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DETERMINANTES
DETERMINANTES

DETERMINANTES

CLASSE DE UMA PERMUTAÇÃO

Definição: Um conjunto X= {A B C }, a classificação das permutações ocorre a partir da contagem de inversões ocorridas entre os elementos desse conjunto, podendo ser par ou ímpar. A permutação A C B, ocorre uma inversão entre o C e o B, então ela é ímpar. Já na permutação C A B, ocorre duas inversões, primeiramente entre o C e o B, e depois entre o C e o B; logo ela é par.

Aplicação:

A permutação é muito importante, e ela pode nos ajudar a descobrir palavras, como anagramas, que por meio da permutação simples nos indica quantas palavras são formadas a partir de x letras; o número de possibilidades de acerto; ajuda em investigações nas probabilidades.

Conclusão:

É importante salientar que a classificação da permutação é feita a partir da contagem de inversões ocorridas; não da quantidade de permutações que um número n de elementos pode formar.

Exemplo 1:

de inversões ocorridas; não da quantidade de permutações que um número n de elementos pode formar.

TERMO PRINCIPAL E TERMO SECUNDÁRIO

Definição: Dada uma matriz quadrada A, de ordem n, ao produto dos elementos da diagonal

principal dá se o nome de termo principal.

Definição: Dada uma matriz quadrada A, de ordem n, ao produto dos elementos da diagonal

secundária dá se o nome de termo secundário.

Exemplo 1:

secundária dá se o nome de termo secundário. Exemplo 1: Exemplo 2: Exemplo 3: 0 Conclusão:

Exemplo 2:

dá se o nome de termo secundário. Exemplo 1: Exemplo 2: Exemplo 3: 0 Conclusão: Termo

Exemplo 3:

0
0

Conclusão: Termo principal e diagonal

principal são, basicamente, a mesma coisa,

assim como termo secundário e diagonal secundária.

DETERMINANTE DE UMA MATRIZ

Definição: Determinante de uma matriz quadrada é a soma algébrica dos produtos que se obtém efetuando todas as permutações dos segundos índices do termo principal, fixados os primeiros índices, e fazendo-se preceder os produtos do sinal + ou -, conforme a permutação dos segundos índices seja de classe par ou de classe impar.

Conclusão: Conclui-se que para a utilização desta definição e para o cálculo de determinantes deveram ser dadas algumas informações para melhorar a compreensão do assunto.

PRELIMINARES PARA O CÁLCULO DOS DETERMINANTES DE 2ª

E 3ª ORDEM

Exemplo 1: Permutaçã Permutaçã Número de Classe da Sinal que o o inversões permutaçã precede
Exemplo 1:
Permutaçã
Permutaçã
Número de
Classe da
Sinal que
o
o inversões
permutaçã
precede o
Principal
o
produto
12
12
0 par
+
12
21
1 ímpar
-
de
O total de permutações dos
números 1 e 2 é: P 2 = 2! = 1 x 2 =
2
Exemplo 2:
P 3 = 3! = 1 x 2 x 3 = 6
Permutação
Permutação
Número
Classe
Sinal que
Principal
de da
precede o
inversõe
permutação
produto
s
1 2 3
1
2 3
0
par
+
1 2 3
1
3 2
1
ímpar
-
1 2 3
3
1 2
2
par
+
1 2 3
2
1 3
1
ímpar
-
1 2 3
2
3 1
2
par
+
1 2 3
3
2 1
3
ímpar
-
- 1 2 3 2 3 1 2 par + 1 2 3 3 2 1

Definição: Para a

Conclusão: Os conceitos preliminares para o cálculo dos determinantes de 2° e 3° ordem estão ligados às permutações dos números, sendo que o número de inversões na permutação define a classe da permutação e o sinal que precede o produto.

correta aplicação da

definição

determinante de uma matriz, é importante levar em consideração as tabelas referentes às permutações de certos números, onde o número de inversões determina a classe da permutação (par ou ímpar) e o sinal que precede o produto (+ ou -).

CÁLCULO DO DETERMINANTE DE 2ª ORDEM

Definição: O determinante de ordem dois possui uma diagonal principal e uma diagonal secundária, por definição o determinante da matriz A, é de 2ª ordem, dado por:

A=

o determinante da matriz A, é de 2ª ordem, dado por: A= O multiplicar os elementos

O

multiplicar os elementos entre si, fazendo a associação dos sinais indicados:

det A é calculado usando uma regra prática, onde deve-se seguir os traços da diagonal, e

prática, onde deve-se seguir os traços da diagonal, e A diagonal principal negativo e diagonal secundária

A diagonal principal negativo e diagonal secundária positiva podendo mudar de acordo com os

elementos presentes na matriz.

Exemplo 1:

Exemplo 2:

com os elementos presentes na matriz. Exemplo 1: Exemplo 2: Exemplo 4: Exemplo 3: Exemplo 5:
com os elementos presentes na matriz. Exemplo 1: Exemplo 2: Exemplo 4: Exemplo 3: Exemplo 5:
com os elementos presentes na matriz. Exemplo 1: Exemplo 2: Exemplo 4: Exemplo 3: Exemplo 5:
com os elementos presentes na matriz. Exemplo 1: Exemplo 2: Exemplo 4: Exemplo 3: Exemplo 5:
Exemplo 4: Exemplo 3:
Exemplo 4:
Exemplo 3:
Exemplo 5:
Exemplo 5:

Conclusão: O calculo de determinantes de uma matriz de segundo grau é bem simples sempre lembrando de algumas regras como a matriz para ter um determinante de segundo grau sempre tem que ser uma matriz quadrada, o calculo do determinante é sempre feito pela diferença que pode mudar dependendo dos valores dos elementos presentes na matriz.

CÁLCULO DO DETERMINANTE DE 3ª ORDEM

Definição: Se uma dada matriz for de ordem n=3, utiliza- se a Regra de Sarrus para obter o valor do determinante da matriz, de acordo com os seguintes procedimentos. Tendo como base a matriz:

com os seguintes procedimentos. Tendo como base a matriz: 1ª Representa-se a matriz original e repetem-se

1ª Representa-se a matriz original e repetem-se as duas primeiras colunas ao lado da terceira coluna:

as duas primeiras colunas ao lado da terceira coluna: 2ª Multiplica-se os elementos da diagonal principal

2ª Multiplica-se os elementos da diagonal principal de A. Seguindo a direção da diagonal principal, multiplica-se , separadamente, os elementos das outras diagonais.

, separadamente, os elementos das outras diagonais. Assim obtendo os produtos da direção da diagonal principal

Assim obtendo os produtos da direção da diagonal principal (esquerda para direita) a 11 . a 22 . a 33 ,

a 12 . a 23 . a 31 e a 13 . a 21 . a 32:

3ª Multiplica-se os elementos da diagonal secundária de A, trocando o sinal do produto obtido. Seguindo a direção da diagonal secundária, multiplica-se separadamente, os elementos das outras duas “diagonais”, também trocando o sinal dos produtos.

“diagonais”, também trocando o sinal dos produtos. Assim obtendo os produtos da direção da diagonal

Assim obtendo os produtos da direção da diagonal secundária (direita para esquerda) a 13 . a 22 . a 31 ,

a 11 . a 23 . a 32 e a 12 . a 21 . a 33

4ª Agora se obtém o det A somando todos os resultados obtidos no 2° e no 3° itens:

a 12 . a 21 . a 33 4ª Agora se obtém o det A somando

Exemplo 1:

Exemplo 1: Det B = 0 – 40 + 0 – 15 + 0 – 4
Exemplo 1: Det B = 0 – 40 + 0 – 15 + 0 – 4

Det B = 0 40 + 0 15 + 0 4 = -59

B=

1: Det B = 0 – 40 + 0 – 15 + 0 – 4 =

Det B =

Det B = 0 – 40 + 0 – 15 + 0 – 4 = -59

Exemplo 2:

– 40 + 0 – 15 + 0 – 4 = -59 B= Det B =
Exemplo 3: Diagonais principais Diagonais 0 * 5 * 1 = 0 secundárias Determinante DA
Exemplo 3:
Diagonais principais
Diagonais
0
* 5 * 1 = 0
secundárias
Determinante
DA = 50 – 34
1
* 6 * 3 = 18
2
* 5 * 3 = 30
DA = 16
2
* 4 * 4 = 32
0
* 6 * 4 = 0
1
* 4 * 1 = 4
0
+ 18 + 32 = 50
30 + 0 + 4 = 34

Aplicação: A regra de Sarrus é um meio alternativo para calcular o determinante de 3° ordem, sua aplicação permite o cálculo de maneira prática, relacionando a diagonal principal com a diagonal secundária.

Conclusão: Com base no esquema abaixo a regra de Sarrus ou muitas vezes chamada de regra da borboleta. É preciso ter uma maior atenção ao efetuar esse cálculo pois é uma regra com um

procedimento detalhado, e pelo fato dos sinais serem distintos na diagonal principal e suas

paralelas com o sinal positivo e na diagonal secundária e suas paralelas o sinal ser negativo.

diagonal principal e suas paralelas com o sinal positivo e na diagonal secundária e suas paralelas

DESENVOLVIMENTO DE UM DETERMINANTE DE ORDEM N POR UMA LINHA OU POR UMA COLUNA

Definição: Para facilitar a resolução pode se repetir o raciocínio e o roteiro do calculo de um determinante de 3ª ordem para um determinante de 4ª ordem, se chegara à conclusão em que o determinante poderá ser calculado desenvolvendo o por qualquer linha ou coluna, devendo- se ter absoluto cuidado com a alternância dos sinais + e que precedem os produtos formados, alternância essa que, para o determinante de 4ª ordem, é a seguinte:

Exemplo 1:

de 4ª ordem, é a seguinte: E x e m p l o 1 : Exemplo

Exemplo 2:

ordem, é a seguinte: E x e m p l o 1 : Exemplo 2: Solução:
ordem, é a seguinte: E x e m p l o 1 : Exemplo 2: Solução:

Solução: Como a matriz é do tipo 4×4, vamos usar o Teorema de Laplace e depois a regra de Sarrus. Para aplicação do Teorema de Laplace convém escolher uma linha ou coluna da matriz com o maior número possível de zeros. Logo, escolhemos a primeira linha como referência.

zeros. Logo, escolhemos a primeira linha como referência. Conclusão: Conclui-se que para a resolução da

Conclusão: Conclui-se que para a resolução da determinante de 4ª ordem pode-se usar o mesmo raciocínio da determinante de 3ª ordem, sendo assim o determinante poderá ser calculado desenvolvendo-o por qualquer linha ou coluna.

TEOREMA DE LAPLACE

Calculo do determinante da matriz C, utilizando o teorema de Laplace:

determinante da matriz C, utilizando o teorema de Laplace: De acordo com o teorema de Laplace,

De acordo com o teorema de Laplace, devemos escolher uma fila (linha ou coluna) para calcular o determinante. Vamos utilizar a primeira coluna:

calcular o determinante. Vamos utilizar a primeira coluna: Precisamos encontrar os valores dos cofatores: Sendo assim,

Precisamos encontrar os valores dos cofatores:

coluna: Precisamos encontrar os valores dos cofatores: Sendo assim, pelo teorema de Laplace, o determinante da
coluna: Precisamos encontrar os valores dos cofatores: Sendo assim, pelo teorema de Laplace, o determinante da
coluna: Precisamos encontrar os valores dos cofatores: Sendo assim, pelo teorema de Laplace, o determinante da

Sendo assim, pelo teorema de Laplace, o

determinante da matriz seguinte expressão:

dado pela

C

é

o determinante da matriz seguinte expressão: dado pela C é Calculo do determinante da matriz B,

Calculo do determinante da matriz B, utilizando o teorema de Laplace:

determinante da matriz B, utilizando o teorema de Laplace: Veja que a segunda coluna é a
determinante da matriz B, utilizando o teorema de Laplace: Veja que a segunda coluna é a

Veja que a segunda coluna é a fila que possui maior quantidade de zeros, portanto utilizaremos esta fila para calcular o determinante da matriz através do teorema de Laplace.

o determinante da matriz através do teorema de Laplace. Portanto, para determinar o determinante da matriz

Portanto, para determinar o determinante da matriz B, basta encontrar o cofator A22.

o determinante da matriz B, basta encontrar o cofator A22. Sendo assim, podemos finalizar os cálculos

Sendo assim, podemos finalizar os cálculos do determinante:

Sendo assim, podemos finalizar os cálculos do determinante: Conclusão: Note que não foi preciso calcular o

Conclusão: Note que não foi preciso calcular o cofator do elemento da matriz que era igual a zero, afinal, ao multiplicarmos o cofator, o resultado seria zero de qualquer forma. Diante disso, quando nos depararmos com matrizes que possuem muitos zeros em alguma de suas filas, a utilização do teorema de Laplace se torna interessante, pois não será necessário calcular diversos cofatores.

PROPRIEDADE DOS DETERMINANTE

Definição: As propriedades envolvendo determinantes facilitam o cálculo de seu valor em matrizes que se enquadram nessas condições.

II. Ao observar uma matriz e verificar que os elementos de uma linha ou uma
II. Ao observar uma matriz e verificar que os
elementos de uma linha ou uma coluna são
iguais à zero, o valor do seu determinante
também será zero.
Exemplo 1:
Exemplo 2:
IV. Verificadas em uma matriz duas linhas ou duas colunas com elementos de valores proporcionais,
IV. Verificadas em
uma matriz duas
linhas ou duas
colunas com
elementos de valores
proporcionais, o
determinante terá
valor igual à zero.
Observe a
propriedade entre a
1ª e a 2ª linha.
Exemplo 1:
III. Caso ocorra igualdade de elementos entre duas linhas ou duas colunas, o determinante dessa
III. Caso ocorra igualdade de elementos entre
duas linhas ou duas colunas, o determinante
dessa matriz será nulo.
Exemplo 1:
I. O determinante de uma
matriz A não se altera
quando se trocam as
linhas pelas colunas.
Exemplo 1:
V. Ao
Exemplo 2:
c
c
multiplicarmos todos os elementos de uma linha ou coluna de uma matriz por um número
multiplicarmos
todos os elementos
de uma linha ou
coluna de uma
matriz por um
número K, o seu
determinante fica
multiplicado por K.
Exemplo 1:
VII. Ao multiplicarmos todos os elementos de uma linha ou de uma coluna pelo mesmo
VII. Ao multiplicarmos todos os elementos de
uma linha ou de uma coluna pelo mesmo
número e adicionarmos os resultados aos
elementos correspondentes de outra linha ou
coluna,
formamos a matriz B, onde ocorre a seguinte
igualdade: det A = det B. Esse teorema é
atribuído a Jacobi.
IX. O valor do determinante de uma matriz R é igual ao determinante da matriz
IX. O valor do
determinante de
uma matriz R é
igual ao
determinante da
matriz da
transposta de R, det
R = det (R t ).
Exemplo 1:
VIII. Ao trocarmos duas linhas ou duas colunas de posição de uma matriz, o valor
VIII. Ao trocarmos duas linhas ou duas colunas
de posição de uma matriz, o valor do seu
determinante passa a ser oposto ao
determinante da anterior.
VI. O determinante de uma
matriz triangular é igual à
multiplicação dos elementos da
diagonal principal. Lembre-se
que em uma matriz triangular,
os elementos acima ou abaixo
da diagonal principal são iguais
à zero.
Exemplo 1:
X. Considerando
duas matrizes
quadradas de
ordem iguais e AB
c
c
matriz produto, temos que: det (AB) = (det A) * (det B), conforme teorema de
matriz produto,
temos que: det (AB)
= (det A) * (det B),
conforme teorema
de Binet.

Aplicação: As propriedades dos determinantes ajudam no processo de descoberta de incógnitas em matrizes, para saber se estar correta a ordem, etc.

CÁLCULO DE UM DETERMINANTE DE QUALQUER ORDEM

Definição: O determinante de uma Matriz é dado pelo valor numérico resultante da subtração entre o somatório do produto dos termos da diagonal principal e do somatório do produto dos termos da diagonal secundária. Nas matrizes quadradas de ordem 3x3 esses cálculos podem ser efetuados repetindo-se a 1ª e a 2ª coluna, aplicando em seguida a regra de Sarrus.

Exemplo 1:

Determinante de uma matriz

A de ordem 2 x 2.

Exemplo 1: Determinante de uma matriz A de ordem 2 x 2. Diagonal principal: 2 *

Diagonal principal: 2 * 6 = 12 Diagonal secundária: 9 * (1)

= 9

Exemplo 2:

= 12 Diagonal secundária: 9 * ( – 1) = – 9 Exemplo 2: Diagonal principal

Diagonal principal

2

* 6 * 3 = 36

5

* 7 * (1) = 35

6

* 1 * 2 = 12

Soma: 36 + (35) + 12 = 13 Diagonal secundária

Det A = 12 (9)

6

* 6 * (1) = 36

Det A = 12 + 9

2

* 7 * 2 = 28

Det A = 21

5

* 1 * 3 = 15

Soma : 36 + 28 + 15 = 7 Det B = 13 7 = 6

Conclusão: Portanto, nas matrizes de ordem 2 x 2, calculamos o determinante de forma prática, multiplicando os elementos de cada diagonal e realizando a subtração do produto da diagonal principal do produto da diagonal secundária. Nas matrizes de ordem 3 x 3 utilizamos a regra de Sarrus.

APLICAÇÕES

Conhecimentos de matrizes e determinantes são muito importantes para áreas prioritárias para a sociedade, como a engenharia civil, que os utiliza, entre outras coisas, em cálculos estruturais. Com estes conhecimentos prévios, é possível calcular esforços e deformações nas estruturas, além de tantos outros problemas de engenharia - não somente a civil - que dependem direta ou indiretamente dos estudos de matrizes e determinantes.

CONCLUSÕES

Através do estudo de matrizes foi possível que o ser humano desenvolvesse algumas das ferramentas mais importantes do cotidiano, na engenharia, na computação gráfica e nas finanças, por exemplo. Com estes conhecimentos aliados às determinantes, é possível ir além. Em

programação, graças ao estudos de suas

propriedes, é possível agrupar dados específicos de determinado grupo, o que pode ajudar, por exemplo, a reunir dados referentes às preferências de determinados clientes em determinados produtos.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

TEOREMA de Laplace Disponível em: <http://www.brasilescola.com/matematica/teorema- laplace.htm>. Acesso em: 03 ago. 2013.

PROPRIEDADES dos Determinantes Disponível em:

<hhttp://www.brasilescola.com/matematica/propriedades-dos-determinantes.htm>. Acesso em:

04 ago. 2013.

DETERMINANTES Disponível em:

<http://www.somatematica.com.br/emedio/determinantes/determinantes.php>. Acesso em: 03 ago. 2013.

STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo: Mcgraw-hill, Ltda, 1987.

c

c

PROPRIEDADE DA MATRIZ TRANSPOSTA

II.

IV.

III.

V.