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FACULDADE EVANGÉLICA DE BRASÍLIA CURSO DE TEOLOGIA

FACULDADE EVANGÉLICA DE BRASÍLIA CURSO DE TEOLOGIA

Alunos:

Ernandes A. de Noronha João Ferino Rones Cassimiro Alexandre Felix Armando Gelenske Diogo Reis Cabral

Curso: Teologia / 1º Semestre Professor: Antonio Possidônio de Souza

RESUMO DO LIVRO:

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA, Uma Perspectiva Cristã.

Disciplina: Int. à Filosofia Data: 05/06 /2007.

INTRODUÇÃO

O que é necessário para alguém ser um bom filósofo? Esta pergunta introduz a

obra literária, ora resumida, os autores iniciam seus argumentos afirmando que cada indivíduo pratica diariamente a filosofia, muitas vezes sem perceber. Mas, para ser um bom filósofo há algumas premissas, alguns requisitos básicos, os quais são apresentados no conteúdo da obra. Já de início apresentam uma característica marcante de um bom filósofo: “O ingrediente indispensável que o bom filósofo possui é uma mente inquiridora ou que faz perguntas” (p. 12). O conteúdo do livro está distribuído em cinco partes, a saber: Parte 1. Introdução à Filosofia; Parte 2. O que é o Conhecimento; Parte 3. O que é a realidade?; Parte 4. O que é a realidade ulterior?; Parte 5. O que é o bom ou o certo?

PARTE UM Resumo, Por Ernandes Noronha

O primeiro esforço dos autores é dar uma definição plausível à pergunta: “O que é a

Filosofia?”, destarte neste particular há um latente e visível desacordo entre os

filósofos, sobre isto os autores afirmam que “as definições e as exposições da filosofia têm sido radicalmente diferentes entre si, até mesmo entre filósofos

praticantes” (p.12). Portanto ante à amplitude do assunto se concentram em analisar

as duas correntes filosóficas que procuram dar uma definição adequada: a Filosofia

Analítica (crença de que a preocupação central da filosofia é o estudo analítico de conceitos) e a Filosofia Especulativa (crença de que a filosofia está ocupada na sintetização dos resultados da pesquisa conceitual, a fim de tornar um conceito compreensivo e integrado da realidade. GEISER e FEINBERG entendem que as perguntas da filosofia especulativa são “as grandes perguntas”, ou seja, aquelas que são importantes a todos nós, Exemplo: Qual o padrão de moralidade? Perguntas desta natureza afetam a todos, por isto após avaliarem os dois conceitos, com base no princípio da verificação (vide p. 40), endossam a filosofia especulativa, e impõem objeções à filosófica analítica considerando que “dentre todas as suas declarações,

inclusive as éticas, teológicas e metafísicas, (as declarações levantadas com base na filosofia analítica) não fazem sentido” (p. 14). Feitas as análises dos conceitos sobre o que é filosofia e da própria controvérsia sobre qual seja a definição correta, os autores apresentam uma definição própria e imparcial desvinculada dos pressupostos e paradigmas já estabelecidos, seguem um meio termo, reconhecendo que há filósofos que são ou mais analíticos ou mais especulativos, então assim os autores definem o que é a filosofia: “É a análise crítica dos conceitos fundamentais da pesquisa humana, a discussão normativa de como o pensamento e a ação humanos devem funcionar, e a descrição da natureza da realidade” (p. 16). Outras perguntas norteiam o pensamento dos autores: “Para quê estudar a Filosofia? Que bem me fará?” (p. 18). Ao arremessarem estas perguntas ao leitor, os próprios autores a explicam e apresentam alguns motivos para se buscar as respostas que elas requerem: “para compreender a sociedade, para libertação dos preconceitos e do bairrismo, por causa do valor prático” (p. 18). Em seguida se referem ao desafio

cristão ante ao estudo da filosofia, enfatizando que para o cristão, “a filosofia tanto

será um desafio a sua fé quanto uma contribuição ao seu entendimento da fé

o

cristianismo pode enfrentar o desafio intelectual levantado contra ele. O resultado de tal desafio não deveria ser a perda da fé, mas sim, a possessão, de valor inestimável, de uma fé bem arrazoada e madura. Além disto, há conseqüências sérias de uma falta de consciência de padrões contemporâneos de pensamento.”

“Visto que toda a verdade é verdade de Deus, e visto que a filosofia é uma busca da verdade, então, a filosofia demonstra que argumentos e conceitos

filosóficos têm desempenhado um papel importante no desenvolvimento da teologia

“Embora nem todos os teólogos concordem quanto ao valor ou caráter

cristã”. (

(

)

)

apropriado destes argumentos, todos reconhecem que algum conhecimento das raízes filosóficas é necessário para o entendimento da teologia cristã.” (p. 19). Na primeira parte da obra, além de definirem e apresentarem uma definição mais apropriada para a Filosofia, os autores ainda discorrem sobre as Disciplinas da Filosofia, a Metodologia da Filosofia, As ferramentas da Filosofia e finalmente o Desafio da Filosofia. Referente às disciplinas da filosofia, os autores elencam as teorias mais destacadas na atualidade: a ética, a filosofia da religião, a filosofia da ciência, a lógica, a epistemologia e a metafísica, expondo resumidamente suas funções: “Ética – estuda a natureza da obrigação e as regras que governam a ação certa, é considerada a área mais conhecida da filosofia, pois trata de perguntas

práticas, problemas que tocam na vida de todos os dias”, a firmam que “A ética está preocupada em fazer mais do que simplesmente descrever como as pessoas agem. Quer preceituar. Ou seja: está interessada em atribuir modos de ação que devem ser seguidos e louvados”. (p. 22); A filosofia social e política – está interessada nas ações de um grupo ou sociedade; A estética – vislumbra a análise de idéias tais como beleza, gosto, arte, e como empregamos estes termos; A lógica - expõe sistematicamente as leis do pensamento e do argumento; A filosofia da religião e a filosofia da ciência - procuram avaliar criticamente os conceitos e as metodologias das suas respectivas disciplinas, no aspecto religioso, o filósofo da religião lida com idéias relativas à natureza da religião, avalia criticamente os argumentos em prol da existência de Deus, os atributos de Deus e linguagem religiosa (questões sobre a conversa acerca de Deus, se ela faz sentido) e ainda se preocupa com idéias sobre a existência e origem do mal; A Lógica – trata das regras corretas da argumentação; Epistemologia – é a teoria do conhecimento, e portanto busca respostas sobre o conhecer: Como conhecemos alguma coisa? É possível o conhecimento certo sobre qualquer coisa? A percepção sensorial dá informações fidedignas acerca de um mundo de objetos físicos? Já a Metafísica - é o estudo da realidade ou do ser e trata da existência e da natureza daquilo que já é sabido, as perguntas da metafísica buscam a realidade dos fatos: Qual é a natureza do espaço e do tempo? Todo evento deve ter uma causa?. Nesse contexto GEISER e FEINBERG procuram evidenciar a relevância da filosofia, devido a amplitude do seu emprego na vida diária do ser humano e em todas as fases da história. Em seguida argumentam sobre Metodologia da Filosofia, relacionam alguns métodos filosóficos do mundo antigo referindo-se aos métodos de Sócrates, Zenão e Aristóteles. Os autores também elencam alguns métodos filosóficos modernos: Os métodos indutivo, científico, existencial, fenomenológico e analítico. Dando seqüência à sua obra literária, também se detêm a analisar As Ferramentas da Filosofia, e afirmam ser fácil asseverar uma crença ou opinião, porém defender a mesma crença ou opinião é bastante difícil, daí a necessidade que o filósofo tem de fazer uso das ferramentas filosóficas, que de certa forma não são expressas literalmente, os autores não as declara, mas afirmam que se encontram dentro do campo da lógica, na sua definição mais ampla. Consideram ainda que a primeira providência do filósofo, seria considerar sobre a natureza de um argumento, que pode ser argumento indutivo (que alega dar alguma evidência para a conclusão) ou argumento dedutivo (no qual

as premissas garante a conclusão). Os argumentos são avaliados ou medidos com base na solidez da idéia, que os pode tornar conclusivos e fidedignos, características essenciais para que sejam verídicos. Quanto a determinar se uma proposição é verdadeira ou falsa, é necessário entender seu significado, o que só é possível se houver outro elemento presente na idéia: a clareza. Finalmente, no último tópico da primeira parte do livro, os autores discorrem sobre o Desafio da Filosofia, que segundo uma visão ulterior de Sócrates e Aristóteles, é descobrir os propósitos da vida. A filosofia nasceu das perguntas: “Porque estou aqui? Para onde estou indo?” e sustentada nelas se depara com o seu maior desafio, debater sobre as pressuposições da vida num processo contínuo de elucidação do pensamento, argumentando sobre o mesmo pensamento, com o objetivo de produzir uma sistematização do conhecimento, tudo isto com vistas a responder as perguntas procedentes do ser. Em face desta perspectiva de desvendar a vida, os autores passam a enfocar o desafio da filosofia para um cristão, pois as perguntas existenciais sobre as pressuposições da vida, geralmente conduzem o homem a filosofar sobre Deus, Jesus e Cristianismo. GEISER e FEINBERG afirmam o seguinte: “Sem um conhecimento eficiente da filosofia, o cristão está á mercê do não-cristão na arena intelectual. O desafio, portanto, é para o cristão “”superar”” o pensamento não-cristão tanto na edificação da igreja quanto em derrubar sistemas do erro”. (p.60). Com base nessas premissas, reforçam a idéia da importância do cristão buscar o conhecimento filosófico, apresentando outros argumentos: “Um cristão deve reconhecer antes de poder ir contra ele, assim como um médico deve estudar a doença antes de poder tratá-la com o devido conhecimento. A igreja cristã tem sido ocasionalmente penetrada por falsos ensinos exatamente porque os cristãos não foram adequadamente treinados a detectar a enfermidade do erro. Uma boa falsificação ficará tão perto da verdade quanto possível. É por isto que as filosofias falsas, não-cristãs que estão vestidas de roupagem cristã são especialmente perigosas. Realmente, o cristão que mais provavelmente se tornará presa da filosofia falsa é o cristão ignorante”. Ao apresentar argumentos convincentes sobre a necessidade do cristão adquirir conhecimento filosófico- cristão, os autores apresentam a base bíblica para isto mencionado a postura dos crentes de Beréia (Atos 17:11) que examinavam nas escrituras tudo o que lhes era dito, para saber se estavam ouvindo a verdade, de igual modo o cristão deve filosofar, questionar ensinamentos que lhes são transmitidos para constatar se

realmente constituem a verdade bíblica. Outro texto bíblico que empregam são as

afirmações de Pedro: “

esperança que há em vós” (1 Pe. 3:15), bem como as palavras do apóstolo Paulo, quando diz que estamos ocupados “na defesa e confirmação do evangelho” (Fp. 1:7). Por conseguinte, fecham o conteúdo de apresentação da base bíblica (para que o cristãos conheçam filosofia) com as palavras de C. S. Lewis: “Sermos ignorantes e simples agora – não podemos enfrentar os inimigos no próprio terreno deles – seria ensarilhar as armas, e trair nossos irmãos incultos que não têm, dentro da providência de Deus, defesa alguma senão nós contra os ataques intelectuais dos pagãos. A boa filosofia deve existir, se não for por qualquer outra razão, (seja) porque é necessário dar uma resposta à má filosofia.” (p. 61). GEISER e FEINBERG fecham a PARTE UM do livro apresentando os papéis da filosofia para um cristão, reforçando a idéia existente de que a filosofia é uma ciência considerada “serva da Teologia”, pois ela se presta a ser uma defesa contra a heresia e é o ponto crucial

da apologética. Portanto, definem a função da filosofia na teologia e na apologética e na polêmica (um novo ramo da filosofia). Segundo afirmam, não se pode praticar a teologia sistemática sem a ajuda da filosofia, pois a bíblia fornece os dados básicos para a teologia cristã, mas a teologia não é sistemática até que tenha sido sistematizada. Na visão dos autores, a filosofia empresta à teologia o seu papel positivo de “construir” a doutrina. A apologética cristã, por sua vez também depende da filosofia, pois segundo os autores: “as heresias freqüentemente surgem ou pressuposições falsas ou de conclusões errôneas de premissas verdadeiras”. Relativamente ao desafio da filosofia para o cristão, afirmam que é duplo:

primeiramente há o desafio geral de pensar de modo crítico, claro, correto, e abrangente acerca do mundo. Esta é a tarefa de qualquer pensador, seja cristão, seja não-cristão. Além disto, por causa das suas crenças bíblicas básicas, o cristão tem um dever filosófico especial. Emprega a filosofia na sistematização destas

crenças, e na argumentação filosófica em defesa do

ferramenta mediante a qual o cristão mostra, ou dá o sentido da sua fé” (p. 64).

para

responder a todo aquele que vos pedir a razão da

A filosofia é a

PARTE DOIS Resumo, por João Ferino

O que é o Conhecimento?

1. Podemos Conhecer?

2. Como podemos conhecer?

3. A certeza é possível?

4. Como percebemos o mundo exterior?

5. Como são justificadas as crenças?

Os Autores na sua obra afirmam que o ceticismo mitigado é caracterizado pela rejeição de alegações de conhecimento que vão além da experiência imediata. Mesmo assim, admite certos tipos limitados de conhecimentos. Eles através da obra, citam o Bispo John Wilkins e Joseph Glanvill, que eram membros da Sociedade Real, a Organização Científica Britânica. Que faziam distinção entre conhecimento infalivelmente certo e indubitavelmente certo. Afirmam que Wilkins e Glanvill alegavam que o conhecimento infalivelmente certo não pode ser atingido pelo homem, porque as capacidades deste podem ser defeituosas ou corrompidas e que o conhecimento indubitavelmente certo, do outro lado, é possível? Segundo Wilkins e Glanvill, existem muitas crenças das quais o homem não tem motivos para duvidar. Citam que ao ler os debates filosóficos entre David Hume e seus oponentes, Emanuel Kant percebeu que os argumentos de Hume, que questionavam o conhecimento metafísico, eram fortes. No entanto, Kant reconheceu que a pergunta "É possível o conhecimento?" precisava ser reexaminada. Sendo assim, Kant adota um ceticismo metafísico ao passo que assevera a existência de conhecimento universal e necessário acerca das condições da experiência possível. Declaram que qualquer reivindicação de conhecimento seja baseada em evidências adequadas, e esteja livre da contradição ou do absurdo. Relatam que a tarefa de epistemologista é confrontar a necessidade de prestar contas sobre como realmente

sabemos, como podemos conhecer? Que a fé ou o autoritarismo é a fonte mais comum, de longe de nossas crenças, é o testemunho de outras pessoas. E que começamos nossa aprendizagem ao aceitar as crenças da nossa família quando, vamos para a escola, aceitamos o que é dito por nossos professores e nossos colegas de estudo. E mesmo depois da formatura, dependemos do testemunho de livros, jornais, do rádio e da televisão para uma porção extremamente grande do nosso conhecimento. Esclarecem através da obra sobre cinco fontes e métodos da justificativa das nossas crenças: a fé, o subjetivismo, o racionalismo, o empirismo e o pragmatismo. Explicam que cada método é mais apropriado para a aplicação a um tipo específico de conhecimento e que a fé ou testemunho de outras pessoas é nossa fonte primária do nosso conhecimento do passado. Explicam que a instituição é a razão do nosso senso de beleza, ou de gosto (nosso senso estético), bem como a ética e a metafísica para alguns. A razão funciona num papel tanto negativo quanto positivo, ensina que as crenças que são contraditórias entre si não tem possibilidade de serem justificadas. A razão também é fonte é a fonte das nossas crenças acerca da matemática, da lógica e dos universais. A experiência também acrescenta à razão o conhecimento do mundo externo, pois a experiência é a fonte do nosso conhecimento factual e, finalmente, o pragmatismo regula nossa conduta social e individual onde normas morais não se aplicam. A certeza é possível? De acordo com a obra, a busca da certeza desempenhou um importante papel na história da epistemologia, e a natureza dessa certeza tem variado de filósofo para filósofo. Os autores classificam diferentes tipos de certeza da seguinte maneira: a certeza apodictica, psicológica, convencional, a certeza pragmática e a probabilidade. Deve ser notado que, ao passo que os filósofos discordam entre si a cerca da possibilidade e da natureza da certeza para qualquer tipo específico do conhecimento, isto não subverte nossa alegação de que conhecemos a não ser que se faça da certeza apodíctica, uma condição prévia necessária para todo o conhecimento. O conhecimento humano é, pelo menos em alguns aspectos, falível ou provável. Somente Deus pode saber tudo de modo necessário e incorrigível. Isto não significa que como seres humanos, não tenhamos nenhum conhecimento indubitável. Embora bons filósofos discordem entre si quanto a sua natureza e extensão. A certeza tem sido um dos assuntos desta obra, e é impossível em princípios quando se está tratando de matéria de experiência, parte da qual a ressurreição e a graça salvífica. A razão, no entanto, por que Deus exige uma

entrega total e incondicional e que o crente se apega com tanta tenacidade a sua crença. Em Deus, é que o crente tem segurança acerca destas crenças. A segurança é aquela garantia adicional dada ao crente pelo testemunho interno do Espírito Santo, o Espírito de Deus da testemunho com nosso espírito quanto à veracidade das questões espirituais. De acordo com abra há três pontos de vista sobre a natureza e a independência do mundo material e daquele que conhece o realismo postula que os homens estão em contato direto com um mundo independente, material e externo. O dualismo assevera a existência de dois âmbitos:

um das idéias, impressões ou dados dos sentidos e outro dos objetos materiais. A existência do mundo material é inferida como sendo a causa de nossas idéias ou dados dos sentidos. O idealismo reduz a totalidade do "mundo" ao âmbito do sujeito ou da subjetividade. Na sua forma mais extrema até mesmo o próprio eu é atribuído a este âmbito. Os autores através da obra esclarecem que, o idealismo, por causa da sua natureza fortemente contra-intuitiva, nunca teve muitos seguidores. O dualismo, do outro lado, tem sido amplamente defendido principalmente no século XX. Eles afirmam que alguns filósofos chegaram a acreditar que o dualismo não é realmente uma teoria empírica passível de prova ou de refutação. O ceticismo seria segundo eles, a conclusão lógica se não poder garantir relacionamento entre o âmbito das idéias. Como são justificadas as crenças? Conforme expõe os autores, há epistemologistas cristãos em ambos os lados da questão da justificativa epistemológica em algum ponto, a fundamentação e o coerentismo se aproxima entre si. Se um fundamentacionalista admitir crenças básicas que não são logicamente conclusivas, e se um coerentista aceitar o ponto de vista de que as crenças nas bordas externas da teia estão mais longe da experiência então, os dois pontos de vista terão algumas semelhanças importantes. Eles mencionam por meio da obra que há duas conseqüências de que qual ponto de vista que um epistemologista cristão não pode aceitar são o relativismo ou o agnosticismo acerca do mundo real. Pontos de vista que segundo eles, devem ser rejeitados.

PARTE TRÊS Resumo, Por Rones Cassimiro

Neste capítulo os autores expuseram sua obra, um assunto com o seguinte tema: O que é realidade? Que se delimita em: A realidade é uma ou múltipla? O relacionamento entre a mente e o corpo. O homem é livre? O homem sobrevive à morte? Existem outras mentes? O que é a verdade? Então eles escreveram sobre Parmênides, filosofo grego antigo e representante clássico do monímo no mundo ocidental. (conceito metafísico de que toda a realidade é uma só). Conforme os autores, a filosofia de Parmênides é que toda realidade é uma só. Logo após escreveram também sobre Zenão, famoso discípulo Parmênides, que procurava comprovar o monismo do seu mestre mediante paradoxos. Ex: Se damos por certo que a realidade é múltipla, seguem-se, então, conseqüências absurdas ou impossíveis. O absurdo é um sinal da falsidade. Logo, é falso que a realidade é múltipla. Daí, a realidade deve ser una. Mas por outro lado os filósofos contemporâneos de Zenão rejeitaram a sua filosofia. Conforme os literatos, após a morte de Parmênides, em resposta ao seu argumento os filósofos assumiram uma de quatro posições básicas. Dois grupos disseram que a realidade difere pelo “não ser” (os atomistas e os platonistas) e dois insistiram que a realidade difere no “ser” (os aristotelianos e os tomistas) os atomistas, afirmavam que as coisas diferem pelo absoluto não-ser. Os platonistas, afirmavam que as coisas diferem entre si pelo não ser relativo. Os aristotelianos, afirmavam que as coisas diferem entre si pelo seu ser. E os tomistas afirmavam que as coisas diferem entre si no seu ser. Os autores escreveram também sobre a filosofia de plotino, que pregava a unidade alem do ser. Para o panteísta plotino, Deus é aquele que vai além de todo ser, conhecimento e consciência. Eles expuseram em sua obra, a filosofia da trindade cristã, alguns cristãos têm sugerido que a solução para o problema que é tão velho quanto à história, é a crença cristã, de que há três pessoas em um só Deus. (Nesta idéia a tanto a pluralidade quanto a unidade). Os literatos escreveram também sobre o relacionamento entre a mente e o corpo, e citaram as filosofias do materialismo extremo e teoria da identidade mostrando os pontos de vista de cada filosofia e citando as criticas. Escreveram ainda sobre o idealismo expondo também as suas

filosofias e citando as suas criticas. Agora os escritores questionam em sua obra. O homem é livre? E transcreveram a filosofia do livre arbítrio, baseada no poder de decisão do homem, e por outro lado escreveram o determinismo, baseando-se na crença de que todos os eventos no universo são controlados por condições prévias. Eles questionaram também, o homem sobrevive à morte? E escreveram sobre as filosofias dos que acreditam na vida após a morte e dos que não acreditam, e chegaram à conclusão de que não há razões puramente filosóficas, para rejeitar a imortalidade. Os literatos questionaram ainda se existem outras mentes? Conforme os autores esta questão tem sido largamente estudada na filosofia contemporânea por filósofos de fala inglesa e pelos filósofos do continente europeu. Fizeram argumentos e críticas sobre a analogia e expuseram algumas idéias dos filósofos que acreditam e desacreditam na analogia. E por ultimo questionaram, o que é a verdade? Em relação a este item os autores discutiram sobre as quatro teorias da verdade, (a teoria da coerência, a teoria pragmática, a teoria da realização, e a teoria da correspondência). E chegaram à conclusão que somente a teoria da correspondência é verdadeira.

PARTE QUATRO Resumo, Por Alexandre Felix

Na quarta parte os autores utilizam seis capítulos para responder uma pergunta: O que é realidade ulterior? Sendo que, no capitulo dezessete mostram o relacionamento entre fé e razão, dividem em cinco categorias a solução para qual método é fonte da verdade: A revelação somente, a razão somente, a revelação sobre a razão, A razão sobre a revelação e A revelação e a razão, apresentam argumentos e filósofos que defendem cada categoria, concluem que é impossível separar fé e razão, que existe uma confusão básica entre “a crença em” e “a crença que” e que há diferença entre epistemologia e ontologia. No capitulo dezoito declaram cinco maneiras de considerar Deus: Ateísmo, Deismo, Panteísmo, Paneteismo e Deismo finito, em cada uma mostram o conceito de Deus e uma avaliação, concluem que existem várias maneiras de conhecer Deus e que a bíblia confirma a razão humana. No capitulo dezenove enfatizam cinco pontos de vista sobre a existência de Deus: Sabemos com certeza que Deus existe, Podemos saber

com certeza que Deus não existe, Não podemos saber se Deus existe, Devemos suspender o julgamento, Temos razão suficiente para crer em Deus; em cada um dos pontos citados apresentam filósofos e argumentos, mas defendem o ponto de vista do Deus teísta cristão. No capitulo vinte mostra três tópicos a respeito da linguagem para se falar acerca de Deus: A conversa sobre Deus é Equivoca, Conversa Unívoca acerca de Deus e Conversa Análoga acerca de Deus; em cada um existem sub-tópicos e ao final os autores trazem uma resposta teísta a todos os argumentos. No capitulo vinte e um definem três maneiras do relacionamento entre Deus e o Mal: O Iluminismo: A negação da realidade do mal; O Ateísmo: A negação da realidade de Deus e Conceitos que afirmam tanto Deus quanto o Mal; sendo que a ultima existem quatro subdivisões: O Dualismo, O Finitismo, O Nessecitarismo e O Impossibilismo. No capitulo vinte e dois fazem um questionamento: Podemos ter experiência com Deus? A partir deste apontam outros cincos: O que é uma experiência religiosa? Quais são as demissões da transcendência? Como a experiência religiosa difere de outras experiências? Como podemos saber se a experiência religiosa é real? Onde trazem argumentos para responder a cada questionamento e concluem que a experiência religiosa não pode seta separada do raciocínio filosófico.

PARTE CINCO

Resumo, Por Armando Gelenske

“O QUE É CERTO?”

Os autores questionam na sua obra a ética, que é o estudo daquilo que é certo ou errado. Dando-nos os conceitos diferenciados as teorias dos significados do certo. Afirmam os autores “O direito é do mais forte”, ou seja, o certo é definido em termos de poder, as maiorias dos homens vêem uma diferença entre o poder e a bondade. É possível ser bom sem poder, e o poderoso sem bondade. E argumentam que todo o poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente. A moralidade é costume. O certo é determinado pelo grupo ao qual a pessoa pertence, implica em uma relatividade cultural da moralidade. Este ponto de vista tem vários problemas, porque alguma coisa é praxe não significa que deve ser assim, se toda comunidade

está com a razão, então não há maneira de solucionar conflitos entre comunidade. Esquadrinham os autores o homem é a medida, o certo é aquilo que é certo para mim, pode estar errado para outro e vice-versa. A raça tem razão; a raça inteira determina a que é certo para os membros individuais. Estas declarações não fazem sentidas a não ser que haja algum padrão fora da raça. O certo é a moderação, a temperança é o meio termo entre a tolerância e a insensibilidade. Tudo depende quão extrema é a situação. Finalmente, a moderação parece ser, na melhor hipótese, apenas um guia geral para a prática, e não uma definição universal do certo. O conceito cristão da ética tem uma fonte superior (Deus), uma manifestação superior (Jesus Cristo), bem como uma declaração superior (a Bíblia) e uma motivação superior (o amor de Cristo). Como sabemos indagam os autores, o que é certo? O acerto ou o erro das ações é julgado, não pelas suas raízes, mas, sim, pelos frutos. Todos aqueles procuraram justificar o certo pragmáticos fracassaram, por serem maus na essência. Os cristãos podem usar e tem usado para justificar sua declaração de que a Bíblia é a palavra de Deus, a autoridade final sobre aquilo que é certo e errado. Os relacionamentos entre regras e resultados afirmam os autores, tem sido sustentado por muitos grandes filósofos e pode ser entendidos em contrastes. Não se pode determinar o que é certo pelos resultados. Guardar os mandamentos éticos trará melhor conseqüência. Descobriu-se que o direito é baseado nalgum bem intrínseco. Os Deontologiastas sustentam que o dever é centralizado na regra (mandamento), não no resultado (conseqüência). A sua justificativa apoiar-se em intuição de algum princípio elementar. Em contraste os utilitaristas argumentam que as conseqüências em longo prazo que é certo. Visto que guardar certas regras traz bons resultados, mas nunca alguém é justificado em fazer exceções a regras que trazem bons resultados. Questionam os autores sobre o certo ser universal. A pergunta que fazem é o certo é relativo? O relativismo no mundo Antigo se deu em três movimentos: o processismo - “ninguém pisa no mesmo lugar duas vezes”. Hedonismo – “Aquilo que é bom é relativo ao tempo, lugar e gostos de pessoas específicas”. Os gostos são coisas que as pessoas têm, e estes variam de acordo com as circunstancia. Mas os valores são algo que as pessoas são, logo, nem todos os valores são totalmente relativos. O ceticismo – “Suspende o julgamento acerca de tudo”. Recusa-se a chegar a quaisquer conclusões específicas. O relativismo no mundo moderno segue três tendências éticas. O utilitarismo sustenta que alguns princípios são universalmente verídicos.

Além disso, o utilitarismo dá a entender que o fim pode justificar quaisquer meios. O existencialismo em Sorem Kierkegaard afirma que a dever mais alto do homem às vezes transcende todos os limites éticos. E o evolucionismo, de acordo com Darwin afirma, o certo é aquilo que ajuda o desenvolvimento evolucionário da raça humana; o errado é aquilo que o impede. Indagam os autores que um dever (certo) universal significa que é obrigatório para todos os homens em todos os lugares e tempo. Para os cristãos, as normas éticas universais estão ancoradas no caráter imutável de Deus. Os direitos morais conflitam entre si às vezes? Questionam os autores. Existem três posições que abordam estas questões, conforme os autores relatam; O conceito da terceira alternativa. Sempre há uma saída moral de cada dilema ético. Os conflitos nunca são realmente inevitáveis. Sempre há uma terceira alternativa. O conceito do Mal Menor, aonde a pessoa é simplesmente obrigada a cometer o menor dos males, e então confessar seu pecado. O conceito do Bem Maior significa obedecer à lei superior sempre que há um conflito inevitável entre dois mandamentos divinos. Nenhuma culpa pessoal é envolvida, posto que a pessoa observe o mandamento mais alto de Deus. Para o cristão, a Bíblia revela quais são os mandamentos superiores.

Apresentação do resumo em sala de aula:

Alexandre Felix Diogo Reis Cabral

BIBLIOGRAFIA:

GEISER, Norman L. e FEINBERG, Paul D. INTRODUÇÃO À FILOSOFIA, Uma Perspectiva Cristã. Segunda edição, São Paulo – SP; Editora Vida Nova, Belo Horizonte (Venda Nova – MG); Editora Betânia, 1996, 346p.