos ofereceram sempre o melhor que
puderam nos dar, através de seu olhar de apoio, de sua palavra de incentivo, de seu gesto de
compreensão, de sua atitude de segurança, mesmo quando nos veio o desânimo. Nos momentos
importantes, suportaram nossa ausência, nos dias de fracasso, respeitaram nossos sentimentos e
enxugaram nossas lágrimas. Se em nosso futuro houver obstáculos, fica a seguinte frase: "Se não
houver frutos, valeu a beleza das flores, se não houver flores, valeu a sombra das folhas, se não, valeu
a intenção da semente". Se hoje estamos aqui é porque vocês acreditaram em nosso sucesso e
caminharam ao nosso lado! Recebam nosso "muito obrigado", repleto de amor e carinho.
Contribuição de Chaiane Neis Turma 301/2006 - RS
ANO NOVO
Mais um ano se aproxima. Esperamos que nele tudo se renove. Mas, será que tudo em nós
realmente irá se renovar? Quanto de mim continuará velho? Entramos no período das festas, cheios
de boas intenções, mas para muitos, será certo que depois delas a vida continuará com tudo o que
ela tem de velho.
Assim, estamos de novo no meio de trabalhos e de preocupações que, de novo enchem a nossa
cabeça; os problemas de ontem que não foram resolvidos juntam-se aos novos que surgem e nós,
afobados, dizemos que não temos tempo para resolver isso e aquilo. E então, de fato, não há nada
de novo. Só há coisas velhas, com novas matizes, que de novo aparecem. Notamos que o Ano Novo
faz, todo mundo ficar mais velho, homens e mulheres.
Hoje vivemos sempre com pressa. Não andamos. Corremos. Vamos e voltamos. O tempo passa
e não descansa. Quem não o acompanha, fica velho e quem o acompanha, também fica velho.
Só uma coisa não envelhece em nós por mais depressa que o tempo passe. É o espírito. Se
fosse possível que o mundo começasse a existir de novo para de novo envelhecer, mesmo assim
poderíamos ter um espírito sempre novo.
Então o espírito não envelhece? Envelhece sim! E isso pode acontecer dentro de uma fração
de segundo. Tanto isso é verdade que há muita gente nova por aí que começará o Ano Novo com um
espírito velho!
Há em nós dois homens: o homem velho e o homem novo. O homem velho é o “eu” fechado aos
outros; é a inveja; a fofoca; a falta de entusiasmo; o desrespeito; a intolerância e tudo o que não
presta.
Mesmo que o tempo se renove, o homem velho será sempre homem velho.
Um Ano Novo nunca trará nada de bom a ninguém, se quando ele vier não encontrar, já morto,
o homem velho.
São de Cristo essas palavras: “ Se o grão de trigo que cai na terra não morrer, não produzirá
fruto algum”!
Não sabemos com que disposição você colega começará o Ano Novo. O certo é que o tempo
não renovará nada em você, se você não se dispuser já a se renovar.
Certas de sua disposição permanente em prol da Qualidade da Educação, desejamos
sinceramente que você aproveite mais um Ano Novo que Deus lhe dá!
Dê também o seu melhor! É assim que você será sempre HOMEM NOVO, mesmo que mais um
ano passe!
Um ano de 2010 repleto de crescimento e sabedoria são nossos desejos!
Equipe Diretiva
Gestão 2010/2012