Sei sulla pagina 1di 6

Cláudio Hassãt doutOremffsi\a pela u~

Minas Gelais (UFMG) e pós-dootor pelo Centro Bra

Federal de

iro de

Pesqtisas Frsicas (CBPf).oo&aboraOOrde ScientiticAmerican

Brasil, atua romo pesquisador em rosm:>logia e relatMdêkie

modifiCadaoomuma~ mrr1ma. AluaImenteéfWáes.·

sorda Univef>idade Federal de Ouro Preto(UFOP).

m . tado líquido

p

11 a ter um m" ior

grau d

li

rdad ~ ocupand

um maior nú-

m

ro

f

el d

tad

d

nergia do qu

ria no ca

ontinu

da água ólida (

lo).

a 1 m

v r

n

rgia

chegar

m cada ez mais p1óxim do zero na

a ·oluta (Kclvin) estabel

id

m -27

cala

lS. 0

onde a

ntrop.ia

tat"â no mínimo· ou

ja

cala lS. 0 onde a ntrop.ia tat"â no mínimo· ou ja pru iti o, e, im

pru iti

o, e,

a ntrop.ia tat"â no mínimo· ou ja pru iti o, e, im acabam m t rritório

im acabam

m t rritório n

baixa, o qu 1

a uma d' tribuição e tatí ti-

gativo.

ntido, parado 'alm nt

as

ca de Boltzmann invertida como

endo a

mpcratul~ n ~ati · ab olutas

portam como a ma·

adas ou

om-

da

fi-

marca r gi trada d ti aabsoluta.

uma

mperatura n ga.-

t -mpcrclturas

cam acima d

qualqu r t ,mpcratura

iti-

natu1 za parad xal d·

aa

luta.qu

O ignificado d

luta n !gati a pod

nh

m

.

uma t mperatura abso-

r ilu trado

oon id

rando

montanho

fi Iinllt:

rolante

em um terr no ntam topo uma rapidam nte as

rep~

ond

val

umabaixa n rgiapoten ial

alta

n rgia. Quanto ma·

fcrinhru

moverem mai el

adas

rão

uas en rgias cinéticas. ·

im,

começar-

m

va

·

m uma

aumentann

m1

a

ratura abs luta po iti-

n rgiacinéticad

-

fi rinhas aqu

cada v z mai

ndo-as

1

I · irão

regi -

d

palhar

mai

alta

n

rgia,

1 pr

ntadas p I

pont

mai

próxim

fi

d

t

1

fv ~ aqu

r

ferinh

a

mperatura infinita, hav ria tmla pro-

babilidad igual d n ntrarm mqual· qu r ponto d ten· no, tanto no pico quanto

no ale po · 1· ta1iam igualm ·nt distri-

uma

buíd

emtod

ta.d

d

ne1

ia

por-

negati .

p

distri- uma buíd em tod ta.d d ne1 ia por- negati . p a· quen ·
distri- uma buíd em tod ta.d d ne1 ia por- negati . p a· quen ·

quen · cqu ncias, -omo

>.tr mam nt

t

aia d

m

-anhas con-

pcr~u: abcm

por exemplo que , energia flui. tipicam nte

d obj to

com

alta para aqu I vamais baixa ou

:lmpcnltllf"ct posíti a ma·

m t mperatura p

~a, objeto

ma· quen

iti·

aquec m o.~mai. frios até chegarem a uma

mperatum em equilíbrio.

o

ntanto a

·o rgia irá

>mpr ·fluir a partir d

m temperatu

om temperattu"'

i
i

m t

n

ati

c

positivas.

m

ratur

para aqu 1 ntido

n

· ti

i m t n ati c positivas. m ratur para aqu 1 ntido n · ti

mpt

m

muito ma·

mperatur·

qu

iti

n

qu

aquel .

. endo qu

a

n-

tropiad istern com ternperaturanegati-

a comporta d man ira bizarra ou inv r-

a

poi

à medidaqu perdem nergia para o

ambi n com m

pia aum nta , portanto diminui quand

inj ta en rgia um comportam nto in\ r

raturapo iti a,a na

ta en rgia um comportam nto in\ r raturapo iti a,a na o z ro ab

o

z ro ab

luto implicruia

d

ntropia nu1a,

tanto a ntropiado i

ma

tia infinita

a

da mat

lia-en 1 ia con

n i

nal.

ai

p.oi

tod,

as partícul

. i tem,

te'\·

ora, imagin

a

ibilidad d adiei

"diante, voltar m

a

ponto qu

1iam totalm nte acomodad

num me m

nar ainda ma· n t-gia aqu r ft ri-

i ·temas · · · 'm lham a

i ·temas ·

· · 'm lham a

n rgla

·ura

nív '1 fundam ntal.

UM lAÇO T~RMICO

Para começarm~ a compr ·nder a. para.-

doxai

t mperatura

negativas

pod m

nh· · para al-;m do infinito.

qu ' acontt'CC'-

tia?

El

t

nd

riam a

r unir ap

n

em

estad ·

d

alta.· n rgia

ficariam ainda mai

qua:L<;quer temperaturas positi-

~a,não ha~ ria quas nenhuma ou

quen~ qu

vas· ou

do Unive vitacionai ou

d vido a pu

i~

.

efeito anti ra-

TEMPERATURA SUB-KELVIN

O fisico imon Braun ua equipe oba co-

p

n ' r na

uma

mpcratura

mo

ala que na

rdad

xi tindo

é um ciclo

m

u

pouca probabilidad d

tad

nb·á-las n

n

pouca probabilidad d tad nb·á-las n n las d n 1-giamai baixa,jáquelodc;

las

d

n 1-giamai baixa,jáquelodc;

rd nação d

ram oom um

Ulrich Schn id r trabalha- ·

ma artificial compo

o

um

laço

pmtanto é não linear.ll mp ra-

saJta1iam para·

topo das montanh,

com

por

·rca d 100 mil átom

d

potássio

m

tm-

p

itivas (T>OK) ão uma par

do

i-

urna úbit.a in

1

· d

p pulação. E

fi

i ·

uma camara d

v"deu

qu

torna per-

lo

n uanto as bizan

t mp raturas ne-

to bizarr

ainda pouco xplorado · atribuí-

~ itam

n

isolad

do ambi nt

externo.

gati as absolut·

(T<OK) formam a

utnt,

do à

mpcrat1lra a

oluta ncgati\a NCS:SC

átom

fo1·am

friados a uma t 'm

-

n

ndo qu há ntr as duas part

p

i ti

"
"

gativa um laço ircular ou intervalo aber-

 

1 gim

tícul

t a

tatfstica d

di u·ibuição das par-

com a

m

ratura

toma

inv

1 o

ratura de algun

vin umad·

ma·

bilion

baix

im

qu

d

um ~ 1- obtl' m

m

to

mo ponto do z ro absoluto no

Por i

ntr

.

do qu

acont

ria n

proximidad

positi·

la

ratório.

á

mo

no

,

ulu-afrio ft •

o zero absoluto não é ultrape;

ado

vas do zero ab oluto qu

tod

as partícu-

ram então capturad

por armadill1

ópti-

dirctam ntc

pod

r ap nas contornado

uando as t mp mturas

lut

caJa,

ao longo do laço.

saltam para baixo do zero ab

ou ainda

a

tftO acima da 1 gião po iliva d

é c

mo

m além do infinitam nte

ti~

1'

·

m

(

·fi rinhas ) ' ~ ~ncontrariam pmtica-

nte n

li

m vezd

unifom1 men

,
,

·ibuíd·

ou mesmo próxim

tempemturas ncgati

d

val

.

átom~ ocu-

pam mai

estado d

alta energia qu

. d

ca:

com(! ·ix • d 'rai

· )·

·

r.

di ·postO ·

m

mna matriz perfi itamente ord nada. Cada átomo pod mO\fi r- do u local na matriz óptica para local vizinh por (! ito de tu -

fun-

n lamento mas

m perd r algo que

•: \I

S

Os sistemas com temperatura negativa absoluta sao os mais organizados e quen-

tes que·exístem,comefeitos ·milaresàenergia escu~responsável pelaexpansao cósmica acelerada ou antigravidade.

pela expansao cósmica acelerada ou antigravidade. A energia esalra é a enagia dovckuoou um novo

A energia esalra éa enagia dovckuoou um novo "éter': rujo refererrial se toma inal-

<mçávelpelamatéria~ljá queelaél*lqumdaporlJlla btrreiradeveloci· dOOemnima, quesurge quando se unemas forçasgravitaciooaiseeletromagnéticas.

44

i

n tifi

Am rica n Ura i1 1 1\tarço 2013

dam ntal parao xperim nto: ao oontrá.rio

as partículas da ma- r d

d i

tri7. óptica tem um limi

mas natura·

ri

u

n

·a, o qu

ibilita a in

1 -o d

eus

-

tados d ' n 'J'gÍa em um i ma ultrafrio

con

u ntemen

uma temperatura li

i-

ram nte abaixo do zer

ab

lut

ou infini-

tam n

qu ·ntc.

im

a

m

ratura do

· tema não d pend

apen<

da en rgia ci- · partículas

inte-

n ':tica, mas d·t

in

lui as

o qu

ração amb•

n rgia total d

n rgi

potencial

d

com um lin1it

uperior im~

postas pelo cxperim nto.

ÁTOMOS ORDENADOS

Em condi -

normai

átom

t nd

-

riam a

par da red óptica, colap ando

a lom rando-

novam nte

m uma nu-

m di fi rm

ugada

la

avidad . ~"

novam nte m uma nu- m di fi rm ugada la avidad . ~" "'~ o·

"'~

o· ci nti tas fizcrctm aju

para qu

rável a

na rcd

ópti ·a

favo-

fi

ãtom

net

ticam nte ma·

rem

p 11nan

m

uas

[

i

ord nadas. Então

qui ado-

r

I varam

ãtom

at,

u nfvel

upe-

rior d

n rgia total materializando uma

temperatura a

luta n gativa, d

algun

bili né im

d

-K, em um

i

ma que

mant v

táv

t

im a

l'ad óptica fun-

mant v táv t im a l'ad óptica fun- ciona como uma sé ti de fendas

ciona como uma sé ti de fendas ao lo

da

montanha, tnvando a d · ·ida

do

áto-

e:;.:sa· ba11 ir~p

ando di r lam n

d

uma

barr iia da v l

'idad ~mínimaftm io-

mo

(

fi rinh

) montanha a aixo. Neste

caso 00011

ntão um

~ ito antigravita io-

nal qu imped o colap do istem numa

da

ração

ilnilatidad

n J'gla

efeitos bizarr

la ac

I

om

ponsáv 1

ura,

d

-acima do z ro ab oluto -para uma tempe-

a - ab oluto - ond predmnina um r ino d

tranh

n-

t rminada . mp ratura ab

ati

lula

i li a

ratum ab oluta n

fi ito

qu

abaixo· do z ro

lula i li a ratum ab oluta n fi ito qu abaixo· do z ro -

-

compr

bu car m

na d

man ha imilar à bat1-eira da

dad máxima u v locidad da luz

loci-

porém

é um bloqu io para baix·

so do qu

tem

en

fJc:'tra as alu

rgi~ o inv

energi,

r-

pró-

ximas a v locidad da luz no - áJ uo . Nesse

da

>

l)ansão

c6 mica,

mo foi

pr

· to

d

r com b

m uma no a ff ica funda-

ntido a v locidad

mínima tem o m

mo

pelo fi ico teórico

chim Ro ch da

niv r-

m ntadanumanovanoçãod

paço-t mpo

statu

da velocidad

da luz,

ndo uma

idad

d

olônia, na

manha El

m

-

trou qu

mo· :íba.i~

flutuar m vez de

i

m um

ma

mo

áto-

a

do z ro absoluto

·am

rem atraído pela ravi-

d minad

p la

n

1 ia

ma

A ENERGIA ESCURA DO VÁOJO

Em um arli o d

minha autoria publicado

nov-d co

tant

da ,

atu

7.a.

uj

"lor foi

tigor

d "out•-

dn nte obtido (V-1o·t·· m/: ) a pattir

orno a

) e a

on rtan

fundam ntai ·

1

cot

tante de

avitação uni

a1 (

dad

comporkmdo-

d

man ira

m -

na

dição d

jan iro

p

do

(12

)

d

""'""'"tan

d

Planck (h) da fi ica quântica,

Ihant aos

(i ito

r

pul iv

rado pela

Sd.entiftc American Brasil,

anun

i

i

· ntr

utrru.

n t'gla

ma.

a v rdad

não ', po

ív ·I criar , mpc-

manei-

ratur~ ab

lutam n

negati.

d

ra uav

contínua

mpr

baixando a

m-

mna no a abordagem pru-a a n rgia cu- rd com ,,. ·ultado da n ·a'gia d ·vã ·uo ou fund mie ociad a um r fea n ial

m relaçao ao qual

d ·fundo privilegiado

D acordo com a relatividad modifica-

da ·h xi ;t'\ncia d ·um ·(i ·renciaJ d • fun-

d

dad

inatingível de "do à ban ira da

mínima, uma parti ula

nd

eloci-

ria

a

p

ralura, já qu

não

po& fv I romper a

todas ru paatículru mo m mru , br

 

p

rd r toda

ua en r ·a quando

aproxi-

barT ira d z ro absoluto da man ira u ual.

qual n nhuma mat tia oonv n ional.pod

m

da

· locidad

mínima que,

fiosse

Então ', importan

nfatizar qu o zer-o a~

r

pou ·ru· poi · uma bar

ird inft rior

'

alcançada, anularia por compl to a

ua

luto

onlinua

ndo intra

na condição u ual d

poní

uma

t

m

ratura.

a forma,

I

cala

intransponí I d v Jocidad dada por

· n

1

·a, 1

ando-, para o fundo.

o ntan-

uma v locidade mínima não nula c inatin-

t

i

nao

· ITC

poi

quando a

n rgia

,

ív

L

im

. sa ban

ira da

locidad

da

partf. u1a começa a t

nd

r a z r

nesse

mínima proíbe aqualqu r partícula altar

regim

d

baixf

imas velocidade

bem

para o campo d ' fundo ou

pou o absoluto.

tado d

próximo ao fundo (dominad

1

la

n

rgia

de vácuo)

urg

paradoxa1m nte uma bar-

i

ª linear d

p

n · nn

~ xi t um prolongam nto direto ou contí- 5! ~ nu d a ·
~
xi
t
um prolongam nto direto ou contí-
5!
~
nu
d
a · · la para abaixo da barr ir-a do
~
z ro ab olulo.
f
foi
í
l
altar'
br
:c

www.

iam.com.br 45

. ,\ F I Jj I LU , llRI \ . · P . s

. ,\

F

I Jj I

LU , llRI \ . · P . s

 

11

l

'J \0 .

•. R FJ~S

 

· nhador

dopr"m io

obe l d

icad

20U p lad

1

on

co -

. rta da a

1 ração da

xpan ão do

ntr vi

ta coI ti ·ra à impr

nsa na Ro

niv rso,.

n

id

ai

· w

di .h Acad

rad

a notí i"

my of

i

n

i

ntífi m 7 d

mai

dez mbro d

importan

·d

2011.

1998.

a foto,

d

m

reira de ene1 ia infinita m qualquer rela- ção com a própria partícula, mas com 'l

net-gia xterna do vácuo qu com·eça a agir

b1

la funcionando d

altam nt

vi

fom1a análoga a

acopJa

um fluid

fartem n

coso que .

à pattícul.a aum ntando

feti-

~ com

vaJn n ~ a. ' Ué.l mas · a para o infinito

i

'im

ibilitando-a d

atingir a Vi loci-

dade mínima e o 1 ferencial de fundo. te caso diz mos que a barr ira da

es-

locida-

de mínima para uma prutícula tem origem

n (i ito dinâ.mi

d vido a

n rgia d

vácuo impedindo-a de atingir o fundo, pois '

ua m

' ad r

fortem nte o vácuo

o

r - ultado

m nte rn

~ algo

qu

L nd

a

r infinita-

ivo ou com

n rgia infini~

qu

a m~

(m )

. n

pela equação de Ein

rgia (H)

. in E=mtfl.

~uival m

acabamo

de expor passa a as umir um

comportam~nto

bizarro

quando

ob rvam gás 1 :vando em conta a interação d cada parti ula oom o vácuo apar imento d mru a ou n rgia ~ tiva

que tend

acarr taria uma tcmpcr'c~turainfinitam 'nt

grand

as partículas vi to que do ponto d vi ta lo-

cal da-l partí ulru individuai

ra tatia bem próxima do z ro absoluto.

a temperatu-

o

ao infinito no limite d

~ ito de

V. o qu

obr

associada ao

ácuo

PARADOXO APARENTE

O apar nte fi i to paradoxal da t mp ratura

para baix

vrunenteàbaiT irada~ locidademínima V, dando-nos o indicativo d qu o uo do zero .c, bsolulo tem en tropia nula, mas ê. ao

ne1-gi

devido - ·cl ~ i-

m rg

mente coerente (organizado), muito mai qu nte que qu·t]qu r temperatura positiva,

fun ionando· c mo temperatura negativa absoluta im 'vácuo tia fonte d

, o

calor para qua1qu r mat' ria on-

rgia

v ncional o

u no l vmia a fazer oon-

j

uras

com mai

obt

d

a con

rução d

100% d

,efici n ·ia.

moto1

Al'm cli o, confonne explicitei no attigo de jan h'O passado de SeieDtiftc Amerlean

Brasil, a velocidade mínima universal V é a

ban ira

'éter'1 qu~ na escala mológica mani·

inatingív l

do

·váJ uo (um

novo

fi ta como uma antjgla.vidad

gerando a ur-

Pl

ndent aceleração da xpan ão 6 mica.

• a é a próptia en rgia

ura do

ácuo que,

qua ndo

q)Jicada om b _

na id i a da v ler

ddade mínima, pennite pre er comporta-

Considerando agora um gás d

muitas

prutículas qu

na média, tend m para a

-

mo

m e:~ ito bi1

mpo

arro

infinitan1 nte qu n

imilar ao qu

ocorr

um

na in-

m

ntos bizanus oomo a t mperatura infinita

com entmpia z ro

antigravidade,

m con-

locidad mú1ima V. a barreira do vácuo im- po · ·ibilitariaatingir v) · · im fica justifica-

I

ão d e tados do gás com átomos de po-

(X)rdância d · ordem qualitativa com

fei-

tássio qu

saltam para o topo d '

n ·rgia;

tos obtido · na expc Jf' n ·ia do aJ ·mã

.

do que não . e pode

atra\

r diretam nte

ou rompera ban irado zero absoluto um li-

mite inferior impo -to pelo pt'6plio V'cÍcuo.

Nesse r

ponto d

'me, próximo da Vi locidad

V. do

vi ta d

ada pa1tf 'ula (átomo) in-

dividual teríam . uma en rgia méd.'ia por

paJtícuJa qu tend ria a zero

p01tanto

·tarfamo cada vez mai pró~im · do 1.ero ab-

luto num ~r'·ultran

fiiado.

f~importante 1 r bcr no ntanto que

mo regime de baixas en rgias que

Q.M: m

4

6

, 'ci

nt ifi

. m

ric.1 n Brru i! I Março 201 3

mantendo a entropia baixa, embora, n~

exp Iiência,

nhamos a

nas contornado o

zero absoluto pela nova ~la nã lin ar d

temperatura, atravé

da para formar ·

de técnicas

ópticas.

grad

ofi tica-

A en rgia mai

fundrunental d

vá.cuo

a

.aria as ociada à v locidade mínin1a

entropia nula d z ro absoluto po1 mcom

umatemperatura infinita do ponto d vi ta col tivo ou global Portanto o vácuo ligado à velocidade miniina é um. · tema aJta-

, m experimento qu

podetia . r usado

um. · tema aJta- , m experimento qu podetia . r usado r a >.1 lência

r a >.1 lência da velocidad

míni-

ma universal V ria udlizar um (i ixe d la-

fliado

com tempcratur· cada "' z mai · próximas

r atrav

1do um gás ultran

do zero ab oluto (conden

do

d

Bo e-

- •i

ri

t

to).

mojãob

rvado m1aborató-

a-e-

a velocidad da luz é drasticament:

duzida num cond nsado.

im

:peramo

qu

a

'lO ·dad ·da luz nc

·

m io ultraf1io

e aproxim do

u alo r mínimo V.

j

1

f

j

J

A UNIFICAÇÃO DAS FORÇAS BÁSICAS

O paço-tempo da temia da rela ·vidad

im "\tri a,

velocidad

m d

i

Hmit

da luz c e a

d

lo idad

a

locidade mínima

iada a um novo 'éter

(

n

rgia d

mínima V· iada a um novo 'éter ( n rgia d u campos elétrico e magnético
mínima V· iada a um novo 'éter ( n rgia d u campos elétrico e magnético

u campos elétrico e magnético em imi

laridade com alu7.

co qu ori ·na do. u movimento. orno

a carga el trica

move com velocidade

c nstant

para um dado ob

rvador

la

oti

md uma

1

idad

mfnima está

ctia para ele mn campo magnético. Logo

1i'

po

ív J·mular o

·u campo magnéti-

na gravitação atuando no túvel

po

efeito gravitacionais im

ubatômico

ibil'tam

vácuo) ou

r

fi r

ncial d

fundo inatin ív J

1 la maté1ia conv ncional

urg

quando

o

e n

imaginru·m

no m

cial do elétron d

fonna qu

mo 1

fer

aria

n-

m

a exu tência d o

com

m

i. tem,. uma imp

inerciw perfi it

ibilidad

de

e

n-

unifica (a

pla) a força gra: itacional

pou o para nó

ou

m

irútm

a

ntrarm

um campo magn 'li

com a 1 tromL n"tica, guindo a m ma

u campo Jétrico d 'Vido ua carga lé-

u campo Jétrico d 'Vido ua carga lé-

uma parti ula can gada qu

nulo para mo

m

linha d inv ·tigc1ção d Ein . •in na bu ca

da mia d campo unificado.

ina ~edita aqu atemiad unifi-

c;ação 1 va a natur-ctlm nte à compr nsão

da mecânica quântica inclu ÍVI da In rteza, qu prol m di r

m nte, com

imultan a- ntum (v lo i ·

o Ptincípio

Ein

rteza o mom

tri ,.

d 1

qu

[i

r

fica pr

n ',al.

rvada com a mudança

Einstein u

u o raciocínio

qu" acabamo

d ' faz "r para o

rém ele oonsid rou

imag1nando

n

a hintrar um ~ fet

anul

a v l

idad

da onda

iJnilar ao

1~tron po-

para a luz, ncial qu

l trom" . -

acel ração. Em

unive1 a1 foi deduzida a partir da in

ção da el tmdinãmica das parti ulas moven-

do- · ' m campos gravitacionai .

ín

' e a Vi locidad

mínima

tiga-

as proximidad

ma, a

r latividad ·

da velocidad im · trica pr v~

míni-

ti it

qu

- o av

ao produzido

velocida·

dad )

a '"""'"'·i ão de uma prutí ula

ubat{)

n

· tica (v

lo idad

da luz). ·J

perguntou:

d

próxinl'

à da luz.

orno }IÍ mplo dioO>iJV,

mica.

ntra a int rpr taçã

probabilista

mica. ntra a int rpr taçã probabilista fo · f 1 iajar brc um rai d

fo

·

f

1

iajar

brc um rai

d

on

uma dilatação do

paço manifl

-

da mecânica quântica. in

in dizia: "Deu

nãojOf!a datJ

tulou a in ariãncia

da luz para c mpatibilizar a

mecamca m a · l ·trodinamica. Para i o

te\" de PI ervar a imetria do letmmagn

ti mo ( as equaç - d axw -U) 1 'ando ao

abandonod antigocon ito mecãnico (con· vencional) d 'ter a ub "ncia qu p1 n-

da 'VI locidad

Em 1905 Einst in

"ncia qu p1 n- da 'VI locidad Em 1905 Einst in pennitiria a pr pagação da

pennitiria a pr pagação da

onda lumin

a Agora no

ntanto

o ' ét e

r :toma ·ob uma nova

upag m não con-

n i nal atra

da invariância d urna

lo-

cidade IlÚIÚma.

ACOPLAMEN"fOS CONSISTENTES

o bu carm

o a

plam n

-

n 1

nt

ntr a gravitação

bem

qu

a pr

1 lrom . 1

o nça da gravidad

ti

mo

(ac te-

a-

ração) d

uma pa1tf ula num campo gra: i-

tacional é incompatí

1com ·

· tem

d

(i 'I

te)

n

n 'iai

in

rei ai · (

quai _o r pou o

1ocidad • ·

n tan-

ins r. Logo n

-

cont

cto o apar

im nto da gravitação

cria a n

~ locidade mínima qu proíbe a matéria

idad

d

ha:

r uma ban irad

luz,

gunta,

moeuv tiaomundo?. tionou a validad · d

1

qu

m

renciai

in

r iai

(galil an

) da m

aper-

r

fi

nica

quando conflí ntado com o mo im nto d

w11 raio lumino, luz bed

, poi ·

a v locidade da

· pou-

a noção g-<tlilcanad

relati o urgiria uma

uebra d

im llia

(co

ti

· tên

ia) d

campos · I'tiico

magn ·

da onda lumin

qu

no hipo ~ ti

· I' tiico magn · da onda lumin qu no hipo ~ ti tado d repouso

tado d

repouso obv

1ia fonnada

d ' tmin-

cto dinâmico ou a depend n-

magn 'tico

a luZt ta ionári

1, bico

ou a depend n- magn 'ti co a luZt ta ionári 1, bico d cia d

d

cia d

·o

u ,

u

cam

om o tempo.

im a toolia d

MaÃ"\

11

qu

d

r

v

a propagação da luz, falhru:ia

diante das trctnsformaç-

inercial da m cãnica galileana e ma 1'0 có-

d '

rcfe ·n ·iaJ

pica, ond o 1

tre o

. oluçã

pou

para

l tromagn f

ocon

naturalm nte.

·incompatibilidad

en-

mo

a mecânica foi co-

locar a v J

idad da luz num ·tatu · ptivil

·L d

tendo

d

limil

mpx

o m

uperior d

v locidade,

mo valor m relação ao

movim nto d

qualqu r obj to.

m ~.

valor m relação ao movim nto d qualqu r obj to. m ~. perc ia da

perc

ia da

mo intuitivam nt qu

1

idad

a in ruiân- não

t

da luz • um as

conv ·n ·ional cl · tingi r o ·tado do rcpou . o

galileano d

um no o status d

r

fi ren ial

a

luto dado por um n

ond

a noção d

pou

é

liminada até

uma Vi locidad

míni-

m

mo para

partícul

d

matéria

invruiancia d ma é a

ig~nciaqu n

po. ibilita ompa-

v

n ional (elétron).

ndo

in1

n- a luz (fó~

tibilizar letrodinãmica fei gmvitacio-

ton)

a matéria no ní

1 ubatôrnico ( 1~­

nai ·.

 

admitinno · a

liminaçã

tr<>n) ficatiam

m de igualdad

por

d

con

,

,

·a

fi

i

não in 1-ciais da

mpl ta ·avidad

ao

id mrm

hipót .·

n

a

i

t

in

r iais

mas po. ibilitaria

nas

ncontrar

pert n

r

1 m a um

ist ma d u

n

m

JaJ

a noção d

ãa,

a

um limiteinfi 1iord v locida-

1 pou

repot o ou o

. tado d

equilíbrio para, por

xi t·nciad d ' absoluta, 1

ando à im

·ibilidad

d '

exemplo um I· tr n (partí ula com carga

n gativa) anulando o

u campo magn ti-

ncontrar ·r pou

d formaamant r

m

mpr ac

m

para o el ·trem

xi

nciad

tandcr

c pattí ula, qu

m

rteza na

mostrado qu

traz

i

m

(i

i

a perda d

localizaÇc.'io da

palha no fundo.

ição em

daí

r i

m-

, f

a r latividad quantico .

im 'tlica

Enfim~a bu ca por uma teoria consi-

tente da gravidade-quântica d v ria

ntendim nto da en r-

giae cura como a font d a l raçã da x-

fundam ntada no

tar

pan ão d

ni

até m

m

· tal

z. a

font

inimaginá' i · 'cnologias.

d

g ração d

ner'gia utilizá~ l para

'cnologias. d g ração d ner'gia utilizá~ l para ~.c é um nátiopmmi r; m por

~.c éum

nátiopmmi

r; m

por n-

quanto par

xo da linha do hori1.onte contemplá-lo com

a d finição d ·

estar ituado um pouco abai-

~áv 1 talv z

r uma

m

ra qu

àod

mpo.

PARA CONHECER MAIS

Quantum gas goes below absolute zero, 'Z1!eya

Mcrali, Nowre, 3 de janeiro, 2013.

A surpreendente aceleração da, expansão cósmica. C.

Na i f, Scientific American Brasil , n 128, 74-81, janeiro

de2013.

Oouble speci:al relativity wíh a minimum speed and the uncertaínty princip ie, C. Na if, lntemalional )our-

nal of Modem Physics D, vol. 21, ~ 2. 1-20, 2012.

Delormed specia l relativity with an energy barrier of a

minimum speed, C. Nas if, lntcmaúonitiJoumal of Mo-

dem Phys ics O, vol19, n 5, 539-564. 2010.

Deformed specia l relativity with an invariant mini- mum speed and its cosmological implications. C. Nas-

si[ Pramana Joumal of P11ysics vol.71,n 1,1-t3, 2008.

Negative absolute temperature for motional degrees offreedom, S. Braul\ J. P. Ronzheimcr, M. Schreibcr, S. I S. Hodgman, T. Rom, I. Blodl, U. Sdlneider, Science

vo1339,52-55, DOI: 10.1126/science.1227831.

Negative temperatures?, Lincoln O. Carr. Sdence,

vol339. 42·43. 001: 10.1126/ sáence.1232S58.

On electtodynamics of moving part.ides in gravitatio-

nal fields, C. Nassif, arXiv: physics/0702095.

~///////~