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EDITORIAL

EDITORIAL A convite da Associquim/Sincoquim, a revista Tintas & Vernizes esteve na 4ª edição do Ebdquim,

A convite da Associquim/Sincoquim, a revista Tintas &

Vernizes esteve na 4ª edição do Ebdquim, realizado na Bahia. No evento, tivemos a oportunidade de conhecer as tendências

e os desafios da distribuição no Brasil e no mundo, por meio

de palestras proferidas por consagrados profissionais do setor.

O encontro também foi muito interessante porque reuniu toda

a cadeia produtiva, com a presença de muitos executivos da

alta diretoria das empresas. A integração profissional se fez

presente em todo o momento, aliada a descontração dos parti- cipantes no tempo livre para curtir a praia e a piscina do resort. A reportagem completa segue nas próximas páginas, com entrevistas exclusivas feitas durante o evento.

O segmento de dióxido de titânio é outro grande destaque

desta edição da revista. Os principais produtores da matéria-

Por invitación de la Associquim/Sincoquim, la revista Tintas & Vernizes estuvo en la 4ª edición del Ebdquim, realizado en el estado de Bahia. & Vernizes estuvo en la 4ª edición del Ebdquim, realizado en el estado de Bahia. En el evento, tuvimos la oportunidad de conocer las tendencias y los desafíos de la distribución en Brasil y en el mundo por medio de conferencias dictadas por consagrados profesionales del sector. El encuentro también fue muy interesante porque reunió a toda la cadena productiva, con la presencia de muchos ejecutivos de la alta dirección de las empresas. La integración profesional se hizo presente a todo momento, junto con la relajación de los participantes en el tiempo libre para desfrutar de la playa y de la piscina del resort. El reportaje completo se encuentra en las próximas páginas, con entrevistas exclusivas hechas durante el evento. El sector de dióxido de titanio es otro tema destacado de

By invitation of Associquim/Sincoquim (Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos) (Sindicato do Comércio Atacadista de Produtos Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos) (Sindicato do Comércio Atacadista de Produtos Químicos e Petroquímicos no Estado de São Paulo), Tintas & Vernizes magazine was present in the 4 th edition of Ebdquim (Encontro Brasileiro dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos), carried out in the state of Bahia. In the event, we had the chance to know the trends and challenges of distribution in Brazil and the world, through lectures given by acknowledged professionals of the industry. The meeting was also very interesting because gathered the whole production chain, with the presence of several executives from the boards of directors of companies. The professional integration was present all the time, together with the relaxation atmosphere of participants in the leisure to make the most of the beach and the swimming pool of the resort. In the next pages you

prima forneceram dados importantes que compilam o cenário deste mercado que, em 2007, foi surpreendido por uma altís- sima demanda, proveniente principalmente dos setores de tintas e plástico. Os inibidores de corrosão também entram em pauta. O assunto é debatido entre vários players que se deparam com desafiadores obstáculos na busca por opções mais “eco- lógicas”. A Lanxess aumentou as exportações de pigmentos inor- gânicos e para atender a demanda expandiu em 15% a sua produção na fábrica de Porto Feliz (SP). Confira os detalhes desta matéria e a ação da Eastman no México.

Boa leitura!

esta edición de la revista. Los principales productores de la materia prima proporcionaron datos importantes que compilan el escenario de este mercado, que en 2007 fue sorprendido por una altísima demanda, proveniente principalmente de los sectores de pinturas y plásticos. Los inhibidores de corrosión también entran en discusión. El asunto es debatido entre varios players que enfrentan desafiadores obstáculos en la búsqueda por opciones más “ecológicas”. Lanxess aumentó las exportaciones de pigmentos inorgánicos y para atender a la demanda expandió en un 15% su producción en la fábrica de Porto Feliz (SP). Lea los detalles de esta materia y las actividades de Eastman en México.

¡Buena lectura!

can read the complete report with exclusive interviews done during the event. The titanium dioxide is another highlight of this edition. The main producers of this raw material provided important data that compose the scenario of this market that, in 2007, was caught by surprise by a very high demand, mainly from the paint and plastic industries. Corrosion inhibitors make also part of the agenda. The subject is discussed among several players that come across with challenging obstacles in the Search of more environmentally friendly options. Lanxess increased its exports of inorganic pigments and in order to satisfy the demand expanded in 15% its production in the Porto Feliz (SP) factory. Learn the details of this article and the activities of Eastman in Mexico.

Enjoy the reading!

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Fundador Homero Bellintani Diretor Presidente 26-04-1919 02-02-1992 F. L. Morrell Diretor Comercial

Fundador

Homero Bellintani

Diretor Presidente

26-04-1919 02-02-1992 F. L. Morrell

Diretor Comercial

18-03-1927 23-10-2001 Francis Louis Morrell Júnior

Diretora Executiva

Francely Morrell

Projeto Gráfico

Kinthos Criação e Design ME

Publicidade

Carlos A. Cunha

Capa

Kinthos Criação e Design ME

Colaboradores

Gabriela Lozasso (Mtb. 26.667)

Edição Bimestral

Márcia Sílvia Ito Ano 46 | nº 235 | 02-03/2008

DISPENSADA DA EMISSÃO DE DOCUMENTAÇÃO FISCAL, CONFORME PEDIDO DE REGIME ESPECIAL

PROTOCOLO Nº 2.346/91 DE 04/07/91

TINTAS & VERNIZESÉ MARCA REGISTRADA PELA

MORRELL EDITORA TÉCNICA DESDE 1959 E SUA UTILIZAÇÃO,

SEM AUTORIZAÇÃO, É VEDADA EM QUALQUER FORMA.

As opiniões dos artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não representando, necessariamente, os da revista.

autores, não representando, necessariamente, os da revista. 18 Expansão 31 Aplicação 06 Dióxido de Titânio
autores, não representando, necessariamente, os da revista. 18 Expansão 31 Aplicação 06 Dióxido de Titânio

18

Expansão

31

Aplicação

06

Dióxido de Titânio

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Inibidores de Corrosão

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Ebdquim 2008

41

Atualidades

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Artigo Técnico

Ebdquim 2008 41 Atualidades 50 Artigo Técnico CARTA DO LEITOR Caros Francis e Francely,

CARTA

DO

LEITOR

Caros Francis e Francely, Interessantíssima a matéria “Só Quem Tem História Pode Contar - O que foi notícia há 48 anos atrás”. Podemos perce- ber a evolução dos números nos negócios e das tecnologias atuais, em relação àquele período. Fácil observar, que naquele tempo já existiam as oscilações cambiais, às vezes favoráveis, outras não. A “independência” em relação ao mercado exterior das matérias-primas também foi comentada, com uma possível produção em solo nacional em função da expansão da indústria química nacional que se

era tímida na época, logo após tornou-se pungente. A reportagem mostra que a nossa classe também era muito bem representada por um outro líder, um outro dr. Ferraiuolo. Parabéns aos Morrell por nos trazer essa e outras impor- tantes matérias; e aos Ferraiuolo por trabalhar em prol de todos nós já há duas gerações. Atenciosamente,

Paulo Norcia, Gerente de Negócios Star Química Tintas Especiais

Rua Filomena Parmigiani Fiorda, 140 - Santo Amaro - Cep: 04756-130 - São Paulo/SP Fone:

Rua Filomena Parmigiani Fiorda, 140 - Santo Amaro - Cep: 04756-130 - São Paulo/SP Fone: (011) 5645-0505 - Fax: (011) 5645-0509 - revista@tintasevernizes.com.br CNPJ 44.365.260/0001-36

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4 RTV|02-03|2008

QUEM

TEM

HISTÓRIA

PODE

CONTAR

SÓ QUEM TEM HISTÓRIA PODE CONTAR O que foi notícia em fevereiro de 1960 (48 anos

O que foi notícia em fevereiro de 1960 (48 anos atrás)

PRODUZIDA EM S.PAULO UMA TINTA ANTI-OXIDANTE CROMATO DE ZINCO

Trata-se de uma tinta anti-ferruginosa (primer) fabricada a base de cromato de zinco, com uma resina especial, que permite uma secagem ultrarápida, permitindo que, após 5 minutos de sua aplicação, possa receber o acabamento desejado, em laca ou sintético.

Além de seu alto poder de proteção ao alumínio

e suas ligas, o SUPER CROMATO AVIAÇÃO “TIGRE”,

por ser apresentado em estado pastoso pode receber uma diluição, de 250 a 300% de solvente especial, também fabricado pela mesma firma, o SOLVENTOL 44, produzindo assim, após sua aplicação, uma película finíssima, de grande ren- dimento, resistência e flexibilidade, livre completa- mente de granulação, em virtude de sua moagem ser efetuada em moinhos especiais.

O SUPER CROMATO AVIAÇÃO “TIGRE”, é fa- bricado sob fórmula contida na especificação da Força Aérea Americana MIL-P-6889, e, vem sendo usado com largo êxito nos meios aeronáuticos, especialmente nos Parques de Aeronáuticas, e Companhias de Aviação, prestando assim, a CASA HELIOS S/A TINTAS E VERNIZES, sua grande colaboração para o progresso aéreo, desta grande terra que é nosso Brasil.

A especificação do Ministério da Aeronáutica

é AFRO-E-8, no Brasil.

terra que é nosso Brasil. A especificação do Ministério da Aeronáutica é AFRO-E-8, no Brasil. RTV|02-03|2008
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DIÓXIDO DE TITÂNIO Efeitos da alta demanda pelo dióxido de titânio Não existe nenhum outro

DIÓXIDO

DE

TITÂNIO

Efeitos da alta demanda pelo dióxido de titânio

Não existe nenhum outro produto que apresente a combinação de carac- terísticas de cobertura e pigmentação branca como o dióxido de titânio, por- tanto, o segmento de tintas consome um grande volume do insumo. O Brasil representa aproximadamente 3% de todo o consumo mundial de dióxido de titânio, sendo o setor de tintas respon- sável por 70% da demanda local. Se- gundo levantamentos da DuPont Tita- nium Technologies (DTT), em 2007 a demanda total de TiO 2 no país foi de 148 mil/ton contra 129 mil/ton em 2006, sendo a área de tintas a grande impul- sionadora deste crescimento. Com relação à demanda global, da- dos da Millennium Inorganic Chemicals (MIC) - Cristal Global revelam que houve um aumento da ordem de 3% em 2007. Os Estados Unidos apresentaram re- tração no consumo em relação a 2006, porém, América Latina, Europa e Ásia tiveram alta significativa em comparação ao período anterior. Com o forte aquecimento do mer- cado brasileiro no ano passado, princi- palmente após o mês de junho, a deman- da foi alta e repentina, estabelecendo algumas limitações de fornecimento. Conforme relatam Ciro Mattos Mari- no, diretor comercial – América Latina; e Carlo Piergallini gerente de Marketing & Technical Service – América Latina, ambos da MIC - Cristal Global, não foi constatada a falta do insumo e sim, o reflexo de problemas logísticos e de ajustes naturais do mercado. “Insumos importados, entre eles o TiO 2 , sofreram problemas de liberação na alfândega e, até certo ponto, enfrentaram também uma menor disponibilidade de navios e contêineres ocasionando atrasos no

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abastecimento”, esclarecem. Reforçando o fato, Paulo Vieira, vice- presidente da DTT – América Latina acrescenta que para trazer produtos de outros países tem que haver agenda- mento prévio e, mesmo assim, há o ris- co de problemas com os navios. “As difi- culdades que aconteceram no ano pas- sado foram pontuais, específicas para determinados tipos de produtos; e muito mais intensas devido as grandes varia- ções na programação de suprimentos”. Diante de toda essa realidade, Mari- no explica que, no caso da MIC, no ano passado não foram necessárias aloca- ções de produto para o Brasil, apenas implementou-se um programa de impor- tação mais efetivo e, conseqüentes, ajustes dos estoques de segurança. A DTT também redimensionou seus processos para que cotas fossem dedi- cadas ao Brasil em adição àquelas já programadas. “E o negócio global da Du- Pont respondeu muito bem a necessi- dade, o que vem de encontro com o nos- so compromisso com o país”, diz Vieira enfatizando o bom crescimento da Amé- rica do Sul registrado no ano passado, principalmente do Brasil. Os dois maiores produtores (DTT e MIC) afirmam que estão com os esto- ques locais em condições satisfatórias,

com os esto- ques locais em condições satisfatórias, Ciro Mattos Marino, da Millennium/Cristal preparados para

Ciro Mattos Marino, da Millennium/Cristal

preparados para atender a alta demanda que é também muito esperada para o segundo semestre de 2008.

Subsídio chinês

Outro fato ocorrido em meados de julho de 2007 foi a decisão do governo chinês de retirar o subsídio à exportação do TiO 2 , o que colocou os preços do pig- mento em outro patamar – ao nível de preço internacional real. Segundo Mari- no, a mudança forçou traders e clientes diretos a reverem seus planos de supri- mento. “Esta reorganização do mercado demanda meses para o devido ajuste”, ressalva. Na observação de Vieira, as importa- ções de TiO 2 chinês caíram substancial- mente em todos os países da América Latina, “e a impressão que temos é de clientes insatisfeitos com o desempenho técnico ou com a logística insuficiente”. Acredita-se que os produtores asiá- ticos chegaram a ter um market share no Brasil maior que 15%, mas hoje, glo- balmente, as exportações da China caí- ram pela metade, entretanto, continuam altas, assim como as importações – que no Brasil dobraram em 2007, em relação a 2006. Atualmente, também é possível encontrar muitos produtos ucranianos, eslovacos, poloneses, etc.

Melhoria de qualidade

Existem na China mais de 50 produ- tores de titânio, porém, muitos deles operam em condições de meio ambiente inaceitáveis. Com isso, várias fábricas estão sendo reconsideradas ou fecha- das, o que leva a crer que a oferta de produtos com menos qualidade deverá

Carlo Piergallini, da Millennium/Cristal
Carlo Piergallini, da Millennium/Cristal

diminuir, dando mais espaço para as alternativas asiáticas, inclusive o TiO 2 , de boa qualidade. “Se é necessário ter garantia de qualidade, fornecimento e assistência técnica; o número de produ- tores asiáticos acaba sendo limitado e, possivelmente, isso inclui fornecedores de outras partes do mundo”, comenta Vieira. Na sua percepção e de muitos outros executivos, está ocorrendo uma busca maior por produtos de melhor qualidade. “Temos notado que na própria Ásia está havendo uma substituição aceleradíssima de titânio de baixa quali- dade pelo de bom desempenho”, relata. E no Brasil não é diferente. A deman- da por titânio cresceu o dobro que a produção de tintas, o que significa que não foi simplesmente mais demanda de tinta, e sim mais titânio inserido nas formulações. Para os especialistas, os ajustes que precisam ser feitos com um titânio de baixa qualidade para se obter cobertura satisfatória e pouca variação de cor, aca- bam sendo desvantajosos em termos de custo, ao invés de se pagar um pouco a mais por um insumo de melhor qualida- de. Diante desse fato, não é à toa que cresceram as vendas de titânio de boa qualidade no Brasil e na Ásia.

Titânio mais caro

Para Marino e Pergallini, certamente

haverá um redesenho no modelo atual de fornecimento de dióxido de titânio. Começando que a disponibilidade de produtos “exóticos” será menor; e a pressão sobre os custos de produção do TiO 2 , matérias-primas, energia, etc, somada ao forte aumento dos fretes e distribuição, coloca um desafio impor- tante aos produtores: “estes, deverão repensar a estratégia de abastecimento, reduzindo pelo menos as partes contro- láveis do processo, sendo a mais sim- ples delas a operação logística, ou seja, o direcionamento de produtos para cada mercado deve ser repensado”, analisam os executivos da MIC. Segundo eles, a rentabilidade da indústria está em um dos pontos mais baixos da sua história recente. “As margens têm que ser ne- cessariamente recompostas - os au- mentos dos insumos da indústria foram fortes nesses últimos anos e não repas- sados à cadeia produtiva. Esses mes- mos produtos apresentaram aumentos de preços no mesmo período, assim como outras matérias-primas coadju- vantes ao TiO 2 ”, afirma Marino. De fato, nota-se por parte dos pro- dutores de titânio a iniciativa de reajuste para recompor preço e margem de ope- ração. Esta tentativa está baseada em determinados fatores-chave neste seg- mento: o custo de energia em titânio é muito alto, podendo ser relacionado di- retamente com a variação de preço do petróleo. Além disso, todos os insumos

de preço do petróleo. Além disso, todos os insumos Claudia de Almeida (gerente de vendas &

Claudia de Almeida (gerente de vendas & marketing); Paulo Vieira (vice-presidente) e Marco Aurélio Barboza (gerente de vendas), todos da DuPont Titanium Technologies

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DIÓXIDO DE TITÂNIO de produção tiveram aumento, como no caso do cloro. Outro ponto que

DIÓXIDO

DE

TITÂNIO

de produção tiveram aumento, como no

caso do cloro. Outro ponto que reforça

a necessidade de tentar manter as mar-

gens num patamar saudável é a alta e

cara manutenção de uma fábrica de TiO 2 . “As margens no correr dos últimos anos caíram muito e ainda não se encon- tram satisfatórias para garantir a saúde financeira do negócio. O que queremos

é voltar a ter este nível satisfatório e, nesse sentido, imagino que estamos completando um ciclo de reajuste de preço, cuja estimativa é bastante infe- rior a da maioria dos outros insumos”, explica Vieira.

Produtores de TiO2

De acordo com o vice-presidente da DuPont Titanium Technologies (DTT)

América Latina, Paulo Vieira, a empresa se empenhará muito mais dentro do modelo de negócios que já possui para atender o mercado nacional que, a seu ver, vai continuar expansão. “Estamos captando o otimismo dos empresários

e a nossa impressão é que o mercado

brasileiro irá crescer novamente”, diz Vieira. Segundo ele, a DTT continuará a focar alta qualidade e a garantia de entrega. “Trabalhamos no aprimoramen- to do DuPont™ Ti-Pure ® R-902 e, em meados de 2006, lançamos o DuPont™ Ti-Pure ® R-902+ que possui o mesmo desempenho de cor e de cobertura do R902, porém, com uma dispersão me- lhor”, explica Vieira. Em função disso, a DTT irá cessar a fabricação do R902 e passará a produzir somente o R902+. Especialmente de- senvolvido para a indústria de tintas, o produto promete maior facilidade de dis- persão e consistência na performance. Segundo a fabricante, estas vantagens são percebidas tanto em sistemas alquí- dicos quanto aquosos, proporcionando

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oportunidades para a redução de ener- gia, aumento da produtividade e melho- ria na qualidade das tintas. O Ti-Pure ® R-902+ é uma opção para aplicações em tintas industriais e imobiliárias. Muito esperado para este ano, é o lançamento do DLS 510, desenvolvido para o segmento de plástico. A DTT garante que, além de cobertura e cor, este novo produto absorve radiação ultravioleta e gera estabilidade à resina plástica.

Uma vez concluídas as importantes etapas de reorganização do negócio no Brasil, relativas à segurança, ao meio ambiente, à qualidade e à confiabilidade nesses últimos anos, a prioridade da Millennium Inorganic Chemicals (MIC) para 2008 é a otimização dos custos. Além dos motivos estabelecidos pelo cenário de mercado, a MIC - como único produtor integral nacional - tem um enorme desafio a gerenciar: o câmbio no Brasil. Conforme analisam Ciro Mattos Marino, diretor comercial - América Latina; e Carlo Piergallini ge- rente de Marketing & Technical Service - América Latina, o preço do TiO 2 se ba- seia em dólares americanos, enquanto que a maior parte da produção tem seus custos em reais. Com uma valorização do real acima de 40% nos dois últimos anos, as linhas de custos e preços per- deram a razoável paridade. A MIC inaugurou recentemente um laboratório de assistência técnica volta- do especificamente para atender os clientes da América Latina na área de tin- tas. A empresa investiu R$ 350 mil nes- te negócio, sendo R$ 150 mil somente em equipamentos e o restante em infra- estrutura. Instalado na fábrica da MIC na Bahia, ele opera como um elo entre a em- presa e o cliente, atendendo e antecipan- do as suas necessidades.

A MIC foi adquirida pela Cristal, for- mando a segunda maior produtora mun- dial de dióxido de titânio (TiO 2 ) e um pro- dutor líder de especialidades de titânio. Em sua linha de pigmentos de TiO 2 , in- cluindo produtos fabricados no Brasil, destacam-se o Tiona R-KB-2 , com apli- cações gerais na indústria de tintas e de plásticos, e o Tiona 568, pigmento multiuso para revestimentos, disponível mundialmente. Cristal e MIC operam nove fábricas de TiO 2 em seis países nos cinco conti- nentes, e empregam mais de 3.700 pessoas no mundo.

Distribuição de TiO 2

Na distribuição de produtos quími- cos, o TiO 2 é um insumo muito importan- te, tanto na parte técnica como na co- mercial. É utilizado em larga escala em vários segmentos industriais, portanto, fundamental no portfólio de uma empre- sa. Com o aumento da demanda de ti- tânio e a menor oferta registrada em 2007, os distribuidores tiveram que traçar estratégias para driblar a situa- ção e garantir o fornecimento aos clien- tes. “Em decorrência do aquecimento do mercado local bem como mundial, tive- mos limitações no suprimento do pro- duto. Entretanto, acredito que já está ocorrendo no Brasil a adoção de um mo- delo de abastecimento de matérias-pri- mas muito mais amplo, e não se trata de um fato isolado ou relacionado apenas ao dióxido de titânio. Posso perceber que a distribuição de produtos químicos está ganhando maior importância na cadeia de suprimento sendo vista pelos clientes e adotadas pelos fabricantes como uma ex- tensão técnica e comercial por sua abran- gência territorial, pacote de soluções téc- nicas e agilidade entre outros fatores”, co- menta Ismael Corazza, gerente de merca-

do em Tintas, Resinas & Composites da Bandeirante Brazmo. Àqueles que importam o insumo de países asiáticos sentem a alta demanda interna, principalmente da China. Como importador do insumo, José Carlos Bar- tholi, diretor comercial da Minérios Ouro Branco, lembra que a Olimpíadas acon- tece no país, o qual está sendo pintado e organizado para o evento. “A demanda chinesa está bem alta e, conseqüen- temente, o preço também. Nesse início de ano o titânio na China subiu mais de 10% e aumentará ainda mais. Acredito que no segundo semestre o insumo po- derá recuperar parcialmente o tempo perdido de rentabilidade”. Porém, outro ponto considerado por Bartholi é a desaceleração da economia norte-americana que, a seu ver, pode ou não contrabalancear o aumento de custo. De forma geral, os distribuidores estão revisando os seus preços de dió- xido de titânio para um patamar acima daqueles praticados no final do ano pas- sado, e preparam seus estoques para a demanda de 2008 que poderá ser intensificada pelo grande aquecimento da construção civil.

A Arinos atende o segmento de dióxido de titânio com a linha Tronox CR 828, da empresa norte-americana Tronox. O produto é fabricado em pro-

norte-americana Tronox. O produto é fabricado em pro- Anilton Flávio Ribeiro, da Arinos cesso cloro, o

Anilton Flávio Ribeiro, da Arinos

cesso cloro, o que o diferencia no merca- do. Conforme esclarece o gerente de mercado – Tintas, Anilton Flávio Ribeiro, tal processo confere ao dióxido de titânio CR 828 o branco subtom azulado, além de excelente cobertura e fácil dispersão. Segundo Ribeiro, em 2007 a Arinos se preparou aumentando o estoque de segurança e de lá para cá vem atenden- do o mercado normalmente.

Como não poderia ser diferente, na Bandeirante Brazmo o dióxido de titânio

é um dos itens mais importantes dentro do seu mix de produtos.

dos itens mais importantes dentro do seu mix de produtos. Ismael Corazza, da Bandeirante Brazmo Conforme

Ismael Corazza, da Bandeirante Brazmo

Conforme ressalta Ismael Corazza, gerente de mercado em Tintas, Resinas

& Composites, “é muito importante enfa- tizar que a boa condução deste trabalho só é possível através do apoio da Du- Pont, que se destaca mundialmente na produção e vendas de TiO 2 . Este apoio

é traduzido pela linha de produtos Ti-

Pure ® reconhecida por sua performance em todo o mercado brasileiro e pela per- feita sintonia estabelecida entre as em- presas, Bandeirante Brazmo e DuPont”. Para minimizar o impacto da restri- ção de oferta de TiO 2 , Corazza explica

que a Bandeirante Brazmo estabeleceu critérios de atendimento aos clientes tomando como base a regularidade de

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DIÓXIDO DE TITÂNIO compras e médias históricas de consu- mo, considerando a sazonalidade de mercado.

DIÓXIDO

DE

TITÂNIO

compras e médias históricas de consu- mo, considerando a sazonalidade de mercado. “Entretanto, o mais importan- te é que em 2007 trabalhamos com

estoques reguladores que permitiram o fornecimento de maneira satisfatória”.

O executivo não acredita que haverá

falta do produto em 2008, porém, esta- rá atento aos níveis de demanda para que desta forma a empresa possa an- tecipar tendências e manter o suprimen- to regular a seus clientes.

No mercado brasileiro a Brasche- mical representa a Kemira, empresa finlandesa de especialidades químicas;

e seu grande fornecimento de dióxido

de titânio é direcionado ao setor gráfico

– principalmente, tinta metalgráfica e de rotogravura.

Regina Schwab Rufo e Liliane Schwab Leite, ambas da Braschemical
Regina Schwab Rufo e Liliane Schwab Leite,
ambas da Braschemical
Schwab Rufo e Liliane Schwab Leite, ambas da Braschemical O produto mais conhecido é o Ke-

O produto mais conhecido é o Ke-

mira RDIS, que se destaca pelo alto bri- lho. Entretanto, uma nova alternativa passa a ser apresentada na linha. Trata- se do Kemira RODI que contempla o mesmo grau de brilho do RDIS, mas com elevado poder de cobertura, consideran- do o tamanho superior de suas partí- culas. “Existem situações em que o cliente necessita de brilho, no caso, o RDIS atende a exigência, porém, não possui tanta cobertura. Por outro lado, agora temos o Kemira RODI, cuja cober- tura é superior quando comparado ao Kemira RDIS, sem perder o brilho”, infor-

ma a diretora comercial da Brasche-

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mical, Regina Schwab Rufo. Outro item oferecido pela empresa

é o dióxido de titânio micronizado, co-

mercialmente denominado UV-Titan. Na área automotiva é muito utilizado em combinação com o alumínio como pig-

mento de efeito; e ainda é aplicado em vernizes para madeira, sendo um filtro solar físico, o qual não altera o aspecto do verniz, devido à sua característica de transparência. Segundo Regina, em 2007 a Bras- chemical dobrou suas vendas e a Kemira obteve sucesso em sua estratégia de atendimento do insumo e garantia de fornecimento. Este compromisso com o cliente e

a forte representatividade do negócio de

TiO 2 impulsionam a ampliação do port- fólio. É por isso que, além do Kemira

RODI já citado, a Braschemical inten- sifica mais novidades como o Kemira RDE 2 que é voltado para aplicação em papel decorativo (foil paper) e, principal- mente devido ao seu alto poder tintorial, também pode ser usado para laminação

- rotogravura ou flexogravura e embala-

gem flexível. Cabe ainda salientar o Kemira RD3, produto já existente em linha e indicado

para coil coating. Ele é um branco mais azulado que possui melhor cobertura e evita o amarelamento, sendo que esta função estende um pouco seu uso ao setor de madeira e ao imobiliário.

Considerando a importância do seg- mento de tintas e de plásticos em seus negócios, a Coremal oferece o dióxido de titânio da série Tiona, desenvolvido pela Millennium Inorganic Chemicals / Cristal Global. Na região Sudeste a distribuição se iniciou em 1993, mas no nordeste é realizada há mais de 30 anos. O diretor comercial, Romero Maia, também recorda do alto fornecimento do

Romero Maia, também recorda do alto fornecimento do Romero Maia, da Coremal insumo em 2007, principalmente

Romero Maia, da Coremal

insumo em 2007, principalmente no 2º semestre, mas garante que estrate- gicamente a empresa conseguiu suprir parte da demanda, evidenciando a fide- lização com os seus clientes. “É uma ma- téria-prima muito usada em plástico e em tintas, que são dois segmentos que tiveram um desempenho muito bom no ano passado. Portanto, houve certo desconforto, com restrições do produto, mas a situação hoje é melhor”, e acres- centa: “estamos assistindo a um redese- nho do modelo de abastecimento do ti- tânio no mercado nacional com o produto voltando a ser mais rentável e uma parte do setor, creio que 20% dele, abastecido por insumos provenientes da Ásia, leste europeu, Europa e Estados Unidos”.

A Ipiranga Química distribui o Ti- Pure ® R 902, produzido pela DuPont Titanium Technologies (DTT). Segundo o gerente da Divisão de Químicos da Ipi- ranga Química, João Miguel Chamma, esta é uma parceria que perdura há aproximadamente sete anos e está apoiada no bom posicionamento da DuPont no mercado e no produto que é tecnologicamente superior, de alta performance. Segundo Chamma, o negócio de TiO 2

João Miguel Chamma, da Ipiranga é muito importante para a Ipiranga, visto com bastante atenção.

João Miguel Chamma, da Ipiranga

é muito importante para a Ipiranga, visto com bastante atenção. O executivo aposta na expansão do segmento de tintas para 2008 e na constante me- lhoria da qualidade, o que poderá deman- dar ainda mais o insumo. “De 2005 para cá sinto que a qualificação das tintas tem aumentado e, naturalmente, a pre- sença do titânio na formulação é exigida. Se continuar neste viés, creio que o mercado de TiO 2 pode ter crescimento significativo”.

A Minérios Ouro Branco importa o

TiO 2 chinês SR 237 para produtos de alta performance e, recentemente, in- crementou sua linha com a alternativa CS 03, proveniente da Ucrânia, para produtos de menor desempenho. “Aquela conotação de que produto chinês não é de boa qualidade é passado. Hoje, existem opções da China de ótima qualidade que vem de encontro com a filosofia da Ouro Branco. Nós testamos muito todos os itens que importamos para garantir seu sucesso no cliente”, comenta o diretor comercial, José Car- los Bartholi. Segundo o executivo, este ano uma outra novidade em titânio vingará no portfólio. Trata-se do RC 822, desen- volvido em processo cloro. A empresa garante que este produto será uma grande atração no mercado nacional devido as suas características de exce- lente dispersão, cobertura e brancura. Em 2007, a Ouro Branco dobrou

suas vendas de TiO 2 . Bartholi explica que

a

projeção de abastecimento feita para

o

ano foi baseada num mercado aqueci-

do que, diante do cenário, acabou sendo aquém do previsto. “Estrategicamente

nós arriscamos e importamos um volu- me adicional ao que havíamos pensado.

José Carlos Bartholi, da Minérios Ouro Branco
José Carlos Bartholi, da Minérios Ouro Branco

Trouxemos 30% a mais daquela previsão de mercado aquecido e conseguimos abastecer a demanda, entretanto, zera- mos nossos estoques que, neste início de ano já foi normalizado, até pela co- mum desaceleração sazonal”. A Ouro Branco ampliou em 60% sua área de estocagem e investiu em um novo laboratório de aplicação de pigmen- tos para dar o suporte necessário aos clientes. “Dióxido de titânio é um seg- mento que possui importância estraté- gica já que impulsiona a comercialização de outros produtos de nossa linha, além da sua força de venda. Por isso nos preo- cupamos em ter opções de qualidade e estrutura para garantir o abastecimento e apoio técnico”, resume Bartholi.

opções de qualidade e estrutura para garantir o abastecimento e apoio técnico”, resume Bartholi. RTV|02-03|2008 11
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DIÓXIDO DE TITANIO Efectos de la alta demanda por dióxido de titanio Brasil representa aproximadamente

DIÓXIDO

DE

TITANIO

Efectos de la alta demanda por dióxido de titanio

Brasil representa aproximadamente el 3% de todo el consumo mundial de dióxido de titanio, siendo el sector de pinturas responsable por el 70% de la demanda local. Según levantamientos de DuPont Titanium Technologies (DTT), en 2007 la demanda total de TiO 2 en el país fue de 148 mil/ton contra 129 mil/ton en 2006, siendo el área de pinturas la gran impulsora de este crecimiento. Con relación a la demanda global, datos de Millennium Inorganic Chemicals (MIC) - Cristal Global revelan que hubo un aumento del orden del 3% en 2007. Los Estados Unidos presentaron retrac- ción en el consumo con relación a 2006, sin embargo, América Latina, Europa y Asia tuvieron alta significativa en compa- ración al período anterior. Con la fuerte activación del mercado brasileño el año pasado, la demanda fue alta, estableciendo algunas limitaciones de suministro. Conforme relatan Ciro Mattos Mari- no, director comercial – América Latina; y Carlo Piergallini gerente de Mercadeo & Technical Service – América Latina, ambos de MIC - Cristal Global, no fue constatada la falta del insumo, sino el reflejo de problemas logísticos y de ajus- tes naturales del mercado. “Insumos im- portados, entre ellos el TiO 2 , sufrieron problemas de liberación en la aduana, y hasta cierto punto, enfrentaron también una menor disponibilidad de navíos y containers, ocasionando atrasos en el abastecimiento”, aclaran. Reforzando este hecho, Paulo Vieira, vicepresidente de DTT – América Latina, agrega que “las dificultades enfrentadas el año pasado fueron puntuales, especí- ficas para determinados tipos de pro- ductos, y mucho más intensas debido a las grandes variaciones en la programa-

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ción de suministros”. Ante toda esta realidad, Marino ex- plica que, en el caso de MIC, el año pasa- do no fueron necesarias designaciones de producto para Brasil, solamente se implementó un programa de importación más efectivo y ajustes consecuentes de las existencias de seguridad. DTT también redimensionó sus pro- cesos para que se dedicasen cuotas pa- ra Brasil adicionales a aquellas ya pro- gramadas. Los dos mayores productores (DTT

y MIC) afirman que las existencias lo- cales están en condiciones satisfacto- rias, preparadas para atender la alta demanda que es también muy esperada para el segundo semestre de 2008.

De acuerdo con el vicepresidente de DuPont Titanium Technologies (DTT) – América Latina, Paulo Vieira, la empresa se empeñará mucho más dentro del mo- delo de negocios que ya posee para atender el mercado nacional que, a su ver, va a continuar en expansión. “Esta- mos captando el optimismo de los em- presarios y nuestra impresión es que el

mercado brasileño va a crecer nueva- mente”, dice Vieira. Según él, DTT conti- nuará a enfocarse en la alta calidad y la garantía de entrega. “Trabajamos en el perfeccionamiento del DuPont™ Ti- Pure ® R-902, y a mediados del 2006 lanzamos el DuPont™ Ti-Pure ® R-902+ que tiene el mismo desempeño de color

y de cobertura del R902, sin embargo,

con una dispersión mejor”, explica Vieira. En función de esto, DTT va a dejar de fabricar el R902 y pasará a producir solamente el R902+. Especialmente desarrollado para la industria de pintu- ras, el producto promete mayor facilidad de dispersión y consistencia en el de-

sempeño. Según la fabricante, estas ventajas son percibidas tanto en siste- mas alquídicos así como en los de base agua, proporcionando oportunidades para la reducción de energía, aumento de la productividad y mejoría en la cali- dad de las pinturas. El Ti-Pure ® R-902+ es una opción para aplicaciones en pintu- ras industriales e inmobiliarias. Muy esperado para este año, es el lanzamiento del DLS 510, desarrollado para el segmento de plásticos. DTT garantiza que, además de cobertura y color, este nuevo producto absorbe ra- diación ultravioleta y genera estabilidad a la resina plástica.

Una vez concluidas las importantes etapas de reorganización del negocio en Brasil con relación a la seguridad, el me- dio ambiente, la calidad y la confiabilidad en estos últimos años, la prioridad de Millennium Inorganic Chemicals (MIC) para 2008 es la optimización de los cos- tos. Además de los motivos establecidos por el escenario de mercado, MIC - como único productor integral nacional - tiene un enorme desafío que administrar: el cambio en Brasil. Conforme analizan Ciro Mattos Marino, director comercial - América Latina, y Carlo Piergallini gerente de Marketing & Technical Service - América Latina, el precio del TiO 2 se basa en dólares americanos, mientras que la mayor parte de la producción tiene sus costos en reales. Con una valorización del real superior al 40% en los dos últimos años, las líneas de costos y precios perdieran la paridad razonable. MIC inauguró recientemente un la- boratorio de asistencia técnica desti- nado específicamente para atender a los clientes de América Latina en el área de pinturas. La empresa invirtió 350 mil

reales en este negocio, siendo 150 mil reales solamente en equipos y el restante en infraestructura. Instalado en la fábrica de MIC en Bahia, el labora- torio opera como un eslabón entre la empresa y el cliente, atendiendo y antici- pándose a sus necesidades. MIC fue adquirida por Cristal, for- mando la segunda mayor productora mundial de dióxido de titanio (TiO 2 ) y un productor líder de especialidades de ti- tanio. En su línea de pigmentos de TiO 2 , incluyendo productos fabricados en Bra- sil, se destaca el Tiona R-KB-2, con apli- caciones generales en la industria de pin- turas y de plásticos, y el Tiona 568, pig- mento multiusos para revestimientos, disponible mundialmente. Cristal y MIC operan nueve fábricas de TiO 2 en seis países en los cinco conti- nentes, y emplean más de 3,700 perso- nas en todo el mundo.

Arinos atiende el sector de dióxido de titanio con la línea Tronox CR 828, de la empresa norteamericana Tronox. El producto es fabricado en proceso cloro, lo que lo diferencia en el mercado. Confor- me aclara el gerente de mercado – Pintu- ras, Anilton Flávio Ribeiro, tal proceso proporciona al dióxido de titanio CR 828 el blanco semitono azulado, además de excelente cobertura y fácil dispersión. Según Ribeiro, en 2007 Arinos se preparó aumentando la existencia de seguridad y de allá para acá viene aten- diendo el mercado normalmente.

Como no podría ser de otra manera, en Bandeirante Brazmo el dióxido de titanio es uno de los productos más im- portantes dentro de su combinación de productos. Conforme destaca Ismael Corazza, gerente de mercado en Tintas, Resinas & Composites, “es muy importante en- fatizar que la buena conducción de este trabajo sólo es posible a través del apoyo

de DuPont, que se destaca mundial- mente en la producción y ventas de TiO 2 . Este apoyo es traducido por la línea de productos Ti-Pure ® reconocida por su desempeño en todo el mercado brasi- leño y por la perfecta sintonía estable- cida entre las empresas, Bandeirante Brazmo y DuPont”. Para minimizar el impacto de la res- tricción de oferta de TiO 2 , Corazza explica que Bandeirante Brazmo estableció criterios de atención a los clientes to- mando como base la regularidad de com- pras y los promedios históricos de con- sumo, considerando la temporalidad del mercado. “Sin embargo, lo más importan- te es que en 2007 trabajamos con existen- cias reguladoras que permitieron el su- ministro de manera satisfactoria”. El ejecutivo no cree que habrá falta del producto en 2008, sin embargo, estará atento a los niveles de demanda para que de esta forma la empresa pue- da anticipar tendencias y mantener el suministro regular a sus clientes.

En el mercado brasileño Brasche- mical representa Kemira, empresa finlandesa de especialidades químicas, y su gran suministro de dióxido de titanio se destina al sector gráfico, principal- mente a las tinta para metalografía y rotograbado. El producto más conocido es el Ke- mira RDIS, que se destaca por su alto brillo. Sin embargo, se ha introducido una nueva alternativa en la línea. Se trata del Kemira RODI que incluye el mismo grado de brillo del RDIS, pero con ele- vado poder de cobertura, considerando el tamaño superior de sus partículas. “Existen situaciones en que el cliente necesita brillo, en ese caso, el RDIS cumple la exigencia, pero no ofrece tanto poder de cobertura. Por otro lado, ahora tenemos el Kemira RODI, cuyo poder de cobertura es superior cuando se com- para al Kemira RDIS, sin perder el brillo”,

informa la directora comercial de Bras- chemical, Regina Schwab Rufo. Otro producto ofrecido por la empre- sa es el dióxido de titanio micronizado, comercialmente denominado UV-Titan. En el área automovilística es muy uti- lizado en combinación con el aluminio como pigmento de efecto, y también es aplicado en barnices para madera, sien-

do un filtro solar físico, el cual no altera

el aspecto del barniz, debido a su carac-

terística de transparencia. Según Regina, en 2007 Braschemi- cal duplicó sus ventas y Kemira obtuvo éxito en su estrategia de atención del insumo y garantía de suministro. Este compromiso con el cliente y la

fuerte representatividad del negocio de TiO 2 impulsan la ampliación de la cartera de productos. Es por eso que, además del Kemira RODI ya mencionado, Bras- chemical destaca aún más las novedades como el Kemira RDE 2, que está destinado

a aplicaciones en papel decorativo (foil

paper) y, principalmente debido a su alto poder de teñido, también puede ser usado para laminación: rotograbado o flexogra- bado y embalaje flexible. Cabe también destacar el Kemira RD3, producto ya existente en línea e indicado para coil coating. Es un blanco más azulado que posee mejor poder de cobertura y evita el amarillamiento, sien- do que esta función extiende un poco su uso al sector de maderas y al inmobiliario.

Considerando la importancia de la industria de pintura y de plásticos en sus negocios, Coremal ofrece el dióxido de titanio de la serie Tiona, desarrollado por Millennium Inorganic Chemicals / Cristal Global. En la región sureste se empezó a distribuir en 1993, pero en la región noreste se distribuye desde hace más de 30 años. El director comercial, Romero Maia, también recuerda del alto volumen de suministro del insumo en 2007, princi-

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DIÓXIDO DE TITANIO palmente en el segundo semestre, pero garantiza que estratégicamente la em- presa

DIÓXIDO

DE

TITANIO

palmente en el segundo semestre, pero garantiza que estratégicamente la em- presa consiguió proveer parte de la de- manda, dejando evidente la fidelidad de sus clientes. “Es una materia prima muy usada en plástico y en pinturas, que son dos sectores que tuvieron un desem- peño muy bueno en el año pasado. Por lo tanto, hubo cierta incomodidad con las restricciones del producto, pero la situación hoy es mejor”, y agrega: “esta- mos asistiendo a un rediseño del modelo de abastecimiento del titanio en el mercado nacional con el producto vol- viendo a ser más rentable y una parte del sector, creo que un 20%, abastecido por insumos provenientes de Asia, del este europeo, Europa y Estados Unidos”.

Ipiranga Química distribuye el Ti- Pure ® R 902, producido por DuPont Titanium Technologies (DTT). Según el gerente de la División de Químicos de Ipiranga Química, João Miguel Chamma, esta es una alianza que perdura desde hace aproximadamente siete años y está apoyada en el buen posicionamiento de DuPont en el mercado y en el producto, que es tecnológicamente superior, de alto desempeño. Según Chamma, el negocio de TiO 2 es muy importante para Ipiranga, visto

con bastante atención. El ejecutivo apuesta en la expansión del segmento de pinturas para 2008 y en la constante mejoría de la calidad, que podrá deman- dar aun más el insumo. “De 2005 a la fecha siento que la cualificación de las pinturas ha aumentado, y naturalmente, se exige la presencia del titanio en la formulación. Si se continúa en esta tra- yectoria, creo que el mercado de TiO 2 puede presentar un crecimiento signi- ficativo”.

Minérios Ouro Branco importa de China el TiO 2 SR 237 para productos de alto desempeño, y recientemente incre- mentó su línea con la alternativa CS 03, proveniente de Ucrania, para productos de menor desempeño. “Aquella connotación de que todo producto chino no es de buena calidad, ya es pasado. Hoy, existen opciones de China de excelente calidad que satis- facen la filosofía de Ouro Branco. Noso- tros probamos mucho todos los produc- tos que importamos para garantizar su éxito ante el cliente”, comenta el director comercial, José Carlos Bartholi. Según el ejecutivo, este año una otra novedad en titanio se consolidará en la artera de productos. Se trata del RC 822, desarrollado en proceso cloruro. La

empresa garantiza que este producto será un gran atractivo en el mercado nacional debido a sus características de excelente dispersión, cobertura y blancura. En 2007, Ouro Branco duplicó sus ventas de TiO 2 . Bartholi explica que la proyección de suministro hecha para el año se hizo con base en un mercado en expansión que, ante el escenario, acabó siendo inferior de lo previsto. “Estraté- gicamente, arriesgamos e importamos un volumen adicional al que habíamos pen- sado. Trajimos un 30% más de la previsión de mercado en expansión y conseguimos abastecer la demanda, mientras tanto, terminamos nuestras existencias que, en este inicio de año ya se normalizó, inclusive debido a la desaceleración común debido a la temporada”. Ouro Branco amplió en un 60% su área de almacenamiento e invirtió en un nuevo laboratorio de aplicación de pig- mentos para dar el soporte necesario a los clientes. “El dióxido de titanio es un segmento que tiene una importancia es- tratégica, ya que impulsa la comerciali- zación de otros productos de nuestra línea, además de su fuerza de ventas. Por esto nos preocupamos por tener opciones de calidad y estructura para garantizar el suministro y apoyo técni- co”, resume Bartholi.

el suministro y apoyo técni- co”, resume Bartholi. TITANIUM DIOXIDE Effects of the high titanium dioxide
el suministro y apoyo técni- co”, resume Bartholi. TITANIUM DIOXIDE Effects of the high titanium dioxide

TITANIUM

DIOXIDE

Effects of the high titanium dioxide demand

Brazil represents approximately 3% of the whole global consumption of titanium dioxide, and the paint industry is responsible for 70% of the local demand.

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According to surveys by DuPont Titanium Technologies (DTT), in 2007 the total demand of TiO 2 in the country was 148 thousand/ton against 129

thousand/ton in 2006, being the paint industry the biggest promoter of this growth. With relation to the global demand, data from Millennium

Inorganic Chemicals (MIC) - Cristal Global reveals that there was rise of about 3% in 2007. The consumption of the product in the United States retracted in relation to 2006, but, Latin America, Europe and Asia had significant increase in comparison to the previous period. With the strong activation of the Brazilian market last year, the demand was high, causing some supplying limitations. According to information by Ciro Mattos Marino, business manager – Latin America; and Carlo Piergallini Marketing & Technical Service manager – Latin America, both from MIC - Cristal Global, the lack of input there was not verified, but the effect of problems in the logistics and natural adjustments of the market. “Imported inputs, among them the TiO 2 , underwent problems for the release in the custom and, to a certain extent, there was also a lower availability of ships and containers, causing delays in the supplying”, they explain. Reinforcing that fact, Paulo Vieira, DTT – Latin America vice- president adds that “the difficulties faced last year were punctual, specific for certain types of products, and much more intensive due to the great variations in the supplying scheduling”. In face of all this reality, Marino explains that, in the case of MIC, there was no need of additional assignations of product to Brazil last year, it was only implemented a more effective importation program

and the necessary adjustments to the security stocks. DTT also resized its processes so that additional quotas were assigned to Brazil besides those already scheduled. The two largest manufacturers (DTT and MIC) state that the condition of their local stocks is satisfactory, and are ready to satisfy the high demand that is also expected for the second half of 2008.

According to Paulo Vieira, DuPont Titanium Technologies (DTT) – Latin America vice-president, the company will be much more bent on its business model in order to satisfy the Brazilian market, which according to him, will continue in expansion. “We perceive the optimism of the business men and our impression is that the Brazilian market will grow again”, says Vieira. According to him, DTT will continue focused on the high quality and delivery guarantee. “We are working on the improvement of DuPont™ Ti-Pure ® R-902, and in the mid of 2006, we introduced to the market the DuPont™ Ti-Pure ® R-902+ whose color and coating performance is the same than the R902, however, with a better dispersion”, explains Vieira. As a consequence, DTT will stop manufacturing the R902 and will produce only the R902+. Especially developed for the pain industry, the product offers an easier dispersion and consistent performance. According the manufacturer, these advantages are seen either in alkyd as in

water-based systems, providing the chance to reduce energy, increase productivity and improve the quality of paints. The Ti-Pure ® R-902+ is an option suitable for application in industry and architectural paints. The launching for this year, the DLS 510, developed for the sector of plastics has created great expectations. DTT assures that besides the coating power and color, this new product absorbs ultraviolet radiation and provides stability to the plastic resin.

After conclusion of the important reorganization works of the business regarding security, environment, quality and reliability in these recent years in Brazil, the priority of Millennium Inorganic Chemicals (MIC) for 2008 is to optimize costs. Besides the reasons defined by the market scenario, MIC – as only Brazilin integral producer – has the big challenge of managing the changes in Brazil. According to the analysis of Ciro Mattos Marino, business director - Latin America, and Carlo Piergallini Marketing & Technical Service - Latin America manager, TiO 2 price is established in American dollars, while most of the production costs are in reais. With appreciation for over 40% in the last two years, the exchange rates of cost lines and prices depreciated importantly. MIC inaugurated recently a technical assistance laboratory intended specifically to serve Latin American customers from the paint industry. The company invested 350 thousand reais in this business, from which

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TITANIUM DIOXIDE 150 thousand were invested remaining in infrastructure.   industry, specially for the only

TITANIUM

DIOXIDE

150 thousand were invested

remaining in infrastructure.

 

industry, specially for the

only in equipment and the

Installed in the MIC facilities in Bahia, the laboratory works as

the titanium dioxide is one of the most important products

in mix of products of the company. As Ismael Corazza, Paints, Resins & Composites market

metallography and rotogravure inks. The more well-known product is the Kemira RDIS,

which stands out by its high gloss.

link between the company

a

and the customer, serving

manager points out, “it is very important to emphasize that

However, the company introduces

and foreseeing their needs.

the good direction of this work

a

new alternative in the line.

MIC was acquired by Cristal,

It

is the Kemira RODI that

comprising the second largest world producer of titanium dioxide (TiO 2 ) and a leader producer of titanium specialties. In its line of TiO 2 pigments, including products manufactured

is only possible through the support of DuPont, which stands out globally in the production and sales of TiO 2 . This support is translated through the Ti-Pure ® product line, acknowledged for its performance

includes the same gloss grade of the RDIS, but with higher coating power, considering the higher size of its particles. “There are situations in which the

in Brazil, stand out the Tiona

in

the whole Brazilian market

gloss is a need of the customer, in such cases the RDIS meets

R-KB-2, with general applications

and for the perfect tuning

in

the paint and plastic industries,

established among the companies,

the requirement, but its coating power is not so high. In the other

industry it is very used in

and Tiona 568, a multi-purpose pigment for coatings, available

Bandeirante Brazmo and DuPont”. In order to minimize the

hand, now we have the Kemira RODI, with a higher coating

all around the world. Cristal and MIC operate nine TiO 2 factories in six countries

impact of the TiO 2 offer restriction, Corazza explains that Bandeirante Brazmo set forth service

power if compared with the Kemira RDIS, without losing gloss”, Declares Regina Schwab Rufo,

in

the five continents, and employ

criteria to the customers,

Braschemical business manager.

more than 3,700 people in the world.

taking as a basis the purchase regularity and historical

Another product offered by the company is the micronized

Arinos serves the titanium dioxide sector with the Tronox

consumption prorates, considering the seasonality of the market. “However, the most important

titanium dioxide, commercially named UV-Titan. In the automotive

CR 828 line by the North American

is

that in 2007 we worked with

combination with the aluminum

it

is applied in varnishes for

company Tronox. The product is manufactured in the chlorine

regulating stocks, which allowed the supplying satisfactorily”.

as effect pigment; and also

process, which makes it different

The executive does not

wood, being a physical solar

in

manager – Paints, Anilton Flávio Ribeiro explains, such process provides to the titanium dioxide CR 828 the white bluish half tone, besides the excellent coating

the market. As the market

believe that there will be shortage of the product in 2008, but

he will be attentive to the demand levels, therefore, the company can anticipate trends and keep

filter, which does not change the aspect of the varnish, due to its transparent characteristic. According to Regina, in 2007 Braschemical duplicated its sales

power and easy dispersion. According to Ribeiro, for the year

the regular supplying to its customers.

and Kemira was well-succeeded in its input service and supplying

2007 Arinos got ready by increasing

 

In the Brazilian market

assurance strategy.

the security stock and from then on,

Braschemical represents Kemira,

This commitment with the

the company has been serving the

Naturally, in Bandeirante Brazmo

a

Finland’s company in chemical

market normally.

specialties; and the great titanium dioxide supplying pf the company is intended for the printing

customer and the strong representativeness of the TiO 2 business leveraged the enlargement of the product

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portfolio. So, besides the already mentioned Kemira RODI, Braschemical stresses the launching of new products as the Kemira RDE 2, intended for foil paper applications and, mainly due to its high tinting power, it can also be used for lamination - rotogravure or flexogravure and flexible packaging. It is worth to highlight the Kemira RD3, a product already present in the portfolio and intended for coil coating. It is a more bluish white with a better coating power and it avoids yellowish, which makes possible to extends a little its use to the wood and real estate sectors.

Considering the importance of the paint and plastic industries in its businesses, Coremal offers the titanium dioxide from the Tiona series, developed by Millennium Inorganic Chemicals / Cristal Global. In the Southeast region the distribution started in 1993, but in Northeast is made since more than 30 years ago. The business manager, Romero Maia, also remembers the big supplying volume of the input in 2007, especially in the second half, but he assures that strategically the company managed to supply part of the demand, making evident the fidelity of its customers. “It is a raw material widely used in plastics and paints, which are two industry segments that presented a very good performance last year. Therefore, there was a certain discomfort with the restrictions of the product, but today, the situation is better”, and he adds: “We are

assisting a reorganization of the supplying model of titanium in the Brazilian market, with the product being again more profitable and one part of the sector, I believe that 20% of it, supplied by inputs from Asia, Eastern Europe, Europe and the United States”.

Ipiranga Química distributes the Ti-Pure ® R 902, produced by DuPont Titanium Technologies (DTT). According to the manager of the Ipiranga Química Chemical Division, João Miguel Chamma, This is a partnership that lasts from approximately seven years and is supported on the good positioning of DuPont in the market and on the product, that is technologically higher, a high-performance product. According to Chamma, the TiO 2 business is very important for Ipiranga, is given a special attention to it. The executive bets on the expansion of the paint industry for 2008 and in the constant improvement of the quality, which may demand even more the input. “From 2005 to date, I feel that the qualification of paints has increased, and naturally, the presence of the titanium in the formulation is demanded. If the trend goes on, I believe tat the TiO 2 market may grow significantly”.

Minérios Ouro Branco imports the TiO 2 SR 237 from China for high- performance products, and recently, increased its product line with the alternative CS 03, imported from Ukraine, for lower-performance products. “That connotation that the quality of Chinese products was not good is gone. Today, there are Chinese

options with excellent quality that comply with the Ouro Branco philosophy. We tested carefully all the products we import in order to assure their success in the customer”, comments the business manager José Carlos Bartholi. According to the executive, this year another novelty in titanium will be consolidated in the product portfolio. It is the RC 822, developed in the chlorine process. The company assures that this product will have a great appeal in the Brazilian market because its excellent dispersion, coating power and whiteness characteristics. In 2007, Ouro Branco duplicated its TiO 2 sales. Bartholi explains that the projections of supplying for the year was made based on a market in expansion that in the end, in face of the scenario, was lower than expected. “Strategically we risked and we imported a volume additional to that we had planned. We brought 30% more than prevision of market in expansion and we were able to supply the demand, however, we ran out our stock that at the beginning of this year was already normal, even because the normal seasonal slowing down”. Ouro Branco enlarged in 60% its stock area and invested on a new pigment application laboratory aiming at providing the necessary support to the customers. “The importance of the titanium dioxide market is strategic, as it leverages the commercialization of other products of our line, besides its sales strength. As a result, we are concerned in having quality options and structure to assure the supplying and technical support”, ends Bartholi.

having quality options and structure to assure the supplying and technical support”, ends Bartholi. RTV|02-03|2008 17
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EXPANSÃO LANXESS OBTÉM AUMENTO DE 3 0 % 3 0 % 3 0 % 3

EXPANSÃO

LANXESS OBTÉM AUMENTO DE 30%30%30%30%30% NAS EXPORTAÇÕES DE PIGMENTOS INORGÂNICOS EM 2007

Vendido sob a marca Pó Xadrez ® para uso varejo (do it yourself) e Bayferrox ® para aplicação industrial, o óxido de ferro já representa um quarto das vendas da companhia no Brasil

já representa um quarto das vendas da companhia no Brasil A Lanxess vem aumentando consideravelmente a

A Lanxess vem aumentando consideravelmente a expor- tação de pigmentos inorgânicos para as Américas do Norte

e Latina e Europa, a partir de sua unidade fabril localizada em Porto Feliz, interior de São Paulo. A companhia atingiu um volume total de exportação de 19 mil toneladas de óxido de ferro no final de 2007, contra 15 mil toneladas em

2006.

Para atender o aumento da demanda externa, sobretudo dos Estados Unidos, onde as vendas de óxido de ferro encer- raram o ano com um crescimento acima de 50%, a empresa expandiu em 15% sua produção, ampliando a capacidade da fábrica de 31,5 mil toneladas/ano para 36 mil toneladas/ ano. Além dos Estados Unidos, as vendas aumentaram cerca de 25% nos países da América Latina e Europa. Vendido sob a marca Pó Xadrez ® para uso residencial e Bayferrox ® para aplicação industrial, o óxido de ferro já re- presenta um quarto das vendas da Lanxess. O produto Pó Xadrez ® é cada vez mais utilizado por especialistas em de- coração e arquitetura em construções sofisticadas e modernas, pois permite ser usado em superfícies variadas como reboco colorido, caiação, cimento queimado, entre

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outros, além da realização de texturas decorativas como pátina e decapê e na escala industrial e é largamente empregado nas áreas de tintas e vernizes, construção, plásticos, entre outros. Segundo Lothar Schwarz, gerente de vendas e marketing da unidade de pigmentos inorgânicos, “o Pó Xadrez ® que há poucos anos era utilizado apenas em pisos de habitações populares, já subiu para as paredes, chegou ao teto e está também cobrindo outras partes das casas. É um produto de ótima qualidade, com boa relação custo/benefício, além de proporcionar um estilo ‘clean’ e rústico aos ambientes internos e externos”, afirma. Recentemente lançado no mercado brasileiro, o Bay- ferrox ® 921, pigmento amarelo indicado para a fabricação de telhas de concreto, é uma inovação promovida pela Lanxess no segmento da construção civil que deve incre- mentar ainda mais as vendas em 2008. “Este produto as- socia características como excelente dispersão e alta den- sidade aparente e reúne vantagens na aplicação técnica e na logística”, destaca Robert Madersdorfer, gerente do site de Porto Feliz (SP).

vantagens na aplicação técnica e na logística”, destaca Robert Madersdorfer, gerente do site de Porto Feliz
EXPANSIÓN EXPANSION

EXPANSIÓN

EXPANSIÓN EXPANSION

EXPANSION

Lanxess alcanza un aumento del 30% en las exportaciones de pigmentos inorgánicos en 2007

Lanxess ha venido aumentando considerablemente las exportaciones de pigmentos inorgánicos para las Américas del Norte y Latina y Europa, desde su unidad fabril localizada en Porto Feliz, interior de São Paulo. La compañía alcanzó un volumen total de exportación de 19 mil toneladas de óxido de hierro a fines de 2007, contra 15 mil toneladas en 2006. Para atender el aumento de la demanda externa, sobre todo de los Estados Unidos, donde las ventas de óxido de hierro terminaron el año con un crecimiento superior al 50%, la empresa expandió en un 15% su producción, ampliando la capacidad de la fábrica de 31.5 mil toneladas/año para 36 mil toneladas/año. Además de los Estados Unidos, las ventas aumentaron alrededor del 25% en los países de América Latina

y Europa. Vendido bajo la marca Pó Xadrez® para uso residencial y Bayferrox ® para aplicación industrial, el óxido de hierro ya representa un cuarto de las ventas de Lanxess. El producto Pó Xadrez ® es cada vez más utilizado por especialistas en decoración y arquitectura en construcciones sofisticadas y modernas, pues permite ser usado en superficies variadas como enlucido de color, encalado, cemento quemado, entre otros, además de la realización de texturas decorativas como

patinado y decapé y en escala industrial y es ampliamente utilizado en las áreas de pinturas y barnices, construcción y plásticos, entre otros. Según Lothar Schwarz, gerente de ventas y mercadeo de

la unidad de pigmentos inorgánicos, “el Pó Xadrez ® , era, hasta

hace pocos años, utilizado solamente en pisos de casas populares, ya subió para las paredes, llegó al techo y está también cubriendo otras partes de la casa. Es un producto de óptima calidad, con buena relación costo/beneficio, además de proporcionar un estilo ‘clean’ y rústico a los ambientes internos y externos”, afirma. Recientemente lanzado en el mercado brasileño, el

Bayferrox ® 921, pigmento amarillo indicado para la fabricación de tejas de concreto, es una innovación promovida por Lanxess en el segmento de la construcción civil, que debe incrementar aun más las ventas en 2008. “Este producto asocia carac- terísticas como excelente dispersión y alta densidad aparente

reúne ventajas en la aplicación técnica y en la logística”, destaca Robert Madersdorfer, gerente de la planta de Porto Feliz (SP).

y

Madersdorfer, gerente de la planta de Porto Feliz (SP). y Lanxess’ inorganic pigment exports grow 30%

Lanxess’ inorganic pigment exports grow 30% in 2007

Lanxess has been increasing considerably the exportation of inorganic pigments to North and Latin America and Europe, from its factory in Porto Feliz, in the inland of São Paulo state. The exportation volume of the company reached 19 thousand tons of iron oxide in the end of 2007, against 15 thousand tons in 2006. In order to satisfy the increase of the external demand, mainly from the United States, where the sales of iron oxide at the end of the year grew over 50%, the company expanded in 15% its production capacity, from 31.5 thousand tons/year to 36 thousand tons/year. Besides the United States, the sales rose about 25% in Latin America and Europe. The iron oxide sold under the brand Pó Xadrez ® , for architectural use and Bayferrox® for industrial applications, already represents one fourth of the sales of Lanxess. The Pó Xadrez ® product is more and more used by decoration and architecture specialists in sophisticated and modern constructions, as it can be used in several surfaces as colored plaster, limewashing, burnt cement, among others, besides allowing to carry out architectural textures as patina and decapé and in industrial field and it is widely used in the paint and varnishes industry, construction and plastics, among others. According to Lothar Schwarz, inorganic pigment unit sales and marketing manager, “the Pó Xadrez ® , was only used, a few years ago, in floors of popular housing, has already gone up the walls, reached the ceiling and now is also coating other parts of the house. It is an excellent quality, cost-effective product, besides providing a ‘clean’ and rustic style to the internal and external environments”, he declares. Recently launched in the Brazilian market, the Bayferrox ® 921, a yellow pigment recommended to the manufacturing of concrete tiles, it is an innovation promoted by Lanxess in the civil construction industry that must increase even more the sales in 2008. “This product gathers characteristics as the excellent dispersion and high apparent density and also gathers advantages in the technical application and in logistics”, points out Robert Madersdorfer, manager of the plant in Porto Feliz (SP).

and in logistics”, points out Robert Madersdorfer, manager of the plant in Porto Feliz (SP). RTV|02-03|2008
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INIBIDORES DE CORROSÃO INIBIDORES DE CORROSÃO: DESAFIOS AO MEIO AMBIENTE O tratamento de superfície para

INIBIDORES

DE

CORROSÃO

INIBIDORES DE CORROSÃO:

DESAFIOS AO MEIO AMBIENTE

O tratamento de superfície para evitar a corrosão é fundamental e, por- tanto, o uso de inibidores torna-se im- prescindível para evitar a degradação química, principalmente em materiais metálicos que precisam manter suas

Conforme esclarece Hamilton Oli- veira, coordenador de produto na Aro- mat, a principal característica desta nova classe de aditivos é a ausência de substâncias consideradas nocivas, como chumbo e cromo. Entretanto, de

executivo. Mas, além das restrições aos me- tais pesados citados, conforme observa Selena Ignácio de Mendonça, gerente de negócios da Metachem, hoje o zinco começa a ser uma questão de preocu-

o

propriedades estéticas e funcionais ga-

acordo com Carlos Russo, diretor

pação em alguns países; e o Brasil utiliza

rantindo aparência e segurança.

técnico da Adexim-Comexim, o uso de

o

fosfato de zinco em grande volume.

Na publicação Corrosão & Proteção, feita pela Abraco (Associação Brasileira de Corrosão), estima-se que um quinto da produção mundial de aço é destinada

cromato e do tetraoxycromato de zinco ainda é alto no Brasil. “Até o final de 2007 muitas empresas usavam es- ses produtos à base de cromatos que

“Nós não temos nenhuma pressão con- tra estes metais. A suspeita do zinco ainda é até questionável, mas o cro- mato, chumbo e estrôncio já deveriam

Nanotecnologia e Base Água

a

repor perdas causadas pela corrosão,

já deveriam estar banidos, mas algu-

estar fora de todo o nosso mercado”,

e

um levantamento aponta que o Brasil

mas delas continuam utilizando por

também constata.

gasta US$ 10 bilhões (considerando o PIB nacional da ordem de R$ 2 trilhões) no combate à corrosão, volume conside- rado ainda insuficiente para sanar o efeito. Contudo, vislumbrando estes dados, não é à toa que a pintura anticorrosiva ganha destaque em muitos segmentos da indústria e da construção civil. Acom- panhando o movimento do mercado de aditivos de tintas em geral, a tendência

tradição, custo ou até mesmo por desconhecimento”. Russo acredita que determinados segmentos de pintura ainda não identi- ficaram um substituto “ecológico” para a utilização de certos anticorrosivos es- peciais de alta performance, com a ga- rantia que o mercado exige e que, às vezes, são mais econômicos. Ele informa que as linhas aeroespaciais são respon- sáveis pela demanda de produtos à base

Para Russo, “somente uma legisla- ção contundente e tecnicamente funda- mentada poderia banir de nossa indús- tria de tintas os cromatos usados como inibidores de corrosão e aqueles utiliza- dos como pigmentos coloridos, muito embora, tenhamos que aceitar as limita- ções dos “ecológicos” em comparação aos cromatos”.

de substituição dos inibidores de cor- rosão clássicos à base de metais pesa- dos por elementos menos tóxicos ganha força, mas ainda não é uma realidade, apesar de muitas empresas já terem em linha inibidores considerados ató- xicos.

de cromatos, já para a indústria automo- bilística e outras, o uso de fosfato de zinco e seus derivados tem substituído os cromatos. “Outros produtos à base de terras alcalinas e policarbonatos também já respondem por uma parte do mercado com sucesso”, acrescenta

Para os especialistas, a nanotecno- logia será de fundamental importância no desenvolvimento de novos aditivos para o controle da corrosão, notada- mente em compostos híbridos orgâ- nicos-inorgânicos. Apenas os custos

CURIOSIDADE: OVOS DE LIBÉLULAS PROVOCAM CORROSÃO NA PINTURA DE VEÍCULOS

CURIOSIDADE: OVOS DE LIBÉLULAS PROVOCAM CORROSÃO NA PINTURA DE VEÍCULOS

CURIOSIDADE: OVOS DE LIBÉLULAS PROVOCAM CORROSÃO NA PINTURA DE VEÍCULOS

Um estudo feito por Etelvino Becha- ra e Cassius Vinicius Stevani, do De- partamento de Bioquímica do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) comprovou que os ovos de libélulas em contato com a superfície

quente do carro exposto ao sol podem corroer a camada protetora da pintura. Tal corrosão é facilmente percebida e irreversível. O inseto deposita seus ovos atraído pela luz que é refletida na lataria, brilhante e lisa, similar a espelhos d´água.

O trabalho, que inclusive foi agraciado com o Prêmio Abrafati, da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati) detectou que a corrosão é causada pela formação de ácido cistêico, existentes nos ovos.

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atuais é que dificultam maior exploração da tecnologia. “Ainda existe uma forte pressão por produtos de menor custo, fator que continua limitando a utilização dos aditivos de melhor performance, en- tretanto, observamos que a demanda por produtos de maior valor agregado cresce anualmente. O futuro para este segmento de aditivos inibidores de corrosão é muito promissor, principal- mente se levarmos em consideração os investimentos programados em infra-estrutura”, opina Hamilton Oli- veira, coordenador de produto na Aromat. O setor ainda esbarra em outro pilar:

os sistemas aquosos. Estes exigem adi- tivos mais eficazes no combate à corro- são. Para tintas anticorrosivas base água são fornecidos produtos mais es- pecíficos, inclusive, o desenvolvimento de inibidores atóxicos para serem incor- porados às tintas acrílicas base água foi escopo de um estudo patrocinado pe- la Fapesp (Fundação de Amparo à Pes- quisa do Estado de São Paulo) e inserido no programa de pós-graduação do de- partamento de Metalurgia e Materiais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Este trabalho teve a cola- boração da Logos Química, da Eucatex

e do IPT (Instituto de Pesquisas Tecno-

lógicas). “Os inibidores atóxicos estão dis- poníveis e, conforme foi constatado no estudo, são comprovadamente efi- cientes. O obstáculo é o custo que

acaba restringindo o amplo uso e a falta de lei severa para banir os cro- matos e outros sais de metais utili- zados como inibidores de corrosão. Porém, acredito que, a exemplo de to- dos os outros materiais usados pela indústria de tinta, ainda vai chegar o momento do inibidor de corrosão ser valorizado pelo caráter atóxico dele”, comenta Renê Correia Nascimento, gestor de negócios da Logos Química. Para Nascimento, a área de inibido- res de corrosão pode dar um grande impulso se a tendência do esmalte que

é aplicado diretamente na superfície me-

tálica, dispensando o uso de fundo (um único produto com função de primer e de acabamento) se fortalecer no mer- cado. “Isso iria aumentar significativa- mente o consumo de inibidores”, opina. De forma geral, em 2007, os forne- cedores de inibidores se mostraram muito satisfeitos com o aumento de ven- das que, em alguns casos, foi acima do PIB (Produto Interno Bruto). Tomando como base a atuação de

sua empresa (Metachem), Selena Igná- cio de Mendonça, gerente de negócios, acredita que o ano de 2007 marcou a entrada de novos clientes e novas apli- cações. “O setor está amadurecendo, ficando aberto a outros pigmentos anticorrosivos, além do fosfato de zinco. E creio que em 2008 o mercado conti- nuará aquecido e em busca de novos produtos em todos os segmentos de tintas”.

A Adexim-Comexim, através de sua representada francesa SNCZ, oferece tanto a linha de inibidores “ecológicos” Phosfinal quanto o fosfato de zinco [pa- drão] e mais uma série de outros pro- dutos à base de fosfatos modificados;

e mais uma série de outros pro- dutos à base de fosfatos modificados; Carlos Russo, da

Carlos Russo, da Adexim-Comexim

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INIBIDORES DE CORROSÃO ortofosfatos; polifosfatos; fosfosilicatos; fosfatos de cálcio; fosfatos de alumínio e

INIBIDORES

DE

CORROSÃO

ortofosfatos; polifosfatos; fosfosilicatos; fosfatos de cálcio; fosfatos de alumínio

e estrôncio; fosfatos de alumínio e zin-

co; além dos cromatos de estrôncio; de bário; de zinco e o tetraoxycromato de zinco. Segundo Carlos Russo, diretor téc- nico da Adexim-Comexim, em 2007 a empresa obteve aumento nas vendas em torno de 12%, principalmente em fosfato de zinco da linha de alta perfor- mance Phosfinal PZ 20. Contudo, pro- curando estar sempre na vanguarda em

desenvolver produtos novos e de melhor eficiência, atualmente introduziu no mer- cado nacional uma família de fosfatos de terras alcalinas, denominada Novinox PAT. Trata-se de um produto ecológico

e com vários tipos de derivações para

cada aplicação em particular. Russo ressalta que a companhia também possui estudos baseados em nanotecnologia, por meio de empresas da Alemanha, que futuramente poderão ter conhecimento do consumidor e, ainda enfatiza que a SNCZ tem planos de substituir todos os cromatos, como se demonstrou no último seminário téc- nico da Adexim-Comexim em outubro de 2007. “Estes projetos já existem em laboratórios há vários anos, mas o uso comercial para itens de alta responsa- bilidade como revestimentos com filme de baixa espessura e alta resistência ainda é desconhecido”, comenta o dire- tor técnico.

A Aromat, através de sua represen- tada Elementis Specialties, oferece os aditivos Nalzin ® . Trata-se de uma linha de inibidores de corrosão em compo- sições variadas, livres de elementos considerados tóxicos. Sua extensa com- patibilidade possibilita a aplicação em diversas formulações base água ou solvente.

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Hamilton Oliveira, da Aromat
Hamilton Oliveira, da Aromat

A Elementis Specialties trabalha constantemente no desenvolvimento de novos aditivos de acordo com as ten- dências e necessidades do mercado, co- mo no caso do Rheolate CVS , último

lançamento na linha de reológicos. “Na série de inibidores de corrosão existem alguns desenvolvimentos em andamento

e esperamos novidades ainda este ano”,

diz Hamilton Oliveira, coordenador de

produto na Aromat.

A linha de óxido de ferro micaceous Miox ® é um pigmento com proprie- dades anticorrosivas por barreira. Sua estrutura lamelar forma uma barreira por sobreposição bloqueando (inibin- do) a passagem de qualquer tipo de intempérie e protegendo por um longo período o substrato, mesmo exposto

a atmosferas marinha e industrial de

elevada agressividade. O produto foi desenvolvido pela empresa austríaca Kärntner e oferecido no Brasil pela Braschemical. Podendo também ser utilizado como efeito de acabamentos - com partículas maiores - esse pigmento apresenta cor grafite metalizado e, inclusive é usado em tintas decorativas. Em composição com pigmentos orgânicos resulta em

efeitos interessantes mesmo em tintas de alta temperatura, já que oferece ótima resistência térmica. “Com isso entramos em outros

mercados, como o de cerâmica, porque ele agüenta temperaturas muito altas;

e em tinta decorativa com a idéia de

efeito. Para as partículas menores, en-

contramos um outro segmento que é o de tinta em pó. Esta partícula pequena pode ter um efeito de brilho que não é

tão intenso e, ao mesmo tempo, gera proteção anticorrosiva”, esclarece a ven- dedora técnica, Luciana Silveira Man- tovani.

A vendedora acrescenta que foi

desenvolvida uma norma ISO para a linha de micaceous, devido a mistura da

estrutura de partículas lamelares com cristais, promovida por alguns fabrican- tes. “A Kärntner é uma das empresas que possui o maior percentual de par- tículas lamelares na composição do seu produto, estando dentro de toda clas- sificação exigida pela norma”, ressalta Luciana.

A Braschemical também contempla

os inibidores de corrosão da represen-

tada Lubrizol – Lubrizol ® 2064 e 219.

O primeiro, é um sulfonato de cálcio e o

– Lubrizol ® 2064 e 219. O primeiro, é um sulfonato de cálcio e o Luciana

Luciana Silveira Mantovani, da Braschemical

outro, um complexo fosfato de zinco. Ambos podem ser neutralizados e utili- zados tanto em sistemas base água co- mo em solvente.

A Evonik/Degussa possui diversos e diferentes estudos baseados em nano- tecnologia, focando a aplicação em tra- tamento de superfícies. Um deles, con- forme ressalta a coordenadora de ne- gócios – Silanos, Beatriz Klein Attab Zaki, envolve as sílicas pirogênicas Ae- rosil ® , as quais são usadas há muitos anos, ajudando na proteção à corrosão quando utilizadas como aditivo em formulação de tintas. Outra linha de produtos é a Dyna- sylan ® , que pode ser usada como pré- tratamento de superfícies, formando um filme muito fino, e muitas vezes manten- do a característica natural da mesma.

“Essa camada permite aplicar uma demão de tinta sobre ela, fazendo com que ocorra uma melhor adesão e, por conseqüência, uma maior proteção”, es- clarece Beatriz. Considerando estas duas séries, destaca-se o Aerosil ® R 812 S, produto sugerido para sistemas de tintas base água alquídica/acrílica, melhorando a resistência à corrosão do substrato pin- tado. Já a família Dynasylan ® pode ofere- cer diferentes alternativas para essa aplicação. Segundo Beatriz, os pro- dutos Dynasylan ® Hydrosil possuem excelente adesão em metais e são também compatíveis com alguns sis- temas de tintas (epóxi, poliuretano, acrílico, etc). O mesmo é válido para os produtos da linha Dynasylan ® SIVO, que são silanos multifuncionais para

sistemas de cura por temperatura. Estes, são produzidos com base na tecnologia SIVO SOL, usada para tra- tar superfícies, principalmente para metais, prometendo uma ótima ade- são e proteção à corrosão. “Ela pode ser combinada com outros silanos multifuncionais para obter alguns efeitos como, por exemplo, superfícies óleo e hidrofóbicas. Essa linha, inclu- sive, recebeu uma premiação de ino- vação no ano de 2007”, revela Beatriz.

Inibidores de corrosão orgânicos e atóxicos, isentos de metais pesados, são alternativas desenvolvidas pela Logos Química, empresa sempre muito focada em pesquisas e desenvolvimento, conhecida por ser geradora de novas tecnologias. De acordo com o gestor de negócios,

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INIBIDORES DE CORROSÃO Renê Correia Nascimento, da Logos Química Renê Correia Nascimento, esta família de

INIBIDORES

DE

CORROSÃO

Renê Correia Nascimento, da Logos Química
Renê Correia Nascimento, da Logos Química

Renê Correia Nascimento, esta família de inibidores atóxicos é capaz de evitar fenômenos como o flash rusting (corro- são que migra do substrato para a su- perfície da tinta de base aquosa) e au- mentar sensivelmente a resistência das tintas a intempéries. Comercialmente denominada Logoscor, a linha engloba produtos tanto para tintas base água (Logoscor 4564) quanto para tintas base solventes orgânicos (Logoscor

4593).

Comprovando competência e viabi- lização técnica, um estudo em conjunto com o IPT (Instituto de Pesquisas Tec- nológicas) e grandes fabricantes de tintas, destacou a eficiência do Logoscor 4564 como inibidor de corrosão em tinta acrílica de base aquosa de alto brilho, rendendo à Logos Química o Prê- mio Menção IPT de Inovação em Ciência e Tecnologia 2002. As tintas aditivadas com o produto foram submetidas a diversos ensaios como de caracterização, eletroquímicos (curvas de polarização e espectroscopia de impedância eletroquímica – EIS), ensaios acelerados de corrosão (névoa

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salina, umidade saturada e dióxido de enxofre) e de corrosão cíclicos (prohe- sion e corrosão-intemperismo). Todos foram realizados em tintas base água sem inibidores e base solvente conven- cional, formuladas com o mesmo veí- culo. Conforme esclarece Nascimento, as

tintas aditivadas com Logoscor 4564, quando aplicadas em chapas de aço carbono, não apresentaram flash rusting

e não houve corrosão do substrato. “O

produto passou por testes de intem- perismo acelerado e natural, atendendo todas as normas avaliadas pelo IPT”, lembra o executivo, destacando que a Logos foi pioneira no mercado nacional com a introdução de inibidores atóxicos. “No momento, estamos trabalhando es- ta linha e esperando que o uso destes

inibidores cresça, já que hoje ainda é restrito, principalmente pelo custo”, conclui.

A Metachem atua no segmento de

inibidores de corrosão com duas repre- sentadas: a Halox e a King. Todos os produtos em linha são considerados atóxicos, isentos de metais pesados; e

a gama é bem extensa com complexos

à base de fosfatos de zinco, borosi-

licatos, fosfosilicatos, entre outros. Para tinta em pó, a Halox desenvol- veu um produto especial – o já conhecido Halox 710 - que é um fosfocarbonato orgânico e inorgânico, que atua como um inibidor de corrosão híbrido com ca-

racterísticas de aditivo e também de pigmento. Novas alternativas com um custo inferior estão sendo trabalhadas como, no caso, do Halox 310 e 410, pigmentos minerais modificados com algum compo- nente orgânico que podem ser usados tanto em sistema solvente como base água.

O mais recente em linha é o Halox

750, aditivo inibidor híbrido para apli- cações que necessitam de performance anticorrosiva bem mais intensa. “É isen- to de zinco e tem desempenho melhor que o fosfato de zinco”, afirma Selena Ignácio de Mendonça, gerente de ne- gócios da Metachem. Outra novidade é o Halox 550, um aditivo inibidor de corrosão específico para aplicação base água, seja em ver- nizes onde não haja pigmento ou naque- las feitas diretamente no metal. Se- gundo Selena, “o maior diferencial deste produto é que não tem nenhum efeito negativo sobre o brilho, e se diferencia também por ser especialmente desen- volvido para base água”, enfatiza.

Selena Ignácio de Mendonça, da Metachem
Selena Ignácio de Mendonça, da Metachem

A série da Halox ainda concentra os

“carros-chefe” SZP-391 e o CW – 491 que são bem versáteis, pois servem para qualquer aplicação (água ou sol- vente), sendo este último uma alter- nativa para os processos isentos de zinco. Da King, são oferecidos aditivos à base de sulfonatos metálicos que têm sinergia com os pigmentos anticor- rosivos, usados somente em sistemas base solventes. Trata-se da linha comer- cialmente denominada Nacorr.

anticor- rosivos, usados somente em sistemas base solventes. Trata-se da linha comer- cialmente denominada Nacorr.

INHIBIDORES

DE

CORROSIÓN

INHIBIDORES DE CORROSIÓN INHIBIDORES DE CORROSIÓN: DESAFÍOS PENSANDO EN EL MEDIO AMBIENTE Acompañando el movimiento

INHIBIDORES DE CORROSIÓN:

DESAFÍOS PENSANDO EN EL MEDIO AMBIENTE

Acompañando el movimiento del mercado de aditivos de pinturas en ge- neral, gana fuerza la tendencia de sustitución de los inhibidores de cor- rosión clásicos a base de metales pe- sados por elementos menos tóxicos, pero todavía no es una realidad, a pesar de que muchas empresas ya tengan en línea inhibidores conside- rados atóxicos. Conforme explica Hamilton Olivei- ra, coordinador de producto en Aro- mat, la principal característica de esta nueva clase de aditivos es la ausencia de sustancias consideradas nocivas, como plomo y cromo. Sin embargo, de acuerdo con Carlos Russo, director técnico de Adexim-Comexim, el uso de cromato y de tetraoxicromato de zinc todavía es alto en Brasil. “Hasta fines de 2007 muchas empresas usaban estos productos a base de cromatos, que ya deberían estar prohibidos, pero algunas de ellas continúan utilizándolo por tradición, costo o inclusive por desconocimiento”. Russo cree que determinados seg- mentos de pintura aun no han identifi- cado un substituto “ecológico” para la utilización de ciertos anticorrosivos especiales de alto desempeño, con la garantía que el mercado exige y que, a veces, son más económicos. Él in- forma que las líneas aeroespaciales son responsables por la demanda de productos a base de cromatos, ya pa- ra la industria automovilística y otras, el uso de fosfato de zinc y sus deri- vados ha sustituido los cromatos.

“Otros productos a base de tierras alcalinas y policarbonato también ya responden por una parte del mercado exitosamente”, agrega el ejecutivo. Pero, además de las restricciones a los metales pesados mencionados, conforme observa Selena Ignácio de Mendonça, gerente de negocios de Metachem, hoy el zinc empieza a ser una cuestión de preocupación en algunos países, y Brasil utiliza el fos- fato de zinc en gran volumen. “Noso- tros no tenemos ninguna presión con- tra estos metales. La sospecha del zinc es inclusive cuestionable, pero el cromato, el plomo y el estroncio ya deberían estar fuera de todo nuestro mercado”, también constata. Para Russo, “solamente una le- gislación contundente y técnicamen- te fundamentada podría prohibir en nuestra industria de pinturas los cromatos usados como inhibidores de corrosión y aquellos utilizados como pigmentos coloridos, sin embargo, tenemos que aceptar las limitaciones de los “ecológicos” en comparación con los cromatos”.

A través de la empresa francesa representada SNCZ, Adexim-Comexim ofrece tanto la línea de inhibidores “ecológicos” Phosfinal, como el fosfato de zinc [estándar] y una serie de otros productos a base de fosfatos modifi- cados; ortofosfatos, polifosfatos, fos- fosilicatos, fosfatos de calcio, fosfatos de aluminio y estroncio, fosfatos de aluminio y zinc; además de los croma-

tos de estroncio, de bario, de zinc y el tetraoxicromato de zinc. Según Carlos Russo, director téc- nico de Adexim-Comexim, en 2007 la empresa obtuvo aumento en las ven- tas de alrededor del 12%, princi- palmente en fosfato de zinc de la línea de alto desempeño Phosfinal PZ 20. Sin embargo, buscando estar siempre a la vanguardia en el desarrollo de nuevos productos y de la mejor efi- ciencia, actualmente introdujo en el mercado brasileño una familia de fos-

y de la mejor efi- ciencia, actualmente introdujo en el mercado brasileño una familia de fos-
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INHIBIDORES DE CORROSIÓN fatos de tierras alcalinas, denominada Novinox PAT. Se trata de un producto

INHIBIDORES

DE

CORROSIÓN

fatos de tierras alcalinas, denominada Novinox PAT. Se trata de un producto ecológico y con varios tipos de deri- vaciones para cada aplicación en particular. Russo destaca que la compañía también cuenta con estudios basa- dos en nanotecnología, por medio de empresas de Alemania, que en el fu- turo podrán obtener un conocimien- to del consumidor, y también enfatiza que SNCZ tiene planes de sustituir todos los cromatos, como se demos- tró en el último seminario técnico de Adexim-Comexim, en octubre de 2007. “Estos proyectos ya existen en laboratorios desde hace varios años, pero el uso comercial para productos

de alta responsabilidad, como reves- timientos con película de bajo espesor

y alta resistencia todavía es desco-

nocido”, comenta el director técnico.

Aromat, a través de la empresa representada Elementis Specialties,

ofrece los aditivos Nalzin ® . Se trata de una línea de inhibidores de corro- sión en composiciones variadas, libres de elementos considerados tóxicos. Su extensa compatibilidad hace posible la aplicación en diversas formulaciones de base agua o solvente. Elementis Specialties trabaja cons- tantemente en el desarrollo de nuevos aditivos de acuerdo con las tendencias

y necesidades del mercado, como en

el caso del Rheolate CVS , último

lanzamiento en la línea de reológicos. “En la serie de inhibidores de corrosión existen algunos desarrollos en proceso

y esperamos novedades todavía en

este año”, dice Hamilton Oliveira, coor-

dinador de producto en Aromat.

La línea de óxido de hierro micaceo Miox ® es un pigmento con propiedades

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anticorrosivas por barrera. Su es- tructura laminar forma una barrera por superposición bloqueando (inhi- biendo) el paso de cualquier tipo de intemperie y protegiendo por un lar- go período el substrato, inclusive ex- puesto a atmósferas marina e in- dustrial altamente agresivas. El pro- ducto fue desarrollado por la empre- sa austriaca Kärntner y ofrecido en Brasil por Braschemical. Pudiendo también ser utilizado como efecto de acabados - con par- tículas mayores -, este pigmento es de color grafito metalizado, e inclusive es usado en pinturas decorativas. En composición con pigmentos orgánicos proporciona efectos interesantes, inclusive en pinturas de alta tempe- ratura, ya que ofrece excelente re- sistencia térmica. “Con eso entramos en otros mer- cados, como el de cerámica, porque soporta temperaturas muy altas, y en pinturas decorativas, con la idea de efecto. Para las partículas menores, encontramos un otro sector, que es el de las pinturas en polvo. Esta par- tícula pequeña puede proporcionar un efecto de brillo que no es tan intenso, y al mismo tiempo, genera protección anticorrosiva”, explica la vendedora técnica, Luciana Silveira Mantovani. La vendedora agrega que se desar- rolló una norma ISO para la línea de micaceos, debido a la mezcla de la estructura de partículas laminares con cristales, promovida por algunos fa- bricantes. “Kärntner es una de las empresas que ofrece el mayor por- centaje de partículas laminares en la composición de su producto, estando dentro de toda clasificación exigida por la norma”, resalta Luciana. Braschemical también contempla los inhibidores de corrosión de la em-

presa representada Lubrizol – Lu- brizol ® 2064 y 219. El primero es un sulfonato de calcio, y el otro, un com- plejo fosfato de zinc. Ambos pueden ser neutralizados y utilizados tanto en sistemas base de agua como en base solvente.

Evonik/Degussa posee diversos y diferentes estudios basados en na- notecnología, enfocando la aplicación en tratamiento de superficies. Uno de ellos, conforme destaca la coordi- nadora de negocios – Silanos, Beatriz Klein Attab Zaki, involucra las sílices pirogénicas Aerosil ® , las cuales son usadas desde hace muchos años, ayudando en la protección contra la corrosión cuando se utilizan como adi- tivo en la formulación de pinturas. Otra línea de productos es la Dyna- sylan ® , que puede ser usada como tratamiento previo de superficies, for- mando una película muy fina, y muchas veces manteniendo la característica natural de la misma. “Esta camada permite aplicar una mano de pintura sobre ella, haciendo que ocurra una mejor adhesión y, como consecuencia, una mayor protección”, aclara Beatriz. Considerando estas dos series, se destaca el Aerosil ® R 812 S, producto sugerido para sistemas de pinturas con base agua alquídica/acrílica, me- jorando la resistencia a la corrosión del substrato pintado. Ya la familia Dynasylan ® puede ofrecer diferentes alternativas para esta aplicación. Según Beatriz, los productos Dynasylan ® Hydrosil poseen excelente adhesión en metales y son también compatibles con algunos sis- temas de pinturas (epoxi, poliuretano, acrílico, etc). Lo mismo es válido para los productos de la línea Dynasylan ® SIVO, que son silanos multifuncionales

para sistemas de curado por tempe- ratura. Estos, son producidos con ba- se en la tecnología SIVO SOL, usada para tratar superficies, principalmente para metales, prometiendo una óptima adhesión y protección a la corrosión. “Ella puede ser combinada con otros silanos multifuncionales para obtener algunos efectos como, por ejemplo, superficies oleosas e hidrofóbicas. Esta línea, inclusive, recibió un premio de innovación en el año de 2007”, revela Beatriz.

Inhibidores de corrosión orgánicos y atóxicos, exentos de metales pesa- dos, son alternativas desarrolladas por Logos Química, empresa siempre muy enfocada en investigaciones y desarrollos, conocida por ser genera- dora de nuevas tecnologías. De acuerdo con el gestor de nego- cios, Renê Correia Nascimento, esta familia de inhibidores atóxicos es ca- paz de evitar fenómenos como el flash rusting (corrosión que migra del sus- trato para la superficie de la pinturas de base acuosa) y aumentar sensible- mente la resistencia de las pinturas a la intemperie. Comercialmente deno- minada Logoscor, la línea engloba pro- ductos tanto para pinturas de base agua (Logoscor 4564), como para pinturas de base solventes orgánicos (Logoscor 4593). Comprobando competencia y via- bilidad técnica, un estudio en conjunto con el IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas - Instituto de Investiga- ciones Tecnológicas) y grandes fa- bricantes de pinturas, destacó la efi- ciencia del Logoscor 4564 como inhi- bidor de corrosión en pinturas acríli- cas de base acuosa de alto brillo, rin- diendo a Logos Química el “Prêmio Menção IPT de Inovação em Ciência e

Tecnologia 2002” (Premio Mención IPT de Innovación en Ciencia y Tecnología

2002).

Las pinturas que tenían el producto

como aditivo fueron sometidas a diver- sos ensayos, como de caracterización, electroquímicos (curvas de polari- zación y espectroscopia de impedancia electroquímica – EIS), ensayos ace- lerados de corrosión (niebla salina, humedad saturada y dióxido de azufre)

y de corrosión cíclicos (prohesion y

corrosión-intemperismo). Todos fue- ron realizados en pinturas de base agua sin inhibidores y base solvente convencional, formuladas con el mismo

vehículo. Conforme aclara Nascimento, las pinturas con el Logoscor 4564 como aditivo, no presentaron flash rusting

y no hubo corrosión del sustrato,

cuando se aplicaron en placas de acero carbono. “El producto pasó por prue-

bas de intemperismo acelerado y na- tural, atendiendo a todas las normas evaluadas por el IPT”, recuerda el ejecutivo, destacando que Logos fue pionera en el mercado nacional al in- troducir los inhibidores atóxicos. “En este momento, estamos trabajando esta línea y esperando que el uso de estos inhibidores crezca, ya que hoy todavía es restringido, principalmente por el costo”, concluye.

Metachem actúa en el segmento de inhibidores de corrosión con productos de dos empresas representadas:

Halox y King. Todos los productos en línea son considerados atóxicos, exentos de metales pesados, y la gama es bien extensa, con complejos a base de fosfatos de zinc, bo- rosilicatos y fosfosilicatos, entre otros. Para pintura en polvo, Halox desar-

rolló un producto especial, el ya co- nocido Halox 710, que es un fosfocar- bonato orgánico e inorgánico que actúa como un inhibidor de corrosión híbrido, con características de aditivo y tam- bién de pigmento. Se están trabajando nuevas alter- nativas con un costo inferior, como en el caso del Halox 310 y 410, pig- mentos minerales modificados con algún componente orgánico que se pueden utilizar tanto en sistema sol- vente como en los de base agua. El más reciente en línea es el Halox 750, aditivo inhibidor híbrido para apli- caciones que necesitan de desempeño anticorrosivo mucho más intenso. “Es- tá exento de zinc y tiene desempeño mejor que el fosfato de zinc”, afirma Selena Ignácio de Mendonça, gerente de negocios de Metachem. Otra novedad es el Halox 550, un aditivo inhibidor de corrosión especí- fico para aplicaciones de base agua, ya sea en barnices donde no haya pig- mento o en aquellas hechas directa- mente en el metal. Según Selena, “el mayor diferencial de este producto es que no tiene ningún efecto negativo sobre el brillo, y se diferencia también por ser especialmente desarrollado para base agua”, enfatiza. La serie de Halox también con- centra los productos más destacados, el SZP-391 y el CW – 491, que son muy versátiles, pues sirven para cual- quier aplicación (agua o solvente), siendo este último una alternativa para los procesos exentos de zinc. De King, son ofrecidos aditivos a base de sulfonatos metálicos que tienen sinergia con los pigmentos anticorrosivos, usados solamente en sistemas a base de solventes. Se trata de la línea comercialmente denomi- nada Nacorr.

solamente en sistemas a base de solventes. Se trata de la línea comercialmente denomi- nada Nacorr.
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CORROSION INHIBITORS CORROSION INHIBITORS: CHALLENGES THINKING OF ENVIRONMENT Following the move of the paint additive

CORROSION

INHIBITORS

CORROSION INHIBITORS:

CHALLENGES THINKING OF ENVIRONMENT

Following the move of the paint additive market in general, the trend of substituting the classic corrosion inhibitors based on heavy metals for less toxic elements gains force, but is not still a reality, in spite of the lots of companies that already have in line inhibitors considered non-toxic. As Hamilton Oliveira, Aromat product coordinator explains, the main characteristic of this new class of additives is the absence of substances considered harmful, as lead and chromium. However, in accordance with Carlos Russo, Adexim-Comexim technical manager, the use of chromate and zinc tetraoxychromate is still very high in Brazil. “Until the end of 2007, many companies used these products based on chromates that must be already banished, but some of them are still in use due to the tradition, cost or even due to ignorance”. Russo believes that certain paint sectors has not identified yet an “environmentally-friendly” substitute for the use of appropriate special high performance anticorrosive products, with the assurance that the market requires and, some times, they are cheaper. He states that the aerospace lines are responsible for the demand of products based on chromates, now for the car industry

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and others, zinc phosphates and its byproducts have substituted the chromates. “Other products based on alkaline earths and polycarbonates are already responsible also for the success of a market share”, adds the executive. However, beyond restrictions to the mentioned heavy metals, as Selena Ignácio de Mendonça, Metachem business manager observes, today, the zinc is becoming a concern in some countries, and Brazil uses the zinc phosphate in large volumes. “We do not pressure in any way those metals. The suspicions on zinc are still questionable, but the chromate, lead and strontium should already be banished from our market, adds Selena. For Russo, “only a conclusive and technically based legislation could banish from our paint industry the chromates used as corrosion inhibitors and those used as colored pigments, even though we have to accept the limitations of the “environmentally- friendly” in comparison to the chromates”.

Through the French represented company SNCZ, Adexim-Comexim offers as the “ecological” inhibitors from the Phosfinal line as the zinc phosphate [standard] and a series of another products based on

modified phosphates, orthophosphates, polyphosphates, phosphosilicates, calcium phosphates, aluminum and strontium phosphates, aluminum and zinc phosphates, besides the strontium, barium and zinc chromates and the zinc tetraoxychromate. According to Carlos Russo, Adexim-Comexim technical manager, in 2007 the sales of the company grew around 12%, mainly in zinc phosphates from the high performance Phosfinal PZ 20 line. Therefore, trying to be always in the vanguard of the development of new products and better efficiency, the company introduced recently in the Brazilian market a family of alkaline earth phosphates named Novinox PAT. It is an environmentally friendly product with several types of derivations for each particular application. Russo emphasizes that the company has also studies based on nanotechnology, through German companies, which in the future may know the consumer, and also reveals that the plans of SNCZ includes the substitution of all the chromates, such as it was showed in the last technical Adexim-Comexim seminar in October 2007. “These projects already exist in laboratories since several years ago, but the commercial use for

high-responsibility products such as coatings with low-thickness and high-resistance film is still unknown”, comments the technical manager.

Through the represented company Elementis Specialties, Aromat offers the additives Nalzin ® . It is a line of corrosion inhibitors in different compositions, free of toxic elements. Its wide compatibility makes possible to apply it in several water or solvent based formulations. Elementis Specialties works constantly on the development of new additives in accordance with the market trends and needs, as in the case of Rheolate CVS , the most recently launched product in the line of rheological products. “In the series of corrosion inhibitors there are some ongoing developments and we expect for new launchings still this year”, says Hamilton Oliveira, product coordinator in Aromat.

The Miox ® iron micaceous oxide line is a pigment with anticorrosive properties by barrier. Its lamellar structure forms a barrier by superposition, blocking (inhibiting) the pass of any type of environment and protecting for a long period of time the substrate, even exposed to the sea and industry highly aggressive environments. The product was developed by the Austrian company Kärntner and offered in Brazil by Braschemical. It also can be used as finishing effect, with larger particles. This

pigment is offered in metallic- graphite color and, even is used in architectural paints. In composition with organic pigments, it provides interesting effects, even in paints for high temperature, since it has excellent thermal resistance. “With this product we penetrate in other markets, as the ceramic market, because it stands very high temperatures; and in architectural paints, aiming at providing special effects. For smaller particles, we found another sector, that is the powder paints market. This small particle can provide a glossy effect that is not so intensive and, at the same time, brings anticorrosive protection”, explains the technical vendor, Luciana Silveira Mantovani. The vendor also adds that it was developed an ISO standard for the micaceous line, due to the mixture of the structure of lamellar particles with crystals, promoted by some manufacturers. “Kärntner is one of the companies that provides the highest percentage of lamellar particles in the composition of its product, being inside the whole classification required by the standard”, emphasizes Luciana. Braschemical also includes the corrosion inhibitors of the represented company Lubrizol – Lubrizol ® 2064 and 219. The first one is a calcium sulphonate and the other one, a complex zinc phosphate. Both of them can be neutralized and used in water and solvent based systems.

Evonik/Degussa has several and different studies based on nanotechnology, focusing on the application on surface treatment.

One of them, as the business coordinator– Silanes, Beatriz Klein Attab Zaki emphasizes, involves the pyrogenic silicas Aerosil ® , which are used many years ago, helping in the protection against corrosion when used as additive in the formulation of paints. Another line of products is the Dynasylan ® , which can be used as surface pre-treatment, forming a very thin film, and many times maintaining its natural characteristics. “This layer allows to apply a paint coat on it, promoting a better adhesion and, as a consequence, a higher protection”, explains Beatriz. Considering these two series, the Aerosil ® R 812 S stands out, a product recommended for water- based alkyd /acrylic paint systems, improving the resistance to corrosion of the substrate painted. Now the Dynasylan ® family can offer different alternatives for this application. According to Beatriz, the products Dynasylan ® Hydrosil provides an excellent adhesion on metals and are also compatible with some paint systems (epoxy, polyurethane, acrylic, etc). The same is valid for the products of the Dynasylan ® SIVO line, which are multifunctional silanes for the curing of systems by temperature. Those are produced taking as a basis the SIVO SOL technology, used in the treatment of surfaces, mainly for metals, providing an excellent adhesion and corrosion protection. “It can be combined with other multifunctional silanes to obtain some effects as, for example, greasy and hydrophobic surfaces. This line has even

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CORROSION INHIBITORS awarded as innovation in the year 2007”, reveals Beatriz. Organic and non-toxic corrosion

CORROSION

INHIBITORS

awarded as innovation in the year 2007”, reveals Beatriz.

Organic and non-toxic corrosion inhibitors, free of heavy metals, are alternatives developed by Logos Química, a company always focused on research and development, aknowledged as being generator of new technologies. In accordance with Renê Correia Nascimento, business manager of the company, this family of non-toxic inhibitors is able to avoid phenomena as flash rusting (corrosion that migrates from the substrate to the surface of the water-based paint) and to increase importantly the resistance to weathering of paints. Commercially named Logoscor, the line includes products as for water-based paints (Logoscor 4564) as for organic solvent-based paints (Logoscor 4593). Proving competency and technical feasibility, a study carried out together with the IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas - Technological Research Institute) and large paint manufacturers, showed the efficiency of the Logoscor 4564 as corrosion inhibitor in high-gloss water-based acrylic paints, yielding to Logos Química the prize Prêmio Menção IPT de Inovação em Ciência e Tecnologia 2002 (IPT Mention of Innovation in Science and Technology 2002 Award). The paints with the product as additive were submitted to several tests as characterization, electrochemical (polarization curves and electrochemical impedance

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spectroscopy – EIS), accelerated corrosion tests (saline fog, saturated dampness and sulfur

dioxide) and cyclical corrosion test (prohesion and corrosion-

weathering).

carried out in water-based paints without inhibitors and conventional solvent-based paints, formulated with the same vehicle. As explains Nascimento, the paints with Logoscor 4564 as

additive did not presented flash rusting and their substrate did not presented corrosion when applied

on carbon steel plates.

product passed accelerated and natural weathering tests, satisfying all of the standards evaluated by IPT”, informs the executive, highlighting that Logos was pioneer in the Brazilian market with the introduction of non-toxic inhibitors. “At the moment, we are working

this line and expecting that the use of these inhibitors grows, since today it still is restricted, mainly due to the cost”, concludes Nascimento.

All of them were

“The

Metachem works in the sector of corrosion inhibitors with products from two represented companies: Halox and King. All of the products in line are considered non-toxic, free of heavy metals, and the range is very wide with complexes based on zinc phosphates, borosilicates, phosphosilicates, among others. For powder paints, Halox developed a special product, the already known Halox 710, an organic and inorganic phosphocarbonate that works as hybrid corrosion inhibitor

with additive and also pigment characteristics. The company has been working new low-cost alternatives as in the case of Halox 310 and 410, mineral pigments modified with some organic component that can be used either in solvent as in water based systems. The most recent product in line is the Halox 750, an hybrid inhibitor additive for applications that require a much more intensive anticorrosive performance. “It is zinc-free and its performance is better than the zinc phosphate”, declares Selena Ignácio de Mendonça, Metachem business manager. Another novelty is the Halox 550, a specific corrosion inhibitor additive for water-based applications, either in pigment-free varnishes or in those made directly on the metal. According to Selena, “the main difference of this product is that it does not cause any negative effect on the gloss, and makes difference also because it is specially developed for water based systems”, she emphasizes. The Halox series also concentrates the most outstanding products, the SZP-391 and the CW – 491 that are very versatile, because they serve for any application (water or solvent), being the latter an alternative for the zinc free processes. From King, Metachem offers additives based on metallic sulphonates that have synergy with anticorrosive pigments, used only in solvent-based systems. It is the line commercially named Nacorr.

have synergy with anticorrosive pigments, used only in solvent-based systems. It is the line commercially named

APLICAÇÃO

APLICAÇÃO Eastman™CAB é usado na restauração de monumento histórico O símbolo da independência mexicana foi

Eastman™CAB é usado na restauração de monumento histórico

O símbolo da independência mexicana foi protegido com o exclusivo verniz Clear Coat

Os aditivos de revestimentos de CAB (Cellulose Acetate Butyrate) da Eastman Chemical Company foram usados na

restauração de El Ángel de la Independencia, um dos monu-

mentos mexicanos mais admirados. Símbolo da unidade e da liberdade mexicana desde sua construção na Cidade do México em 1910, o monumento de pedra de 36 metros com a estátua de um anjo folheada a ouro foi restaurado com o uso de uma fórmula exclusiva de verniz clear coat com CAB, especialmente desenvolvido para o projeto.

“Foi uma honra usar os Eastman

CABs para ajudar a garantir que o

anjo continue a causar admiração

e inspiração por mais cem anos”

Luiz Rizkalla, da Eastman

Os CABs da Eastman™são aditivos de desempenho especializado que aumentam a eficiência e melhoram signi- ficativamente os resultados obtidos, amplamente utilizados em pinturas arquitetônicas e como cobertura em carros, laptops e celulares.

El Ángel de la Independencia – conhecido no México sim-

plesmente como El Angel – é uma estátua de bronze folheada a ouro. Em sua mão direita, segura uma coroa de folhas de louro, representando a independência, e na mão esquerda, uma corrente partida, símbolo da liberdade. Uma camada de Eastman CABs foi usada tanto na estátua de 6,7 metros, folheada a ouro, como na coluna de pedra do monumento e

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APLICAÇÃO ras seguido de uma demão de Eastman CAB. Os Eastman CABs representaram 5% da

APLICAÇÃO

ras seguido de uma demão de Eastman CAB. Os Eastman CABs representaram 5% da formulação
ras seguido de uma demão de Eastman
CAB.
Os Eastman CABs representaram
5% da formulação de verniz clear coat
e ajudaram no controle de fluxo, nivela-
mento de superfície, flexibilidade e resis-
tência UV. Além disso, a sensibilidade
do ouro exigia secagem rápida e o tempo
do Eastman CAB (25 a 30 minutos) foi
ideal para o projeto – em comparação

nos quatro obeliscos de granito em sua base. “El Ángel guarda o povo mexicano há quase cem anos,” disse Luiz Rizkalla, gerente comercial de revestimento da Eastman para a América Latina. “Foi uma honra usar os Eastman CABs para ajudar a garantir que o anjo continue a causar admiração e inspiração por mais cem anos.” Para restaurar e preservar El Ángel, foi usado anticorrosivo sobre a escultura de bronze e em seguida uma fina porção de argila. O revestimento exterior de El Ángel é adornado por uma delicada ca- mada de ouro, onde se aplicou Eastman CAB para protegê-la contra rachaduras e corrosão, que podem ocorrer devido aos impactos ambientais da água e do vapor infiltrado. A restauração da coluna de pedra, da base e dos obeliscos foi realizada com uma limpeza completa e um processo de proteção anti-rachadu-

aos 40 minutos de outros aditivos de revestimento. Rizkalla ressalta ainda que, “o Eastman CABs é utilizado de ma- neira muito eficiente há anos em revesti- mentos industriais, e estávamos con- fiantes de que seu sucesso em aplica- ções que geralmente enfrentam con- dições difíceis faria com que fosse ade- quado para o restauro de monumentos

e prédios históricos”. Em sua história de quase 100 anos, El Ángel havia sido restaurado duas ve- zes. A primeira deu-se após um terre-

moto ocorrido em 1957, quando El Án- gel desmoronou, destruindo a cabeça original da estátua; a segunda ocorreu logo depois que o monumento foi dani- ficado em decorrência das comemora- ções da Copa do Mundo de 1986. O trabalho exigiu esforços durante sete meses e envolveu engenheiros químicos, historiadores, arquitetos, arqueólogos e construtores.

sete meses e envolveu engenheiros químicos, historiadores, arquitetos, arqueólogos e construtores. 32 RTV|02-03|2008
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APLICACIÓN APPLICATION

APLICACIÓN

APLICACIÓN APPLICATION

APPLICATION

Eastman™CAB es usado en la restauración de monumento histórico

Los aditivos de revestimientos de CAB (Cellulose Acetate Butyrate) de Eastman Chemical Company fueron usados en la restauración de El Ángel de la Independencia, uno de los monu- mentos mexicanos más admirados. Símbolo de la unidad y de la libertad mexicana desde su construcción en la Ciudad de México en 1910, el monumento de piedra de 36 metros con la estatua de un ángel chapada en oro fue restaurado con el uso de una fórmula exclusiva de barniz clear coat con CAB, especialmente desarrollado para el proyecto. Los CABs de Eastman™son aditivos de desempeño especializado que aumentan la eficiencia y mejoran significa- tivamente los resultados obtenidos, ampliamente utilizados en pinturas arquitectónicas y como cobertura en coches, laptops y celulares.

El Ángel de la Independencia – conocido en México simple-

mente como El Ángel – es una estatua de bronce chapada en oro. “El Ángel guarda l pueblo mexicano desde hace casi cien años,” dijo Luiz Rizkalla, gerente comercial de revestimiento de Eastman para América Latina. “Fue un honor usar los Eastman CABs para ayudar a garantizar que el ángel continúe causando admiración e inspiración por cien años más”. Para restaurar y preservar El Ángel, fue usado anticorrosivo sobre la escultura de bronce, y en seguida, una fina porción de arcilla. El revestimiento exterior de El Ángel es adornado por una delicada camada de oro, donde se aplicó Eastman CAB para protegerla contra fisuras y contra la corrosión, que pueden ocurrir debido a los impactos ambientales del agua y del vapor infiltrado. La restauración de la columna de piedra, de la base y de los obeliscos fue realizada con una limpieza completa y un proceso de protección contra fisuras, seguido de una mano de Eastman CAB. Los Eastman CABs representaron el 5% de la formulación del barniz clear coat y ayudaron en el control de flujo, nivelación de superficie, flexibilidad y resistencia UV. Además, la sensi- bilidad del oro exigía secado rápido y el tiempo del Eastman CAB (25 a 30 minutos) fue ideal para el proyecto, en com- paración con los 40 minutos necesarios para otros aditivos de revestimiento.

40 minutos necesarios para otros aditivos de revestimiento. Eastman™CAB is used in the restoration of historical

Eastman™CAB is used in the restoration of historical monument

The Eastman Chemical Company CAB (Cellulose Acetate Butyrate) coating additives were used in the restoration of

El Ángel de la Independencia, one of the most admired

Mexican monuments. Symbol of the Mexican unity and freedom since it was constructed in Mexico City in 1910, the 36 meters tall stone monument with the statue of a gold-plated angel was restored with the use of an exclusive clear coat varnish formulated with CAB, specially developed for the project. The Eastman™CABs are special performance additives that increase the efficiency and improve significantly the results obtained, widely used in architectural paints and as coatings for cars, laptops and cell telephones.

El Ángel de la Independencia – known in Mexico simply

as El Ángel – is a gold-plated bronze statue. “El Ángel protects the Mexican people since almost one hundred years ago,” says Luiz Rizkalla, Eastman for Latin America coating commercial manager. “It was an honor to use the Eastman CABs to help to assure that the angel continues causing admiration and inspiration for one hundred years more.” For the restoration and preservation of El Ángel, was used anticorrosive on the bronze sculpture and then, a fine layer of clay was applied. The external coating of El Ángel is a delicate gold layer, on which the Eastman CAB was applied to protect it against cracking and corrosion, which can happen due to the environmental impacts of water and steam infiltrated. The restoration of the stone column, the base and obelisks was carried out with a complete cleaning and an anti-cracking protection process followed by a layer of Eastman CAB. The Eastman CABs represented 5% of the formulation of clear coat varnish and helped in the control of flow, surface leveling, flexibility and, UV resistance. Besides, the sensibility of the gold required a fast drying and the drying time of the Eastman CAB (25 to 30 minutes) was excellent for the project – in comparison with the 40 minutes demanded for other coating additives.

excellent for the project – in comparison with the 40 minutes demanded for other coating additives.
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EBDQUIM 2008 4º Encontro Brasileiro dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos reúne congressistas de

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4º Encontro Brasileiro dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos reúne congressistas de diversos países

Rubens Medrano, presidente da Associquim/Sincoquim
Rubens Medrano, presidente da Associquim/Sincoquim
países Rubens Medrano, presidente da Associquim/Sincoquim Todos os players que agregam valor dirmos conhecimento

Todos os players que agregam valor

dirmos conhecimento com todos, tanto

foi convidado para fazer a apresentação

à cadeia produtiva dos segmentos químico e petroquímico se reuniram no

no âmbito nacional como no interna- cional. Felizmente, neste Encontro re-

solene. Ele falou sobre a indústria quí- mica brasileira abordando vários tópicos

4º Encontro Brasileiro dos Distribuido-

cebemos de braços abertos represen-

futuro, tendência da indústria química

res de Produtos Químicos e Petroquí-

tantes do setor de álcool/etanol, um

mundial e mitos que cercam o segmento

micos – Ebdquim, promovido de dois em dois anos pela Associquim (Associação Brasileira dos Distribuidores de Pro-

segmento emergente e muito importan- te. O balanço que faço desta edição é muito positivo, pois mostrou que o Ebd-

e enfatizou a necessidade de valorizar essa indústria que tem muito espaço para crescer no país. Essa boa notícia

dutos Químicos e Petroquímicos) e Sin-

quim se consolidou e o futuro dele será

foi

dividida por outra não tão boa, quando

coquim (Sindicato do Comércio Ataca-

brilhante”, declara Rubens Medrano,

o

executivo comentou o crescimento

dista de Produtos Químicos e Petroquí- micos no Estado de São Paulo). O evento aconteceu de 5 a 9 de mar- ço no Resort Vila Galé Marés, em Gua- rajuba, Estado da Bahia com a presença de executivos brasileiros e de mais de

presidente da Associquim/Sincoquim que, a partir de junho, assume a presi- dência da ICCTA – International Council of Chemical Trade Associations, sendo o primeiro latino-americano neste cargo. O tema deste ano foi “2008 – Rumo

insuficiente da produção química brasi- leira que não conseguiu se expandir na mesma velocidade de seus clientes, cuja demanda foi abastecida pelas importa- ções. Wongtschowski também salientou que as empresas estão ficando cada vez

15 países, totalizando 192 congres- sistas e 107 empresas participantes. “A Associquim/Sincoquim contempla toda a cadeia produtiva, não só a distri- buição, e não poupamos esforços em procurar trazer o melhor possível da ex- periência dos palestrantes para divi-

ao 50º Aniversário – 2010”, já que a entidade irá celebrar 50 anos no pró- ximo Ebdquim; e a programação das conferências foi bem diversificada, com palestrantes nacionais e internacionais renomados no setor. O presidente do Grupo Ultrapar, Pedro Wongtschowski,

mais especializadas, todas se concen- trando num número menor de segmen- tos de atuação e quebrou alguns mitos, quando afirmou que não há relação entre rentabilidade e tamanho de empresa; e ao comentar que a maior parte das com- panhias químicas que eram considera-

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das as maiores, hoje estão diminuindo de tamanho. Resumidamente, para o presidente da Ultrapar, a batalha por re- putação será tema central para o futuro do segmento químico no geral.

Dentro do auditório

Duas manhãs foram dedicadas para os painéis. O primeiro tratou a qualidade como fator de excelência, produtividade

e desenvolvimento sustentável dos seg-

mentos químico e petroquímico. Neste painel, Bruce Schechinger, presidente da NACD (National Association of Chemical Distributors), falou sobre a associação

e a importância da Distribuição Respon-

sável; Edison Terra Filho, diretor comer-

cial & supply chain da unidade de insu- mos básicos, da Braskem, revelou a vi- são da Braskem na qualidade da distri-

fotos: J. Pedro/Realce Eventos
fotos: J. Pedro/Realce Eventos

buição; Antonio Carlos Lacerda, como representante de Fernando Figueiredo, vice-presidente da BASF para a América do Sul, discerniu a percepção e imagem da indústria química, destacando ações para melhorar a qualidade da percepção; e Hendrik Abma, diretor geral da FECC (European Association of Chemical Dis-

tributors), mapeou as atividades da as- sociação e abordou o REACH, um siste- ma integrado único de registro, avalia- ção e autorização de substâncias quí- micas. A apresentação de Paul J. Galasso, diretor comercial da ExxonMobil Chemi- cal Company, foi baseada na geração e

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EBDQUIM 2008 consumo de energia na economia global. Ele ressaltou o crescimento contínuo da demanda

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consumo de energia na economia global. Ele ressaltou o crescimento contínuo da demanda de energia, a significativa con- tribuição do carvão mineral e gás, além da busca por novas tecnologias para amenizar alguns problemas, como a alta emissão de CO 2 . Convidado pela segunda vez, Marc Fermont, diretor da DistriConsult, em- presa suíça de consultoria especializada em estratégias de distribuição, abordou o tema “Fusões e Aquisições – Chemical Distribution in Brazil: overcoming global challenges”, onde pontuou tendências e desafios atuais da distribuição. Fermont concluiu que os distribuidores brasi- leiros são mestres em seu mercado, e que uma empresa pode crescer até 20% sem fazer aquisição. O consultor também apontou resultados de um le- vantamento que ele mesmo conduziu so- bre o pensamento dos consumidores em relação aos distribuidores, o qual reve-

lou que cada vez mais negócios serão

transferidos pelos produtores para as áreas específicas de distribuição.

O cenário atual dos setores químico

e petroquímico brasileiro foi embasado com a presença de Carlos Mariani

Bittencourt, presidente da Abiquim (As- sociação Brasileira da Indústria Quí- mica).

A programação do segundo dia con-

tou com o panorama político brasileiro

na análise da jornalista e cientista polí- tica, Lúcia Hippolito. Depois, o espaço foi aberto para as entidades governa- mentais: ANP (Agência Nacional do Pe- tróleo, Gás Natural e Biocombustível) representada por Carlos Orlando E. da Silva; DPF (Divisão de Controle de Pro- dutos Químicos) cujo representante foi

o delegado de polícia federal, José Alber- to Maciel Costa; e MDIC/SECEX (Minis- tério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior/ Secretaria de Co-

mércio Exterior) na figura de Fabio Mar- tins Faria. O painel Win-Win-Win – Sob a Ótica

da Cadeia Produtiva reuniu os pales- trantes Francisco Carlos Verza, diretor de tintas imobiliárias para a América do Sul – BASF; Bernardo Nogueira Lemos, gerente de comércio interno de solven- tes da Petrobras; João Benjamin Parolin,

diretor superintendente da Oxiteno; Paulo Vieira, vice-presidente da DuPont Titanium Technologies para América La- tina e Fernando Butze, representante de Luis Fernando Sartini Felli, vice-presi- dente da Braskem. Cada um detalhou a atuação de sua empresa e o relacionamento com o con- sumidor e distribuidor. “Espero que cada congressista que esteve no evento possa fazer a sua lição de casa e aproveitar as informações deste Ebdquim 2008 em seus negó- cios”, resume Medrano.

OPINIÃO: O EBDQUIM 2008 ATENDEU SUAS EXPECTATIVAS?

A revista Tintas & Vernizes foi gentilmente convidada pela Associquim/Sincoquim para participar do encontro e conferir de perto toda a movimentação do Ebdquim 2008. Diante de tantas informações relevantes e grande oportunidade de troca de idéias e contatos, colhemos a opinião de alguns executivos:

e contatos, colhemos a opinião de alguns executivos: “Estou envolvido desde a criação do primeiro Ebdquim

“Estou envolvido desde

a criação do primeiro

Ebdquim e, ao longo des-

te período, o Encontro se

firmou e hoje, efetivamen-

te, faz parte do calendá-

rio internacional de even- tos de distribuição. Estou bastante satisfeito com esta edição e a presença

de quase 200 participan-

tes, o que é um atestado de sucesso e de quanto este evento está consolidado”

Fernando Rafael Anselmo Abrantes, da Ipiranga Química

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Anselmo Abrantes, da Ipiranga Química 36 RTV|02-03|2008 “Pessoalmente é minha primeira participação e fiquei

“Pessoalmente é minha primeira participação e fiquei bastante impres- sionada com a alta qua- lidade das palestras e o forte envolvimento das pessoas e entidades. É uma convenção onde realmente está toda a cadeia produtiva e ór- gãos governamentais, mostrando o fortalecimento da distribuição brasileira que não deixa nada a desejar aos distribuidores do mundo” Vera Maria Miraglia Gabriel, da Carbono Química

“É a primeira vez que a Gafor par- ticipa do Ebdquim e achei bastante proveitoso,

“É a primeira vez que a Gafor par- ticipa do Ebdquim e achei bastante proveitoso, principalmente pelo excelente nível das palestras que nos apontaram um futuro promissor e até mais favorável em termos de energia e de controle de produtos, por exemplo” Luiz Carlos Silva, da Gafor

“Notei que esta edição teve uma adesão maior de participantes e os temas abordados estão mais específicos e atuais. Bem inte- ressante” Roberto Rossit, da Elekeiroz

atuais. Bem inte- ressante” Roberto Rossit, da Elekeiroz “Este seminário está se tornando um foco de

“Este seminário está se tornando um foco de discussões importantes de temas relevantes da indústria. Creio que ele está evoluindo e será o local onde vamos, não só entender melhor o que está acontecendo no país, como imagino que futuramente vamos querer usar este seminário para pensar ainda mais no futuro da distri- buição química e fornecer in- gredientes para a administração pública deste país. Este ano deu para perceber um entusiasmo positivo e notar a evolução de organização das empresas na aplicação de sistema de gestão e de ferramenta de mercadologia, além do interesse em tecno- logia. Minha percepção é positiva e só não é tão grande quan- to a minha expectativa de que os próximos Ebdquim´s serão cada vez melhores” Paulo Vieira, da DuPont Titannium Technologies

os próximos Ebdquim´s serão cada vez melhores” Paulo Vieira, da DuPont Titannium Technologies RTV|02-03|2008 37
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EBDQUIM 2008 “O Ebdquim é uma oportunida- de importante de reciclar informa- ções, encontrar amigos

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EBDQUIM 2008 “O Ebdquim é uma oportunida- de importante de reciclar informa- ções, encontrar amigos e

“O Ebdquim é uma oportunida- de importante de reciclar informa- ções, encontrar amigos e saber das tendências e atualidades do mercado, tendo um panorama ge- ral da área química. Foi uma ini- ciativa bastante louvável do Rubens Medrano” Maria Cristina Potomati Fiuza, da Dovac

Rubens Medrano” Maria Cristina Potomati Fiuza, da Dovac “Este evento está realmente acima das expectativas. Acho

“Este evento está realmente acima das expectativas. Acho que diante da preocupação que houve com o controle de sol- ventes - tema apresentado em uma das palestras - e os re- sultados apresentados até hoje, creio que nós, como dis- tribuidores sérios, estamos bem contentes” Élcio Giusti, da ExxonMobil

estamos bem contentes” Élcio Giusti, da ExxonMobil “Considerando que é minha primeira participação no

“Considerando que é minha primeira participação no evento, estou gostando muito, princi- palmente do comentário do Marc Fermont sobre o novo de- safio da distribuição, que é um pouco da nossa realidade no país” Maurício de Andrade Lopes, da Oxiteno

no país” Maurício de Andrade Lopes, da Oxiteno “Este tipo de evento dá opor- tunidade para

“Este tipo de evento dá opor- tunidade para os produtores dizerem como eles podem de- senvolver melhores políticas de distribuição. Para a próxima edição, acho que devemos evo- luir no sentido de tratar mais o tema central, ou seja, as necessidades que o produtor enxerga no distribuidor e vice-versa. Independente da palestra do Marc Fermont, não tivemos debates onde um produtor com política de distribuição bem definida viesse à palestra e mostrasse a sua necessidade. Isso está muito mais no networking, o que também não deixa de ser bom, porém, o evento para ser completo precisa ter um pouco mais de pauta formal nesse sentido da construção da política de distribuição e de abas- tecimento do distribuidor” Carlos Fernando de Abreu, da Bandeirante Brazmo

Carlos Fernando de Abreu, da Bandeirante Brazmo “Esta edição do Ebdquim mostra a evolução do mercado

“Esta edição do Ebdquim mostra a evolução do mercado e acho que os palestrantes foram muito fe- lizes em suas colocações refe- rentes ao setor da distribuição” Flávio Alberto Polo, da M.Cassab

da distribuição” Flávio Alberto Polo, da M.Cassab “Achei muito interessante este encontro, principalmente

“Achei muito interessante este encontro, principalmente pela oportunidade de fazer contatos com as pessoas. Isso falta no nosso mercado e esse evento vem suprir essa ne- cessidade”. Jackson Rocha Franco, da Petrobras BR-Distribuidora

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EBDQUIM2008 EBDQUIM 2008 4º Encuentro Brasileño de los Distribuidores de Productos Químicos y Petroquímicos se

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EBDQUIM 2008 EBDQUIM 2008 4º Encuentro Brasileño de los Distribuidores de Productos Químicos y Petroquímicos se

EBDQUIM

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4º Encuentro Brasileño de los Distribuidores de Productos Químicos y Petroquímicos se lleva a cabo en Bahia

Todos los players que agregan valor a la cadena pro- ductiva de los segmentos químico y petroquímico se reu- nieron en el 4º Encuentro Brasileño de los Distribuidores de Productos Químicos y Petroquímicos (Ebdquim), pro- movido a cada dos años por la Associquim (Asociación Bra- sileña de los Distribuidores de Productos Químicos y Petro- químicos) y Sincoquim (Sindicato del Comercio Mayorista de Productos Químicos y Petroquímicos en el Estado de São Paulo). El evento se celebró del 5 al 9 de marzo en el Resort Vila Galé Marés, en Guarajuba, Estado de Bahia con la pre- sencia de ejecutivos brasileños y de más de 15 países, totalizando 192 congresistas y 107 empresas partici- pantes. “La Associquim/Sincoquim contempla toda la cadena productiva, no sólo la distribución, y no ahorramos esfuerzos en procurar traer lo mejor posible de la experiencia de los conferencistas para que compartamos el conocimiento con todos, tanto en el ámbito nacional, como en el internacional”, declara Rubens Medrano, presidente de la Associquim/ Sincoquim, quien a partir de junio asume la presidencia de la ICCTA (International Council of Chemical Trade Asso- ciations), siendo el primer latinoamericano en este cargo. El tema de este año fue “2008 – Rumbo al 50º Ani- versario – 2010”, ya que la entidad celebrará 50 años en el próximo Ebdquim; y la programación de conferencias fue muy variada, con conferencistas nacionales e internacio- nales renombrados en el sector. El presidente del Grupo Ultrapar, Pedro Wongtschowski, fue invitado a hacer la pre- sentación solemne y habló sobre la industria química bra- sileña abordando varios tópicos, enfatizando la necesidad de valorizar esta industria que tiene mucho espacio para crecer en el país. Wongtschowski también destacó que las empresas se están especializando cada vez más, todas concentrándose en un número menor de sectores de acti- vidades y rompió algunos mitos cuando afirmó que no existe relación entre rentabilidad y el tamaño de la empresa, y al comentar que la mayor parte de las compañías químicas que eran consideradas las mayores, hoy están disminuyendo de tamaño. En resumen, para el presidente de Ultrapar, la batalla por reputación será el tema central para el futuro del sector químico en general.

tema central para el futuro del sector químico en general. 40 RTV|02-03|2008 4º Brazilian Meeting of
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4º Brazilian Meeting of Distributors of Chemical and Petrochemical Products is carried out in Bahia

All of the players that add value to the production chain of the chemical and petrochemical industry gathered in the 4 th Brazilian Meeting of Distributors of Chemical and Petrochemical Products (Ebdquim, in Portuguese) promoted every two years by Associquim (Brazilian Association of Distributors of Chemical and Petrochemical Products) and Sincoquim (Syndicate of the Wholesale Commerce of Chemical and Petrochemical Products of São Paulo State). The event was held from March 5 to 9 at Vila Galé Marés Resort, in Guarajuba, in the state of Bahia, and gathered executives from Brazil and more than 15 countries, adding 192 congress participants from 107 companies. “Associquim/Sincoquim considers the whole production chain, not only the distribution, and we do not spare efforts trying to bring the best experience possible of lecturers to share the knowledge with everybody, in the Brazilian as international scenario”, states Rubens Medrano, president of Associquim/Sincoquim, who from June on, assumes the directorship of the International Council of Chemical Trade Associations (ICCTA), being the first Latin American in this position. The topic of discussion this year was “2008 – In the Way to the 50 th Anniversary – 2010”, since the organization will be 50 years old the next Ebdquim; and the agenda of lectures was very diversified, with acknowledged Brazilian and international lecturers from the industry. The president of Grupo Ultrapar, Pedro Wongtschowski, was invited to make the solemn presentation and spoke about the Brazilian chemical industry, approaching several subjects, emphasizing the need of valorizing that industry, which still has a lot of space to grow in the country. Wongtschowski also highlighted that the companies are turning more and more specialized, all of them focusing on a reduced number of sectors of activity and broke some myths by declaring that there is no direct relation between profitability and the size of the company; and by commenting that most of the chemical companies that were considered the largest, today are downsizing. In summary, for the president of Ultrapar, the struggle for reputation will be the main subject for the future of the chemical industry as a whole.

of Ultrapar, the struggle for reputation will be the main subject for the future of the

ATUALIDADES

ATUALIDADES Certificação ISO 9001 atesta qualidade do fenol da Rhodia A unidade Fenol e Derivados da

Certificação ISO 9001 atesta qualidade do fenol da Rhodia

A unidade Fenol e Derivados da Rhodia foi certificada

de acordo com as normas ISO 9001/2000, depois de ter seu processo de qualidade auditado pela BVC – Bureau Veritas Certification, em dezembro passado. “Essa certificação consolida os critérios do sistema de qualidade já utilizado pela Rhodia em todas as suas unidades estratégicas de negócios. Ao mesmo tempo, atesta a alta performance dessa atividade, focada em

oferecer os melhores produtos aos clientes”, disse Antonio Leite, diretor da área de Fenol e Derivados da empresa.

O fenol é um produto com larga aplicação em diferen-

tes segmentos. É empregado em resinas para a produção

de moldes para fundição e para a fabricação de compen- sados de madeira. Na área da poliamida, entra na manu- fatura de sal nylon e ácido adípico, utilizados para produzir filamentos têxteis e industriais e plásticos de engenharia.

É matéria-prima também na cadeia de salicílico e para os

salicilatos, usados em aromas e fragrâncias para perfu- mes, cosméticos e produtos de limpeza.

A Rhodia possui grande destaque regional na produção

e comercialização de fenol e derivados. A unidade industrial

comercialização de fenol e derivados. A unidade industrial Planta de fenol da Rhodia no conjunto industrial

Planta de fenol da Rhodia no conjunto industrial de Paulínia (SP)

desses produtos está instalada em Paulínia (SP) e neste ano é objeto de investimento para a ampliação da sua capacidade produtiva.

investimento para a ampliação da sua capacidade produtiva. Certificación ISO 9001 testifica la calidad del fenol

Certificación ISO 9001 testifica la calidad del fenol de Rhodia

La unidad Fenol y Derivados de Rhodia fue certificada de acuerdo con las normas ISO-9001/2000, después de tener su proceso de calidad auditado por BVC – Bureau Veritas Certification, en diciembre pasado. “Esta certificación consolida los criterios del sistema

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de calidad ya utilizados por Rhodia en todas sus unidades estratégicas de negocios. Al mismo tiempo, testifica el alto desempeño de esta actividad, enfocada en ofrecer

los mejores productos a los clientes”, dijo Antonio Leite, director del área de Fenol y Derivados de la empresa.

El fenol es un producto con amplia aplicación en diferen-

tes segmentos. Se emplea en resinas para la producción de moldes para fundición y para la fabricación de madera compensada. En el área de la poliamida, entra en la fabri- cación de sal nylon y ácido adípico, utilizados para producir filamentos textiles e industriales y plásticos de ingeniaría. Es materia prima también en la cadena de salicílicos y para los salicilatos, usados en aromas y fragancias para perfumes, cosméticos y productos de limpieza. Rhodia se destaca regionalmente en la producción y comercialización de fenol y derivados. La unidad industrial de estos productos está instalada en Paulínia (SP) y este año es objeto de inversión para la ampliación de su capa- cidad productiva.

ISO 9001 Certification assures the quality of Rhodia’s phenolpara la ampliación de su capa- cidad productiva. The Phenol and Derivatives unit of Rhodia was

The Phenol and Derivatives unit of Rhodia was certified according to the ISO-9001/2000 standard, after audit to its quality process by BVC – Bureau Veritas Certification, in December last year. “This certification consolidates the criteria of the quality system already applied by Rhodia in all of its business strategic units. At the same time, assures the leap in the performance of this de activity, focused in offering the best products to the customers”, said Antonio Leite, Phenol and Derivatives manager of the company. Phenol is a product which is widely applied in different sectors. It is used in resins for the production of smelting molds and to manufacture plywood. In the polyamide industry, the product makes part of adipic acid and Hexamethylenediamine, used to produce textile and industrial threads and engineering plastics. It is also a raw material for the production chain of salicylic and for salicylate products, used in scents for perfumes, cosmetics and cleaning products. Rhodia stands out regionally in the production and marketing of phenol and derivatives. The industrial unit of these products is installed in Paulínia (SP) and this year investments will be made for the enlargement of its production capacity.

Ciba confia à Makeni sua distribuição de pigmentos e aditivoswill be made for the enlargement of its production capacity. A Makeni Chemicals anuncia a conquista

A Makeni Chemicals anuncia a conquista de distribui-

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distribui- 42 RTV| 02-03 |2008 42 RTV| 02-03 |2008 ção dos produtos da Ciba. Por meio

ção dos produtos da Ciba. Por meio de um extenso e rigoroso processo, a empresa venceu a concorrência para distribuir a linha completa de pigmentos, preparações pigmentárias, dispersões base água, corantes especiais, pigmentos de efeito perolizado, alumínios especiais, além de aditivos e estabilizantes a luz, fotoiniciadores, branquea- dores ópticos e antioxidantes para atender os mercados de tintas e vernizes, e de impressão do segmento Coating Effects da Ciba. As operações têm início em abril e a expectativa deste trabalho é contar com toda a estrutura e know-how que a Makeni proporciona. “O apoio do distribuidor é muito im- portante nesta fase de transição da Ciba. Portanto, leva- mos em consideração o controle de qualidade, sistema de transporte integrado, apoio técnico e serviço de pós- venda que a Makeni oferece para atender o mercado inter- no. Outro ponto de avaliação é que a distribuidora tem a mesma filosofia de negócios que a nossa empresa”, enfa- tiza Olivier David, diretor comercial e marketing da Ciba. “A parceria com a Ciba reforça nossa posição como fornecedor estratégico no principal mercado em que atua- mos. A distribuição de pigmentos e aditivos complementa o nosso portfólio, já que buscamos especialidades para inserir em nossa linha”, finaliza Reinaldo Medrano, diretor comercial da Makeni Chemicals.

Reinaldo Medrano, diretor comercial da Makeni Chemicals. Ciba confía a Makeni su distribución de pigmentos y

Ciba confía a Makeni su distribución de pigmentos y aditivos

Makeni Chemicals anuncia la conquista de la distribu- ción de los productos de Ciba. Por medio de un extenso y riguroso proceso, la empresa venció el concurso para dis-

ATUALIDADES

tribuir la línea completa de pigmentos, preparaciones pigmentarias, dispersiones de base agua, colorantes es- peciales, pigmentos de efecto aperlado, aluminios especia-

les, además de aditivos y estabilizadores a la luz, fotoinicia- dores, blanqueadores ópticos y antioxidantes, para atender

a los mercados de pinturas y barnices y de impresión del

segmento Coating Effects de Ciba. Las operaciones se inician en abril y la expectativa de este trabajo es contar con toda la estructura y know-how que Makeni proporciona. “El apoyo del distribuidor es muy importante en esta fase de transición de Ciba. Por lo tanto, tomamos en consideración el control de calidad, sistema de transporte integrado, apoyo técnico y servicio de post- venta que Makeni ofrece para atender el mercado interno. Otro punto de evaluación es que la distribuidora tiene la misma filosofía de negocios que nuestra empresa”, enfatiza Olivier David, director comercial y mercadeo de Ciba. “La alianza con Ciba refuerza nuestra posición como proveedor estratégico en el principal mercado en que actuamos. La distribución de pigmentos y aditivos com- plementa nuestro portafolio, ya que buscamos especia- lidades para incluirlas en nuestra línea”, finaliza Reinaldo Medrano, director comercial de Makeni Chemicals.

Reinaldo Medrano, director comercial de Makeni Chemicals. Ciba grants to Makeni the distribution of its pigments

Ciba grants to Makeni the distribution of its pigments and additives

Makeni Chemicals announces the achievement of the distribution of Ciba products. Through an extensive and strict process, the company won the bid to distribute the complete line of pigments, pigment

preparations, water-based dispersions, special dyes, pearled effect pigments, special aluminums, besides additives and light stabilizers, photo initiators, optical whiteners and antioxidants to serve the paint and varnish, and printing markets of the Ciba Coating Effects sector. The operations start in April and the expectation of this work is to count with the whole structure and know- how provided by Makeni. “The support of the distributor

is very important in this transition stage of Ciba.

Therefore, we took into consideration the quality control, integrated transport system, technical support

and post-sales service that Makeni offers in order to server the internal market. Another point of assessment is that the distributor has the same business philosophy that our company”, emphasizes Olivier David, Ciba business and marketing director. “The partnership with Ciba strengths our position as

a strategic supplier in the main market we work at. The

distribution of pigments and additives complements our portfolio, since we look for specialties to be included in

our line”, ends Reinaldo Medrano, Makeni Chemicals business director.

Dow estuda expansão da unidade de TDI em Camaçari (BA) de TDI em Camaçari (BA)

A Dow Poliuretanos anunciou em fevereiro um estudo de viabilidade de expansão da produção de diisocianato

de tolueno (TDI), em sua unidade em Camaçari, na Bahia.

A proposta, que está em estágio avançado, envolve uma

nova tecnologia de processo que ajudará a atender a gran-

de procura por produtos de poliuretano de uso final na América Latina e transformará Camaçari em uma unidade produtiva líder e de padrão mundial. Decisões importantes sobre o projeto devem ser tomadas até o quarto trimestre de 2008 e, se aprovada, a nova capacidade de TDI será adicionada em 2011. “Com o crescimento econômico forte e contínuo do setor químico, a América Latina é um importante mercado para a Dow. A expansão planejada de TDI continuará a impulsionar o aumento dos negócios de produtos de alta performance, como a Dow Poliuretanos, ao possibilitar que a empresa atenda as demandas crescentes de seus clientes e ofereça um fornecimento confiável a longo pra- zo”, afirma Pat Dawson, presidente da Dow Poliuretanos, unidade de negócios da The Dow Chemical Company (Dow). “Essa expansão da capacidade ajudará a empresa

a oferecer aos seus clientes latino-americanos produtos para atender a esses mercados em desenvolvimento”, acrescentou Dawson. A Dow se considera a maior produtora latino-ame-

ricana de TDI, com uma capacidade produtiva de 60 mil toneladas por ano. Impulsionada pelo aumento no consumo de produtos de poliuretano, estima-se que a demanda por TDI na América Latina cresça aproximadamente 1% a 2% acima do PIB (Produto Interno Bruto) até 2015. O TDI é uma matéria-prima essencial utilizada na produção de espumas flexíveis de poliuretano para aplicações auto- motivas, mobiliares e em colchões. “A Dow atende às necessidades de seus clientes na América Latina há mais de 50 anos”, destacou Fernando Rodriguez, diretor comercial da Dow Poliuretanos para a América Latina. “Com essa expansão, a empresa reforça

o seu compromisso com o sucesso de seus clientes, do

mercado de poliuretanos e desta importante região”.

Dow estudia expansión de la unidad de TDI en Camaçari (BA) unidad de TDI en Camaçari (BA)

Dow Poliuretanos anunció en febrero un estudio de viabilidad para la expansión de la producción de diisocianato de tolueno (TDI) en su unidad en Camaçari, en el estado

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brasileño de Bahia. La propuesta, que está en etapa avanzada, involucra una nueva tecnología de proceso que ayudará a atender la gran procura por productos de poliuretano de uso final en América Latina y transformará Camaçari en una unidad productiva líder y de estándar mundial. Decisiones importantes sobre el proyecto deben ser tomadas hasta el cuarto trimestre de 2008 y, se aprobada, la nueva capacidad productivo de TDI será adicionada en 2011. “Con el crecimiento económico fuerte y continuo del sector químico, la América Latina es un importante mer- cado para Dow. La expansión planeada de TDI continuará a impulsar el aumento de los negocios de productos de alto desempeño, como Dow Poliuretanos, al posibilitar que la empresa atienda a las demandas crecientes de sus clientes y ofrezca un suministro confiable a largo plazo”, afirma Pat Dawson, presidente de Dow Poliuretanos, unidad de negocios de Dow Chemical Company (Dow). “Esta expansión de la capacidad ayudará a la empresa ofrecer a sus clientes latinoamericanos productos para atender a estos mercados en desarrollo”, agregó Dawson. Dow se considera la mayor productora latinoamericana de TDI, con una capacidad productiva de 60 mil toneladas por año. Impulsada por el aumento en el consumo de pro- ductos de poliuretano, se estima que la demanda por TDI en América Latina crezca aproximadamente del 1% al 2% arriba del PIB (Producto Interno Bruto) hasta 2015. El TDI es una materia prima esencial utilizada en la producción de espumas flexibles de poliuretano para aplicaciones automovilísticas, mobiliarias y en colchones. “Dow atiende a las necesidades de sus clientes en la América Latina desde hace más de 50 años”, destacó Fernando Rodriguez, director comercial de Dow Poliure- tanos para la América Latina. “Con esta expansión, la empresa refuerza su compromiso con el éxito de sus clientes, del mercado de poliuretanos y de esta impor- tante región”.

mercado de poliuretanos y de esta impor- tante región”. Dow considers expansion of the TDI unit

Dow considers expansion of the TDI unit in Camaçari (BA)

Dow Poliuretanos announced in February a feasibility study for the expansion of toluene diisocyanate (TDI) production, in its unit in Camaçari, in the state of Bahia. The proposal, which is in advanced stage, involves a new processing technology that will help to satisfy the big demand of end-use polyurethane products in Latin America and will transform Camaçari in a leader and global standard production unit. Important decisions about the project must be taken until the second quarter of 2008 and, if approved, the new production capacity of TDI will be added in 2011.

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“With the strong and continuous economic growth of the chemical industry, Latin America is an important market for Dow. As well as Dow Poliuretanos, the planned expansion of TDI will continue to leverage the growth of high-performance products businesses, by making possible the company to satisfy the increasing demands of its customers and offering a long-term reliable supplying”, declares Pat Dawson, Dow Poliuretanos president, a business unit of The Dow Chemical Company (Dow). “This production capacity expansion will help the company to offer to its Latin-American customers products to serve these development markets”, added Dawson. Dow considers itself the biggest Latin-American producer of TDI, with a production capacity of 60 thousand tons per year. Leveraged by the consumption increase of polyurethane products, it is considered that the demand for TDI in Latin America will grow from 1% to 2% approximately above the GDP (Gross Domestic Product) until 2015. The TDI is an essential raw material used in the production of polyurethane flexible foams for automotive and furniture applications, and mattresses. “Dow satisfies the needs of its customers in Latin America since more than 50 years ago”, highlighted Fernando Rodriguez, Dow Poliuretanos for Latin America business manager. “With this expansion, the company strengthens its commitment with the success of its customers, of the polyurethane market and of this important region”.

of the polyurethane market and of this important region”. Reichhold do Brasil é eleita “Fornecedora de

Reichhold do Brasil é eleita “Fornecedora de 1ª linha em Resinas Alquídicas” pela empresa Brazilian Color

Comprometida com a busca contínua pelo aperfeiçoa- mento de seus processos, excelência e qualidade de seus produtos, pronto atendimento aos clientes e cumprimento

imediato de suas entregas, a Reichhold do Brasil foi iden- tificada como “Fornecedora de 1ª linha em Resinas Alquí- dicas” pela Brazilian Color, como conseqüência dos bons resultados obtidos em 2007.

O critério para a escolha e nomeação dos fornecedores

que mais se destacaram durante esse período foi con- duzido a partir de uma avaliação interna promovida pela equipe da Brazilian Color, com base em sua política de

qualidade certificada pelo Sistema Integrado ISO 9001:2000, e já priorizando as características da política ISO 14001, sistema que está sendo implantado pela empresa.

A Reichhold do Brasil foi parabenizada oficialmente

ATUALIDADES

ATUALIDADES no mês de fevereiro de 2008, durante um workshop pro- movido pela Brazilian Color em

no mês de fevereiro de 2008, durante um workshop pro- movido pela Brazilian Color em referência aos seus 20 anos de atividades na indústria de tintas e vernizes. Mem- bros das equipes comercial e da qualidade da Reichhold estiveram presentes para prestigiar a comemoração e receber os cumprimentos pelo trabalho desenvolvido no ano de 2007.

Reichhold do Brasil es elegida “Proveedora de 1ª línea en Resinas Alquídicas” por la empresa Brazilian Color por la empresa Brazilian Color

its products, fast service to the customers and immediate delivery, Reichhold do Brasil was acknowledged as “1st line Supplier in Alkyd Resins” by Brazilian Color, due to the good results achieved in

2007.

The criterion for the choice and nomination of the most outstanding suppliers during this period was conducted from an internal assessment promoted by the team of Brazilian Color, based on its quality policy certified by the ISO 9001: 2000 Integrated System, and already giving priority to the characteristics of the ISO 14001 standard, a system that is already being deployed by the company. Reichhold do Brasil was officially congratulated in February 2008, during a workshop promoted by Brazilian Color in reference to its 20 years of activities in the paint and varnishes industry. Members of the Reichhold business and quality teams were present to honor the commemoration and to receive the congratulations for their work in the year 2007.

Comprometida con la búsqueda continua por el per- feccionamiento de sus procesos, excelencia y calidad de sus productos, rápida atención a los clientes y cumpli-

2000, y ya priorizando las características de la política

2000, y ya priorizando las características de la política Evonik completa expansão de peróxido de hidrogênio

Evonik completa expansão de peróxido de hidrogênio no Brasil

miento inmediato de sus entregas, Reichhold do Brasil

A

Evonik Industries, em nome de sua unidade de negó-

fue identificada como “Proveedora de 1ª línea de Resinas

cios Active Oxygens, anunciou que a expansão da capaci-

Alquídicas” por Brazilian Color, como consecuencia de los buenos resultados obtenidos en 2007. El criterio para la elección y nombramiento de los pro-

dade de produção de peróxido de hidrogênio de sua moder- na fábrica de Barra do Riacho (ES) foi concluída com sucesso.

veedores que más se destacaron durante este período

 

A

ação eleva a capacidade de produção dessa matéria-

fue realizado a partir de una evaluación interna promovida por el equipo de Brazilian Color, con base en su política de calidad certificada por el Sistema Integrado ISO-9001:

ISO-14001, sistema que está siendo implementado por la empresa. Reichhold do Brasil fue felicitada oficialmente en el mes de febrero de 2008 durante un workshop promovido por Brazilian Color en referencia a sus 20 años de activi- dades en la industria de pinturas y barnices. Miembros de los equipos comercial y de calidad de Reichhold estu- vieron presentes para hacer los honores a la celebración

prima para 70.000 toneladas ao ano naquela unidade, com potencial de aumento para até 100.000 toneladas com a recente instalação de um novo reformador de me- tano a vapor. “O que nos deixa especialmente satisfeitos é que este trabalho pode ser concluído justamente em uma época em que há uma demanda crescente de peróxido de hidro- gênio na região”, disse Carlos Gil Mast, vice-presidente e gerente geral do segmento Active Oxygens para Américas. “Isso vem se somar à nossa capacitação em atender as necessidades da nossa clientela”, comenta Mast. “Neste segmento, estamos sempre buscando oportunidades de

y

recibir las felicitaciones por el trabajo desarrollado en

melhorar o nosso desempenho de produção visando

el

año de 2007.

corresponder às expectativas dos nossos clientes”, acres-

Reichhold do Brasil is elected “1 s t line Supplier in Alkyd Resins” by the

Reichhold do Brasil is elected “1 st line Supplier in Alkyd Resins” by the company Brazilian Color

centa. Acompanhando a bem-sucedida aplicação da tecno- logia de solução de trabalho de alto desempenho da Evonik em Barra do Riacho, Mast afirma que a tecnologia deverá,

Committed with the continuous search for the improvement of its processes, excellence and quality of

agora, ser aplicada também nas plantas de produção de peróxido de hidrogênio em Gibbons (Canadá) ou Mobile (Alabama, EUA). A escolha do local dependerá das exigên-

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cias do mercado. “A utilização dessa tecnologia nos per- mite expandir com maior eficiência os recursos existentes, de modo extremamente favorável em termos econômicos em comparação com a construção de novas unidades”, acrescenta Mast. “Esse investimento contribui para os nossos esforços no sentido de buscarmos a liderança da área de peróxido de hidrogênio, além de enfatizar a nossa aptidão para sermos um fornecedor mais eficiente e mais confiável para os nossos clientes”, completa Jürgen Meier, diretor de Negócios do segmento Active Oxygens da Evonik para a América do Sul. O complexo de Barra de Riacho está em operação desde meados de 1990.

de Barra de Riacho está em operação desde meados de 1990. Evonik completa su expansión de

Evonik completa su expansión de peróxido de hidrógeno en Brasil

Evonik Industries, en nombre de su unidad de negocios Active Oxygens, anunció que la expansión de la capacidad productiva de peróxido de hidrógeno de su moderna fábrica de Barra do Riacho (ES) fue concluida con éxito. La acción eleva la capacidad de producción de esta materia prima para 70,000 toneladas al año en dicha unidad, con potencial de aumento para hasta 100,000 toneladas con la reciente instalación de un nuevo reformador de metano a vapor. “Lo que nos deja especialmente satisfechos es que este trabajo se pude concluir justamente en una época en que hay una demanda creciente de peróxido de hidrógeno en la región”, dijo Carlos Gil Mast, vicepresidente y gerente general del segmento Active Oxygens para las Américas. “Esto se viene a sumar a nuestra capacidad de atender las necesidades de nuestra clientela”, comenta Mast. “En este segmento, estamos siempre buscando oportunidades de mejorar nuestro desempeño de producción buscando corresponder a las expectativas de nuestros clientes”, agrega. Acompañando la exitosa aplicación de la tecnología de solución de trabajo de alto desempeño de Evonik en Barra do Riacho, Mast afirma que ahora la tec- nología se deberá aplicar también en las plantas de producción de peróxido de hidrógeno en Gibbons (Ca- nadá) o Mobile (Alabama, EE.UU.). La selección del local dependerá de las exigencias del mercado. “La utilización de esta tecnología nos permite expandir con mayor eficiencia los recursos existentes, de modo extremamente favorable en términos económicos, en comparación con la construcción de nuevas unidades”, agrega Mast. “Esta inversión contribuye para nuestros esfuerzos en el sentido de que busquemos el liderazgo del área de

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peróxido de hidrógeno, además de enfatizar nuestra aptitud para que seamos un proveedor más eficiente y más con- fiable para nuestros clientes”, completa Jürgen Meier, di- rector de Negocios del segmento Active Oxygens de Evonik para América del Sur. El complejo de Barra de Riacho está en operación des- de mediados de 1990.

de Riacho está en operación des- de mediados de 1990. Evonik concludes expansion of hydrogen peroxide

Evonik concludes expansion of hydrogen peroxide production in Brazil

Evonik Industries, on behalf of its Active Oxygens business unit, announced that the expansion of the production capacity of hydrogen peroxide in its modern Barra do Riacho (ES) factory was concluded successfully. This action increased the production capacity of this raw material to 70.000 ton/year in that unit, with potential to reach up to 100.000 ton through the recent installation of a new methane steam reformator. “What make us especially satisfied is that this work could be concluded right in a time when there is a growing demand of hydrogen peroxide in the region”, says Carlos Gil Mast, vice-president and general manager of the Active Oxygens for Americas sector. “This comes in conjunction with our capability t o satisfy the needs of our customers”, comments Mast. “In this sector, we are always looking for opportunities to improve our production performance, aiming at corresponding to our customer’s expectations”, he adds. In conjunction with the well-succeeded use of the Evonik’s high-performance working solution technology in Barra do Riacho, Mast declares that the technology should, today, to be applied as well in the hydrogen peroxide production facilities in Gibbons (Canadá) or Mobile (Alabama, USA). The election of the place will depend on the market’s demand. “The use of this technology will allow to expand more efficiently the existing resources, in a way extremely favorable regarding to economy if compared to the construction of new units”, adds Mast. “This investment contribute to our efforts aiming at the search of the leadership in the hydrogen peroxide sector, besides emphasizing our ability to turn into more efficient and more reliable provider for our customers”, declares Jürgen Meier, Evonik’s Active Oxygens business director for South America. The industrial complex in Barra de Riacho has been in operation since the mid of 1990.

ATUALIDADES

ATUALIDADES Rhodia nomeia brasileiro para direção mundial de compras O executivo José Borges Matias, 48 anos,

Rhodia nomeia brasileiro para direção mundial de compras

O executivo José Borges Matias, 48 anos, foi no-

meado vice-presidente mundial de Compras da Rhodia, em substituição a Pascal Juéry, que assumiu a direção mundial da Rhodia Novecare, atividade voltada para tecnologias, insumos e produtos para diversos segmen- tos de consumo, tais como limpeza doméstica e in- dustrial, cosmética e cuidados pessoais, indústria pe- trolífera e de metais. Graduado pelo ITA (Instituto Tecnológico da Aero- náutica) e pela Universidade de São Paulo, José Borges Matias iniciou sua carreira na Rhodia no Brasil em 1983. Ocupou várias posições nas áreas de produção e de administração de investimentos da empresa no Brasil e na França até 1991, tendo em seguida trabalhado em marketing e vendas nas equipes das divisões de Poliéster e Poliamida. Em 2002, foi nomeado vice-presidente na América Latina para os setores de compras e serviços. Em 2006, assumiu a vice-presidência de Suprimentos, Energia e Re- lações Governamentais da Rhodia América Latina. Na sua

nova posição, ele passa a integrar o comitê executivo da Rhodia em nível mundial.

À frente de uma equipe mundial de 320 pessoas, Ma-

tias será responsável por uma função que dentro da Rhodia

movimenta por ano 3 bilhões de euros em compras de

Rhodia movimenta por ano 3 bilhões de euros em compras de José Borges Matias, vice-presidente mundial

José Borges Matias, vice-presidente mundial de compras da Rhodia

matérias-primas e embalagens, investimentos e compras industriais, logística e prestação de serviços. Entre seus principais objetivos estão o reforço do network mundial entre os membros da rede de compras da empre- sa, aperfeiçoar a busca de soluções inovadoras e duráveis em suprimentos e intensificar os esforços para maximi- zar savings e produtividade.

Rhodia nombra brasileño para dirección mundial de compras dirección mundial de compras

El ejecutivo José Borges Matias, de 48 años, fue nombrado vicepresidente mundial de Compras de Rhodia, en sustitución a Pascal Juéry, que asumió la dirección mundial de Rhodia Novecare, actividad orientada a tecnologías, insumos y productos para diversos segmentos de consumo, tales como limpieza doméstica e industrial, cosmética y cuidados personales, industria petrolera y de metales. Graduado por el ITA (Instituto Tecnológico de la Ae- ronáutica) y por la Universidad de São Paulo, José Borges Matias inició su carrera en Rhodia en Brasil en 1983. Ocupó varios cargos en las áreas de producción y de admi- nistración de inversiones de la empresa en Brasil y en Francia hasta 1991, y en seguida trabajó en las áreas de mercadeo y ventas en los equipos de las divisiones de Poliéster y Poliamida. En 2002, fue nombrado vicepresidente en América Latina para los sectores de compras y servicios. En 2006, asumió la vicepresidencia de Suministros, Energía y Re- laciones Gubernamentales de Rhodia América Latina. En

su nuevo cargo, ahora integra el comité ejecutivo de Rhodia

a nivel mundial. Al frente de un equipo mundial de 320 personas, Matias será responsable por una función que dentro

de Rhodia cuyo volumen de negocios por año es de 3 mil millones de euros en compras de materias primas

y embalajes, inversiones y compras industriales, logísti- ca y prestación de servicios. Entre sus principales objetivos están el refuerzo del network mundial entre los miembros de la red de compras de la empre- sa, perfeccionar la búsqueda de soluciones innovadoras

y durables en suministros e intensificar los esfuerzos para maximizar savings y productividad.

Rhodia appoints a Brazilian for the world procurement managementlos esfuerzos para maximizar savings y productividad. The executive José Borges Matias, 48 years old, was

The executive José Borges Matias, 48 years old,

was appointed Rhodia’s Global Purchase Vice-president,

in substitution to Pascal Juéry, who assumed the global

direction of Rhodia Novecare, this activity is intended

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ATUALIDADES

for technologies, inputs and products for several consumption sectors, such as house and industrial cleaning, cosmetic and personal care, oil and metal industry. Graduated at ITA (Brazilian’s Aeronautic Technological Institute) and at University of São Paulo, José Borges Matias began his career in Rhodia, Brazil in 1983. He held several positions in the production and investment management departments of the company in Brazil and France until 1991, and later he worked in marketing and sales in the teams of the Polyester and Polyamide divisions.

In 2002, he was appointed vice-president in Latin

America for the purchase and service departments. In 2006, he assumed the position of Rhodia Latin

America Supplying, Energy and Governmental Relations vice-president. In this new position, he is also a member of the world board of directors of Rhodia. Leading a world team of 320 people, Matias will be in charge for a position inside Rhodia with a yearly turnover of 3 billion euros in procurement of raw materials and packages, investments and industrial purchases, logistics and providing of services. Leveraging the world network among the members of the purchase network of the company, is among his main objectives, aiming at improving the search of innovative and durable solutions in supplying and intensifying the efforts to maximize savings and productivity.

the efforts to maximize savings and productivity. Metachem obtém o certificado Prodir Prestes a comemorar 20

Metachem obtém o certificado Prodir

Prestes a comemorar 20 anos, a Metachem anuncia um grande presente: a conquista de sua Certificação Prodir – Processo de Distribuição Responsável. Segundo a diretoria da empresa, a recomendação para o certificado é fruto de muita dedicação, trabalho sério, comprometi- mento da equipe e a dedicação incondicional na busca pela melhoria contínua em relação à saúde ocupacional, segurança, qualidade e meio ambiente, no processo de distribuição de produtos químicos. Para a Metachem, ser hoje uma certificada Prodir representa a consolidação de um objetivo constante e comum aos seus colaboradores, o de ser uma empresa cada vez mais comprometida com as questões enfocadas pelo Processo, indo de encontro aos anseios da sociedade, fornecendo produtos e serviços que melhoram a qualidade de vida da população e que sejam seguros e ambiental- mente adequados.

A Metachem ainda lembra que essa conquista é ape-

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nas uma de muitas outras metas que serão alcançadas para compor “a química na sua melhor fórmula”.

Metachem obtiene el certificado Prodir certificado Prodir

A punto de celebar 20 años, Metachem anuncia un gran regalo: la conquista de su Certificación Prodir (Pro- ceso de Distribución Responsable). Según la dirección de la empresa, la recomendación para el certificado es fruto de mucha dedicación, trabajo serio, comprometimiento del equipo y la dedicación incondicional en la búsqueda por la mejoría continua con relación a la salud ocupacional, seguridad, calidad y medio ambiente, en el proceso de distribución de productos químicos. Para Metachem, ser hoy una empresa con certificación Prodir representa la consolidación de un objetivo constante y común entre sus colaboradores, el de ser una empresa cada vez más comprometida con las cuestiones enfocadas por el Proceso, convergiendo con los anhelos de la socie- dad, proporcionando productos y servicios que mejoran la calidad de vida de la populación y que sean seguros y ambientalmente adecuados. Metachem también recuerda que esta conquista es solamente una de muchas otras metas que serán alcan- zadas para componer “la química en su mejor fórmula”.

Metachem obtains the Prodir certification Prodir certification

Ready to celebrate its 20 th anniversary, Metachem announces a great gift: the achievement of the Prodir Certification – Responsible Distribution Process. According to the board of directors of the company, the recommendation for the certification is a result of great dedication, serious work, commitment of the team and the unconditional dedication in the search for continuous improvement related to the occupational health, security, quality and environment in the distribution process of chemical products. For Metachem, to be now a Prodir certified company represents the consolidation of a constant and common objective to its collaborators, that is to be a company more and more committed with the issues focused by the Process, converging to the yearnings of the society, providing products and services that improve the population’s quality of life and that are environmentally safe and appropriate. Metachem also remembers that this achievement is only one of many other goals that will be achieved to compose “the chemical at its best formula”.

ARTIGO TÉCNICO A EFICIÊNCIA DOS INIBIDORES DE CORROSÃO Resumo O estudo do comportamento físico e

ARTIGO

TÉCNICO

A EFICIÊNCIA DOS INIBIDORES DE CORROSÃO

Resumo

O estudo do comportamento físico e eletroquímico de vários pigmentos anticorrosivos, é feito por meio de técnicas eletroquímicas, tais como, potencial de circuito aberto, impendância eletroquímica, polarização anódica e catódica. O grau de eficiência de inibição dos pigmentos anticorrosivos, como cromato de zinco, fosfato de zinco, fosfato modificado de zinco e compostos sem zinco, de- pende da pureza, solubilidade, morfologia e do tipo iônico, além das interações entre pigmento e polímero, da concentração de volume de pigmento, do ambiente a seu redor, e do substrato. O objetivo deste trabalho é tornar acessível o conhecimento empírico a respeito des- ses pigmentos, permitindo a simplificação dos critérios de seleção de pigmentos anticorrosivos para tipos dife- rentes de revestimentos. Esses conhecimentos têm apli- cação na formulação de revestimentos à base de epóxi hidrossolúvel, assim como na determinação do grau de eficiência de diferentes inibidores de corrosão.

Introdução

Há três meios de controle da corrosão, incluindo sis- temas de revestimentos protetores, materiais resisten- tes à corrosão e aditivos inibidores de corrosão. Mais de 90% deles utilizam sistemas de revestimentos prote- tores que compreendem tintas orgânicas, revestimentos metálicos e de conversão. Os materiais resistentes à corrosão correspondem a 6% - 7% dos métodos de controle. Os restantes 1% a 2% consistem em aditivos inibidores. O comportamento dos aditivos inibidores uti- lizados em revestimentos ainda não é bem compreendido, sendo motivo de grande debate entre os pesquisadores.

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Vários são os fatores que influenciam o desempenho dos inibidores de corrosão, sendo geralmente fáceis de observar, mas de difícil qualificação. Por exemplo, os revestimentos à base de fosfato de zinco apresentam desempenho semelhante aos de revestimentos à base de cromato de zinco para uso externo, embora, em geral, tenham resultados inferiores nos ensaios em câmara de névoa salina. Essa discrepância pode ser atribuída

as diferenças de pressão ambiental a que são submetidos os revestimentos. Em ambiente externo, a corrosão está sujeita a flutuações de temperatura, dos ciclos úmidos

e secos, de diferenças de pH, assim como de irradiação

UV. Por outro lado, a cabine de névoa salina é um am- biente corrosivo que enfatiza as superfícies úmidas com

alta concentração de oxigênio, pH neutro e condições de calor. O objetivo essencial deste trabalho é permitir

a compreensão daqueles fatores que afetam a eficiência

de inibidores de corrosão, assim como sugerir modos de utilização de técnicas eletroquímicas no estudo dos inibidores de corrosão. De posse de tal informação, pode- se então aplicar esse conhecimento na seleção do inibidor de corrosão indicado para uso em cada caso em par- ticular. Aditivos inibidores de corrosão são geralmente pro- duzidos na forma de pigmentos inorgânicos, embora também haja disponibilidade de produtos híbridos e or- gânicos. Os revestimentos de proteção funcionam como barreiras físicas ou isolantes da umidade e do oxigênio, responsáveis pela aceleração da corrosão. Os pigmentos inibidores de corrosão protegem o revestimento por meio de mecanismos físicos e eletroquímicos. Os pigmentos inibidores mais eficazes são aqueles à base de íons de cromato, de chumbo e fosfato. Os materiais à base de cromo e chumbo são tóxicos, e têm sido eliminados de

muitas formulações de tintas. Os derivados de fosfatos

são considerados não tóxicos, e freqüentemente são es- colhidos como alternativa.

O desempenho dos inibidores tóxicos foi testado inú-

meras vezes com uma variedade de substratos, mas devido à toxidade a eles associada, seu uso em reves- timentos tem diminuído nos últimos vinte anos, sendo substituído principalmente por inibidores de corrosão à base de zinco, molibdênio, estrôncio e bário. Por serem à base de metais pesados, cada vez mais, esses inibi- dores de corrosão têm sido alvo do escrutínio das autori- dades sanitárias em todo o mundo. Desta forma, o ar- senal de inibidores de corrosão disponíveis aos fabri- cantes de revestimentos começa a ficar limitado. A com- preensão dos mecanismos inibidores inorgânicos não tóxicos, assim como dos orgânicos, além das possíveis sinergias existentes entre inibidores de corrosão vai permitir o desenvolvimento de revestimentos anticorrosi- vos não tóxicos de alto desempenho. Pretende-se, por meio deste trabalho, estudar os vários fatores que afetam a eficiência dos inibidores corrosivos, utilizando-se várias ferramentas eletroquí- micas, tais como o potencial de circuito aberto, impe- dância eletroquímica, e a polarização anódica e a cató- dica.

Pureza e composição

O fosfato de zinco é usado principalmente em siste-

mas industriais de revestimentos anticorrosivos, seja ele à base de água ou não. Podendo ser produzido pela reação do óxido de zinco com o ácido fosfórico, seguida de precipitação, filtragem e secagem. Os sais hidrosso-

lúveis residuais do fosfato de zinco podem gerar uma instabilidade hidrofílica além de causar empolamento do revestimento. Descobriu-se que a presença de conta- minação desses sais solúveis, em mínimas quantidades, é responsável por um desempenho insatisfatório na pre- venção de corrosão na aplicação de revestimento de es- pelhos por meio de produtos disponíveis no mercado,

com diferentes classes de pigmentos.

Morfologia

A forma tende a influenciar o desempenho dos pig-

mentos inibidores de duas maneiras. Partículas de pig- mentos em forma lamelar melhoram as propriedades de barreira e a adesão do ligante orgânico, conseqüen- temente as do revestimento protetor como um todo. Os espinélios de ferro com partículas em forma de agulha, particularmente ZnFe 2 O 4 , MgFe 2 O 4 , CaFe 2 O 4 , Mg 0.2 Zn 0 . 8 Fe 2 O 4 e Ca 0.2 Zn 0.8 Fe 2 O 4 , foram sintetizados como pigmentos anticorrosivos buscando dar maior dureza aos filmes de tinta. As próprias partículas em forma de agulha contribuíram significativamente para o avanço das propriedades físico-mecânicas de revesti- mentos à base de epóxi.

Tipos iônicos

O tipo iônico do pigmento influencia significativamente

os mecanismos protetores, e a eficiência da capacidade de inibição. O estudo incluiu anions de cromato, meta- borato, silicato, carboxilato, fosfosilicato, trifosfato e fosfato. Foram incluídos contra-íons como zinco, bário, cálcio, amônio, bário e alumínio respectivamente. Os ex- tratos foram compostos por meio de lixiviação de 1g de cada pigmento parcimoniosamente solúvel em 500 ml de 0,5 M de NaCl, por um período de 24 horas. A seguir, a mistura foi filtrada, procedendo-se à medição do pH e da condutividade dos extratos. Os dois tipos de subs- tratos corrosivos (zinco e ferro) foram submergidos em eletrólitos por 16 horas, até sua estabilização. Testes de polarização foram utilizados para a determinação do mecanismo anticorrosivo de cada tipo de pigmento.

A eficiência da inibição de corrosão dos produtos aci-

ma mencionados foi determinada pelo cálculo do potencial de corrosão e de correntes corrosivas, segundo a equa- ção de Tafel, para cada extrato de corrosão de fitas de aço laminadas expostas. O potencial geral de corrosão

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ARTIGO TÉCNICO e de correntes de corrosão é apresentado na tabela 4 abaixo. Determinou-se E

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TÉCNICO

e de correntes de corrosão é apresentado na tabela 4 abaixo. Determinou-se E corr e i corr , por meio da equação de Tafel. A seguir foi utilizada corrente de corrosão (i corr ) na determinação da eficiência da inibição de corrosão, como descrita pela equação 1, em que i a é a corrente de corrosão na ausência de inibidor de corrosão, e i p , a corrente de corrosão na presença do inibidor de corro- são, obtidos a partir da análise da equação de Tafel.

são, obtidos a partir da análise da equação de Tafel. Com base nas medidas decorrentes de
são, obtidos a partir da análise da equação de Tafel. Com base nas medidas decorrentes de

Com base nas medidas decorrentes de corrosão determinadas pela análise das equações de Tafel para cada varredura de polarização, pode-se concluir que para um dado ambiente, os tipos iônicos exercem uma forte influência sobre a corrosão de metais. A eficiência da inibição de corrosão do fosfato de zinco modificado foi de 95% em comparação a do controle, sem inibidor. Essa eficiência de inibição pode ser atribuída à natureza passivadora dos íons de zinco, fosfato e traços de cromo liberados na interface metal/eletrólito. A liberação desses íons é crucial para o reforço do filme oxidado, para o reparo de defeitos de oxidação, e na manutenção da proteção contra a corrosão, por meio da formação de uma barreira protetora impermeável à corrosão.

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Aplicações

Foram avaliados vários inibidores de corrosão anódi- cos em revestimentos de epóxi e de éster vinílico hidros- solúveis, dentre os quais se encontram o tradicional fosfato de zinco Zn 3 (PO 4 ) 2 • 2-4 H 2 O, e o fosfato mo- dificado de zinco, referido neste trabalho como fosfosili- cato de zinco e estrôncio, e fosfosilicato de cálcio, sendo

que o último contém níveis significativos de óxido de zinco.

A química do inibidor, e mais especificamente a disponi-

bilidade de óxidos livres de zinco, demonstra exercer uma influência dramática na resistência à corrosão. É o

caso dos pigmentos onde há presença de óxido de zinco,

e que oferecem melhor resistência à corrosão quando

comparados àqueles em que o óxido de zinco está ausen- te. A resistência à corrosão desses pigmentos está diretamente relacionada à resistência a solventes. Os produtos à base de zinco (contendo óxido de zinco) permitiram um “double rubs”, à base de metil etil cetona, maior do que o de produtos químicos sem zinco, indi- cando que os cations de zinco desempenham papel crítico no “crosslinking” das tintas alquídicas modificadas de epóxi e éster. O óxido de zinco não só fortalece o filme, aumentando sua densidade de reticulação, como é também um ativo inibidor e passivador de corrosão cató- dica. O aumento da densidade de reticulação também se refletiu no grau de eficiência das propriedades de barreira dos revestimentos, determinadas pela espec- troscopia da impedância eletroquímica (EIS). Baseado na impedância do revestimento, o EIS pode ser utilizado para medir as propriedades de barreira dos revesti- mentos. Um valor alto de impedância revela as boas propriedades de barreira do revestimento. Por outro lado, uma diminuição da impedância do revestimento ao longo do tempo, significa uma perda da função de barreira prevendo problemas no revestimento. A melhora da resistência à corrosão, e das proprie- dades de barreira dos revestimentos anticorrosivos contendo fosfosilicato de zinco e estrôncio, é atribuída a presença de radicais livres de óxido de zinco, numa pro-

porção de 16% de ZnO no produto de fosfosilicato de

zinco e estrôncio. O óxido de zinco básico também pode oferecer proteção ao reagir com o ácido mono e dicarbo- xílico presentes, provenientes de produtos que causam

a oxidação de ligantes como alquídicos e óleos. Por outro

lado, o produto mais tradicional, à base de fosfato de zinco, não contém radicais livres de óxido de zinco. O óxido de zinco e os inibidores à base de fosfato de zinco apresentam efeitos sinérgicos. [6] Os resultados de “Salt Spray” se correlacionam aos dados de EIS. Foram apli- cados 50 microns de tintas hidrossolúveis de epóxi e éster em painéis de aço laminados a frio, por um período de secagem de uma semana, antes do teste de “Salt Spray”. Após 336 horas, os painéis foram retirados da cabine e analisados quanto à corrosão, como podemos observar na figura 6, abaixo.

à corrosão, como podemos observar na figura 6, abaixo. Conclusão O grau de eficiência de inibição

Conclusão

O grau de eficiência de inibição de pigmentos anticor- rosivos, como cromato de zinco, fosfato de zinco, fosfato

modificado de zinco e compostos sem zinco, depende da pureza, solubilidade, morfologia e do tipo iônico, além das interações entre pigmento e polímero, da concen- tração de volume de pigmento, do ambiente a seu redor,

e do substrato. Essas propriedades podem ser verifica-

das por meio de técnicas eletroquímicas, tais como resis- tência de polarização, potencial de circuito aberto, impe- dância eletroquímica, e provas tradicionais de aceleração

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de corrosão, como “Salt Spray”. Ficou patente que essas propriedades têm efeito cumulativo e afetam as proprie- dades de resistência à corrosão de revestimentos alquí- dicos hidrossolúveis. O fosfato modificado de zinco con- tém partículas livres de óxido de zinco que elevam o pH dos eletrólitos a seu redor de tal forma, que a concen- tração necessária para inibição ou passivação fica reduzi- da. O óxido de zinco demonstrou ter efeitos sinergísticos com os inibidores à base de fosfato de zinco. Tanto o “Salt Spray”, como as espectroscopias de impedância eletroquímica demonstraram bem sua correlação neste estudo, enfatizando a importância do uso de múltiplas técnicas de qualificação na seleção de revestimentos.

Referências

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nisms and Control, The Society for Protective Coatings (SSPC) – Publicação No. 01-14, pp. 536 (2001)

Tohy Gichuhi, Wendy Novelli, HALOX, 1340 Summer Street, Hammond, IN 46320 - Trabalho apresentado no Simpósio Waterborne (Hidrossolúveis) - Avanços da Tecnologia Sustentável de Revestimentos de 30 de Janeiro a 1 o de Fevereiro de 2008, Nova Orleans, Luisiana, USA. Patrocinado pela University of Southern Mississippi, Departamento da Ciência de Polímeros. Metachem Industrial e Comercial Ltda. [11] 3823-8775/3823-8770