Sei sulla pagina 1di 63
Interação Homem Máquina PLANEJAMENTO
Interação Homem Máquina PLANEJAMENTO

Interação Homem Máquina

PLANEJAMENTO

Mini CV • Tiago Bockholt Mestre em Ciências da Computação – UFPE (2011) Processamento de

Mini CV

Mini CV • Tiago Bockholt Mestre em Ciências da Computação – UFPE (2011) Processamento de imagem

Tiago Bockholt

Mestre em Ciências da Computação UFPE (2011)

Processamento de imagem e reconhecimento de padrões. Graduação:

Bacharel em Engenharia da computação UPE (2008)

Technische Universität Braunschweig TUBS (2007)

Bacharel em Engenharia da computação – UPE (2008) Technische Universität Braunschweig – TUBS (2007)
Bacharel em Engenharia da computação – UPE (2008) Technische Universität Braunschweig – TUBS (2007)
Bacharel em Engenharia da computação – UPE (2008) Technische Universität Braunschweig – TUBS (2007)
Mini CV • Tiago Bockholt Experiência Profissional Gerente de Projetos – Grupo RBS. (2014) Líder

Mini CV

Mini CV • Tiago Bockholt Experiência Profissional Gerente de Projetos – Grupo RBS. (2014) Líder de

Tiago Bockholt

Experiência Profissional

Gerente de Projetos Grupo RBS. (2014)

Líder de Equipe Samsung CIN/UFPE. (2013)

Consultor de BI Ávila Soluções (2008)

Engenheiro de Software GNS Systems (2007)

Professor de Alemão (2006)

Consultor de BI – Ávila Soluções (2008) Engenheiro de Software – GNS Systems (2007) Professor de
Consultor de BI – Ávila Soluções (2008) Engenheiro de Software – GNS Systems (2007) Professor de
Consultor de BI – Ávila Soluções (2008) Engenheiro de Software – GNS Systems (2007) Professor de
Consultor de BI – Ávila Soluções (2008) Engenheiro de Software – GNS Systems (2007) Professor de
Regras da Disciplina • A aula começa às 19h e termina às 22h. • Grupo

Regras da Disciplina

Regras da Disciplina • A aula começa às 19h e termina às 22h. • Grupo da

A aula começa às 19h e termina às 22h.

Grupo da disciplina: a ser definido.

Aulas teóricas e práticas

Presença

Não há abono de faltas.

Proporcional ao tempo em sala de aula.

Evitem Celular

Participem

Perguntem

Complementem

Corrijam

Interajam

=)

Ementa da Disciplina • Introdução a interação homem-máquina. • Processo de software centrado no usuário.

Ementa da Disciplina

Ementa da Disciplina • Introdução a interação homem-máquina. • Processo de software centrado no usuário. •

Introdução a interação homem-máquina.

Processo de software centrado no usuário.

Métodos da Engenharia de Usabilidade

Projeto dE interação homem-máquina.

Avaliação de usabilidade.

Objetivos Objetivo geral: • Entender o contexto e os objetivos da interação homem-computador, aprendendo como

Objetivos

Objetivos Objetivo geral: • Entender o contexto e os objetivos da interação homem-computador, aprendendo como usar

Objetivo geral:

Entender o contexto e os objetivos da interação homem-computador, aprendendo como usar técnicas e métodos que viabilizem a concepção, projeto e avaliação de interfaces computacionais.

Objetivos específicos:

• Compreender a importância do projeto de sistemas usáveis e sua inserção na engenharia de software;

• Conhecer a abordagem centrada no usuário (User-Centered Design) para o desenvolvimento de software;

• Capacitar o aluno a projetar aplicações usáveis usando técnicas de prototipação de baixa fidelidade;

• Fornecer conhecimentos sobre o processo de avaliação de usabilidade de interfaces computacionais.

Planejamento da Disciplina ENCONTRO DATA PLANEJAMENTO 1 30/jul Entrega do plano de aula e Apresentação

Planejamento da Disciplina

Planejamento da Disciplina ENCONTRO DATA PLANEJAMENTO 1 30/jul Entrega do plano de aula e Apresentação

ENCONTRO

DATA

PLANEJAMENTO

1

30/jul

Entrega do plano de aula e Apresentação dos objetivos da disciplina. Introdução a interação homem-máquina.

2

06/ago

Introdução a interação homem-máquina.

3

13/ago

Processo de software centrado no usuário.

4

20/ago

Processo de software centrado no usuário.

5

27/ago

Exercícios de Fixação

6

03/set

Métodos de Engenharia de Usabilidade.

7

10/set

Métodos de Engenharia de Usabilidade.

8

17/set

Exercícios de Fixação. Atividade Extraclasse

9

24/set

Exercícios de Revisão.

10

01/out

AP1

Planejamento da Disciplina ENCONTRO DATA PLANEJAMENTO 11 08/out Resolução da prova e entrega das notas.

Planejamento da Disciplina

Planejamento da Disciplina ENCONTRO DATA PLANEJAMENTO 11 08/out Resolução da prova e entrega das notas.

ENCONTRO

DATA

PLANEJAMENTO

11

08/out

Resolução da prova e entrega das notas.

12

15/out

Atividade Extra Classe.

13

22/out

Projeto de Interação homem-máquina.

14

29/out

Projeto de Interação homem-máquina.

15

05/nov

Exercícios de Fixação.

16

12/nov

Avaliação de Usabilidade.

17

19/nov

Avaliação de Usabilidade.

18

26/nov

Exercícios de Fixação e Revisão 2.

19

03/dez

AP2

20

10/dez

SUBSTITUTIVAS

21

17/dez

FINAL

Metodologia de Avaliação • Atividade Extraclasse para 1ª Nota. • Atividade Individual. • Assunto: Resumo

Metodologia de Avaliação

Metodologia de Avaliação • Atividade Extraclasse para 1ª Nota. • Atividade Individual. • Assunto: Resumo da

Atividade Extraclasse para 1ª Nota.

Atividade Individual.

Assunto: Resumo da Norma NBR 9241-11 (20 %)

Prazo de entrega: 17/09.

01/10/2014: Prova Calendário FBV (80 %).

Segunda Nota

Projeto (50 %)

03/12/2014: Prova Calendário FBV (50 %).

Segunda Chamada

Mesma proporção da prova que faltar.

Prova: 10/12/2014

Final

Prova: 17/12/2014

Contatos • E-mail: a ser definido. • Coordenação de Computação da FBV • Segundas e

Contatos

Contatos • E-mail: a ser definido. • Coordenação de Computação da FBV • Segundas e Quintas(19h

E-mail: a ser definido.

Coordenação de Computação da FBV

Segundas e Quintas(19h às 21h30)

Bibliografia BÁSICA: 1. Preece, J., Rogers, Y., Sharp, H. Design de Interação: além da interação

Bibliografia

Bibliografia BÁSICA: 1. Preece, J., Rogers, Y., Sharp, H. Design de Interação: além da interação homem

BÁSICA:

1. Preece, J., Rogers, Y., Sharp, H. Design de Interação: além da interação homem computador.

Editora Bookman, 2005.

2. Mayhew, D. J. The Usability Engineering Lifecycle. Morgan Kaufmann, 1999.

3. Snyder, C. Paper Prototyping: The Fast and Easy Way to Design and Refine User Interfaces. Ed. Morgan Kaufmann, 2003.

COMPLEMENTAR:

1. Rubin, J. Handbook of Usability Testing: how to plan, design, and conduct effective tests. John Wiley and Sons, 1994.

2. Nielsen, J. Usability Engineering. Academic Press, 1993.

3. Nielsen, J. Usabilidade na Web. Campus, 2007.

4. Norman, D. A. The Psychology of Everyday Things. New York, Basic Books, 1988.

5. Constantine, L. Software for Use : A Practical Guide to the Models and Methods of Usage-Centered Design. Addison-Wesley, 1999.

Interação Homem Máquina INTRODUÇÃO
Interação Homem Máquina INTRODUÇÃO

Interação Homem Máquina

INTRODUÇÃO

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com

Schweini

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece
Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que

Para Refletir

Para Refletir • O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece

O indivíduo que vai morar em outra região do país. O que acontece com esse indivíduo?

Com ”

o passar do tempo, ele vai adquirir naturalmente o linguajar do povo local, vai assimilar a

sua culinária, o modo de vestir, etc. O que aconteceu com esse indivíduo? Houve o processo de

interação entre ele e a comunidade a que se integrou

Dicionário informal, R7.com

O que é interação Homem Máquina? • É um campo de estudo interdisciplinar que tem

O que é interação Homem Máquina?

O que é interação Homem Máquina? • É um campo de estudo interdisciplinar que tem como
O que é interação Homem Máquina? • É um campo de estudo interdisciplinar que tem como

É um campo de estudo interdisciplinar que tem

como objetivo geral entender como e o porquê as pessoas utilizam(ou não) a tecnologia. (SANTA ROSA e MORAES, 2008)

Interagir não é usar. Contudo, usabilidade faz parte da interação.

Interagir é:

Relacionar-se

Compartilhar Dialogar Afetar desenvolvimento/condição do outro.

Definições • Definição ACM – SIGCHI • Interação Humano-Computador é a disciplina que se preocupa

Definições

Definições • Definição ACM – SIGCHI • Interação Humano-Computador é a disciplina que se preocupa com

Definição ACM SIGCHI

Interação Humano-Computador é a disciplina que se preocupa com o design, avaliação e implementação de sistemas interativos de computador para o uso humano e com o estudo do fenômeno maior que os cerca.

SCAPIN, 2003

É a área da ergonomia que estuda formas de aumentar a compatibilidade entre as características humanas e o processamento/representação das informações através do computador.

IHC é interdisciplinar Ciência da Computação : Promove conhecimento sobre as possibilidades da tecnologia e

IHC é interdisciplinar

IHC é interdisciplinar Ciência da Computação : Promove conhecimento sobre as possibilidades da tecnologia e oferecendo

Ciência da Computação: Promove conhecimento sobre as possibilidades da tecnologia e oferecendo ideias

sobre como explorar todo o este potencial.

Psicologia Cognitiva: Preocupação principal entender o comportamento humano e os processos mentais subjacentes (Estudo da percepção).

Design : A maior contribuição nessa área tem sido o design gráfico, principalmente com o advento da web.

Por que estudar IHC? Visão social: Os computadores contribuem com itens relevantes na sociedade, por

Por que estudar IHC?

Por que estudar IHC? Visão social: Os computadores contribuem com itens relevantes na sociedade, por exemplo:

Visão social:

Os computadores contribuem com itens relevantes na sociedade, por exemplo:

Educação infantil

Apoio à medicina

Controle de tráfego aéreo

Controle de usinas nucleares e hidrelétricas

Controle de missões espaciais.

Apoio às pessoas nas tarefas diárias

Controle de máquinas complexas

Entretenimento (jogos, simuladores).…

Inclusão social.

Em todas estas visões, os interesses econômicos e humanos devem estar alinhados.

Design • Em termos de design, IHC é o estudo do processo de design, e

Design

Design • Em termos de design, IHC é o estudo do processo de design, e seu

Em termos de design, IHC é o estudo do processo de design, e seu objetivo global é promover uma mudança:

Projeto centrado no sistema

de design, e seu objetivo global é promover uma mudança: • Projeto centrado no sistema Projeto
de design, e seu objetivo global é promover uma mudança: • Projeto centrado no sistema Projeto

Projeto centrado no usuário

de design, e seu objetivo global é promover uma mudança: • Projeto centrado no sistema Projeto
Abordagens de desenvolvimento
Abordagens de desenvolvimento

Abordagens de desenvolvimento

Abordagens de desenvolvimento
Abordagens de desenvolvimento
IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu

IHC está em cartaz

IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente
IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente
IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente
IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente
IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente
IHC está em cartaz • Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente

Martin Cooper (1973)

Pioneiro na telefonia celular.

Reconheceu abertamente a influência do filme Star Trek.

Martin Cooper (1973) • Pioneiro na telefonia celular. • Reconheceu abertamente a influência do filme Star
Benefícios do IHC • Aumentar a produtividade. • Reduzir o número e gravidade dos erros

Benefícios do IHC

Benefícios do IHC • Aumentar a produtividade. • Reduzir o número e gravidade dos erros cometidos

Aumentar a produtividade.

Reduzir o número e gravidade dos erros cometidos pelos usuários.

Reduzir o custo de treinamento.

Reduzir o custo de suporte técnico.

Aumentar as vendas e fidelidade do cliente;

Interação Homem Máquina INTRODUÇÃO A USABILIDADE
Interação Homem Máquina INTRODUÇÃO A USABILIDADE

Interação Homem Máquina

INTRODUÇÃO A USABILIDADE

Usabilidade • Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários para alcançar

Usabilidade

Usabilidade • Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários para alcançar objetivos

Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários para alcançar

objetivos específicos com eficiência e satisfação em um contexto específico de uso.

Usabilidade é a eficácia, eficiência e a satisfação com que um conjunto específico de usuários podem realizar um conjunto específico de tarefas em um ambiente particular.

Usar versus interagir • Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários

Usar versus interagir

Usar versus interagir • Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários para
Usar versus interagir • Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários para
Usar versus interagir • Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários para

Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários

para alcançar objetivos específicos com eficiência e satisfação em um contexto específico de uso.

por usuários para alcançar objetivos específicos com eficiência e satisfação em um contexto específico de uso.
por usuários para alcançar objetivos específicos com eficiência e satisfação em um contexto específico de uso.
Usabilidade
Usabilidade
Usabilidade

Usabilidade

Evolução do IHC: Recursos de E/S   Entrada Saída Início cabeamentos leds cartões perfurados
Evolução do IHC: Recursos de E/S   Entrada Saída Início cabeamentos leds cartões perfurados

Evolução do IHC: Recursos de E/S

 

Entrada

Saída

Início

cabeamentos

leds

cartões perfurados teclado

papéis

Hoje

teclado

monitores

+ mouse

recursos de áudio

+ microfone

touchscreen

Futuro?

Linguagem natural

computação onipresente

A considerar

Biometria

Novos recursos de E/S mudarão a forma de interagir com os computadores

Eniac (1943) Uma visão geral do ENIAC, o primeiro computador e integrador numérico eletrônico From

Eniac (1943)

Eniac (1943) Uma visão geral do ENIAC, o primeiro computador e integrador numérico eletrônico From IBM

Uma visão geral do ENIAC, o primeiro computador e integrador numérico

eletrônico

Eniac (1943) Uma visão geral do ENIAC, o primeiro computador e integrador numérico eletrônico From IBM

From IBM Archives.

Mark I (1944) ◦ Leitora de fita de papel Mark I From Harvard University Cruft

Mark I (1944)

Mark I (1944) ◦ Leitora de fita de papel Mark I From Harvard University Cruft Photo

Leitora de fita de papel Mark I

Mark I (1944) ◦ Leitora de fita de papel Mark I From Harvard University Cruft Photo

From Harvard University Cruft Photo Laboratory.

IBM SSEC (1948) From IBM Archives.

IBM SSEC (1948)

IBM SSEC (1948) From IBM Archives.
IBM SSEC (1948) From IBM Archives.

From IBM Archives.

Stretch (1961) ◦ Um close-up do painel de controle do Stretch From IBM Archives.

Stretch (1961)

Stretch (1961) ◦ Um close-up do painel de controle do Stretch From IBM Archives.

Um close-up do painel de controle do Stretch

Stretch (1961) ◦ Um close-up do painel de controle do Stretch From IBM Archives.

From IBM Archives.

Recursos de E/S (Mouse) • Mouse (1964) O mouse é inventado por Douglas Engelbart (EUA),

Recursos de E/S (Mouse)

Recursos de E/S (Mouse) • Mouse (1964) O mouse é inventado por Douglas Engelbart (EUA), se
Recursos de E/S (Mouse) • Mouse (1964) O mouse é inventado por Douglas Engelbart (EUA), se

Mouse (1964)

O mouse é inventado por Douglas Engelbart (EUA), se tornando um dos dispositivos mais importantes
O mouse é inventado por Douglas Engelbart (EUA), se tornando um dos
dispositivos mais importantes para interface homem-máquina.

O movimento do braço é utilizado agora para controlar a máquina.

Útil até hoje.

para interface homem-máquina. O movimento do braço é utilizado agora para controlar a máquina. Útil até
para interface homem-máquina. O movimento do braço é utilizado agora para controlar a máquina. Útil até
Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de

Objetos de Estudo em IHC

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de sistemas

Natureza da interação

Contexto de uso

Características humanas Arquitetura de sistemas computacionais Processo de desenvolvimento Processo de desenvolvimento

Natureza da Interação Investigar o que ocorre enquanto as pessoas utilizam sistemas interativos utilizam sistemas

Natureza da Interação

Natureza da Interação Investigar o que ocorre enquanto as pessoas utilizam sistemas interativos utilizam sistemas

Investigar o que ocorre enquanto as pessoas utilizam sistemas

interativos utilizam sistemas interativos

É possível descrever e explicar

É possível prever as consequências na vida das pessoas

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de

Objetos de Estudo em IHC

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de sistemas

Natureza da interação

Contexto de uso

Características humanas Arquitetura de sistemas computacionais

Processo de desenvolvimento

Contexto de uso Modo próprio de realizar as atividades Conhecimentos e concepções próprios Questões culturais

Contexto de uso

Contexto de uso Modo próprio de realizar as atividades Conhecimentos e concepções próprios Questões culturais e

Modo próprio de realizar as atividades

Conhecimentos e concepções próprios

Questões culturais e sociais influenciam

Contexto de uso do desenvolvedor geralmente é diferente do

contexto do usuário

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de

Objetos de Estudo em IHC

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de sistemas

Natureza da interação

Contexto de uso

Características humanas Arquitetura de sistemas computacionais

Processo de desenvolvimento

Características Humanas Interação com novos artefatos requer capacidade cognitiva capacidade cognitiva Tendência de

Características Humanas

Características Humanas Interação com novos artefatos requer capacidade cognitiva capacidade cognitiva Tendência de

Interação com novos artefatos requer capacidade cognitiva

capacidade cognitiva

Tendência de utilizar interações naturais

Características físicas dos seres humanos

Visão

Audição

Tato

Capacidade de movimentar o corpo

Quem é o nosso “H”?

Quem é o nosso “H”?

Quem é o nosso “H”?
Quem é o nosso “H”?
O que você sabe sobre os usuários?
O que você sabe sobre os usuários?

O que você sabe sobre os usuários?

O que você sabe sobre os usuários?
O que você sabe sobre os usuários? Quase 1/3 da população brasileira é constituída por
O que você sabe sobre os usuários? Quase 1/3 da população brasileira é constituída por

O que você sabe sobre os usuários?

O que você sabe sobre os usuários? Quase 1/3 da população brasileira é constituída por analfabetos

Quase 1/3 da população brasileira é constituída por analfabetos ou semi-

analfabetos

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de

Objetos de Estudo em IHC

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de sistemas

Natureza da interação

Contexto de uso

Características humanas Arquitetura de sistemas computacionais Processo de desenvolvimento Processo de desenvolvimento

Arquitetura de sistemas computacionais Construir sistemas que favoreçam a experiência de uso favoreçam a experiência
Arquitetura de sistemas computacionais Construir sistemas que favoreçam a experiência de uso favoreçam a experiência

Arquitetura de sistemas computacionais

Construir sistemas que favoreçam a experiência de uso favoreçam a

experiência de uso

Dispositivos de entrada e saída

Técnicas de interação

Técnicas de diálogo

Técnicas de construção de interface Computação gráfica

Inteligência artificial

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de

Objetos de Estudo em IHC

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de sistemas

Natureza da interação

Contexto de uso

Características humanas Arquitetura de sistemas computacionais

Processo de desenvolvimento

Processo de desenvolvimento ◦ Influencia a qualidade do produto final. ◦ É importante conhecer. ◦
Processo de desenvolvimento ◦ Influencia a qualidade do produto final. ◦ É importante conhecer. ◦

Processo de desenvolvimento

Influencia a qualidade do produto final.

É importante conhecer.

Abordagens de design.

Métodos, técnicas e ferramentas de construção.

Métodos, técnicas e ferramentas de avaliação.

Avaliar casos de sucesso e de insucesso.

Casos de sucesso e de Insucesso
Casos de sucesso e de Insucesso

Casos de sucesso e de Insucesso

Casos de sucesso e de Insucesso
Projete um sistema que permita Calcular uma expressão aritmética Informar a previsão do tempo Fazer
Projete um sistema que permita Calcular uma expressão aritmética Informar a previsão do tempo Fazer

Projete um sistema que permita

Calcular uma expressão aritmética

Informar a previsão do tempo

Fazer uma conversão de temperatura Consultar as horas em qualquer cidade do mundo

Fazer uma busca na internet

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de

Objetos de Estudo em IHC

Objetos de Estudo em IHC Natureza da interação Contexto de uso Características humanas Arquitetura de sistemas

Natureza da interação

Contexto de uso

Características humanas

Arquitetura de sistemas computacionais

Processo de desenvolvimento

Processo de design de interação

IHC é mais que o desenho da interface!

Situação típica de uso

Situação típica de uso

Situação típica de uso
Situação típica de uso
Conceitos básicos – Usuário e contexto de Uso

Conceitos básicos Usuário e contexto de Uso

Conceitos básicos – Usuário e contexto de Uso
Conceitos básicos – Usuário e contexto de Uso
Usuário Indivíduo engajado num processo de interação. Busca alcançar um objetivo. Está inserido em um

Usuário

Usuário Indivíduo engajado num processo de interação. Busca alcançar um objetivo. Está inserido em um contexto

Indivíduo engajado num processo de interação.

Busca alcançar um objetivo.

Está inserido em um contexto de uso.

de interação. Busca alcançar um objetivo. Está inserido em um contexto de uso. 11/08/2014 Interrface Homem

11/08/2014

Interrface Homem Máquina

Contexto de uso 1. Caracterizado por toda situação do usuário relevante para sua interação. 2.

Contexto de uso

Contexto de uso 1. Caracterizado por toda situação do usuário relevante para sua interação. 2. Momento

1. Caracterizado por toda situação do usuário relevante para sua

interação.

2. Momento de utilização de sistema (quando)

3. Ambiente físico, social e cultural em que ocorre a interação

(onde)

Exemplo

Exemplo

Exemplo
Exemplo
Exemplo – Sistema de edição de slides O contexto de uso pode mudar. ◦ Conforto
Exemplo – Sistema de edição de slides O contexto de uso pode mudar. ◦ Conforto

Exemplo Sistema de edição de slides

O contexto de uso pode mudar.

Conforto do lar (ambiente tranquilo)

Corredores do instituto (ambiente com interrupções)

Sala de aula (situação tensa).

A interface e o processo de interação podem mudar.

Computador desktop (mouse, teclado e monitor)

Laptop (teclado, touchpad e monitor menor)

Smatphone (touchscreen, acelerômetros e monitor ainda menor)

Monitor ou projetor multimídia

Interação Homem Máquina PRÓXIMA AULA: PROCESSO DE DESIGN DE INTERAÇÃO
Interação Homem Máquina PRÓXIMA AULA: PROCESSO DE DESIGN DE INTERAÇÃO

Interação Homem Máquina

PRÓXIMA AULA: PROCESSO DE DESIGN DE INTERAÇÃO