Sei sulla pagina 1di 4
Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso Ano Lectivo 2010/2011 HISTÓRIA 8º

Agrupamento de Escolas de Fronteira

Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso

Ano Lectivo 2010/2011 HISTÓRIA 8º ano Teste de Avaliação nº 3

Lê,

com

muita

atenção,

o

enunciado

que

se

segue

e,

depois

de

analisares

cuidadosamente

os

documentos apresentados, responde de forma clara, objectiva e cuidada. Boa Sorte!

GRUPO I (O Tempo das Reformas Religiosas)

I.1. Analisa os documentos 1 a 4.

AS CRÍTICAS DOS HUMANISTAS

Eis os soberanos Pontífices, os cardeais e os bispos […]. Hoje […] estes pastores não fazem nada senão

alimentar-se bem. Deixam o cuidado do rebanho ao próprio Cristo [

...

].

Esquecem que o nome bispo significa

labor, vigilância […]. Estas qualidades servem-lhes para deitar mão ao dinheiro […]. Se os Soberanos Pontífices, que estão no lugar de Cristo, se esforçassem por imitá-lo na sua pobreza, nos seus trabalhos, na

sua sabedoria, na sua cruz e no desprezo da vida […] não seriam os mais infelizes homens?

Erasmo de Roterdão, Elogio da Loucura

Documento 1

A RECUSA DAS INDULGENCIAS.

[…] 2. O Papa não quer, nem

pode, perdoar alguma pena, excepto aquelas que ele tenha imposto por sua

própria vontade […];

  • 21. Erram os pregadores das

indulgências que dizem que, pelas indulgências do Papa, o

homem fica livre de toda a

pena e fica salvo […];

  • 32. Serão condenados para

toda a eternidade, com os

seus mestres, aqueles que crêem estar seguros da sua salvação por cartas de

indulgências […];

  • 43. É preciso ensinar aos

cristãos que aquele que dá

aos pobres, ou empresta a quem está necessitado, faz

melhor do que se comprasse

indulgências […].

MARTINHO LUTERO, As 95 Teses Contra as Indulgências, século XVI (adaptado).

Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso Ano Lectivo 2010/2011 HISTÓRIA 8º

Documento 3

Documento 2

Documento 4 I.1.1 Apresenta três das principais razões que estiveram na origem do movimento da Reforma

Documento 4

I.1.1 Apresenta três das principais razões que estiveram na origem do movimento da Reforma Protestante.

I.1.2 Identifica as três novas Igrejas Protestantes.

I.1.2 Explica os papeis da Inquisição e do Índex na Contra-Reforma.

GRUPO II (O Império Português e a Concorrência Internacional)

II.1. Observa atentamente os documentos 5 e 6.

Documento 4 I.1.1 Apresenta três das principais razões que estiveram na origem do movimento da Reforma

Documento 5

A (…) causa que bota a perder as naus, e o reino da Índia e tudo é a dos que navegam nesta

carreira em sobrecarregarem as naus e as arrumarem mal, com leve em baixo e pesado em cima, o

que não só descompassa as naus, como temos visto, abertas todas indo-se ai fundo.

(…) perdeu este reino trinta e oito naus da Índia, na forma que tenho apontado, algumas

por desastre e as mais delas por cobiça por sobrecarregarem na Índia.

Melchior Amaral, Tratado das Batalhas e Sucessos do Galeão Santiago, 1602.

Documento 6

II.1.1 Distingue os princípios de Mare Clausum e de Mare Liberum.

II.1.2 Apresenta três razões da crise do Império Português do Oriente.

II.2. Observa os documentos 7 e 8.

A (…) causa que bota a perder as naus, e o reino da Índia e tudo

Documento 7

“Dom Filipe II [Filipe I de Portugal], por graça de Deus Rei de Portugal e dos Algarves, (…) nas

Cortes que fiz celebrar na vila de Tomar (

...

)

para que mandei chamar os três estados destes meus

reinos (…) me aprouve conceder-lhes as ditas mercês (…):

  • - [Guardarei] todos os (…) usos e costumes, privilégios e liberdades concedidos a estes reinos (

...

).

  • - Que todos os cargos superiores e inferiores, assim da justiça como da fazenda e do governo dos

lugares, sejam para Portugueses e não para estrangeiros.

  • - Que os tratos da Índia e da Guiné e de outras [colónias] pertencentes a estes reinos (…) não se

tirem deles, nem haja mudança d que ao presente se usa.

  • - Que o ouro e prata que se lavrar em moeda nestes reinos se lavrarão com os cunhos de armas

de Portugal (…).”

Lei de D. Filipe II de Espanha (adaptado)

Documento 8

II.2.1 Partindo da análise dos documentos apresentados explica as razões do estabelecimento de uma Monarquia Dualista na Península Ibérica.

II.3. Lê atentamente o documento 9.

O ACTO DE NAVEGAÇÃO

Para o desenvolvimento da construção naval e encorajamento da navegação deste país

(...)

é decretado por

este Parlamento que nenhuns géneros ou mercadorias de qualquer cultura, produção ou manufactura da Ásia, África ou América sejam importados ou trazidos para esta comunidade da Inglaterra em nenhum outro navio ou navios, senão naqueles que verdadeiramente pertençam apenas ao povo desta comunidade. E é mais decretado que nenhuns géneros ou mercadorias da cultura, produção ou manufactura da Europa sejam importados ou trazidos para esta comunidade em nenhum navio ou navios (senão naqueles que pertencem ao povo desta comunidade, salvo se esses navios estrangeiros pertencerem ao povo daquele país ou lugar de onde tenha origem a cultura e a produção ou manufactura dos citados géneros.

Acto de Navegação, 1651

Documento 9

II.3.1 Descreve as medidas tomadas pelos Ingleses através do Acto de Navegação.

II.3.2 Explica a principal consequência do Acto de Navegação.

FIM

Bom trabalho!

O Professor, Pedro Bandeira Simões