Sei sulla pagina 1di 25

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

27

CAPÍTULO 2

RETIFICADORES A DIODO

2.1 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE MEIA ONDA A DIODO

a) Carga Resistiva Pura (Figura 2.1)

+ - v D D v(ωt) i L R
+
-
v D
D
v(ωt)
i L
R

+

v L

-

Fig. 2.1 - Retificador monofásico de meia onda com carga resistiva.

Onde:

Sendo: V o = Valor Eficaz da Tensão de Alimentação.

v(

ω

t)

V

m

sen(

ω

t)

2V sen( o
2V sen(
o

=

=

ω t)

(2.1)

Formas de onda carga R (pura) (Figura 2.2).

v 2 V o ωt 0 π 2π 3π 4π v L 2 V o
v
2
V
o
ωt
0
π
v
L
2
V
o
ωt
i L
2 V
o
R
ωt
v
D
ωt
0
π
2
V o

Fig. 2.2 - Formas de onda relativas à figura 2.1.

Tensão média na carga (Equação 2.2).

Logo:

V

Lmed

=

Tensão média na carga (Equação 2.2). Logo: V Lmed = V o sen ( ω td

V

o

sen ( ω td ) ( 2 V o =
sen (
ω
td
)
(
2
V
o
=

ω t )

V Lmed

π

0 45 V

,

o

Corrente média na carga (Equação 2.4).

Logo:

I

Lmed

=

sen (Corrente média na carga (Equ ação 2.4). Logo: I Lmed = ω ) td ( ω

ω

)

td

(

ω

t

)

I

Lmed

=

V

Lmed

0,45

V

o

R R

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

(2.2)

(2.3)

(2.4)

(2.5)

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

Corrente de pico no diodo (Equação 2.6).

2 V o = I Dp R
2
V
o
=
I Dp
R

28

(2.6)

Tensão de pico inversa no diodo (Equação 2.7).

V = 2 V Dp o
V
=
2
V
Dp
o

Corrente eficaz no diodo (Equação 2.8).

Logo:

2  1 ∫ π  2 V  o 2 =  sen 
2
1
∫ π
 2 V
o
2
=
 sen
 
(
ω
td
)
(
ω
t
)
I Lef
2
π
R
0
V o
V o
=
≅ 0,707
I Lef
2 R
R
b) Carga R L (Figura 2.3)

(2.7)

(2.8)

(2.9)

+ - v D + + + D v L l - v(ωt) i L
+
-
v D
+
+
+
D
v
L
l
-
v(ωt)
i L
+
v L
R
v R
-
-

Fig. 2.3 - Retificador monofásico de meia onda alimentando carga RL.

Formas de onda relativas à carga R L (Figura 2.4).

v ω t π 0 2π 3π 4π v L i L ω t 0
v
ω t
π
0
v L
i L
ω t
0
β
β+2π
v D
ω t
π
0

Fig. 2.4 - Formas de onda relativas à figura 2.3.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

29

Devido a presença da indutância, o diodo não se bloqueia em ωt = π.

Bloqueio ocorre no ângulo β (superior a π).

Enquanto a corrente não se anular Diodo se mantém em condução.

Tensão na carga (ângulos superiores a π) Torna-se negativa.

Corrente na carga (Obtida pela solução da equação diferencial 2.10)

( ω t) 2 V sen ( ω 0 L t) = L di dt
(
ω
t)
2 V
sen ( ω
0
L
t) = L di
dt

+

Ri

L (

ω

t)

(2.10)

Solução de (2.10) é representada pela Equação (2.11).

2 V 0 − t τ i (ωt) = sen ( ωφt − ) −
2 V
0
− t τ
i
(ωt)
=
sen
(
ωφt
)
− I
0 )
e
1 (
L
2
2
R
+
X

Onde:

φ = arc tg

X

ωτ∴= L

R

X =

L

R

(2.11)

Corrente na carga é composta por duas componentes distintas (Figura 2.5)

2 V o i 1 (ωt) = sen (ωφt − ) 2 2 R +
2
V
o
i 1 (ωt) =
sen (ωφt −
)
2
2
R
+ X
− t / τ
it (
ω
)
= −
I
()0
e
2
1
i L
I (0)
1
i 1
i 2
ωt
0
φ
π
β
-I (0)
1

(2.12)

(2.13)

Fig. 2.5 - Corrente de carga relativa à figura 2.3.

Para: ωt = 0 i L (ωt) = 0

Logo:

Portanto, i

L

( ω t) =

I 0 ) 1 ( = 2 V o 2 R 2 + X
I
0 )
1 (
=
2
V
o
2
R 2
+
X
2 V o sen (−φ) 2 2 R + X [ sen ( ωφ t
2 V
o
sen (−φ)
2
2
R
+ X
[
sen (
ωφ t −−
)
sen (

− φ ) e

t / τ

]

(2.14)

(2.15)

Componente i 2 (ωt) Parcela transitória da corrente, Componente i 1 (ωt) Resposta em regime permanente da carga R L .

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

30

Valor médio da tensão na carga Deve-se conhecer ângulo β.

Figura 2.4 i(ωt) = 0 ⇒ ωt = β ⇒ Equação (2.15) Equação (2.16)

sen (

βφ −+

)

sen (

φ

) e

/

− β ωτ

=

0

Com: ωτ =

ω L

R

= tg φ

− β / tg φ sen( βφ −+ ) sen( φ ) e = 0
− β
/ tg
φ
sen(
βφ
−+
)
sen(
φ
) e
= 0

(2.16)

(2.17)

Solução numérica para a Equação (2.17) Figura 2.6.

100 φ( ) o 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 180
100
φ( )
o
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
180
200
220
240
260
280
300
320
340
360
380
β( )
o
Fig. 2.6 - Ângulo de extinção β em função do ângulo φ, para a figura 2.3.

Valor médio da tensão na carga (Equação 2.18).

Assim:

V

Lmed

V

Lmed

=

=

Vtensão na carga (Equação 2.18). Assim: V Lmed V Lmed = = o sen( ω )

o

sen(

ω

)

td

(

ω

t

)

2 V o
2 V
o

2 π

(

1

−≅ cosβ)

0 , 225

V

o

(

1

cosβ)

(2.18)

(2.19)

Presença da indutância causa uma redução da tensão média na carga.

Valor médio da tensão no indutor L (Figura 2.7).

v l (tensão em L)

v R (tensão em R) v v l I m i S l v R
v R
(tensão em R)
v v l
I m
i
S l
v
R
S 2
ωt
0
θ m
π
β

Fig. 2.7 - Formas de onda para o circuito da figura 2.3.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

Figura 2.7 i(ωt) Valor máximo di

(ω

t ) = 0 ⇒ ωt = θ m

dt

Logo: ωt = θ m

v l (ωt) = 0

e

v R (ωt) = v

Tensão média no indutor (Equação 2.20)

Com:

V l

md

=

1

T

{

tm

0

V (t)

l

V

l

dt = L di

V md =

l

1

T

{

Im

0

L

di

+

dt

+

β

t

tm

V (t)

l

0

Im

L

di

}

=

1

T

dt

}

(L

Im

L

Im)

31

(2.20)

(2.21)

(2.22)

Valor médio da tensão na indutância é nulo S 1 = S 2

(Indutor é desmagnetizado a cada ciclo de funcionamento da estrutura)

S 1 ou S 2 representam o fluxo produzido no indutor.

Valor médio da tensão na resistência de carga R.

V

Lmed

= V

l

md

+ V

Rmd

l md =

0

V

Lmed

Como: V

=

V

Rmed

VV =≅ 0,225

Lmed

Rmed

V

o

(1 cosβ)

(2.23)

(2.24)

(2.25)

Corrente média na carga e no diodo (Equação 2.26).

0 , 225 V

R

I

Lmed

o

(

1

cosβ)

(2.26)

Corrente média na carga pode-se também obter com a Equação (2.27):

I

=

Lmed

1 2 V ∫ β o 2 π Z 0
1
2 V
∫ β
o
2
π
Z
0

[

sen

(

ωφ

t

)

−+

sen

(

φ

)

e

t / τ

]

(

dt ω

)

(2.27)

Valor eficaz da corrente de carga (Equação 2.28)

Onde:

Sendo:

Assim:

I

I

Lef

md

Z =

=

2   1 2 V ∫ β  dt ω ( ) 
2
1
2 V
∫ β
dt ω
(
)

2

π

0

Z

o

[

sen(

ωφ t −+ )

sen

(

φ

)

e

t / τ

]

Z I

Lmed

= 2 V o 2 2 RX+
=
2 V
o
2
2
RX+

(2.29)

e

I

ef

=

Z I

Lef

2 V o
2 V
o
Z I Lmed = 2 V o 2 2 RX+ (2.29) e I ef = Z

I =

md

1

2

π

β

0

[

sen

ωφ

(t

)

−+

sen

(

φ

)

e

t / τ

]

(

dt ω

)

0 [ sen ωφ (t ) −+ sen ( φ ) e − t / τ

I =

ef

1 2 ∫ β [ − t / τ sen ( ωφ t −+ )
1
2
∫ β
[
t / τ
sen
(
ωφ t −+ )
sen
(
φ
)
ed]
(
ω
t)
2
π
0

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

(2.30)

(2.28)

(2.31)

(2.32)

(2.33)

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

32

I md e I ef obtidos numericamente em função de φ (Figura 2.8)

1,4

1,2

1,0

0,8

0,6

0,4

0,2

0

I ef I md 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
I ef
I md
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100

φ( )o

Fig. 2.8 – Valores normalizados médio e eficaz da corrente de carga para a figura 2.3.

c) Carga RL com Diodo de "Roda-Livre" (Figura 2.9)

Evitar que a tensão na carga torne-se negativa devido presença de L.

v(ωt)

D 1 D RL
D
1
D RL

L

R

Fig. 2.9 - Retificador de Meia Onda com Diodo de "Roda-Livre".

v

D 1 + + + v + L l - i D RL L +
D
1
+
+
+
v
+
L
l
-
i
D RL
L
+
-
v
R
R
-
-

v

L

D 1 + - L v i D RL L v L + (a) (b)
D
1
+
-
L
v
i
D RL
L
v L
+
(a)
(b)
R
-

Fig. 2.10 - Etapas de funcionamento do retificador com diodo de "roda-livre". Formas de onda (Figura 2.11) CONDUÇÃO DESCONTÍNUA

v V o ω t 0 π 2π 3π 4π v L V o ω
v
V
o
ω t
0
π
v
L
V
o
ω
t
i L
β
ω
t

Fig. 2.11 - Formas de onda para a estrutura da figura 2.9.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

33

Formas de onda (Figura 2.12) CONDUÇÃO CONTÍNUA

Condução contínua Interesse prático Redução das harmônicas da corrente de carga.

v L 2 V o ωt 0 π 2π 3π 4π i L ωt Fig.
v L
2
V o
ωt
0
π 2π
i L
ωt
Fig. 2.12 - Tensão e corrente de carga para condução contínua.

Tensão na carga v L (ωt) Série de Fourier (Equação 2.34)

2 V 2 V 22 Vt  cos( 2 ωωω ) cos( 4 t )
2
V
2
V
22
Vt
cos(
2 ωωω
)
cos(
4
t
)
cos(
6
t
)
oo
o
v
(
ω
t
) =+
sen(
ω
t
)
+
+
+ K (2.34)
L
π
2
π
1 3
3 5
5 7
Tensão e corrente média na carga serão:
V
= 0,45
V
(2.35)
Lmed
o
0,45 V
o
I
=
(2.36)
Lmed
R
A corrente de carga é dada pela Série de Fourier (Equação 2.37)
it
()ω
=
I
+
i
()ωωωω+
t
i
()
t
+
i
() +
t
i
() ++
t
K
i
()ω
t
+ K (2.37)
Lmed
1246
n
2 V
o
Onde:
i
t ) =
sen(ωφ t − )
(2.38)
1
1
2 ⋅ Z
1
− 2
2 V
o
i
t
)
=
cos(2
ω
t
φ
)
(2.39)
2
2
π ⋅⋅⋅ Z
1
3
2
− 2
2 V
o
i
t
)
=
cos(4
ω
t
φ
)
(2.40)
4
4
π ⋅⋅⋅ Z
3
5
4
− 2
2 V
o
i
(
ω
t
) =
cos(
n
ω
t −
φ
(2.41)
n )
n
π ⋅
(
n
−⋅
1
)(
nZ
+⋅
1
)
n
Onde:
n ≠ 1
2
222
Z
Rn +
ω
L
(2.42)
n =
n
ω
L
−1
φ
n = tg
(2.43)
R

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

34

Valor eficaz da corrente na carga (Equação 2.44)

Onde:

I

I

L 1

Lef

=

(I

=

V

o

2 Z

1

2

Lmed

+

IIII

L

1

+

L

2

+

L

4

+

2

2

2

L

6

2

++ K

I

2

Ln

+

(2.45);

I

Ln

=

I

L 2

=

2 V

o

3 π Z

2

(2.46);

2 V

o

(

nn 1)(

+

1)π

Z

n

,

n 1

I

L 4

K

)

1 2

=

2 V

o

15 π Z

4

(2.44)

(2.47)

(2.48)

Valores médios das correntes nos diodos Metade do valor na carga

(p/ Quando constante de tempo for elevada: Ondulação (“ripple”) desprezível)

d) Uso do Transformador (Figura 2.13)

permite a adaptação da tensão da fonte à tensão da carga;

permite o isolamento galvânico entre a rede e a carga.

N N D 1 2 1 R + i i 1 2 i L v(ωt)
N
N
D
1
2
1
R
+
i
i
1
2
i L
v(ωt)
v
L
i D RL
2
D
-
RL

Fig. 2.13 - Retificador monofásico de meia onda alimentado por transformador.

Considerações: i L (ωt) considerada isenta de harmônicas (indutância infinita).

Transformador com ganho unitário.

i L I o ω t 0 π 2π 3π 4π 5π i 2 I
i L
I o
ω
t
0
π 2π
i 2
I o
ω t
i D
RL
I o
ω t
I 2CC
I o
2
ω t
i 2CA
I o
2
ω t
i 1
I o
ω t
2

Fig. 2.14 - Formas da onda para a estrutura da figura 2.13.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

35

Corrente secundária i 2 (ωt) em Série de Fourier (Equação 2.49)

Seja

Assim:

i

2

(ω t )

I

i

2

CC

2

CA

I

2

I

2 I

o

2

I

o

=+

2

I

oo

o

π

3 π

5

π

cos (

ω

t

)

+

cos (

3 ω t

)

+

=

2

cos (5

ω t

)

(ω t )

2

I

2 I

2 I

o

=+

ω

π

oo

cos (

t

)

3

π

5

π

cos (

3 ω t

)

+

cos (5

ω t

)

itI ()ω =

2

+

i

22CC

CA

()ω t

+ K

(2.49)

(2.50)

+ K

(2.51)

(2.52)

Componente I 2CC não apresenta reflexos no primário (porém: Saturação Trafo)

(Aplicação restrita para pequenas potências)

Corrente primária Igual à corrente secundária alternada i 2CA (wt)

Ni

11

()ω

t

=

Ni

22CA

()ω

t

iti

1

()ω

=

2CA

()ω

t

, com : N

1

=

Potência na carga (Equação 2.53).

mas,

PVI

L

=

Lmed

V Lmed = 0 , 45

o

V

2

Potência primária aparente (Equação 2.55)

S

1

=

VI

11ef

Valor eficaz da corrente do primário (Equação 2.56)

Assim:

Logo:

I

1

ef

=

I

o

2

S

1

=

V

1

I o

2

S

1 = 1,11

VI

Lmed

o

V

1

=

V

2

=

V Lmed

0 45

,

⇒ = 1,11

S

1

P

L

Valor eficaz da corrente secundária (Equação 2.59)

I

2 ef

=

I o 2
I
o
2

;

Observe que: I 2ef > I 1ef

Potência aparente nominal do secundário (Equação 2.60)

S

2 = 1,57

P

L

N

2

(

V

1

= V

2

)

 

(2.53)

(2.54)

(2.55)

(2.56)

(2.57)

(2.58)

 

(2.59)

(2.60)

Conclusões: Transformador mal aproveitado (utilização em baixas potências).

Maior interesse é a simplicidade e baixo custo.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

36

2.2 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE ONDA COMPLETA COM PONTO MÉDIO

a) Carga Resistiva Pura (Circuito Figura 2.15 e Etapas Figura 2.16)

v(ωt)

D 1 R + v 2 - i L + v 2 D 2 -
D
1
R
+
v
2
-
i
L
+
v
2
D
2
-

Fig. 2.15 - Retificador monofásico de onda completa a diodo com ponto médio.

v

D D 1 1 + - v v 2 i R 2 L + -
D
D
1
1
+
-
v
v
2
i
R
2
L
+
-
-
+
v
+
-
-
+
v
v
i
2
2
L
-
D
2
+
D2

R

Fig. 2.16 - Etapas de funcionamento para a estrutura da figura 2.15. Formas de onda (Figura 2.17)

v 2 2 V 2 ωt 0 π 2π 3π 4π v D2 ωt -2
v
2
2
V
2
ωt
0
π
v
D2
ωt
-2
2
V
2
v
D1
ωt
-2
2
V
2
v
L
2
V
2
ωt
i
L
2
V
2
R
ωt
0
π

Fig. 2.17 - Formas de onda para a figura 2.15.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

37

Valor médio da tensão na carga (Equação 2.61)

V Lmed =

1 ∫ π 2 π 0
1
∫ π
2
π
0

V

2

sen(

ω

)

td

(

ω

t

)

Corrente média na carga (Equação 2.62)

0 9 , V 2 I Lmed = R
0 9
,
V
2
I Lmed =
R

Corrente de pico na carga e nos diodos:

2 V 2 I p = R
2
V
2
I p =
R

Valor de pico da tensão inversa nos diodos

2 V V Dp = 2 2
2
V
V Dp = 2
2

V

Lmed

= 0 9

,

V

2

(2.61)

(2.62)

(2.63)

Desvantagem da estrutura.

(2.64)

Valor médio corrente em um diodo Metade do valor médio na carga

0 9 , V 2 I Dmed = 2 R
0 9
,
V
2
I Dmed =
2 R

Valor eficaz da corrente de carga.

V 2 = I Lef R
V
2
=
I Lef
R

(2.66)

(2.65)

Valor eficaz da corrente em um diodo.

V 2 = I Def 2 R
V
2
=
I Def
2 R

(2.67)

b) Carga RL (Circuito Figura 2.18 e Formas de onda Figura 2.19)

v(ωt)

D 1 R + i v 2 L - + v 2 - D 2
D
1
R
+
i
v 2
L
-
+
v
2
-
D 2

L

Fig. 2.18 - Retificador de onda completa alimentando carga indutiva.

v L i L ω t 0 π 2π
v L
i
L
ω t
0
π

Fig. 2.19 - Tensão e corrente de carga para a figura 2.18.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

38

Tensão na carga (Série de Fourier - Equação 2.68)

(ω )

vt

L

 2 4 4  =− 2 V cos( 2 ω t ) − cos(
 2
4
4
=−
2
V
cos(
2 ω
t
)
cos(
4
ω
t
)
− K
2
 π
3
π
15
π
Corrente na carga (Equação 2.69)  2 4 4 it (ω ) = 2 V
Corrente na carga (Equação 2.69)
2
4
4
it
(ω )
=
2
V
cos(
2 ω
t
−− )
φ
L
2
R
3
π
Z
2
 π
15 π Z
2
4
2
222
Onde:
Z
Rn +
ω
L
n =
n
ω L
−1
φ
n = tg
R

cos(

4 ω −−φ )

t

4

K

(2.68)

   (2.69)

(2.70)

(2.71)

Constante de tempo da carga elevada Ignora-se harmônicas de ordem superior à fundamental.

Componente contínua da corrente (Valor médio - Equação 2.72).

I Lmed =

2 2 09 V , V 2 2 = π R R
2 2
09 V
,
V 2
2
=
π R
R

(2.72)

Componente de primeira ordem Freqüência dupla da freqüência da tensão de alimentação (Equação 2.73)

i

L2

(ω t )

=

4 2 V 3 π Z 2 2
4
2 V
3 π Z
2
2

cos(2

ω

t

− φ

2

Valor eficaz da corrente na carga.

I Lef

=

2 2  16 V 8 V  2 2 +   2 
2
2
 16 V
8
V
2
2
+
 2
2
2
π
R
2
9
π
Z
2

)

(2.73)

(2.74)

Valor médio da corrente num diodo Metade do valor médio da corrente de carga

I

Dmed = 0 45

,

R

V

2

(2.75)

Cálculo valor eficaz da corrente em cada diodo (Fig. 2.20-Corrente isenta de harmônicos, ou seja, I Lmed =I med )

I

i D med ωt 0 π 2π 3π
i D
med
ωt
0
π

Fig. 2.20 - Corrente nos diodos para a figura 2.18.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

Valor eficaz da corrente em cada diodo

I

Def

=

1 I 2 ∫ π (I ) Lmed dt ( ω ) =≅ 0 ,
1
I
2
∫ π
(I
)
Lmed
dt
(
ω
)
=≅ 0 , 707
2
π
Lmed
2
0

I

Lmed

39

(2.76)

Define-se K i Fator de ondulação da corrente de carga

Onde:

0 , 47 R I CAef K = ⇒ K i = i 2 22
0 , 47 R
I CAef
K
=
K i =
i
2
22
R
+ 4 ω
L
I Lmed
4
V
2
I
=
CAef
3 π Z
2
c) Estudo do Comportamento do Transformador
i s1
N1=N2
+
D
1
v
2
I
+
i 1
-
v( ω t)
+
-
v
2
-
D 2
i s2

(2.77)

Fig. 2.21 - Convenções para o estudo do comportamento do transformador.

i L I ωt 0 π 2π 3π 4π 5π i s1 I ωt i
i
L
I
ωt
0
π 2π
i
s1
I
ωt
i
s2
I
ωt
i
1
I
ωt
0
π 2π
-I

Fig. 2.22 - Formas de onda das correntes para a figura 2.21.

Corrente eficaz de um enrolamento secundário (Equação 2.78)

I

s1ef

=

I

s2ef

=

1 ∫ π 2 Id ( ω t ) 2 π 0
1
∫ π
2
Id
(
ω
t )
2
π
0

II

s1ef

=

s2ef

= 0,707

I

Potência aparente de um enrolamento secundário (Equação 2.79)

Onde:

S

s1

=

VI

21ef

s

ef

V

2 ef

V Lmed

=

0 9

,

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

S

s 1

=

0

,

707 V

Lmed

I

,

0 9

= 0 785 V

,

Lmed

 

(2.78)

I

(2.79)

(2.80)

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

40

Potência secundária total aparente do transformador (Equação 2.81)

Como:

Obtém-se:

SSS

2

=

+

s12s

P

L

=

V

Lmed

I

S

2

= 1,57

P

L

S

2

= 1,57

VI

Lmed

(2.81)

(2.82)

(2.83)

P L representa a potência transferida à carga.

Transformador é mal aproveitado Dimensionamento com potência aparente igual à 157% da potência de carga.

Vantagens retificador de Onda Completa em relação ao Meia Onda:

- Não existe componente contínua de corrente circulando no secundário, não aparecendo então o fenômeno da saturação do transformador;

- A tensão média na carga é duas vezes maior;

- A corrente de carga apresenta menor distorção harmônica.

2.3 - RETIFICADOR MONOFÁSICO DE ONDA COMPLETA EM PONTE

a) Carga Resistiva (Figura 2.23.a, Etapas Figuras 2.23.b e 2.23.c)

Formas de ondas idênticas à estrutura anterior (Vide Figura 2.17)

D 1 D 2 + v(ωt) i L R v R - D 3 D
D
1
D 2
+
v(ωt)
i L
R
v R
-
D
3
D 4
(a)

v( ω t)

D 1 D 2 + i L - D 3 D 4
D
1
D 2
+
i
L
-
D
3
D 4

(b)

R

+

v R

-

v( ω t)

D 1 D 2 - i L + D 3 D 4
D
1
D 2
-
i
L
+
D
3
D 4

(c)

R

+

v R

-

Fig. 2.23 - Configuração e etapas de funcionamento para o retificador monofásico em ponte.

V = 0,9 V Lmed o 0,9 V o = I Lmed R
V
= 0,9
V
Lmed
o
0,9 V
o
=
I Lmed
R

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

(Tensão média na carga)

(2.84)

(Corrente média na carga)

(2.85)

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

b) Carga RL

41

Etapas de funcionamento o as mesmas da Figura 2.23.

Formas de onda da corrente e da tensão de carga são idênticas Figura 2.19.

c) Estudo do Comportamento do Transformador (Figura 2.24)

Não necessita transformador para funcionar.

Uso Trafo : Isolamento galvânico ou adaptação de tensão.

D 1 D 2 i 1 i 2 D 3 D 4
D
1
D 2
i 1
i 2
D
3
D 4

I

Fig. 2.24 - Retificador em ponte associado a um transformador.

i L I ωt i 2 I ωt i -I 1 I ωt 0 π
i
L
I
ωt
i
2
I
ωt
i
-I
1
I
ωt
0
π
-I

Fig. 2.25 - Correntes para a estrutura da figura 2.24.

Valor eficaz da corrente do enrolamento secundário

I 2ef

=

π 2 ∫ I 2 d( ω t ) 2 π 0
π
2 ∫
I
2 d(
ω t
)
2
π
0

I = I 2ef
I
=
I
2ef

Valor eficaz da tensão secundária

V Lmed = V 2 ef 0 9 ,
V Lmed
=
V 2 ef
0 9
,

Potência aparente do transformador:

S

2

=

Onde:

VI

ef

22

ef

=

V

Lmed

I

,

0 9

P

L

=

S

2

= 1,11

V

Lmed

I

VI

Lmed

S

2

= 1,11

P

L

(2.86)

(2.87)

(2.88)

(2.89)

Portanto: Retificador em ponte proporciona um melhor aproveitamento do transformador que o retificador de ponto médio.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

42

d) Tensão de Pico Inversa dos Diodos (Figura 2.26)

D 1 D 2 v( ω t) - + i L D 3 D 4
D 1
D 2
v( ω t)
- +
i
L
D 3
D 4

R

+

v R

-

Fig. 2.26 - Segunda etapa de funcionamento do retificador.

Máxima tensão inversa é igual ao valor de pico da tensão da fonte

V 2 V Dp = 2
V
2
V
Dp =
2

(2.90)

V 2 o valor eficaz da tensão da fonte de alimentação ou do secundário do transformador.

Comparando (2.90) com (2.64): Tensão de pico inversa é a metade da tensão de pico inversa para o retificador de ponto médio.

2.4 - RETIFICADOR TRIFÁSICO COM PONTO MÉDIO

a) Comportamento com Carga Resistiva (Figura 2.27)

v 1 (ω t) R D 1 i 1 (ω t) v 2 N S
v
1 (ω t)
R
D
1
i
1
(ω t)
v 2
N S
D
2
i
2
+
(ω t)
v 3
i
R
R v
R
T
D
3
-
i
3
Fig. 2.27 - Retificador trifásico com ponto médio.
v 1 v 2 v 3 v 1 v 2 v 3 v 1 V
v 1
v 2
v 3
v 1
v 2
v 3
v 1
V o
ωt
π 2π
0
v R
v
v
v 1
23
V o
D 1
D 2
D 3
π
5 π
6
6
ο
120
ω t

Fig. 2.28 - Formas de onda para a estrutura da figura 2.27.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

43

Valor médio da tensão na carga (Equação 2.91)

V

=

Lmed

5 π 3 ∫ 6 2 2 π π 6
5
π
3
∫ 6
2
2
π
π
6

V

o

sen(

ω

)

td

(

ω

t

)

332 V o =≅ 1 , 17 V 2 π
332
V
o
=≅ 1 , 17 V
2
π

o (2.91)

Valor médio da corrente na carga (Equação 2.92)

I Lmed

= 1,17 V

o

R

(2.92)

Valor médio da corrente nos diodos (Equação 2.93)

I

Dmed

=

I

Lmed

1 17

,

V

o

3

3

R

(2.93)

Valor da corrente de pico nos diodos (Equação 2.94)

2 V o = I Dp R
2
V
o
=
I Dp
R

(2.94)

Cálculo da corrente eficaz nos diodos (Figura 2.29)

i D 2 V o R ωt 0 π 5 π π 2π 6 6
i
D
2
V
o
R
ωt
0
π
5 π
π
6
6
ο
120

Fig. 2.29 - Corrente em um diodo para carga resistiva.

Valor eficaz da corrente nos diodos (Equação 2.95)

I

Def

=

2 5 π   1 ∫ 6 2 V  o sen( ω t
2
5
π
1
∫ 6
2 V
o
sen(
ω
t
)
dt ω
(
)
2
π
R
π
6
 

0 , 59

I

Lmed

(2.95)

b) Comportamento com Carga Indutiva

Decomposição em série de Fourier da tensão na carga (Equação 2.96)

()

vt

L

ω

=

1 17

,

V

+

2

1 17

,

8

V

oo

sen(

3

ω )

t

(2.96)

A freqüência da componente fundamental da tensão na carga é igual a três vezes a freqüência da tensão de alimentação.

Ignoradas as harmônicas de ordens superiores.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

Corrente na carga (Equação 2.97)

Onde:

i

L

(

ω

t

) =

1

17

V

0 3 V

, , o o + R 2 22 R + 9 ω L
,
,
o
o
+
R
2
22
R
+
9 ω
L

sen(

3

ω

t

φ

3

)

 

3 ω L

 

φ

3

=

arc tg

 

R

44

(2.97)

(2.98)

Valor eficaz da corrente na carga (Equação 2.99)

Onde:

I

I

Lef

=

I Lef =
I Lef =

2

+

3

(II )

Lmed

ef

2

Lmed

=

1,17 V

o

R

(2.100)

e

I

3 ef

=

0 3 V , o 2 22 2 R + 9 ω L
0 3 V
,
o
2
22
2 R
+ 9 ω
L

(2.99)

(2.101)

Corrente através de um diodo (Figura 2.30)

Admite-se corrente contínua na carga (L grande)

120 ο i D I Lmed ωt 0 2π 4π 2π 3 3
120 ο
i D
I Lmed
ωt
0 2π
3
3

Fig. 2.30 - Corrente em um dos diodos.

Valor eficaz da corrente em um diodo (Equação 2.102)

I

Def

=

2 π 1 I 2 ∫ 3 (I ) Lmed dt ( ω ) =
2
π
1
I
2
∫ 3
(I
)
Lmed
dt
(
ω
)
=
Lmed
2
π
3
0

(2.102)

Valor médio da corrente em um diodo (Equação 2.103)

I Lmed I = Dmed 3
I Lmed
I
=
Dmed
3

(2.103)

Fator de ondulação de corrente na carga (Equação 2.104)

K

i

=

0 3 V , R I CAef o ≅ ⋅ 2 2 2 R +
0 3 V
,
R
I CAef
o
2
2
2 R
+ (
3 ω
L
)
1
, 17 V
I Lmed
o

Nos casos em que: 9ω 2 L 2 >> R 2 , obtém-se:

K i

0 , 3 R 0 06 R , ⋅ 2 ⋅ 1 17 , ⋅
0 , 3
R
0 06 R
,
2
1 17
,
3
ω
L ≅
ω L

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

(2.104)

(2.105)

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

45

c) Tensão de Pico Inversa dos Diodos (Figura 2.31)

v 1 (ωt) - + D 1 - v + D1 v (ωt) 2 -
v 1 (ωt)
-
+
D
1
-
v
+
D1
v (ωt)
2
-
+
D
2
i
R
v
(ωt)
3
i
R
R
-
+
D
3

+

v

-

R

Fig. 2.31 - Segunda etapa de funcionamento da estrutura.

Tensão nos terminais de D 1 (Equação 2.106 e Figura 2.32)

VV += V ⇒ V = VV − 1 D12 D1 2 1 V 3
VV +=
V
V
=
VV −
1
D12
D1
2
1
V 3
-V
1
V m
V
1
V 2
V D1

(2.106)

Fig. 2.32 - Diagrama fasorial para o cálculo da tensão V D1 .

Onde:

V

1(max)

= V

m

=

o cálculo da tensão V D 1 . Onde: V 1(max) = V m = 2V

2V

o

(Valor de pico da tensão de alimentação)

Valor de pico da tensão em D 1 (Equação 2.107)

V

Dp1

=

3 2
3
2

2,45

VV

o

o

(2.107)

d) Estudo do Comportamento do Transformador (Fig. 2.33)

Transformador é considerado ideal e relação de transformação unitária;

Corrente de carga será considerada isenta de harmônicas.

i A = ip1 - ip3 D 1 i A ip1 i s1 D ip2
i
A = ip1 - ip3
D
1
i A
ip1
i s1
D
ip2
2
ip3
D
3

I Lmed

Fig. 2.33 - Retificador associado a um transformador -Υ.

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

46

i S1 I Lmed 2 I Lmed 3 1 3 I ω Lmed t π
i S1
I Lmed
2
I Lmed
3
1 3 I
ω
Lmed
t
π
6
6
i
S2
parcela CC
ω
t
i
parcela CA
S3
3
3
ω
t

Fig. 2.34 - Correntes nos enrolamentos secundários do transformador.

Componentes contínuas secundárias não são refletidas no primário.

Circuito para componentes contínua (Fig. 2.35 - Somente secundários)

D 1 I Lmed φ 1 3 D 2 I φ Lmed 2 3 D
D
1
I Lmed
φ 1
3 D
2
I
φ Lmed
2
3
D
3
φ 3
I
Lmed
3

I Lmed

Fig. 2.35 - Componentes contínuas das correntes secundárias.

Fluxos: φ 1 , φ 2 e φ 3 são iguais em valor e direção (não saturam o trafo 3φ, considerando-se sistema de alimentação equilibrado e puramente senoidal).

Composição com 3 núcleos 1φ Saturação (caso monofásico)

i sl I Lmed v sl ωt π 5π 6 6 i pl 2 I
i sl
I
Lmed
v
sl
ωt
π
6
6
i pl
2
I
Lmed
v
3
pl
ωt
-1
I
Lmed
3
i
p3
2
I
Lmed
3
ωt
-1
I
Lmed
3
i
A
I
Lmed
i A1
i
A =
i pl
-
i p3
ωt
π
6
-I Lmed

Fig. 2.36 - Correntes para a estrutura na figura 2.35.

Defasagem 30 o entre a componente fundamental da corrente de linha i A (ωt) e a tensão do enrolamento primário v p1 (ωt); (Característica do Trafo /Y).

Eletrônica Industrial-Eletrônica de Potência

Cap. 2 - Retificadores a Diodo

47

Corrente eficaz num enrolamento secundário (Equação 2.108)

I

sef

=

I Lmed

3
3

(2.108)

Potência aparente secundária por fase (Equação 2.109)

Onde:

V I Lmed Lmed S =≅ VI 2 f o sef 1 17 , 3
V
I
Lmed
Lmed
S
=≅
VI
2
f
o
sef
1 17
,
3
V
Lmed
V
=
o
1,17

0 493 V

,

Lmed

I

Lmed

(2.109)

Potência aparente total secundária (Equação 2.110)

Onde:

PV

L