Sei sulla pagina 1di 17

Etapa 1

Passo 1. Relação de livros pesquisados

Álgebra linear e suas Aplicações / David C.Lay 2ºEdição

Álgebra linear/ Boldrini / Costa Figueiredo/ Wetzler 3ºEdição

Álgebra linear/ Terry Lawson/ tradução: Elza F. Gomide/ Editora Edgard Blucher LTDA.

Livro escolhido: Álgebra linear e suas Aplicações / David C.Lay 2ºEdição

Passo 2.

Foram feitas pesquisas sobre empresas e descobrimos que o uso de matrizes são uteis no planejamento. Para explicar utilizamos os exemplos:

1)Uma montadora( na região existem algumas General Motors, Wolkswagem) produz três modelos de veículos, standard ( A), luxo (B) e superluxo( C ), neles podem ser instalados três modelos de pneus F(aro13”), X(aro14”) e Y(aro15”), air bag(D) e direção hidráulica(E) conforme o modelo. A matriz β mostra a quantidade de equipamentos montados em conforme o modelo.

β =

 

A

B

C

F

4

0

0

X

0

4

0

Y

0

0

4

D

2

4

6

E

0

1

1

5x3

Na matriz α temos o número de veículos produzidos em uma semana:

α =

A

600

B

500

C

150

3x1

O resultado quantidade de equipamentos utilizados na produção de veículos pela

montadora foi:

β. α =

F

X

Y

D

E

2400

2000

600

4100

650

5x1

Passo 3. Site:
Passo 3.
Site:

Com o resultado do estudo percebemos que precisamos calcular a determinante de uma matriz para se obter um numero real chamada determinante da matriz A.

Definição de determinante: Seja A o conjunto das matrizes com m linhas e n colunas sobre um corpo K. Pode-se provar que existe uma única função F com as seguintes

propriedades:

1. F é n-linear e alternada nas linhas das matrizes;

2. F(ln) = 1, onde ln é a matriz identidade

Esta função chama-se determinante.

O Determinante de uma matriz A representa-se por [A] ou por det(A)

Propriedades

1. O determinante também é uma função n -linear e alternada nas colunas da matriz;

2. O determinante de uma matriz é igual ao determinante da sua transposta: det( A) = det( A T );

3. Se uma fila (linha ou coluna) da matriz é composta de zeros, então o determinante desta matriz será zero;

4. Se escrevermos cada elemento de uma linha ou coluna de A como soma de duas parcelas então det( A) é a soma de dois determinantes de ordem n cada um considerando como elemento daquela linha ou coluna uma das parcelas, e repetindo as demais linhas ou colunas;

5.

Se uma matriz é triangular (superior ou inferior) o seu determinante é o produto dos elementos da diagonal principal;

6. Multiplicando uma fila (linha ou coluna) de uma matriz A por um escalar λ K, então o determinante da nova matriz é igual ao determinante de A multiplicado por λ;

7. Se permutarmos duas linhas ou colunas de A então o determinante da nova matriz é −det( A);

8. Se A tem duas linhas (ou colunas) iguais, então det( A) = 0;

9. Se somarmos a uma linha (ou coluna) de A um múltiplo de outra linha

(ou coluna), o determinante da nova matriz é igual ao de A; 10.Se A e B são matriz quadradas da mesma ordem, então det( AB) = det( A).det(B); 11.Se A é invertível, então det(A 1 ) = 1⁄det( A), de onde resulta que se A é invertível então det( A) 0; 12.Se A é ortogonal, então det( A) = ±1.

Exemplo:

Ex 1 1 2 4 5 2x2 Diagonal Diagonal Secundaria Principal
Ex 1
1
2
4 5
2x2
Diagonal
Diagonal
Secundaria
Principal

1 . 5 - 2 . 4 = 5 - 8 = -3

Em matriz 3x3 repete as duas primeiras colunas e multiplica as três diagonais no sentido da principal e mantém o sinal do número encontrado na diagonal principal, depois multiplica as três diagonais secundaria invertendo o sinal do valor encontrado e soma com o valor da diagonal principal.

Exemplo: Ex 1 1 2 3 1 2 5 4 3 5 4 2 1
Exemplo:
Ex 1
1
2
3
1
2
5
4
3
5
4
2
1
0
2
1
- 24
-
3
-
0
+
0
+
12
+

15

= Det. = 0

Propriedades:

1 - Se a matriz tiver coluna ou uma linha com todos os números zero seu determinante será "0"

Exemplo:

Ex 1

3

2

8

1

4

5

= Det. = 0

3x3

2 - Se a matriz tiver duas linhas ou colunas que repete o seu determinante será "0".

Exemplo: Ex 1 1 2 1 5 3 5 4 4 4
Exemplo:
Ex 1
1
2
1
5
3
5
4
4
4

= Det. = 0

3x3

3 - Se a matriz tiver uma coluna ou linha formada pela combinação de outras duas linhas ou colunas o seu determinante será "0".

Exemplo: Ex 1 2 2 1 1 4 5 3 6 6
Exemplo:
Ex 1
2
2
1
1
4
5
3
6
6

= Det. = 0

3x3

OBS:a primeira linha + a segunda linha = terceira linha.

- Se a matriz possui dois triângulos de zero ou seja só a diagonal principal for diferente de zero seu determinante será o resultado da multiplicação da diagonal principal.

4

Exemplo: Ex 1 1 0 0 0 2 0 0 0 3
Exemplo:
Ex 1
1
0
0
0
2
0
0
0
3

= Det. = 0

3x3

5 - O determinante de uma matriz será igual a da sua matriz transposta.

Exemplo:

Ex 1

A =

2 3 5 1 2x2 -15 + 2
2
3
5
1
2x2
-15
+
2

= -13

A t =

2 5 3 1 2x2 -15 + 2
2
5
3
1
2x2
-15
+
2

= -13

6 - Det(A . B) = Det A . Det B. Exemplo: Ex 1 A
6
- Det(A . B) = Det A . Det B.
Exemplo:
Ex 1
A =
1
2
=
1
0
.
B =
2
3
0
3
2
3
1
0
2x2
2x2
(1 . 2 + 2 . 1)
(1 . 3 + 2 . 0)
=
4
3
(0 . 2 + 3 . 1)
(0 . 3 + 3 . 0)
3
0
2x2
4 3 3 0 2x2 -9 + 0
4
3
3
0
2x2
-9
+
0

= -9

A = 1 2 0 3 2x2 0 + 3
A =
1
2
0
3
2x2
0
+
3

= 3

B = 2 3 1 0 2x2 -3 + 0
B =
2
3
1
0
2x2
-3
+
0

= -3

Passo 4.

Matriz 2x2 A = 2 -3 4 -1 2x2 -3.4 2.(-1)
Matriz 2x2
A =
2
-3
4
-1
2x2
-3.4
2.(-1)

detA= -12 + (-2)

detA= -14

Matriz 3x3:

A=

4

-2

-6

3

-1

12

1

4

5

= Det.A = -284

3x3

(4.(-1).5)+(3.4.(-6))+(1.(-2).12)-(1.(-1).(-6)-(4.4.12)-3.(-2).5)= -284

Etapa 2.

Passo 1 e 2.

SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES

EQUAÇOES LINEARES

DEFINIÇÃO: Chamamos de equação linear, nas incógnitas x 1 , x 2 ,

tipo a x a x

1

2

2

1 n n b , 1 2 , , a n complexos) e b é o termo independente da equação. Exemplos:

1) 2x 1 6x 2 + 4x 3 = 2 2) -3x + 4y 5z + w/4 = 8

a x

onde

a , a

n toda equação do

são os coeficientes (reais ou

x

SOLUÇÃO DE UMA EQUAÇÃO LINEAR

Dizemos que a sequencia ordenada (

a x

1

1

a x

2

2

a x

n

n

b , se a x

1

1

 

1

,

a x

2

2 2

linear

verdadeira. Exemplo:

,

,

n

é uma solução da equação for uma sentença

)

a x

n

n

b

Seja a equação linear x 1 + 2x 2 + x 3 x 4 = -1. A seqüência (1, 0, 3, 5) é uma solução da equação, pois 1+2.0+3-5 = -1 é uma sentença verdadeira. Por outro lado, a seqüência (1, 3, 0, 1) não é solução, pois 1+2.3+0-1 = -1 é uma sentença falsa.

SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES

Um sistema de equações lineares com m equações e n incógnitas é um conjunto

de equações do tipo:

*

a x a x

11

21

1

1

a x

m

1

1

a x

12

2

a x

22

2

a x

m

2

2

a x

1

n

n

a x

2

n

n

b

1

b

2

a x

mn n

b

m

, onde os coeficientes a ij , 1

i m e 1 j n, são números reais (ou complexos).

Exemplo:

1

3

x x

1

1

x

4 5

2

x x

x

2

2

   3

2

2

x

5 8

3

x x

   2

3

3

x

6 2

4

x x

2

4

4

 

5 4

OBS.: 1) se no sistema (A) m = n, diremos simplesmente que o sistema é linear de ordem n; 2) Se os termos independentes b i , 1 i m, forem todos nulos, o sistema (A) recebe o nome de sistema linear homogêneo. Assim, um sistema linear homogêneo é um sistema do tipo:

a x a x

11

21

1

1

a x

m

1

1

a x

12

2

a x

22

2

a x

m

2

2

a x

1 n n

a x

2 n n

0

0

a x

mn n

0

SOLUÇÃO DE UM SISTEMA LINEAR

é uma solução do

sistema (A) se for solução de cada uma das m equações deste sistema.

4).

Notaremos que essa solução não é única: a terna (8/5, 11/5, 0) também é uma solução de

S.

, 0) é sempre uma solução

OBS.: No sistema linear homogêneo, a sequencia (0, 0, 0,

do mesmo. Assim, um sistema homogêneo tem sempre pelo menos uma solução.

Dizemos que uma sequencia de números

Exemplo: Dado o sistema

S   2 x

:

x

 

2

y y

  z 6

(

1

,

1

,

 

2

,

,

n

)

uma solução de S

é

(0,

3,

CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS

Determinado (Solução única) POSSIVEL SISTEMA Indeterminado (múltiplas soluções) IMPOSSIVEL (não tem solução,
Determinado (Solução única)
POSSIVEL
SISTEMA
Indeterminado (múltiplas soluções)
IMPOSSIVEL (não tem solução, equações incopativeis)
 x
2
3
2
w
2
S :
 
2
Exemplos: 1) O sistema
é possível e indeterminado.
 
3
x x
4 5 y
y y
 
8 5 z
z z
 
6 2
w w
 
5 4

2) O sistema

3) O sistema

S   4 x

:

1

6

x

1

2

x 3

2

x

x

2

S

:

x

5

7 3

y y

 

2

1 3

5

1

é impossível.

é possível e determinado

SISTEMAS EQUIVALENTES

Dois sistemas S 1

e

possuem

a(s)

mesma(s)

S 2

do

tipo

(A) são

chamados equivalentes (S 1 ~ S 2 ) se

solução(ões).

Exemplo:

Sejam

S

1

:

2 x

 

 

y

14 10

y

z

z

10

 42

28

e

S

2

:

x

x x

2

3

5

y   

y

2 4

y

2

z

3 2

   10 1 4

z z

, a terna (1, 2, -3) é solução única de S 1 e também de S 2 .

Logo, S 1 e S 2 são sistemas equivalentes.

2.5 SISTEMAS E MATRIZES Um sistema do tipo (A) pode ser escrito numa forma matricial da seguinte

maneira:

a

a

a

11 12

a

21 22

a a

m

1

m

2

a

a

1 n

2 n

a

mn

  x  

 

1

x

2

x

m

b

1

b

2

b

m

ou seja, AX=B, onde A é a matriz dos

coeficientes, x é a matriz das incógnitas e B é a matriz dos termos independentes.

OBS.:

a

a

Uma

11 12

a

21 22

a a

m

1

m

2

a

sistema

x

  2 x

4

x   

3

ampliada é

1

2

1

y

5

y

outra

a

a

1 n

2 n

a

mn

y

3

2

4

5

3

z

4 z

b

b

2

1

m

b

z

1 5

3

4

2

matriz

que

podemos

associar

ao

sistema

(A)

é

, chamada matriz ampliada do sistema (A). Exemplo: No

4

temos a forma matricial:

1

4

5

.

1

2

1

4

5

3

3

4

2    

x

y

z

 

4

5  

1

, e a matriz

Passo 3.

Modele a situação problema escrevendo-a em forma de um sistema de equações lineares fazendo uso da lei de Kirchhoff.

de equações lineares fazendo uso da lei de Kirchhoff. Solução: Nó ponto A= I2 + I3=I1

Solução:

Nó ponto A=

I2 + I3=I1

Malha BCDAB

-10+8.I1-4.I2-2.I3=0

Malha CEFDC

10.I2-2.I3-4.I1=0

Malha FGHADF

-4+10.I3-2.I1-2.I2=0

Passo 4.

Determine a matriz dos coeficientes das variáveis e a matriz ampliada desse sistema linear.

das variáveis e a matriz ampliada desse sistema linear. -2.I ₁ - 2.I ₂ + 10.I

-2.I- 2.I+ 10.I=4 -4.I+10.I- 2.I=0 8.I- 4.I- 2.I=10

Etapa 3.

Passo 1. Leia sobre o método de resolução de sistemas lineares: Regra de Cramer no livro auxiliar que você escolheu no Passo 2 da Etapa 1. Discuta com o grupo qual a restrição desse método de resolução de sistemas lineares.

Passo 2. Discuta com o grupo qual a condição sobre o determinante da matriz incompleta do sistema linear para que ele possua solução única.

Passo 3. Calcule o determinante da matriz incompleta do sistema linear que descreve a situação- problema e conclua se esse sistema linear possui ou não solução única.

Conclusão: O sistema linear da situação problema possui solução única.

Passo 4. Use a Regra de Cramer para resolver o sistema linear da situação-problema. Escreva a solução encontrada para a situação-problema

-2

-2

10

 

-4

10

-2

DET=-536

8

-4

-2

 
4 -2 10 0 10 -2 DET I₁= -1072 10 -4 -2
4
-2
10
0
10
-2
DET I₁= -1072
10
-4
-2
DET I₁ −1072 = = 2 amp. DET −536
DET I₁
−1072
=
= 2 amp.
DET
−536
-2 4 10 -4 0 -2 8 10 -2
-2
4
10
-4
0
-2
8
10
-2

DET I₂

−536

DET I₂= -536
DET I₂= -536

=

= DET − 5 3 6 = 1 amp.

DET

536 = 1 amp.

-2 -2 4 -4 10 0 8 -4 10
-2
-2
4
-4
10
0
8
-4
10
− 5 3 6 = 1 amp. -2 -2 4 -4 10 0 8 -4 10
DET I₃ −536 DET I₃= -536 = −536 = 1 amp. DET
DET I₃
−536
DET I₃= -536
=
−536 = 1 amp.
DET

Solução: I= 2 amp. ; I=1 amp. e I= 1 amp.

Etapa 4.

Aula-tema: Sistemas de Equações Lineares: Gauss-Jordan.

Passo 1.

Leia o tópico do Capítulo Inversão de Matrizes do livro-texto que aborda operações

elementares sobre as linhas de uma matriz e leia no Capítulo Sistemas de Equações

Lineares do livro-texto (citado no Passo 2 da Etapa 1) o método de resolução de

sistemas lineares: Gauss-Jordan.

Passo 2.

Descreva as operações elementares sobre as linhas de uma matriz. Defina Sistemas

Equivalentes.

Definição. Uma operação elementar sobre as linhas de uma matriz é uma das seguintes operações:

1. Troca da posição de duas linhas;

2. Multiplicação de uma linha da matriz por um escalar (número) diferente de zero;

3. Somar a uma linha da matriz um múltiplo de outra linha.

Exemplo. Considere o seguinte sistema

de outra linha. Exemplo. Considere o seguinte sistema A sua matriz aumentada é: 1a. eliminação: Vamos

A sua matriz aumentada é:

Considere o seguinte sistema A sua matriz aumentada é: 1a. eliminação: Vamos procurar para pivô da

1a. eliminação: Vamos procurar para pivô da 1a. linha um elemento não nulo da

primeira coluna (podemos usar a troca de linhas para ``trazê-lo'' para a primeira linha).

Como temos que fazer o pivô igual a um, escolhemos para pivô o elemento de posição 2

1. Precisamos ``colocá-lo'' na primeira linha, para isto, trocamos a 2a. linha com a 1a.

1a.

linha, para isto, trocamos a 2a. linha com a 1a. 1a. Agora, precisamos ``zerar'' os outros

Agora, precisamos ``zerar'' os outros elementos da 1a. coluna, que é a coluna do pivô, para isto, adicionamos à 2a. linha, -2 vezes a 1a. linha e adicionamos à 3a. linha, -1 vezes a 1a. linha.

1a. linha e adicionamos à 3a. linha, -1 vezes a 1a. linha. 2a. eliminação: Olhamos para
1a. linha e adicionamos à 3a. linha, -1 vezes a 1a. linha. 2a. eliminação: Olhamos para

2a. eliminação: Olhamos para a sub-matriz obtida eliminando-se a 1a. linha. Escolhemos para pivô um elemento diferente de zero na 1a. coluna não nula desta sub- matriz. Pela mesma razão que na 1a. eliminação vamos escolher o elemento de posição 3 2. Precisamos ``colocá-lo'' na 2a. linha, para isto, trocamos a 3a. linha com a 2a.

2a.

na 2a. linha, para isto, trocamos a 3a. linha com a 2a. 2a. Agora, precisamos zerar

Agora, precisamos zerar os outros elementos da 2a. coluna, que é a coluna do pivô, para isto, somamos à 3a. linha, -2 vezes a 2a. e somamos à 1a. linha, -1 vezes a 2a.

Portanto o sistema dado é equivalente ao sistema que possui solução geral dada por .
Portanto o sistema dado é equivalente ao sistema que possui solução geral dada por .

Portanto o sistema dado é equivalente ao sistema

Portanto o sistema dado é equivalente ao sistema que possui solução geral dada por . =

que possui solução geral dada por

equivalente ao sistema que possui solução geral dada por . = A última matriz que obtivemos
.
.

= A última matriz que obtivemos está na forma que chamamos de escalonada reduzida

X =

Passo 3.

Use o método de Gauss-Jordan para resolver o sistema linear da situação-problema.

Escreva a solução encontrada para a situação-problema. Verifique se é a mesma

encontrada na etapa anterior.

2a. 1 L₁=L₁ .(- ) 2 2a. L₂=L₂+L₁ . (4) 2a. L₃=L₃+L₁ . (-8)
2a.
1
L₁=L₁ .(-
)
2
2a.
L₂=L₂+L₁ . (4)
2a.
L₃=L₃+L₁ . (-8)
2a. 1 L₂=L₂ . ( ) 14 2a. L₃=L₃ . L₂ . 12 2a. L₃=L₃
2a.
1
L₂=L₂ . (
)
14
2a.
L₃=L₃ . L₂ . 12
2a.
L₃=L₃ ÷ 134
7
2a.
11
L₃=L₂+L₃ .
7
2a.
L₁=L₁+L₂ . (-1)
2a.
L₁=L₁+L₃ . 5
2a.
2a.

Solução: I = 2 amp.; I= 1 amp. e I= 1 amp.

Passo 4.

Elabore um relatório com a solução do desafio proposto e o entregue ao professor.

Relatório:

Observamos que tanto no método de Cramer quanto no método de Gauss-Jordan obtivemos os mesmos resultados ao realizarmos os cálculos das matrizes da situação- problema.

Ambos os métodos são eficazes na solução de sistemas lineares.