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Woorkshop MAABE

2ª sessão

2ª tarefa

Woorkshop MAABE 2ª sessão 2ª tarefa Comentário ao trabalho da colega Margarida Mota Ler os trabalhos

Comentário ao trabalho da colega Margarida Mota

Ler os trabalhos dos colegas foi, desta vez, uma tarefa mais fácil, tendo em conta que os mesmos se dispersaram quase que de igual forma pelas duas tarefas propostas.

Tinha que escolher um, li-os todos, achei-os interessantes e a opção recaiu sobre a Margarida porque foi o último trabalho que li. A Margarida, tal como a maioria dos colegas apresenta o seu trabalho sob a forma de powerpoint, o que quanto a mim, torna mais fácil a apresentação do tema que se pretende abordar, não torna a apresentação cansativa, maçuda, aspectos que podem levar os participantes a “desligar”.

Pontos Fortes:

levar os participantes a “desligar”. Pontos Fortes: O primeiro ponto forte que encontrei no trabalho da

O primeiro ponto forte que encontrei no trabalho da Margarida começa logo no público-alvo a quem se destina o seu trabalho. Elencou os destinatários, começando pela Direcção da Escola e percorreu todos os intervenientes na Comunidade Escolar, não se esquecendo dos Assistentes Operacionais, dos Representantes das Associações de Pais e ainda os convidados: a Coordenadora interconcelhia e a Bibliotecária da Câmara Municipal de Matosinhos. Temos sempre falado o quão importante é a colaboração do PB/ docentes/PB para em conjunto promoverem o sucesso educativo. Inquestionável. Mas a Direcção da Escola também é chamada a participar neste workshop. Este convite pode ser uma mais- valia para cativar este órgão para o papel da BE no quadro educativo e do recente cargo do PB criado. Julgo que é mais aliciante agarrar as Direcções das escolas em trabalhos deste tipo do que pelas reuniões entre PB e Direcção. Quanto aos Assistentes Operacionais se eles próprios também forem sensibilizados para o que é a BE do séc. XXI, também eles nos ajudarão a direccionar os alunos para a BE. E os pais- ficam a conhecer o que é a nova BE, o papel que ela tem no sucesso educativo, no desenvolvimento de competências e podem de igual modo ser nossos aliados. Há assim um envolvimento de toda a comunidade. Quanto aos convidados vou destacar, não querendo de forma alguma menosprezar a coordenadora interconcelhia, a Bibliotecária da Câmara. Sendo a Margarida Mota do mesmo concelho que eu, está a sentir actualmente a falta da ligação escola/biblioteca pública, que anteriormente existiu. Não estou a criticar o trabalho da Bibliotecária, é preciso, isso sim, conseguir voltar a restabelecer laços. Bem pensado, Margarida!

Lilita Magalhães

12 de Novembro de 2009

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Woorkshop MAABE 2ª sessão 2ª tarefa Como segundo ponto forte destaco a necessidade de auto-avaliação da

Como segundo ponto forte destaco a necessidade de auto-avaliação da BE. Só procurando através de diferentes meios avaliativos, inquéritos, registos de opinião, relatórios, elaboração de estatísticas, se pode aferir se a BE está a alcançar as metas a que se pretende que ela atinja. Só assim podemos avaliar o impacto que está a ter nas actividades, o grau de eficiência dos serviços que presta à comunidade, o grau de satisfação dos seus utentes. A auto-avaliação não é um fim, é um meio que nos leva a reflectir, a melhorar, nós, professores bibliotecários e bibliotecas e a escola em si.Woorkshop MAABE 2ª sessão 2ª tarefa Dois constrangimentos: Como bem diz a Margarida destaco a colaboração

Dois constrangimentos:

Como bem diz a Margarida destaco a colaboração entre docentes e PB. Num momento em que tanto se exige de trabalho burocrático aos professores, em que as relações professor/aluno estão por vezes mais difíceis, devido a uma maior liberdade que os discentes têm no trato com os seus professores, à maneira como encaram a escola ,o factor tempo e desgaste podem ser um constrangimento. Os professores não têm disponibilidade para cooperar com a BE e ainda não a encaram como uma âncora, um ponto de apoio para as suas actividades lectivas.e bibliotecas e a escola em si. Dois constrangimentos: Outro constrangimento identifico-o nas pressões económicas

Outro constrangimento identifico-o nas pressões económicas de que a Margarida fala. A maior parte das BEs não são dotadas de um orçamento e a gestão da colecção pode ser entravada assim como o objectivo que aquela pretende alcançar que é ajudar a promover o sucesso educativo. Se a BE tem um plano de actividades enquadrado pelo PEA a BE tem de ser vista como um pólo aglutinador, como um centro por onde passa toda a escola. Então, faz todo o sentido que a ela lhe sejam afectas verbas.um ponto de apoio para as suas actividades lectivas. E ficam por aqui os meus comentários,

E ficam por aqui os meus comentários, que já vão longos.

Boa noite, Margarida.

Good night for all

Lilita Magalhães

12 de Novembro de 2009

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Woorkshop MAABE 2ª sessão 2ª tarefa Lilita Magalhães 12 de Novembro de 2009

Lilita Magalhães

12 de Novembro de 2009