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UNIVERSIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL FEDERAL RURAL RURAL DO DO SEMI-ÁRIDO SEMI-ÁRIDO

DEPARTAMENTO DEPARTAMENTO CURSO DE DE CIÊNCIA DE CIÊNCIAS CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO EXATAS EXATAS E E NATURAIS NATURAIS

CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

Arquitetura e Organização de

Computadores

3- Sistemas de Memória Interna Parte I

Prof. Sílvio Fernandes

Hierarquia de Memória

“Em termos ideais, desejaríamos dispor de uma

capacidade de memória infinitamente grande e que pudesse disponibilizar imediatamente o conteúdo de

Somos forçados a

reconhecer a possibilidade de construir um sistema de

memória estruturado hierarquicamente, no qual cada um dos componentes da hierarquia tenha mais capacidade de armazenamento e um tempo de acesso

maior do que aqueles que o precedem.

qualquer das suas palavras

A.

W.

Burks,

H.

H.

Goldstine

e

J.

Von

Neumann

Preliminary Discussion of the Logical Design of na Electronic

Computing Instrument, 1946

Hierarquia de Memória

Programadores

ilimitadas

instantâneo

de

vêm

memória,

exigindo

de

acesso

capacidades

que

quase

A hierarquia de memória ajuda a criar essa ilusão

Hierarquia de Memória

Analogia:

Estudante que deseja escrever um artigo sobre os importantes desenvolvimentos no hardware dos processadores ao longo do tempo

Selecionou um conjunto de livros da biblioteca e pôs sobre a mesa para pesquisar

Os livros têm as descrições de várias máquinas, exceto EDSAC

Então, ele volta às estantes em busca de um livro adicional

Caso tenha selecionado bem os livros que se encontram sobre a mesa,

existe uma grande possibilidade de encontrar neles a maioria dos tópicos de que precisa

O fato de ter vários livros à frente faz com que o tempo de escrita do artigo seja menor

Não foi preciso acessar todos os livros da biblioteca de uma vez, com

igual prioridade

Hierarquia de Memória

Os programas operam usando essa ideia, chamada de

princípio da localidade

Os programas acessam uma parte relativamente pequena do seu espaço de endereçamento em um instante qualquer

Localidade temporal

Se um item é referenciado, ele tende a ser referenciado novamente dentro de um espaço de tempo curto

Localidade espacial

Se um item é referenciado, itens cujos endereços sejam próximos dele tendem a ser logo referenciados

Hierarquia de Memória

Tiramos proveito do princípio da localidade implementando a memória de um computador como uma hierarquia de memória

Prevê a existência de vários níveis de memória, cada um com tamanhos e velocidades diverentes

Organização da Memória

• •

Capacidade

Tempo de acesso

Custo por bit

Frequência de acesso pelo processador

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Organização da Memória

Dilema

Tempo de acesso mais rápido, maior custo por bit

Maior capacidade, menor custo por bit Maior capacidade, tempo de acesso mais lento

Quando se desce na hierarquia

Diminuição do custo por bit

Aumento da capacidade

Aumento do tempo de acesso

Frequencia de acesso à memória pelo computador

Características Fundamentais

Características Fundamentais 9

Características Fundamentais

Localidade

Interna ou externa

Capacidade

Normalmente em bytes ou palavras

Palavra: normalmente é igual ao no. de bits usados para representar um inteiro e ao tamanho da instrução

em alguns sistemas, a unidade

Unidades

endereçáveis:

endereçável é a palavra

Características Fundamentais

Unidade de transferência

Memória principal: é o no. de bits lidos ou escritos na memória de um só vez (não precisa ser igual a uma palavra)

Memória externa: normalmente são transferidos em

unidades muito maiores que uma palavra e esta são

chamadas de blocos

Método de acesso

Sequencial

Direto

Aleatório

Associativo

Características Fundamentais

Método de acesso Sequencial

Os dados são organizados em registros sequenciais.

Exemplo: fitas magnéticas

em registros sequenciais.  Exemplo: fitas magnéticas Trilha 01 Trilha 02 Trilha 03 Trilha 04 Trilha

Trilha 01

Trilha 02

Trilha 03

Trilha 04

Trilha 05

Trilha 06

Trilha 07

Trilha 08

Trilha 09

Registro físico
Registro
físico
05 Trilha 06 Trilha 07 Trilha 08 Trilha 09 Registro físico (bit de paridade) ‏ Espaço
05 Trilha 06 Trilha 07 Trilha 08 Trilha 09 Registro físico (bit de paridade) ‏ Espaço
05 Trilha 06 Trilha 07 Trilha 08 Trilha 09 Registro físico (bit de paridade) ‏ Espaço
05 Trilha 06 Trilha 07 Trilha 08 Trilha 09 Registro físico (bit de paridade) ‏ Espaço

(bit de paridade)

Espaço entre registros

Trilha 08 Trilha 09 Registro físico (bit de paridade) ‏ Espaço entre registros  O tempo
Trilha 08 Trilha 09 Registro físico (bit de paridade) ‏ Espaço entre registros  O tempo

O tempo de acesso é variável

Características Fundamentais

Método de acesso direto

Cada

bloco

de

dados

possui

baseado na localização física

um

endereço

único,

O

é feito através do acesso direto a uma

vizinhança genérica do registro, e em seguida por uma busca sequencial

acesso

O tempo de acesso é variável

Movimento do braço
Movimento
do braço

Movimento

do disco

Exemplo: HD

Dado buscado (trilha 02, setor 25)

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Características Fundamentais

Método de acesso aleatório

Cada posição de memória possui um endereço único

O tempo de acesso a uma posição é constante, sendo independente dos acessos anteriores

Exemplos:

de

Memória

principal e alguns sistemas

memória cache

000 P1 001 P2 acesso 010 P3 endereços 011 P4 111 P8
000
P1
001
P2
acesso
010
P3
endereços
011
P4
111
P8

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Características Fundamentais

Método de acesso associativo

Tipo de acesso aleatório que compara simultaneamente certo número de bits de uma palavra com todas as

palavras da memória, determinando quais delas contêm

o mesmo padrão de bits

Uma palavra é buscada com

base em parte de

seu

conteúdo, e não de acordo com o seu endereço

Exemplo: Memórias cache

Características Fundamentais

Desempenho

Tempo de Acesso (latência)

Tempo de ciclo de memória

Taxa de transferência

Características Fundamentais

Desempenho (Tempo de Acesso)

Em memórias de acesso aleatório

Tempo decorrido desde o instante em que um endereço é apresentado à memória até o momento em que os dados são

armazenados ou se tornam disponíveis para utilização

Em memórias de acesso não-aleatório

Tempo gasto para posicionar o mecanismo de leitura-escrita na posição desejada

Características Fundamentais

Desempenho (Tempo de ciclo de memória)

Aplicável

aleatório

principalmente

às

memórias

de

acesso

Compreende o tempo de acesso e o tempo adicional

requerido

iniciado

antes

que

um

segundo

acesso

possa

ser

O tempo adicional é necessário para o desaparecimento de transientes nas linhas de sinal

Esse tempo refere-se ao barramento do sistema e não

ao processador

Características Fundamentais

Desempenho (Taxa de transferência)

Taxa na qual os dados podem ser transferidos de ou para a unidade de memória

Para memórias de acesso aleatório:

1/(tempo de ciclo)

Para memórias de acesso não-aleatório:

T N = T A +(n/R), em que:

T N = tempo médio para ler ou escrever N bits;

T A = tempo de acesso médio

n = número de bits

R = taxa de transferência em bits por segundo (bps)

Características Fundamentais

Tecnologia

As mais comuns são memória semicondutora

RAM

Memória de superfície magnética

Disco ou fita

Óptica

CD e DVD

Magneto-óptica

Bolha e holograma

Características Fundamentais

Características físicas

Volátil: a informação se deteriora naturalmente ou se perde quando a energia elétrica é desligada

(semicondutora)

Não volátil: a informação uma vez gravada permanece sem deterioração até que seja deliberadamente mudada (superfície magnética ou semicondutora)

Não apagável: memória somente leitura (ROM)

Memória Cache

Todos os sistemas de memória atuais contemplam uma memória cache

Uma memória principal grande e lenta é combinada com uma memória cache pequena e rápida

Memória Cache

Memória Cache 23

23

Referências

STALLINGS, W. Arquitetura e organização de computadores: projeto para o desempenho. 8.

ed. Prentice Hall, 2009.

DELGADO,

J.;

RIBEIRO,

C.

Arquitetura

de

Computadores. 2 ed. LTC, 2009.

PATTERSON, D. A. ; HENNESSY, J.L. Organização e projeto de computadores a interface

hardware software. 3. ed. Editora Campus,

2005.