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ANA CLÁUDIA CAMPOS

ANA CLÁUDIA CAMPOS
ANA CLÁUDIA CAMPOS
ANA CLÁUDIA CAMPOS

DIREITO ADMINISTRATIVO

BIBLIOGRAFIA

DIREITO ADMINISTRATIVO BIBLIOGRAFIA
DIREITO ADMINISTRATIVO BIBLIOGRAFIA
DIREITO ADMINISTRATIVO BIBLIOGRAFIA
DIREITO ADMINISTRATIVO BIBLIOGRAFIA

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS
I – NOÇÕES INICIAIS
I – NOÇÕES INICIAIS

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  I - CONCEITO DE DIREITO ADMINISTRATIVO:  “Direito Administrativo é o

I - CONCEITO DE DIREITO ADMINISTRATIVO:

“Direito Administrativo é o ramo do Direito público

que estuda princípios e normas reguladoras do

exercício da função administrativa. (Alexandre

Mazza)

“É o ramo do Direito público que disciplina a função

administrativa, bem como pessoas e órgãos que a

exercem”. (Celso Antônio Bandeira de Mello)

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  II - CARACTERÍSTICAS DO DIREITO ADMINISTRATIVO NO BRASIL:  1. É

II - CARACTERÍSTICAS DO DIREITO ADMINISTRATIVO NO BRASIL:

1. É um ramo recente;

2. não está codificado;

3. adota o modelo inglês de jurisdição una;

4. influenciado, parcialmente, pela jurisprudência.

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  III - ADMINISTRAÇÃO BUROCRÁTICA x GERENCIAL BUROCRÁTICA GERENCIAL Antes de 1998

III - ADMINISTRAÇÃO BUROCRÁTICA x GERENCIAL

BUROCRÁTICA

GERENCIAL

Antes de 1998

Após 1998 (EC 19/98)

Paradigma = Lei

Paradigma = Resultado

Hierarquia, forma, processo

Colaboração, eficiência, parceria

Controle = sobre os meios

Controle = sobre os resultados

Ex: Licitação, processo administrativo, concurso público.

Ex; Contrato de gestão, agências executivas, princípio da eficiência

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  IV – Administração Pública x administração pública:  1. A dministração

IV Administração Pública x administração pública:

1. Administração Pública:

Conjunto

de

órgãos

e

agentes

no

administrativa,

estatais

-

exercício

independentemente do poder a que pertencem.

da

função

2. administração pública:

- Atividade consistente na defesa concreta do

interesse público.

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  IV – Administração Pública x administração pública: SENTIDO: SUBJETIVO /

IV Administração Pública x administração pública:

SENTIDO: SUBJETIVO / ORGÂNICO
SENTIDO:
SUBJETIVO / ORGÂNICO

e

agentes

estatais

pública: SENTIDO: SUBJETIVO / ORGÂNICO e agentes estatais  1. A dministração P ública: Conjunto de

1. Administração Pública:

Conjunto

de

da

órgãos

no

administrativa,

-

exercício

independentemente do poder a que pertencem.

função

2. administração pública:

- Atividade consistente na defesa concreta do

SENTIDO: OBJETIVO / MATERIAL / FUNCIONAL
SENTIDO:
OBJETIVO / MATERIAL / FUNCIONAL

interesse público.

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  V – FUNÇÃO ADMINISTRATIVA:  1. Função = atividade exercida por

V FUNÇÃO ADMINISTRATIVA:

1. Função = atividade exercida por alguém na defesa de interesse alheio.

2. O agente público exerce função, pois atua em nome próprio na defesa dos interesses da coletividade (interesse público).

I NOÇÕES INICIAIS

I – NOÇÕES INICIAIS  V – FUNÇÃO ADMINISTRATIVA:  3. Exercida Executivo; com preponderância pelo

V FUNÇÃO ADMINISTRATIVA:

3.

Exercida

Executivo;

com

preponderância

pelo

Poder

4. Exercida em caráter infralegal;

5. Exercida mediante a utilização de prerrogativas.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS
II – PRINCÍPIOS
II – PRINCÍPIOS

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  CONCEITO:  São regras gerais que condensam os valores fundamentais de um

CONCEITO:

São regras gerais que condensam os valores fundamentais de um sistema.

Devem

ser

respeitados,

sob

pena

de

ilegalidade ou inconstitucionalidade do ato.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  CONCEITO:  “ violar um princípio é muito mais grave do que

CONCEITO:

violar um princípio é muito mais grave do que violar uma norma. A desatenção ao princípio

implica ofensa não apenas a um específico mandamento obrigatório, mas a todo sistema de

comandos. É a mais grave forma de ilegalidade ou

inconstitucionalidade, conforme o escalão do princípio violado, porque representa insurgência

contra todo o sistema, subversão de seus valores

fundamentais”. (Celso Antônio Bandeira de Mello)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  FUNÇÃO:  1. HERMENÊUTICA - interpretação  2. INTEGRATIVA - suprir lacunas

FUNÇÃO:

1. HERMENÊUTICA - interpretação

2. INTEGRATIVA - suprir lacunas

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS SUPRAPRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO
SUPRAPRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO
SUPRAPRINCÍPIOS DO
DIREITO ADMINISTRATIVO

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  SUPRAPRINCÍPIOS:  1. SUPREMACIA DO SOBRE O PRIVADO. INTERESSE PÚBLICO  2.

SUPRAPRINCÍPIOS:

1.

SUPREMACIA

DO

SOBRE O PRIVADO.

INTERESSE

PÚBLICO

2.

INDISPONIBILIDADE

PÚBLICO.

DO

INTERESSE

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  SUPRAPRINCÍPIOS:  1. SUPREMACIA DO INTERESSE SOBRE O PRIVADO. PRERROGATIVA PÚBLICO 

SUPRAPRINCÍPIOS:

 1. SUPREMACIA DO INTERESSE SOBRE O PRIVADO. PRERROGATIVA
 1.
SUPREMACIA
DO
INTERESSE
SOBRE O PRIVADO.
PRERROGATIVA

PÚBLICO

2.

INDISPONIBILIDADE

DO

INTERESSE

DO INTERESSE SOBRE O PRIVADO. PRERROGATIVA PÚBLICO  2. INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE RESTRIÇAO PÚBLICO.
RESTRIÇAO
RESTRIÇAO

PÚBLICO.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO  1. Princípio implícito;  2. Interesses da

SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO

1. Princípio implícito;

2.

Interesses

da

coletividade

são

mais

importantes que os interesses individuais;

3. Administração recebe poderes;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO  4. Posição de superioridade da administração; 

SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO

4. Posição de superioridade da administração;

5. Desigualdade entre a administração e os administrados;

6. Não está diretamente presente em todos os atos da administração;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO  7. Só existe a supremacia no interesse

SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO

7. Só existe a supremacia no interesse público primário;

8. “A noção de supremacia do interesse público está presente no momento da elaboração da lei, assim como no momento da aplicação da

lei(Di Pietro)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO  9. Exemplos de supremacia: - Desapropriação; -

SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO

9. Exemplos de supremacia:

- Desapropriação;

- Requisição de bens;

- convocação de particulares;

- cláusulas exorbitantes nos contratos adm.;

- Poder de polícia.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO  1. Os agentes públicos não são donos

INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO

1. Os agentes públicos não são donos dos direitos por eles defendidos;

2. A Administração pública é mera gestora de bens e interesses alheios (públicos, do povo);

3. Vedação à renúncia de direitos;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO  4. A indisponibilidade está diretamente presente

INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO

4.

A

indisponibilidade

está

diretamente

presente em qualquer ato da adm.;

5. Interesse público primário x secundário.

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS EXPRESSOS
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS EXPRESSOS
PRINCÍPIOS
CONSTITUCIONAIS
EXPRESSOS

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS Art. 37, CF/88 - A administração pública direta e indireta de qualquer

Art. 37, CF/88 - A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS Art. 37, CF/88 - A administração pública direta e indireta de qualquer

Art. 37, CF/88 - A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos PRINCÍPIOS DE LEGALIDADE, IMPESSOALIDADE, MORALIDADE, PUBLICIDADE E EFICIÊNCIA e, também, ao seguinte:

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS: L EGALIDADE I MPESSOALIDADE M ORALIDADE P UBLICIDADE E FICIÊNCIA

PRINCÍPIOS:

LEGALIDADE

IMPESSOALIDADE

MORALIDADE

PUBLICIDADE

EFICIÊNCIA

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS PRINCÍPIOS: LIMPE L EGALIDADE I MPESSOALIDADE M ORALIDADE P UBLICIDADE E FICIÊNCIA

PRINCÍPIOS:

LIMPE
LIMPE

LEGALIDADE

IMPESSOALIDADE

MORALIDADE

PUBLICIDADE

EFICIÊNCIA

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS LEGALIDADE
. II – PRINCÍPIOS LEGALIDADE
LEGALIDADE
LEGALIDADE

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  LEGALIDADE  1. Inerente ao Estado de Direito;  2. Subordinação da

LEGALIDADE

1. Inerente ao Estado de Direito;

2. Subordinação da Administração Pública à vontade popular;

3. A Administração Pública só pode praticar as condutas autorizadas em lei;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  LEGALIDADE  4. “As leis administrativas são, normalmente, de ordem pública e

LEGALIDADE

4. “As leis administrativas são, normalmente, de ordem pública e seus preceitos não podem ser descrumpidos, nem mesmo por acordo ou

vontade conjunta de seus aplicadores e

destinatários, uma vez que contêm verdadeiros

poderes-deveres, irrelegáveis pelos agentes

públicos”. (Hely Lopes Meirelles);

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  LEGALIDADE  5. Bloco de legalidade e princípio da juridicidade; - atuação

LEGALIDADE

5.

Bloco

de

legalidade

e

princípio

da

juridicidade; - atuação conforme a lei e o direito;

- deve-se respeitar a lei em sentido estrito e

todos os demais instrumentos normativos

existentes na ordem jurídica. (Art. 59, CF)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  LEGALIDADE  6. Legalidade pública x privada: “Na Administração Pública não há

LEGALIDADE

6. Legalidade pública x privada:

“Na Administração Pública não há liberdade

nem vontade pessoal. Enquanto na administração particular é lícito fazer tudo o

que a lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer o que a lei autoriza”.

(Hely Lopes Meirelles)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  LEGALIDADE  6. Legalidade pública x privada: LEGALIDADE PÚBLICA LEGALIDADE PRIVADA

LEGALIDADE

6. Legalidade pública x privada:

LEGALIDADE PÚBLICA

LEGALIDADE PRIVADA

Agentes públicos

Particulares

Subordinação

Autonomia da vontade

Só podem fazer o que a lei autoriza

Podem fazer tudo o que a lei não proíba

Silêncio legislativo = proibição

Silêncio legislativo = permissão

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  LEGALIDADE  7. Exceções à legalidade; - Medida provisória; (Art. 62, CF)

LEGALIDADE

7. Exceções à legalidade;

- Medida provisória; (Art. 62, CF)

- Estado de defesa; (Art. 136, CF)

- Estado de sítio. (Arts. 137 a 139, CF)

8. Teoria da supremacia especial.

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS IMPESSOALIDADE
IMPESSOALIDADE
IMPESSOALIDADE

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  IMPESSOALIDADE  1. Em relação aos administrados;  1.1. impedir discriminações ou

IMPESSOALIDADE

1. Em relação aos administrados;

1.1. impedir discriminações ou privilégios;

1.2. Objetividade no atendimento do interesse

público;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  IMPESSOALIDADE  1. Em relação aos administrados;  1.3. Dever de imparcialidade;

IMPESSOALIDADE

1. Em relação aos administrados;

1.3. Dever de imparcialidade;

1.4. “nada mais é do que o clássico princípio

da finalidade(Hely Lopes Meirelles)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  IMPESSOALIDADE  1. Em relação aos administrados;  1.5. “Ao agir visando

IMPESSOALIDADE

1. Em relação aos administrados;

1.5. “Ao agir visando a finalidade pública prevista na lei, a Administração Pública necessariamente

imprime impessoalidade e objetividade na

atuação, evitando tomar decisões baseadas em preferência pessoal ou sentimento de

perseguição”. (Alexandre Mazza)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  IMPESSOALIDADE  2. Em relação aos administradores;  2.1. A atuação dos

IMPESSOALIDADE

2. Em relação aos administradores;

2.1.

A

atuação

dos

agentes

públicos

é

imputada ao Estado;

 

2.2.

Realizações

devem

ser

atribuídas

às

pessoas jurídicas e não às físicas;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  IMPESSOALIDADE  2. Em relação aos administradores;  2.3. Art. 37, §

IMPESSOALIDADE

2. Em relação aos administradores;

2.3. Art. 37, § 1º, CF - A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de

autoridades ou servidores públicos.

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS MORALIDADE
MORALIDADE
MORALIDADE

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  MORALIDADE  1. Nem tudo que é lícito também será moral; 

MORALIDADE

1. Nem tudo que é lícito também será moral;

2. “A moralidade administrativa difere da moral comum. Este princípio não impõe o dever de atendimento à moral comum vigente na sociedade, mas exige respeito a padrões éticos, de boa-fé, decoro, lealdade, honestidade e probidade incorporados pela prática diária ao

conceito de boa administração(Alexandre Mazza)

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  MORALIDADE  3. “Enquanto a moral comum é orientada para uma distinção

MORALIDADE

3. “Enquanto a moral comum é orientada para

uma distinção puramente ética, entre o bem e o mal, distintamente, a moral administrativa é

orientada para uma distinção prática entre a

boa e a má administração. (Diogo de Figueiredo Moreira Neto);

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  MORALIDADE  4. Boa-fé subjetiva x Boa-fé objetiva;  5. Instrumentos para

MORALIDADE

4. Boa-fé subjetiva x Boa-fé objetiva;

5. Instrumentos para a defesa da moralidade:

- Ação popular;

- Ação de improbidade administrativa;

- Comissões parlamentares de inquérito.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  MORALIDADE  6. Súmula Vinculante n. 13, STF: A nomeação de cônjuge,

MORALIDADE

6. Súmula Vinculante n. 13, STF:

A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em

linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau,

inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em

comissão ou de confiança ou, ainda, de função

gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da união, dos estados, do distrito federal e dos municípios, compreendido o ajuste

mediante designações recíprocas, viola a constituição

federal

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  PUBLICIDADE  1. Dever de divulgação oficial dos atos adm.;  2.

PUBLICIDADE

1. Dever de divulgação oficial dos atos adm.;

2. Livre acesso dos indivíduos a informações

do seu interesse

3.

Dever

de

administrativa

transparência

na

atuação

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  PUBLICIDADE  4. Princípio da divulgação oficial;  5. Formas de comunicação:

PUBLICIDADE

4. Princípio da divulgação oficial;

5. Formas de comunicação:

- Atos individuais = simples comunicação ao

interessado;

- Atos gerais = Diário Oficial.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  PUBLICIDADE  4. Natureza jurídica: - Condição de eficácia (corrente majoritária) 

PUBLICIDADE

4. Natureza jurídica:

- Condição de eficácia (corrente majoritária)

5. Exceções à publicidade:

- Segurança do Estado (Art. 5, XXXIII, CF) - Segurança da Sociedade (Art. 5, XXXIII, CF)

- Intimidade dos envolvidos (Art. 5, X, CF)

.

II PRINCÍPIOS

. II – PRINCÍPIOS EFICIÊNCIA
EFICIÊNCIA
EFICIÊNCIA

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  EFICIÊNCIA  1. Incluído no art. 37, caput, CF pela EC 19/98;

EFICIÊNCIA

1. Incluído no art. 37,caput, CF pela EC 19/98;

2.

Baseado

no

modelo

de

Administração

gerencial (foco nos resultados);

3. Buscar os melhores resultados por meio da aplicação da lei;

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  EFICIÊNCIA  4. Valores; - Economicidade; - Redução de desperdícios; - Qualidade;

EFICIÊNCIA

4. Valores;

- Economicidade;

- Redução de desperdícios;

- Qualidade;

- Rapidez;

- Produtividade;

- Rendimento Funcional.

II PRINCÍPIOS

II – PRINCÍPIOS  EFICIÊNCIA  5. Institutos correlatos; - Estágio probatório; - Contrato de gestão

EFICIÊNCIA

5. Institutos correlatos;

- Estágio probatório;

- Contrato de gestão das agências executivas;

- Duração razoável dos processos adm.;

- Parcerias da Administração Pública.

.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

. II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES
. II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  1. (FCC/TST/2012) Segundo a literalidade do caput do art. 37

1. (FCC/TST/2012) Segundo a literalidade do caput do art. 37 da Constituição de 1988, a Administração pública obedecerá, entre outros, ao

princípio da:

A) proporcionalidade. B) razoabilidade.

C) igualdade. D) moralidade. E) boa-fé.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  1. (FCC/TST/2012) Segundo a literalidade do caput do art. 37

1. (FCC/TST/2012) Segundo a literalidade do caput do art. 37 da Constituição de 1988, a Administração pública obedecerá, entre outros, ao

princípio da:

A) proporcionalidade. B) razoabilidade.

C) igualdade. D) moralidade. E) boa-fé.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  2. (FCC/MPE-AP/2012) O Prefeito de determinado Município, a fim de

2. (FCC/MPE-AP/2012) O Prefeito de determinado Município, a fim de realizar promoção pessoal, utilizou-se de símbolo e de slogan que mencionam o seu sobrenome na publicidade institucional do Município. A utilização de

publicidade governamental para promoção pessoal de

agente público viola o disposto no artigo 37, § 1o , da Constituição Federal, ora transcrito: “A publicidade dos

atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos

públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de

orientação social, dela não podendo constar nomes,

símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal

de autoridades ou servidores públicos”.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  2. (FCC/MPE-AP/2012)  O fato narrado constitui violação ao seguinte

2. (FCC/MPE-AP/2012)

O fato narrado constitui violação ao seguinte princípio da Administração Pública, dentre outros:

A) Eficiência.

B) Publicidade.

C) Razoabilidade. D) Impessoalidade.

E) Supremacia do Interesse Particular sobre o Público.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  2. (FCC/MPE-AP/2012)  O fato narrado constitui violação ao seguinte

2. (FCC/MPE-AP/2012)

O fato narrado constitui violação ao seguinte princípio da Administração Pública, dentre outros:

A) Eficiência.

B) Publicidade.

C) Razoabilidade. D) Impessoalidade.

E) Supremacia do Interesse Particular sobre o Público.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  3. (FCC/TRT-MT/2011) O Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello apresenta

3. (FCC/TRT-MT/2011) O Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello apresenta o seguinte conceito para um dos princípios básicos da Administração Pública: De acordo com ele, a Administração e seus agentes têm de atuar na conformidade

de princípios éticos. (

como é evidente, os chamados princípios da lealdade e boa-fé.

)

Compreendem-se em seu âmbito,

Trata-se do princípio da:

A) motivação.

B) eficiência.

C) legalidade.

D) razoabilidade.

E) moralidade.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  3. (FCC/TRT-MT/2011) O Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello apresenta

3. (FCC/TRT-MT/2011) O Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello apresenta o seguinte conceito para um dos princípios básicos da Administração Pública: De acordo com ele, a Administração e seus agentes têm de atuar na conformidade

de princípios éticos. (

como é evidente, os chamados princípios da lealdade e boa-fé.

)

Compreendem-se em seu âmbito,

Trata-se do princípio da:

A) motivação.

B) eficiência.

C) legalidade.

D) razoabilidade.

E) moralidade.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  4. (FCC/TRT-RJ/2011) Analise as seguintes proposições, extraídas dos

4. (FCC/TRT-RJ/2011) Analise as seguintes proposições, extraídas dos ensinamentos dos respectivos Juristas José dos Santos Carvalho Filho e Celso Antônio Bandeira de Mello:

I. O núcleo desse princípio é a procura de produtividade e

economicidade e, o que é mais importante, a exigência de

reduzir os desperdícios de dinheiro público, o que impõe a execução dos serviços públicos com presteza, perfeição e rendimento funcional.

II. No texto constitucional há algumas referências a aplicações concretas deste princípio, como por exemplo, no art. 37, II, ao exigir que o ingresso no cargo, função ou emprego público

depende de concurso, exatamente para que todos possam

disputar-lhes o acesso em plena igualdade.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  4. (FCC/TRT-RJ/2011)  As assertivas I e II tratam, respectivamente,

4. (FCC/TRT-RJ/2011)

As assertivas I e II tratam, respectivamente, dos seguintes princípios da Administração Pública:

A) moralidade e legalidade.

B) eficiência e impessoalidade.

C) legalidade e publicidade. D) eficiência e legalidade.

E) legalidade e moralidade.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  4. (FCC/TRT-RJ/2011)  As assertivas I e II tratam, respectivamente,

4. (FCC/TRT-RJ/2011)

As assertivas I e II tratam, respectivamente, dos seguintes princípios da Administração Pública:

A) moralidade e legalidade.

B) eficiência e impessoalidade.

C) legalidade e publicidade. D) eficiência e legalidade.

E) legalidade e moralidade.

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  5. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da supremacia do interesse público vincula

5. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da supremacia do interesse público vincula a administração pública no exercício da função

administrativa, assim como norteia o trabalho

do legislador quando este edita normas de direito público.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  5. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da supremacia do interesse público vincula

5. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da supremacia do interesse público vincula a administração pública no exercício da função

administrativa, assim como norteia o trabalho

do legislador quando este edita normas de direito público.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  6. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da impessoalidade nada mais é do

6. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da impessoalidade nada mais é do que o clássico princípio da finalidade, que impõe ao

administrador público que só pratique o ato

para o seu fim legal.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  6. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da impessoalidade nada mais é do

6. (CESPE/TJ-RR/2012) O princípio da impessoalidade nada mais é do que o clássico princípio da finalidade, que impõe ao

administrador público que só pratique o ato

para o seu fim legal.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  7. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da impessoalidade em relação à atuação

7. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da impessoalidade em relação à atuação administrativa impede que o ato administrativo

seja praticado visando a interesses do agente

público que o praticou ou, ainda, de terceiros, devendo ater-se, obrigatoriamente, à vontade

da lei, comando geral e abstrato em essência.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  7. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da impessoalidade em relação à atuação

7. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da impessoalidade em relação à atuação administrativa impede que o ato administrativo

seja praticado visando a interesses do agente

público que o praticou ou, ainda, de terceiros, devendo ater-se, obrigatoriamente, à vontade

da lei, comando geral e abstrato em essência.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  8. (CESPE/MPE-PI/2012) A supremacia do interesse público é o que

8. (CESPE/MPE-PI/2012) A supremacia do interesse público é o que legitima a atividade do administrador público. Assim, um ato de

interesse público, mesmo que não seja

condizente com a lei, pode ser considerado válido pelo princípio maior da supremacia do

interesse público.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  8. (CESPE/MPE-PI/2012) A supremacia do interesse público é o que

8. (CESPE/MPE-PI/2012) A supremacia do interesse público é o que legitima a atividade do administrador público. Assim, um ato de

interesse público, mesmo que não seja

condizente com a lei, pode ser considerado válido pelo princípio maior da supremacia do

interesse público.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  9. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da moralidade pretende tutelar o

9. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da

moralidade pretende tutelar o descontentamento da sociedade em razão da

deficiente prestação de serviços públicos e de

inúmeros prejuízos causados aos usuários.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  9. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da moralidade pretende tutelar o

9. (CESPE/MPE-PI/2012) O princípio da

moralidade pretende tutelar o descontentamento da sociedade em razão da

deficiente prestação de serviços públicos e de

inúmeros prejuízos causados aos usuários.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  10. (CESPE/FUB/2011) Tanto na administração pública quanto na particular, o

10.

(CESPE/FUB/2011)

Tanto

na

administração pública quanto na particular, o administrador, para que órgão público ou a

empresa alcance os objetivos pretendidos,

goza de liberdade para fazer o que for necessário, desde que a lei não proíba.

CERTO

ERRADO

II PRINCÍPIOS - QUESTÕES

II – PRINCÍPIOS - QUESTÕES  10. (CESPE/FUB/2011) Tanto na administração pública quanto na particular, o

10.

(CESPE/FUB/2011)

Tanto

na

administração pública quanto na particular, o administrador, para que órgão público ou a

empresa alcance os objetivos pretendidos,

goza de liberdade para fazer o que for necessário, desde que a lei não proíba.

CERTO

ERRADO