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UNIPAC LAFAIETE

APOSTILA DE FUTEBOL

PROF.: ESP.: RICARDO LUIZ PACE JÚNIOR ricardo_pace@yahoo.com.br

SUMÁRIO:

1.0

AQUECIMENTO

2.0

INICIAÇÃO AOS FUNDAMENTOS TÁTICOS

3.0

TÁTICAS OFESINVAS

4.0

TÁTICAS DEFENSIVAS

5.0

SISTEMAS DE JOGO UTILIZADOS NO FUTEBOL

6.0

EVOLUÇÃO TÁTICA E ESTRATÉGIAS

1.0

AQUECIMENTO:

O futebol é um dos esportes mais praticados no mundo e, assim como em outros esportes, é realizado um aquecimento antes de se iniciar a parte principal do treinamento ou o jogo oficial. Sabemos da importância do aquecimento como aumento da viscosidade muscular, temperatura corporal, mobilidade articular dentre outros (McARDLE, 1998). Usualmente, formas de aquecimento são aplicadas com o intuito de possibilitar o funcionamento mais ativo do organismo como um todo, além de prevenir lesões, mesmo sendo essas evidências questionáveis, dependendo das diversas variáveis intervenientes (SIMÃO et al., 2003).

Sabe-se que os exercícios aeróbios tendem a aumentar a temperatura corporal possibilitando assim uma maior velocidade das reações químicas no corpo humano (ROBERGS, ROBERTS, 2002). Este aquecimento é composto, geralmente, de uma corrida leve (trote), exercícios coordenativos (deslocamentos), flexionamento, atividades com bola e piques e saltos (PACE JR. et al., 2006). O aquecimento atua também como elemento fundamental para o aumento do nível de ativação psicofísica, através de gestos, palavras e movimentos, favorecendo assim a um melhor desempenho esportivo.

Tendo essas informações como base podemos dividir o aquecimento em cinco fases:

1 Corrida leve (trote), essa fase tem como objetivo aumentar a temperatura corporal, aumento da frequência cardíaca, aumento do

débito cardíaco, aumento da viscosidade muscular e aceleração da chegada ao steady state.

2 Exercícios coordenativos (deslocamentos), essa fase tem como

objetivo aumentar a mobilidade articular assim como realizar exercícios específicos do esporte em questão.

3 Flexionamento dinâmico, este tipo de flexionamento atua sobre o

fuso muscular estimulando o reflexo miotático que provoca a contração da musculatura que está sendo estirada (McARDLE, 1998). Esta informação leva-nos a crer que este tipo de flexionamento pode ser o mais indicado para atividades esportivas, pois acontece exatamente isso

durante a execução de um movimento esportivo. Primeiramente um alongamento, acompanhado de uma contração concêntrica da musculatura alongada. Um exemplo é o chute no futebol, onde ocorre uma flexão de joelho provocando um alongamento do quadríceps femoral seguido de uma contração concêntrica do mesmo para acertar a bola com força e velocidade gerando um chute altamente potente.

4 Exercícios com bola, essa fase tem como objetivo a realização de

gestos técnicos, pode ser realizado de forma analítica, em forma de pequenos jogos, em áreas específicas do campo, bricadeiras (bobinho),

etc.

5 Piques e saltos, essa fase tem como objetivo aumentar o frequência

respiratória, estimular as fibras tipo IIa e IIb e aumentar o nível de

ativação.

2.0

INICIAÇÃO AOS FUNDAMENTOS TÁTICOS

Tática são todas aquelas ações de ataque e defesa para surpreender, combater, neutralizar e contra-atacar os adversários no decorrer da partida com a bola em jogo. Elemento fundamental para a compreensão do jogo e elaboração de estratégias para superar os adversários.

3.0 PRINCÍPIOS OFENSIVOS

São todas as ações táticas e estratégias desenvolvidas por uma equipe quando está com a posse de bola.

DESMARQUES: É escapar da marcação do adversário quando a nossa equipe recupera ou está com a posse de bola. Por tanto é a ação em que todo jogador deve ocupar os espaços livres quando um companheiro está com posse de bola.

DESMARQUE COM APOIO: É a ação em que se oferece ajuda a um companheiro que está com posse de bola, facilitando sua ação.

DESMARQUE OFENSIVO: É quando o desmarque é realizado de maneira ofensiva, à frente da linha da bola dando opção ao companheiro de realizar um passe com o objetivo de pregressão em direção à meta adversária.

ATAQUES: É tentar chegar a meta adversária, com a bola, uma vez posta em jogo ou quando esta é recuperada. Requer ação de toda a equipe.

CONTRA-ATAQUES: É roubar a bola do adversário e tentar chegar rapidamente à sua meta, surpreendendo-os de maneira que estes não consigam voltar e se organizar defensivamente, explorando os espaços livres deixados pelos adversários quando estes foram para o ataque. Requer ação de poucos elementos.

COBERTURA: Ações que permitem não perder a ocupação racional do terreno de jogo quando sua equipe está realizando um ataque/contra-ataque, cobrindo e ocupando os espaços deixados pelo companheiros em ação ofensiva.

ESPAÇOS LIVRES: São aqueles lugares do campo que ficam vazios quando são abandonados pelo jogador com posse de bola, assim como por seu marcador. A ação do jogador que ocupa este lugar vazio chamamos de ocupação. Para este espaço vazio ser bem aproveitado é necessário que a bola chege em boas condições ao jogador que o ocupa. Por tanto o espaço livre deve ser criado, ocupado e aproveitado.

APOIOS: É aproximar-se ou afastar-se (sem obstáculo algum) do jogador com posse de bola. Pode ser lateral, diagonal, em profundidade, por trás ou pela frente.

AJUDAS: São soluções apresentadas a que está com posse de bola, são opções dadas pelos companheiros de equipe em qualquer momento ou circunstancia de jogo.

TABELAS: É a entrega e devolução da bola entre dois ou mais jogadores de uma equipe, mediante a um contato (passe de preimeira) e superando pelo menos um adversário.

CADÊNCIA: São todas aquelas ações lentas, feitas com astúcia por uma equipe durante o jogo para se obter vantagem (taticamente falando).

CONTROLE DE JOGO: São as reiteradas ações que se realizam as equipes sem perder a posse de bola, desmarcando-se e manipulando a equipe adversária, com o objetivo de ter o controle do jogo, tomar a iniciativa e estar com a posse de bola.

RÍTMO DE JOGO: Acontece quando é mantido, desde o início até o fim da partida, esforços e ações que não sofrem, durante seu desenvolvimento, nenhuma mudança aparente quanto à intensidade.

MUDANÇA DE RÍTMO: São os diversos movimentos, lentos e rápidos, dos jogadores de uma equipe que se encontra com a posse de bola e as diferentes velocidades e trajetórias executadas por estes. Podem ser individuais e coletivos.

MUDANÇAS DE DIREÇÃO: São aqueles passes curtos, médios e longos que mudam sua trajetória. São realizados para aproveitar os espaços livres, desorientar o adversário, conseguir amplitude no ataque e aproveitar erros de marcação do adversário.

PROGRESSÃO COM A BOLA: São todas as ações realizadas por uma equipe, condizindo ou passando a bola em sentido perpendicular a meta adversária. Pode ser lenta ou rápida, mas deve se manifestar claramente.

4.0 PRINCÍPIOS DEFENSIVOS

São todas aquelas ações táticas e estratégicas que uma equipe pode desenvolver sem a posse de bola.

MARCAÇÃO: São as ações realizadas pelos jogadores de uma equipe à seus adversários quando estes estão com a posse de bola. Pode ser Individual (homem-a-homem, por zonas ou mista), ou coletivas (combinado, permuta/troca e pressing).

VOLTA: São aqueles movimentos realizados pelos jogadores de uma equipe que perde a posse de bola em sua ação ofensiva, voltando o mais rápido possível às zonas ou orientações dadas pelo treinador. Tem como objetivo principal organizar a defesa rápido e da forma mais adequada.

COBERTURAS: É estar em situação de ajudar um companheiro que pode ser driblado por um adversário.

PERMUTAS/TROCAS: É quando o jogador que foi driblado procura, o mais rápido possível, ocupar o lugar deixado pelo companheiro que, em sua ajuda, saiu de encontro ao adversário.

DESDOBRAMENTOS: São uma série de ações que permitem, antes de tudo, não perder a ocupação racional do terreno de jogo, cubrindo e ocupando os espaços deixados pelo companheiro quando este perde a bola no ataque, voltando este para ocupar o lugar do companheiro que o ajudou.

AJUDAS: São as ações em que um jogador parte para ajudar o companheiro na marcação, criando a situação de 2x1.

VIGILÂNCIA: São todas as evoluções que realizam os jogadores de uma equipe sem a posse de bola, sobre seus adversários, não manifestando nehum tipo de marcação. É feito a vigilância de zonas, que mesmo sem a presença de um jogador adversário, não se devem deixar descobertas por sua importância.

ENTRADA/BOTE: É a ação que um jogador executa para se apoderar da bola quando esta está de posse de um adversário.

TRANCO: É a ação que um jogador realiza em um adversário, com posse de bola, empurrando-o com o ombro e tentando apoderar-se da bola.

ANTECIPAÇÃO: É a ação física e mental que um defensor realiza sobre o atacante que espera receber a bola. Mudando de posição e impedindo que o atacante receba a bola.

INTERCEPTAÇÃO: É a ação que realiza o jogador que defende, impedindo que a bola lançada pelo adversário chegue a seu destino, cortando ou desviando sua trajetória.

PRESSING: Ação que é realizada, uma vez perdida a posse de bola, sobre um ou todos os adversários com a finalidade de não deixar nenhuma liberdade de ação e, por tanto, romper em sua origem o jogo adversário.

5.0 SISTEMAS DE JOGO UTILIZADOS NO FUTEBOL

É a posição de uma equipe, dentro do terreno de jogo, uma vez definida a posição de partida dos jogadores e antes de seus movimentos ofensivos e defensivos. Esta disposição dos jogadores normalmente pode ser observada após um gol, tiro de meta, ocupação racional, no início da partida e outras situações similares.

FUNDAMENTOS: Um bom sistema de jogo estará sempre bem fundamentado nos seguintes aspectos:

Uma correta ocupação do terreno de jogo;

Um correto equilíbrio entra as linhas;

Uma transição rápida e racional da transição ataque/defesa e vice-versa;

Atenção e concentração de todos os jogadores;

Um eficiente trabalho em posição de saída e de chegada.

APRENDIZAGEM: Para a aprendizagem da tática deve-se levado em conta a idade dos jogadores, assim como seu período maturacional e a evolução deve ser gradual, ou seja, do simples pro complexo.

OBJETIVOS: Os objetivos devem ser concretos onde se aprende algo novo a cada sessão de treinamento. Devemos preparar a sessão de treinamento com exercícios para todos os jogadores, inclusive reservas, goleiros e lesionados.

ESQUEMAS: Gama de exercícios realizados pelo treinador com sua equipe durante os treinamentos, para depois escolher e realizar as mais convenientes em cada partida tentando ser superior ao adversário. São opções ou variações dentro do mesmo sistema.

POSICIONAMENTO DOS JOGADORES: De acordo com o número de jogadores que uma equipe possui, podemos dizer que o sistema de jogo utiliza:

Linha de defesa ou Zona de iniciação (ZI)

Linha de meio campo ou Zona de criação (ZC)

Linha de ataque ou Zona de finalização (ZF)

VARIANTES DO SISTEMA DE JOGO: Entende-se por variante quando um jogador que parte de uma posição inicial, se adianta ou recua desta posição sem chegar a incorcorar outra linha. Podendo ser uma variante ofensiva se o jogador for adiantado e variante defensiva se for recuado.

ESTRATÉGIAS PARA ANULAR AÇÕES OFENSIVAS ADVERSÁRIAS (ANTÍDOTO)

AÇÕES DEFENSIVAS, NOSSA EQUIPE NÃO ESTÁ COM A BOLA

Desmarcação

Volta e defesa em linha

Pressing no jogador que se desmarca

Provocar o impedimento do jogador que se desmarca

Espaços livres

Marcação por zona

Contra-ataque

Ocupação racional do terreno de jogo

Desdobramentos

Voltas e coberturas

Defesa em linha e impedimento

Pressing no jogador com a posse de bola para impedir a iniciativa deste

 

Pressing no jogador que ocupa este espaço

Ajudas e apoios

Marcação

individual

(homem-a-

homem)

Pressing total

Voltas

Tabelas

Marcação por zona

 

Coberturas e trocas

Pressing

Antecipação

Volta

Controle do jogo e posse de bola

Pressing total ao jogador com a bola

Agressividade

e

velocidade

nas

ações defensivas

Rítmo de jogo rápido

Marcação por zona

 

Impedimento

Pressing total

Ajuda

Rítmo de jogo lento

Marcação por zona

 

Pressing no jogador com a bola

Impedir as ajudas

Mudanças de rítmo individual

Pressin no jogador com a bola

 

Coberturas e trocas

Mudanças de rítmo coletivo

Marcação por zona

 

Defesa em linha impedimento

Voltas

Redução de espaços

 

Mudanças de direção

Marcação por zona em linha (para reduzir espaços)

Voltas coletivas

 

Pressing no homem da bola

Jogo em velocidade

Marcação por zona

Defesa em linha impedimento

Voltas rápidas e ordenadas

Temporizações defensivas

Progressão com a bola

Defesa em linha impedimento

Voltas

Pressing total

Quando nossa equipe está no ataque nos deparamos com ações defensivas e devemos saber como sair delas. Abaixo segue um quadro com os antídotos para as ações defensivas.

ESTRATÉGIAS PARA ANULAR AÇÕES DEFENSIVAS ADVERSÁRIAS (ANTÍDOTO)

NOSSA EQUIPE ESTÁ COM A POSSE DE BOLA

Marcação homem-a-homem

Tabelas rápidas 1-2, 1-2-3

Criar, ocupar e aproveitar os espaços livres

Jogo em velocidade

Mudanças de rítmo

Marcação por zona

Provocar superioridade numérica ofensiva em uma zona determinada

Ampliar o campo e mudar de direção para confundir a defesa

Tabelas rápidas 1-2 ou 1-2-3

Passes em profundidade buscando as costas do adversário

Jogo em velocidade

Mudança de rítmo

Pressing

Ajuda e muita movimentação, apoios e

 

desmarcação

Simplicidade nas ações e rapidez nas execuções

Tabelas rápidas 1-2 ou 1-2-3

Ampliar o campo

Mudanças de direção

Voltas

Contra-ataques rápidos

Jogo em velocidade

Coberturas

Superioridade numérica na zona

Tabelas 1-2 ou 1-2-3

Mudanças de direção

Jogo em velocidade

Mudanças de rítmo

6.0 EVOLUÇÃO TÁTICA E ERTATÉGIAS

Conceitos Básicos de Estratégia

É o plano de campanha de uma equipe, revelando seus objetivos e meios.

Encerra conhecimentos amplos e diversificados, considera quase todos os fatores que podem ter influência na atuação da equipe, são diferentes na forma e no conteúdo

Estratégias p/ a Temporada

Estratégias do esporte

Calendário da temporada

Regulamento da competição

Competência tática individual e coletiva

Análise do adversário

Ambiente (local do jogo ou competição)

Sistemas de Jogo

É a maneira de organizar e distribuir os jogadores no campo a fim de impor sua estratégia de jogo

Tática de Jogo

É composta pelas manobras individuais e coletivas usadas para derrotar os adversários, realizando assim os objetivos estratégicos

No esporte coletivo, se refere à organização defensiva e ofensiva, estando subordinada à preparação teórica, técnica, física, social e psicológica e aos planos estratégicos pré-estabelecidos

Tática do Jogo

Evidenciar o trabalho em equipe

Quem? Como? Quando?

Desenvolvimento de tática

Movimentações

Jogadas de bola parada

Prática (treinamento)

Formação inicial

Duas equipes: 1 goleiro, 1 zagueiro, 1 médio, 8 atacantes

Essencialmente ofensivo, anárquico, instintivo e sem medo, onde a melhor defesa era o ataque

instintivo e sem medo, onde a melhor defesa era o ataque Individualidade X Coletividade  Um

Individualidade X Coletividade

Um chute para frente do zagueiro e era uma correria louca dos atacantes com o objetivo de conduzir a bola à meta adversária, não importando como

O drible continuava a ser a suprema habilidade, o passe somente em último recurso e a soma das individualidades ainda não formavam o conjunto

Recuo dos atacantes (1870)

Na década seguinte, a retaguarda foi fortalecida com o recuo de um dos atacantes para o setor defensivo

com o recuo de um dos atacantes para o setor defensivo Recuo dos atacantes (1871) 

Recuo dos atacantes (1871)

Fortalecimento da retaguarda com 2 zagueiros, 2 médios e 6 atacantes

da retaguarda com 2 zagueiros, 2 médios e 6 atacantes Formação Clássica (1883)  Na Universidade

Formação Clássica (1883)

Na Universidade de Cambridge, aparece a formação 2 zagueiros, 3 médios e 5 atacantes, que se tornou clássica no futebol

Sistema Clássico ou Piramidal

Melhor distribuição

Melhor equilíbrio entre a defesa e o ataque

futebol  Sistema Clássico ou Piramidal  Melhor distribuição  Melhor equilíbrio entre a defesa e

Movimentação em campo

O atacante central (9) jogava recuando e armando para os meias e pontas

O médio central (5) era o homem da equipe, atuando em todo o campo

central (5) era o homem da equipe, atuando em todo o campo A “Lei do Impedimento”

A “Lei do Impedimento” (1925)

Mudança no posicionamento dos zagueiros:

Superioridade X Inferioridade

Surgimento do “W”

Evoluindo para o “WM”

O “Quadrado Mágico”

Antes de 1925, três defensores paravam cinco atacantes

 Antes de 1925, três defensores paravam cinco atacantes  Com a mudança para dois defensores:

Com a mudança para dois defensores:

Maior liberdade para o ataque

Modificação no posicionamento

 Os zagueiros passaram a jogar lado a lado, procurando, manter as vantagens da tática

Os zagueiros passaram a jogar lado a lado, procurando, manter as vantagens da tática do impedimento.

procurando, manter as vantagens da tática do impedimento.  Avanço dos pontas  Recuo dos médios

Avanço dos pontas

Recuo dos médios de ala

 Avanço dos pontas  Recuo dos médios de ala  Inferioridade: dois zagueiros para três

Inferioridade: dois zagueiros para três atacantes

Superioridade: o centro-médio ficava entre os dois meias adversários

Surgimento do “W”  O grande problema ainda não estava resolvido  No meio-campo a

Surgimento do “W”

O grande problema ainda não estava resolvido

No meio-campo a linha média passou a ser poderosa, com flagrante superioridade numérica, e na defesa o desequilíbrio beneficiava os ataques

e na defesa o desequilíbrio beneficiava os ataques Duplo “W”  Os atacantes exploravam o jogo

Duplo “W”

Os atacantes exploravam o jogo cruzado, deixando sempre um dos pontas livre e, freqüentemente, os centro-atacantes

Escola de infiltradores: Leônidas da Silva seu melhor representante no Brasil

freqüentemente, os centro-atacantes  Escola de infiltradores: Leônidas da Silva seu melhor representante no Brasil

Evoluindo para o “WM”

Recuo do centro-médio (5): passa a jogar entre os zagueiros e a ter uma função inteiramente defensiva

Médios de ala (6 e 4): atuar no meio de campo, apoiar o ataque e marcar os meias adversários

de campo, apoiar o ataque e marcar os meias adversários  O “Quadrado Mágico”: com o

O “Quadrado Mágico”: com o recuo do centro médio e o deslocamento dos meias para o meio do campo, havia um perfeito encaixe entre o W ofensivo e o M defensivo

havia um perfeito encaixe entre o W ofensivo e o M defensivo Da “Diagonal”ao 4:2:4 

Da “Diagonal”ao 4:2:4

O “WM”assimétrico

Diagonal X WM

Surge o “Ponta-de-lança”

4.2.4:

Maior movimentação em campo

O “WM” assimétrico

No Brasil, adotou-se o M defensivo

Não variando até o aparecimento de um novo sistema a diagonal – que tornava o “M” assimétrico.

Linhas médias brasileiras jogavam em diagonal

O W ofensivo deixou de ser simétrico por duas razões: um dos meias empurrado para frente e o outro puxado para trás.

dos meias empurrado para frente e o outro puxado para trás. A “diagonal” no Flamengo 

A “diagonal” no Flamengo

Recuo de um dos meias sempre do lado em que o médio era chamado a função de 3º zagueiro - com o caso de Biguá, no Flamengo

“Meia-de-ligação”: Zizinho foi o primeiro meia do futebol brasileiro

Zizinho foi o primeiro meia do futebol brasileiro Diagonal X WM  No WM os dois

Diagonal X WM

No WM os dois zagueiros tinham concepção de zagueiro e jogavam mais presos à marcação e a cobertura da área

O centro-médio, acostumado a antiga posição avançava um pouco mais

presos à marcação e a cobertura da área  O centro-médio, acostumado a antiga posição avançava

Na Diagonal, os laterais não davam a devida cobertura ao centro e saiam mais

não davam a devida cobertura ao centro e saiam mais Surge o “Ponta -de- lança” 

Surge o “Ponta-de-lança”

Meia (10) projetado através de lançamentos

Adiantamento: surpresa para defesa adversária

Dificuldade na marcação

para defesa adversária  Dificuldade na marcação 4.2.4  Ponta-de-lança X Quarto zagueiro  

4.2.4

Ponta-de-lança X Quarto zagueiro

Condições técnicas: homens de formação de área

Seu marcador passou a ser um quarto zagueiro com características defensivas

técnicas: homens de formação de área Seu marcador passou a ser um quarto zagueiro com características

Sistemas e Evolução

Divisão do campo em setores:

Defesa

Meio-campo

Ataque

Variação dos Sistemas:

Existe hoje uma idéia de que são necessários pelo menos:

4 defensores

2 meio-campistas

Atacantes

Sobrando dois jogadores que podem ser utilizados em qualquer setor do campo de acordo com o sistema escolhido pelo treinador.

É importante se entender que não existe sistema de jogo em futebol que resista

a passes e chutes errados, ou que dê certo sem jogadores que se ajudem,

apóiem ou corram em campo.

Sistema de jogo diz respeito à distribuição dos jogadores no campo de jogo.

A maioria dos técnicos sem dúvida concorda em dividir os jogadores de uma equipe em três setores:

Defesa

Meio-campo

Ataque

Membros da defesa e seus pré-requisitos:

O Goleiro

Visão do jogo

Orientação tática

Cobertura

Laterais

Elevada condição física

Funções defensivas e ofensivas

Zagueiros

Visão do jogo

Funções defensivas

Bola parada

Membros do meio-campo e suas funções:

Volantes

Ação defensiva

Cobertura

Rotativos

Preenchimento dos espaços

Armação

Criação e articulação

Ofensivos

Elemento surpresa

Finalização

Membros do ataque e suas funções:

Centro-avante

Movimentação

Presença na área

Gol

Extremos

Movimentação

Criação e utilização dos espaços

Jogadas

Variação dos Sistemas (4.2.2)

Pensa-se que a maioria concordará que quatro jogadores são fundamentais na defesa, não menos que dois no meio de campo e não menos que dois no ataque

Concordância total sobre oito jogadores, sobram dois para serem utilizados de acordo, com a filosofia do treinador

Dupla função

Três são as exigências básicas para um jogador exercer dupla função:

Alto nível de condicionamento físico para desenvolver um trabalho de grande intensidade durante todos o jogo

Versatilidade. Habilidade e capacidade para atuar em várias partes do campo

Variedade Técnica. Jogadores de grande nível técnico e habilidosos