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Atividades de aprendizagem 01 (Página: 28)

1. Os princípios constitucionais da Administração Pública, previstos no artigo 37 da Constituição Federal de 1988, são os da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da eficiência e da publicidade. Cite e comente exemplos que demonstrem ofensa a esses princípios. R: Ocorre ofensa ao princípio da LEGALIDADE quando o gestor público realiza algum ato que não está previsto em lei, para seu benefício ou de terceiros. Pois tal princípio significa que a Administração nada pode fazer senão o que a lei determina. Ao se denominar o nome de uma pessoa viva a bem público, de qualquer natureza, pertencente à União ou às pessoas jurídicas da Administração Indireta viola o principio da IMPESSOALIDADE, pois nele se traduz a ideia de que Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações, benéficas ou detrimentos. Nem favoritismo nem perseguições são toleráveis. Quando um servidor comete uma improbidade administrativa é ferido o princípio da MORALIDADE, pois o princípio da moralidade impõe que o administrador público não dispense os preceitos éticos que devem estar presentes em sua conduta. Deve não só averiguar os critérios de conveniência, oportunidade

e justiça em suas ações, mas também distinguir o que é honesto do que é

desonesto.” (José dos Santos Carvalho Filho, Manual de Direito Administrativo, 16ª

Ed. pág. 20) Podemos dizer que a não publicação de um edital de concurso por meio oficial fere o princípio da PUBLICIDADE, pois a Administração Pública é obrigada a deixar todos seus atos de forma transparente e dar conhecimento de seus atos. E por último como exemplo de ofensa ao princípio da EFICIÊNCIA pode-se citar

o caso da má gestão dos recursos públicos através da manutenção de órgão

entidades subutilizados, ou que não atendem as necessidades da população. Pois este principio diz que: o Governo deve atuar com eficiência. Mais especificamente, princípio da eficiência é o que impõe à administração pública direta e indireta e a seus agentes a persecução do bem comum, por meio do exercício de suas

competências de forma imparcial, neutra, transparente, participativa, eficaz, sem burocracia e sempre em busca da qualidade, rimando pela adoção dos critérios legais e morais necessários para melhor utilização possível dos recursos públicos, de maneira a evitarem-se desperdícios e garantir-se maior rentabilidade social.

Atividades de aprendizagem 02 (Página 66)

1. Explique a diferença entre os regimes jurídicos celetista e estatutário. R: O regime estatutário é regido por um estatuto, instituído por uma lei, em sentido amplo, emanada da própria esfera de poder que irá contratar o serviço, conforme seja ela federal, estadual ou municipal. Esse regime é próprio da Administração Púbica direta, autárquica e fundacional pública e adequado para relações de trabalho com ocupantes de cargos públicos cujo regime é disciplinado pela Lei nº 8.112/90. O regime celetista recebe esse nome porque emana da Consolidação das Leis do Trabalho CLT -, e é o regime típico das relações privadas, como as de qualquer empresa existente no mercado. Esse regime é também utilizado pela Administração Pública indireta, como ocorre com as empresas públicas e as sociedades de economia mista, tais como, por exemplo, o Banco do Brasil, a Petrobras e tantas outras. Para melhor entendimento montei na tabela abaixo as principais diferenças entre esses dois regimes jurídicos.

 

Estatutário

Celetista

Direitos e Deveres

Previstos em lei municipal, estadual ou federal

Previstos na Consolidação das Leis do Trabalho

Características

Estabilidade no emprego; aposentadoria com valor integral do salário (mediante complementação de aposentadoria), férias, gratificações, licenças e adicionais variáveis de acordo com a legislação específica. Pode aproveitar direitos da CLT

Apesar de não haver estabilidade, as demissões são rara e devem ser justificadas. Os servidores têm direito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), aviso prévio, multas rescisórias, férias, décimo terceiro, vale- transporte e aposentadoria

pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que respeita um teto de R$ 3.416,54, entre
pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que respeita um teto de R$ 3.416,54, entre

pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que respeita um teto de R$ 3.416,54, entre outros. Muitas empresas estatais, como o Banco do Brasil, oferecem fundos de previdência que garantem ganhos superiores ao teto do INSS.

2. Tendo por base a Lei n. 8.112/90 (Estatuto dos Servidores Públicos Federais), cite as condições para a aquisição da estabilidade. R: A partir da EC nº 19/1998, foram admitidos como requisitos concomitantes e cumulativos para a aquisição de estabilidade:

a) Ser aprovado em concurso público;

b) Assumir cargo público de provimento efetivo;

c) Ter três (03) anos de exercícios sem interrupção e

d) Ser aprovado pela comissão de estágio probatório.