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GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral DICAS

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

DICAS SOBRE AUDITORIA GOVERNAMENTAL ANEXOS PERTINENTES

2004 (Revisado em 2006)

Autor: Francisco de Mélo

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ÍNDICE

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ÍNDICE

01. Dicas sobre Auditoria Governamental

fls. 1/4

02. Controle Participativo

fls. 5/16

03. Suprimento de Fundos

fls. 17/34

04. Microempresa e Empresa de Pequeno Porte

fls. 35/44

05. Legislação ME e EPP

fls. 45/49

06. Pregão

fls. 50/55

07. Legislação sobre Pregão

fls. 56/64

08. Resolução nº 016/2006 – TCE

fls. 65/87

09. Registro de Preços

fls. 89/90

10. Súmulas do TCE/RN

fls. 91/103

11. Processos de Compras

fls. 104/125

12. Licitação Modalidade Convite

fls. 126/150

13. Suprimento de Fundos

fls. 150/165

14. Instrução Interadministrativa CONTROL/PGE e Atos Normativos nºs 01 ao 15

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral DICAS

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

DICAS SOBRE AUDITORIA GOVERNAMENTAL

AUDITORIA GOVERNAMENTAL

Contas Públicas/Realização de Despesa

Elaborado por: FRANCISCO DE MÉLO

1. Material de exame: Dados e Informações

2. Fontes: Contabilidade Registros; Documentação que comprove a despesa;

cumprimento da Legislação; capacidade/idoneidade do Administrador.

3. Campo de aplicação: Recursos Públicos

4. Finalidade:

a) Prestar Contas;

b) Atender a Necessidade Coletiva;

c) Respeito ao Cidadão;

d) Zelar pelo bom uso dos recursos Eficiência/Eficácia.

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral a)

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

a) Adequação e Eficácia dos Controles;

b) Integridade e confiabilidade das informações e dados;

c) Observância das políticas, metas, normas, regulamentos e da sua efetiva

utilização;

d) Eficiência, eficácia e economicidade do desempenho;

e) Resposta às necessidades públicas.

6. Agente: Auditor/Analista de Contas busca:

a) Simplificar procedimentos;

b) Otimizar custos;

c) Corrigir falhas;

d) Melhorar as informações.

7. Auditor/Analista de Contas precisa:

a) Possuir conhecimento;

b) Fazer auto análise;

c) Ser imparcial;

d) Manter sigilo profissional;

e) Ter autoconfiança;

f) Adestrarse para ser objetivo;

g) Usar o bom senso:

g.1) Ser tolerante dentro do que é justo; deixando de se apegar a detalhes que

não prejudique o todo, mantendo serenidade e equilíbrio ao julgar;

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral g.2)

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g.2) Ver antes as virtudes do administrador do que os erros apurados;

g.3) Tratar o ʺachadoʺ com senso e responsabilidade, evitando o pré julgamento;

g.4) Ter perspicácia, sagacidade, usando da experiência e da humildade para

sentir que também comete erros;

h) Não relatar se ainda existir dúvidas;

i) Saber comunicar Redação Oficial.

8. Organização: Trabalho apoiado em:

a) Planejamento;

b) Normas;

c) Competência;

d) Disciplina;

e) Conduta Ética/Profissional;

f) Zelo pelos dados examinados;

g) Organização;

h) Limpeza;

i) Relacionamento humano: Auditado/Auditor;

j) Limite de competência;

k) Divisão compartilhada de atuação.

9. Saber que:

9.1. “A Auditoria Interna tem que ser parte da solução e não mais parte do problema”.

9.2. O Relatório produzido representa quem o produziu.

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral Francisco

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

Francisco de Mélo

Auditor Geral

Fontes: Auditoria Governamental CONSULTRE Instrutor Sergio Lopes Jund

Auditoria Governamental Manual/CONTROL

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral CONTROLE

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

CONTROLE PARTICIPATIVO

Autor: Francisco de Mélo

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 01.

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

01. Estado de Direito Democrático:

1.1. Não pode continuar associado a indiferença e a apatia política se, realmente,

busca a liberdade;

1.2. Daí nasce a necessidade de uma democracia participativa e desta participação

resulta a eficiência da própria democracia e seu fim;

1.3. Temos, no orçamento participativo, um instrumento de gestão democrático dos

cidadãos, implantado de forma gradativa, isto, a partir da década de 90;

1.4. Hoje disciplinado pela Lei 10.257/2001, denominada de Estatuto da Cidade ;

1.5. Favorece o controle social.

Tipos de Controles

Controle Social

Interno (base da pirâmide)

Poder Legislativo (TCE)

Controle Externo Poder Judiciário (MP)

Auditoria Externa

02. Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001) :

2.1. Fixa a gestão democrática na formação de planos, programas e projetos de

desenvolvimento urbano;

2.2. Busca promover o desenvolvimento pleno das funções sociais das cidades;

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 2.3.

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

2.3. Visa garantir a sustentabilidade das mesmas, estabelecendo no seu Artigo4º

dentre outros instrumentos, a gestão orçamentária participativa (Artigo 4º, inciso

III, alínea “f”) ;

03. Processo legislativo orçamentário:

3.1. A Constituição Federal/1988 define três instrumentos integrados de

planejamento;

a) Plano Plurianual – PPA (04 anos – 04 exercícios);

b) Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO;

c) Lei de Orçamento Anual LOA.

3.2. O Artigo 43 da Lei 10.257/2001, trata da gestão orçamentária participativa,

tornando obrigatória a realização de:

Debates;

Consultas, e;

Audiências Públicas.

Como condições para aprovação pela Câmara Municipal dos Projetos: PPA,

LDO e LOA.

3.3. Familiarização da sociedade com os instrumentos de planejamento.

04. Princípios Orçamentários:

4.1. Legalidade (CF – Artigo 5º, inciso II e 37 – caput, Artigo 167, incisos I e II e Artigo

165, § 1º, § 2º e § 5º) ;

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 4.2.

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

4.2. Exclusividade (Artigo 165, § 8º) ;

4.3. Programação (CF – Artigo 48, incisos II e IV e Artigo 165, § 4º) .

a) Liberação de recursos mediante prévia programação da despesa;

b) Manter o equilíbrio entre a efetiva arrecadação da receita e a despesa a ser

realizada.

4.4. Anualidade (Artigo 34 da Lei 4.320/64) ;

a) LOA = Ano civil;

b) LDO = Ano civil seguinte;

c) PPA = 04 Anos.

4.5. Unidade (Artigo 2º da Lei 4.320/64) ;

4.6. Transparência (CF – Artigo 165, § 3º e Artigos 48 e 49 da LRF) ;

Os orçamentos – PPA e LOA – deveriam ser debatidos nas Escolas,

Associações e Igrejas.

4.7. Indisponibilidade das receitas públicas:

As receitas pertencem ao povo, assim, só podem ser gastos por prévia

autorização legal.

Finalidade pública do gasto.

05. Leis Orçamentárias:

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 5.1.

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

5.1. PPA – Instrumento de planejamento a longo prazo (04 anos) ;

Instrumento de programação econômica;

Incluem se: Despesa de Capital;

Despesas de programação de duração continuada;

Planejamento estratégico, visando eficiência, eficácia e efetividade;

No PPA devem estar depositada a esperança da Comunidade, evitandose as

desigualdades sociais;

Formado por ações exeqüíveis;

Evitase os déficits operacionais;

Busca a redução das despesas de custeio e incremento das receitas, visando a

realização de projetos voltados para o bem comum.

06. Leis de Diretrizes Orçamentárias LDO:

6.1. Atenderá o disposto no § 2º do Artigo 165 – CF e, ainda, o Artigo da LRF.

6.2. Disporá sobre:

a) Equilíbrio entre as receitas e as despesas;

b) Critérios e forma de limitação de Empenhos;

c) Normas relativas ao Controle de Custos e à avaliação dos resultados dos

programas financiados com recursos dos orçamentos;

d) Condições e exigências para transferências voluntárias (Convênios) ;

e) Definição da política de Pessoal;

f) Forma de utilização e montante da Reserva de Contingência;

g) Condições para concessão ou aplicação de incentivo ou benefício de natureza

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral tributária;

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

tributária;

h) Fixação de limites para despesas com pessoal, inclusive, horas extras;

i) Requisitos para inclusão de projetos novos.

6.3. A LDO deve guardar compatibilidade com o PPA;

6.4. No Brasil, prevalece a doutrina, segundo a qual, as leis orçamentárias são leis

formais: Não garantem a realização da receita nem impõem a execução de

qualquer despesa;

6.5. Tratase de orientação ou sinalização de caráter anual para a feitura do

orçamento;

6.6. Contudo, a Administração deve submeter ao OrçamentoPrograma, acolhido

pelo Artigo 161 , inciso I – CF.

6.7. A desobediência ao Planejamento, enseja:

a) Desequilíbrio fiscal, pela existência de 03 orçamentos (paralelos) :

Restos a Pagar sem créditos (Artigo 36) ;

Dívidas de Exercício Anterior (Artigo 37) ;

Pagamentos via Indenizatórios (Artigo 59, Parágrafo Único da Lei

8.666/93) .

6.8. Planejamento obriga a decidir:

a) O controle fiscal: gastar o que arrecadar;

b) Definir e decidir sobre o que é mais importante, o que é prioritário e o que é

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral imprescindível,

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

imprescindível, para, assim, poder alocar os recursos que são escassos em

comparação com as necessidades – estas limitadas.

07. Lei Orçamentária Anual LOA:

Legislação: Artigo LRF e Artigos 2º ao 8º da Lei 4.320/64.

7.1.

Normas técnicas legais:

PPA – LDO – Estimativa da Receita (Artigo 12 – LRF) .

7.2.

Definição das prioridades;

7.3.

Obediência a limites para determinadas despesas;

7.4.Visa o crescimento econômico e a justiça social;

7.5.Definição da reserva de contingência;

7.6. Princípio da “Clareza” , “Transparência”;

7.7. Equilíbrio orçamentário/financeiro;

7.8. Consignar crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada;

7.9. Consignar dotação para investimento com duração superior a um ano, não

previsto no PPA ou em lei que o autorize a sua inclusão.

08. Como elaborar um Projeto de Lei Orçamentária:

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 8.2.

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

8.2. Definir as prioridades;

8.3. Obediência ao PPA e LDO;

8.4. Projetos novos (Artigo 5º, § 4º LRF) ;

8.5. Transferências (Artigos 11, 12 e 13 – LRF) .

8.6. Estimativa da Receita:

a) Existência de previsão legal;

b) Variação dos índices de preços;

c) Crescimento da economia;

d) Evolução da receita nos últimos 03 anos (Artigos 12 da LRF) ;

e) Projeção para os 02 anos seguintes (Artigos 12 da LRF) ;

f) Resultante da operação de crédito = < despesas de capital;

g) Programação financeira mensal (Artigo 8º da LRF e Artigos 47 a 50 da Lei

4.320/64) ;

Princípios Contábeis

Caixa/Receita

Competência/Despesa

8.7. Determinação Fixação das despesas:

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

Pessoal;

Obrigatórias de

caráter continuado;

Despesas com

seguridade.

70% 30%
70%
30%

Suprir com recursos, dotações, para atender as necessidades do ano civil (Artigo 34 da Lei nº

4.320/64).

Pessoal – Encargos – Materiais Serviços: Água, Luz, Telefone, Aluguel etc.

Projetos em andamento conforme PPA e LDO (evita se obras paradas)

Projetos/Atividades novos (LRF, Artigos 5º, § 5º Artigos 16 e 17 e Artigo 15 da LDO).

Aumento da Receita ou redução da despesa;

Se permanente a despesa continuada, a receita também deve ter caráter

permanente, como aumento de alíquota = base de cálculos de impostos etc.

Se temporária, o aumento da receita deve cobrir o período da despesa.

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 70%

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

70% 20% 10%
70%
20%
10%

Necessidades do ano civil (Artigo 34) :

Pessoal;

Obrigatórias;

Seguridade.

Projetos em andamento

Projetos novos e Atividades Novas

10% da despesa com capital, a serem realizadas no próprio exercício;

Despesas obrigatórias também a serem realizadas e encerradas no exercício.

09. Fixação de Quotas Mensais:

9.1. Delega se aos ordenadores de despesa a responsabilidade para a movimentação

dos créditos;

9.2. Objetiva fazer que as ações de governo não sofram descontinuidade, assim, com

eficiência e eficácia.

9.3. Não se conformam com o decurso linear do tempo, mas sim, com o fluxo das

entradas de recursos no Tesouro e as obrigações a pagar.

Exemplo: Uma Unidade com orçamento de R$ 1.200.000,00 .

Passo: Despesas fixas de manutenção: 70% = R$ 840.000,00 = 12 quotas, de

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral acordo

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

acordo com a necessidade de cada mês:

Jan

Fev

Mar Abr

Mai

Jun

Jul

Ago Set

Out

Nov

Dez

64

64

64

64

64

100

64

64

64

64

64

100

Passo: Despesas para despesas de capital: 30% = R$ 360.000,00 = a serem

distribuídos com os cronogramas dos projetos em execução:

Jan

Fev

Mar Abr

Mai

Jun

Jul

Ago Set

Out

Nov

Dez

60

20

100

54

30

20 0

26

10

10

30

0

Passo: Valor total de cada quota mensal:

 

Jan

Fev

Mar Abr

Mai

Jun

Jul

Ago Set

Out

Nov

Dez

64

64

64

64

64

100

64

64

64

64

64

100

60

20

100

54

30

20

0

26

10

10

30

0

124

84

164

118

94

120

64

90

74

74

94

100

Necessidades:

a) Nada a realizar foram das disponibilidades financeiras colocadas à

b)

disposição;

Adequar os gastos com investimentos às quotas para cada mês.

Conhecido o Orçamento Anual e as disponibilidades, o passo seguinte é a

execução da despesa.

10. Despesas de custeio:

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 10.1.

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10.1. Pessoal e encargos para as 13 parcelas – Empenhos;

10.2. Despesas de manutenção;

10.3. Acompanhamento das execuções de cada contrato (Lei 8.666/93 e Lei

4.320/64 Artigos 75 e 67) ;

10.4. Avaliar os resultados, com o devido recebimento das obras dos bens, serviços

(Lei 8.666/93) , via: regular liquidação (Lei 4.320/64) ;

10.5. Após a liquidação procede se os pagamentos devidos (Lei 8.666/93) .

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral PRESTAÇÃO

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PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DESCENTRALIZADOS

SUPRIMENTO DE FUNDOS E REPASSES FINANCEIROS

Autor: Francisco de Mélo

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ORIENTAÇÃO

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ORIENTAÇÃO

O Auditor Geral da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte no uso

de suas atribuições e objetivando normatizar e racionalizar o exame de processo de

Prestação de Contas de recursos descentralizados pelo instrumento de Suprimento de Fundos,

bem como, os destinados à merenda escolar descentralizados para as Caixas Escolares e,

ainda, considerando a necessidade de atualizar as rotinas de procedimentos visando a

eficiência e a economicidade dos recursos disponíveis, resolve baixar as seguintes

orientações:

I. DO EXAME DO PROCESSO

01. Deverá ser verificada a existência dos seguintes documentos:

1.1. Processo de Concessão devidamente anotado pela CONTROL e, em se tratando

de descentralização para as Caixas Escolares, o comprovante da transferência

efetuada à Entidade beneficiária;

1.2. Balancete financeiro, dele constando o valor da receita e a discriminação das

despesas;

1.3. Extrato da conta bancária e sua conciliação, quando for o caso;

1.4. Relação das compras efetuadas;

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral 1.5.

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

1.5. Demonstrativo dos pagamentos efetuados;

1.6. Comprovante do recolhimento do saldo não aplicado, se for o caso.

II. DO EXAME TÉCNICO DO PROCESSO

01. Deverão ser confirmadas as seguintes informações:

1.1. O Responsável pela Prestação de Contas é o mesmo consignado no Ato de

Concessão;

1.2. O Parecer da CCI é conclusivo quanto à aprovação da Prestação de Contas;

1.3. O Parecer da CI foi acatado pela Autoridade Competente;

1.4. A aplicação dos recursos se deu de conformidade com o objeto da transferência;

1.5. A documentação comprobatória da despesa está devidamente legalizada e,

ainda, consta a “atestação” do recebimento da mercadoria e/ou da prestação do

serviço contendo, também, o “visto” da Autoridade Superior;

1.6. O cumprimento do prazo para a apresentação da Prestação de Contas foi

obedecido;

1.7. Caso tenham ocorrido retenções, se está comprovado o seu recolhimento;

1.8. O valor da Prestação de Contas correspondente ao Suprimento;

1.9. O recolhimento do saldo, quando for o caso, guarda conformidade com o

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral apurado

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apurado no Balancete Financeiro;

1.10. Para compras ou serviços acima de R$ 500,00 foram precedidos de pesquisa

de mercado.

III. DO PARECER CONCLUSIVO DO ANALISTA

01. Não tendo sido verificada negação para quaisquer dos itens mencionados nos

Capítulos I e II, a conclusão do exame será pela regularidade da prestação de

contas e pela devolução do processo à unidade de origem para arquivamento, com

o encaminhamento do processo à Autoridade Superior, a quem cabe, aprovando o

parecer do analista, determinar a sua devolução à Unidade de Origem, onde deve

permanecer à disposição do Controle Externo. Neste caso deve ser utilizada a

forma contida no Anexo I;

02. Tendo sido verificada negação para quaisquer dos itens mencionados nos

Capítulos I e II, em preliminar, a conclusão será por diligência e devolução do

processo à Unidade de Origem, submetendoo à Autoridade Superior para,

aprovando a proposição, determinar a diligência formulada. Neste caso, deve ser

utilizada a forma contida no Anexo II;

03. Atendida a diligência e ficando sanados os pontos questionados, não tendo restado

qualquer impropriedade de ordem legal ou de forma, nem de prejuízo ao Erário, a

conclusão do exame deverá ser pela regularidade da prestação de contas e a

devolução do processo à Autoridade Superior a quem cabe, aprovando o parecer

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral do

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

do analista, determinar a sua devolução à Unidade de Origem, onde deve

permanecer à disposição do Controle Externo. Neste caso, deve ser utilizada a

forma contida no Anexo III;

04. Caso o atendimento da diligência atenda parcialmente dos pontos questionados

sem, contudo, resultar dano ao Erário, a conclusão do exame deverá ser pela

regularidade da prestação de contas, com ressalva e, a devolução do processo à

Unidade de Origem, procedendo a devolução do processo à Autoridade Superior a

quem cabe, aprovando a proposição do analista, determinar a sua devolução à

Unidade de Origem, onde deve permanecer à disposição do Controle Externo.

Neste caso, deve ser utilizada a forma contida no Anexo IV;

05. Caso os questionamentos não sejam atendidos ou atendidos parcialmente e,

ficando comprovado dano material ao Erário, a conclusão do exame deverá ser

pela desaprovação da prestação de contas e o encaminhamento dos autos à

deliberação do Tribunal de Contas do Estado TCE, procedendo a devolução do

processo à Autoridade Superior a quem cabe, aprovando a proposição do analista,

determinar o encaminhamento dos autos à deliberação do Egrégio TCE/RN. Neste

caso, deverá ser utilizada a forma contida no Anexo V.

Observações:

01. O analista deverá, a seu critério e, visando sempre a finalidade desta Orientação ,

aprofundar o exame no limite que venha julgar necessário para conclusão de

mérito, devendo, sempre, evitar questionamentos e/ou suposições estranhos ao

processo, que em nada venham contribuir para alterar a sua convicção sobre a

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral matéria

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CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

matéria sob exame, ou seja, de concluir pela regularidade, por diligência, pela

regularidade com ressalva ou pela irregularidade;

02. Deverá ser evitada a proposição de diligência quando os dados e informações

contidos nos autos, de forma conjunta, permitam, de logo, a conclusão pela

regularidade sem ressalva das contas apresentadas;

03. Quando a análise se referir a transferência de recursos para as Caixas Escolares

destinados à merenda escolar, deverão ser utilizados os Anexos de I a X na mesma

ordem desta Orientação .

04. Como forma de apoiar ao exame da prestação de contas, juntamos um Roteiro , o

que contribuirá para uniformizar os procedimentos rotineiros – Anexo XI.

Esta Orientação deve ser obedecida em todos os processos de Prestação de Contas

de Suprimento de Fundos e de Transferência de Recursos às Caixas Escolares

destinados à merenda escolar.

CONTROL/Auditoria Geral, em 09 de fevereiro de 2006.

Francisco de Mélo

Auditor Geral

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO I

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Suprimento de Fundos nº
Responsável:
Valor do Suprimento de Fundos:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01. Do exame do processo de Prestação de Contas em conjunto e em confronto com o da Concessão,
quanto aos aspectos da legalidade e forma, bem como quanto aos aspectos orçamentário, financeiro e
patrimonial e, tendo presente às Instruções pertinentes, consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE,
Ato Normativo nº 005/1998 – CONTROL e, ainda apoiando‐ se no Parecer Conclusivo exarado pela CCI, leva ‐
nos a concluir no sentido de que a mesma se encontra em situação de regularidade, guardando
conformidade com o disposto no Artigo 76 da Lei Complementar nº 121/1994, podendo, assim, merecer
conclusão de mérito.
III. CONCLUSÃO
Ante o todo exposto, concluindo, submetemos os autos á deliberação da Autoridade Superior com
proposta no sentido de ser a presente Prestação de Contas julgada regular e pela devolução do processo à
Unidade de Origem para arquivamento, à disposição do Controle Externo – TCE/RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos à Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO II

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Valor da Transferência:
Unidade Gestora:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01. Do exame do processo de Prestação de Contas em conjunto e em confronto com o da Concessão,
quanto aos aspectos da legalidade e forma, bem como quanto aos aspectos orçamentário, financeiro e
patrimonial e, tendo presente às Instruções pertinentes, consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE,
Ato Normativo nº 005/1998 – CONTROL e, ainda apoiando‐ se no Parecer Conclusivo exarado pela CCI, leva ‐
nos a concluir no sentido de que a mesma se encontra em situação de regularidade, guardando
conformidade com o disposto no Artigo 76 da Lei Complementar nº 121/1994.
III. CONCLUSÃO
Ante o todo exposto, concluindo, submetemos os autos á deliberação da Autoridade Superior com
proposta no sentido de ser a presente Prestação de Contas julgada regular e pela devolução do processo à
Unidade de Origem para arquivamento, à disposição do Controle Externo – TCE/RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos à Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO III

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Suprimento de Fundos nº
Responsável:
Valor do Suprimento de Fundos:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
Do exame dos autos foram detectadas falhas e impropriedades que não nos permitem, de logo, a
conclusão de mérito, motivo porque propomos diligência à Unidade de Origem, no sentido de solicitar:
À consideração da Autoridade Superior.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Proceda ‐ se à diligência nos termos propostos para cumprimento no prazo de 30 (trinta) dias,
contados a partir do dia seguinte ao da entrada do processo no Protocolo da Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO IV

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
01. Prestação de Contas nº
02. Valor da Transferência:
03. Unidade Gestora:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
04.
Do exame dos autos foram detectadas falhas e impropriedades que não nos permitem, de logo, a
conclusão de mérito, motivo porque propomos diligência à Unidade de Origem, no sentido de
solicitar:
À consideração da Autoridade Superior.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Proceda ‐ se à diligência nos termos propostos para cumprimento no prazo de 30 (trinta) dias,
contados a partir do dia seguinte ao da entrada do processo no Protocolo da Unidade de Origem.
À Unidade de origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO V

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Suprimento de Fundos nº
Responsável:
Valor do Suprimento de Fundos:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01.
Os presentes autos foram objeto de diligência nos termos do Despacho exarado às
que, em
atendimento, vieram os dados e informações juntados às
02.
Examinando‐ os à luz dos novos dados, chegamos à convicção de que os questionamentos foram
atendidos satisfatoriamente, sem haver resultado em qualquer dano ou prejuízo ao Patrimônio Público.
03. Assim, temos que a Prestação de Contas está revestida das formalidades legais, guardando
conformidade com o disposto no Artigo 76 da Lei Complementar nº 121/1994 e, tendo presentes as
instruções pertinentes, consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE, no Ato Normativo nº 005/1998 –
CONTROL e, ainda, apoiando‐se no Parecer conclusivo exarado pela CCI, podendo, assim, merecer
conclusão de mérito.
III. CONCLUSÃO
Ante o relatado, concluindo, submetemos os autos à elevada apreciação da Autoridade Superior com
proposta, no sentido de ser a presente Prestação de Contas julgada regular e pela devolução do processo à
Unidade de Origem para arquivamento, à disposição do Controle Externo – TCE/RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos à Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO VI

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Unidade Gestora:
Valor da Transferência:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01.
Os presentes autos foram objeto de diligência nos termos do Despacho exarado às
que, em
atendimento, vieram os dados e informações juntados às
02.
Examinando‐ os à luz dos novos dados, chegamos à convicção de que os questionamentos foram
atendidos satisfatoriamente, sem haver resultado em qualquer dano ou prejuízo ao Patrimônio Público.
03. Assim, temos que a Prestação de Contas está revestida das formalidades legais, guardando
conformidade com o disposto no Artigo 76 da Lei Complementar nº 121/1994 e, tendo presentes as
instruções pertinentes, consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE e no Ato Normativo nº 005/1998 –
CONTROL.
III. CONCLUSÃO
Ante o relatado, concluindo, submetemos os autos à elevada apreciação da Autoridade Superior com
proposta, no sentido de ser a presente Prestação de Contas julgada regular e pela devolução do processo à
Unidade de Origem para arquivamento, à disposição do Controle Externo – TCE/RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos à Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO VII

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Suprimento de Fundos nº
Responsável:
Valor do Suprimento de Fundos:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01.
Os presentes autos foram objeto de diligência nos termos do Despacho exarado às
que, em
atendimento, vieram os dados e informações juntados às
02.
Examinando‐ os à luz dos novos dados, chegamos à convicção de que os questionamentos foram
atendidos parcialmente, sem haver resultado em qualquer dano ou prejuízo ao Patrimônio Público.
03.
Assim, temos que a Prestação de Contas apresenta falhas formais, guardando conformidade com o
disposto no Artigo 77 da Lei Complementar nº 121/1994 e, tendo presentes as instruções pertinentes,
consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE, no Ato Normativo nº 005/1998 – CONTROL e, ainda,
apoiando‐se no Parecer conclusivo exarado pela CCI, podendo, assim, merecer conclusão de mérito.
III. CONCLUSÃO
Ante o relatado, concluindo, submetemos os autos à elevada apreciação da Autoridade Superior com
proposta, no sentido de ser a presente Prestação de Contas julgada regular, com ressalva e, pela devolução
do processo à Unidade de Origem para arquivamento, à disposição do Controle Externo – TCE/RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos à Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO VIII

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Valor da Transferência:
Unidade Gestora:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01.
Os presentes autos foram objeto de diligência nos termos do Despacho exarado às
que, em
atendimento, vieram os dados e informações juntados às
02.
Examinando‐ os à luz dos novos dados, chegamos à convicção de que os questionamentos foram
atendidos satisfatoriamente, sem haver resultado em qualquer dano ou prejuízo ao Patrimônio Público.
03.
Assim, temos que a Prestação de Contas apresenta falhas formais, guardando conformidade com o
disposto no Artigo 77 da Lei Complementar nº 121/1994 e, tendo presentes as instruções pertinentes,
consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE, no Ato Normativo nº 005/1998 – CONTROL.
III. CONCLUSÃO
Ante o relatado, concluindo, submetemos os autos à elevada apreciação da Autoridade Superior com
proposta, no sentido de ser a presente Prestação de Contas julgada regular, com ressalva e, pela devolução
do processo à Unidade de Origem para arquivamento, à disposição do Controle Externo – TCE/RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos à Unidade de Origem.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO IX

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Responsável:
Suprimento de Fundos nº
Valor do Suprimento de Fundos:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01.
Os presentes autos foram objeto de diligência nos termos do Despacho exarado às
que, em atendimento,
vieram os dados e informações, juntados às
02.
Examinando‐ os, agora á luz dos novos dados, chegamos a convicção de que os questionamentos foram atendidos
parcialmente, vislumbrando má aplicação dos recursos descentralizados, isto porque:
03.
Ante o todo relatado, vislumbra ‐ se que na aplicação dos recursos não foram obedecidas as normas pertinentes,
configurando irregularidades que maculam a presente prestação de contas, isto porque, deixou de atenderas instruções
consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE, no Ato Normativo nº 005/1998 – CONTROL e Orientação Normativa
da Auditoria Geral/CONTROL, levando‐ nos a concluir, em face do disposto no inciso II do Artigo 78 da Lei
Complementar nº 011/1994, pela sua desaprovação e pelo encaminhamento dos autos à deliberação do Egrégio Tribunal
de Contas do Estado do Rio Grande do Norte – TCE/RN.
III. CONCLUSÃO
Em assim sendo, concluindo, submetemos os autos à deliberação da Autoridade Superior com proposta, no
sentido de serem as presentes contas julgadas irregulares e pelo seu encaminhamento à elevada apreciação do Egrégio
Tribunal de Contas do Estado do RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo ‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos ao Egrégio Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte – TCE/RN.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO X

CONTROL GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Proc. CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de
CONTROL
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Proc.
CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO
Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise
Folha
RELATÓRIO
I. INTRODUÇÃO
Prestação de Contas nº
Unidade Gestora:
Valor da Transferência:
Responsável:
II. DO EXAME DOCUMENTAL E TÉCNICO
01.
Os presentes autos foram objeto de diligência nos termos do Despacho exarado às
que, em atendimento,
vieram os dados e informações, juntados às
02.
Examinando‐ os, agora á luz dos novos dados, chegamos a convicção de que os questionamentos foram atendidos
parcialmente, vislumbrando má aplicação dos recursos descentralizados, isto porque:
03.
Ante o todo relatado, vislumbra ‐ se que na aplicação dos recursos não foram obedecidas as normas pertinentes,
configurando irregularidades que maculam a presente prestação de contas, isto porque, deixou de atenderas instruções
consubstanciadas na Resolução nº 016/2006 – TCE, no Ato Normativo nº 005/1998 – CONTROL e Orientação Normativa
da Auditoria Geral/CONTROL, levando‐ nos a concluir, em face do disposto no inciso II do Artigo 78 da Lei
Complementar nº 011/1994, pela sua desaprovação e pelo encaminhamento dos autos à deliberação do Egrégio Tribunal
de Contas do Estado do Rio Grande do Norte – TCE/RN.
III. CONCLUSÃO
Em assim sendo, concluindo, submetemos os autos à deliberação da Autoridade Superior com proposta, no
sentido de serem as presentes contas julgadas irregulares e pelo seu encaminhamento à elevada apreciação do Egrégio
Tribunal de Contas do Estado do RN.
CONTROL/SUFIFN, em
/
/
Responsável pela informação – Matrícula
D E S P A C H O
Manifestamo ‐ nos de acordo com a proposição supra.
Encaminhem‐ se os autos ao Egrégio Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte – TCE/RN.
CONTROL/Auditoria Geral,em
/
/
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

ANEXO XI

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral ANEXO XI   GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO
 

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIAGERAL DO ESTADO Subcoordenadoria de Fiscalização Financeira e Análise

ROTEIRO PARA EXAME DE PROCESSO REFERENTE À PRESTAÇÃO DE CONTAS DE SUPRIMENTO DE FUNDOS

01. Do processo constam os documentos e informações:

 

a) Processo de concessão anotado pela CONTROL?

 
  SIM NÃO

SIM

  SIM NÃO

NÃO

b) Balancete financeiro, dele constando o valor da receita e a discriminação das despesas?

 
  SIM NÃO

SIM

  SIM NÃO

NÃO

c) Extrato da conta bancária e sua conciliação bancária, quando couber?

 
  SIM NÃO  

SIM

NÃO  SIM  

 

d) Relação dos pagamentos efetuados?

 
 
  SIM NÃO  

SIM

NÃO  SIM  

 

e) O responsável pela Prestação de Contas é o mesmo do Suprimento de Fundos?

 
  SIM NÃO  

SIM

NÃO  SIM  

 

f) O Parecer da CCI é pela aprovação das contas?

 
 
  SIM NÃO  

SIM

NÃO  SIM  

 

g) A Autoridade Superior se manifestou pela aprovação das contas?

 
  SIM NÃO

SIM

  SIM NÃO

NÃO

h) A aplicação dos recursos guarda conformidade com o objeto do Suprimento de Fundos?

 
  SIM NÃO

SIM

  SIM NÃO

NÃO

 

Continua

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral Continuação

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

Continuação

i) A documentação comprobatória da despesa está devidamente legalizada e certificado o recebimento da

mercadoria e/ou da prestação do serviço e visada Autoridade Superior?

j) Foi obedecido o prazo para Prestação de Contas?

SIMj) Foi obedecido o prazo para Prestação de Contas? NÃO k) Caso tenha ocorrido retenção ma

NÃOFoi obedecido o prazo para Prestação de Contas? SIM k) Caso tenha ocorrido retenção ma fonte,

k) Caso tenha ocorrido retenção ma fonte, houve o recolhimento?

l) O valor da Prestação de Contas corresponde ao do Suprimento de Fundos?

m) O recolhimento do saldo, quando apurado, foi recolhido à Conta Única?

n) Outras informações:

CONCLUSÃO:

Pela Aprovação:

Por Diligência:

CONTROL/SUFIFN, em

/ /

Responsável pela análise Matrícula

SIM NÃO

SIM

NÃOSIM

SIM NÃO

SIM

NÃOSIM

SIM NÃO

SIM

NÃOSIM

SIM NÃO

SIM

NÃOSIM

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral MICROEMPRESAS

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

MICROEMPRESAS – ME

&

EMPRESAS DE PEQUENO PORTE EPP

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral MICROEMPRESA

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

Licitações e Estatuto da Microempresa

01. Legislação: Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 – Artigos 42 a 49;

1.1. C.F. – Artigo 179 e inciso IX do Artigo 170. Decreto 19.938/2007;

02. A Lei Complementar citada instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de

Pequeno Porte.

2.1. Refere-se ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado à

Microempresas e Empresas de Pequeno Porte;

2.2. Tratamento diferenciado e favorecido não significa conferir tratamento

ilegal, ilegítimo ou inconstitucional. Portanto, o tratamento deve ser imposto

mediante obediência aos princípios e normas estatuídos na Constituição

Federal;

2.3. Deve, assim, apoiar-se na busca de proposta mais vantajosa e assegurar o

Princípio da Isonomia, bem como, dos direitos dos administrados;

2.4. São destinatários da Lei Complementar: os particulares interessados em

contratar o fornecimento de bens e da prestação de serviços com o poder

público e, desde que se enquadre na condição de microempresa e empresa

de pequeno porte, conforme o Artigo 3º da Lei Complementar;

2.5. Provada a condição jurídica de microempresa ou de empresa de pequeno

porte, quando da habilitação, deverá a administração licitante direcionar sua

c

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral onduta

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

onduta para dar ao detentor dessa condição o tratamento privilegiado

legalmente previsto.

2.6. Deve se incluir no Edital da Licitação ou do Convite as prerrogativas legais de

que trata a citada Lei Complementar, sem o que a licitação não pode prosperar

exitosamente.

2.7. A escolha da modalidade – independente da modalidade da licitação

escolhida, incidem as regras do tratamento diferenciado e favorecido; No

caso de Convite, deve se buscar convidados que detenham essa condição de

micro e empresa de pequeno porte, no mínimo 03 (três);

2.8. Na qualificação econômico-financeira – Deve ser considerado:

a) O objeto da licitação não pode demandar requisitos de habilitação

incompatíveis com a estrutura econômicofinanceira das microempresas e

empresas de pequeno porte;

b) Indicadores como: capital social mínimo, índices contábeis, indicadores

de endividamento etc, que venham frustrar, sem justificativas plausíveis,

a capacidade do licitante, inatingíveis pelas micro e pequenas empresas,

fere os princípios da lei;

c) Assim, não devem violar o espírito da norma complementar, devendo ser

coerentes com os Princípios da Proporcionabilidade e Motivação, sendo da

responsabilidade do administrador em exigilos nos limites necessários;

d) Fica ressalvada a importância de decisão acerca de qualificação

econômicofinanceira, pois, a fixação desmotivada e injustificada,

desnecessárias ou desproporcionais em relação ao objeto da licitação,

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral violam

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO Auditoria Geral

violam o Princípio da Isonomia e o da Competitividade, mormente, com a

vigência da Lei Complementar nº 123/2006.

2.9. Qualificação Técnica – A Lei nova não tem qualquer influência no tocante a

qualificação técnica, contudo, deve ser exigida de conformidade com o objeto

da licitação:

a) Não deve merecer qualquer ponderação com vista do favorecimento ou

tratamento diferenciado;

b) Deve ser fixada única e exclusivamente para que seja possível a melhor

contratação;

c) Devem ser exigidos, pois, todos os requisitos de qualidade do objeto da

futura contratação;

d) Devem ser impostas às microempresas e empresas de pequeno porte as

exigências necessárias ao cumprimento do objeto.

2.10. Inclusão das normas do Edital:

a) Devem ser incluídos no Edital ou Convite todas as normas e requisitos

necessários ao tratamento diferenciado e favorecido.

03. Regras específicas de Tratamento Diferenciado: