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DOCÊNCIA EM SAÚDE

MOODLE PARA PROFESSORES E TUTORES

Copyright © Portal Educação 2013 – Portal Educação Todos os direitos reservados R: Sete de

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1
1

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação - Brasil Triagem Organização LTDA ME Bibliotecário responsável: Rodrigo Pereira CRB 1/2167

P842m

Portal Educação

Moodle para professores e tutores / Portal Educação. - Campo Grande:

Portal Educação, 2013.

157p. : il.

Inclui bibliografia ISBN 978-85-8241-408-8

1. Educação Recursos eletrônicos. 2. Educação Serviços da web. I. Portal Educação. II. Título.

CDD 374.26

– Recursos eletrônicos. 2. Educação – Serviços da web. I. Portal Educação. II. Título. CDD 374.26
SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 7 2 AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM 8 2.1 MOODLE 8 3 CRIAÇÃO

SUMÁRIO

1

INTRODUÇÃO

7

2

AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

8

2.1

MOODLE

8

3

CRIAÇÃO DE CURSOS NO MOODLE

9

3.1

PLANEJANDO AS AÇÕES

9

3.2

DESIGN INSTRUCIONAL

9

3.3

AUTORIA DE CURSOS: TRABALHO EM EQUIPE

10

3.4

CRIAÇÃO DE CURSO

11

3.5

EDIÇÃO DE UM CURSO

19

4

BLOCOS E PLUGINS DO MOODLE

23

4.1

BLOCOS FUNCIONALIDADES BÁSICAS

23

4.2

BLOCOS: PERSPECTIVA EM WEB 2.0

25

4.2.1

Aula com WiZIQ

25

4.2.2

HTML

27

4.2.3

Presenter

33

4.2.4

Exabis:

e-portfólio

33

4.2.5

Moogle

ou Goodle

34

4.2.6

Youtube Video Playlist

34

2
2
e-portfólio 33 4.2.5 Moogle ou Goodle 34 4.2.6 Youtube Video Playlist 34 2 4.2.7 Game 35

5

RECURSOS DO MOODLE

36

5 RECURSOS DO MOODLE 36 5.1 FUNCIONALIDADES 36 5.2 ASPECTOS IMPORTANTES 37 5.2.1 Livro (Book)

5.1

FUNCIONALIDADES

36

5.2

ASPECTOS IMPORTANTES

37

5.2.1

Livro (Book)

37

5.2.2

Página de texto simples/página WEB

38

5.2.3

Link a um

arquivo ou site

40

5.2.4

Visualizar um diretório

41

5.2.5

Rótulo

42

5.2.6

Pacote IMS CP

43

6

ATIVIDADES DO MOODLE

44

6.1

FUNCIONALIDADES

44

6.2

ASPECTOS IMPORTANTES

46

6.2.1

Base de dados

46

6.2.2

Chat

50

6.2.3

Escolha

52

6.2.4

Flaschcard Trainer

55

6.2.5

Fórum

58

6.2.6

Glossário

61

6.2.7

Lição

65

6.2.8

Pesquisa de avaliação

75

6.2.9

Questionário

81

3
3
6.2.7 Lição 65 6.2.8 Pesquisa de avaliação 75 6.2.9 Questionário 81 3 6.2.10Scorm/AICC 93

6.2.11Tarefas

96

6.2.11Tarefas 96 6.2.12Wiki 100 6.3 ATIVIDADES: MÓDULOS EM DESTAQUE 102 6.3.1 Podcaster 102

6.2.12Wiki

100

6.3

ATIVIDADES: MÓDULOS EM DESTAQUE

102

6.3.1

Podcaster

102

6.3.2

Team Assignment Type

103

6.3.3

Webconference internet

104

6.3.4

VideoTutor

104

6.3.5

MLE - Mobile Learning Engine

105

6.3.6

Mobile Quis

106

7

PRÁTICA INOVADA

107

7.1

PLANEJANDO UM CURSO

107

7.2

EDITORES ON-LINE

110

7.2.1

Zoho

110

7.2.2

Google Docs

111

7.3

EXIBIÇÃO, COMPARTILHAMENTO E EDIÇÃO

112

7.3.1

Slideshare

112

7.3.2

Authorstream

113

7.3.3

YouTube

114

7.3.4

Teachertube…………

115

7.3.5

Picasa

116

7.4

ATIVIDADES

118

4
4
………… 115 7.3.5 Picasa 116 7.4 ATIVIDADES 118 4 7.4.1 Objetos de aprendizagem 118

7.4.2

Hot Potatoes

122

7.4.2 Hot Potatoes 122 7.4.3 Webquest 123 7.4.4 Quizzes 123 7.5 JOGOS 124 7.6 SECOND

7.4.3

Webquest

123

7.4.4

Quizzes

123

7.5

JOGOS

124

7.6

SECOND LIFE

125

7.7

REDES SOCIAIS

126

7.8

COMUNICAÇÃO

126

7.8.1

Skype

126

7.8.2

MSN

127

8

MOODLE 2.0

128

8.1

INTERFACE

128

8.1.1

Administradores

129

8.1.2

Autores, tutores e alunos

132

8.2

MUDANÇAS E POSSIBILIDADES

132

8.2.1

Comunidades hub

133

8.2.2

Portfólios e repositórios externos

133

8.2.3

Cursos completos e atividades condicionadas

134

8.2.4

Serviços de apoio

134

8.3

CRIAÇÃO DE CURSOS

135

8.4

MENU DE

CURSOS

135

8.5

BLOCOS E PLUGINS

138

5
5
CRIAÇÃO DE CURSOS 135 8.4 MENU DE CURSOS 135 8.5 BLOCOS E PLUGINS 138 5 8.5.1

8.5.2

Comentários

140

8.5.2 Comentários 140 8.5.3 Mensagens 141 8.5.4 Arquivos privados 142 8.5.5 Conclusão do

8.5.3

Mensagens

141

8.5.4

Arquivos privados

142

8.5.5

Conclusão do curso

143

8.6

GESTÃO DE ARQUIVOS

145

8.7

RECURSOS

145

8.7.1

Rótulo

146

8.7.2

Folder

148

8.7.3

IMS Content Package

148

8.7.4

Page

148

8.7.5

Recurso

149

8.7.6

URL

149

8.8

ATIVIDADES

149

8.8.1

Fórum

150

8.8.2

Wiki

153

REFERÊNCIAS

155

6
6
URL 149 8.8 ATIVIDADES 149 8.8.1 Fórum 150 8.8.2 Wiki 153 REFERÊNCIAS 155 6
1 INTRODUÇÃO As tecnologias de informação e comunicação (TIC) mudaram significativamente ao longo dos últimos

1 INTRODUÇÃO

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) mudaram significativamente ao longo dos últimos trinta anos. Com ela o tempo e espaço ganharam novas dimensões. A linha que diferenciava a educação presencial e a distância está desaparecendo e com isso surge uma nova realidade. Esse fenômeno se deve a dois fatores. De um lado, os profissionais que trabalham com a modalidade a distância passaram a perceber que ela pode ser melhor se entre outras coisas, investir na interação. Do outro lado os profissionais que trabalham com ensino presencial perceberam a necessidade de incorporar o uso das tecnologias para aprimorar o processo de ensino aprendizagem.

7
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As mudanças viabilizadas pela comunicação digital permitem que as práticas pedagógicas sejam constantemente repensadas, pois o conhecimento e a aprendizagem passaram a acontecer em todos os espaços e em todos os momentos. Nesse contexto, a internet ocupa posição de destaque, pois por intermédio dela o conhecimento é construído a todo o momento e de forma coletiva.

ocupa posição de destaque, pois por intermédio dela o conhecimento é construído a todo o momento
2 AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), também conhecidos como Learning

2 AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), também conhecidos como Learning Management System (LMS) ou Sistema de Gerenciamento do Aprendizado, são softwares que, disponibilizados na internet, agregam ferramentas para a criação, tutoria e gestão de atividades que normalmente se apresentam sob a forma de cursos.

8
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Atualmente, há muitos ambientes virtuais de aprendizagem comerciais e gratuitos disponíveis no mercado: Aulanet, Claroline, eFront, Atutor, OLAT, Docebo, Dokeos, Ilias, Openelms, Moodle, Sakai, E-proinfo e Teleduc. Entre essas opções, o Moodle é o software de código aberto (open source) com maior aceitação no Brasil e no mundo.

2.1 MOODLE

O Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment) é um ambiente virtual de aprendizagem que, segundo seu criador, Martin Dougiamas, trabalha com uma perspectiva dinâmica da aprendizagem em que a pedagogia socioconstrutivista e as ações colaborativas ocupam lugar de destaque. Nesse contexto, seu objetivo é permitir que processos de ensino-aprendizagem ocorram por meio não apenas da interatividade, mas, principalmente, pela interação, ou seja, privilegiando a construção/reconstrução do conhecimento, a autoria, a produção de conhecimento em colaboração com os pares e a aprendizagem significativa do aluno.

a autoria, a produção de conhecimento em colaboração com os pares e a aprendizagem significativa do
3 CRIAÇÃO DE CURSOS NO MOODLE O Moodle é um software fácil de manusear. As

3 CRIAÇÃO DE CURSOS NO MOODLE

O Moodle é um software fácil de manusear. As pessoas podem utilizá-lo sem conhecimentos prévios de programação ou Webdesing. Contudo, para criar cursos requer planejamento e cuidados especiais tanto na estruturação hipertextual quanto no design instrucional.

3.1 PLANEJANDO AS AÇÕES

9
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Para planejar e estruturar atividades ou um curso no Moodle, o autor precisa estar ciente de todas as particularidades dos documentos e orientações didático-pedagógicas da instituição da qual o curso ou atividade fará parte, visando à organização e produção do conteúdo.

Nesse contexto, destacam-se a política instrucional para uso das mídias e tecnologias, o projeto pedagógico do curso e o plano que estrutura a disciplina ou conteúdo solicitado.

3.2 DESIGN INSTRUCIONAL

Após fazer a análise dos documentos que servirá de suporte para a produção do curso, o autor precisa ficar atento ao design instrucional do curso que será hospedado. Segundo Filatro (2004), o design instrucional designa a ação sistemática, que envolve planejamento, desenvolvimento e utilização de peculiaridades didáticas que facilitem a aprendizagem.

O termo design instrucional pode induzir o leitor a planejar atividades educacionais a distância baseada em princípios tradicionais ou teorias comportamentais. Diante desse fato, muitos educadores preferem utilizar design educacional. No entanto, esta discordância é um

Diante desse fato, muitos educadores preferem utilizar design educacional. No entanto, esta discordância é um
problema semântico, pois o termo é de origem inglesa e seu uso na expressão original,

problema semântico, pois o termo é de origem inglesa e seu uso na expressão original, não traduz o seu real significado.

A Commonwealth of Learning (2003), considera que o design instrucional deve pautar as ações em: adequado estabelecimento de metas e objetivos do programa, projetos e cursos, contextualização e interdisciplinaridade utilizando construções hipertextuais, admitindo a interatividade e interação, permitindo avaliações e comentários ao estudante sobre o seu crescimento, possibilitando a pesquisa e o desenvolvimento do pensamento crítico. Ela também considera que o design instrucional é o resultado de diferentes teorias educacionais, entre elas, o comportamentalismo e o cognitivismo.

10
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Do Comportamentalismo, são aproveitados, além das ideias básicas de aprender, os seguintes princípios: uso das taxonomias e objetivos, fornecimento de condições de aprendizagem, foco nos resultados, decomposição das tarefas, fornecimento de feedback e elaboração de diagnósticos. Do cognitivismo, observa-se que o processamento de informações está ligado a motivação e a movimentos cíclicos de construção e reconstrução do conhecimento.

Para Filatro (2004), o design instrucional é constituído por etapas independentes, são elas: análise, design/desenvolvimento, implementação e avaliação. Essa divisão permite que os cursos sejam construídos considerando princípios básicos, tais como: conhecimento do público- alvo, objetivos de aprendizagem, mídias e tecnologias adequadas, segmentação e sequenciamento corretos, interatividade, motivação, feedback, possibilidade de transferência de conhecimentos e reconhecimento da necessidade de avaliação permanente.

Com o avanço da Web 2.0, entra em discussão a validade do design instrucional. Mattar (2010) ressalta que a excessiva estruturação impede a criatividade. No entanto, seja qual for a linha adotada é imprescindível que as pessoas responsáveis pela estruturação de um curso planejem adequadamente suas ações.

3.3 AUTORIA DE CURSOS: TRABALHO EM EQUIPE

As novas tecnologias digitais potencializam duas formas de trabalhar: individual e em equipe. O Moodle é compatível com ambas às possibilidades. Se a produção for feita por uma

individual e em equipe. O Moodle é compatível com ambas às possibilidades. Se a produção for
única pessoa é importante ficar atento às atribuições de cada integrante da equipe, pois os

única pessoa é importante ficar atento às atribuições de cada integrante da equipe, pois os processos inerentes às funções continuarão a existir de qualquer forma.

Uma equipe para produção de um curso é formada por: coordenador de projetos, autor, design instrucional, ilustrador, webdesigner, revisor de texto e revisor de qualidade. Ao coordenador cabe manter o foco do curso, seus objetivos gerais e específicos mantendo a coerência em relação às diretrizes da política institucional. O designer instrucional é responsável pelas diretrizes didáticas do curso, é ele que cria e mantém as condições adequadas de construção do curso. O ilustrador cria os personagens, cenários e situações gráficas e o Webdesigner dará vida a partir dos programas adequados ao uso na internet ou em outras tecnologias. Aos revisores cabe a manutenção da qualidade final do curso, tanto em relação à língua quanto aos elementos gráficos, incluindo textos, mídias e seu funcionamento correto.

3.4 CRIAÇÃO DE CURSO

11
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A criação do curso inicia-se quando o autor acessa o AVA (figura 1.1) com o seu login (nome de usuário) e senha.

FIGURA 1.1 - ACESSO AO AVA

AVA (figura 1.1) com o seu login (nome de usuário) e senha. FIGURA 1.1 - ACESSO

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

AVA (figura 1.1) com o seu login (nome de usuário) e senha. FIGURA 1.1 - ACESSO
Após fazer o acesso, o autor visualizará um link denominado Cursos, (conforme aponta a seta

Após fazer o acesso, o autor visualizará um link denominado Cursos, (conforme aponta a seta da figura 1.2), o próximo passo será clicar neste link.

FIGURA 1.2 - LINK PARA CRIAR O CURSO

12
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neste link. FIGURA 1.2 - LINK PARA CRIAR O CURSO 12 FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Outra tela se abrirá e deve-se clicar em (Criar um novo curso figura 1.3)

FIGURA 1.3 - CRIAR UM NOVO CURSO

e deve-se clicar em ( Criar um novo curso figura 1.3) FIGURA 1.3 - CRIAR UM

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

e deve-se clicar em ( Criar um novo curso figura 1.3) FIGURA 1.3 - CRIAR UM
A próxima tela (figura 1.4) é o ponto de partida para a configuração do curso.

A próxima tela (figura 1.4) é o ponto de partida para a configuração do curso. Os itens assinalados de vermelho e com asterisco (*) são obrigatórios.

FIGURA 1.4 - CONFIGURAÇÕES

(*) são obrigatórios. FIGURA 1.4 - CONFIGURAÇÕES FONTE: Arquivo pessoal do autor. 13 1. Categoria –

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

13
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1. Categoria Se houver mais de uma categoria no AVA, o autor deverá escolher a

categoria onde curso aparecerá.

2. Nome completo Espaço onde será colocado o nome do curso.

3. Nome breve Sigla ou código que identificará o curso nas mensagens enviadas

para os usuários. Não existe quantidade de caracteres, porém deve ser curto e fácil de pronunciar, pois este nome representará o curso durante toda a sua execução.

4. Número do ID do curso- É um código oficial a ser fornecido pela equipe gestora do

AVA e é destinada a comunicação com sistemas externos. Caso não haja código, deixe o espaço em branco.

5. Sumário O autor poderá utilizar este espaço para dar informações diversas sobre

o curso. Normalmente é utilizado para inserir a ementa.

utilizar este espaço para dar informações diversas sobre o curso. Normalmente é utilizado para inserir a
6. Formato – Espaço para configurar em que formato o curso deverá ser organizado no

6. Formato Espaço para configurar em que formato o curso deverá ser organizado no AVA. No Moodle existem seis tipos de formatos, são eles:

Formato social Este formato é utilizado em situações específicas e focado em

um único assunto. O curso é organizado como um fórum e permite a participação dos integrantes por meio de comunicação assíncrona.

Formato de tópicos É o mais utilizado na estruturação de um curso,

principalmente nos cursos cuja organização seja por intermédio de módulos.

Formato semanal Permite a organização de um curso por semanas, divididos

em unidades, com datas de início e final bem definido.

Formato semanal CSS/sem tabelas A diferença do formato anterior é que a

organização em unidades não utiliza tabelas.

Formato de curso LAMS Neste formato o Learning Activity Management

System (LAMS) é a interface central do curso. Para utilizar é necessário que esteja configurado pelo administrador do AVA.

14
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Formato SORM Utiliza elementos em padrão SCORM.

Após definir o formato do curso, é necessário continuar com a configuração, conforme a figura 1.6.

FIGURA 1.5 - CONFIGURAÇÕES DO CURSO

com a configuração, conforme a figura 1.6. FIGURA 1.5 - CONFIGURAÇÕES DO CURSO FONTE: Arquivo pessoal

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

com a configuração, conforme a figura 1.6. FIGURA 1.5 - CONFIGURAÇÕES DO CURSO FONTE: Arquivo pessoal

7.

Número de semanas ou tópicos O critério para a escolha de número depende de

– O critério para a escolha de número depende de como o curso está estruturado e

como o curso está estruturado e como se desenvolverá. Sempre que o autor escolher o número,

o sistema lhe dará um tópico a mais sem numeração ou indicação de datas. Esse tópico sem numeração servirá para o autor inserir pastas com documentos referentes ao curso como um todo e não das unidades ou módulos específicos.

8. Data de início dos cursos Esse espaço deverá ser preenchido, caso o autor

queira definir data para início do curso, porém poderá permanecer desativado.

15
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9. Seções escondidas - Se a opção Seções escondidas são mostradas contraídas

for assinalada, os tópicos que estiverem em construção durante o desenvolvimento do curso,

não serão exibidos.

10. Quantas notícias mostrar Ao escolher um número, o sistema mostrará a

quantidade de notícias que aparecerá na página, caso este bloco for incorporado ao curso.

11. Mostrar notas Ao escolher a opção Sim os participantes terão acesso às suas

avaliações.

12. Mostrar relatórios de atividades Ao optar pela opção sim o autor possibilitará

que cada participante tenha acesso ao seu próprio relatório de acesso e atividades realizadas no AVA.

13. Tamanho máximo de upload Indica o tamanho máximo de um arquivo para ser enviado ao AVA. O autor pode optar pelo tamanho, mas cabe ao gestor definir o tamanho máximo disponível para esta opção.

14. Metacurso Se a opção SIM for a escolhida, este curso é uma área comum, na

qual os participantes cadastrados em cursos distintos possam interagir.

As condições para que um participante tenha acesso ao curso serão determinados na sessão inscrição, os elementos estão representados na figura 1.6.

tenha acesso ao curso serão determinados na sessão inscrição, os elementos estão representados na figura 1.6.
FIGURA 1.6 - INSCRIÇÕES 16 FONTE: Arquivo pessoal do autor. 15. Plugins para inscrição –

FIGURA 1.6 - INSCRIÇÕES

16
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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

15. Plugins para inscrição A equipe gestora do AVA define as possibilidades para

que uma pessoa possa participar de seus cursos.

16. Função padrão Indica qual a função padrão de uma pessoa ao ser cadastrada

no AVA. Normalmente a opção padrão, é a função estudante.

17. Curso aceita inscrição A AVA automaticamente já tem marcada a opção SIM,

porém se o autor deixar esta opção marcada qualquer pessoa ao acessar o AVA poderá fazer sua inscrição.

18. Data de início e final - Esta opção deverá ser marcada obrigatoriamente se o

formato do curso for semanal, se o autor escolher outra opção de formato esta opção é opcional.

19. Período de validade da inscrição - Esta opção deverá ser marcada quando o

autor deseja limitar a data de acesso dos participantes a um determinado período, sem possibilidade de futuros acessos.

Após

configurar

as

inscrições,

ainda

serão

necessários

configurar

alguns

itens

Após configurar as inscrições, ainda serão necessários configurar alguns itens importantes, conforme figura 1.7
FIGURA 1.7 - CONFIGURAÇÕES FINAIS 17 FONTE: Arquivo pessoal do autor. 20. Aviso de encerramento

FIGURA 1.7 - CONFIGURAÇÕES FINAIS

17
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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

20. Aviso de encerramento de inscrição Se o autor desejar que os participantes sejam notificados sobre o término do curso deverá preencher os espaços referentes ao encerramento.

21. Grupos O software permite que um curso possa trabalhar com todos os participantes em uma única turma, e que esta turma seja dividida em grupos. Existem três opções para configurar:

Nenhum grupo: Não há a divisão dos participantes.

dividida em grupos. Existem três opções para configurar:  Nenhum grupo: Não há a divisão dos
 Grupos separados: Nesta opção os participantes de cada grupo veem apenas os integrantes de

Grupos separados: Nesta opção os participantes de cada grupo veem apenas

os integrantes de seu grupo.

Grupos visíveis: cada integrante apenas participa das atividades de seu grupo,

mas pode ver os participantes de outros grupos. A opção forçar o tipo de grupo quando assinalada com a opção SIM o software não

permitirá que as atividades sejam direcionadas para grupos específicos.

18
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22. Disponibilidade Permite configurar o acesso de estudantes e visitantes.

23. Idioma O idioma oficial do Moodle é escolhido quando é instalado. Porém o

software possibilita ao usuário escolher o idioma para acessar e visualizar o ambiente virtual. A melhor configuração para este item é escolher a opção Não forçar.

24. Mudança de nome da função: Esta opção é preenchida, caso o autor queira mudar o nome da função para outro nome. Por exemplo: escrever Professor ao lado da palavra tutor.

25. Salvar as mudanças- Ao salvar as mudanças, normalmente aparecerá o quadro

para que sejam designadas as funções, conforme figura 1.8.

FIGURA 1.8 - FUNÇÕES DO MOODLE

que sejam designadas as funções, conforme figura 1.8. FIGURA 1.8 - FUNÇÕES DO MOODLE FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

que sejam designadas as funções, conforme figura 1.8. FIGURA 1.8 - FUNÇÕES DO MOODLE FONTE: Arquivo
3.5 EDIÇÃO DE UM CURSO Para configurar um curso, o autor tem que acionar um

3.5 EDIÇÃO DE UM CURSO

Para configurar um curso, o autor tem que acionar um link Ativar a edição, o mesmo

se encontra a direita no canto superior ou no bloco denominado Administração, conforme figura

1.9.

FIGURA 1.9 - ATIVAR A EDIÇÃO

19
19
conforme figura 1.9. FIGURA 1.9 - ATIVAR A EDIÇÃO 19 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Quando

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Quando o link de Ativar a edição for acionado, a tela terá um novo conjunto de ícones conforme figura 1.10.

autor. Quando o link de Ativar a edição for acionado, a tela terá um novo conjunto
FIGURA 1.10 – ÍCONES DE EDIÇÃO DO CURSO 20 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Além

FIGURA 1.10 ÍCONES DE EDIÇÃO DO CURSO

20
20
FIGURA 1.10 – ÍCONES DE EDIÇÃO DO CURSO 20 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Além dos

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Além dos ícones descritos na tabela, podem ser identificados menus importantes, tais

como:

1. Administração;

2. Recursos;

3. Atividades;

4. Blocos.

A área denominada Administração permite configurar áreas administrativas para funcionamento do curso. Os recursos e atividades relacionam-se ao design instrucional. Já os Blocos são compostos por diferentes funcionalidades e plugins, ou seja, são ferramentas que

instrucional. Já os Blocos são compostos por diferentes funcionalidades e plugins , ou seja, são ferramentas
podem ser utilizadas tanto para aspectos administrativos quanto para a configuração dos conteúdos, observe sua

podem ser utilizadas tanto para aspectos administrativos quanto para a configuração dos

conteúdos, observe sua disposição na figura 1.11.

FIGURA 1.11 - ADMINISTRAÇÃO, RECURSOS E BLOCOS

1.11. FIGURA 1.11 - ADMINISTRAÇÃO, RECURSOS E BLOCOS FONTE: Arquivo pessoal do autor. 21 Neste módulo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

21
21

Neste módulo serão abordados as funcionalidades do menu Administração, conforme

tabela 1.2. Os demais serão vistos nos módulos posteriores.

Tabela 1.2 Ícones da Administração

Ativar edição/desativar edição – permite ativar a edição do curso da mesma forma que o

Ativar edição/desativar edição permite ativar a edição do curso da mesma forma que o link existente no canto superior direito da tela.

Configurações – é a chave-mestra de configuração do curso: datas, formatos, tipo de curso e

Configurações é a chave-mestra de configuração do curso: datas, formatos, tipo de curso e outros. Na prática, permite retornar à tela de criação do curso.

do curso: datas, formatos, tipo de curso e outros. Na prática, permite retornar à tela de
Designar funções – designa pessoas já inseridas no AVA para as diferentes funções existentes: administradores,
Designar funções – designa pessoas já inseridas no AVA para as diferentes funções existentes: administradores,

Designar funções designa pessoas já inseridas no AVA para as diferentes funções existentes: administradores, autores, tutores e estudantes entre outros.

Notas – quando acionado pelo tutor ou coordenador de uma atividade, permite a correção de

Notas quando acionado pelo tutor ou coordenador de uma atividade, permite a correção de atividades e atribuição de notas. Quando acionado pelos alunos, permite a verificação das notas obtidas.

Grupos – possibilita a distribuição dos participantes por grupos.

Grupos possibilita a distribuição dos participantes por grupos.

Backup – com esse comando, é possível fazer o backup do curso, possibilitando assim que

Backup com esse comando, é possível fazer o backup do curso, possibilitando assim que ele seja restaurado no mesmo AVA ou em outro.

Restaurar – comando que permite restaurar no AVA um curso cujo backup tenha sido realizado.

Restaurar comando que permite restaurar no AVA um curso cujo backup tenha sido realizado.

Importar – o recurso permite que um curso possa ser inserido e configurado no AVA.

Importar o recurso permite que um curso possa ser inserido e configurado no AVA.

Reconfigurar – trata-se de um atalho que contém itens presentes nos itens Configuração e Designar

Reconfigurar trata-se de um atalho que contém itens presentes nos itens Configuração e Designar funções.

Relatórios – possibilita a emissão de relatórios.

Relatórios possibilita a emissão de relatórios.

 

Perguntas disponibiliza o banco de perguntas e questões

que podem ser utilizadas para a confecção de atividades do tipo questionário (avaliações on-line ).

que podem ser utilizadas para a confecção de atividades do tipo questionário (avaliações on-line).

Arquivos – nessa pasta ficam armazenados todos os arquivos que foram enviados para o curso

Arquivos nessa pasta ficam armazenados todos os arquivos que foram enviados para o curso via upload.

Cancelar minha inscrição no curso – permite o cancelamento da inscrição do participante em um

Cancelar minha inscrição no curso permite o cancelamento da inscrição do participante em um curso.

Perfil – permite a visualização e modificação do perfil.

Perfil permite a visualização e modificação do perfil.

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As funcionalidades do menu administração, geralmente estão sob a responsabilidade

da equipe gestora. Aos autores e tutores caberão as configurações relativas aos arquivos do

curso.

a responsabilidade da equipe gestora. Aos autores e tutores caberão as configurações relativas aos arquivos do
4 BLOCOS E PLUGINS DO MOODLE Blocos ou plugins são ferramentas que quando colocadas à

4 BLOCOS E PLUGINS DO MOODLE

Blocos ou plugins são ferramentas que quando colocadas à esquerda ou direita da área principal do curso, possibilitam novas possibilidades pedagógicas ou administrativas. A equipe gestora é responsável por disponibilizar os itens extras que não são contemplados no pacote de instalação do Moodle. Dessa forma, as possibilidades aqui apresentadas podem variar em relação ao AVA de cada instituição.

4.1 BLOCOS FUNCIONALIDADES BÁSICAS

23
23

Atualmente, há centenas de blocos que podem ser agregados ao Moodle. A cada nova versão muitos elementos são incorporados. Abaixo, serão citados o que, geralmente, estão contemplados no pacote básico do Moodle, quando o download é feito por meio do site oficial (www.moodle.org). Para fazer a inserção de um bloco em um curso os passos serão sempre os mesmos: abrir o menu de blocos, clicar sobre a funcionalidade escolhida e o sistema irá inseri-la na página.

escolhida e o sistema irá inseri-la na página. Acesso móvel: fornece um endereço para que os

Acesso móvel: fornece um endereço para que os participantes possam acessar os cursos em dispositivos móveis e celulares. Administrar favoritos: possibilita que os itens assinalados como favoritos possam ser administrados. Alimentador RSS remoto: Por meio dele, o AVA recebe automaticamente mensagens e notícias enviadas a partir de portais que trabalham com serviços de RSS. Aniversário: informa os aniversariantes do dia para todos os participantes. Atividade recente: mostra as últimas atividades realizadas no AVA. Busca do Google: Abre o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.

o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
o buscador do Google diretamente no AVA. Calculadora financeira: Permite a realização de alguns cálculos financeiros.
Calendário: mostra o calendário com as atividades do curso, os eventos do grupo ou individuais.
Calendário: mostra o calendário com as atividades do curso, os eventos do grupo ou individuais.

Calendário: mostra o calendário com as atividades do curso, os eventos do grupo ou individuais.

Cursos: mostra os cursos disponíveis no AVA. mostra os cursos disponíveis no AVA.

Descrição do curso: mostra a descrição do curso, que é a mesma colocada no formulário de criação do mostra a descrição do curso, que é a mesma colocada no formulário de criação do curso.

HTML: excelente recurso permite inúmeras possibilidades, inclusive a colocação de imagens e vídeos. excelente recurso permite inúmeras possibilidades, inclusive a colocação de imagens e vídeos.

Itens do glossário: viabiliza um glossário (dicionário de termos específicos) para os participantes. viabiliza um glossário (dicionário de termos específicos) para os participantes.

Links da seção: permite visualizar os links que estão disponibilizados em cada módulo do curso. permite visualizar os links que estão disponibilizados em cada módulo do curso.

Mensagens: mostra as mensagens recebidas. mostra as mensagens recebidas.

Mentorandos: mostra os alunos que estão sob a condição de orientandos do mostra os alunos que estão sob a condição de orientandos do

tutor do curso.

Menu do blog : cada participante pode construir um blog . Essa ferramenta viabiliza um atalho. do blog: cada participante pode construir um blog. Essa ferramenta viabiliza um atalho.

Pesquisa global: sistema de busca interna do AVA para localizar informações, palavras ou expressões. sistema de busca interna do AVA para localizar informações, palavras ou expressões.

Repositório de objetos de aprendizagem móvel: possibilita a criação de conteúdos especiais para a visualização em dispositivos móveis e celulares. possibilita a criação de conteúdos especiais para a visualização em dispositivos móveis e celulares.

Resultados dos testes: mostra os resultados obtidos em atividades e mostra os resultados obtidos em atividades e

avaliações.

Servidores de rede: identifica os servidores de acesso ao AVA. Tags: mostra as palavras-chaves, ou termos indexadores do AVA, permitindo sua identificação em buscadores da internet. Tags do blog: mostra as palavras-chaves, ou termos indexadores do blog. Usuários (móveis): identifica os usuários móveis que estão acessando o AVA. Usuários on-line: identifica os usuários que estão acessando o AVA, incluindo

os móveis.

usuários que estão acessando o AVA, incluindo os móveis. 24 Últimas notícias: mostra as últimas notícias
usuários que estão acessando o AVA, incluindo os móveis. 24 Últimas notícias: mostra as últimas notícias
usuários que estão acessando o AVA, incluindo os móveis. 24 Últimas notícias: mostra as últimas notícias
usuários que estão acessando o AVA, incluindo os móveis. 24 Últimas notícias: mostra as últimas notícias
usuários que estão acessando o AVA, incluindo os móveis. 24 Últimas notícias: mostra as últimas notícias
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Últimas notícias: mostra as últimas notícias geradas pelo autor/tutor. A mostra as últimas notícias geradas pelo autor/tutor. A

quantidade de notícias mostradas é controlada na página de configuração do curso.

geradas pelo autor/tutor. A quantidade de notícias mostradas é controlada na página de configuração do curso.

4.2 BLOCOS: PERSPECTIVA EM WEB 2.0

4.2 BLOCOS: PERSPECTIVA EM WEB 2.0 Os blocos são a principal porta de entrada para a

Os blocos são a principal porta de entrada para a Web 2.0 no Moodle. Apesar de ter inúmeros blocos disponíveis, neste item veremos os mais interessantes sob o ponto de vista da Web, ou seja, aqueles que permitem interação, interatividade e versatilidade para a aprendizagem e o compartilhamento de conhecimento.

4.2.1 Aula com WiZIQ

25
25

Este bloco permite a realização de videoconferências e aulas on-line por meio do uso de áudio e vídeo. Para utilizar, os participantes precisam criar um login de acesso, por meio do portal (www.wiziq.com) ou na inserção do bloco no curso. Observe a figura 2.2.

FIGURA 2.1 CONFIGURAÇÃO DO WIZIQ

Observe a figura 2.2. FIGURA 2.1 CONFIGURAÇÃO DO WIZIQ FONTE: Arquivo pessoal do autor. A configuração

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

A configuração do WiZiQ é simples e deve ser feita diretamente no painel.

DO WIZIQ FONTE: Arquivo pessoal do autor. A configuração do WiZiQ é simples e deve ser
Title – Nome da aula ou do conteúdo que será ministrado. Date- Data em que

Title Nome da aula ou do conteúdo que será ministrado.

Date- Data em que ocorrerá o evento.

Time O horário em que os conteúdos serão abertos.

Duration- Por quanto tempo a sala ficará aberta.

Timezone- Indica o horário do servidor onde o Moodle está hospedado e servirá de referência para marcação dos horários da conferência.

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26

Type- Indica a referência em termos de fuso horário. O áudio indica que a sala será aberta apenas com interação via áudio. Quando marcados áudio e vídeo habilita também o uso do vídeo.

Ao entrar na seção criada pelo WIZIQ, os participantes encontram duas opções de trabalho: usar os recursos apresentados para a interação ou realizar upload de algum material que queira explorar. Assim, pode apresentar a sessão de arquivos em PowerPoint, Word, Excel, entre outros.

A figura 2.2 mostra essas possibilidades. No canto superior ícones para acionar áudio e vídeo e na parte central os arquivos disponibilizados.

FIGURA 2.2 - TEMPLATE DO WIZIQ

vídeo e na parte central os arquivos disponibilizados. FIGURA 2.2 - TEMPLATE DO WIZIQ FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

vídeo e na parte central os arquivos disponibilizados. FIGURA 2.2 - TEMPLATE DO WIZIQ FONTE: Arquivo
4.2.2 HTML É um bloco muito importante e deverá ser instalado no Moodle , mesmo

4.2.2 HTML

É um bloco muito importante e deverá ser instalado no Moodle, mesmo que o site não o contemple. Para inserir no curso basta selecioná-lo no menu de blocos. Este bloco permite inserir nas laterais do curso, qualquer tipo de mídia, incluindo sons, imagens e vídeos. Tem as mesmas funcionalidades do recurso Rótulo, que será visto no próximo módulo.

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27

Observe a figura 2.3, ela mostra uma tela de configuração do HTML. Os comandos disponibilizados são semelhantes aos oferecidos por qualquer editor de textos.

FIGURA 2.3 - TELA DE HTML

por qualquer editor de textos. FIGURA 2.3 - TELA DE HTML FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

HTML Inserção de um vídeo

Há duas possibilidades para inserção de um vídeo em um bloco HTML:

do autor. HTML – Inserção de um vídeo Há duas possibilidades para inserção de um vídeo

1.

A partir de upload de um arquivo de vídeo diretamente para o curso O

de um arquivo de vídeo diretamente para o curso – O autor deve clicar no link/pasta

autor deve clicar no link/pasta de arquivos (figura 2.4) que se encontra na caixa de administração do curso e enviar o vídeo.

FIGURA 2.4 - ADIÇÃO DE ARQUIVO

do curso e enviar o vídeo. FIGURA 2.4 - ADIÇÃO DE ARQUIVO Clique na pasta arquivos

Clique na pasta arquivos

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

28
28

Enviado o arquivo, clica-se sobre ele com o botão direito do mouse e, depois, sobre copiar atalho. Para que o vídeo seja disponibilizado no curso, deverão ser adotados os seguintes procedimentos:

1. Inserir o bloco HTML que receberá o vídeo e clicar no ícone de edição.

2. Clicar no botão em formato de setas divergentes (< >) que se encontra no final

da segunda linha de ícones/comandos (observar que a caixa de edição ficará acinzentada).

3. Digitar o código (<embed src="link do video" width="120"

height="120"</embed>).

4. Substituir a expressão “link do vídeo”, colando entre aspas (“ “) o endereço do

vídeo (deve-se utilizar o atalho copiado por meio dos comandos Copiar (Ctrl + C) e Colar (Ctrl +

(“ “) o endereço do vídeo (deve-se utilizar o atalho copiado por meio dos comandos Copiar
V)). 5. Salvar as alterações. Observe o vídeo inserido na figura 2.5 FIGURA 2.5 -

V)).

5. Salvar as alterações.

Observe o vídeo inserido na figura 2.5

FIGURA 2.5 - VISUALIZAÇÃO DE UM VÍDEO

29
29
na figura 2.5 FIGURA 2.5 - VISUALIZAÇÃO DE UM VÍDEO 29 FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Utilizando do código de compartilhamento do vídeo Existem vários sites especializados na disponibilização de vídeos para

compartilhamento. O Youtube e teachertube são os mais populares. Para inserir um vídeo do Youtube na caixa HTML, devem-se seguir os passos abaixo:

1. Acessar o Youtube no endereço www.youtube.com e escolher o vídeo de seu

interesse.

2. Ao lado do vídeo o autor deve procurar uma caixa denominada “incorporar” ou

embed”.

3. Clique com o botão direito do mouse, copie-se o endereço. Observe exemplo de

endereço abaixo:

<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1LxRS71yX8k&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen"

name="allowFullScreen"
value="true"></param><param name="allowscriptaccess"

value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1LxRS71yX8k&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

4. Em seguida abra o bloco HTML e clique no ícone de edição.

5. Procure na edição o botão de setas divergentes (< >) que se encontra no final da

segunda linha de ícones/comandos (observar que a caixa de edição ficará cinza).

6. O código capturado no YouTube deverá ser colado.

7. Após colar o código, salvar as interações.

30
30

Observe a visualização de um vídeo compartilhado, figura 2.6.

FIGURA 2.6 VISUALIZAÇÃO DE VÍDEO COMPARTILHADO

2.6. FIGURA 2.6 VISUALIZAÇÃO DE VÍDEO COMPARTILHADO FONTE: Arquivo pessoal do autor. HTML- Inserção de um

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

HTML- Inserção de um arquivo de som Os procedimentos básicos para inserção de um arquivo de som (mp3, wav) são os

mesmos adotados para inserir um vídeo. A única diferença é o código de suporte à inserção.

1. Deve-se clicar no link/pasta Arquivos que se encontra na caixa de

administração do curso e enviar o arquivo de som.

2. Enviado o arquivo, clica-se sobre ele com o botão direito do mouse e

aciona-se o comando “copiar atalho”. Agora, um arquivo de texto deve ser aberto no bloco de

direito do mouse e aciona- se o comando “copiar atalho”. Agora, um arquivo de texto deve
notas, colando-se nele o endereço capturado. 3. Insere-se o bloco HTML que receberá o arquivo

notas, colando-se nele o endereço capturado.

3. Insere-se o bloco HTML que receberá o arquivo de som e, após a inserção,

clica-se no ícone de edição.

4. O botão em formato de setas divergentes (< >) que se encontra no final da

segunda linha de ícones/comandos deverá ser acionado (observar que a caixa de edição ficará acinzentada).

5. Digita-se o código:

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31

<a href=" link do arquivo de som "> Nome do arquivo para visualização</a>. 6. A expressão “link do arquivo de som” deve ser substituída, colando-se entre aspas (“

“) o endereço do arquivo de som (utilizar o atalho copiado por meio dos comandos Copiar (Ctrl + C) e Colar (Ctrl + V).

7. As alterações devem ser salvas.

Visualize na figura 2.7 o resultado da inserção de um arquivo de som.

FIGURA 2.7- INSERÇÃO DE SOM

de um arquivo de som. FIGURA 2.7- INSERÇÃO DE SOM FONTE: Arquivo pessoal do autor. HTML

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

HTML Inserção de arquivos de Powerpoint Embora seja pouco conhecido do público, há excelentes formas de disponibilizar os arquivos em formato PowerPoint e Flash diretamente no Moodle sem necessidade de download. Existem dois serviços interessantes:

Slideshare (www.slideshare.net)

Authorstream (www.authorstream.com)

Para inserir uma apresentação hospedada no slideshare, por exemplo, deve-se proceder da seguinte forma:

slideshare, por exemplo, deve-se proceder da seguinte forma: 1. Acessar o endereço www.slideshare.net e encontre uma
preferência. 2. Escolher a caixa assinalada com “ incorporar” ou “ embed”. 3. Copie o

preferência.

2.

Escolher a caixa assinalada com “incorporar” ou “embed”.

3.

Copie o endereço que abrir.

4.

Inserir o bloco HTML.

5.

Clica-se no botão em forma de setas divergentes (< >) que se encontra no final

da segunda linha de ícones/comandos deverá ser acionado (observar que a caixa de edição ficará acinzentada).

6. O código capturado no site deverá ser colado na caixa

(Exemplo:<div><h3 style="padding:0px;margin:3px;"><a

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32

href="http://www.authorstream.com/Presentation/cigrobson-250672-educa-hipertextual-conceitos-sicos-hipertexto-

hiperdocumento-ead-amaz-nia-educ-basicos-education-ppt-powerpoint/" target="_blank" style="font:normal 18px,arial;">Educação Hipertextual: conceitos básicos</a></h3><object width="425" height="354" id="player"></div></div>)

7. Em seguida o autor deve salvar as alterações.

Visualize na figura 2.8 a inserção de um PowerPoint.

FIGURA 2.8 - INSERÇÃO DE POWERPOINT

na figura 2.8 a inserção de um PowerPoint. FIGURA 2.8 - INSERÇÃO DE POWERPOINT FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

na figura 2.8 a inserção de um PowerPoint. FIGURA 2.8 - INSERÇÃO DE POWERPOINT FONTE: Arquivo

4.2.3

Presenter

4.2.3 Presenter O Presenter (figura 2.9) é um plugin que possibilita a criação de páginas internas

O Presenter (figura 2.9) é um plugin que possibilita a criação de páginas internas no Moodle a partir da combinação de mídias: som, vídeos, imagens e textos.

FIGURA 2.9 - PRESENTER

som, vídeos, imagens e textos. FIGURA 2.9 - PRESENTER 4.2.4 Exabis : e-portfólio FONTE: Arquivo pessoal

4.2.4 Exabis: e-portfólio

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

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33

Com o Exabis, (figura 2.10), o espaço do cursista fica ampliado dentro de um curso. O aluno pode disponibilizar assuntos do seu interesse, compartilhar links, arquivos, comentários e todas as informações que desejar.

disponibilizar assuntos do seu interesse, compartilhar links, arquivos, comentários e todas as informações que desejar.
FIGURA 2.10 – EXABIS: EPOTFÓLIO 34 4.2.5 Moogle ou Goodle FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FIGURA 2.10 EXABIS: EPOTFÓLIO

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34

4.2.5 Moogle ou Goodle

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Este bloco possibilita o uso otimizado do Google diretamente no AVA. Além das buscas tradicionais ele pode ser personalizado para atuar em áreas de interesse dos participantes. Observe a figura 2.11.

FIGURA 2.11 MOOGLE/GOODLE

Observe a figura 2.11. FIGURA 2.11 – MOOGLE/GOODLE FONTE: Arquivo pessoal do autor. 4.2.6 Youtube Video

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Observe a figura 2.11. FIGURA 2.11 – MOOGLE/GOODLE FONTE: Arquivo pessoal do autor. 4.2.6 Youtube Video
A vantagem do bloco é disponibilizar vários vídeos em um só espaço, observe a figura

A vantagem do bloco é disponibilizar vários vídeos em um só espaço, observe a figura

2.12.

FIGURA 2.12 YOUTUBE VÍDEO PLAYLIST

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35

4.2.7 Game

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

O bloco disponibiliza oito jogos muito interessantes: Hangman Jogo da forca; Crossword Palavras cruzadas; Cryptex Caça-palavras; Millionaire Milionário; Sudoku; The hidden picture Imagem escondida; Snakes and Ladders Snakes; e Book with question Livro de questões (Figura 2.13).

FIGURA 2.13 - GAMES

Snakes; e Book with question – Livro de questões (Figura 2.13). FIGURA 2.13 - GAMES FONTE:

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Snakes; e Book with question – Livro de questões (Figura 2.13). FIGURA 2.13 - GAMES FONTE:
5 RECURSOS DO MOODLE O menu de recursos tem ferramentas muito importantes para a configuração

5 RECURSOS DO MOODLE

O menu de recursos tem ferramentas muito importantes para a configuração de um

curso. O objetivo é permitir que seja configurado no AVA o material de estudo. Observe a figura

3.1.

FIGURA 3.1 - MENU DE RECURSOS

5.1 FUNCIONALIDADES

3.1. FIGURA 3.1 - MENU DE RECURSOS 5.1 FUNCIONALIDADES FONTE: Arquivo pessoal do autor. 36 A

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

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36

A cada versão, novos recursos são incorporados ao Moodle. Atualmente os mais importantes são:

Livro É um plugin, também conhecido como book. Possibilita a construção de um conteúdo contínuo, com ótimo desempenho. Substitui softwares de edição tais como:

Powerpoint, Word e PDF, entre outros. Criar página de textos simples Este recurso permite a criação de pequenos textos no AVA. Devido às suas limitações, a melhor opção é substituí-lo por Página de web. Criar página de web É um recurso que permite formatação completa, incluindo mudanças de cores, inserção de figuras, vídeos e sons.

– É um recurso que permite formatação completa, incluindo mudanças de cores, inserção de figuras, vídeos
– É um recurso que permite formatação completa, incluindo mudanças de cores, inserção de figuras, vídeos
– É um recurso que permite formatação completa, incluindo mudanças de cores, inserção de figuras, vídeos
– É um recurso que permite formatação completa, incluindo mudanças de cores, inserção de figuras, vídeos
Link a um arquivo ou site – Como o seu próprio nome já diz, ele

Link a um arquivo ou site Como o seu próprio nome já diz, ele permite duas ações; disponibilizar arquivos para serem abertos ou fazer download e indicar endereços da internet.

Visualizar um diretório Este recurso que o usuário visualize uma pasta onde os arquivos estão armazenados. Usar um pacote IMS CP - Multimedia Subsystem é uma plataforma para controle de serviços multimídia que combina recursos em tempo real, como voz e videotelefonia, com serviços prestados não em tempo real, independentemente da tecnologia de rádio empregada.

mesmas

propriedades e possibilidades do HTML.

mesmas – propriedades e possibilidades do HTML. Inserir rótulo Este recurso é muito importante por deter
mesmas – propriedades e possibilidades do HTML. Inserir rótulo Este recurso é muito importante por deter
mesmas – propriedades e possibilidades do HTML. Inserir rótulo Este recurso é muito importante por deter
mesmas – propriedades e possibilidades do HTML. Inserir rótulo Este recurso é muito importante por deter

Inserir

rótulo

Este

recurso

é

muito

importante

por

deter

as

5.2 ASPECTOS IMPORTANTES

37
37

O uso dos recursos requer planejamento adequado para que não haja excessos e impropriedades. Em seguida, vamos explorar alguns recursos e as melhores opções de uso.

5.2.1 Livro (Book)

O recurso livro possibilita a construção de páginas interligadas. A estrutura em formato de livro possibilita que o assunto seja dividido em capítulos, subcapítulos e outras divisões, além da divisão, ele permite a importação de conteúdos em HTML, produzidos a partir de outros softwares como, por exemplo, Bloco de notas, Front Page ou Dreamweaver. Observe as figuras

3.2 e 3.3.

a partir de outros softwares como, por exemplo, Bloco de notas, Front Page ou Dreamweaver. Observe
FIGURA 3.2 - EDIÇÃO DO LIVRO 38 FONTE: Arquivo pessoal do autor. FIGURA 3.3 -

FIGURA 3.2 - EDIÇÃO DO LIVRO

38
38

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FIGURA 3.3 - DIVISÃO DE CAPÍTULOS E ÍCONES PARA IMPRESSÃO E EXPORTAÇÃO DO LIVRO

CAPÍTULOS E ÍCONES PARA IMPRESSÃO E EXPORTAÇÃO DO LIVRO FONTE: Arquivo pessoal do autor. 5.2.2 Página

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

5.2.2 Página de texto simples/página WEB

O recurso do texto simples pertence ao pacote padrão de instalação do Moodle, mas

devido às suas limitações ele é dispensável, uma vez que Criar página web, além de cobrir as

funcionalidades da página de texto simples, possui várias opções de uso.

que Criar página web , além de cobrir as funcionalidades da página de texto simples, possui
A Página de web , como o próprio nome diz, permite a criação de uma

A Página de web, como o próprio nome diz, permite a criação de uma página no

sistema. Suas possibilidades de utilização dependem da criatividade do autor do curso.

Normalmente, este recurso é utilizado para disponibilizar avisos, apresentação do

tutor/coordenador, estrutura do curso, endereços de Web, videotecas e outras possibilidades.

Os ícones de edição são semelhantes aos empregados no editor de texto Word. A

figura 3.4 mostra o menu de edição da página de Web.

FIGURA 3.4 MENU DE FORMATAÇÃO E INSERÇÃO

39
39
Web. FIGURA 3.4 – MENU DE FORMATAÇÃO E INSERÇÃO 39 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Observe

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Observe logo abaixo na tabela 3.1 a explicação de cada conjunto de ícones.

Tabela 3.1 Ícones de edição do recurso página web

Destina-se a regular o alinhamento, posicionamento e direção de textos ou figuras.

Destina-se a regular o alinhamento, posicionamento e direção de textos ou figuras.

Permite aumentar ou diminuir a distância do texto em relação à margem.

Permite aumentar ou diminuir a distância do texto em relação à margem.

Fornece numeração ou marcadores automáticos.

Fornece numeração ou marcadores automáticos.

Elementos para navegação, busca, troca e inserção de caracteres e adereços especiais.

Elementos para navegação, busca, troca e inserção de caracteres e adereços especiais.

Para edição de fontes e fundo.

Para edição de fontes e fundo.

para navegação, busca, troca e inserção de caracteres e adereços especiais. Para edição de fontes e
Inserção de figuras e criação de tabelas. Inserção de códigos e elementos HTML. 5.2.3 Link
Inserção de figuras e criação de tabelas.

Inserção de figuras e criação de tabelas.

Inserção de códigos e elementos HTML.

Inserção de códigos e elementos HTML.

5.2.3 Link a um arquivo ou site

40
40

Este é um recurso que permite duas funcionalidades: disponibilizar um endereço da web ou apresentar um arquivo para a visualização ou download.

apresentar um arquivo para a visualização ou download . Link a um arquivo- Permite ao autor

Link a um arquivo- Permite ao autor disponibilizar um arquivo em qualquer formato para a visualização ou download (Figura 3.5). Para utilizar esse recurso é necessário que o autor leve em consideração a necessidade dos participantes, principalmente em arquivos que necessitem instalação de softwares ou plugins. Caso o autor verifique que o arquivo precise de programas especiais para visualização, deve providenciar que o AVA disponibilize o programa ou link para download necessário. É importante que ao utilizar este recurso para disponibilizar arquivos, o autor faça a opção para que o arquivo seja aberto em uma nova janela.

FIGURA 3.5 LINK A UM ARQUIVO OU SITE

o arquivo seja aberto em uma nova janela. FIGURA 3.5 – LINK A UM ARQUIVO OU

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

o arquivo seja aberto em uma nova janela. FIGURA 3.5 – LINK A UM ARQUIVO OU
Link a um site – O procedimento para disponibilizar um endereço de web é o
Link a um site – O procedimento para disponibilizar um endereço de web é o

Link a um site O procedimento para disponibilizar um endereço de web é o mesmo procedimento da inserção de um arquivo. No local da localização o autor deverá colocar o endereço do site para ser visualizado. A indicação de sites deve ser estudada adequadamente, pois o excesso de links na página do curso podem trazer prejuízos e desviar o participante dos objetivos que deseja alcançar. A melhor opção para disponibilizar um endereço é utilizar a opção de abrir em uma nova janela.

5.2.4 Visualizar um diretório

41
41

Este recurso oferece opção de reunir e organizar os arquivos enviados ao AVA por meio de transferência em FTP ou do recurso link a um arquivo ou site. A partir da criação de um diretório, evita-se que a área principal de trabalho fique poluída.

Ele permite duas possibilidades: visualizar o diretório principal onde todos os arquivos se encontram ou apenas uma pasta específica criada nele.

A opção para que o participante visualize apenas uma pasta, requer uma medida adicional, pois primeiro é necessário criar um diretório especial. Para isso, basta clicar no Link Arquivos no Menu Administração. Quando estiver pronto, basta inserir o recurso Visualizar um diretório, em seguida coloque os arquivos nessa pasta para que o participante possa visualizar. Para visualizar um diretório é necessário configurar o recurso de acordo com a Figura

3.6.

possa visualizar. Para visualizar um diretório é necessário configurar o recurso de acordo com a Figura
FIGURA 3.6 - VISUALIZAR DIRETÓRIO 42 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Na figura 3.7, observe

FIGURA 3.6 - VISUALIZAR DIRETÓRIO

42
42

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Na figura 3.7, observe o resultado da inserção de arquivos no recurso Visualizar um

diretório.

FIGURA 3.7- VISUALIZAÇÃO DE ARQUIVOS NO RECURSO VISUALIZAR DIRETÓRIO

FIGURA 3.7- VISUALIZAÇÃO DE ARQUIVOS NO RECURSO VISUALIZAR DIRETÓRIO 5.2.5 Rótulo FONTE: Arquivo pessoal do autor.

5.2.5 Rótulo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FIGURA 3.7- VISUALIZAÇÃO DE ARQUIVOS NO RECURSO VISUALIZAR DIRETÓRIO 5.2.5 Rótulo FONTE: Arquivo pessoal do autor.
Este recurso é bem interessante, a ele são atribuídas todas as propriedades do recurso HTML.

Este recurso é bem interessante, a ele são atribuídas todas as propriedades do recurso HTML. A diferença está no fato de que o HTML é um bloco e pode ser inserido somente nas laterais do curso, enquanto que o Rótulo compõe a área principal do curso.

5.2.6 Pacote IMS CP

43
43

É um recurso que permite a importação de conteúdos construídos com o formato IMS CP, ou seja, de objetos de aprendizagem que podem ser reutilizados. Na prática é uma alternativa semelhante ao Scorm.

É importante lembrar que o Moodle não possui plugins ou módulos internos para a produção de Scorm ou Pacotes IMS CP. Para suprir essa deficiência, há dois softwares que possibilitam a produção desses padrões: RELOAD Project (www.reload.ac.uk) e ExeLearning (http://sourceforge.net/apps/trac/exe/wiki)

a produção desses padrões: RELOAD Project (www.reload.ac.uk) e ExeLearning ( http://sourceforge.net/apps/trac/exe/wiki)
6 ATIVIDADES DO MOODLE O menu de atividades (Figura 4.1) é o grande dinamizador da

6 ATIVIDADES DO MOODLE

O menu de atividades (Figura 4.1) é o grande dinamizador da aprendizagem no

Moodle, pois é a partir dele que são disponibilizados funcionalidades de interatividade e

interação. A cada versão do Moodle são incorporadas melhorias significativas.

FIGURA 4.1 MENU DE ATIVIDADES

significativas . FIGURA 4.1 – MENU DE ATIVIDADES FONTE: Arquivo pessoal do autor. 6.1 FUNCIONALIDADES As
significativas . FIGURA 4.1 – MENU DE ATIVIDADES FONTE: Arquivo pessoal do autor. 6.1 FUNCIONALIDADES As

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

6.1 FUNCIONALIDADES

As atividades listadas a seguir são consideradas as de uso mais comum em virtude de,

em sua grande maioria, já virem incorporadas ao pacote de instalação do software.

Base de dados: permite a criação e busca de bancos e bases de dados sobre qualquer tópico. A permite a criação e busca de bancos e bases de dados sobre qualquer tópico. A estrutura dos itens permite a inclusão de imagens, arquivos, números, links e textos. Conhecimentos sobre programas como Microsoft Access ou Filemaker podem ser muito úteis.

e

simultânea (síncrona) entre os participantes de um curso.

simultânea (síncrona) entre os participantes de um curso. Chat: também conhecido como bate-papo permite a interação

Chat:

também

conhecido

como

bate-papo

permite

a

interação

on-line

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44
(síncrona) entre os participantes de um curso. Chat: também conhecido como bate-papo permite a interação o
Escolha: bastante simples, tem por objetivo permitir a criação de um pequeno formulário com perguntas

Escolha: bastante simples, tem por objetivo permitir a criação de um pequeno formulário com perguntas e respostas. FlashcardTrainer: essa atividade permite uma dinâmica composta por perguntas e respostas. Fórum: o fórum permite a criação de ferramentas de discussão, incluindo a possibilidade de classificar as mensagens. Glossário: destina-se à criação de dicionários de termos relacionados ao conteúdo trabalhado no curso. A versatilidade da atividade inclui a possibilidade de inclusão de imagens, arquivos e links. Lição: trata-se de uma atividade interessante em que perguntas e respostas são intercaladas com apresentações e arquivos de diferentes formatos. Mobile-Tag: é uma etiqueta que permite indicar um local em um curso para ser visualizado via dispositivos móveis ou celulares. Pode-se usar um leitor de etiquetas móveis e visitar o vínculo especificado. Objeto de aprendizagem móvel: objetos criados especialmente para o acesso via dispositivos móveis e celulares. Pesquisa de avaliação: permite a consulta sobre determinado assunto e a realização de pesquisas rápidas junto a todos os participantes do curso. Questionário: viabiliza uma grande variedade de tipos de exercícios e avaliações on-line. Permite a criação de questões objetivas e dissertativas, além de fornecer feedback sobre erros e acertos. Scorm/AICC: é um conjunto de padrões que permite a criação de objetos de aprendizagem, ou seja, conteúdos que são aceitos em diferentes tipos de ambientes virtuais de aprendizagem. A possibilidade de reutilização dos objetos criados e rastreamento das ações dos participantes (número de acessos e pontuação obtida em testes realizados) é sua principal característica.

Tarefas: essa atividade possibilita a solicitação de atividades que devem ser realizadas on-line ou off-line. Assim, a modalidade avançada de carregamento de arquivos possibilita ao participante enviar para o tutor mais de um arquivo simultaneamente. No texto on- line, a partir de uma solicitação, o participante edita sua resposta on-line e, imediatamente, efetua o envio para que o tutor faça a correção. O envio de arquivo único difere do tipo Modalidade avançada pelo fato de que só permite o envio de um único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que não permite que o

único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
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único arquivo. Por fim, a atividade off-line tem uma natureza diferente das demais, uma vez que
participante envie sua tarefa via AVA. Na prática, ela funciona como um tipo de alerta

participante envie sua tarefa via AVA. Na prática, ela funciona como um tipo de alerta para que o aluno entregue sua tarefa posteriormente, por exemplo, durante um encontro presencial. WIKI: possibilita que vários participantes construam coletivamente um hiperdocumento. Trata-se de uma atividade democrática e muito interessante nas atividades em grupo. Seu funcionamento se assemelha ao serviço disponibilizado na Wikipédia (www.wikipedia.org).

disponibilizado na Wikipédia ( www.wikipedia.org ). 6.2 ASPECTOS IMPORTANTES 46 Após conceituar cada uma das

6.2 ASPECTOS IMPORTANTES

46
46

Após conceituar cada uma das atividades e suas funcionalidades, o autor precisa conhecer os aspectos fundamentais de cada atividade para que o participante tenha aproveitamento em sua aprendizagem.

6.2.1 Base de dados

A base de dados também conhecida como banco de dados é uma atividade simples em sua concepção, porém complexa em sua estruturação. Para utilizá-la, o autor precisa fazer um estudo adequado para verificar se a sua utilização será compensadora. O acesso é realizado por meio da caixa de atividades. Há poucos itens obrigatórios para preencher na tela inicial (Figura 4.2). Os itens obrigatórios são: o nome e o texto da introdução.

obrigatórios para preencher na tela inicial (Figura 4.2). Os itens obrigatórios são: o nome e o
FIGURA 4.2 – ATUALIZAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS 47 FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FIGURA 4.2 ATUALIZAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS

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47

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Após o preenchimento dos campos obrigatórios, e se for o caso, habilitadas as datas e os períodos em que a atividade ficará disponível é só clicar em Salvar e mostrar, conforme Figura 4.3.

as datas e os períodos em que a atividade ficará disponível é só clicar em Salvar
FIGURA 4.3 - COMO SALVAR OS DADOS 48 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Salva as

FIGURA 4.3 - COMO SALVAR OS DADOS

48
48

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Salva as considerações, será disponibilizada uma nova tela (Figura 4.4) que contém o menu de opções Criar novo campo . Configurar este item é importante, pois é por intermédio dele que se define o banco de dados que será construído.

FIGURA 4.4 - TELA DE CONFIGURAÇÃO

que será construído. FIGURA 4.4 - TELA DE CONFIGURAÇÃO FONTE: Arquivo pessoal do autor. O exemplo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

O exemplo acima escolheu um banco de imagens. Dessa forma, será necessário configurar outra tela, conforme Figura 4.5.

O exemplo acima escolheu um banco de imagens. Dessa forma, será necessário configurar outra tela, conforme
FIGURA 4.5 - BANCO DE DADOS DA IMAGEM 49 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Após

FIGURA 4.5 - BANCO DE DADOS DA IMAGEM

49
49

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Após o preenchimento dos campos, o autor deve escolher a opção Modelos, de acordo com a figura 4.6 e, em seguida Gravar Modelo. Neste exemplo, foi escolhida a opção Modelo item único.

FIGURA 4.6 - TIPOS DE MODELO

Neste exemplo, foi escolhida a opção Modelo item único. FIGURA 4.6 - TIPOS DE MODELO FONTE:

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Neste exemplo, foi escolhida a opção Modelo item único. FIGURA 4.6 - TIPOS DE MODELO FONTE:
Para inserir imagens, é necessário clicar em Acrescentar item (Figura 4.7), busque a imagem salva

Para inserir imagens, é necessário clicar em Acrescentar item (Figura 4.7), busque a imagem salva nos arquivos do computador, em seguida o participante terá duas opções para salvar as imagens: a primeira opção Gravar e mostrar e a segunda opção é Gravar e acrescentar outro.

FIGURA 4.7 - ADIÇÃO DE IMAGENS

50
50
e acrescentar outro . FIGURA 4.7 - ADIÇÃO DE IMAGENS 50 6.2.2 Chat FONTE: Arquivo pessoal

6.2.2 Chat

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

O Chat também conhecido como “sala de bate-papo”, viabiliza a comunicação síncrona, ou seja, em tempo real, entre os participantes de um curso. Essa atividade é importante para a troca de informações, compartilhamento de ideias e esclarecimento de dúvidas. É importante lembrar que a comunicação do ambiente é feita por meio de texto, portanto é importante programas como o Skype e o MSN para superar esta limitação.

Para configurar esta atividade (Figura 4.8) é preciso pensar em um nome interessante para estimular os participantes e atingir o objetivo esperado. Além do nome da sala, a introdução deve ser clara e objetiva, informando a temática que será debatida.

esperado. Além do nome da sala, a introdução deve ser clara e objetiva, informando a temática
FIGURA 4.8 - CONFIGURAÇÃO DO CHAT 51 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Após marcar o

FIGURA 4.8 - CONFIGURAÇÃO DO CHAT

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51

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Após marcar o dia e a hora do Chat, é importante decidir se as sessões serão repetidas, ou seja, se o chat será novamente utilizado. Na prática, essa medida permite que os participantes se programem com antecedência.

No espaço das Sessões encerradas (Figura 4.9) é importante definir por quanto tempo as sessões estarão disponíveis para ser acessadas pelos participantes, inclusive para os que não tiveram a oportunidade de participar do debate.

FIGURA 4.9 - SESSÕES ENCERRADAS

que não tiveram a oportunidade de participar do debate. FIGURA 4.9 - SESSÕES ENCERRADAS FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

que não tiveram a oportunidade de participar do debate. FIGURA 4.9 - SESSÕES ENCERRADAS FONTE: Arquivo
O Chat pode ser utilizado por todos os participantes de uma forma ampla ou pode

O Chat pode ser utilizado por todos os participantes de uma forma ampla ou pode ser utilizado por grupos determinados (Figura 4.10). A opção nenhum grupo, indica que todos os participantes poderão participar simultaneamente. A opção grupos separados, os participantes estão divididos em grupos distintos, significa que só os participantes daquele grupo podem participar da discussão. A opção grupos visíveis, também trabalha com grupos distintos, a diferença é que um grupo vê a discussão do outro, mas não tem permissão para participar.

52
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FIGURA 4.10 - DEFINIR A PARTICIPAÇÃO E SALVAR O CHAT

52 FIGURA 4.10 - DEFINIR A PARTICIPAÇÃO E SALVAR O CHAT 6.2.3 Escolha FONTE: Arquivo pessoal

6.2.3 Escolha

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

A escolha é uma atividade simples e limitada. Ela possibilita a criação de um formulário com uma pergunta e opções de respostas. Para configurar basta clicar em Escolha no menu Atividades, em seguida o autor vai configurar de acordo com a Figura 4.11.

configurar basta clicar em Escolha no menu Atividades , em seguida o autor vai configurar de
FIGURA 4.11 - OPÇÃO ESCOLHA 53 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Após o preenchimento dos

FIGURA 4.11 - OPÇÃO ESCOLHA

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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Após o preenchimento dos campos obrigatórios surgirão os campos denominados Escolhas (Figura 4.12). Neste espaço o autor deverá inserir as respostas. O Moodle oferece cinco opções inicialmente, mas ao clicar em Acrescentar três campos, outros espaços são inseridos. Não é necessário preencher todos os espaços para salvar a atividade.

FIGURA 4.12 - CAMPOS DE PREENCHIMENTO

todos os espaços para salvar a atividade. FIGURA 4.12 - CAMPOS DE PREENCHIMENTO FONTE: Arquivo pessoal

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

todos os espaços para salvar a atividade. FIGURA 4.12 - CAMPOS DE PREENCHIMENTO FONTE: Arquivo pessoal
Abaixo de cada campo da Escolha, há opção Limitar. Nesse campo é possível estipular um

Abaixo de cada campo da Escolha, há opção Limitar. Nesse campo é possível estipular um valor para cada um. Esses valores definirão a quantidade de votos que a opção (Escolha) poderá receber. Após atingir o valor, o campo da opção deixará de ficar disponível para o participante votar.

Após escolher as respostas, é necessário definir as datas em que o participante poderá realizar a votação, conforme Figura 4.13, em seguida clicar em Salvar as mudanças.

54
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FIGURA 4.13 - PREENCHIMENTO DOS CAMPOS

as mudanças. 54 FIGURA 4.13 - PREENCHIMENTO DOS CAMPOS FONTE: Arquivo pessoal do autor. A figura

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

A figura 4.14 representa a forma como a atividade será mostrada aos participantes. Para salvar a escolha é só clicar em Gravar a minha resposta.

forma como a atividade será mostrada aos participantes. Para salvar a escolha é só clicar em
FIGURA 4.14 - VISUALIZAÇÃO DA ESCOLHA 6.2.4 Flaschcard – Trainer FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FIGURA 4.14 - VISUALIZAÇÃO DA ESCOLHA

FIGURA 4.14 - VISUALIZAÇÃO DA ESCOLHA 6.2.4 Flaschcard – Trainer FONTE: Arquivo pessoal do autor. 55

6.2.4 Flaschcard Trainer

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

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E uma atividade, cuja aprendizagem é baseada no uso de cartões virtuais nos quais, de um lado do cartão escreve-se a pergunta e, do outro lado, a resposta. É uma atividade interessante para trabalhar datas históricas, fórmulas ou outros assuntos para reforçar a aprendizagem. Na prática, consiste em colocar os cartões em quatro caixas imaginárias, formando quatro grupos de questões. Conforme o participante memoriza o conteúdo ele transporta a questão para a caixa seguinte e busca um novo conhecimento. A figura 4.15 mostrará os campos a serem preenchidos.

a questão para a caixa seguinte e busca um novo conhecimento. A figura 4.15 mostrará os
FIGURA 4.15 – PREENCHIMENTO DOS CAMPOS 56 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Nome – colocar

FIGURA 4.15 PREENCHIMENTO DOS CAMPOS

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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Nome – colocar o tema geral da atividade. colocar o tema geral da atividade.

Descrição – colocar os parâmetros da atividade, ou seja, explicar para o participante todos os passos colocar os parâmetros da atividade, ou seja, explicar para o participante todos os passos necessários.

Título da frente – nesse espaço, escreve- se a palavra “ frente ”, pois ela habilita a edição nesse espaço, escreve-se a palavra “frente”, pois ela habilita a edição dessa parte do cartão.

Título do verso – escreve- se a palavra “ verso ”. Ela habilitará a edição do verso escreve-se a palavra “verso”. Ela habilitará a edição do verso

do cartão.

Acesso-limite para as caixas – o autor define quantas fichas cada caixa terá. o autor define quantas fichas cada caixa terá.

Por último, deve-se clicar em Salvar e, assim, passar à edição dos cartões. Salvar e, assim, passar à edição dos cartões.

Para concluir a configuração da atividade, deve-se observar o seguinte:

1. Ao lado da expressão Atualizar flaschcard Trainer, há a opção Edite o

conteúdo do flaschcard Trainer; para acessar esta área é só clicar no link, conforme figura

Edite o conteúdo do flaschcard – Trainer; para acessar esta área é só clicar no link
FIGURA 4.16 – EDIÇÃO DE CONTEÚDO 57 FONTE: Arquivo pessoal do autor. 2. Para inserir

FIGURA 4.16 EDIÇÃO DE CONTEÚDO

57
57

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

2. Para inserir os dados do cartão é necessário clicar na opção Inserir novo

cartão, conforme figura 4.17.

FIGURA 4.17 - INSERIR NOVO CARTÃO

, conforme figura 4.17. FIGURA 4.17 - INSERIR NOVO CARTÃO FONTE: Arquivo pessoal do autor. 3.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

3. Outra tela se abrirá, o autor deve editar a frente e o verso do cartão de acordo

com a figura 4.18.

4. Após a edição, é só clicar no link Salvar. Caso o autor queira inserir um novo

cartão, basta clicar em Salvar novo cartão.

é só clicar no link Salvar. Caso o autor queira inserir um novo cartão, basta clicar
FIGURA 4.19 - EDIÇÃO DA FRENTE E DO VERSO DO CARTÃO 58 6.2.5 Fórum FONTE:

FIGURA 4.19 - EDIÇÃO DA FRENTE E DO VERSO DO CARTÃO

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6.2.5 Fórum

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

O fórum é uma ferramenta que propicia a troca de conhecimentos por intermédio das discussões. É uma atividade de comunicação assíncrona de muito valor que, além de permitir o acompanhamento via e-mail, também possibilita o envio de anexos. Classifica-se em:

, também possibilita o envio de anexos. Classifica-se em: Fórum geral: Cada participante inicia quantos tópicos

Fórum geral: Cada participante inicia quantos tópicos desejar. Cada usuário inicia um tópico: É proposta uma temática e cada participante pode iniciar um novo tópico, aprofundando a discussão. Além do tópico iniciado pelo participante, ele pode comentar um tópico iniciado por outro participante. Fórum perguntas e respostas: Cada participante inicia um tópico com uma pergunta e todos respondem as perguntas dos demais.

perguntas e respostas: Cada participante inicia um tópico com uma pergunta e todos respondem as perguntas
perguntas e respostas: Cada participante inicia um tópico com uma pergunta e todos respondem as perguntas
perguntas e respostas: Cada participante inicia um tópico com uma pergunta e todos respondem as perguntas
Uma única discussão simples: Centraliza a participação de todos os participantes em um único tópico
Uma única discussão simples: Centraliza a participação de todos os participantes em um único tópico

Uma única discussão simples: Centraliza a participação de todos os participantes em um único tópico de discussão. A vantagem desse tipo de fórum é que todas as discussões ficam centradas em uma única página, facilitando a interação de todos os participantes. A figura 4.20 retrata a configuração do fórum.

FIGURA 4.20 - CONFIGURAÇÃO DO FÓRUM

do fórum. FIGURA 4.20 - CONFIGURAÇÃO DO FÓRUM FONTE: Arquivo pessoal do autor. Espaço geral –
do fórum. FIGURA 4.20 - CONFIGURAÇÃO DO FÓRUM FONTE: Arquivo pessoal do autor. Espaço geral –

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

- CONFIGURAÇÃO DO FÓRUM FONTE: Arquivo pessoal do autor. Espaço geral – o autor deve preencher

Espaço geral o autor deve preencher o espaço do nome do fórum e, em seguida, escolher o tipo de fórum. Na introdução, deve-se colocar a temática a ser discutida. Obrigar todos a serem assinantes a escolha da opção Sim faz com que todos os participantes permaneçam ativos nas discussões. Monitorar a leitura do fórum a opção permite que o participante tenha a liberdade de monitorar as participações dos colegas. Com ela, sempre que houver uma mensagem nova, será exibida a informação de que há mensagens ainda não lidas. Tamanho do anexo especifica o tamanho máximo dos arquivos que poderão ser enviados como anexos.

máximo dos arquivos que poderão ser enviados como anexos. 59 A opção Notas deve ser assinalada
máximo dos arquivos que poderão ser enviados como anexos. 59 A opção Notas deve ser assinalada
máximo dos arquivos que poderão ser enviados como anexos. 59 A opção Notas deve ser assinalada
59
59

A opção Notas deve ser assinalada se o fórum for avaliativo. Se o autor quiser criar um fórum avaliativo deve seguir os passos da figura 4.21.

assinalada se o fórum for avaliativo. Se o autor quiser criar um fórum avaliativo deve seguir
FIGURA 4.21 - ADIÇÃO DE NOTAS FONTE: Arquivo pessoal do autor. Agregar o tipo –

FIGURA 4.21 - ADIÇÃO DE NOTAS

FIGURA 4.21 - ADIÇÃO DE NOTAS FONTE: Arquivo pessoal do autor. Agregar o tipo – o

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

4.21 - ADIÇÃO DE NOTAS FONTE: Arquivo pessoal do autor. Agregar o tipo – o autor
4.21 - ADIÇÃO DE NOTAS FONTE: Arquivo pessoal do autor. Agregar o tipo – o autor
4.21 - ADIÇÃO DE NOTAS FONTE: Arquivo pessoal do autor. Agregar o tipo – o autor

Agregar o tipo o autor escolhe a forma de o fórum ser avaliado. Nota - Estabelecer a nota entre 0 e 100. Permitir avaliação apenas das mensagens compreendidas neste arco de tempo Se essa caixa for marcada, o autor deverá indicar o período, com dia e hora, em que a atividade estará aberta para as postagens que serão avaliadas. Há outras opções que podem ser configuradas, conforme figura 4.22

opções que podem ser configuradas, conforme figura 4.22 FIGURA 4.23 - LIMITE DE MENSAGENS 60 FONTE:
opções que podem ser configuradas, conforme figura 4.22 FIGURA 4.23 - LIMITE DE MENSAGENS 60 FONTE:

FIGURA 4.23 - LIMITE DE MENSAGENS

60
60
que podem ser configuradas, conforme figura 4.22 FIGURA 4.23 - LIMITE DE MENSAGENS 60 FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

que podem ser configuradas, conforme figura 4.22 FIGURA 4.23 - LIMITE DE MENSAGENS 60 FONTE: Arquivo
Limite de mensagens – Nesse espaço, podem ser limitados o tempo e quantidade de mensagens

Limite de mensagens – Nesse espaço, podem ser limitados o tempo e quantidade de mensagens que o participante Nesse espaço, podem ser limitados o tempo e quantidade de mensagens que o participante poderá enviar ao fórum.

Configurações de módulos comuns – Segue o mesmo padrão das atividades Segue o mesmo padrão das atividades

anteriores.

6.2.6 Glossário

61
61

É uma atividade que permite a criação de listas de termos e expressões técnicas do curso ou conteúdo que está sendo ministrado. Sua configuração permite opções interessantes para ambos os tipos de glossários, principal e secundário. Observe a figura 4.24, ela mostrará os campos a serem preenchidos para configurar a atividade.

FIGURA 4.24 - ADIÇÃO DO GLOSSÁRIO

a serem preenchidos para configurar a atividade. FIGURA 4.24 - ADIÇÃO DO GLOSSÁRIO FONTE: Arquivo pessoal

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

a serem preenchidos para configurar a atividade. FIGURA 4.24 - ADIÇÃO DO GLOSSÁRIO FONTE: Arquivo pessoal
Nome – Inserir o nome do glossário, por exemplo, termos técnicos, palavras técnicas ou dicionário.
Nome – Inserir o nome do glossário, por exemplo, termos técnicos, palavras técnicas ou dicionário.

Nome Inserir o nome do glossário, por exemplo, termos técnicos, palavras técnicas ou dicionário. Descrição informa ao participante o objetivo da atividade. Número de itens mostrados em cada página o autor escolhe quantos itens deverão ser mostrados em cada página. Tipo de glossário o primeiro glossário de um curso sempre deve ser o principal. Os demais a serem criados, se houver necessidade, serão secundários. Permitir itens repetidos o autor autoriza ou não a inserção de itens que já constam no glossário. Permitir comentárioscom essa opção, pode-se permitir que comentários sejam adicionados aos itens. Permitir versão para impressão ao marcar Sim o autor permite que o sistema abra um formulário para impressão das palavras. Fazer link automático de novos itens ao marcar Sim nessa opção o glossário criará links da palavra todas as vezes que ela aparecer em fóruns, sumários, diários e páginas de texto em formato HTML. Aprovação imediata de novos itens marcando a opção Sim, as palavras inseridas pelos participantes serão imediatamente disponibilizadas para todos sem que haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor.

haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos
haja necessidade de aprovação prévia pelo autor ou tutor. Formato de visualização 62 Há vários formatos

Formato de visualização

62
62

Há vários formatos possíveis. No Completo com autor aparecem todos os dados sobre a fonte e a palavra: nome do participante que inseriu a palavra, sua definição, dia e hora da última atualização. No Completo sem autor, a diferença está no fato de o autor não aparecer. O Contínuo sem autor faz com que apareça a letra do alfabeto em que a palavra se encontra, em seguida, a palavra e sua definição. Em Enciclopédia, aparece a letra do alfabeto, a palavra, o autor, o dia e a hora e, por último, a definição da palavra. O FAQ edita as palavras no formato “listas de perguntas e respostas” (FAQ); em seguida, aparece o dia e a hora da última edição. Na Lista de itens, as palavras aparecem em formato de listas sem nenhuma definição.

dia e a hora da última edição. Na Lista de itens , as palavras aparecem em
Quando o participante clica sobre a palavra surge uma nova janela com a definição. Por

Quando o participante clica sobre a palavra surge uma nova janela com a definição. Por fim, o estilo simples de dicionário permite que as palavras apareçam junto à sua definição.

A figura 4.25 mostra como configurar a área de notas.

FIGURA 4.25 - CONFIGURAÇÃO DA ÁREA DE NOTAS

63
63
de notas. FIGURA 4.25 - CONFIGURAÇÃO DA ÁREA DE NOTAS 63 FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Mostrar link especial ao marcar Sim, o autor habilita o sistema para que aceite a navegação com caracteres especiais, tais como @ e #. Mostrar alfabeto habilita ou desabilita a navegação por letras do alfabeto. Mostrar todos habilita ou desabilita os itens para serem exibidos de uma

única vez.

Editar sempre marcando a opção Sim, o autor permite que a atividade seja sempre editada. Por sua vez, a opção Não limita a edição por determinado período de tempo. Habilitar a avaliação dos itens para habilitar as avaliações é necessário

marcar a caixa.

Usuários essa opção define quais serão as pessoas que terão autorização de

avaliar os itens.

Nota nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto tempo a atividade será válida.

de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
de avaliar os itens. Nota – nesse espaço, pode-se definir, se for o caso, por quanto
Limitar avaliações aos itens criados nesse período – marcando a caixa, o autor insere o
Limitar avaliações aos itens criados nesse período – marcando a caixa, o autor insere o

Limitar avaliações aos itens criados nesse período marcando a caixa, o autor insere o período em que a atividade será avaliada.

Após a criação do glossário, é necessário inserir as palavras ou expressões, conforme figura 4.26. Na figura 4.27 traz os campos necessários à configuração dos itens.

FIGURA 4.26 - INSERIR NOVO ITEM

64
64
configuração dos itens. FIGURA 4.26 - INSERIR NOVO ITEM 64 FONTE: Arquivo pessoal do autor. FIGURA

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FIGURA 4.27 - CONFIGURAÇÃO DOS ITENS

NOVO ITEM 64 FONTE: Arquivo pessoal do autor. FIGURA 4.27 - CONFIGURAÇÃO DOS ITENS FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

NOVO ITEM 64 FONTE: Arquivo pessoal do autor. FIGURA 4.27 - CONFIGURAÇÃO DOS ITENS FONTE: Arquivo
Conceito – palavra, frase ou pergunta a ser descrita. Definição – descrição do significado da

Conceito – palavra, frase ou pergunta a ser descrita. palavra, frase ou pergunta a ser descrita.

Definição – descrição do significado da palavra, frase ou resposta da pergunta. descrição do significado da palavra, frase ou resposta da pergunta.

Formato e categorias – o item já está pré-configurado para o formato HTML. o item já está pré-configurado para o formato HTML.

Autolink – habilita o link da palavra em outros textos em formato HTML. habilita o link da palavra em outros textos em formato HTML.

6.2.7 Lição

65
65

A Lição é uma atividade que possibilita a criação de perguntas e respostas mescladas com apresentações e arquivos em diferentes formatos. A figura 4.28 mostra a configuração desta atividade.

FIGURA 4.28 - CONFIGURAÇÃO DA LIÇÃO

desta atividade. FIGURA 4.28 - CONFIGURAÇÃO DA LIÇÃO FONTE: Arquivo pessoal do autor. Na Configuração Geral

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Na Configuração Geral o autor dever preencher os seguintes itens

Nome – inserção do título (nome da atividade). inserção do título (nome da atividade).

Geral – o autor dever preencher os seguintes itens Nome – inserção do título (nome da
Limite de tempo – delimitação de tempo em que a atividade ficará disponível (opcional). Número

Limite de tempo delimitação de tempo em que a atividade ficará disponível

(opcional).

Número máximo de respostas/seções – número de páginas/seções em que a atividade será configurada. número de páginas/seções em que a atividade será configurada.

de páginas/seções em que a atividade será configurada. Opções de avaliação – O autor define se

Opções de avaliação O autor define se a atividade será avaliativa. A atribuição de notas é opcional.

Exercício a opção Não indica que as notas obtidas não deverão ser computadas nas notas do aluno. Por sua vez, a opção Sim indica que as notas obtidas serão computadas no módulo de notas. Pontuação personalizada nesse item, existe a opção de permitir que cada resposta tenha uma nota. O ideal é que somente as respostas corretas recebam pontuação, enquanto as demais fiquem com valor igual a 0 (zero). Nota máxima aqui, será estabelecido um valor máximo para a lição no quadro do módulo de notas. Estudante pode tentar novamente permite ou não que o aluno refaça sua

lição.

Calculando o resultado das tentativas o tutor permitirá que o aluno, ao final da lição, confira sua nota e a média em relação à nota máxima. Visualizar pontuação corrente será permitido ou não que o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição.

o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição. 66 Controle de fluxo – Define as
o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição. 66 Controle de fluxo – Define as
o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição. 66 Controle de fluxo – Define as
o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição. 66 Controle de fluxo – Define as
o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição. 66 Controle de fluxo – Define as
o aluno acompanhe sua pontuação no decorrer da lição. 66 Controle de fluxo – Define as
66
66

Controle de fluxo Define as formas de apresentação e feedback para o aluno.

as formas de apresentação e feedback para o aluno. Permitir revisão pelo estudante – será permitido

Permitir revisão pelo estudante será permitido ou não que o estudante reveja as páginas já realizadas e altere suas respostas. Mostrar o botão de revisão a opção Sim habilita o botão de revisão, permitindo ao aluno tentar novamente a resposta em caso de erro. Número máximo de tentativas indicam quantas tentativas o aluno terá para realizar a atividade.

em caso de erro. Número máximo de tentativas – indicam quantas tentativas o aluno terá para
em caso de erro. Número máximo de tentativas – indicam quantas tentativas o aluno terá para
em caso de erro. Número máximo de tentativas – indicam quantas tentativas o aluno terá para
Ação após uma resposta correta – nesse item, será estabelecido se o aluno poderá ou
Ação após uma resposta correta – nesse item, será estabelecido se o aluno poderá ou

Ação após uma resposta correta nesse item, será estabelecido se o aluno poderá ou não ser direcionado para a próxima página. Mostrar o feedback padrão apresenta o feedback fornecido pelo Moodle. Número mínimo de questões com a seleção do número 0 (zero), o aluno não é forçado a responder todas as questões da lição. Para obrigá-lo a isso, deve-se acrescentar o valor correspondente ao número de perguntas. Número de páginas (fichas) a serem mostradas o procedimento normal é que o valor permaneça como 0 (zero).

procedimento normal é que o valor permaneça como 0 (zero). 67 Quanto as demais opções dessa
procedimento normal é que o valor permaneça como 0 (zero). 67 Quanto as demais opções dessa
procedimento normal é que o valor permaneça como 0 (zero). 67 Quanto as demais opções dessa
67
67

Quanto as demais opções dessa atividade (Formatação da lição, Controle de acesso, Dependente de Arquivo ou página web em janela pop-up, Controle de módulos comuns), o recomendável é deixá-las inalteradas, pois já estão configuradas automaticamente.

Para concluir, clique em Salvar e mostrar para que se abra uma nova janela para a edição, de acordo com a figura 4.29.

FIGURA 4.29 - EDIÇÃO DO PAINEL DE NAVEGAÇÃO

figura 4.29. FIGURA 4.29 - EDIÇÃO DO PAINEL DE NAVEGAÇÃO FONTE: Arquivo pessoal do autor. Clicando

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Clicando nessa opção, será disponibilizada uma tela como a da figura 4.30.

NAVEGAÇÃO FONTE: Arquivo pessoal do autor. Clicando nessa opção, será disponibilizada uma tela como a da
FIGURA 4.30 – PREENCHIMENTO DA PÁGINA FONTE: Arquivo pessoal do autor. 68 Inseridos o nome

FIGURA 4.30 PREENCHIMENTO DA PÁGINA

FIGURA 4.30 – PREENCHIMENTO DA PÁGINA FONTE: Arquivo pessoal do autor. 68 Inseridos o nome e

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

68
68

Inseridos o nome e o conteúdo (descrição da atividade), passa-se ao preenchimento dos campos “Texto do link 1”, “Texto do link 2”, “Texto do link 3” e “Texto do link 4”, nos quais são estabelecidos os nomes das páginas e/ou seções para as quais o aluno será direcionado. A figura 4.31 mostra a página em que as seções serão intituladas. O campo Destinação” direcionará o participante para o próximo passo no contexto da atividade.

FIGURA 4.31 OPÇÕES DE NAVEGAÇÃO

para o próximo passo no contexto da atividade. FIGURA 4.31 – OPÇÕES DE NAVEGAÇÃO FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

para o próximo passo no contexto da atividade. FIGURA 4.31 – OPÇÕES DE NAVEGAÇÃO FONTE: Arquivo
Cumpridas essas etapas, deve-se clicar em Inserir página com painel de navegação. Em seguida, será

Cumpridas essas etapas, deve-se clicar em Inserir página com painel de navegação. Em seguida, será exibido o conteúdo da figura 4.31.

FIGURA 4.31 VISUALIZAÇÃO DO PAINEL

69
69

Para

visualizar

e

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

navegar

em

cada

um

dos

links

basta

clicar

nos

botões

correspondentes a esses comandos no Painel de navegação, como mostra a figura 4.35.

FIGURA 4.32 NAVEGAÇÃO DO PAINEL

a figura 4.35. FIGURA 4.32 – NAVEGAÇÃO DO PAINEL FONTE: Arquivo pessoal do autor. Para adicionar

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Para adicionar uma página (Figura 4.33) com atividades para o participante, deve-se clicar em editar e, em seguida, na opção ações, escolhendo-se o item questão.

atividades para o participante, deve-se clicar em editar e, em seguida, na opção ações, escolhendo-se o
FIGURA 4.33 – ADIÇÃO DE UMA PÁGINA FONTE: Arquivo pessoal do autor. 70 Será disponibilizada

FIGURA 4.33 ADIÇÃO DE UMA PÁGINA

FIGURA 4.33 – ADIÇÃO DE UMA PÁGINA FONTE: Arquivo pessoal do autor. 70 Será disponibilizada uma

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

70
70

Será disponibilizada uma tela em que deverá ser acrescido um texto e, em seguida, uma pergunta com as opções de resposta. Nessa tela, o ideal é que o título da página seja preenchido conforme os botões de navegação. No caso aqui descrito, foram selecionadas as opções Introdução, Texto 1, Texto 2 e Referência, portanto, o campo será preenchido com a palavra Introdução. Depois de introduzir o texto, disponibilize uma pergunta ao aluno, como mostra a figura 4.34.

FIGURA 4.34 OPÇÕES DE QUESTÕES

uma pergunta ao aluno, como mostra a figura 4.34. FIGURA 4.34 – OPÇÕES DE QUESTÕES FONTE:

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

uma pergunta ao aluno, como mostra a figura 4.34. FIGURA 4.34 – OPÇÕES DE QUESTÕES FONTE:
A figura 4.35 mostra as opções de respostas para a pergunta mencionada na figura anterior.

A figura 4.35 mostra as opções de respostas para a pergunta mencionada na figura anterior. No caso do exemplo, há quatro opções de escolha. Em cada opção, deverá ser configurada a página para qual o participante deverá seguir, podendo permanecer na mesma página ou ser direcionado para a seguinte. No campo Resposta, o autor deverá mencionar as respostas, havendo apenas uma resposta correta, uma vez que a opção selecionada na barra de menu foi múltipla escolha. Para cada resposta há um campo denominado Retorno. Nesse campo será disponibilizado o feedback para o participante. O autor pontuará as questões no campo Pontuação. O ideal é que a resposta correta receba uma pontuação, enquanto as demais permaneçam com a pontuação igual a 0 (zero).

71
71

FIGURA 4.35 PERGUNTAS, RESPOSTAS E FEEDBACKS

a pontuação igual a 0 (zero). 71 FIGURA 4.35 – PERGUNTAS, RESPOSTAS E FEEDBACKS FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

a pontuação igual a 0 (zero). 71 FIGURA 4.35 – PERGUNTAS, RESPOSTAS E FEEDBACKS FONTE: Arquivo
Depois de clicar em “Inserir página com questões” , será exibida a tela presente na

Depois de clicar em “Inserir página com questões”, será exibida a tela presente na figura 4.36. Seguindo o mesmo princípio anterior, deve-se clicar em “Adicionar página” e escolher a opção “Questão”. A página que abrirá em seguida será direcionada para o botão de navegação Texto 1, de acordo com a configuração realizada.

FIGURA 4.36 ADIÇÃO DE QUESTÕES

realizada. FIGURA 4.36 – ADIÇÃO DE QUESTÕES FONTE: Arquivo pessoal do autor. 72 Preenchidos os campos

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

72
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Preenchidos os campos obrigatórios, devem ser habilitadas as respostas que serão direcionadas ao aluno inserindo-se a página com a questão (Figura 4.37).

FIGURA 4.37 INSERÇÃO DA PÁGINA COM QUESTÃO

com a questão (Figura 4.37). FIGURA 4.37 – INSERÇÃO DA PÁGINA COM QUESTÃO FONTE: Arquivo pessoal

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

com a questão (Figura 4.37). FIGURA 4.37 – INSERÇÃO DA PÁGINA COM QUESTÃO FONTE: Arquivo pessoal
A cada nova página de questões adicionada será exibida a tela a seguir com os

A cada nova página de questões adicionada será exibida a tela a seguir com os campos referentes à adição das páginas. Essa sequência ocorrerá enquanto houver páginas a serem acrescidas. Observe a figura 4.38 Retornando ao início da lição, no ícone “número máximo de respostas/seções”, a configuração selecionada foi quatro, de modo que o autor terá quatro páginas/seções disponíveis.

FIGURA 4.38 CAMPOS DE EDIÇÃO

73
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disponíveis. FIGURA 4.38 – CAMPOS DE EDIÇÃO 73 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Concluídas todas as

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Concluídas todas as etapas, clica-se em Visualizar e, em seguida, no botão de navegação Introdução. A tela disponibilizada já estará com as configurações previamente designadas com texto, pergunta e resposta de múltipla escolha. Assim, no exemplo, o participante terá quatro opções para sua resposta, conforme a figura 4.39.

de múltipla escolha. Assim, no exemplo, o participante terá quatro opções para sua resposta, conforme a
FIGURA 4.42 – VISUALIZAÇÃO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS 74 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Depois

FIGURA 4.42 VISUALIZAÇÃO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS

74
74

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Depois de o participante salvar a resposta selecionada, a tela seguinte apresentará o feedback, conforme indica a figura 4.40.

FIGURA 4.40 VISUALIZAÇÃO DE FEEDBACK

o feedback , conforme indica a figura 4.40. FIGURA 4.40 – VISUALIZAÇÃO DE FEEDBACK FONTE: Arquivo

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

o feedback , conforme indica a figura 4.40. FIGURA 4.40 – VISUALIZAÇÃO DE FEEDBACK FONTE: Arquivo
6.2.8 Pesquisa de avaliação É uma atividade composta de questionários previamente formatados para avaliar ambientes

6.2.8 Pesquisa de avaliação

É uma atividade composta de questionários previamente formatados para avaliar ambientes virtuais. Seu objetivo é fazer com que o participante reflita sobre a sua aprendizagem e participação no curso. Atualmente, o Moodle possui dois formatos de questionários baseados na teoria construtivista, avaliam as tendências sociais e individuais da aprendizagem. Para configurar, é necessário seguir os seguintes passos: (figura 4.41)

FIGURA 4.41 - PESQUISA DE AVALIAÇÃO

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(figura 4.41) FIGURA 4.41 - PESQUISA DE AVALIAÇÃO 75 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Nome –

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

PESQUISA DE AVALIAÇÃO 75 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Nome – Escrever o nome da atividade.

Nome Escrever o nome da atividade. Tipo de pesquisa de avaliação Escolher o tipo de avaliação mais adequada para cumprir os objetivos propostos. Introdução escrever a introdução e os parâmetros da atividade. Configuração de módulos comuns Segue os mesmos parâmetros das atividades anteriores.

parâmetros da atividade. Configuração de módulos comuns – Segue os mesmos parâmetros das atividades anteriores.
parâmetros da atividade. Configuração de módulos comuns – Segue os mesmos parâmetros das atividades anteriores.
parâmetros da atividade. Configuração de módulos comuns – Segue os mesmos parâmetros das atividades anteriores.
parâmetros da atividade. Configuração de módulos comuns – Segue os mesmos parâmetros das atividades anteriores.
Tipos de Pesquisa de avaliação: 1. ATTLS ( Attitudes to thinking and learning survey )

Tipos de Pesquisa de avaliação:

1. ATTLS (Attitudes to thinking and learning survey) - pesquisas de atitudes e

pensamentos de aprendizagem. Esse grupo de questões está baseado no instrumento de avaliação desenvolvido por Galotti.

Modelo ATTLS, versão de 20 itens (figura 4.42)

FIGURA 4.42 - MODELO ATTLS

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de 20 itens (figura 4.42) FIGURA 4.42 - MODELO ATTLS 76 FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Modelo 2 ATTLS, versão incidentes críticos (Figura 4.43)

FIGURA 4.42 - MODELO ATTLS 76 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Modelo 2 ATTLS, versão incidentes
FIGURA 4.43 - MODELO ATTLS (INCIDENTES CRÍTICOS) 77 FONTE: Arquivo pessoal do autor. 2. COLLES

FIGURA 4.43 - MODELO ATTLS (INCIDENTES CRÍTICOS)

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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

2. COLLES (Constructivist On-Line Learning Environment Survey) pesquisa de

aprendizagem construtivista em ambientes de aprendizagem. Este modelo é composto de 24 questões distribuídas em seis áreas. O modelo tem três formas de avaliação: a primeira avalia a experiência efetiva do aluno, a segunda avalia as expectativas do aluno e a terceira avalia as

participações efetivas e as expectativas do aluno combinadas.

As áreas avaliadas são as seguintes:

Obs.: Colocar a imagem em cada uma das áreas

as seguintes: Obs.: Colocar a imagem em cada uma das áreas Relevância – O aluno avalia

Relevância O aluno avalia o que aprendeu em um curso. (Figura 4.44)

Obs.: Colocar a imagem em cada uma das áreas Relevância – O aluno avalia o que
FIGURA 4.44 - MODELO COLLES RELEVÂNCIA 78 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Reflexão crítica –

FIGURA 4.44 - MODELO COLLES RELEVÂNCIA

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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

COLLES RELEVÂNCIA 78 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Reflexão crítica – o aluno avalia se as

Reflexão crítica o aluno avalia se as atividades propostas estimulam o pensamento critico. (Figura 4.45)

FIGURA 4.45 - MODELO COLLES REFLEXÃO CRÍTICA

(Figura 4.45) FIGURA 4.45 - MODELO COLLES REFLEXÃO CRÍTICA FONTE: Arquivo pessoal do autor. Interatividade –

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

COLLES REFLEXÃO CRÍTICA FONTE: Arquivo pessoal do autor. Interatividade – o participante avalia se houve

Interatividade o participante avalia se houve interatividade com outros participantes. (Figura 4.46)

do autor. Interatividade – o participante avalia se houve interatividade com outros participantes. (Figura 4.46)
FIGURA 4.46 - MODELO COLLES INTERATIVIDADE 79 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Apoio dos tutores

FIGURA 4.46 - MODELO COLLES INTERATIVIDADE

79
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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Apoio dos tutores – o participante avalia se teve apoio e envolvimento do tutor e mediadores do processo o participante avalia se teve apoio e envolvimento do tutor e mediadores do processo de aprendizagem. (Figura 4.47)

FIGURA 4.47 - MODELO COLLES APOIO DOS TUTORES

(Figura 4.47) FIGURA 4.47 - MODELO COLLES APOIO DOS TUTORES FONTE: Arquivo pessoal do autor. Apoio

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Apoio dos colegas – É avaliado a participação e o envolvimento dos colegas e sua contribuição para a É avaliado a participação e o envolvimento dos colegas e sua contribuição para a sua aprendizagem. (Figura 4.48)

– É avaliado a participação e o envolvimento dos colegas e sua contribuição para a sua
FIGURA 4.48 - MODELO COLLES APOIO DOS COLEGAS 80 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Compreensão

FIGURA 4.48 - MODELO COLLES APOIO DOS COLEGAS

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FONTE: Arquivo pessoal do autor.

COLLES APOIO DOS COLEGAS 80 FONTE: Arquivo pessoal do autor. Compreensão – Este item avalia as

Compreensão Este item avalia as comunicações no ambiente, verificando se todas as mensagens passadas foram compreendidas. (Figura 4.49)

FIGURA 4.49 - MODELO COLLES COMPREENSÃO

(Figura 4.49) FIGURA 4.49 - MODELO COLLES COMPREENSÃO FONTE: Arquivo pessoal do autor. Os dados são

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Os dados são tabulados pelo sistema. Para a visualização, basta clicar em Ver as respostas, conforme figura 4.50.

Os dados são tabulados pelo sistema. Para a visualização, basta clicar em Ver as respostas ,
FIGURA 4.50 - VISUALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES 81 6.2.9 Questionário FONTE: Arquivo pessoal do autor. Essa

FIGURA 4.50 - VISUALIZAÇÃO DAS AVALIAÇÕES

81
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6.2.9 Questionário

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

Essa atividade, nas especificações da educação brasileira pode ser denominada como exercício ou prova on-line. Suas possibilidades são muito interessantes para um curso. Todas as questões criadas são armazenadas em um banco de dados e podem ser organizadas em categorias. Em sua formatação podem ser configurados diversos tipos de questões, tais como:

múltipla escolha, verdadeiro ou falso, resposta breve, resposta numérica entre outros. Outra vantagem dessa atividade é a possibilidade do próprio sistema corrigir as questões, gerando um feedback automático para o cursista.

Sua configuração é simples, bastando somente seguir um raciocínio lógico, conforme figura 4.51.

para o cursista. Sua configuração é simples, bastando somente seguir um raciocínio lógico, conforme figura 4.51.
FIGURA 4.51 - CONFIGURAÇÃO DO QUESTIONÁRIO 82 FONTE: Arquivo pessoal do autor. O campo geral

FIGURA 4.51 - CONFIGURAÇÃO DO QUESTIONÁRIO

82
82

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

O campo geral tem dois espaços para serem configurados são eles:

Nome: Neste espaço o autor identifica o nome da atividade. Neste espaço o autor identifica o nome da atividade.

Introdução: Neste espaço são definidos os parâmetros da atividade e as instruções necessárias para a sua Neste espaço são definidos os parâmetros da atividade e as instruções necessárias para a sua realização. Observe que neste momento as perguntas não são inseridas.

O campo Tempo (figura 4.52) precisa ser configurado de maneira correta, pois o seu preenchimento correto evita possíveis prejuízos para participantes.

FIGURA 4.52 - CONFIGURAÇÃO DO TEMPO

evita possíveis prejuízos para participantes. FIGURA 4.52 - CONFIGURAÇÃO DO TEMPO FONTE: Arquivo pessoal do autor.

FONTE: Arquivo pessoal do autor.

evita possíveis prejuízos para participantes. FIGURA 4.52 - CONFIGURAÇÃO DO TEMPO FONTE: Arquivo pessoal do autor.
Abrir o questionário e encerrar o questionário : Neste espaço são definidas as datas de

Abrir o questionário e encerrar o questionário: Neste espaço são definidas as datas de início e encerramento do questionário.

Limite de tempo: Quando esta opção é marcada delimita o tempo para preenchimento das respostas. O participante tem conhecimento do tempo a partir do contador digital que é iniciado quando o questionário é aberto. Intervalo entre a primeira e a segunda tentativa ou intervalo entre a segunda e as demais tentativas: Se o autor deixar a opção